137 - FÚRIA SEXUAL FEMININA 2 – PARTE 2

 


Belas coxas, você está bem mais gostosa que antes! Comentou o pastor, e ela sorriu. Eu também estava de vestido, e bem erguido, com minhas coxas igualmente acariciadas por ele.

—É? Obrigada, ó, pode alisar à vontade! Provocou Kézia, que subiu mais o vestido, até a cintura, exibindo uma minúscula calcinha vermelha e abrindo as pernas, já caçando o pauzão dele, e vi a expressão de tesão dela virar uma expressão de tara forte ao sentir o calibre.

Não me fiz de rogada, e logo pus minha mão ali, quase numa disputa com ela para ver quem abarcava mais a tora de Rodrigo, que estufou o tecido da calça sem pudor, porém, Kézia não titubeou, se ajeitou no sofá, depois montou em Rodrigo e caiu de boca na boca dele, aí perdi, só me restou ficar olhando os dois se beijarem, e ela o fazia com tara, já respirando forte.

As mãos do comedor encheram bem a linda e redondinha bunda dela, a qual foi bem apertada, e vi só a tira da calcinha entre as suas nádegas. O ósculo carregado de luxúria se seguia, com Kézia segurando a face de Rodrigo e roçando sua buceta visivelmente melada na virilha dele, que deu um tapa bem estralado no rabo dela e a fez gemer a ponto de soltar sua boca da dele, que soltou as nádegas de Kézia e ambos se encararam. Ela, toda, toda tarada por ele.

—Ah não, eu não vim para segurar vela hein? Dá licença, minha querida, agora é minha vez! Aticei, e eles riram, Kézia saiu de cima e quem montou fui eu, já sem calcinha.

Eita que lasquei um beijo tarado, devasso na boca do meu macho, fazendo um vai e vem promíscuo, roçando minha xoxota chorosa na toda embrulhada dele, enquanto também sentia suas mãos deliciosas apertando forte meu rabo guloso, erguendo as nádegas. Nossos gemidos e respiração ruidosa, davam o tom perfeito, Rodrigo igualmente tarado por nós duas, me fazendo gemer feito uma cadela no cio com suas carícias, e já bolinando minha buceta gostoso.

Rodrigo deu um tapão na minha bunda que me fez gemer alto. Ai que delícia de mãozada, mãozada de comedor supremo, de macho tesudo, e rebolei subindo e descendo.

—Cadê a xoxotinha, Kézia? Deixe eu ver! Pediu Rodrigo. Fitei a safada, que estava com as pernas erguidas e bem abertas, e a devassa puxou a calcinha para o lado, exibindo sua buceta melada, lisinha e inchada de tesão. Ela alisou e mostrou os dedos melados, e fez exatamente como Thainá fez, sorveu a própria seiva e lambeu os lábios depois. Uau, a coisa ia ferver...

Rodrigo dedilhou, e a Pimentinha gemeu, arfou e comentou, tarada:

—Caralho... que delícia, humm... toque de comedor de verdade é outra coisa!

Um dedo na minha buceta, outro na buceta de Kézia. Comedor supremo faz assim, alimenta suas fêmeas por igual, e gemíamos igualmente taradas, prestes a gozar.

—Ok, minhas adoradas, vamos conversar agora! Disse Rodrigo, que parou tudo.

—HÃÃÃ? Como assim? Ah não, achei que íamos transar! Retruquei, inconformada.

—N-Não é assim, Luciana... tem protocolo, eu vim... pra acertar os últimos detalhes do nosso encontro, isso foi só... um cumprimento! Disse Kézia, se recompondo. Rodrigo deu risada.

—Correto! Lulu, se estivéssemos à sós, já estaríamos transando, mas o cerne da visita de vocês, é Kézia. Não tem como transarmos sem os exames! Explicou Rodrigo, e assenti.

—Não vamos transar, mas eu quero ver tua pomba, vai, me mostra! Atiçou Kézia, e Rodrigo deu uma risada gostosa. Eu já tinha saído de seu colo e também ri, e o cafajeste atiçou:

—Hoje não, só no dia, e é sobre o dia de nosso encontro que vamos conversar agora!

—Aff, não acredito, mas tudo bem, foi pra isso que vim! Disse Kézia, e Rodrigo a abraçou, porém, a safadinha agarrou a tora avolumada do macho e apertou forte, e ele deu risada.

—É difícil se segurar né? Comentei, e desvencilhados, ela riu toda sapeca. Ele corou.

—Pois bem, pra quando você quer? Perguntou Kézia, recomposta e bem acomodada.

—Dia 29. É... vou... promover uma suruba com Luciana, Fabiana, Leila e... caso queira participar... você! Se não quiser, marcamos para outra data, não tem problema, nosso encontro vai acontecer, porém... gostaria que fosse no dia 29! Respondeu Rodrigo. Kézia o fitou admirada.

—Se eu não quiser dia 29... você promete que nosso encontro vai rolar? Não vai... “bater fofo” comigo e perder o interesse? Indagou a Pimentinha, com uma linda carinha de cabreira.

—Eu lhe dou a minha palavra, diante de Luciana, que é minha fixa e é uma pessoa muito correta! Se você não quiser no dia 29, nosso encontro vai acontecer do mesmo jeito, não vou perder o interesse e te enrolar, contudo... só vai acontecer bem depois do dia 29! Disse Rodrigo.

Kézia ficou calada por uns instantes, seu semblante não era de decepção, ela me fitou, depois fitou Rodrigo, que a fitava neutro, mas amável. Ele alisou a mão dela, depois as coxas.

—Sem querer ser indiscreta, mas... por que... seria bem depois do dia 29? Indagou Kézia.

—Em julho, minha filha, que mora nos EUA, vai se casar, eu estarei no casamento dela, então só vou voltar... de acordo com meus cálculos... no final de outubro, ou seja, quase quatro meses depois, mas eu prometo: vai acontecer! Revelou Rodrigo, e estarreci com Kézia...

—Poxa, sério? Quase quatro meses? Mas eu entendo, é um momento único e especial, é a sua família, é importante! Perguntei, e comentei, contente, mas ao mesmo tempo, tristonha.

—Parabéns, e tudo bem, o pai precisa tá presente mesmo, entregar a filha ao futuro esposo. É... eu apoio e entendo, a família vem em primeiro lugar! Disse Kézia, sincera.

—Obrigado! É sim um momento sublime, confesso que estou com aquele ciuminho de pai, porém, ao mesmo tempo orgulhoso, mas e aí? O que decide, Kézia? Comentou e indagou o pastor, alisando e em seguida dando um aperto suave na coxa da Pimentinha, que suspirou.

De novo, Kézia ficou calada, contraindo os lábios, sentindo o toque de Rodrigo em suas coxas, a relaxando, fazendo ela abrir um pouco as pernas, lambendo os lábios, e respondeu:

—Dia 29, não vou esperar esse horror de tempo não, mas... queria que a primeira a transar pra valer contigo no dia... fosse eu! Ao ouvir aquilo, Rodrigo sorriu sapeca e arrematou:

—É justo! Combinado, começarei por você... e terminarei com você! Ao ouvir aquilo, a Pimentinha abriu um sorriso feliz, abraçou Rodrigo e lhe deu um curto beijo na boca.

—Também achei justo, todas vamos curtir e transar gostoso, mas sendo o primeiro encontro de Kézia, ela merece mais tempo de pica! Comentei, e os dois deram risada.

—É bom deixa-la sem qualquer sombra de dúvida, né, Luciana? Indagou Rodrigo.

—Hã? A-Ah... acredito que ela não ficou com nenhuma dúvida! Retruquei, e ele riu.

—É... não fiquei não, já decidimos como vai ser, tudo certo! Disse Kézia, então o pastor...

Puxou rapidamente o zíper de sua calça e liberou seu caralhão absurdamente grosso e bem duro. De novo, só prestei atenção na cara da Pimentinha. Pasma, deliciosamente bestificada, abrindo a boca lentamente e os olhos se arregalando, depois a mão esquerda levada à boca, seguida de um suspiro de descrença e ao mesmo tempo tesão.

—A-A-Ah... meu Deus do céu! Uau...! Disse Kézia, tentando formular uma frase. Rodrigo ajeitou melhor seu pauzão para fora, o deixando ainda mais evidente, e Kézia deu um gemido.

—Tudo certo para o dia 29, Kézia? Provocou Rodrigo, massageando seu pauzão, e vi perfeitamente Kézia pirar, respirar forte, quase ofegando, e eu... estava quase sem controle...

Os dedos nos lábios de sua boca aberta, os olhos brilhantes e flamejantes da baixinha, fixos naquela coluna de carne pulsante, ordenaram que sua mão fosse até o caralhão dele, e ela obedeceu, segurou, firme, sentindo o calibre, como se não acreditasse. Rodrigo soltou o pauzão, Kézia puxou suavemente o prepúcio para baixo, expondo a glande menor que o resto, e ali eu já estava ponto de empurrá-la e cair de boca, buceta e cu, pois não me aguentava mais de tesão.

—Macho... só se o mundo se acabar antes, caso contrário... dia 29... eu tô lá! Puta que pariu... olha a grossura disso... é bem mais grosso do que pensei! Comentou Kézia, totalmente alucinada de tesão, já masturbando a tora do comedor, e ele sorrindo, alisando o queixo dela.

—Dá conta? Se garante? Provocou Rodrigo, e o olhar da Pimentinha me arrepiou...

—Meu apelido não é Pimentinha à toa, Abençoado, me aguarde! Disse a devassa, e me arrepiei. Rodrigo sorriu, eles se beijaram de novo, ela apertou firme o pauzão dele e punhetou.

—Muito bem, agora sim estamos acertados! Disse o pastor, guardando sua tora.

—E o local? Onde vai ser? Perguntei. Rodrigo me fitou, assentiu sorrindo e respondeu:

—Em uma casa onde aconteceu a suruba de carnaval desse ano. Achei grande demais, muito espaço para pouca gente, mas o sofá... é maior e melhor que muita cama King Size e cabe todo mundo. Eu tinha um apartamento como opção, mas escolhi a casa só por conta do sofá!

—Sério? Eu... sei como é essa casa, realmente o sofá é gigantesco! Comentei, admirada.

—E o horário? De manhã, de tarde? Questionou Kézia, alisando o peito de Rodrigo. Não me deixei de fora, também comecei a alisar aquele tórax que me deixa desatinada de tesão.

—De manhã, por volta das 8h, mas com início da brincadeira mesmo, lá pelas 9h, para dar tempo de vocês curtirem uma piscina se quiserem, se produzirem, enfim, quero vocês bem relaxadas e à vontade! Ao término, podemos almoçar e depois... ir para casa! Explicou Rodrigo.

—Tá massa o horário, amei! Aceitou Kézia, empolgada e dançando no sofá. Rimos.

—Só achei... muito cedo, mas tudo bem! Comentei, meio receosa por conta do corno.

—É um horário perfeito. Pense melhor: você pode usar algo relacionado ao seu trabalho como desculpa, volta no início ou meio da tarde e seu marido sequer vai contestar, eu defini esse horário, pensando em você e em Fabiana! Retrucou Rodrigo, e me arrepiei, depois sorri.

—É mesmo... posso inventar... um evento da escola, uma reunião na Secretaria de Educação. Você tem razão e pensou em tudo, obrigada meu amor! Falei, o abracei e beijei.

—Fabiana... é aquela mulher da banquinha onde te encontrei antes da gente “vim” pra cá? Indagou Kézia. Eu e Rodrigo assentimos. —Uau... vai ser interessante! Completou, acesinha.

—E o seu marido, Kézia? Indagou o pastor, alisando as coxas dela.

—Que é que tem ele? Perguntou a devassa, fazendo a mão dele ir até a xoxota dela.

—Você disse que ele é liberal, então... posso ficar tranquilo? Perguntou Rodrigo, sério.

—Oxe, DEVE, essa aliança aqui só significa alguma coisa pra ele, eu não mudei meu jeito de ser e meu estilo de vida, e não vou mudar. Eu fui honesta com ele desde o namoro, abri o jogo e ele aceitou, mas assim... a única coisa que eu obedeço e respeito, é não levar homem pra casa ou chamar ele pra me ver com outro, isso aí... ele não aceita! Respondeu e explicou Kézia.

—Um conselho, Pimentinha: nunca quebre esse acordo, se ele impôs essa condição... respeite-a acima de qualquer coisa, mas fique esperta... um homem meio... permissivo como ele, que aceita até ser traído porque a ama e não quer perde-la, pode acordar de veneta um dia, e ao vê-la chegar de uma transa com outro... é capaz de perder a cabeça! Aconselhou Rodrigo.

—Eu sei, eu tenho consciência e... tomo meus cuidados! Disse Kézia, e Rodrigo sorriu.

—Luciana, agora, por gentileza, nos dê licença um minuto, que preciso ter um particular com Kézia, coisa rápida, mas assunto só nosso, tudo bem? Anunciou Rodrigo, e assenti.

—Fico aqui mesmo? Indaguei alisando as coxas, já maliciosa. Rodrigo sorriu sapeca.

—Pode ser, eu... vou chamar o motorista para levar Kézia após nossa conversa, em seguida vou deixa-la em casa, seu marido está ausente a essa hora né? Respondeu o pastor, que deu aquela piscadinha rápida e malandra, e, séria, assenti, mas quase ri...

—Ok, então... tchau Lulu, obrigada por tudo, a gente se vê no sábado! Disse Kézia, após se levantar e vir até mim. Me levantei e nos abraçamos e trocamos beijos formais no rosto.

—Tchau, Pimentinha, até sábado, e vamos fazer esse cabra suar muito! Brinquei, e rimos. Os dois foram para a varanda, bem perto do portão, e observei a interação deles.

Não dava para ouvir muita coisa de onde eu estava, o tom de voz deles era baixo, e Rodrigo estava com os braços cruzados, sinal de que não queria qualquer contato físico, mas Kézia não se importava, falava e alisava seu braço, ou repousava a mão em seu bíceps. Ele gesticulava, mas voltava a posição defensiva, sinal de seriedade no que falava, mas uma hora...

Ele dobrou-se e cochichou algo no ouvido dela, que só assentia, sorrindo, depois mordendo o lábio inferior, contraindo os lábios, claramente excitada com o que ouvia. Foi um tempinho considerável, ao fim, ele voltou à posição em que estava, ela alisou mais seu braço, falou algo bem sapeca, pois ele riu, e depois apalpou a tora dele, com força, com vontade.

Quando o vi recuando um passo, ficando a uma boa distância e permanecendo com os braços cruzados, confirmei que ele não queria toques, como Kézia não percebia isso? Perdi um pouco o interesse, olhei ao redor da sala, vendo seu videogame velho e encostado, a TV empoeirada como a estante, e... uma moldura com uma foto, a foto de uma mulher.

Levantei discretamente e fui até lá, e tive um arrepio, era a esposa de Rodrigo, linda, com um sorriso charmoso, em um jardim, provavelmente com um vestido de mangas curtas, seus cabelos longos, negros e lisos, que emolduravam seu lindo rosto discretamente maquiado. Mexi no videogame só de “H”, mas não tirava os olhos da captura daquela linda mulher.

Ao lado, notei também outra moldura, no mesmo tamanho, de uma jovem, quando atinei. Era a filha dele, e que linda ela estava, a cara do pai. Uma paisagem que na hora saquei ser nos EUA. Ela, trajando um vestido florido, longo e discretamente justo, com uma jaqueta jeans, sentada no banco de uma praça, com seus cabelos negros e lisos bem compridos para a frente. E que sorriso lindo o dela.

Imaginei o quanto ele sofria, e certamente chorava. O quarto fechado, só do casal e que jamais recebeu outra mulher, segundo Suzy, era seu santuário de memórias, muita saudade e remorso.

Voltei ao sofá, e vi Rodrigo guardando o celular no bolso, enquanto Kézia falava. Dava para ouvir razoavelmente a voz dela, mas não consegui captar o que era dito. De repente, ouvi um barulho de carro chegando e duas buzinadas. O motorista havia chegado. Rodrigo abriu o portão, trocou beijos de despedida com a Pimentinha, ela ainda trocou acenos comigo e se foi.

Ele voltava para a sala, olhando para o chão, mexeu nos cabelos e ao me notar, sorriu sedutor, e sorri de volta, contraindo os lábios. Será que íamos transar? Eu queria, e muito.

—Tudo certo, depois vou enviar uma mensagem às demais, informando o horário em que devem estar lá, mas para Leila, mandarei o endereço, já que é o marido quem vai leva-la! Disse Rodrigo, sentando-se ao meu lado e alisando minhas coxas. Sorri sapeca e ele também.

—Vamos... transar agora? Chamei abrindo as pernas e alisando sua coxa.

—Não seria melhor nos pouparmos para o sábado? Está tão perto! Sugeriu Rodrigo.

—Se me comer hoje, acha que vai arregar no sábado? Provoquei. Ele riu.

—O risco não existe se eu me poupar, mas é considerável se transarmos hoje! Eu... não costumo transar às vésperas de um primeiro encontro com duas mulheres, no caso, Leila e Kézia. Não é medo de arregar, é porque eu quero estar bem relaxado, afinal... duas eu sei que são pauleira: você... e especialmente Fabiana! Retrucou Rodrigo, que me deu um beijo.

—Fabiana... é braba? Perguntei, curiosa. Rodrigo assentiu, sorrindo sapeca.

—Sim... e não é querendo fazer comparações, mas... ela é semelhante a Ayla, e está em abstinência desde que confirmou presença, assim como Leila, então, não estou dando desculpa para não transarmos agora, até recomendei à Kézia, abster-se de sexo até o dia, para estarmos propensos e com todo o tesão no pico máximo! Explicou o pastor, sereno, e o fitei admirada.

—É tipo... como os jogadores de futebol fazem antes de um jogo importante! Comentei.

—Exatamente, é a mesma coisa, concentração! No sexo, o esforço maior é do homem, e no dia... é... serão quatro! Comentou Rodrigo, e achei o final de sua fala meio ambígua...

Eu ia tocar no assunto da viagem, porque aquilo me deixou meio tensa, mas demovi, ele estava entusiasmado, eu também, mas não deixei de sentir uma certa angústia...

—Por que... Stella e Vitória não estarão presentes dessa vez? Indaguei, curiosa.

—Stella iria, mas adoeceu com uma virose forte, ficou bem derrubada e ainda está se recuperando... Vitória... bem... ela recusou, na verdade ainda estamos meio... eu não diria brigados, mas... um pouco afastados. Acredito que é irreversível! Explicou Rodrigo, e estarreci.

—S-Sério? V-Vão... terminar? Ah, não! Indaguei sinceramente pasma com o que ouvi.

—Tudo que começa, acaba um dia, as pessoas vêm e vão de nossas vidas, deixam marcas e principalmente lições, positivas ou negativas, o que ajuda a definir nossa maneira de viver e encarar o mundo. Todas as mulheres que beijei e transei, algumas... estão aqui, outras, sumiram, novas chegaram, e assim a vida segue! Respondeu Rodrigo, com uma serenidade absurda.

—M-Mas... por que não tentam se acertar? Poxa, são 12 anos! Retruquei, impactada.

—Luciana... não são 12 anos de um casamento, são 12 anos de uma relação pautada no sexo, e claro, tem amizade, afeto, mas ao mesmo tempo, a volatilidade de um relacionamento informal. A ruptura de Vitória com Miguel não devia afetar nossa história, mas afetou! Rebateu o pastor.

—E-Ela... não está sabendo lidar com isso porque... se apaixonou por Miguel? Indaguei. Rodrigo me fitou com olhos indecifráveis, deu um longo suspiro e respondeu:

—Os indícios são esses, mas não conjecturo nada e tampouco direi isso a ela, seria grosseiro até, e só vai piorar as coisas, contudo... o modo como Vitória vem agindo, é o sintoma clássico e evidente da dor de cotovelo, e... só espero que o marido dela não perceba!

—Nossa, que situação triste, tomara que vocês se acertem! Comentei, sincera.

—O tempo resolve tudo, agora... é... gostaria de almoçar comigo? Não precisa preparar, a gente vai a um restaurante e depois a deixo em casa! Respondeu e propôs o pastor, e sorri.

—Não tem os ingredientes aqui? Perguntei, e ele enrubesceu, depois coçou a cabeça.

—É... até tem, mas...! Começou a responder, acabrunhado, sem jeito, e o interrompi:

—Eu faço, se tem, não precisa gastar, vamos! O pobre ficou todo sem graça e retrucou:

—Minha adorada, me ouça, a mistura está congelada, são 12h23... o degelo vai demorar muito, estou bem atrasado para almoçar, tenho muito trabalho e o período da tarde é bem curto, à noite tem culto na igreja, então... é melhor irmos a um restaurante, tudo bem?

—Ah, me desculpe, seu dia é todo cronometrado né? Acabei sendo invasiva, perdão! Falei, tão sem graça quanto ele, envergonhada e me sentindo mal. Ele veio e me abraçou.

—Minha consagrada, eu agradeço muito sua preocupação comigo, é algo que me sensibiliza e me deixa feliz, e não achei sua atitude invasiva, eu adoro sua comida, mas às vezes precisamos ser práticos. Como você disse, meu dia realmente é cronometrado, sou meu próprio patrão, mas as responsabilidades são iguais às de um empregado! Explicou Rodrigo, amável.

—T-Tudo bem, então... vamos! Falei, ainda meio sem graça e ele me beijou gostoso...

Almoçamos no Barbosa, comida impecável como sempre. Cara, mas vale cada centavo. Eu quis pagar meu prato e Rodrigo objetou veementemente, alegou que quem convida, paga, depois ele me deixou em casa, conforme prometeu. Rua vazia, alívio total...

SÁBADO, 29 DE JUNHO DE 2019, 6H45.

Infelizmente, o corno não tinha viagem profissional ou “profissional” marcada para o final de semana, mas quando comuniquei no dia anterior a ele, que a coordenadora iria dar um almoço especial para os professores, sequer ouvi perguntas, apenas um “ok, beleza” e estranhei. Não que eu me importasse e quisesse cobranças, mas a frieza dele escondia algo, tive a leve impressão de que o galhudo não ficaria morgado em casa, mas tudo bem, o cerco iria fechar... eu sentia...

Na sexta-feira à noite, por mensagem, Rodrigo avisou que passaria na banquinha de Fabiana para levar a nós duas, às 7h. Então, trajando uma blusa florida de mangas curtas, com babados, uma calça jeans justa e uma sandália rasteira, roupa discreta para não levantar suspeitas, às 6h55, cheguei à banca de Fabiana, ou melhor, no local onde ela colocava sua banca.

A rabuda trajava uma blusa vermelha, também de mangas curtas e que valorizava seus seios grandes, mas com decote discreto, uma calça jeans igualmente apertada e uma sandália preta. Cabelos bem presos, unhas bem pintadas de branco, assim como as minhas e um sorriso devasso, promíscuo e que já dava o tom do que seria esse bacanal, e me arrepiei. Trocamos acenos e fui me achegando. Nós duas portávamos bolsas grandes. Ela indagou, instigante:

—Bom dia Luluzinha, tudo bem? Pronta pra sacanagem com o Rodrigão?

—Bom dia, Fabi, prontíssima e ansiosa! Respondi, e trocamos beijos no rosto.

—Ó lá, o homem chegou! Eita pau. Tá chegando a hora! Avisou Fabiana, radiante. Me virei e vi o carro de Rodrigo vindo, rápido e parando, perfeitamente alinhado ao meio fio.

Não perdemos tempo e entramos pela porta traseira. Discrição total.

—Bom dia, minhas consagradas, podemos ir? Cumprimentou o pastor, e o perfume dele já melou minha xoxota. O macho trajava uma camisa branca com mangas dobradas e sua “farda” sexual, a calça social preta e sapatos sociais pretos. Cabelos molhados e bem penteados. Tesudo.

—Bom dia, nosso consagrado, vamos! Respondemos, quase sincronizadas. Quem começou o “nosso”, fui eu e Fabiana acompanhou atrasada. Rodrigo riu e levantou poeira...

Sentido praia, quase zero trânsito no horário em que partimos. Rodrigo tirou inacreditáveis 35 minutos cravados. Correu sim, e quando vimos a casa onde rolou o evento que me colocou nesse grupo sexual... não escondi aquela nostalgia gostosa. O pastor parou em frente ao portão de madeira, saiu do carro com a chave na mão e o escancarou, depois voltou e adentrou o imóvel, e de cara percebi que algumas mudanças sutis foram feitas naquele local.

—Vixe, tá diferente, não tinha essas cadeiras de sol e nem aquela casinha com churrasqueira! Comentou Fabiana, mostrando ter uma memória afiada como a minha.

—A varanda também está diferente, ficou linda! Comentei. Rodrigo comentou:

—Ah é? Bom, não sei como era antes, mas de fato é uma linda casa!

De repente, outro carro adentrou a casa, e dele saíram Katiane e Kézia. Katiane trajava uma blusinha de alças florida e uma calça jeans boca de sino. Lindinha. A Pimentinha, um vestido rosa com estampas abstratas, médio e com duas fendas laterais, valorizando suas lindas curvas, finalizando com uma sandália dourada, linda e com unhas pintadas de branco. Um arraso.

—Oi gente, bom dia! Cumprimentou Katiane, que entregou uma bolsa à Kézia.

—Bom dia, respondemos, quase em uníssono. A Pimentinha veio até nós e cumprimentou a mim e Fabiana. Achei que teria algum... desalinhamento entre ambas, mas não.

—Bom dia, Rodrigo! Cumprimentou Kézia, devorando o comedor com o olhar.

—Bom dia, Kézia, tudo bem? Respondeu o pastor, e eles trocaram beijos no rosto.

—Vai ficar muito melhor daqui a pouco! Atiçou a baixinha, e gritamos um “IUHUUU”. Rodrigo corou e riu, depois gesticulou um “joinha” para o motorista, que partiu.

—Só falta Leila chegar! Comentei, com aquele friozinho gostoso na barriga.

—Ela mandou mensagem, já está perto daqui! Disse Rodrigo, olhando o celular. Eita...

Olhei no meu celular e faltavam 10 para as oito. Sol gostoso e temperatura amena, por incrível que pareça em se tratando de Nordeste. Ouvi as ondas quebrando na praia, maré baixa e um vento forte que intercalava com uma brisa reconfortante, como se nos preparasse para a putaria escaldante e sem precedentes, para a qual iríamos nos entregar... sem medida...

Rodrigo pediu licença e foi para fora da casa. Talvez esperar Leila, que provavelmente estaria meio perdida. Alguns minutos depois ele voltou, gesticulou com a mão e um lindo carro sedã prata adentrou a casa, e vimos Leila no banco do carona, e que mulata linda... 

CONTINUA

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Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Bem, tentarei não fazer textão, só quero agradecer aos comentários na Parte 1, e, conforme prometido, aqui está a continuação. Reitero: participem, comentem, isso impulsiona o blog, e eu tenho tempo disponível para seguir postando dois relatos semanais com o mínimo de atrasos, mas precisamos estar bem alinhados, para vocês lerem o final surpreendente dessa minissérie antes do final do ano.

E aqui deixo a promessa de uma surpresa antes de sair para meu hiato de férias, caso nossa meta seja alcançada. O que é, Professora? Surpresa, mas garanto que todos vão curtir, então, bora engajar. Está tudo preparado, pois confio nos meus alunos e já me programei.

Não estranhem ou se chateiem com o tom quase frio desse começo, a história vai esquentar gradativamente até incendiar de forma deliciosa. As fotos explícitas virão, uma minha e de outra dama a ser definida, e de novo, são VOCÊS que ditarão o ritmo através da participação. Se a média de comentários da Parte 1 se repetir ou for superior nessa parte, seguiremos a todo vapor próxima terça.

E se por ventura algum atraso ocorrer, se dará por conta de meu retorno para casa, então estejam cientes dessa possibilidade. Eu voltarei a trabalhar em breve (aff) e preciso me organizar, mas até possíveis atrasos já estão devidamente calculados e serão compensados, então não se preocupem.

Por isso conto com a confiança de todos. Nota 10 para vocês, meus queridos. Continuem assim. 

Gostaria de reler a primeira edição dessa série? Aqui está o link da parte 2:

FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 2

No post anterior, atualizei inserindo o link da Parte 1 da primeira edição.

Beijos, tenham todos um final de semana maravilhoso, cheio de paz, vida e muita saúde.


Comentários

  1. Professora percebei que esses dois contos postados foram praticamente um conto S.S... quase (ou nada)nada de sexo... Não seria mais junto ter feito uma postagem tripla?? Dois na terça(o anterior e este de hoje) e hoje uma postagem com mais sexo. Igual vc combinou com a gente um tempo atrás. Esperava algo mais pesado hoje as portagens dessa semana deixou um pouquinho a desejar....

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  2. Esse plug anal gigante ai Professorinha? Usou ele gostoso? Kkk

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  3. Próximo conto promete em!
    Vai ter sexo pesado.

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  4. Doido pra ver a Fabiana e a Pimeitinha em ação. Fabiana é muito gostosa e devassa.

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  5. Próximo conto vai ter foto explícita, Professora? Estamos precisando.

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  6. Queridos alunos, um recadinho: a próxima parte vai seguir quase a mesma tônica dessa, ainda meio morosa, embora comece a esquentar, e, lendo o primeiro comentário nessa postagem, o leitor fez uma crítica e ao mesmo tempo uma sugestão, então analisei aqui e pensei: por que não? Sendo assim, POSTAGEM TRIPLA na próxima semana. Anotem: Terça, quarta e quinta. As postagens de quarta e quinta já terão sexo brabo e sem enrolação. É isso, beijos e participem.

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  7. oieeee...ai sim....continua professora

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  8. Queridos alunos, peço desculpas por ter falhado na postagem de hoje, como prometi. Minha mãe teve uma recaída, passou muito mal e o dia inteiro foi de correria e muita preocupação, e só agora tive uma trégua, mas graças a Deus ela está melhor e já não corre perigo. A postagem tripla continua valendo, só que será uma dupla e outra singular, contudo, ainda não sei se a dupla será quarta ou quinta. Beijos e conto com a compreensão de todos.

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