109 - FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 2

 

—Você está falando sério Rodrigo? Ayla vai participar? Indagou Vitória, incrédula. Eu e Stella fitávamos o comedor igualmente atônitas.

—Brincadeira meninas! Respondeu o pastor, rindo. Só eu achei que não era?

—Ah seu besta! Quase nos matou de susto! Comentou Stella, dando-lhe vários tapinhas no ombro. Vitória fez o mesmo, e ele riu, em seguida as duas riram.

—Mas... e se eu tivesse chamado a Ayla? Vocês sabem que eu, como promotor do evento, tenho essa prerrogativa de convidar qualquer pessoa, seja ela membro ou não, ou até mesmo dissidente! Indagou e comentou Rodrigo, e as duas ficaram meio cabreiras.

—Bom, tudo bem, mas... mesmo assim, caso você quisesse convidar a Ayla, teria de nos comunicar BEM antes, isso é o protocolo, e não abrimos mão dele! Ressaltou Stella.

—Eu sei, mas... tudo bem se por acaso eu a chamasse? Insistiu o pastor.

—Por mim, tudo bem! Disse Vitória, mas não senti muita firmeza naquela assertiva.

—Tirando o comportamento extremamente arrogante dela, não teria problema de minha parte! Completou Stella, que também ficou meio desconfortável com a possibilidade.

—Sou suspeita para falar, eu adorei a Ayla! Seria legal se ela participasse! Respondi, arrematando de vez e atraindo os olhares surpresos das duas coroas.

—Isso foi uma situação hipotética minhas consagradas! Vamos, porque temos horário a cumprir, e tem gente nos esperando! Disse Rodrigo, batendo uma palma forte.

—Só uma dúvida Rodrigo, por favor! Disse Stella. Sua voz era doce e mansa.

—Sim, pode falar minha querida! Disse o pastor, atento.

—Por que não vai ser mais na minha casa? Você explicou, mas fiquei meio sem entender direito! Indagou e comentou a loiraça, com um olhar lindo. Elas eram muito charmosas.

—Querida Stella, eu não me senti à vontade para fazer um evento como esse na mesma casa onde você e seu marido moram, mesmo com o aval dele! Tem também a questão dos vizinhos, que podem ouvir e acabar gerando um transtorno! Explicou Rodrigo, sorridente.

—Verdade, realmente pode chamar a atenção! Disse Stella, resignada.

—Só nunca ouvi falar nesse lugar que você sugeriu, aliás, ele não está nas opções do catálogo do grupo! É novo e eu não sei? Comentou e perguntou Vitória, ressabiada.

—Digamos que sim, é que com a vinda do Thales, ele conseguiu... novos lugares! Respondeu Rodrigo. Nesse mato tinha coelho, só eu não acreditava piamente no que ele dizia...

—Está certo, vamos te seguindo então, já que só você sabe onde é! Disse Vitória. Rodrigo assentiu e ambas foram para o carro, o qual eu não sabia a qual das duas pertencia, e eu, claro, iria com meu gostoso, mas no banco traseiro, para não levantar suspeitas.

Após Rodrigo tirar seu carro da garagem, trancar a casa e eu me acomodar, partimos. O carro dele era espaçoso e confortável, então indaguei, indo direto ao ponto:

—Ayla está nos esperando né? Ele me fitou pelo retrovisor e sorriu maliciosamente.

—O que a faz imaginar uma coisa assim? Perguntou Rodrigo.

—Não sei, tenho a impressão de que ela estará nessa suruba! Respondi e ele riu. Aquele riso soou como uma confissão para mim, mas ele não admitiu, então respondeu:

—Acho meio... é... impossível, Ayla foi bem enfática naquele dia dizendo que não faria mais surubas! Dei risada ao imaginar a cena da transa relatada por ele novamente.

Em cerca de 25 minutos, chegamos a um condomínio situado no mesmo bairro onde lecionei o EJA. Eram lindos edifícios de cinco andares, com um amplo espaço verde no entorno, uma enorme piscina e playground, churrasqueira e salão de jogos, sem contar o acesso a uma parte da praia restrita apenas aos moradores, ou... hóspedes. Rodrigo buzinou e o porteiro parecia ser conhecido dele, pois acenou e abriu o portão eletrônico em seguida, e entramos.

—Boa tarde seu Rodrigo, o pessoal já chegou! Disse um senhor, bem simpático.

—Obrigado seu Cícero, o carro atrás de mim está comigo! Respondeu o pastor. O porteiro assentiu e seguimos até uma garagem a céu aberto, próxima ao prédio onde ficaríamos.

Saímos do carro, e fiquei impactada. Mais uma suruba no bairro onde lecionei o EJA e participei da suruba do carnaval. Litoral combina com putaria mesmo, será que sempre foi assim? Se bem que eu concordo quando dizem que essa praia do estado é a mais linda e convidativa... para qualquer coisa...

—Realmente um lugar bem inspirador! Comentou Vitória, animada.

—Também adorei! Completou Stella, radiante e deslumbrada. Rodrigo então orientou:

—Sabia que iriam gostar, podem ir subindo, vou resolver algumas tratativas aqui e já as acompanho, o apartamento fica no primeiro andar, e já tem gente para recepciona-las! Assentimos e subimos um lance de escadas de madeira, Rodrigo foi para a lateral do edifício, e reparei nele mexendo no celular, depois olhando para cima... e sorrindo... ah... ali tinha coisa.

Quando chegamos, demos de cara com Katiane, Ela me fitou e deu um sorriso bem simpático e amistoso, trajava uma camiseta cinza e uma calça jeans bem coladinha.

—Boa tarde meninas, sejam muito bem-vindas! Estou aqui pra dar algumas orientações sobre os procedimentos de praxe e cuidados com o imóvel! Saudou Katiane.

—Boa tarde minha linda! Cumprimentou Vitória, abraçando a jovem.

—Tudo bem com você meu amor? Indagou Stella, repetindo o gesto da amiga.

—E aí Katiane, tem vaga para mais uma! Quer? Disse Rodrigo, chegando e tirando brincadeira com a jovem, que deu uma risada alta e gostosa, nos fazendo rir também.

—Não, muito obrigada, você é mais que um exagero, devo tirar o chapéu pra essas mulheres que vão brincar com você viu! Disse Katiane, rindo e... comendo o pastor com os olhos.

—Tudo bem minha jovem, estava só brincando! Respondeu Rodrigo, dando um abraço caloroso nela e beijando sua cabeça. Katiane estava toda toda, bem serelepe.

Adentramos mais o imóvel e ele era lindo demais, com um sofá enorme, parecendo uma cama de casal, uma TV de LED de 50 polegadas na parede, uma cozinha americana, com uma geladeira de aço escovado, um fogão de igual estrutura, dois banheiros, três quartos, dos quais apenas um estava fechado, fora a pequena varanda, com cadeiras de vime, uma rede pendurada e a belíssima vista para a praia. Um apartamento muito grande, cujo o dono certamente era muito rico mesmo.

—O cenário perfeito para uma boa tarde de putaria! Comentei, na varanda.

—Disse tudo, adoro esse apartamento! Comentou Rodrigo, saindo em seguida. Humm, então Rodrigo já veio para esse apartamento trepar... seria com a dona dele?

—Pessoal, quero agradecer a todos os envolvidos nesse encontro, pela pontualidade e compromisso; o grupo felicita esse evento entre membros de alto nível, deseja que vocês desfrutem ao máximo cada minuto e continuem essa relação de amizade sincera e tão bonita! Discursou Katiane, entregando uma lembrança a cada um de nós. Era um lindo sabonete em forma de coração.

—Belíssima oratória Kati! Disse Rodrigo, a abraçando de novo. Ela sorriu ruborizada.

—Aquele quarto do meio tá trancado a pedido da proprietária do imóvel, tudo que vocês precisarem "tão" nos demais quartos, inclusive as roupas que as meninas usarão na transa, se quiserem, é claro! Comida e bebida tem na geladeira e no freezer, e... a gente vai tá lá embaixo e qualquer coisa que precisarem, é só chamar pelo interfone! Orientou Katiane, que secou Rodrigo com o olhar depois.

Fomos para o quarto da direita, e Rodrigo para o da esquerda, e lá, vi os corpos nus das duas mulheres, e nossa... elas sabiam se cuidar muito bem, Vitória quase não tinha barriga, as celulites eram mínimas e tudo nela estava bem firme. Era voluptuosa, mas nada tão exagerado; a bunda era menor que a minha, mas bem redondinha. Stella tinha seus grandes seios um pouquinho flácidos, assim como a barriga; o quadril era largo, a bunda, apesar de não ser tão grande, era arrebitada. Mulherões. 

As roupas sugeridas eram bem eróticas e devassas, Stella vestiu uma blusa toda furada, que parecia uma rede de pesca, de mangas compridas e uma calcinha minúscula, Vitória também vestiu uma blusa, mas de mangas curtas e um decote grande em V, o qual valorizava seus seios grandes, seguida de uma saia bem curtinha, a qual mostrava mais da metade de sua bunda, que era grande, mas menor que a minha. Eu pus um top rendado, de mangas curtas e comprimento um pouco abaixo dos seios, expondo minha barriga, e uma calcinha “fiapo dental”.

—E pensar que fazíamos esse evento para comemorar o aniversário do Rodrigo, e agora... as coisas mudaram! Comentou Stella, com uma carinha meio desolada.

—C-Como assim? Por que mudou? Questionei, curiosa.

—Antigamente, Rodrigo comemorava seu aniversário conosco, claro, ele tentava reunir todas as suas fixas, mas nunca deu certo, Ayla só participou duas vezes, então... ao ficar viúvo, ele passou a celebrar a data com seu filho caçula; ou seja... o que restou de sua família, pois a filha mais velha já morava no exterior quando a mãe faleceu! Explicou Vitória, visivelmente consternada.

—E-Entendo, é uma mudança importante, e ele está certo! Comentei, mexida.

—Não é que o Rodrigo desvalorizasse sua família antes, pelo contrário, mas... ele apenas a colocou como prioridade máxima; a gente sabe que logo o filho vem morar com ele de vez e... isso vai pôr um fim em nossas histórias, e eu... vou entender, vou aceitar! Disse Stella, sorrindo... triste...

—Ah, eu discordo Stella, o Rodrigo apenas se desinteressou em seguir nesse grupo sem graça, mas não vai aderir ao celibato por causa do filho; ele é grato pelo que viveu de bom nesses anos e só adotou uma nova postura, mas não vai deixar de comer mulher, não mesmo! Retrucou Vitória, enfática.

—Concordo com Vitória, e... mesmo sem conhecer o Rodrigo como vocês conhecem, eu... também não acho que ele vai simplesmente nos dispensar; ele precisa e nós precisamos, foram anos vivendo esse sexo intenso, e olha só... hoje nós três vamos transar com ele; isso é um privilégio de poucos homens, então ele não vai abrir mão disso! Opinei, e as duas me fitaram e sorriram.

—É... analisando por esse prisma, faz sentido, eu... só não quero perder um homem tão extraordinário, e não falo só da questão sexual, e sim do caráter, do amigo, eu... me acostumei com o ser humano chamado Rodrigo, adoro ele demais! Desabafou Stella, emocionada.

—Ei, vamos lá... sem baixo astral, estamos aqui para sermos felizes e fazer nosso homem feliz, do jeito que sempre fizemos, então, foco no AGORA! Incentivou Vitória, e sorrimos...

Saímos da alcova, e vimos Rodrigo na sacada do apartamento, conversando com algumas pessoas, entre homens e mulheres, apenas com sua calça social preta, encostado no parapeito e bem à vontade, vez ou outra sendo acariciado por uma morena, de longos cabelos negros e muito gostosa mesmo, cujo semblante implorava por ele, de tão tesa que estava.

—Nossa, que babado hein, vocês estão um nojo de tão lindas e gostosas! E aí, estão prontas meninas? Comentou e indagou um gay, se aproximando de nós, com uma camiseta da Betty Loop. Rimos de sua abordagem espalhafatosa, e respondemos, em coro:

—Sim!

—É aquele bofe escândalo de calça preta contra vocês três? Indagou a bicha.

—Ele mesmo, o famoso Abençoado! Respondi, e as coroas riram.

—Chama o SAMU que eu tô bege agora! Sério? Aquele passaporte pro céu é o ocó com a neca mais grossa do grupo? Indagou a bichona, quase surtando. Rodrigo estava lindo mesmo, e exalava um charme que nos deixava à beira da loucura. A mulher com ele então... pirava, e só entendi que "neca" se referia a pênis, por causa do "mais grossa" usado depois. Gays tinham umas gírias estranhas...

—O próprio minha querida! Respondeu Stella.

—Ai, eu tenho que chamar as meninas, o sonho delas é conhecer ele! Disse o gay, fitando Rodrigo, que, com a moral e segurança de um comedor de responsa, alisava a cintura da morena, e depois sua bunda grande, seguido de um aperto e um tapa que a fez sorrir, acesinha.

—E está tendo outro encontro aqui? Perguntou Vitória. A bichona respondeu:

—Sim, vão rolar mais dois lá no outro bloco! Duas surubas daquelas!

—As meninas já tão prontas? Chamou e indagou Katiane, ao gay.

—Prontíssimas! Respondeu o frutinha dando um grito. Ele era engraçado, além de bonitão.

—Vem Rodrigo, as meninas já tão prontas! Chamou Katiane. Ele pediu licença ao pessoal que o rodeava, e eles se retiraram, depois nosso comedor entrou e devorou nossos corpos com seu olhar, o qual fez nossas bucetas (pelo menos a minha) convulsionar.

Katiane então... quase perdeu a linha ao ver o tórax robusto do comedor, a novinha chegou a abrir a boca, abobada. Outra que certamente encharcou a calcinha...

—Me sinto honrado em ter conquistado a confiança e o carinho de mulheres tão lindas como vocês! Elogiou Rodrigo, nos abraçando. Incrível como ele sempre nos conquistava...

—É... deixa eu ver... ah! Mostrem seus exames uns aos outros, por favor; não reagente ou carga viral indetectável quer dizer: aptos pra foder! Pediu Katiane, gaiata e fitando Rodrigo.

—Que é isso mona? Olha a compostura hein? Advertiu o gay, e rimos alto.

—Mas foi isso o que viemos fazer aqui hoje: foder! Endossou Stella, e rimos mais.

—Fizeram a chuca meus amores? Indagou o veado, paquerando Rodrigo.

—Sim, fizemos! Respondemos, quase em coro. O gay assentiu e então mostramos nossos exames, e obviamente, tudo nos conformes, tudo pronto para mais uma orgia épica...

—Er... Posso... tirar uma foto com você Rodrigo? Por favor! Pediu o baitola, acanhado.

—Claro, sem problemas, mas nada de mão boba hein! Disse Rodrigo. O “rapaz” assentiu e fez uma pose bem devassa ao lado do pastor, que não conteve o riso. Katiane bateu a foto.

—Ai, obrigada, vou postar agora no meu status do zap e vai bombar! Vou chamar umas meninas ali que estão loucas pra te conhecer, você topa? Ai, diz que sim, por favor!

—Só se for depois do encontro, o momento agora é só nosso! Disse Rodrigo.

—Fechou! Meninas, boa sorte hein, tchauzinho! Respondeu, saindo radiante.

—Boa tarde pessoal, hora de conferir os presentes! Anunciou outra bicha que entrou em seguida. Era um veado feio e gordo. Credo, o anterior era mais bonitão, gatinho mesmo.  

—Tudo bem, à vontade então! Autorizou Stella, sorrindo. O baitola assentiu.

—Professorinha Fogosa! Quem é das três? Indagou o outro gay, com uma prancheta.

—Eu! Respondi, erguendo a mão. Ele assentiu e anotou no papel, fazendo biquinho.

—Loba do Prazer! Chamou, e Vitória ergueu a mão. O gay registrou.

—Loira Exuberante, aqui! Anunciou Stella. Mais uma anotação do “macho”.

—Abençoado, prazer em revê-lo! Comentou a bicha, anotando e rindo, serelepe.

—Me chame de Rodrigo por favor, sim? Pediu o pastor, ruborizado.

—Tenham todos um ótimo e gostoso encontro meus amores! Estaremos à disposição pra qualquer coisa que precisarem! Desejou e avisou o veado, solícito. Assentimos.

—Quero só ver se ele vai dar conta de três! Comentou Katiane, com olhos ávidos.

—Quero só ver se as três vão dar conta dele! Retrucou o veado. A mulher o fitou com cara de espanto. —Deixa ele pôr o brinquedo dele pra fora e tu vai ver! Completou, sarcástico. Katiane olhou para ele, mordeu o lábio inferior e riu assentindo. Quanta expectativa...

Rodrigo me puxou para junto de seu corpo e beijou minha boca vorazmente, quase me deixando sem fôlego. Sim, já havia começado, e em temperatura alta, pois Stella e Vitória lambiam seu peito, alisavam e apertavam sua tora por cima da calça. Eu já gemia faminta.

Ele beijou a boca de Stella em seguida e a loira gemeu aflita, segurando sua cabeça com um tesão impressionante, eu e Vitória o lambíamos e beijávamos, mordisquei seu peito e senti sua mão em cheio na minha bunda, a erguendo e me fazendo gemer manhosa. Era outra pegada, diferente, mais gostosa, o comedor estava claramente mais inspirado que o de costume.

Vitória foi beijada com a mesma voracidade que eu e Stella, e a loba atochou a cabeça de Rodrigo entre seus seios grandes, tendo os mesmos chupados, a loira baixou o zíper de sua calça, mas quando ia desabotoá-la para abaixar, Rodrigo negou, então, pela braguilha, o caralhão dele foi liberto, vi o semblante descrente de Katiane... e sorri, excitada.

Tomei a frente de Stella e caí de boca na rolona primeiro que ela, já possuída de tesão. Rodrigo deu um gemido gostoso e bombou em minha boca, mas a loira achou uma vaguinha e ficou lambendo a lateral do pauzão enquanto eu engasgava e mamava. Vitória entrou no meio, e nós três, totalmente submissas, chupávamos aquela tora grossa, deixando-a bem meladinha.

Tive de parar o boquete um pouco para prestar atenção em Katiane. A novinha mordia o lábio inferior e contraía seus lábios, o gay se abanava com a prancheta, e Rodrigo se divertia e sorria orgulhoso, com três mulheres disputando seu pau extremamente grosso, ajoelhadas, e outra ali, vendo tudo de pertinho e alucinada de vontade de estar conosco, sem dúvida...

Katiane começou a babar, e estarreci. A fêmea tentava controlar sua respiração forte, os bicos de seus seios queriam furar a camiseta, indicador e médio da mão direita alisavam discretamente o lábio inferior, ela contraía os lábios, descia sua mão por entre os seios e mordia o lábio inferior. Tesão brutal. A fêmea arregalava seus olhinhos amendoados, prestes a explodir e se descontrolar de desejo...

Stella chupava com fome, alargando sua boca e gemendo ensandecida, depois serviu Vitória, que tinha a menor das bocas, mas não fez feio, causou tremeliques em Rodrigo com seus lábios, depois a ruiva pôs a tora em minha boca, e chupei daquele jeito, estimulando o prepúcio e avançando pouco, fazendo nosso comedor se contorcer e fazer uma genuína expressão de prazer.

Rodrigo se espalhou no imenso sofá, Stella ficou ajoelhada entre suas pernas e seguiu o boquete enquanto eu beijava seu tórax e mordiscava seus mamilos, paralela a ele e de quatro. O macho chupava a boca de Vitória e bolinava nossas bucetas e cus com seus dedos deliciosos. Era uma sinfonia de gemidos, a loira delirava e deixava sua saliva escorrer profusamente enquanto, com a cabeça inclinada, movimentava seus lábios chupando, e chupava divinamente.

—Isso Stella, chupa gostoso, devora essa rola! Disse Rodrigo, castigando nossas xoxotas com seus dedos e nos levando ao pico de tesão extremo. Vitória se levantou e ficou de pé diante dele, pegou sua cabeça e atochou em sua buceta, gemendo manhosa ao sentir a língua dele.

—Isso Rodrigo, assim, do jeito que a loba adora, humm, aaahhh! Disse Vitória, tremendo e gemendo chorosa com a chupada do comedor, segurando sua cabeça e rebolando, a pressionando contra sua virilha. Stella continuava mamando e tirou, ofegante, com esputo escorrendo, depois passou o pauzão em seus seios também grandes, o masturbou e pediu:

—Me come Rodrigo, me fode bem gostoso! O macho a chamou por baixo das pernas de Vitória, que ainda fazia o comedor chupar sua buceta, mas pedi:

—Deixa eu chupar um pouco antes, por favor! Stella Assentiu, e subiu no sofá, tirou a amiga de cima de Rodrigo e ficou na mesma posição que ela, e notei um tratamento melhorzinho com a loira por parte dele. Ela apoiou a perna direita sobre o encosto do sofá, e o macho caiu de boca em sua xoxota rosadinha e depilada. Katiane pirou... e Stella surtou em um gemido.

Vitória ficou alisando a bunda da amiga, depois envolveu os seios dela com as mãos, os estimulando e beijando seu pescoço enquanto a loira era chupada, e gemia alto de tanto tesão. Elas eram mesmo bissexuais, porque a loira anuía tudo e pirava cada vez mais...

Foco na transa. Ouvi o grunhido de Rodrigo ao abocanhar sua rolona grossa, ajoelhada entre suas pernas. Minha boca passeava razoavelmente naquela grossura deliciosa, estufada, cheia, e salivante. Deixei o esputo escorrer conforme engasgava, atolando, recuando e tirando para lamber suavemente, circundando aquela linda cabeça com a língua e dando lambidas curtas abaixo da mesma, ouvindo a respiração ruidosa do nosso macho.

A seiva de tesão brotou e escorreu, sendo sorvida por mim em seguida, apertei abaixo da glande e mais daquele néctar verteu, chupei e abocanhei, Vitória se posicionou ao meu lado, acarinhando a base do pauzão e sorrindo, então atolei até onde pude, engasguei e tirei, cedendo a vez para ela, que sorriu assentindo e caiu de boca enquanto eu massageava as bolas e a virilha dele. Apesar da boca dela ser pequena, sabia dar prazer a Rodrigo, que gemeu alto e se arrepiou conforme ela lambia e beijava suavemente a glande, depois abocanhava a mesma.

—Ai Rodrigo, vou gozar, vou gozar, aaaa... AAAAAHHHH! Anunciou e urrou Stella, tendo um orgasmo violento com o oral do pastor, que a prendeu pela cintura e continuou chupando e socando seu dedo médio no cu dela, que se contorcia.

—Vai Stella, quem vai começar a levar rola é você! De quatro! Ordenou Rodrigo, e a loira, ainda sob efeito do gozo, obedeceu e ficou bem arreganhada, arfando e gemendo, com o tronco abaixado e seus longos cabelos dourados cobrindo o rosto.

Vitória continuava chupando o pauzão de Rodrigo, mesmo ele já de pé e preparado para currar a loira. O macho deixou a ruiva se deliciar no boquete enquanto Stella se restabelecia de seu primeiro gozo, ele me puxou para junto de seu corpo e beijou minha boca deliciosamente, metendo seu dedo médio no meu cu e me causando arrepios, segurei sua rolona pela base e masturbei enquanto Vitória grunhia chupando. Ela tirou o pauzão da boca, vertendo esputo e o passou em seus grandes seios, depois aplicou uma espanhola, fazendo o macho pirar.

—É a primeira vez que você vê o pau do Rodrigo Katiane? Indaguei, atiçando. Ela só assentiu com a cabeça, em transe, sem tirar os olhos e seu tesão do falo absurdamente grosso de Rodrigo, o qual sequer metade estava dentro da boca de Vitória, que não parava de chupar.

—E aí Katiane? Tem coragem? Desafiou Rodrigo, vendo a mulher quase surtar de tesão.

—Rodrigo... pare... ela está aqui a trabalho! Advertiu Vitória, temerosa.

—Ué... mas olha o gestual dela! Retrucou Stella, e concordamos. Katiane corou.

—Para... você sabe que... não posso! Disse a novinha, pouco ou nada convincente. Ela abaixou a cabeça, sorrindo sapeca, desviou seus olhos do caralhão, mas logo os fixou nele novamente, e ficou hipnotizada, e li perfeitamente seus lábios dizendo: “é muito grosso”.

—Não tem mulher que não perca a linha quando vê um pau desse tamanho né? Olha só, meu Deus, olha a grossura disso! Comentou Vitória, atiçando. Katiane elevou seu olhar...

—Ué Vitória... achei que já estivesse acostumada! Troçou Rodrigo, e rimos.

—Ah sim... até porque em qualquer esquina se acham homens com esse calibre de pica né? Eu nunca vou cansar de me impressionar meu amor... com você... por ter esse dote tão maravilhoso... e comigo... que aguento ele todinho e piro de tesão querendo mais e mais! Retrucou a mulher. Uau...

—Muito bem... vocês já viram o bastante, retirem-se, por favor, o momento agora é nosso, e queremos privacidade! Pediu o macho. Achei que ele continuaria atiçando Katiane.

—Bora Katiane... não ouviu o homem não? Indagou o gay. Meu Deus... a novinha estava em transe fitando o membro de Rodrigo, depois voltou a si, pediu desculpas e saiu apressada.

—E aí Rodrigo? Você vai dar conta? Nós vamos com tudo hein meu amor? Então prepare-se! Advertiu Stella, após a saída da equipe. Os olhos dela flamejavam de tesão. Uau...

—Fica de quatro aí e abre bem seu rabo... porque vocês devem ter esquecido com quem estão lidando, só pode! Retrucou o comedor, e sério... me arrepiei todinha. Vitória vibrou.

—Amo de paixão quando você fala assim comigo... vem meu macho, me pega de jeito, e me faz lembrar quem você é de verdade, anda... meu macho gostoso, tesão da minha vida! Retrucou Stella, que ficou de quatro em seguida e abriu ao máximo seu rabão. 

Vitória deu uma cuspida e espalhou o esputo, depois salivou mais o cu da amiga, e me arrepiei; a coroa meteu um, depois dois dedos, bombou suavemente e finalizou com outra salivada profusa, e o comedor também contribuiu com sua saliva, dedilhando e finalmente a deixando prontinha. Eu olhava aquilo embasbacada, a bissexualidade de ambas era natural e nosso macho sequer ligava para isso...

Rodrigo apenas posicionou seu caralhão na entrada do cu de Stella, e meteu, a mulher balançou as pernas, contraiu e esticou os dedos dos pés, depois gritou de tesão conforme o pauzão deslizou... 

CONTINUA       

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