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—Você está falando sério Rodrigo? Ayla vai participar? Indagou Vitória,
incrédula. Eu e Stella fitávamos o comedor igualmente atônitas.
—Brincadeira meninas! Respondeu o pastor, rindo. Só eu achei que não
era?
—Ah seu besta! Quase nos matou de susto! Comentou Stella, dando-lhe
vários tapinhas no ombro. Vitória fez o mesmo, e ele riu, em seguida as duas
riram.
—Mas... e se eu tivesse chamado a Ayla? Vocês sabem que eu, como promotor
do evento, tenho essa prerrogativa de convidar qualquer pessoa, seja ela membro
ou não, ou até mesmo dissidente! Indagou e comentou Rodrigo, e as duas ficaram
meio cabreiras.
—Bom, tudo bem, mas... mesmo assim, caso você quisesse convidar a Ayla,
teria de nos comunicar BEM antes, isso é o protocolo, e não abrimos mão dele!
Ressaltou Stella.
—Eu sei, mas... tudo bem se por acaso eu a chamasse? Insistiu o pastor.
—Por mim, tudo bem! Disse Vitória, mas não senti muita firmeza naquela
assertiva.
—Tirando o comportamento extremamente arrogante dela, não teria
problema de minha parte! Completou Stella, que também ficou meio desconfortável
com a possibilidade.
—Sou suspeita para falar, eu adorei a Ayla! Seria legal se ela
participasse! Respondi, arrematando de vez e atraindo os olhares surpresos das
duas coroas.
—Isso foi uma situação hipotética minhas consagradas! Vamos, porque
temos horário a cumprir, e tem gente nos esperando! Disse Rodrigo, batendo uma
palma forte.
—Só uma dúvida Rodrigo, por favor! Disse Stella. Sua voz era doce e
mansa.
—Sim, pode falar minha querida! Disse o pastor, atento.
—Por que não vai ser mais na minha casa? Você explicou, mas fiquei meio
sem entender direito! Indagou e comentou a loiraça, com um olhar lindo. Elas
eram muito charmosas.
—Querida Stella, eu não me senti à vontade para fazer um evento como
esse na mesma casa onde você e seu marido moram, mesmo com o aval dele! Tem
também a questão dos vizinhos, que podem ouvir e acabar gerando um transtorno! Explicou
Rodrigo, sorridente.
—Verdade, realmente pode chamar a atenção! Disse Stella, resignada.
—Só nunca ouvi falar nesse lugar que você sugeriu, aliás, ele não está
nas opções do catálogo do grupo! É novo e eu não sei? Comentou e perguntou
Vitória, ressabiada.
—Digamos que sim, é que com a vinda do Thales, ele conseguiu... novos
lugares! Respondeu Rodrigo. Nesse mato tinha coelho, só eu não acreditava
piamente no que ele dizia...
—Está certo, vamos te seguindo então, já que só você sabe onde é! Disse
Vitória. Rodrigo assentiu e ambas foram para o carro, o qual eu não sabia a qual
das duas pertencia, e eu, claro, iria com meu gostoso, mas no banco traseiro,
para não levantar suspeitas.
Após Rodrigo tirar seu carro da garagem, trancar a casa e eu me
acomodar, partimos. O carro dele era espaçoso e confortável, então indaguei,
indo direto ao ponto:
—Ayla está nos esperando né? Ele me fitou pelo retrovisor e sorriu
maliciosamente.
—O que a faz imaginar uma coisa assim? Perguntou Rodrigo.
—Não sei, tenho a impressão de que ela estará nessa suruba! Respondi e
ele riu. Aquele riso soou como uma confissão para mim, mas ele não admitiu,
então respondeu:
—Acho meio... é... impossível, Ayla foi bem enfática naquele dia dizendo
que não faria mais surubas! Dei risada ao imaginar a cena da transa relatada
por ele novamente.
Em cerca de 25 minutos, chegamos a um condomínio situado no mesmo
bairro onde lecionei o EJA. Eram lindos edifícios de cinco andares, com um
amplo espaço verde no entorno, uma enorme piscina e playground, churrasqueira e
salão de jogos, sem contar o acesso a uma parte da praia restrita apenas aos
moradores, ou... hóspedes. Rodrigo buzinou e o porteiro parecia ser conhecido
dele, pois acenou e abriu o portão eletrônico em seguida, e entramos.
—Boa tarde seu Rodrigo, o pessoal já chegou! Disse um senhor, bem simpático.
—Obrigado seu Cícero, o carro atrás de mim está comigo! Respondeu o
pastor. O porteiro assentiu e seguimos até uma garagem a céu aberto, próxima ao
prédio onde ficaríamos.
Saímos do carro, e fiquei impactada. Mais uma suruba no bairro onde lecionei o EJA e participei da suruba do carnaval. Litoral combina com putaria mesmo, será que sempre foi assim? Se bem que eu concordo quando dizem que essa praia do estado é a mais linda e convidativa... para qualquer coisa...
—Realmente um lugar bem inspirador! Comentou Vitória, animada.
—Também adorei! Completou Stella, radiante e deslumbrada. Rodrigo então
orientou:
—Sabia que iriam gostar, podem ir subindo, vou resolver algumas
tratativas aqui e já as acompanho, o apartamento fica no primeiro andar, e já
tem gente para recepciona-las! Assentimos e subimos um lance de escadas de
madeira, Rodrigo foi para a lateral do edifício, e reparei nele mexendo no
celular, depois olhando para cima... e sorrindo... ah... ali tinha coisa.
Quando chegamos, demos de cara com Katiane, Ela me fitou e deu um
sorriso bem simpático e amistoso, trajava uma camiseta cinza e uma calça jeans
bem coladinha.
—Boa tarde meninas, sejam muito bem-vindas! Estou aqui pra dar algumas
orientações sobre os procedimentos de praxe e cuidados com o imóvel! Saudou Katiane.
—Boa tarde minha linda! Cumprimentou Vitória, abraçando a jovem.
—Tudo bem com você meu amor? Indagou Stella, repetindo o gesto da
amiga.
—E aí Katiane, tem vaga para mais uma! Quer? Disse Rodrigo, chegando e
tirando brincadeira com a jovem, que deu uma risada alta e gostosa, nos fazendo
rir também.
—Não, muito obrigada, você é mais que um exagero, devo tirar o chapéu pra
essas mulheres que vão brincar com você viu! Disse Katiane, rindo e... comendo
o pastor com os olhos.
—Tudo bem minha jovem, estava só brincando! Respondeu Rodrigo, dando um abraço caloroso nela e beijando sua cabeça. Katiane estava toda toda, bem serelepe.
Adentramos mais o imóvel e ele era lindo demais, com um sofá enorme, parecendo
uma cama de casal, uma TV de LED de 50 polegadas na parede, uma cozinha
americana, com uma geladeira de aço escovado, um fogão de igual estrutura, dois banheiros, três quartos, dos quais apenas um estava fechado, fora a pequena varanda, com cadeiras de vime, uma rede pendurada e a belíssima vista para
a praia. Um apartamento muito grande, cujo o dono certamente era muito rico mesmo.
—O cenário perfeito para uma boa tarde de putaria! Comentei, na
varanda.
—Disse tudo, adoro esse apartamento! Comentou Rodrigo, saindo em
seguida. Humm, então Rodrigo já veio para esse apartamento trepar... seria com
a dona dele?
—Pessoal, quero agradecer a todos os envolvidos nesse encontro, pela pontualidade e compromisso; o grupo felicita esse evento entre membros de alto nível, deseja que vocês desfrutem ao máximo cada minuto e continuem essa relação de amizade sincera e tão bonita! Discursou Katiane, entregando uma lembrança a cada um de nós. Era um lindo sabonete em forma de coração.
—Belíssima oratória Kati! Disse Rodrigo, a abraçando de novo. Ela
sorriu ruborizada.
—Aquele quarto do meio tá trancado a pedido da proprietária do imóvel,
tudo que vocês precisarem "tão" nos demais quartos, inclusive as roupas que as meninas
usarão na transa, se quiserem, é claro! Comida e bebida tem na geladeira e no
freezer, e... a gente vai tá lá embaixo e qualquer coisa que precisarem, é só chamar pelo interfone!
Orientou Katiane, que secou Rodrigo com o olhar depois.
Fomos para o quarto da direita, e Rodrigo para o da esquerda, e lá, vi os corpos nus das duas mulheres, e nossa... elas sabiam se cuidar muito bem, Vitória quase não tinha barriga, as celulites eram mínimas e tudo nela estava bem firme. Era voluptuosa, mas nada tão exagerado; a bunda era menor que a minha, mas bem redondinha. Stella tinha seus grandes seios um pouquinho flácidos, assim como a barriga; o quadril era largo, a bunda, apesar de não ser tão grande, era arrebitada. Mulherões.
As roupas sugeridas eram bem eróticas e devassas, Stella vestiu uma blusa toda
furada, que parecia uma rede de pesca, de mangas compridas e uma calcinha
minúscula, Vitória também vestiu uma blusa, mas de mangas curtas e um decote
grande em V, o qual valorizava seus seios grandes, seguida de uma saia bem
curtinha, a qual mostrava mais da metade de sua bunda, que era grande, mas
menor que a minha. Eu pus um top rendado, de mangas curtas e comprimento um
pouco abaixo dos seios, expondo minha barriga, e uma calcinha “fiapo dental”.
—E pensar que fazíamos esse evento para comemorar o aniversário do
Rodrigo, e agora... as coisas mudaram! Comentou Stella, com uma carinha meio
desolada.
—C-Como assim? Por que mudou? Questionei, curiosa.
—Antigamente, Rodrigo comemorava seu aniversário conosco, claro, ele
tentava reunir todas as suas fixas, mas nunca deu certo, Ayla só participou
duas vezes, então... ao ficar viúvo, ele passou a celebrar a data com seu filho
caçula; ou seja... o que restou de sua família, pois a filha mais velha já morava no
exterior quando a mãe faleceu! Explicou Vitória, visivelmente consternada.
—E-Entendo, é uma mudança importante, e ele está certo! Comentei,
mexida.
—Não é que o Rodrigo desvalorizasse sua família antes, pelo contrário,
mas... ele apenas a colocou como prioridade máxima; a gente sabe que logo o
filho vem morar com ele de vez e... isso vai pôr um fim em nossas histórias, e eu... vou entender, vou aceitar! Disse Stella, sorrindo... triste...
—Ah, eu discordo Stella, o Rodrigo apenas se desinteressou em seguir nesse grupo sem graça, mas não vai aderir ao celibato por causa do filho; ele é grato pelo
que viveu de bom nesses anos e só adotou uma nova postura, mas não vai deixar
de comer mulher, não mesmo! Retrucou Vitória, enfática.
—Concordo com Vitória, e... mesmo sem conhecer o Rodrigo como vocês
conhecem, eu... também não acho que ele vai simplesmente nos dispensar; ele
precisa e nós precisamos, foram anos vivendo esse sexo intenso, e olha só... hoje nós três
vamos transar com ele; isso é um privilégio de poucos homens, então ele não vai
abrir mão disso! Opinei, e as duas me fitaram e sorriram.
—É... analisando por esse prisma, faz sentido, eu... só não quero
perder um homem tão extraordinário, e não falo só da questão sexual, e sim do
caráter, do amigo, eu... me acostumei com o ser humano chamado Rodrigo, adoro
ele demais! Desabafou Stella, emocionada.
—Ei, vamos lá... sem baixo astral, estamos aqui para sermos felizes e
fazer nosso homem feliz, do jeito que sempre fizemos, então, foco no AGORA!
Incentivou Vitória, e sorrimos...
Saímos da alcova, e vimos Rodrigo na sacada do apartamento, conversando
com algumas pessoas, entre homens e mulheres, apenas com sua calça social
preta, encostado no parapeito e bem à vontade, vez ou outra sendo acariciado
por uma morena, de longos cabelos negros e muito gostosa mesmo, cujo semblante
implorava por ele, de tão tesa que estava.
—Nossa, que babado hein, vocês estão um nojo de tão lindas e gostosas! E
aí, estão prontas meninas? Comentou e indagou um gay, se aproximando de nós,
com uma camiseta da Betty Loop. Rimos de sua abordagem espalhafatosa, e
respondemos, em coro:
—Sim!
—É aquele bofe escândalo de calça preta contra vocês três? Indagou a
bicha.
—Ele mesmo, o famoso Abençoado! Respondi, e as coroas riram.
—Chama o SAMU que eu tô bege agora! Sério? Aquele passaporte pro céu é o ocó com a neca mais grossa do grupo? Indagou a bichona, quase surtando. Rodrigo estava lindo mesmo, e exalava um charme que nos deixava à beira da loucura. A mulher com ele então... pirava, e só entendi que "neca" se referia a pênis, por causa do "mais grossa" usado depois. Gays tinham umas gírias estranhas...
—O próprio minha querida! Respondeu Stella.
—Ai, eu tenho que chamar as meninas, o sonho delas é conhecer ele!
Disse o gay, fitando Rodrigo, que, com a moral e segurança de um comedor de
responsa, alisava a cintura da morena, e depois sua bunda grande, seguido de um
aperto e um tapa que a fez sorrir, acesinha.
—E está tendo outro encontro aqui? Perguntou Vitória. A bichona
respondeu:
—Sim, vão rolar mais dois lá no outro bloco! Duas surubas daquelas!
—As meninas já tão prontas? Chamou e indagou Katiane, ao gay.
—Prontíssimas! Respondeu o frutinha dando um grito. Ele era engraçado, além de bonitão.
—Vem Rodrigo, as meninas já tão prontas! Chamou Katiane. Ele pediu
licença ao pessoal que o rodeava, e eles se retiraram, depois nosso comedor
entrou e devorou nossos corpos com seu olhar, o qual fez nossas bucetas (pelo
menos a minha) convulsionar.
Katiane então... quase perdeu a linha ao ver o tórax robusto do
comedor, a novinha chegou a abrir a boca, abobada. Outra que certamente
encharcou a calcinha...
—Me sinto honrado em ter conquistado a confiança e o carinho de mulheres
tão lindas como vocês! Elogiou Rodrigo, nos abraçando. Incrível como ele sempre
nos conquistava...
—É... deixa eu ver... ah! Mostrem seus exames uns aos outros, por favor;
não reagente ou carga viral indetectável quer dizer: aptos pra foder! Pediu
Katiane, gaiata e fitando Rodrigo.
—Que é isso mona? Olha a compostura hein? Advertiu o gay, e rimos alto.
—Mas foi isso o que viemos fazer aqui hoje: foder! Endossou Stella, e
rimos mais.
—Fizeram a chuca meus amores? Indagou o veado, paquerando Rodrigo.
—Sim, fizemos! Respondemos, quase em coro. O gay assentiu e então
mostramos nossos exames, e obviamente, tudo nos conformes, tudo pronto para
mais uma orgia épica...
—Er... Posso... tirar uma foto com você Rodrigo? Por favor! Pediu o
baitola, acanhado.
—Claro, sem problemas, mas nada de mão boba hein! Disse Rodrigo. O “rapaz”
assentiu e fez uma pose bem devassa ao lado do pastor, que não conteve o riso. Katiane
bateu a foto.
—Ai, obrigada, vou postar agora no meu status do zap e vai bombar! Vou
chamar umas meninas ali que estão loucas pra te conhecer, você topa? Ai, diz
que sim, por favor!
—Só se for depois do encontro, o momento agora é só nosso! Disse
Rodrigo.
—Fechou! Meninas, boa sorte hein, tchauzinho! Respondeu, saindo
radiante.
—Boa tarde pessoal, hora de conferir os presentes! Anunciou outra bicha
que entrou em seguida. Era um veado feio e gordo. Credo, o anterior era mais bonitão,
gatinho mesmo.
—Tudo bem, à vontade então! Autorizou Stella, sorrindo. O baitola
assentiu.
—Professorinha Fogosa! Quem é das três? Indagou o outro gay, com uma
prancheta.
—Eu! Respondi, erguendo a mão. Ele assentiu e anotou no papel, fazendo
biquinho.
—Loba do Prazer! Chamou, e Vitória ergueu a mão. O gay registrou.
—Loira Exuberante, aqui! Anunciou Stella. Mais uma anotação do “macho”.
—Abençoado, prazer em revê-lo! Comentou a bicha, anotando e rindo,
serelepe.
—Me chame de Rodrigo por favor, sim? Pediu o pastor, ruborizado.
—Tenham todos um ótimo e gostoso encontro meus amores! Estaremos à
disposição pra qualquer coisa que precisarem! Desejou e avisou o veado,
solícito. Assentimos.
—Quero só ver se ele vai dar conta de três! Comentou Katiane, com olhos
ávidos.
—Quero só ver se as três vão dar conta dele! Retrucou o veado. A mulher
o fitou com cara de espanto. —Deixa ele pôr o brinquedo dele pra fora e tu vai ver!
Completou, sarcástico. Katiane olhou para ele, mordeu o lábio inferior e riu
assentindo. Quanta expectativa...
Rodrigo me puxou para junto de seu corpo e beijou minha boca
vorazmente, quase me deixando sem fôlego. Sim, já havia começado, e em temperatura
alta, pois Stella e Vitória lambiam seu peito, alisavam e apertavam sua tora
por cima da calça. Eu já gemia faminta.
Ele beijou a boca de Stella em seguida e a loira gemeu aflita,
segurando sua cabeça com um tesão impressionante, eu e Vitória o lambíamos e
beijávamos, mordisquei seu peito e senti sua mão em cheio na minha bunda, a
erguendo e me fazendo gemer manhosa. Era outra pegada, diferente, mais gostosa,
o comedor estava claramente mais inspirado que o de costume.
Vitória foi beijada com a mesma voracidade que eu e Stella, e a loba
atochou a cabeça de Rodrigo entre seus seios grandes, tendo os mesmos chupados,
a loira baixou o zíper de sua calça, mas quando ia desabotoá-la para abaixar,
Rodrigo negou, então, pela braguilha, o caralhão dele foi liberto, vi o
semblante descrente de Katiane... e sorri, excitada.
Tomei a frente de Stella e caí de boca na rolona primeiro que ela, já
possuída de tesão. Rodrigo deu um gemido gostoso e bombou em minha boca, mas a
loira achou uma vaguinha e ficou lambendo a lateral do pauzão enquanto eu
engasgava e mamava. Vitória entrou no meio, e nós três, totalmente submissas, chupávamos
aquela tora grossa, deixando-a bem meladinha.
Tive de parar o boquete um pouco para prestar atenção em Katiane. A
novinha mordia o lábio inferior e contraía seus lábios, o gay se abanava com a
prancheta, e Rodrigo se divertia e sorria orgulhoso, com três mulheres
disputando seu pau extremamente grosso, ajoelhadas, e outra ali, vendo tudo de
pertinho e alucinada de vontade de estar conosco, sem dúvida...
Katiane começou a babar, e estarreci. A fêmea tentava controlar sua respiração forte, os bicos de seus
seios queriam furar a camiseta, indicador e médio da mão direita alisavam discretamente o
lábio inferior, ela contraía os lábios, descia sua mão por entre os seios e
mordia o lábio inferior. Tesão brutal. A fêmea arregalava seus olhinhos
amendoados, prestes a explodir e se descontrolar de desejo...
Stella chupava com fome, alargando sua boca e gemendo ensandecida,
depois serviu Vitória, que tinha a menor das bocas, mas não fez feio, causou
tremeliques em Rodrigo com seus lábios, depois a ruiva pôs a tora em minha
boca, e chupei daquele jeito, estimulando o prepúcio e avançando pouco, fazendo
nosso comedor se contorcer e fazer uma genuína expressão de prazer.
Rodrigo se espalhou no imenso sofá, Stella ficou ajoelhada entre suas
pernas e seguiu o boquete enquanto eu beijava seu tórax e mordiscava seus
mamilos, paralela a ele e de quatro. O macho chupava a boca de Vitória e
bolinava nossas bucetas e cus com seus dedos deliciosos. Era uma sinfonia de
gemidos, a loira delirava e deixava sua saliva escorrer profusamente enquanto,
com a cabeça inclinada, movimentava seus lábios chupando, e chupava divinamente.
—Isso Stella, chupa gostoso, devora essa rola! Disse Rodrigo,
castigando nossas xoxotas com seus dedos e nos levando ao pico de tesão
extremo. Vitória se levantou e ficou de pé diante dele, pegou sua cabeça e
atochou em sua buceta, gemendo manhosa ao sentir a língua dele.
—Isso Rodrigo, assim, do jeito que a loba adora, humm, aaahhh! Disse
Vitória, tremendo e gemendo chorosa com a chupada do comedor, segurando sua
cabeça e rebolando, a pressionando contra sua virilha. Stella continuava
mamando e tirou, ofegante, com esputo escorrendo, depois passou o pauzão em
seus seios também grandes, o masturbou e pediu:
—Me come Rodrigo, me fode bem gostoso! O macho a chamou por baixo das
pernas de Vitória, que ainda fazia o comedor chupar sua buceta, mas pedi:
—Deixa eu chupar um pouco antes, por favor! Stella Assentiu, e subiu no
sofá, tirou a amiga de cima de Rodrigo e ficou na mesma posição que ela, e
notei um tratamento melhorzinho com a loira por parte dele. Ela apoiou a perna
direita sobre o encosto do sofá, e o macho caiu de boca em sua xoxota rosadinha
e depilada. Katiane pirou... e Stella surtou em um gemido.
Vitória ficou alisando a bunda da amiga, depois envolveu os seios dela com
as mãos, os estimulando e beijando seu pescoço enquanto a loira era chupada, e
gemia alto de tanto tesão. Elas eram mesmo bissexuais, porque a loira anuía
tudo e pirava cada vez mais...
Foco na transa. Ouvi o grunhido de Rodrigo ao abocanhar sua rolona
grossa, ajoelhada entre suas pernas. Minha boca passeava razoavelmente naquela
grossura deliciosa, estufada, cheia, e salivante. Deixei o esputo escorrer
conforme engasgava, atolando, recuando e tirando para lamber suavemente,
circundando aquela linda cabeça com a língua e dando lambidas curtas abaixo da
mesma, ouvindo a respiração ruidosa do nosso macho.
A seiva de tesão brotou e escorreu, sendo sorvida por mim em seguida,
apertei abaixo da glande e mais daquele néctar verteu, chupei e abocanhei,
Vitória se posicionou ao meu lado, acarinhando a base do pauzão e sorrindo,
então atolei até onde pude, engasguei e tirei, cedendo a vez para ela, que sorriu
assentindo e caiu de boca enquanto eu massageava as bolas e a virilha dele.
Apesar da boca dela ser pequena, sabia dar prazer a Rodrigo, que gemeu alto e
se arrepiou conforme ela lambia e beijava suavemente a glande, depois
abocanhava a mesma.
—Ai Rodrigo, vou gozar, vou gozar, aaaa... AAAAAHHHH! Anunciou e urrou
Stella, tendo um orgasmo violento com o oral do pastor, que a prendeu pela
cintura e continuou chupando e socando seu dedo médio no cu dela, que se
contorcia.
—Vai Stella, quem vai começar a levar rola é você! De quatro! Ordenou
Rodrigo, e a loira, ainda sob efeito do gozo, obedeceu e ficou bem arreganhada,
arfando e gemendo, com o tronco abaixado e seus longos cabelos dourados
cobrindo o rosto.
Vitória continuava chupando o pauzão de Rodrigo, mesmo ele já de pé e
preparado para currar a loira. O macho deixou a ruiva se deliciar no boquete
enquanto Stella se restabelecia de seu primeiro gozo, ele me puxou para junto
de seu corpo e beijou minha boca deliciosamente, metendo seu dedo médio no meu cu
e me causando arrepios, segurei sua rolona pela base e masturbei enquanto
Vitória grunhia chupando. Ela tirou o pauzão da boca, vertendo esputo e o
passou em seus grandes seios, depois aplicou uma espanhola, fazendo o macho
pirar.
—É a primeira vez que você vê o pau do Rodrigo Katiane? Indaguei,
atiçando. Ela só assentiu com a cabeça, em transe, sem tirar os olhos e seu
tesão do falo absurdamente grosso de Rodrigo, o qual sequer metade estava
dentro da boca de Vitória, que não parava de chupar.
—E aí Katiane? Tem coragem? Desafiou Rodrigo, vendo a mulher quase
surtar de tesão.
—Rodrigo... pare... ela está aqui a trabalho! Advertiu Vitória,
temerosa.
—Ué... mas olha o gestual dela! Retrucou Stella, e concordamos. Katiane
corou.
—Para... você sabe que... não posso! Disse a novinha, pouco ou nada
convincente. Ela abaixou a cabeça, sorrindo sapeca, desviou seus olhos do
caralhão, mas logo os fixou nele novamente, e ficou hipnotizada, e li
perfeitamente seus lábios dizendo: “é muito grosso”.
—Não tem mulher que não perca a linha quando vê um pau desse tamanho
né? Olha só, meu Deus, olha a grossura disso! Comentou Vitória, atiçando.
Katiane elevou seu olhar...
—Ué Vitória... achei que já estivesse acostumada! Troçou Rodrigo, e
rimos.
—Ah sim... até porque em qualquer esquina se acham homens com esse
calibre de pica né? Eu nunca vou cansar de me impressionar meu amor... com
você... por ter esse dote tão maravilhoso... e comigo... que aguento ele
todinho e piro de tesão querendo mais e mais! Retrucou a mulher. Uau...
—Muito bem... vocês já viram o bastante, retirem-se, por favor, o
momento agora é nosso, e queremos privacidade! Pediu o macho. Achei que ele
continuaria atiçando Katiane.
—Bora Katiane... não ouviu o homem não? Indagou o gay. Meu Deus... a
novinha estava em transe fitando o membro de Rodrigo, depois voltou a si, pediu
desculpas e saiu apressada.
—E aí Rodrigo? Você vai dar conta? Nós vamos com tudo hein meu amor? Então
prepare-se! Advertiu Stella, após a saída da equipe. Os olhos dela flamejavam
de tesão. Uau...
—Fica de quatro aí e abre bem seu rabo... porque vocês devem ter
esquecido com quem estão lidando, só pode! Retrucou o comedor, e sério... me
arrepiei todinha. Vitória vibrou.
—Amo de paixão quando você fala assim comigo... vem meu macho, me pega de jeito, e me faz lembrar quem você é de verdade, anda... meu macho gostoso, tesão da minha vida! Retrucou Stella, que ficou de quatro em seguida e abriu ao máximo seu rabão.
Vitória deu uma cuspida e espalhou o esputo, depois salivou mais o cu da amiga, e me arrepiei; a coroa meteu um, depois dois dedos, bombou suavemente e finalizou com outra salivada profusa, e o comedor também contribuiu com sua saliva, dedilhando e finalmente a deixando prontinha. Eu olhava aquilo embasbacada, a bissexualidade de ambas era natural e nosso macho sequer ligava para isso...
Rodrigo apenas posicionou seu caralhão na entrada do cu de Stella, e meteu, a mulher balançou as pernas, contraiu e esticou os dedos dos pés, depois gritou de tesão conforme o pauzão deslizou...
CONTINUA
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Comentários

Que serie sensasional.
ResponderExcluirque delicia ...não vejo a hora da continuação...
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