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—Ficou doidinha é? De onde você tirou isso de que o Rodrigo vai estar
lá? Indagou Suzy, que ria, quase descontrolada. Ai, fiquei toda sem graça,
talvez pela ansiedade do momento.
—Ah, você disse que o melhor cara é o último, achei que seria ele!
Retruquei, acanhada.
—Meu amor, o Rodrigo largou esse evento em 2010. Hoje em dia ele sequer
passa de carro em frente a essa Casa de Swing. Quando eu disse que o último cara
é o melhor, e isso baseado no feedback das mulheres que já participaram, eu me
referi ao último cara do evento, não o melhor comedor do grupo! Ô Luluzinha, eu
sei o quanto você é arriada, louca pelo pastor, seus olhos gritam isso, mas...
ele não vai abrir exceção por sua causa! Retrucou a loira, que riu.
—Tá, tá, desculpa, ato falho, mas... não nego que tive uma esperança!
Falei. Ela riu.
—Eu sei, a dona da Casa de Swing em que ele fazia o evento, também
alimenta essa esperança há nove anos, a diferença é que você pode tê-lo quando
quiser! Retrucou Suzy.
—Hã? Que babado é esse, mulher? O Rodrigo... transava com ela?
Questionei, pasma. Suzy riu alto, bateu uma palma e me fitou, descontraída e
respondeu, evasiva:
—Deixe quieto, deixe quieto. Foco no assunto do seu evento! Ouvi aquilo
e dei risada.
—Tudo bem, você sabe me deixar curiosa viu? Prossiga! Comentei, e demos
risada.
—Pois bem. É... você verá os exames de saúde dos 10 participantes e
eles verão o seu, e reiterando o que disse antes: a partir de HOJE, até o dia
14, data do evento, você não pode ter encontros, e nem matar sua saudade do
pastor. Isso é para que você vá ao seu evento totalmente propensa, relaxada e
receptiva à proposta do mesmo! Explicou Suzy. Uau...
—S-Sim, pode deixar, faltam poucos dias, então tudo bem! Repliquei, e
Suzy assentiu.
—Essa é uma regra do grupo, eu... costumo colocar os perfis que farão
os eventos de apresentação, na chamada “Quarentena Social”. Os demais membros
já vão saber o motivo e não vão propor encontros. Finalizado seu evento, seu
perfil é retirado da Quarentena Social e tudo se normaliza, mas com seu nome no
cadastro de eventos dos veteranos, e sobre isso, conversaremos em um outro dia!
Entendeu meu amor? Explicou Suzy, alisando minha mão.
—S-Sim, entendi! Ficando arrepiada com o toque da loira, que percebeu e
sorriu.
—Ok, seu exame deve ser feito 48 horas antes do evento. O certo é 24
horas, mas dou um dia extra como uma prevenção contra imprevistos. No mais, vou
reforçar algumas... regras de etiqueta, quando estiver dentro da Casa de Swing,
não que você seja uma mal-educada, por favor, não é isso, mas... é a sua
primeira vez em um ambiente como esse! Explanou a loira.
—O... Rodrigo me disse que você daria mais detalhes! Comentei.
—Exato. Bem, sobre vestimenta. Nem preciso me alongar nisso, você sabe
se vestir, então mantenha seu estilo, lá não tem mulheres desfilando de topless
e homens de sunguinha apertada, exceto nos ambientes próprios para isso, que
são mais reservados. O local por onde você vai entrar, é a parte mais... social
do recinto, que é uma boate, com pessoas vestidas de forma elegante e condizente
com o local. Roupa que mostra demais é proibido! Disse a loira.
—Estou tranquila sobre isso, odeio andar me mostrando! Falei. Ela
sorriu e seguiu:
—É proibido fotos ou filmagens ali. Tem as exceções, mas não vai ser o
nosso caso!
—Ufa... ainda bem, achei que teria de ser filmado ou fotografado!
Falei, aliviada.
—Não é necessário, a sua presença e a de Katiane, além dos 10 rapazes e
os procedimentos de praxe, são os únicos registros de que preciso. As pessoas
autorizadas a filmar e fotografar ali, normalmente o fazem para gerar conteúdo
e vender na Internet! Explicou Suzy.
—Sério? Nossa... eu não teria coragem de fazer isso, mesmo que fosse
solteira ou estivesse separada! É uma exposição muito... forte e perigosa!
Comentei, impressionada.
—Bem, a maioria das mulheres esconde o rosto com máscara, ou desfocam
na edição antes de postar, outras, vão de cara limpa mesmo, mas enfim, vamos
adiante! Retrucou Suzy.
—Certo! Falei, com olhos ávidos, ela sorriu e continuou:
—Bem, não sei ao certo o que o Rodrigo lhe disse, talvez eu até esteja
sendo repetitiva em alguns pontos que já abordei, mas uma coisa que certamente
ele lhe orientou, foi sobre... tomar cuidado com seus olhares, disso eu tenho
certeza! Ensejou a loira.
—S-Sim, ele disse para eu usar... a visão periférica! Respondi, e ela
deu risada.
—Exatamente. Aja com naturalidade, como se fosse uma frequentadora
assídua de muitos anos daquele lugar. Pode ser meio difícil por ser sua
primeira vez ali, e acredite, é fácil se distrair, mas Katiane vai reforçar
essas recomendações quando chegarem! Arrematou a loira.
—Ela... vai ficar na cabine comigo? Perguntei, curiosa.
—Não, ela entra contigo, lhe dá as orientações finais e sai. Katiane só
retorna no final, quando o último cara chama-la, após terminar de gozar. Em
seguida, ela vai conduzi-la ao banheiro, para você tomar seu banho. Traga mais
de uma calcinha e claro, os preservativos, pois o recinto não fornece, e os que
vendem lá são muito caros! Disse Suzy.
—Tudo bem, isso eu já esperava! Falei, tranquila.
—Vai levar quantas? Indagou Suzy, e percebi a troça na fala dela, e dei
risada.
—Um pacote com três né, vou seguir seu conselho, e talvez eu use todas,
talvez nenhuma, só sei na hora! Respondi, rindo e ela riu mais, depois tocou
minha mão e alisou.
—Nenhuma não, pelo menos UMA você vai usar, isso eu lhe digo sem medo
algum de estar errada...então escolha muito bem o felizardo! Retrucou Suzy, e
me arrepiei toda.
—Com o último cara talvez? Instiguei, e Suzy riu alto, e rimos alto.
—Quem sabe? Só tire da cabeça que é o Rodrigo. Ele não vai aparecer em
seu evento, essa possibilidade é absolutamente nula, zero, e não estou blefando, falo
sério, não espere ser surpreendida pelo pauzão dele surgindo naquela portinhola!
Disse Suzy, da risonha à séria.
—Ok, e... você sabe quem são os caras? Quer dizer, são sempre os
mesmos? Indaguei.
—No seu evento, dois foram trocados. Um estará viajando e o outro cedeu
a vaga a um novato. Na Festa do Leite, eu dou uma chance aos novatos, rapazes
que ainda não tiveram seu primeiro encontro. O restante, são os mesmos, não
costumo revezar, tem questões como disponibilidade, logística, enfim, você nem
vai saber quem é novato ou substituto! Respondeu.
—Oxe, é só perguntar! Rebati, rindo e ela riu. —Brincadeira, o sangue
vai estar tão quente, que mal vou ter cabeça para me preocupar com isso, eu
quero me divertir! Completei.
—Nisso você está completamente certa, e Lulu, serei bem sincera
contigo, peito aberto mesmo, sem falsidade. Eu estou excitadíssima com seu
evento, e só não vou cobri-lo, porque no dia estarei em viagem com um cliente,
mas Katiane tem minha total confiança! Desabafou Suzy.
—Ué? Por que está tão excitada assim? O que tem de tão especial em meu
evento? Questionei, com uma surpresa indizível, percebida pela loiraça, que deu
uma gostosa risada.
—O momento...e a transformação, você não vai sair daquela Casa de Swing
do jeito que entrou, isso é óbvio, e é inevitável. Claro, sua essência
continuará, porém, alguns conceitos serão sutilmente revistos e mudados, e isso
eu comprovo agora, vendo seus olhinhos meio assustados, mas mais ansiosos,
contudo, o principal, que é a experiência... isso vai sacudir sua mente, sua
alma, e eu adoraria estar lá para ver cada reação sua, especialmente... no
final! Disse Suzy, com olhos deliciosamente instigantes e palavras que me
arrepiaram de um jeito indescritível.
—Uau... fiquei meio assustada agora, isso foi bem mais filosófico que
erótico! Comentei, e Suzy deu uma gargalhada gostosa. —Sério, foi bonito, e bem
profundo! Completei, rindo.
—O que trouxe você até mim e a esse momento, foi a FILOSOFIA de vida
sexual adotada por você. A redescoberta, a mudança, a afirmação de sua
sexualidade e a evolução... que a fez continuar buscando novas experiências.
Luciana, a Festa do Leite é só mais uma etapa, sua sexualidade não vai parar de
evoluir, porque você quer que ela evolua! Retrucou Suzy, e assenti.
—Tem razão, eu... quero me redescobrir mais e mais! Admiti, e demos as
mãos.
—Meu amorzinho, ficou alguma dúvida sobre seu evento? Indagou Suzy,
sorrindo.
—N-Não, nenhuma, qualquer coisa a Katiane me orienta! Respondi,
aliviada.
—Muito bem, e ela é altamente capacitada para isso! Bem... vou ligar
para o Rodrigo daqui a pouco, ele ficou de me trazer o balanço mensal da
empresa de eventos! Disse a loira.
—Eu tenho vontade de ver a amante mais antiga do Rodrigo fazendo sexo
com ele, deve ser surreal! Comentei, eriçada, e a loiraça deu uma gostosa
risada alta e alisou minha mão.
—Ah meu amor... minhas transas com o Rodrigão... são meio brutas viu?
Disse a safada.
—É? B-Brutas como? Questionei, curiosa e excitada.
—Anal com ele... é no seco, é sem lubrificação, e com muita força, quando faço anal, amo
sentir dor, amo levar uns tapas bem fortes na bunda, ter meus cabelos puxados, quando
chupo, ele me faz engasgar e quase vomitar, me deixa sem fôlego, enfim... é
sexo bruto! Disse a mulher. Pasmei.
—S-Sem... lubrificação? Indaguei, impressionada. Suzy assentiu.
—É, e acredite, dói, mas eu amo, e se quiser participar de uma transa minha com o Rodrigo... vai ter de
liberar sua mente, deixar que eu te toque e te chupe todinha, e também vou
querer ser chupada por você, além de... transar com ele do jeito que eu transo, mas...
como eu sei dos seus limites sexuais e morais, e os respeito... isso não vai
acontecer, então nem proponha! Advertiu Suzy, enfática.
—É... ainda... não estou preparada... para dar esse passo lésbico!
Comentei, acanhada.
—Reveja seu conceito sobre lesbianismo meu amor... em uma transa de
duas ou mais com um, as mulheres que se tocam e trocam carícias entre si... nem
sempre são ou se tornam lésbicas, é coisa de momento, do sangue quente, do
tesão aflorado; eu não marco um encontro com uma mulher para transar, nunca fiz isso, mas em
uma orgia, se tiver uma participante e ela curtir, por que não? É prazer, carinho,
afeto e confiança, e isso é lindo, e... o Rodrigo gosta! Retrucou Suzy, sereníssima e assenti...
—M-Mas... Suzy, anal assim no seco, e logo com o Rodrigo... não pode causar problemas no ânus? Tipo uma fissura, sangramento? Perguntei, muito curiosa sobre isso. A loira deu risada.
—Nunca me ocorreu nada disso, Rodrigo sabe foder uma mulher em qualquer situação. Quando digo que gosto de sexo bruto e sem lubrificação anal com ele, não significa que ele me pega de qualquer jeito e mete com toda a força que tem e sem cuidado. Não... transa bruta não tem nada a ver com maltratar a parceira, e... olha, você teria que participar para entender. Resumindo: não tem agressão, o Rodrigo é o mesmo que é com você, mas só... é mais incisivo comigo! Explicou a loira, e assenti.
Se bem lubrificado, o caralhão daquele macho no meu cu, me faz ficar zonza, no seco...
SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2019 – O DIA DO EVENTO.
Fiz meu exame na quarta. Ansiedade à mil. Desde a visita na casa de
Suzy, não vi Rodrigo. Por mensagem, ele me desejou um feliz evento, se
desculpou pelo sumiço repentino, alegando estar fazendo uma importante reforma
em sua casa. É... a minha também estava precisando...
Como o corno chegava do trabalho entre 18h20 e 19h, obviamente não me
encontraria em casa, então, na quinta-feira, um dia antes de meu evento,
comuniquei a ele que daria aulas de reforço para Katiane na sexta, às 17h;
seria um “intensivão” de matemática para seu “concurso público”, e o boizão
sequer questionou, sequer perguntou a que horas eu voltaria...
Às 16h tomei um banho, daqueles caprichados. 16h25 me maquiei e escolhi
a roupa: um vestido rosa, com estampas floridas, mangas curtas, meio justo e de
comprimento até depois do joelho, com babados nas barras e nas mangas e uma
sandália de salto médio na cor branca. Traje discreto, simples, mas cheio de
charme e feminilidade. 16h45 terminei de me arrumar...
Três camisinhas, duas calcinhas e o kit básico que toda mulher leva
quando vai sair: Escova de cabelo (aff, eu ainda não conseguia olhar para ela
sem lembrar de Inácio), creme, perfume e maquiagem. Pus também sabonete líquido
e prendedores de cabelo. Perguntei a Katiane por mensagem, se precisaria levar
toalha e ela disse que não, o grupo forneceria.
Katiane chegou 17h15. Será que ela também estava ansiosa como eu? Saltei
do sofá, tranquei a casa, o portão e me embrenhei no carro dela, sentando no
banco dianteiro.
—Boa tarde Kati, você está uma gata! Cumprimentei e troquei beijos
formais no rosto com ela. A morena trajava uma blusinha de mangas curtas e com
estampas abstratas, seguida de uma calça jeans azul com boca de sino e uma
sandália rasteira. Estava linda mesmo.
—Boa tarde Luciana, obrigada, mas... e aí? Pronta pro seu primeiro
evento? Agradeceu e questionou Katiane, já manobrando o retorno para iniciarmos
o percurso de ida.
—Sim, estou! Respondi, bem convicta, apesar do frio terrível na
barriga...
Chegamos à casa de swing às 17h55. Pegamos um pouco de trânsito, pois o
horário de pico já havia começado, mesmo no sentido oposto aos que voltavam para
suas casas. O local tinha toda a característica de uma boate, ou bar chique,
com paredes vermelhas e luzes medianas e amareladas, além de outras
avermelhadas. Arquitetura moderna e sóbria.
Se lembrava mais puteiro do que boate, não sei, para ser sincera não
sabia se havia diferença entre ambos, mas que exalava um erotismo pesado e
MUITO convidativo, isso exalava, sem sombra de dúvidas, e esse foi meu impacto
ao olhar o local atentamente. Katiane estacionou e entregou a chave de seu
veículo (ou de Suzy) ao manobrista, em seguida descemos.
—É aqui, vamos entrando que a recepcionista já está por dentro de tudo
e nos espera! Avisou Katiane. Assenti, com a barriga mais gélida ainda, de tão
ansiosa, mas fui, segura.
Katiane se identificou ao segurança, entregou um documento, sua CNH e
eu, entreguei meu RG e preenchemos um papel, depois fomos liberadas para
entrar, e meu Deus... arregalei os olhos, mas mantive a discrição ao ver o
interior daquele recinto. Como descrever?
De fato, parecia uma danceteria. Havia uma pista de dança, um barzinho,
ao fundo, mesas e sofás de canto, um belo lounge e uma escadaria que acessava a
parte superior à nossa frente, além de outros lugares que não consegui
identificar devido à baixa iluminação e fumaça, mas acabei descobrindo um local
onde uma mulher dançava no pole dance, rodeada de gente, aliás... tinha poucas
pessoas, talvez mais tarde, a coisa iria ficar lotada, afinal... era
sexta-feira...
O som ambiente revezava entre música eletrônica e balada sertaneja. Vi casais
se beijando, mulheres se acariciando, e homens de mãos dadas. Katiane me
mostrou alguns ambientes sociais bem convidativos e aconchegantes, com
decoração harmônica e pouco sugestiva em termos de erotismo. Ela não me mostrou
os ambientes mais... eróticos, e também não pedi que o fizesse, poderia soar
deselegante, por mais que eu estivesse bem curiosa.
Seguimos em frente, e o aroma do recinto mexeu com meus sentidos. Adentramos
um corredor, praticamente na penumbra, com paredes de um vermelho sangue e aí...
Usando a “visão periférica”, flagrei a única cena erótica e bem
discreta naquele ruidoso local, antes de iniciar meu evento. Um casal, cuja mulher
estava encostada no cantinho de uma parede, de frente, com a perna esquerda
suspensa pelo parceiro, cujas bombadas eram quase imperceptíveis e os gemidos
abafados pelo som alto que ecoava. Ambos vestidos. De soslaio, percebi a mulher
olhando para mim e gelei, segurei a mão de Katiane e ela me fitou sorrindo.
—Meu Deus do céu... onde eu vim parar! Comentei, bestificada, e Katiane
riu alto.
—Bem-vinda ao mundo sexual secreto de alguns seres humanos...
Professorinha Fogosa, agora vamos, porque temos horário a cumprir! Replicou
Katiane, falando um pouco alto. Assenti.
Subi um lance de escadas com a novinha, e tomei aquele susto que tive
de controlar, mas que fez meu coração disparar. No topo, dois caras se beijando,
bem-vestidos, um jovem e outro mais velho. Fomos até uma sala que havia à nossa
esquerda e entramos, lá, fomos recepcionados por uma mulher; coroa, talvez com
uns 50 e poucos anos, mas linda.
—Boa tarde Katiane, boa tarde Luciana, ou... prefere ser chamada de...
Professorinha Fogosa? Cumprimentou e indagou a mulher, cujos cabelos loiros,
mesmo artificiais, eram lindos. Ela era o tipo corporal de Raimunda, mas morena
como eu, bem mais conservada e jovial.
—Er... pode ser Luciana mesmo! Respondi, acanhada.
—Sou Liduína, a proprietária desse estabelecimento, e tenho uma
parceria com... Suzy e o grupo sexual do qual você faz parte, e... conforme acertado
entre nós, hoje... é seu evento de apresentação, a “Festa do Leite”, e pela sua
carinha assustada e arrepios na pele... é a primeira vez em um ambiente assim,
correto? Disse e deduziu a mulher, certeira.
—S-Sim, é sim, e... fiquei bem impressionada com o pouco que vi!
Comentei, sincera.
—É só no começo, você não é a primeira e nem a última mulher debutante
nesse mundo sexual excêntrico... e delicioso do qual fazemos parte, e isso é normal,
mas... espero que sua mente esteja livre de preconceitos e julgamentos sobre aqueles
que aderiram ao swing e a vida liberal... como uma maneira de serem felizes e
darem um novo fôlego em seus relacionamentos, tanto com as pessoas, quanto com
si mesmos! Replicou Liduína, séria.
—Claro, não sou uma mulher tão quadrada assim, cada um sabe de si e
sabe até onde quer e deve ir para ser feliz, ou buscar o pleno prazer!
Retruquei, e Liduína assentiu sorrindo.
—Se faz parte de um grupo sexual... não é mesmo né? Até porque... em
casa de swing curioso não entra, só gente bem resolvida! Rebateu a coroa, e
demos risada. Meio pedante ela.
—Er... Liduína... faltam 20 pras 19h, a Luciana tem que se preparar!
Alertou Katiane.
—Ok, desculpe. Luciana, seu exame por gentileza! Pediu Liduína. Katiane
entregou a ela, que abriu o envelope e observou atentamente. —Tudo certo. Os 10
rapazes já estão aqui, e... você leva o exame dela para eles né, Katiane? Por
favor! Completou Liduína, devolvendo a ela.
—Me espera aqui, tá Lulu? Volto já! Avisou Katiane, e assenti, sentindo
um arrepio.
—Quer uma água, Luciana? Ofereceu Liduína, simpática. Que coroa bonita.
Fiz sim com a cabeça, ela tirou um copinho de água mineral de um frigobar e me
deu. Tomei tudo num gole...
—Obrigada! Respondi. Eu precisava me ajustar. Liduína sorriu simpática.
—Tudo certo! Lulu, tá na hora! Avisou Katiane, surgindo na porta. Me
arrepiei mais...
—Ok, vamos Luciana, vou leva-la até a cabine do gloryhole! Disse
Liduína, que pegou vários envelopes e foi na nossa frente. Assenti, fui ao
encontro de Katiane a seguimos.
Eu tinha que relatar isso nos mínimos detalhes, e roguei aos céus que
minha memória não falhasse na hora de escrever, pois eu estava ansiosa ao
extremo. Felizmente deu certo...
A porta da cabine era de um
negrume reluzente, com uma maçaneta dourada. Liduína abriu a porta e entramos. De
fato, era uma cabine compacta, com uma TV de LCD 20 polegadas passando um filme
pornô, um puff retangular na cor vinho, almofadas no chão e um piso vinílico-escuro,
antiderrapante e na cor preta, com tapetes de EVA bem distribuídos e na cor
vinho.
Havia uma divisória, provavelmente de MDF, preta, revestida com couro
sintético preto, algumas fitas de LED branco acesas nas bordas, uma portinha
quadrada, talvez cerca de 15 ou 20 centímetros, e logo deduzi que ao abri-la, o
pauzão passaria pela abertura. As demais paredes alternavam entre o vermelho e
o preto, com decoração erótica bem sugestiva.
A iluminação da cabine era discreta, com tons avermelhados, brancos e
roxos e não havia dificuldade em enxergar, mesmo eu achando escuro, mas na
parte superior da divisória, havia uma luz branca. Dava para enxergar, o
básico, só não sabia se era o suficiente...
—É... o aroma é bem agradável, que fragrância é? Indaguei, me deixando
envolver pelo perfume discreto, sensual e sim, que foi me relaxando, e avistei algumas
velas aromáticas.
—Âmbar, Sândalo e Patchouli! A combinação perfeita para a imersão, a
entrega e o total relaxamento. Alivia os efeitos da ansiedade e equilibra sua
mente, além de manter a libido alta e potencializar seu tesão! Respondeu
Liduína. Incrível, já fazia efeito em mim...
Katiane orientou e advertiu:
—Bem, Luciana, é aqui que seu evento vai acontecer; a regra você já
sabe, e fique à vontade, se quiser transar, pode chamar o cara pra entrar, ou
ir pela janelinha que dá certo também, contanto que cumpra o objetivo. Fique
nua, porque se respingar esperma na sua roupa e você não perceber... talvez dê
bucho com seu marido, e cuidado com os cabelos também!
—Ok, entendi! Respondi, e já tirei meu vestido, calcinha e sutiã, e
prendi bem o cabelo.
—Aqui estão os exames dos 10 caras! Avisou Liduína. Conferi só os
resultados, e não me atentei a nomes, depois devolvi a ela. —Obrigada! Bem, é
isso, qualquer intercorrência, aperte essa campainha aqui, e viremos
imediatamente! Arrematou a mulher.
—Quando estiver pronta, abra a portinha e chame o cara! Bom evento,
divirta-se acima de tudo, e quando terminar, o último cara vai lhe aplaudir!
Disse Katiane. Assenti. Uau...
—C-Certo, obrigada! Falei, e a ansiedade estava voltando.
—Aqui está, duas garrafinhas de água para hidratar e não lascar sua
garganta, por mais que você não tenha intenção de engolir muito esperma! Disse Liduína.
Agradeci e ela sorriu.
As duas saíram, e respirei fundo umas 10 vezes, sério. Eu ouvia a
música da boate lá longe, observei o filme pornô passando na TV e aquilo não me
deu tesão algum se a proposta era essa. Um negão feio e pauzudo enrabando uma
loira que gemia forçadamente, nada novo para mim, então peguei uma das almofadas e me ajoelhei,
ficando com o rosto alinhado a pequena porta, depois a abri...
Pela pequena abertura, vi parte de um corredor vazio e meio escuro,
respirei fundo mais umas três vezes, e senti sim uma presença masculina se
achegando, mas ele esperou meu sinal.
—P-Pode vir o primeiro! Chamei, autorizando e esperei.
A primeira rolona era morena-escura, meio curvada para baixo, com uma
veia saliente saindo da base e outras menores adjacentes, pouco prepúcio e uma
glande média, meio comprida, rosada e proporcional a uma grossura considerável
e boa de se chupar, e tinha poucos pelos, estava lá e cá na dureza. Medidas? Chutei
uns 22 centímetros, então segurei o membro e dei um cheiro, uma leve masturbada
com a ponta dos dedos e ele endureceu. Me animei...
Uma coisa eu tinha de ter em mente: objetividade. Considerando que haviam
10 pauzudos, o corno em casa e um percurso de volta razoavelmente extenso, o
negócio não podia ser moroso; estipulei uns 70 a 90 minutos para concluir meu
evento, isso considerando dar ao menos uma trepada com a rolona que me atraísse
mais, e tentando fazer as que me atraíssem menos gozar bem rápido, e esse tempo
englobaria minha higienização e preparação para ir embora, mas procurei relaxar
e não me afobar, eu só havia traçado uma estimativa.
Comecei a mamar o primeiro, lambi a glande, abocanhei e dei chupadas
rápidas e lambidas curtas, e ouvi o macho gemer, abocanhei e fui até a metade,
fiz o vai e vem rápido, decidi que não faria garganta profunda, mesmo podendo
fazer naquele pauzão porque não era tão grosso, mas pensei em me poupar ao
máximo, e segui chupando e punhetando, roçando a glande na boca aberta e nos
lábios, e dei mais lambidas na ponta da mesma, então o macho arfou aflito e a
tora pulsou, despejando a primeira remessa, densa, mas de pouca quantidade.
Engoli de uma vez, nem tempo saboreando porra eu queria perder, mesmo
aquela estando deliciosa. Dei mais umas lambidinhas, beijei a cabeça da picona
e despachei o cara. Creio que levei uns seis minutos no primeiro, coisa rápida
mesmo, depois chamei o segundo, esperei menos de um minuto, vi uma calça jeans
azul e outro picão moreno bem grosso, meio mole, reto, com muitas veias
saltadas, pouco prepúcio, uma glande arredondada e arroxeada, proporcional a
espessura que me apeteceu e melou minha xoxota. Tinha bolas médias. Depilado.
Aquele ali devia ter uns 20 centímetros. Segurei e punhetei suavemente,
lambi a glande, dei mais lambidas e ele endureceu, engrossando mais um pouco,
mas não chegava a grossura de Valdo. Rodrigo nem entrava no comparativo, aquele
ali era insuperável, mas fiquei sim eriçada, então tratei logo de estufar
gostoso minha boca e mamar tarada, masturbando suavemente e estimulando o
prepúcio com meus lábios, já considerando foder com ele.
O esputo vazava conforme eu atolava e chegava à metade, senti a xoxota
tremendo e escorrendo seiva, louca para sentir aquele calibre moreno, mas segui
mamando, recuando até quase tirar e remexendo os lábios estimulando o prepúcio,
e de repente... a tora pulsou nervosa e o cara começou a gozar. Puta que pariu,
eu já ia me levantar, virar de costas e meter aquele picão de grossura
deliciosa em minha racha para gozar gostoso. Passaram-se o que? 10 minutos? Eu
estava tão profissional assim no boquete... ou o cara era fraquinho? Engoli
tudo, também era pouca porra, e essa, ralinha e de gosto razoável, mas que logo
amargou com minha frustração...
—F-Foi mal, não deu pra segurar! Disse o cara, se desculpando e saindo
em seguida.
Tudo bem, segue o baile, ainda tinha evento para rolar, restavam mais
oito caras...
Putz, os dois primeiros deviam ser novatos, tendo em vista que não
aguentaram muito. Senti minha garganta arder um pouco, então tomei um gole
d’água, gargarejei e cuspi num cesto de lixo, e logo o terceiro caralhudo
aportou na janelinha. Uma rolona branca, mole e depilada, com poucas veias
finas, glande meio comprida e rosada, parcialmente coberta pelo prepúcio, com
bolas médias e meio flácidas, e não muito grossa, mas longe de ser fina.
Segurei o pênis e minha mão o fechou sem problemas, mas aquilo não minou minha esperança de diversão. Comecei a lamber a cabeçorra e chupei, e em segundos a picona despertou, atingindo talvez uns 20 ou 21 centímetros levemente curvados para baixo, abocanhei e comecei a mamar gostoso.
O macho começou a bombar suavemente e fui avançando, me deliciando com aquele calibre, então fui até a metade sem problemas, e vi que pela estrutura da abertura e o tamanho, poderia arriscar a garganta profunda. Aquele ali mostrou desenvoltura; não sei quanto tempo se passava, mas ele já estava na frente no quesito “aguentar boquete”, então mamei malvada e masturbei, dei lambidas e abocanhadas remexendo os lábios e fazendo movimentos de sucção.
—Fode minha boca bem gostoso! Pedi, deixando a mesma aberta, e ele
obedeceu.
O macho parecia ser jovem, talvez uns 22 anos, e seguiu desenrolando
bem, metia gostoso e seguro, pus a língua um pouco para fora e ele roçou
metendo até quase a metade e tive um leve engasgo, mas segui, depois segurei a
tora e imprimi meu ritmo, o esputo vazava e caía sobre meus seios, recuei até
quase tirar, tirei, cuspi na rolona e punhetei, e ela começou a pulsar, a pus
na boca e os jatos vieram quentes e profusos, mas não muito densos.
Aquele foi o que demorou mais para gozar até então, e gostei. Limpei a
boca com os dedos e esperei o quarto macho chegar. Eu estava me empolgando com
aquele evento, aquele momento tão surreal e inacreditável em minha sexualidade,
mais um dentre tantos a que me dispus a adentrar, e cada vez mais me excitava
para continuar a desbravar e desbravar.
Quando o quarto cara chegou e vi seu pauzão adentrando a abertura,
pirei. Mesmo meio mole, era bem grosso, o campeão da grossura até o momento.
Quase sem veias, branco, circuncidado, com uma glande rosada, arredondada,
proporcional ao resto e com bolas pequenas e firmes. Minha buceta tremeu e o cu
piscou, então segurei a rolona, padecendo em fechá-la no diâmetro e masturbei
suavemente, dei uma lambida na pontinha e rocei na língua, e logo a tora
despertou, assumindo um formato também reto e engrossou mais.
—Humm... bem grosso... adorei! Comentei, e ouvi o macho rir.
Chutei 20 centímetros, e a grossura dava o tom da brabeza daquele
membro dentro de uma mulher, e logo roguei aos céus para que ele aguentasse meu
boquete, pois eu queria dar bem gostoso a buceta ou até o cu para ele. Comprimento
importava, mas grossura, humm... se fosse daquelas de fazer engasgar antes da
metade e preencher bem a xoxota, eu pirava mesmo. Efeito Valdo e Rodrigo, que
por terem caralhões bem grossos, me deixaram mal-acostumada...
Ouvi o homem dizer alguma coisa
ao sentir minha boca começar a mamar sua tora, porém o barulho da boate, mesmo
longe, não me deixou captar bem o que ele disse, mas foda-se, provavelmente foi
um elogio, porque mamei devota, tarada e grunhindo, aumentando meu tesão ao
masturbar suavemente e ver minha mão sequer fechando na espessura.
De repente ouvi meu celular tocar. É, esqueci de desliga-lo, mas não o fiz porque temi ouvir um interrogatório do chifrudo ao chegar em casa, então pedi licença ao macho, ele assentiu e corri para atender, e para meu desespero... era o corno. E agora? O barulho do ambiente era longe, mas razoavelmente audível, e o som da TV, do filme pornô... esse sim podia me complicar...
CONTINUA
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Olá queridos alunos, espero que esteja tudo bem com vocês.
Gostaria de agradecer aos comentários de todos na postagem do prólogo. Eu fico muito feliz mesmo em ver a participação de vocês, isso é um importantíssimo termômetro e incentivo para que eu continue assiduamente me dedicando ao blog, numa troca de confiança saudável e necessária.
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Bem, vou responder alguns comentários feitos na postagem do prólogo, mas antes, preciso saber se a pessoa que comentou, volta à postagem para ver se foi respondida, e preciso que esses leitores se manifestem nesse post, claro, mantendo o anonimato se quiserem, pois caso o façam, vou respondê-los diretamente em seus respectivos comentários, separando um tempo exclusivamente para isso, pois como são comentários anônimos, fica difícil saber se quem comentou, verifica depois se foi respondido.
Novamente, não compensa postar no final de semana. Lembrem-se: esse blog não é minha renda extra, eu não recebo um puto furado por acesso, retenção ou comentário, claro, a participação e o engajamento de vocês ajuda o blog a ter evidência no Google, e isso vale mais que dinheiro.
Creio que todos aqui preferem curtir o final de semana, seja para namorar, transar, viajar, ir ao cinema, estar com a família, enfim. Eu entendo, pois quando não estou me esbaldando em um pauzão, saio, visito as amigas, recebo amigos... se bem que ultimamente eu só tenho mesmo é dormido, pois o cansaço dessa jornada de dois turnos dando aulas, está acabando com meu corpo e meus nervos...
Felizmente consegui postar hoje, pois nos demais dias não iria dar certo, e farei o possível para me organizar e voltar a publicar sempre na quarta-feira. A quinta na verdade é o meu "dia de tolerância", para caso eu não consiga publicar entre segunda e quarta. Aí dedico a quinta impreterivelmente para fazê-lo. Por enquanto só consigo manter uma postagem semanal, e pelo visto será assim até o final do ano. De acordo com minhas contas, a última postagem de 2025, trará MIGUEL, o advogado.
Um leitor fez uma pergunta interessante, ele comentou sobre as roupas eróticas que uso em algumas fotos. Adoro esse tipo de curiosidade, e vamos lá: algumas roupas eu comprei, a maioria ganhei, outras são emprestadas ou fornecidas nos eventos. Em alguns relatos eu exponho isso, sobre as roupas eróticas disponíveis. Nos relatos vindouros, vocês lerão trechos onde ganho as roupas e compro outras. Obviamente que essas fantasias não estão guardadas em minha casa...
Sobre as fotos. Bem, a dessa, da penúltima e última partes, serão explícitas, mas a do final será bem peculiar, e de novo, estou muito ansiosa para ver a repercussão do desfecho, o qual já será esboçado na próxima postagem. Adianto que não tirei fotos DESSA Festa do Leite, mas de outras...
Espero que tenham gostado da foto dessa publicação, ela é bem sacana, os dois estiveram na Festa do Leite desse relato. E estou surpresa com a baixa repercussão na foto explícita de Cleiton, vocês pediram que eu trocasse, eu troquei e só tive um comentário. Não entendi, se eu não tivesse trocado estariam me cobrando e comentando que "não cumpro minha palavra", mas enfim, quero comentários nessa postagem, e se o engajamento for bom, posto na segunda.
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Beijos, tenham um resto de semana maravilhoso e vitorioso.
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Comentários

Silêncio!!!
ResponderExcluirMinha "Netflix Erotica" começou.... Essa série está sendo, disparadamente, a melhor do blog!
Amamos a foto com o Cleiton, professora. Pode ficar tranquila. É que estamos focados nessa sequência de contos que está fantástica.
ResponderExcluirNossa mas que delícia de conto Luciana... Que delícia e essa foto está top demais. Quando leite de pau vc engoliu!
ResponderExcluirAnsioso pelo próximos capítulos. As fotos estão fazendo jus ao nível de cada conto.
ResponderExcluirProfessora Luciana. Vc é uma professora, certo? Vc elabora e aplica provas. Pq vc não faz o mesmo aqui pra nós leitores? Pq não faz um "quiz" ou prova de conhecimento sobre os contos postados até aqui valendo "nota" e a recompensa ser algo bem picante? Me disponibilizo até em ajudar se quiser....
ResponderExcluirEsse comentário eu quero que seja respondido aqui. Beijos❤️😘😘
Olá meu querido, boa noite. Gostei da sugestão, quem sabe futuramente eu faça algo do tipo. Beijos e obrigada pelo comentário.
ExcluirSilêncio que a minha "Netflix Erotica" começou.... Essa série está sendo, disparadamente, a melhor do blog até aqui.
ResponderExcluirAh....ela está de volta..... excelente texto...agora a touca na foto não lhe fez jus professora...
ResponderExcluirBeijos
Beto
Esse dia foi bem especial e gostoso, teve dois momentos sexuais distintos e maravilhosos, por isso usei a touca no primeiro, fazia parte do fetiche e do tema. No segundo momento, já fui sem a touca e vestida à caráter, rsrsrs.
ExcluirEsperando pela continuação desse conto. A fotos estão cada vez melhores. Obrigado professorinha.
ResponderExcluirEsse conto foi uma delícia e que foto top. Olha como está lambuzada de leite de pauzudo.
ResponderExcluirUma observação interessante. Se o MIGUEL irá aparecer no final do ano aqui no calendário do blog então isso nós traz algumas conclusões. Vc já está divorciada e o conto irá tratar do divórcio(o mais provável pois essa vida que leva uma hora vai dar "ruin"); ou ele virou corno manso(muito pouco provável);
ResponderExcluirPelo visto hoje vai rolar contoooo
Boa noite meu querido. Brilhante observação, mas... você quase acertou seu palpite, bateu na trave, digamos que é quase isso, rsrsrs. Beijos.
ExcluirEsse branco da foto aí é o Odair. Acertei Professora?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Não... Odair não é branco, é moreno (ou pardo), ele está em duas fotos da minissérie "O GOSTO AMARGO DA INFIDELIDADE".
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