132 - A FESTA DO LEITE – MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA NO GLORY HOLE – PARTE 1

 


—Ficou doidinha é? De onde você tirou isso de que o Rodrigo vai estar lá? Indagou Suzy, que ria, quase descontrolada. Ai, fiquei toda sem graça, talvez pela ansiedade do momento.

—Ah, você disse que o melhor cara é o último, achei que seria ele! Retruquei, acanhada.

—Meu amor, o Rodrigo largou esse evento em 2010. Hoje em dia ele sequer passa de carro em frente a essa Casa de Swing. Quando eu disse que o último cara é o melhor, e isso baseado no feedback das mulheres que já participaram, eu me referi ao último cara do evento, não o melhor comedor do grupo! Ô Luluzinha, eu sei o quanto você é arriada, louca pelo pastor, seus olhos gritam isso, mas... ele não vai abrir exceção por sua causa! Retrucou a loira, que riu.

—Tá, tá, desculpa, ato falho, mas... não nego que tive uma esperança! Falei. Ela riu.

—Eu sei, a dona da Casa de Swing em que ele fazia o evento, também alimenta essa esperança há nove anos, a diferença é que você pode tê-lo quando quiser! Retrucou Suzy.

—Hã? Que babado é esse, mulher? O Rodrigo... transava com ela? Questionei, pasma. Suzy riu alto, bateu uma palma e me fitou, descontraída e respondeu, evasiva:

—Deixe quieto, deixe quieto. Foco no assunto do seu evento! Ouvi aquilo e dei risada.

—Tudo bem, você sabe me deixar curiosa viu? Prossiga! Comentei, e demos risada.

—Pois bem. É... você verá os exames de saúde dos 10 participantes e eles verão o seu, e reiterando o que disse antes: a partir de HOJE, até o dia 14, data do evento, você não pode ter encontros, e nem matar sua saudade do pastor. Isso é para que você vá ao seu evento totalmente propensa, relaxada e receptiva à proposta do mesmo! Explicou Suzy. Uau...

—S-Sim, pode deixar, faltam poucos dias, então tudo bem! Repliquei, e Suzy assentiu.

—Essa é uma regra do grupo, eu... costumo colocar os perfis que farão os eventos de apresentação, na chamada “Quarentena Social”. Os demais membros já vão saber o motivo e não vão propor encontros. Finalizado seu evento, seu perfil é retirado da Quarentena Social e tudo se normaliza, mas com seu nome no cadastro de eventos dos veteranos, e sobre isso, conversaremos em um outro dia! Entendeu meu amor? Explicou Suzy, alisando minha mão.

—S-Sim, entendi! Ficando arrepiada com o toque da loira, que percebeu e sorriu.

—Ok, seu exame deve ser feito 48 horas antes do evento. O certo é 24 horas, mas dou um dia extra como uma prevenção contra imprevistos. No mais, vou reforçar algumas... regras de etiqueta, quando estiver dentro da Casa de Swing, não que você seja uma mal-educada, por favor, não é isso, mas... é a sua primeira vez em um ambiente como esse! Explanou a loira.

—O... Rodrigo me disse que você daria mais detalhes! Comentei.

—Exato. Bem, sobre vestimenta. Nem preciso me alongar nisso, você sabe se vestir, então mantenha seu estilo, lá não tem mulheres desfilando de topless e homens de sunguinha apertada, exceto nos ambientes próprios para isso, que são mais reservados. O local por onde você vai entrar, é a parte mais... social do recinto, que é uma boate, com pessoas vestidas de forma elegante e condizente com o local. Roupa que mostra demais é proibido! Disse a loira.

—Estou tranquila sobre isso, odeio andar me mostrando! Falei. Ela sorriu e seguiu:

—É proibido fotos ou filmagens ali. Tem as exceções, mas não vai ser o nosso caso!

—Ufa... ainda bem, achei que teria de ser filmado ou fotografado! Falei, aliviada.

—Não é necessário, a sua presença e a de Katiane, além dos 10 rapazes e os procedimentos de praxe, são os únicos registros de que preciso. As pessoas autorizadas a filmar e fotografar ali, normalmente o fazem para gerar conteúdo e vender na Internet! Explicou Suzy.

—Sério? Nossa... eu não teria coragem de fazer isso, mesmo que fosse solteira ou estivesse separada! É uma exposição muito... forte e perigosa! Comentei, impressionada.

—Bem, a maioria das mulheres esconde o rosto com máscara, ou desfocam na edição antes de postar, outras, vão de cara limpa mesmo, mas enfim, vamos adiante! Retrucou Suzy.

—Certo! Falei, com olhos ávidos, ela sorriu e continuou:

—Bem, não sei ao certo o que o Rodrigo lhe disse, talvez eu até esteja sendo repetitiva em alguns pontos que já abordei, mas uma coisa que certamente ele lhe orientou, foi sobre... tomar cuidado com seus olhares, disso eu tenho certeza! Ensejou a loira.

—S-Sim, ele disse para eu usar... a visão periférica! Respondi, e ela deu risada.

—Exatamente. Aja com naturalidade, como se fosse uma frequentadora assídua de muitos anos daquele lugar. Pode ser meio difícil por ser sua primeira vez ali, e acredite, é fácil se distrair, mas Katiane vai reforçar essas recomendações quando chegarem! Arrematou a loira.

—Ela... vai ficar na cabine comigo? Perguntei, curiosa.

—Não, ela entra contigo, lhe dá as orientações finais e sai. Katiane só retorna no final, quando o último cara chama-la, após terminar de gozar. Em seguida, ela vai conduzi-la ao banheiro, para você tomar seu banho. Traga mais de uma calcinha e claro, os preservativos, pois o recinto não fornece, e os que vendem lá são muito caros! Disse Suzy.

—Tudo bem, isso eu já esperava! Falei, tranquila.

—Vai levar quantas? Indagou Suzy, e percebi a troça na fala dela, e dei risada.

—Um pacote com três né, vou seguir seu conselho, e talvez eu use todas, talvez nenhuma, só sei na hora! Respondi, rindo e ela riu mais, depois tocou minha mão e alisou.

—Nenhuma não, pelo menos UMA você vai usar, isso eu lhe digo sem medo algum de estar errada...então escolha muito bem o felizardo! Retrucou Suzy, e me arrepiei toda.

—Com o último cara talvez? Instiguei, e Suzy riu alto, e rimos alto.

—Quem sabe? Só tire da cabeça que é o Rodrigo. Ele não vai aparecer em seu evento, essa possibilidade é absolutamente nula, zero, e não estou blefando, falo sério, não espere ser surpreendida pelo pauzão dele surgindo naquela portinhola! Disse Suzy, da risonha à séria.

—Ok, e... você sabe quem são os caras? Quer dizer, são sempre os mesmos? Indaguei.

—No seu evento, dois foram trocados. Um estará viajando e o outro cedeu a vaga a um novato. Na Festa do Leite, eu dou uma chance aos novatos, rapazes que ainda não tiveram seu primeiro encontro. O restante, são os mesmos, não costumo revezar, tem questões como disponibilidade, logística, enfim, você nem vai saber quem é novato ou substituto! Respondeu.

—Oxe, é só perguntar! Rebati, rindo e ela riu. —Brincadeira, o sangue vai estar tão quente, que mal vou ter cabeça para me preocupar com isso, eu quero me divertir! Completei.

—Nisso você está completamente certa, e Lulu, serei bem sincera contigo, peito aberto mesmo, sem falsidade. Eu estou excitadíssima com seu evento, e só não vou cobri-lo, porque no dia estarei em viagem com um cliente, mas Katiane tem minha total confiança! Desabafou Suzy.

—Ué? Por que está tão excitada assim? O que tem de tão especial em meu evento? Questionei, com uma surpresa indizível, percebida pela loiraça, que deu uma gostosa risada.

—O momento...e a transformação, você não vai sair daquela Casa de Swing do jeito que entrou, isso é óbvio, e é inevitável. Claro, sua essência continuará, porém, alguns conceitos serão sutilmente revistos e mudados, e isso eu comprovo agora, vendo seus olhinhos meio assustados, mas mais ansiosos, contudo, o principal, que é a experiência... isso vai sacudir sua mente, sua alma, e eu adoraria estar lá para ver cada reação sua, especialmente... no final! Disse Suzy, com olhos deliciosamente instigantes e palavras que me arrepiaram de um jeito indescritível.

—Uau... fiquei meio assustada agora, isso foi bem mais filosófico que erótico! Comentei, e Suzy deu uma gargalhada gostosa. —Sério, foi bonito, e bem profundo! Completei, rindo.

—O que trouxe você até mim e a esse momento, foi a FILOSOFIA de vida sexual adotada por você. A redescoberta, a mudança, a afirmação de sua sexualidade e a evolução... que a fez continuar buscando novas experiências. Luciana, a Festa do Leite é só mais uma etapa, sua sexualidade não vai parar de evoluir, porque você quer que ela evolua! Retrucou Suzy, e assenti.

—Tem razão, eu... quero me redescobrir mais e mais! Admiti, e demos as mãos.

—Meu amorzinho, ficou alguma dúvida sobre seu evento? Indagou Suzy, sorrindo.

—N-Não, nenhuma, qualquer coisa a Katiane me orienta! Respondi, aliviada.

—Muito bem, e ela é altamente capacitada para isso! Bem... vou ligar para o Rodrigo daqui a pouco, ele ficou de me trazer o balanço mensal da empresa de eventos! Disse a loira.

—Eu tenho vontade de ver a amante mais antiga do Rodrigo fazendo sexo com ele, deve ser surreal! Comentei, eriçada, e a loiraça deu uma gostosa risada alta e alisou minha mão.

—Ah meu amor... minhas transas com o Rodrigão... são meio brutas viu? Disse a safada.

—É? B-Brutas como? Questionei, curiosa e excitada.

—Anal com ele... é no seco, é sem lubrificação, e com muita força, quando faço anal, amo sentir dor, amo levar uns tapas bem fortes na bunda, ter meus cabelos puxados, quando chupo, ele me faz engasgar e quase vomitar, me deixa sem fôlego, enfim... é sexo bruto! Disse a mulher. Pasmei.

—S-Sem... lubrificação? Indaguei, impressionada. Suzy assentiu.

—É, e acredite, dói, mas eu amo, e se quiser participar de uma transa minha com o Rodrigo... vai ter de liberar sua mente, deixar que eu te toque e te chupe todinha, e também vou querer ser chupada por você, além de... transar com ele do jeito que eu transo, mas... como eu sei dos seus limites sexuais e morais, e os respeito... isso não vai acontecer, então nem proponha! Advertiu Suzy, enfática.

—É... ainda... não estou preparada... para dar esse passo lésbico! Comentei, acanhada.

—Reveja seu conceito sobre lesbianismo meu amor... em uma transa de duas ou mais com um, as mulheres que se tocam e trocam carícias entre si... nem sempre são ou se tornam lésbicas, é coisa de momento, do sangue quente, do tesão aflorado; eu não marco um encontro com uma mulher para transar, nunca fiz isso, mas em uma orgia, se tiver uma participante e ela curtir, por que não? É prazer, carinho, afeto e confiança, e isso é lindo, e... o Rodrigo gosta! Retrucou Suzy, sereníssima e assenti...

—M-Mas... Suzy, anal assim no seco, e logo com o Rodrigo... não pode causar problemas no ânus? Tipo uma fissura, sangramento? Perguntei, muito curiosa sobre isso. A loira deu risada.

—Nunca me ocorreu nada disso, Rodrigo sabe foder uma mulher em qualquer situação. Quando digo que gosto de sexo bruto e sem lubrificação anal com ele, não significa que ele me pega de qualquer jeito e mete com toda a força que tem e sem cuidado. Não... transa bruta não tem nada a ver com maltratar a parceira, e... olha, você teria que participar para entender. Resumindo: não tem agressão, o Rodrigo é o mesmo que é com você, mas só... é mais incisivo comigo! Explicou a loira, e assenti.

Se bem lubrificado, o caralhão daquele macho no meu cu, me faz ficar zonza, no seco...

SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2019 – O DIA DO EVENTO.

Fiz meu exame na quarta. Ansiedade à mil. Desde a visita na casa de Suzy, não vi Rodrigo. Por mensagem, ele me desejou um feliz evento, se desculpou pelo sumiço repentino, alegando estar fazendo uma importante reforma em sua casa. É... a minha também estava precisando...

Como o corno chegava do trabalho entre 18h20 e 19h, obviamente não me encontraria em casa, então, na quinta-feira, um dia antes de meu evento, comuniquei a ele que daria aulas de reforço para Katiane na sexta, às 17h; seria um “intensivão” de matemática para seu “concurso público”, e o boizão sequer questionou, sequer perguntou a que horas eu voltaria...

Às 16h tomei um banho, daqueles caprichados. 16h25 me maquiei e escolhi a roupa: um vestido rosa, com estampas floridas, mangas curtas, meio justo e de comprimento até depois do joelho, com babados nas barras e nas mangas e uma sandália de salto médio na cor branca. Traje discreto, simples, mas cheio de charme e feminilidade. 16h45 terminei de me arrumar...

Três camisinhas, duas calcinhas e o kit básico que toda mulher leva quando vai sair: Escova de cabelo (aff, eu ainda não conseguia olhar para ela sem lembrar de Inácio), creme, perfume e maquiagem. Pus também sabonete líquido e prendedores de cabelo. Perguntei a Katiane por mensagem, se precisaria levar toalha e ela disse que não, o grupo forneceria.

Katiane chegou 17h15. Será que ela também estava ansiosa como eu? Saltei do sofá, tranquei a casa, o portão e me embrenhei no carro dela, sentando no banco dianteiro.

—Boa tarde Kati, você está uma gata! Cumprimentei e troquei beijos formais no rosto com ela. A morena trajava uma blusinha de mangas curtas e com estampas abstratas, seguida de uma calça jeans azul com boca de sino e uma sandália rasteira. Estava linda mesmo.

—Boa tarde Luciana, obrigada, mas... e aí? Pronta pro seu primeiro evento? Agradeceu e questionou Katiane, já manobrando o retorno para iniciarmos o percurso de ida.

—Sim, estou! Respondi, bem convicta, apesar do frio terrível na barriga...

Chegamos à casa de swing às 17h55. Pegamos um pouco de trânsito, pois o horário de pico já havia começado, mesmo no sentido oposto aos que voltavam para suas casas. O local tinha toda a característica de uma boate, ou bar chique, com paredes vermelhas e luzes medianas e amareladas, além de outras avermelhadas. Arquitetura moderna e sóbria.

Se lembrava mais puteiro do que boate, não sei, para ser sincera não sabia se havia diferença entre ambos, mas que exalava um erotismo pesado e MUITO convidativo, isso exalava, sem sombra de dúvidas, e esse foi meu impacto ao olhar o local atentamente. Katiane estacionou e entregou a chave de seu veículo (ou de Suzy) ao manobrista, em seguida descemos.

—É aqui, vamos entrando que a recepcionista já está por dentro de tudo e nos espera! Avisou Katiane. Assenti, com a barriga mais gélida ainda, de tão ansiosa, mas fui, segura. 

Katiane se identificou ao segurança, entregou um documento, sua CNH e eu, entreguei meu RG e preenchemos um papel, depois fomos liberadas para entrar, e meu Deus... arregalei os olhos, mas mantive a discrição ao ver o interior daquele recinto. Como descrever?

De fato, parecia uma danceteria. Havia uma pista de dança, um barzinho, ao fundo, mesas e sofás de canto, um belo lounge e uma escadaria que acessava a parte superior à nossa frente, além de outros lugares que não consegui identificar devido à baixa iluminação e fumaça, mas acabei descobrindo um local onde uma mulher dançava no pole dance, rodeada de gente, aliás... tinha poucas pessoas, talvez mais tarde, a coisa iria ficar lotada, afinal... era sexta-feira...

O som ambiente revezava entre música eletrônica e balada sertaneja. Vi casais se beijando, mulheres se acariciando, e homens de mãos dadas. Katiane me mostrou alguns ambientes sociais bem convidativos e aconchegantes, com decoração harmônica e pouco sugestiva em termos de erotismo. Ela não me mostrou os ambientes mais... eróticos, e também não pedi que o fizesse, poderia soar deselegante, por mais que eu estivesse bem curiosa.

Seguimos em frente, e o aroma do recinto mexeu com meus sentidos. Adentramos um corredor, praticamente na penumbra, com paredes de um vermelho sangue e aí...

Usando a “visão periférica”, flagrei a única cena erótica e bem discreta naquele ruidoso local, antes de iniciar meu evento. Um casal, cuja mulher estava encostada no cantinho de uma parede, de frente, com a perna esquerda suspensa pelo parceiro, cujas bombadas eram quase imperceptíveis e os gemidos abafados pelo som alto que ecoava. Ambos vestidos. De soslaio, percebi a mulher olhando para mim e gelei, segurei a mão de Katiane e ela me fitou sorrindo.

—Meu Deus do céu... onde eu vim parar! Comentei, bestificada, e Katiane riu alto.

—Bem-vinda ao mundo sexual secreto de alguns seres humanos... Professorinha Fogosa, agora vamos, porque temos horário a cumprir! Replicou Katiane, falando um pouco alto. Assenti.

Subi um lance de escadas com a novinha, e tomei aquele susto que tive de controlar, mas que fez meu coração disparar. No topo, dois caras se beijando, bem-vestidos, um jovem e outro mais velho. Fomos até uma sala que havia à nossa esquerda e entramos, lá, fomos recepcionados por uma mulher; coroa, talvez com uns 50 e poucos anos, mas linda.

—Boa tarde Katiane, boa tarde Luciana, ou... prefere ser chamada de... Professorinha Fogosa? Cumprimentou e indagou a mulher, cujos cabelos loiros, mesmo artificiais, eram lindos. Ela era o tipo corporal de Raimunda, mas morena como eu, bem mais conservada e jovial.

—Er... pode ser Luciana mesmo! Respondi, acanhada.

—Sou Liduína, a proprietária desse estabelecimento, e tenho uma parceria com... Suzy e o grupo sexual do qual você faz parte, e... conforme acertado entre nós, hoje... é seu evento de apresentação, a “Festa do Leite”, e pela sua carinha assustada e arrepios na pele... é a primeira vez em um ambiente assim, correto? Disse e deduziu a mulher, certeira.

—S-Sim, é sim, e... fiquei bem impressionada com o pouco que vi! Comentei, sincera.

—É só no começo, você não é a primeira e nem a última mulher debutante nesse mundo sexual excêntrico... e delicioso do qual fazemos parte, e isso é normal, mas... espero que sua mente esteja livre de preconceitos e julgamentos sobre aqueles que aderiram ao swing e a vida liberal... como uma maneira de serem felizes e darem um novo fôlego em seus relacionamentos, tanto com as pessoas, quanto com si mesmos! Replicou Liduína, séria.

—Claro, não sou uma mulher tão quadrada assim, cada um sabe de si e sabe até onde quer e deve ir para ser feliz, ou buscar o pleno prazer! Retruquei, e Liduína assentiu sorrindo.

—Se faz parte de um grupo sexual... não é mesmo né? Até porque... em casa de swing curioso não entra, só gente bem resolvida! Rebateu a coroa, e demos risada. Meio pedante ela.

—Er... Liduína... faltam 20 pras 19h, a Luciana tem que se preparar! Alertou Katiane.

—Ok, desculpe. Luciana, seu exame por gentileza! Pediu Liduína. Katiane entregou a ela, que abriu o envelope e observou atentamente. —Tudo certo. Os 10 rapazes já estão aqui, e... você leva o exame dela para eles né, Katiane? Por favor! Completou Liduína, devolvendo a ela.

—Me espera aqui, tá Lulu? Volto já! Avisou Katiane, e assenti, sentindo um arrepio.

—Quer uma água, Luciana? Ofereceu Liduína, simpática. Que coroa bonita. Fiz sim com a cabeça, ela tirou um copinho de água mineral de um frigobar e me deu. Tomei tudo num gole...

—Obrigada! Respondi. Eu precisava me ajustar. Liduína sorriu simpática.

—Tudo certo! Lulu, tá na hora! Avisou Katiane, surgindo na porta. Me arrepiei mais...

—Ok, vamos Luciana, vou leva-la até a cabine do gloryhole! Disse Liduína, que pegou vários envelopes e foi na nossa frente. Assenti, fui ao encontro de Katiane a seguimos.

Eu tinha que relatar isso nos mínimos detalhes, e roguei aos céus que minha memória não falhasse na hora de escrever, pois eu estava ansiosa ao extremo. Felizmente deu certo...

 A porta da cabine era de um negrume reluzente, com uma maçaneta dourada. Liduína abriu a porta e entramos. De fato, era uma cabine compacta, com uma TV de LCD 20 polegadas passando um filme pornô, um puff retangular na cor vinho, almofadas no chão e um piso vinílico-escuro, antiderrapante e na cor preta, com tapetes de EVA bem distribuídos e na cor vinho.

Havia uma divisória, provavelmente de MDF, preta, revestida com couro sintético preto, algumas fitas de LED branco acesas nas bordas, uma portinha quadrada, talvez cerca de 15 ou 20 centímetros, e logo deduzi que ao abri-la, o pauzão passaria pela abertura. As demais paredes alternavam entre o vermelho e o preto, com decoração erótica bem sugestiva.

A iluminação da cabine era discreta, com tons avermelhados, brancos e roxos e não havia dificuldade em enxergar, mesmo eu achando escuro, mas na parte superior da divisória, havia uma luz branca. Dava para enxergar, o básico, só não sabia se era o suficiente...

—É... o aroma é bem agradável, que fragrância é? Indaguei, me deixando envolver pelo perfume discreto, sensual e sim, que foi me relaxando, e avistei algumas velas aromáticas.

—Âmbar, Sândalo e Patchouli! A combinação perfeita para a imersão, a entrega e o total relaxamento. Alivia os efeitos da ansiedade e equilibra sua mente, além de manter a libido alta e potencializar seu tesão! Respondeu Liduína. Incrível, já fazia efeito em mim...

Katiane orientou e advertiu:

—Bem, Luciana, é aqui que seu evento vai acontecer; a regra você já sabe, e fique à vontade, se quiser transar, pode chamar o cara pra entrar, ou ir pela janelinha que dá certo também, contanto que cumpra o objetivo. Fique nua, porque se respingar esperma na sua roupa e você não perceber... talvez dê bucho com seu marido, e cuidado com os cabelos também!

—Ok, entendi! Respondi, e já tirei meu vestido, calcinha e sutiã, e prendi bem o cabelo.

—Aqui estão os exames dos 10 caras! Avisou Liduína. Conferi só os resultados, e não me atentei a nomes, depois devolvi a ela. —Obrigada! Bem, é isso, qualquer intercorrência, aperte essa campainha aqui, e viremos imediatamente! Arrematou a mulher.

—Quando estiver pronta, abra a portinha e chame o cara! Bom evento, divirta-se acima de tudo, e quando terminar, o último cara vai lhe aplaudir! Disse Katiane. Assenti. Uau...

—C-Certo, obrigada! Falei, e a ansiedade estava voltando.

—Aqui está, duas garrafinhas de água para hidratar e não lascar sua garganta, por mais que você não tenha intenção de engolir muito esperma! Disse Liduína. Agradeci e ela sorriu.

As duas saíram, e respirei fundo umas 10 vezes, sério. Eu ouvia a música da boate lá longe, observei o filme pornô passando na TV e aquilo não me deu tesão algum se a proposta era essa. Um negão feio e pauzudo enrabando uma loira que gemia forçadamente, nada novo para mim, então peguei uma das almofadas e me ajoelhei, ficando com o rosto alinhado a pequena porta, depois a abri...

Pela pequena abertura, vi parte de um corredor vazio e meio escuro, respirei fundo mais umas três vezes, e senti sim uma presença masculina se achegando, mas ele esperou meu sinal.

—P-Pode vir o primeiro! Chamei, autorizando e esperei.

A primeira rolona era morena-escura, meio curvada para baixo, com uma veia saliente saindo da base e outras menores adjacentes, pouco prepúcio e uma glande média, meio comprida, rosada e proporcional a uma grossura considerável e boa de se chupar, e tinha poucos pelos, estava lá e cá na dureza. Medidas? Chutei uns 22 centímetros, então segurei o membro e dei um cheiro, uma leve masturbada com a ponta dos dedos e ele endureceu. Me animei...

Uma coisa eu tinha de ter em mente: objetividade. Considerando que haviam 10 pauzudos, o corno em casa e um percurso de volta razoavelmente extenso, o negócio não podia ser moroso; estipulei uns 70 a 90 minutos para concluir meu evento, isso considerando dar ao menos uma trepada com a rolona que me atraísse mais, e tentando fazer as que me atraíssem menos gozar bem rápido, e esse tempo englobaria minha higienização e preparação para ir embora, mas procurei relaxar e não me afobar, eu só havia traçado uma estimativa.

Comecei a mamar o primeiro, lambi a glande, abocanhei e dei chupadas rápidas e lambidas curtas, e ouvi o macho gemer, abocanhei e fui até a metade, fiz o vai e vem rápido, decidi que não faria garganta profunda, mesmo podendo fazer naquele pauzão porque não era tão grosso, mas pensei em me poupar ao máximo, e segui chupando e punhetando, roçando a glande na boca aberta e nos lábios, e dei mais lambidas na ponta da mesma, então o macho arfou aflito e a tora pulsou, despejando a primeira remessa, densa, mas de pouca quantidade.

Engoli de uma vez, nem tempo saboreando porra eu queria perder, mesmo aquela estando deliciosa. Dei mais umas lambidinhas, beijei a cabeça da picona e despachei o cara. Creio que levei uns seis minutos no primeiro, coisa rápida mesmo, depois chamei o segundo, esperei menos de um minuto, vi uma calça jeans azul e outro picão moreno bem grosso, meio mole, reto, com muitas veias saltadas, pouco prepúcio, uma glande arredondada e arroxeada, proporcional a espessura que me apeteceu e melou minha xoxota. Tinha bolas médias. Depilado.

Aquele ali devia ter uns 20 centímetros. Segurei e punhetei suavemente, lambi a glande, dei mais lambidas e ele endureceu, engrossando mais um pouco, mas não chegava a grossura de Valdo. Rodrigo nem entrava no comparativo, aquele ali era insuperável, mas fiquei sim eriçada, então tratei logo de estufar gostoso minha boca e mamar tarada, masturbando suavemente e estimulando o prepúcio com meus lábios, já considerando foder com ele.

O esputo vazava conforme eu atolava e chegava à metade, senti a xoxota tremendo e escorrendo seiva, louca para sentir aquele calibre moreno, mas segui mamando, recuando até quase tirar e remexendo os lábios estimulando o prepúcio, e de repente... a tora pulsou nervosa e o cara começou a gozar. Puta que pariu, eu já ia me levantar, virar de costas e meter aquele picão de grossura deliciosa em minha racha para gozar gostoso. Passaram-se o que? 10 minutos? Eu estava tão profissional assim no boquete... ou o cara era fraquinho? Engoli tudo, também era pouca porra, e essa, ralinha e de gosto razoável, mas que logo amargou com minha frustração...

—F-Foi mal, não deu pra segurar! Disse o cara, se desculpando e saindo em seguida.

Tudo bem, segue o baile, ainda tinha evento para rolar, restavam mais oito caras...

Putz, os dois primeiros deviam ser novatos, tendo em vista que não aguentaram muito. Senti minha garganta arder um pouco, então tomei um gole d’água, gargarejei e cuspi num cesto de lixo, e logo o terceiro caralhudo aportou na janelinha. Uma rolona branca, mole e depilada, com poucas veias finas, glande meio comprida e rosada, parcialmente coberta pelo prepúcio, com bolas médias e meio flácidas, e não muito grossa, mas longe de ser fina.

Segurei o pênis e minha mão o fechou sem problemas, mas aquilo não minou minha esperança de diversão. Comecei a lamber a cabeçorra e chupei, e em segundos a picona despertou, atingindo talvez uns 20 ou 21 centímetros levemente curvados para baixo, abocanhei e comecei a mamar gostoso.

O macho começou a bombar suavemente e fui avançando, me deliciando com aquele calibre, então fui até a metade sem problemas, e vi que pela estrutura da abertura e o tamanho, poderia arriscar a garganta profunda. Aquele ali mostrou desenvoltura; não sei quanto tempo se passava, mas ele já estava na frente no quesito “aguentar boquete”, então mamei malvada e masturbei, dei lambidas e abocanhadas remexendo os lábios e fazendo movimentos de sucção.

—Fode minha boca bem gostoso! Pedi, deixando a mesma aberta, e ele obedeceu.

O macho parecia ser jovem, talvez uns 22 anos, e seguiu desenrolando bem, metia gostoso e seguro, pus a língua um pouco para fora e ele roçou metendo até quase a metade e tive um leve engasgo, mas segui, depois segurei a tora e imprimi meu ritmo, o esputo vazava e caía sobre meus seios, recuei até quase tirar, tirei, cuspi na rolona e punhetei, e ela começou a pulsar, a pus na boca e os jatos vieram quentes e profusos, mas não muito densos.

Aquele foi o que demorou mais para gozar até então, e gostei. Limpei a boca com os dedos e esperei o quarto macho chegar. Eu estava me empolgando com aquele evento, aquele momento tão surreal e inacreditável em minha sexualidade, mais um dentre tantos a que me dispus a adentrar, e cada vez mais me excitava para continuar a desbravar e desbravar.

Quando o quarto cara chegou e vi seu pauzão adentrando a abertura, pirei. Mesmo meio mole, era bem grosso, o campeão da grossura até o momento. Quase sem veias, branco, circuncidado, com uma glande rosada, arredondada, proporcional ao resto e com bolas pequenas e firmes. Minha buceta tremeu e o cu piscou, então segurei a rolona, padecendo em fechá-la no diâmetro e masturbei suavemente, dei uma lambida na pontinha e rocei na língua, e logo a tora despertou, assumindo um formato também reto e engrossou mais.

—Humm... bem grosso... adorei! Comentei, e ouvi o macho rir.

Chutei 20 centímetros, e a grossura dava o tom da brabeza daquele membro dentro de uma mulher, e logo roguei aos céus para que ele aguentasse meu boquete, pois eu queria dar bem gostoso a buceta ou até o cu para ele. Comprimento importava, mas grossura, humm... se fosse daquelas de fazer engasgar antes da metade e preencher bem a xoxota, eu pirava mesmo. Efeito Valdo e Rodrigo, que por terem caralhões bem grossos, me deixaram mal-acostumada...

 Ouvi o homem dizer alguma coisa ao sentir minha boca começar a mamar sua tora, porém o barulho da boate, mesmo longe, não me deixou captar bem o que ele disse, mas foda-se, provavelmente foi um elogio, porque mamei devota, tarada e grunhindo, aumentando meu tesão ao masturbar suavemente e ver minha mão sequer fechando na espessura.

De repente ouvi meu celular tocar. É, esqueci de desliga-lo, mas não o fiz porque temi ouvir um interrogatório do chifrudo ao chegar em casa, então pedi licença ao macho, ele assentiu e corri para atender, e para meu desespero... era o corno. E agora? O barulho do ambiente era longe, mas razoavelmente audível, e o som da TV, do filme pornô... esse sim podia me complicar...        

CONTINUA

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Olá queridos alunos, espero que esteja tudo bem com vocês.

Gostaria de agradecer aos comentários de todos na postagem do prólogo. Eu fico muito feliz mesmo em ver a participação de vocês, isso é um importantíssimo termômetro e incentivo para que eu continue assiduamente me dedicando ao blog, numa troca de confiança saudável e necessária. 

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Bem, vou responder alguns comentários feitos na postagem do prólogo, mas antes, preciso saber se a pessoa que comentou, volta à postagem para ver se foi respondida, e preciso que esses leitores se manifestem nesse post, claro, mantendo o anonimato se quiserem, pois caso o façam, vou respondê-los diretamente em seus respectivos comentários, separando um tempo exclusivamente para isso, pois como são comentários anônimos, fica difícil saber se quem comentou, verifica depois se foi respondido.

Novamente, não compensa postar no final de semana. Lembrem-se: esse blog não é minha renda extra, eu não recebo um puto furado por acesso, retenção ou comentário, claro, a participação e o engajamento de vocês ajuda o blog a ter evidência no Google, e isso vale mais que dinheiro.

Creio que todos aqui preferem curtir o final de semana, seja para namorar, transar, viajar, ir ao cinema, estar com a família, enfim. Eu entendo, pois quando não estou me esbaldando em um pauzão, saio, visito as amigas, recebo amigos... se bem que ultimamente eu só tenho mesmo é dormido, pois o cansaço dessa jornada de dois turnos dando aulas, está acabando com meu corpo e meus nervos...

Felizmente consegui postar hoje, pois nos demais dias não iria dar certo, e farei o possível para me organizar e voltar a publicar sempre na quarta-feira. A quinta na verdade é o meu "dia de tolerância", para caso eu não consiga publicar entre segunda e quarta. Aí dedico a quinta impreterivelmente para fazê-lo. Por enquanto só consigo manter uma postagem semanal, e pelo visto será assim até o final do ano. De acordo com minhas contas, a última postagem de 2025, trará MIGUEL, o advogado.

Um leitor fez uma pergunta interessante, ele comentou sobre as roupas eróticas que uso em algumas fotos. Adoro esse tipo de curiosidade, e vamos lá: algumas roupas eu comprei, a maioria ganhei, outras são emprestadas ou fornecidas nos eventos. Em alguns relatos eu exponho isso, sobre as roupas eróticas disponíveis. Nos relatos vindouros, vocês lerão trechos onde ganho as roupas e compro outras. Obviamente que essas fantasias não estão guardadas em minha casa...

Sobre as fotos. Bem, a dessa, da penúltima e última partes, serão explícitas, mas a do final será bem peculiar, e de novo, estou muito ansiosa para ver a repercussão do desfecho, o qual já será esboçado na próxima postagem. Adianto que não tirei fotos DESSA Festa do Leite, mas de outras...

Espero que tenham gostado da foto dessa publicação, ela é bem sacana, os dois estiveram na Festa do Leite desse relato. E estou surpresa com a baixa repercussão na foto explícita de Cleiton, vocês pediram que eu trocasse, eu troquei e só tive um comentário. Não entendi, se eu não tivesse trocado estariam me cobrando e comentando que "não cumpro minha palavra", mas enfim, quero comentários nessa postagem, e se o engajamento for bom, posto na segunda.

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Beijos, tenham um resto de semana maravilhoso e vitorioso. 

Comentários

  1. Silêncio!!!
    Minha "Netflix Erotica" começou.... Essa série está sendo, disparadamente, a melhor do blog!

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  2. Amamos a foto com o Cleiton, professora. Pode ficar tranquila. É que estamos focados nessa sequência de contos que está fantástica.

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  3. Nossa mas que delícia de conto Luciana... Que delícia e essa foto está top demais. Quando leite de pau vc engoliu!

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  4. Ansioso pelo próximos capítulos. As fotos estão fazendo jus ao nível de cada conto.

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  5. Professora Luciana. Vc é uma professora, certo? Vc elabora e aplica provas. Pq vc não faz o mesmo aqui pra nós leitores? Pq não faz um "quiz" ou prova de conhecimento sobre os contos postados até aqui valendo "nota" e a recompensa ser algo bem picante? Me disponibilizo até em ajudar se quiser....

    Esse comentário eu quero que seja respondido aqui. Beijos❤️😘😘

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    1. Olá meu querido, boa noite. Gostei da sugestão, quem sabe futuramente eu faça algo do tipo. Beijos e obrigada pelo comentário.

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  6. Silêncio que a minha "Netflix Erotica" começou.... Essa série está sendo, disparadamente, a melhor do blog até aqui.

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  7. Ah....ela está de volta..... excelente texto...agora a touca na foto não lhe fez jus professora...
    Beijos
    Beto

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    1. Esse dia foi bem especial e gostoso, teve dois momentos sexuais distintos e maravilhosos, por isso usei a touca no primeiro, fazia parte do fetiche e do tema. No segundo momento, já fui sem a touca e vestida à caráter, rsrsrs.

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  8. Esperando pela continuação desse conto. A fotos estão cada vez melhores. Obrigado professorinha.

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  9. Esse conto foi uma delícia e que foto top. Olha como está lambuzada de leite de pauzudo.

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  10. Uma observação interessante. Se o MIGUEL irá aparecer no final do ano aqui no calendário do blog então isso nós traz algumas conclusões. Vc já está divorciada e o conto irá tratar do divórcio(o mais provável pois essa vida que leva uma hora vai dar "ruin"); ou ele virou corno manso(muito pouco provável);

    Pelo visto hoje vai rolar contoooo

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    1. Boa noite meu querido. Brilhante observação, mas... você quase acertou seu palpite, bateu na trave, digamos que é quase isso, rsrsrs. Beijos.

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  11. Esse branco da foto aí é o Odair. Acertei Professora?

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    1. Boa noite meu querido. Não... Odair não é branco, é moreno (ou pardo), ele está em duas fotos da minissérie "O GOSTO AMARGO DA INFIDELIDADE".

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