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—Eu queria muito brincar com vocês, mas tô aqui a trabalho! Disse
Kézia, e rimos.
—Dá pra trabalhar e se divertir também, sabia? Atiçou Odair, e rimos
mais.
—Eu sei, mas... não vim preparada psicologicamente pra isso! Rebateu
Kézia. Mais risos.
—O convite tá feito, se quiser, é só chegar e pronto! Nem precisa
pedir! Avisou Benício.
—Pois é, adoraria saber se essa Pimentinha arde gostoso, mas reitero o
convite, se estiver afim, é só chegar chegando! Provoquei e rimos alto, em
seguida me abaixei, segurando e punhetando as piroconas, fitando Kézia, que
sorria, sacudindo a cabeça lentamente.
Fazia tempo que eu não sentia aquele friozinho delicioso na barriga ao
encarar dois pauzudos. Confesso que na hora senti medo, ali eram dois calibres
bem respeitosos, principalmente o de Benício, que lembrava Ariovaldo na
grossura, e foi o escolhido para iniciarmos a putaria; inclinei a cabeça para o
lado direito e abocanhei a tora, enquanto punhetava o moreno, e na hora pirei,
que grossura deliciosa, preenchia gostoso minha boca e minha mão lutava para fechar.
Benício gemeu tarado ao sentir minha boca, fui até quase a metade e
travei, engasgando gostoso, mas não recuei, o esputo começava a vazar e cair e
comecei o vai e vem ao passo que punhetava Odair, depois fui pro pauzão do
moreno, que perdia na grossura por pouco e caprichei, quase engolindo; parei,
fazendo “sim” bem rápido com a cabeça e ele gemeu alto um palavrão, tirei, bati
o pauzão na cara e abocanhei de novo, depois diz o mesmo com Benício.
Ele segurou minha nuca e empurrou. As lágrimas verteram, tossi e não
arredei, o macho soltou e busquei o ar, com saliva caindo em minhas coxas e
mais um pouco vazando. Pus a língua para fora e Odair veio, roçou e deu batidas
bem safadas, e enfiou devagar até travar, e mamei, tarada, ruidosa e soltando
baba, tirei, puxei os dois cacetões mais para perto e os esfreguei nas
bochechas, e beijei as glandes, lambi e abocanhei ambas, possessa de tesão.
—Isso, que boca malvada essa morena tem! Comentou Benício. Pisquei para
ele.
—Vai casadinha, chupa, chupa essa pica todinha! Atiçou Odair.
—Claro meus amores... vou me acabar nesses pauzões! Provoquei, e
continuei, fui até mais da metade em um movimento só no pauzão de Benício,
engasguei na grossura deliciosa, tossi e mais saliva caiu, tirei, o pau todo
babado, passei no rosto e lambi.
Aparei o esputo na mão direita e passei nos meus seios, grunhindo
tarada, em seguida caí de boca no de Odair, e mamei atolando, ele prendeu minha
cabeça e tossi mais, depois soltou e arfei, rindo tarada, punhetando ambos com
força e ódio daquele corno maldito. Também passei a saliva nos peitos e no
rosto, me lambuzando, devassa, tarada.
—Eita, a Luciana sabe dar um trato de responsa numa pica hein! Comentou
Kézia.
—Será? Acho que preciso de ajuda hein? Comentei, e gargalhamos. Ela
corou.
—Gaiata, vai mulher, se acaba nesses pauzudos, que eu nem ia assistir,
mas só de ver o jeito que tu chupa uma pomba... resolvi ficar e ver! Comentou
Kézia, e demos mais risadas.
—Bora ver se tu se aguenta ficar só vendo! Atiçou Benício, e Kézia riu
sapeca.
—Ei Luciana, você costuma... usar algum brinquedo durante suas transas?
Indagou Odair, sorrindo maroto. Olhei para ele com a cabeça inclinada e
sorrindo, cabreira.
—Brinquedo... tipo vibrador? Piroca de borracha? Respondi, perguntando.
—É... também, mas... tô falando disso aqui! Com licença! Respondeu
Odair, que se afastou, foi até uma nécessaire azul-marinho que havia em uma
poltrona e veio rapidamente, a abriu e me mostrou um objeto que me deixou bem
encucada e curiosa. Uau, era bonito.
Ele me entregou e aceitei, curiosa. O formato lembrava ligeiramente aquele
símbolo do baralho, a espada. Idêntico, mas não pontiagudo, óbvio. Era de
metal, folheado a ouro, com uma base redonda um pouco grande e com um rubi
(devia ser imitação, claro) colado, uma haste fina que sustentava o formato
meio cônico, que também lembrava uma pêra. Era largo no meio.
—É... o que é isso? Indaguei, observando bem atenta. O diâmetro era
semelhante ao de uma das rolas dos caras, e logo a lógica foi me dando a
resposta: Aquilo era para enfiar no cu...
—É um plugue anal, serve pra dar uma relaxada, deixar o ânus relaxado
pro sexo anal! Respondeu Odair, e fitei ele, o objeto e dei um sorrisinho
sapeca, depois indaguei, atiçando:
—Quer que eu enfie isso no meu cu, para facilitar a entrada dos paus de
vocês?
—Só... se você quiser, tô só sugerindo pra apimentar mais a coisa!
Disse Odair.
—Tu nem sabe se a mulher vai fazer anal e oferece isso, macho? Comentou
Kézia, rindo.
—Combinamos antes, minha filha, vai ter DP, mas se ela mudar de ideia,
tranquilo, a gente curte gostoso do mesmo jeito! Retrucou Benício, e demos
risada. Aquilo me instigou...
—Você costuma usar esse plugue anal, Kézia? Perguntei, provocando. Eu
queria muito que ela participasse, não por medo de não dar conta dos caras
sozinha, mas porque eu amo ver uma mulher levando rola grande, e também para
saber se ela era digna de Rodrigo mesmo.
—Uso sim, mas não é sempre, só quando quero uma sacanagem braba! Meu
conselho? Experimenta, se incomodar, porque incomoda um pouco no começo, tira,
mas é gostoso viu? Um brinquedinho de vez em quando deixa a coisa mais...
sacana! Respondeu Kézia, atiçando.
—Tá esterilizado viu? Totalmente seguro, se quiser...! Avisou Odair,
que me mostrou os produtos usados para esterilização. Gostei e resolvi aceitar,
só pela honestidade deles...
—Mas... não tem perigo disso aqui ser engolido pelo meu cu não né?
Indaguei, e eles riram alto. —Ai gente, eu não sou tão moderninha assim como
vocês, estou aprendendo! Completei, me levantando. Os dois machos me abraçaram,
rindo. Eu estava ruborizada.
—Tem não Lu, essa haste na base existe pra impedir isso! Quer tentar? Disse e
propôs Odair.
—É... sim, por que não? Respondi, aceitando. Os machos sorriram, o
moreno esterilizou o plugue diante de mim, afim de tirar qualquer dúvida, mas Benício
aflorou sua “quinta série”:
—Ei Odair, tu anda com esse plugue anal por que? Curte usar também é?
—Aí dentro! Tu é doido é macho? Retrucou Odair, e gargalhei. Kézia
também.
—Não pô, nada contra, cada um é livre pra curtir o que quiser! Disse
Benício, mais risos.
—Tu é doido é? Uso isso aqui com as mulheres, parece que é besta!
Rebateu Odair, rindo, e mais risadas. Não pensei que esse encontro seria
descontraído assim. Eu precisava disso.
As piadinhas cessaram. Vieram em boa hora, então Odair me botou de
quatro no sofá.
Ambos começaram a revezar um oral delicioso, tanto no meu cu, quanto na
xoxota, e eu gemia feito louca. Senti dois dedos de Odair suavemente no meu
rabo, preparando o caminho para o plugue, enquanto Benício devorava
deliciosamente minha buceta cada vez mais melada, depois foi o moreno que
aplicou uma chupada cruel nos dois buracos, e o branco continuava preparando
meu cu, com destreza e muito tesão, puta merda, aquilo estava delicioso demais...
Odair pegou o lubrificante e besuntou meu cu cuidadosamente. Ele já
estava bem melado de saliva, mas enfim, Odair quis me deixar segura e gostei da
atitude. Eu mamava Benício, tarada e o moreno anunciou que ia enfiar o plugue.
Parei de chupar e empinei mais a bunda, senti a presença de Kézia mais perto, e
vi seus olhos ávidos. Se ela entrasse... seria outro nível.
Dei um gemido alto ao sentir a pontinha do plugue entrando, aquele
arrepio gostoso, mas obviamente, diferente de um pênis, a parte mais larga logo
alargou bem meu cu. Ele foi metendo sem pressa, devagar enquanto eu gemia
manhosa e sentia sim um pouco de dor, afinal, era um objeto metálico e com um
peso considerável até, mas suportável. Punhetei Benício enquanto o plugue
avançava, dilatando meu ânus, até que senti a haste, que rapidamente foi
absorvida. Pus a mão e senti a base. Pronto, meu cu estava plugado...
A sensação era estranha, mas não a ponto de me fazer achar aquilo algo bizarro
ou coisa de louco. Doía um pouco sim, mas como toda novidade exige costume ou
rejeição, decidi deixar rolar, se virasse algo que incomodasse a ponto de minar
meu tesão, eu mandaria tirar.
—E aí? O que achou? Perguntou Odair, atento!
—É como Kézia disse: Está incomodando um pouco, mas... não acho que vai
comprometer o encontro, então vamos continuar! Respondi, segura e todos
vibraram.
—Uma hora tu nem vai sentir muito, é só relaxar, até porque tu aguenta
a chibata do Abençoado né? O que é um plugue anal comparado com aquilo?
Provocou Kézia, e...
Silêncio total no recinto. Vi os olhares de Benício e Odair, não
sérios, mas descrentes...
—Você... já transou com o Abençoado? Tá curtindo com ele? Indagou
Benício, cabreiro.
—Sou fixa dele! Algum problema? Admiti e indaguei, serena. Odair
comentou, surpreso:
—Eita... a mulher é de alto nível! Suzy não comentou nada disso com a
gente!
—O que foi? Estão intimidados por causa disso? Questionei, com tom de
voz ácido.
—Da minha parte, não, mas não deixa de ser uma surpresa! Respondeu
Benício.
—Eu também tô tranquilo, mas... é uma surpresa mesmo, porque as outras
fixas dele são bem fechadas, mas enfim... bora seguir! Endossou Odair, com
semblante animado.
—Fico aliviada, pelas caras que vocês fizeram, pareciam ter ficado com
medo, ou algo do tipo! Comentei, provocando, e eles riram. Fitei Kézia, e ela
sorriu sapeca...
Quando me acocorei de novo para mamar os pauzudos mais um pouco, senti
uma fisgada chatinha no cu por conta do plugue, até fiz uma leve careta. Tateei
e senti que aquilo estava literalmente embutido no meu ânus, firme como se
tivesse sido grampeado...
Revezei o boquete, mas dei atenção maior no pirocão grosso de Benício.
Além de ter uma rolona bonita e encorpada, era deliciosa de se chupar; claro, a
de Odair também, porém, há sempre um que mexe mais com a gente, só restava
saber qual dos dois iria entregar um sexo além das minhas expectativas, agora
que ambos sabiam do meu lance com Rodrigo.
O escolhido para me comer primeiro foi Benício. A sala seria o palco da
nossa surubinha, ele sentou-se no sofá, pôs a camisinha, afastei mais a parte
de baixo do body para o lado e montei de frente para ele, segundo orientação do
mesmo, para que o plugue não incomodasse muito. Pincelei o picão no meu grelo,
para balancear as fisgadas do plugue anal e sentei aos poucos. Humm... entrava
gostoso, apoiei as mãos nos ombros dele, e senti alargando rapidamente minhas
carnes, me fazendo gemer.
Odair subiu no sofá, e com sua jeba gostosa abafou meu gemido alto, ao
sentir a tora grossa atolada em minha xana gulosa, e Benício começou a estocar,
sem pressa, e eu comecei o gingado suave, grunhindo e mamando. A camisinha
começou a incomodar um pouco...
A saliva escorria conforme eu chupava, Benício segurava minha cintura e
socava gostoso, em um gingado perfeito alinhado com o meu. Que delícia, eu
grunhia alto, alternando entre grave e agudo, arrepiada com aquele pauzão largo
na minha buceta, mesmo encapado, e foi aí que o plugue anal fez um efeito
delicioso, surpreendente.
Odair tirou sua rolona da minha boca e passou em meu rosto enquanto eu
gemia feito uma louca levando pica sem parar na xoxota. Agarrei a tora do
moreno e punhetei gostoso, rebolando na que estava dentro de mim, gemendo
gostoso e já suando. Benício dava estocadas, agora incisivas, me roubando mais
gemidos e alguns gritos agudos que expeliam palavrões.
—AAAAHHH! CARALHOOO, DELÍCIAAA, SOCA, SOCA! Gritei, surtada. Benício me
envolvia em um abraço delicioso e estocava na medida certinha, alinhado
magistralmente e após meu brado de ordem, socou com força, e o plugue anal
impulsionou meu tesão.
Três estocadas seguras, na última, ele deu aquela paradinha marota, com
o pauzão atolado e pirei, depois dois tapinhas no meu rabo. Entendi... era a
vez de Odair, ou, ele não estava aguentando (risos). Levantei, e dei aquela
encarada bruta no comedor, seguida de um sorriso devasso, tipo “mandou muito bem”,
e ele correspondeu, flertou gostoso. Adorei.
—Quer tirar o plugue, Luciana? Indagou Odair, se aprumando no sofá e
ajeitando a camisinha. Humm... o preservativo não abarcou a rolona toda, e isso
me excitou ainda mais.
—Por enquanto, não! Respondi, serena e montei, segurando firme a picona
e roçando no meu grelo, depois a cabeça entrou gostoso, deslizou um pouco do
resto e fui sentando cadenciada, em um vai e vem suave, sentindo a grossura,
também gostosa me preenchendo.
Benício veio e me pôs para mamar enquanto eu já sentia o talo do pauzão
moreno, e delirei. Odair segurou minhas ancas e assumiu o comando, com bombadas
pontuais e suaves, ao passo que eu engasgava gostoso chupando a outra tora,
grunhindo e gemendo alto. O moreno segurou firme meu rabo e “anssungou” gostoso.
Tirei a rola da boca para gritar.
—Eita que bucetinha gostosa, isso, cavalga gostoso sua safada! Disse
Odair.
Chupando o pirocão de Benício, cavalguei tarada, com o plugue anal impulsionando meu tesão e tentando não gozar. Odair mamava gostoso meu seio direito, com lambidas rápidas, mordiscadas leves e chupões arrepiantes. Ajeitei o seio na boca dele e gemi mais alto com as estocadas, deixando a saliva escorrer conforme chupava a deliciosa tora grossa e branca.
Uma hora Odair deu
aquele engate maroto e tirei o rolão da boca para gemer alto e gritar aflita, a
picona morena ia fundo, causando tremores nas minhas pernas e arrepios
violentos.
—Aaahhh, porra, pauzão gostoso do caralho, vai, soca, soca! Murmurei,
surtada.
—Fica de quatro, com esse rabão bem empinado! Mandou Odair, e obedeci,
rapidamente saí de cima e tirei o body, estava abafado. Fitei Kézia e a flagrei
se tocando...
—Vai safado, soca esse pauzão gostoso e faz a esposinha gritar de
tesão! Aticei, ficando de quatro com o rabo bem empinado e rebolando. Odair deu
um tapa estralado e provocou:
—Ê corno fuleragem, esse merece bem muito chifre! Tem pau de homem não
né?
—Tem pau de corno, se fosse de homem não levava chifre! Rebati, e
gargalhamos.
—Pra dar conta de uma delícia dessa, tem que ter pica de verdade!
atiçou Benício, alisando meus cabelos e massageando seu pauzão. Abri a boca e
ele me fez mamar gostoso.
Odair alisou meu rabo com devoção, apertou, deu tapas, abriu as
nádegas, enfiou a cara entre elas, dando uma fungada deliciosa no meu tabaco e
pincelou seu caralhão na beirada e grelo do mesmo, roçou gostoso e cutucou o
plugue anal, dando puxadas leves. Quem iria comer meu cu primeiro era Benício,
então pedi para ele deixar o plugue lá e meter.
Humm... Odair meteu e em um movimento só, suave, atolou sua rolona grossa e deu um tranco leve, me fazendo balançar as canelas e contrair os dedos dos pés conforme fazia o vai e vem devagar, dando rápidas paradinhas com o talo e bombando, me fazendo gemer alto. Ambos manjavam e muito do sexo gostoso e estavam deixando suas marcas até então.
O moreno, vendo que eu rebolava tarada,
segurou minhas ancas a acelerou o ritmo aos poucos.
Após quase gozar na tora morena, chamei Benício, que rapidinho colocou
outra camisinha. Eu queria gozar feito uma cachorra louca, só que
ensanduichada, e sabia que seria assim. Odair saiu e desencapou o pauzão
enquanto o outro já se ajeitava atrás de mim, e pedi:
—Tira o plugue! Benício começou a extrair o brinquedo, puxando devagar,
e na hora de sentir a “pera” saindo, o cu alargou e senti uma ardência gostosa,
gemendo manhosa. Ele foi tirando e o próprio cu expulsou o restante. Ele então
indagou:
—Quer que coloque de novo? Todos riram quando respondi:
—Agora eu quero é pomba, meu querido, esse seu plugue de carne dura no
meu cu!
—Essa é das minhas! Comentou Kézia, e rimos. Benício provocou:
—Na hora, esposinha safada, vou te dar o trato que o corno não sabe
dar!
—Como ele vai me dar um trato se não tem rola para isso? Respondi, e rimos
alto.
Benício deu uma chupada deliciosa no meu cu, que já estava bem
preparado por conta do plugue. Ele esfregou a cabeça de seu pauzão na entrada e
roçou, em seguida ela deslizou e gemi alto e depois grunhi. Odair varou minha
boca com seu cacetão e a picona branca foi invadindo e alargando meu rabo
faminto. A respiração acelerou e aquele arrepio gostoso veio.
O macho foi estocando devagar, penetrando mais fundo, dando umas
paradinhas médias e bombando suave, o que eu amava no anal. Mantive a bunda empinada
e o comedor seguiu metendo, quase tirando e enfiando até onde enfiou, sem
pressa, com maestria. Ele abriu minha bunda e senti aquela dor gostosa, mas que
foi atenuada por conta do plugue e continuou.
—Que cuzinho delicioso você tem... isso, rebola, eita que essa gosta de
rola grande! Comentou Benício, sussurrando enquanto metia mais, até que senti a
rola toda no meu cu.
—AAAHHHH, PUTO SAFADOOO! Isso, agora fode bem gostoso! Gritei e
ordenei.
As pernas tremeram um pouco, sinal do efeito que só uma rola de verdade
causa. Benício estocava, um pouco mais rápido, alisando e apertando minhas
nádegas, com esmero.
Eu chupava Odair com vontade, passando da metade e vertendo esputo
profusamente. Benício começava a acelerar, mas sem afobação, sem me machucar
além do aceitável que toda rola grande e grossa machuca, pois o parceiro também
iria querer me enrabar e eu também daria meu cu bem gostoso para ele. Grunhi
alto, e quando atinei, Kézia estava bem pertinho, vendo tudo, com olhos bem
atentos e flamejantes, com os bicos de seus seios petrificados.
—V-Vai ficar... só olhando? Bora mulher... bora brincar bem gostoso,
bora botar mais chifres nesses cornos de merda com quem casamos! Aticei,
levando rola no cu com mais força.
Kézia contraiu os lábios e sorriu sapeca, mordeu o lábio inferior e
disse:
—Mulher... não me atenta não, eu só vim te perguntar se tu quer uma
foto, essa cena tá perfeita! Disse Kézia, e não segurei uma risada alta. Os
machos pararam para rir também.
—Ô “queixo véi paia” esse viu, Pimentinha! Retrucou Odair, e
gargalhamos. Ela riu mais.
—Ó Kézia, tem camisinha sobrando aqui, tu trouxe teu exame, e mesmo que
não tivesse trazido, a gente te conhece e sabe que tu é limpinha e se cuida
muito bem, eu vejo nos teus olhos que tu quer entrar na putaria, então... tira
a roupinha e bora! Atiçou Benício.
Ela mexeu nos cabelos, olhando para o pauzão de Odair e o gingado de
Benício, que retomara as bombadas deliciosas no meu cu, e para atiçar mais,
abocanhei a rola morena e a encarei, lambi, passei no rosto e punhetei, em
seguida ofereci a ela, que sacudiu a cabeça, rindo.
—Vontade não me falta, juro por Deus, o clima tá massa! Respondeu a
Pimentinha, tesa.
—Oxe, então bora, mulher, tu acabou de dizer que tá com vontade e o
clima tá massa, o que é que tá te segurando, pô? Retrucou Odair, e ela riu
mais, então... pegou na rolona dele.
—Aêêê, bora Pimentinha, arrocha o nó! Agitou Benício, que socou gostoso
no meu cu, e dei um gemido alto. Kézia subiu a camiseta e caiu de boca na
picona de Odair, que gemeu alto.
—Puta que pariu, que baixinha braba da porra, isso, chupa, chupa sua
safada! Disse Odair, mordendo o lábio inferior, segurando a cabeça de Kézia e
bombando, e ela?
Chupava com fome, rápido, já vertendo saliva e punhetando com força.
Enquanto meu cu era fodido por Benício, eu fitava Kézia, que batia a rolona
morena na língua, mordiscava a glande, passava o pau no rosto e abocanhava de
novo, e Odair gingava em um vai e vem cadenciado, que a fez engasgar, tirar
ofegante e masturbar com um tesão assustador no olhar.
—Vai Benício, me fode, me fode, soca esse pauzão no meu cu e me
arromba! Pedi, já surtando, com o tesão mais impulsionado, e ele obedeceu, me
fez gritar com as estocadas.
Kézia tirou toda a roupa, fez
Odair se esparramar no sofá, ajoelhou-se entre as pernas dele, que já preparava
a camisinha e continuou chupando, tarada. A destreza dela com um pauzão me
chamou atenção. Tentava engolir e quase conseguiu, grunhia, gemia e mamava como
se sua vida dependesse daquilo, tirava, dando um gemido gutural, toda babada e
ria.
—Vem Benício, quero te mamar
também! Pediu Kézia, arfando e mais tarada.
—Vai, agora é a vez do Odair! Falei, e Benício saiu do meu cu e tirou a
camisinha. Odair já encapara seu caralhão e rapidamente ficou de pé, em seguida
veio para trás de mim.
Enquanto Odair preparava meu cu, o lubrificando, alisando e apertando minha bunda, Kézia chupava Benício, e foi nítida a preferência dela por ele. Ela chupava com esmero, com uma tara diferente, em movimentos cadenciados e suaves, remexendo os lábios...
CONTINUA
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Comentários

Foto maravilhosa....raba enorme do caralho...o fio dental foi desnecessário professora....delícia de conto...
ResponderExcluirUm beijo nessa raba enorme....que regada maravilhosa....
Seu aluno Beto
A melhor foto até agora!
ResponderExcluirAnsioso pra ver vc e a Késia numa DP frenética!!!
ResponderExcluirFoto gostosa!!!
ResponderExcluirProfessora que é o cara da foto? É o Benício?
ResponderExcluirOdair. Benício estará na foto da próxima postagem.
ExcluirO sorriso de satisfação da professora na foto sentindo a pirocona encostada no rabão kkkk.
ResponderExcluirEsperando o próximo conto.... DP será uma delícia. Pena que Raimunda não está......
ResponderExcluirA sorte é que tem rola grande. Ô cabra desmantelado viu kkkkkkkkkk
ResponderExcluirProfessora a Késia irá aparecer em alguma foto das próximas postagens?
ResponderExcluir