123 - O GOSTO AMARGO DA INFIDELIDADE – PARTE 6


 

—Eu queria muito brincar com vocês, mas tô aqui a trabalho! Disse Kézia, e rimos.

—Dá pra trabalhar e se divertir também, sabia? Atiçou Odair, e rimos mais.

—Eu sei, mas... não vim preparada psicologicamente pra isso! Rebateu Kézia. Mais risos.

—O convite tá feito, se quiser, é só chegar e pronto! Nem precisa pedir! Avisou Benício.

—Pois é, adoraria saber se essa Pimentinha arde gostoso, mas reitero o convite, se estiver afim, é só chegar chegando! Provoquei e rimos alto, em seguida me abaixei, segurando e punhetando as piroconas, fitando Kézia, que sorria, sacudindo a cabeça lentamente.

Fazia tempo que eu não sentia aquele friozinho delicioso na barriga ao encarar dois pauzudos. Confesso que na hora senti medo, ali eram dois calibres bem respeitosos, principalmente o de Benício, que lembrava Ariovaldo na grossura, e foi o escolhido para iniciarmos a putaria; inclinei a cabeça para o lado direito e abocanhei a tora, enquanto punhetava o moreno, e na hora pirei, que grossura deliciosa, preenchia gostoso minha boca e minha mão lutava para fechar.

Benício gemeu tarado ao sentir minha boca, fui até quase a metade e travei, engasgando gostoso, mas não recuei, o esputo começava a vazar e cair e comecei o vai e vem ao passo que punhetava Odair, depois fui pro pauzão do moreno, que perdia na grossura por pouco e caprichei, quase engolindo; parei, fazendo “sim” bem rápido com a cabeça e ele gemeu alto um palavrão, tirei, bati o pauzão na cara e abocanhei de novo, depois diz o mesmo com Benício.

Ele segurou minha nuca e empurrou. As lágrimas verteram, tossi e não arredei, o macho soltou e busquei o ar, com saliva caindo em minhas coxas e mais um pouco vazando. Pus a língua para fora e Odair veio, roçou e deu batidas bem safadas, e enfiou devagar até travar, e mamei, tarada, ruidosa e soltando baba, tirei, puxei os dois cacetões mais para perto e os esfreguei nas bochechas, e beijei as glandes, lambi e abocanhei ambas, possessa de tesão.

—Isso, que boca malvada essa morena tem! Comentou Benício. Pisquei para ele.

—Vai casadinha, chupa, chupa essa pica todinha! Atiçou Odair.

—Claro meus amores... vou me acabar nesses pauzões! Provoquei, e continuei, fui até mais da metade em um movimento só no pauzão de Benício, engasguei na grossura deliciosa, tossi e mais saliva caiu, tirei, o pau todo babado, passei no rosto e lambi.

Aparei o esputo na mão direita e passei nos meus seios, grunhindo tarada, em seguida caí de boca no de Odair, e mamei atolando, ele prendeu minha cabeça e tossi mais, depois soltou e arfei, rindo tarada, punhetando ambos com força e ódio daquele corno maldito. Também passei a saliva nos peitos e no rosto, me lambuzando, devassa, tarada.

—Eita, a Luciana sabe dar um trato de responsa numa pica hein! Comentou Kézia.

—Será? Acho que preciso de ajuda hein? Comentei, e gargalhamos. Ela corou.

—Gaiata, vai mulher, se acaba nesses pauzudos, que eu nem ia assistir, mas só de ver o jeito que tu chupa uma pomba... resolvi ficar e ver! Comentou Kézia, e demos mais risadas.

—Bora ver se tu se aguenta ficar só vendo! Atiçou Benício, e Kézia riu sapeca.

—Ei Luciana, você costuma... usar algum brinquedo durante suas transas? Indagou Odair, sorrindo maroto. Olhei para ele com a cabeça inclinada e sorrindo, cabreira.

—Brinquedo... tipo vibrador? Piroca de borracha? Respondi, perguntando.

—É... também, mas... tô falando disso aqui! Com licença! Respondeu Odair, que se afastou, foi até uma nécessaire azul-marinho que havia em uma poltrona e veio rapidamente, a abriu e me mostrou um objeto que me deixou bem encucada e curiosa. Uau, era bonito.

Ele me entregou e aceitei, curiosa. O formato lembrava ligeiramente aquele símbolo do baralho, a espada. Idêntico, mas não pontiagudo, óbvio. Era de metal, folheado a ouro, com uma base redonda um pouco grande e com um rubi (devia ser imitação, claro) colado, uma haste fina que sustentava o formato meio cônico, que também lembrava uma pêra. Era largo no meio.

—É... o que é isso? Indaguei, observando bem atenta. O diâmetro era semelhante ao de uma das rolas dos caras, e logo a lógica foi me dando a resposta: Aquilo era para enfiar no cu...

—É um plugue anal, serve pra dar uma relaxada, deixar o ânus relaxado pro sexo anal! Respondeu Odair, e fitei ele, o objeto e dei um sorrisinho sapeca, depois indaguei, atiçando:

—Quer que eu enfie isso no meu cu, para facilitar a entrada dos paus de vocês?

—Só... se você quiser, tô só sugerindo pra apimentar mais a coisa! Disse Odair.

—Tu nem sabe se a mulher vai fazer anal e oferece isso, macho? Comentou Kézia, rindo.

—Combinamos antes, minha filha, vai ter DP, mas se ela mudar de ideia, tranquilo, a gente curte gostoso do mesmo jeito! Retrucou Benício, e demos risada. Aquilo me instigou...

—Você costuma usar esse plugue anal, Kézia? Perguntei, provocando. Eu queria muito que ela participasse, não por medo de não dar conta dos caras sozinha, mas porque eu amo ver uma mulher levando rola grande, e também para saber se ela era digna de Rodrigo mesmo.

—Uso sim, mas não é sempre, só quando quero uma sacanagem braba! Meu conselho? Experimenta, se incomodar, porque incomoda um pouco no começo, tira, mas é gostoso viu? Um brinquedinho de vez em quando deixa a coisa mais... sacana! Respondeu Kézia, atiçando.

—Tá esterilizado viu? Totalmente seguro, se quiser...! Avisou Odair, que me mostrou os produtos usados para esterilização. Gostei e resolvi aceitar, só pela honestidade deles...

—Mas... não tem perigo disso aqui ser engolido pelo meu cu não né? Indaguei, e eles riram alto. —Ai gente, eu não sou tão moderninha assim como vocês, estou aprendendo! Completei, me levantando. Os dois machos me abraçaram, rindo. Eu estava ruborizada.

—Tem não Lu, essa haste na base existe pra impedir isso! Quer tentar? Disse e propôs Odair.

—É... sim, por que não? Respondi, aceitando. Os machos sorriram, o moreno esterilizou o plugue diante de mim, afim de tirar qualquer dúvida, mas Benício aflorou sua “quinta série”:

—Ei Odair, tu anda com esse plugue anal por que? Curte usar também é?

—Aí dentro! Tu é doido é macho? Retrucou Odair, e gargalhei. Kézia também.

—Não pô, nada contra, cada um é livre pra curtir o que quiser! Disse Benício, mais risos.

—Tu é doido é? Uso isso aqui com as mulheres, parece que é besta! Rebateu Odair, rindo, e mais risadas. Não pensei que esse encontro seria descontraído assim. Eu precisava disso.

As piadinhas cessaram. Vieram em boa hora, então Odair me botou de quatro no sofá.

Ambos começaram a revezar um oral delicioso, tanto no meu cu, quanto na xoxota, e eu gemia feito louca. Senti dois dedos de Odair suavemente no meu rabo, preparando o caminho para o plugue, enquanto Benício devorava deliciosamente minha buceta cada vez mais melada, depois foi o moreno que aplicou uma chupada cruel nos dois buracos, e o branco continuava preparando meu cu, com destreza e muito tesão, puta merda, aquilo estava delicioso demais...

Odair pegou o lubrificante e besuntou meu cu cuidadosamente. Ele já estava bem melado de saliva, mas enfim, Odair quis me deixar segura e gostei da atitude. Eu mamava Benício, tarada e o moreno anunciou que ia enfiar o plugue. Parei de chupar e empinei mais a bunda, senti a presença de Kézia mais perto, e vi seus olhos ávidos. Se ela entrasse... seria outro nível.

Dei um gemido alto ao sentir a pontinha do plugue entrando, aquele arrepio gostoso, mas obviamente, diferente de um pênis, a parte mais larga logo alargou bem meu cu. Ele foi metendo sem pressa, devagar enquanto eu gemia manhosa e sentia sim um pouco de dor, afinal, era um objeto metálico e com um peso considerável até, mas suportável. Punhetei Benício enquanto o plugue avançava, dilatando meu ânus, até que senti a haste, que rapidamente foi absorvida. Pus a mão e senti a base. Pronto, meu cu estava plugado...

A sensação era estranha, mas não a ponto de me fazer achar aquilo algo bizarro ou coisa de louco. Doía um pouco sim, mas como toda novidade exige costume ou rejeição, decidi deixar rolar, se virasse algo que incomodasse a ponto de minar meu tesão, eu mandaria tirar.

—E aí? O que achou? Perguntou Odair, atento!

—É como Kézia disse: Está incomodando um pouco, mas... não acho que vai comprometer o encontro, então vamos continuar! Respondi, segura e todos vibraram.

—Uma hora tu nem vai sentir muito, é só relaxar, até porque tu aguenta a chibata do Abençoado né? O que é um plugue anal comparado com aquilo? Provocou Kézia, e...

Silêncio total no recinto. Vi os olhares de Benício e Odair, não sérios, mas descrentes...

—Você... já transou com o Abençoado? Tá curtindo com ele? Indagou Benício, cabreiro.

—Sou fixa dele! Algum problema? Admiti e indaguei, serena. Odair comentou, surpreso:

—Eita... a mulher é de alto nível! Suzy não comentou nada disso com a gente!

—O que foi? Estão intimidados por causa disso? Questionei, com tom de voz ácido.

—Da minha parte, não, mas não deixa de ser uma surpresa! Respondeu Benício.

—Eu também tô tranquilo, mas... é uma surpresa mesmo, porque as outras fixas dele são bem fechadas, mas enfim... bora seguir! Endossou Odair, com semblante animado.

—Fico aliviada, pelas caras que vocês fizeram, pareciam ter ficado com medo, ou algo do tipo! Comentei, provocando, e eles riram. Fitei Kézia, e ela sorriu sapeca...

Quando me acocorei de novo para mamar os pauzudos mais um pouco, senti uma fisgada chatinha no cu por conta do plugue, até fiz uma leve careta. Tateei e senti que aquilo estava literalmente embutido no meu ânus, firme como se tivesse sido grampeado...

Revezei o boquete, mas dei atenção maior no pirocão grosso de Benício. Além de ter uma rolona bonita e encorpada, era deliciosa de se chupar; claro, a de Odair também, porém, há sempre um que mexe mais com a gente, só restava saber qual dos dois iria entregar um sexo além das minhas expectativas, agora que ambos sabiam do meu lance com Rodrigo.

O escolhido para me comer primeiro foi Benício. A sala seria o palco da nossa surubinha, ele sentou-se no sofá, pôs a camisinha, afastei mais a parte de baixo do body para o lado e montei de frente para ele, segundo orientação do mesmo, para que o plugue não incomodasse muito. Pincelei o picão no meu grelo, para balancear as fisgadas do plugue anal e sentei aos poucos. Humm... entrava gostoso, apoiei as mãos nos ombros dele, e senti alargando rapidamente minhas carnes, me fazendo gemer.

Odair subiu no sofá, e com sua jeba gostosa abafou meu gemido alto, ao sentir a tora grossa atolada em minha xana gulosa, e Benício começou a estocar, sem pressa, e eu comecei o gingado suave, grunhindo e mamando. A camisinha começou a incomodar um pouco...

A saliva escorria conforme eu chupava, Benício segurava minha cintura e socava gostoso, em um gingado perfeito alinhado com o meu. Que delícia, eu grunhia alto, alternando entre grave e agudo, arrepiada com aquele pauzão largo na minha buceta, mesmo encapado, e foi aí que o plugue anal fez um efeito delicioso, surpreendente.

Odair tirou sua rolona da minha boca e passou em meu rosto enquanto eu gemia feito uma louca levando pica sem parar na xoxota. Agarrei a tora do moreno e punhetei gostoso, rebolando na que estava dentro de mim, gemendo gostoso e já suando. Benício dava estocadas, agora incisivas, me roubando mais gemidos e alguns gritos agudos que expeliam palavrões.

AAAAHHH! CARALHOOO, DELÍCIAAA, SOCA, SOCA! Gritei, surtada. Benício me envolvia em um abraço delicioso e estocava na medida certinha, alinhado magistralmente e após meu brado de ordem, socou com força, e o plugue anal impulsionou meu tesão.

Três estocadas seguras, na última, ele deu aquela paradinha marota, com o pauzão atolado e pirei, depois dois tapinhas no meu rabo. Entendi... era a vez de Odair, ou, ele não estava aguentando (risos). Levantei, e dei aquela encarada bruta no comedor, seguida de um sorriso devasso, tipo “mandou muito bem”, e ele correspondeu, flertou gostoso. Adorei.

—Quer tirar o plugue, Luciana? Indagou Odair, se aprumando no sofá e ajeitando a camisinha. Humm... o preservativo não abarcou a rolona toda, e isso me excitou ainda mais.

—Por enquanto, não! Respondi, serena e montei, segurando firme a picona e roçando no meu grelo, depois a cabeça entrou gostoso, deslizou um pouco do resto e fui sentando cadenciada, em um vai e vem suave, sentindo a grossura, também gostosa me preenchendo.

Benício veio e me pôs para mamar enquanto eu já sentia o talo do pauzão moreno, e delirei. Odair segurou minhas ancas e assumiu o comando, com bombadas pontuais e suaves, ao passo que eu engasgava gostoso chupando a outra tora, grunhindo e gemendo alto. O moreno segurou firme meu rabo e “anssungou” gostoso. Tirei a rola da boca para gritar.

—Eita que bucetinha gostosa, isso, cavalga gostoso sua safada! Disse Odair.

Chupando o pirocão de Benício, cavalguei tarada, com o plugue anal impulsionando meu tesão e tentando não gozar. Odair mamava gostoso meu seio direito, com lambidas rápidas, mordiscadas leves e chupões arrepiantes. Ajeitei o seio na boca dele e gemi mais alto com as estocadas, deixando a saliva escorrer conforme chupava a deliciosa tora grossa e branca. 

Uma hora Odair deu aquele engate maroto e tirei o rolão da boca para gemer alto e gritar aflita, a picona morena ia fundo, causando tremores nas minhas pernas e arrepios violentos.

—Aaahhh, porra, pauzão gostoso do caralho, vai, soca, soca! Murmurei, surtada.

—Fica de quatro, com esse rabão bem empinado! Mandou Odair, e obedeci, rapidamente saí de cima e tirei o body, estava abafado. Fitei Kézia e a flagrei se tocando...

—Vai safado, soca esse pauzão gostoso e faz a esposinha gritar de tesão! Aticei, ficando de quatro com o rabo bem empinado e rebolando. Odair deu um tapa estralado e provocou:

—Ê corno fuleragem, esse merece bem muito chifre! Tem pau de homem não né?

—Tem pau de corno, se fosse de homem não levava chifre! Rebati, e gargalhamos.

—Pra dar conta de uma delícia dessa, tem que ter pica de verdade! atiçou Benício, alisando meus cabelos e massageando seu pauzão. Abri a boca e ele me fez mamar gostoso.

Odair alisou meu rabo com devoção, apertou, deu tapas, abriu as nádegas, enfiou a cara entre elas, dando uma fungada deliciosa no meu tabaco e pincelou seu caralhão na beirada e grelo do mesmo, roçou gostoso e cutucou o plugue anal, dando puxadas leves. Quem iria comer meu cu primeiro era Benício, então pedi para ele deixar o plugue lá e meter.

Humm... Odair meteu e em um movimento só, suave, atolou sua rolona grossa e deu um tranco leve, me fazendo balançar as canelas e contrair os dedos dos pés conforme fazia o vai e vem devagar, dando rápidas paradinhas com o talo e bombando, me fazendo gemer alto. Ambos manjavam e muito do sexo gostoso e estavam deixando suas marcas até então. 

O moreno, vendo que eu rebolava tarada, segurou minhas ancas a acelerou o ritmo aos poucos.

Após quase gozar na tora morena, chamei Benício, que rapidinho colocou outra camisinha. Eu queria gozar feito uma cachorra louca, só que ensanduichada, e sabia que seria assim. Odair saiu e desencapou o pauzão enquanto o outro já se ajeitava atrás de mim, e pedi:

—Tira o plugue! Benício começou a extrair o brinquedo, puxando devagar, e na hora de sentir a “pera” saindo, o cu alargou e senti uma ardência gostosa, gemendo manhosa. Ele foi tirando e o próprio cu expulsou o restante. Ele então indagou:

—Quer que coloque de novo? Todos riram quando respondi:

—Agora eu quero é pomba, meu querido, esse seu plugue de carne dura no meu cu!

—Essa é das minhas! Comentou Kézia, e rimos. Benício provocou:

—Na hora, esposinha safada, vou te dar o trato que o corno não sabe dar!

—Como ele vai me dar um trato se não tem rola para isso? Respondi, e rimos alto.

Benício deu uma chupada deliciosa no meu cu, que já estava bem preparado por conta do plugue. Ele esfregou a cabeça de seu pauzão na entrada e roçou, em seguida ela deslizou e gemi alto e depois grunhi. Odair varou minha boca com seu cacetão e a picona branca foi invadindo e alargando meu rabo faminto. A respiração acelerou e aquele arrepio gostoso veio.

O macho foi estocando devagar, penetrando mais fundo, dando umas paradinhas médias e bombando suave, o que eu amava no anal. Mantive a bunda empinada e o comedor seguiu metendo, quase tirando e enfiando até onde enfiou, sem pressa, com maestria. Ele abriu minha bunda e senti aquela dor gostosa, mas que foi atenuada por conta do plugue e continuou.

—Que cuzinho delicioso você tem... isso, rebola, eita que essa gosta de rola grande! Comentou Benício, sussurrando enquanto metia mais, até que senti a rola toda no meu cu.

AAAHHHH, PUTO SAFADOOO! Isso, agora fode bem gostoso! Gritei e ordenei.

As pernas tremeram um pouco, sinal do efeito que só uma rola de verdade causa. Benício estocava, um pouco mais rápido, alisando e apertando minhas nádegas, com esmero.

Eu chupava Odair com vontade, passando da metade e vertendo esputo profusamente. Benício começava a acelerar, mas sem afobação, sem me machucar além do aceitável que toda rola grande e grossa machuca, pois o parceiro também iria querer me enrabar e eu também daria meu cu bem gostoso para ele. Grunhi alto, e quando atinei, Kézia estava bem pertinho, vendo tudo, com olhos bem atentos e flamejantes, com os bicos de seus seios petrificados.

—V-Vai ficar... só olhando? Bora mulher... bora brincar bem gostoso, bora botar mais chifres nesses cornos de merda com quem casamos! Aticei, levando rola no cu com mais força.

Kézia contraiu os lábios e sorriu sapeca, mordeu o lábio inferior e disse:

—Mulher... não me atenta não, eu só vim te perguntar se tu quer uma foto, essa cena tá perfeita! Disse Kézia, e não segurei uma risada alta. Os machos pararam para rir também.

—Ô “queixo véi paia” esse viu, Pimentinha! Retrucou Odair, e gargalhamos. Ela riu mais.

—Ó Kézia, tem camisinha sobrando aqui, tu trouxe teu exame, e mesmo que não tivesse trazido, a gente te conhece e sabe que tu é limpinha e se cuida muito bem, eu vejo nos teus olhos que tu quer entrar na putaria, então... tira a roupinha e bora! Atiçou Benício.

Ela mexeu nos cabelos, olhando para o pauzão de Odair e o gingado de Benício, que retomara as bombadas deliciosas no meu cu, e para atiçar mais, abocanhei a rola morena e a encarei, lambi, passei no rosto e punhetei, em seguida ofereci a ela, que sacudiu a cabeça, rindo.

—Vontade não me falta, juro por Deus, o clima tá massa! Respondeu a Pimentinha, tesa.

—Oxe, então bora, mulher, tu acabou de dizer que tá com vontade e o clima tá massa, o que é que tá te segurando, pô? Retrucou Odair, e ela riu mais, então... pegou na rolona dele.

—Aêêê, bora Pimentinha, arrocha o nó! Agitou Benício, que socou gostoso no meu cu, e dei um gemido alto. Kézia subiu a camiseta e caiu de boca na picona de Odair, que gemeu alto.

—Puta que pariu, que baixinha braba da porra, isso, chupa, chupa sua safada! Disse Odair, mordendo o lábio inferior, segurando a cabeça de Kézia e bombando, e ela?

Chupava com fome, rápido, já vertendo saliva e punhetando com força. Enquanto meu cu era fodido por Benício, eu fitava Kézia, que batia a rolona morena na língua, mordiscava a glande, passava o pau no rosto e abocanhava de novo, e Odair gingava em um vai e vem cadenciado, que a fez engasgar, tirar ofegante e masturbar com um tesão assustador no olhar.

—Vai Benício, me fode, me fode, soca esse pauzão no meu cu e me arromba! Pedi, já surtando, com o tesão mais impulsionado, e ele obedeceu, me fez gritar com as estocadas.

                Kézia tirou toda a roupa, fez Odair se esparramar no sofá, ajoelhou-se entre as pernas dele, que já preparava a camisinha e continuou chupando, tarada. A destreza dela com um pauzão me chamou atenção. Tentava engolir e quase conseguiu, grunhia, gemia e mamava como se sua vida dependesse daquilo, tirava, dando um gemido gutural, toda babada e ria.

                —Vem Benício, quero te mamar também! Pediu Kézia, arfando e mais tarada.

—Vai, agora é a vez do Odair! Falei, e Benício saiu do meu cu e tirou a camisinha. Odair já encapara seu caralhão e rapidamente ficou de pé, em seguida veio para trás de mim.

Enquanto Odair preparava meu cu, o lubrificando, alisando e apertando minha bunda, Kézia chupava Benício, e foi nítida a preferência dela por ele. Ela chupava com esmero, com uma tara diferente, em movimentos cadenciados e suaves, remexendo os lábios... 

CONTINUA

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                                    quarta-feira, 16/07/2025

 


Comentários

  1. Foto maravilhosa....raba enorme do caralho...o fio dental foi desnecessário professora....delícia de conto...
    Um beijo nessa raba enorme....que regada maravilhosa....
    Seu aluno Beto

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  2. A melhor foto até agora!

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  3. Ansioso pra ver vc e a Késia numa DP frenética!!!

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  4. Professora que é o cara da foto? É o Benício?

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  5. O sorriso de satisfação da professora na foto sentindo a pirocona encostada no rabão kkkk.

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  6. Esperando o próximo conto.... DP será uma delícia. Pena que Raimunda não está......

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  7. A sorte é que tem rola grande. Ô cabra desmantelado viu kkkkkkkkkk

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  8. Professora a Késia irá aparecer em alguma foto das próximas postagens?

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