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Deitada na cama, após mais um banho, esse com água morna, para relaxar mais
ainda, não pude deixar de me impressionar com o nível da amante daquele pastor
evangélico.
Surreal e inacreditável. Onde e como Rodrigo e Ayla se conheceram? Que foi em uma
orgia onde ele transava com DUAS mulheres, ambos já disseram, mas ficou subentendido, e aquilo me deixou ainda mais encucada sobre quem realmente era Rodrigo,
mas tão impressionada com o nível social daquela carioca poderosíssima no sexo,
era o abismo que separava o pastor devasso dos demais comedores com quem me
envolvi até agora; além do absurdo dote e competência sexual impressionantes,
as mulheres com quem ele se envolvia não eram mulheres comuns; em outras
palavras, não eram Gleicianes ou Stefhanies da vida, embora houvesse uma
Sandra...
Tive um estalo em minha mente. Olhei no celular e eram 22h30. Entrei
rapidamente no wifi, em seguida no WhatsApp e vi se minha filha estava online.
Seu último acesso havia sido às 21h40, e como eu sei que minha bambina é uma
menina estudiosa, mas também adora ficar até tarde no celular vendo vídeos dos
“YouTubers” que segue, os quais sei que estão totalmente de acordo com a idade
dela e não agridem sua inocência, mandei uma mensagem.
“Oi amor da minha vida, a mamãe está morta de saudades, como você
está?”
A mensagem havia sido enviada, mas não visualizada, então deduzi que
ela estivesse dormindo ou fazendo outra coisa, então fui ver besteiras para
passar o tempo, porém... senti saudade de Rodrigo, do toque, do cheiro, daquele
pauzão delicioso, e meu corpo foi tomado por um calor maravilhoso, fechei meus
olhos e dei aquele suspiro de tesão, porém...
Meu celular alertou uma notificação. Peguei e vi a resposta de minha
filha:
“Oi mamãe, eu também, sinto tanto a sua falta, tô bem, te amo muito mamãe.”
A partir daqui, começa o diálogo que fez meu sangue ferver ainda mais,
e quase ignorei o conselho de Rodrigo. Optei pela conversa em texto, porque eu
não sabia gravar uma ligação.
“Também te amo mais que tudo meu amorzinho, mas... o seu pai está ou
esteve aí?”
“Não, ele falou que vinha? Não tô sabendo de nada, e ele nunca veio
essa hora”.
“Ele não a avisou que ia meu amor? Ele saiu daqui dizendo que passaria
primeiro aí na casa de seus avós para lhe visitar, depois, iria para a casa de
seus outros avós”.
“Pois eu não saí de casa, a vó não disse nada e eu não ouvi ele
chegando, nem mensagem o pai mandou avisando e nem ligou. Que aconteceu mãe?
Por que ele não veio?”
As lágrimas começaram a escorrer e logo banharam minha face. Lágrimas
de ódio...
“Acho que ele mudou de ideia e resolveu ir primeiro na casa de seus
outros avós, e na volta vai lhe visitar. Deve ter sido isso amorzinho, não se
preocupe”. Eu me tremia de cólera.
“É, deve ser isso mesmo. Tô com saudade do papai e da senhora também”.
Chorei mais ainda, então respondi desconversando e me despedindo dela, e ao
sair da internet, apertei meu celular com vontade de estraçalha-lo. Aquele
maldito não daria um vacilo tão imbecil desse, de envolver nossa filha em uma
mentira sabendo que eu poderia tirar a história a limpo depois...
Segunda-feira, mais um dia de trabalho.
Como imaginei, o corno não foi tão burro a ponto de envolver nossa
filha em uma mentira, sabendo que eu poderia confirmar com a própria; sendo
assim, ele a visitou na VOLTA para a capital, no domingo mesmo, e dormiu na
casa dos meus pais para ir trabalhar hoje. Primeiro a puta, depois a família né
seu vagabundo? Você era esperto, mas eu também era...
Meu cu estava besuntado de pomada anestésica. Doía e latejava, mas não
ardia tanto. Aquele colosso não foi brincadeira, e a recuperação seria mais
demorada, porém, não liguei, desejei foi mais, porque mesmo sendo aconselhada
por Rodrigo a não fomentar vingança, eu sentia essa sede, mas eu conseguiria
trabalhar isso e me livrar de uma vez desses sentimentos.
Ariovaldo seguia ausente. O que teria acontecido a sua mãe? Também não
vi Cássio e Raimunda havia faltado. Eu trajava uma blusa florida, com decote em
“U” e mangas médias, com uma saia indiana frouxa e sandálias rasteiras. Sob a
saia, uma calçola de velha bem confortável, pois pressão no meu pobre cuzinho
castigado pela tora bem grossa e deliciosa daquele macho me faria chorar, mas
eu amei e pirei, sentia saudade a cada segundo.
Apesar do cansaço e dores nos pés, pela primeira vez não fechei o
expediente soltando fogo pelas narinas. Uau, o que uma rola gostosa e um
comedor gostoso não fazem na vida de uma mulher hein? Cheguei a cantarolar na
sala dos professores, coisa que raramente fazia, mas era de tanto pensar
naquele homem, que eu ainda não acreditava ter me tomado em sua cama.
Resolvi ir ao mercadinho comprar algumas coisas para o almoço. Coisa
pouca, só um peito de frango, azeite extra virgem, algumas frutas e legumes.
Havia bastante gente, e aquilo oscilou um pouco meu humor, mas era um mal
necessário, eu precisava do que estava comprando, contudo, meu humor foi ao céu
de novo, porque vi Rodrigo na fila de um dos caixas, com dois carrinhos
abarrotados de compras, e senti minha buceta convulsionar. Não acreditei.
Estava todo de preto. A camisa com mangas dobradas até os cotovelos e
sua “farda sexual”, a icônica calça social preta e sapatos sociais pretos. Seus
cabelos lisos e negros estavam um pouco assanhados e ele mexia no celular,
absorto e com uma expressão neutra em seu rosto de macho comedor perigoso. Havia
uma mulher ao lado do namorado ou marido, secando o pastor na cara de pau, fora
outra loira baixinha que o devorava com o olhar e uma promotora que mal
conseguia trabalhar, de tanto que o fitava, e ele... NEM AÍ para elas, mostrando realmente ser um homem que domina seus instintos.
—Você poderia encher três carrinhos desse se comprasse em um atacadista!
Comentei, chegando quase por trás de Rodrigo e tocando sua cintura. Por pouco
seu celular não caiu com o susto que levou e ele já me fitou com um lindo
sorriso, o qual me deixou toda derretida.
—O problema é o tempo. Estou sendo espancado pelo relógio hoje, mas
vê-la me deu o poder de congelar o mesmo. Ver seu sorriso era o que eu
precisava hoje! Replicou o safado.
—Não fala assim que eu faço uma loucura! Instiguei, mordendo o lábio
inferior.
—Suas compras são só isso? Indagou Rodrigo. Assenti, ainda sorrindo
para ele. —Por favor, pode passar! Completou o macho, me deixando ficar em sua
frente.
—Obrigada pela gentileza! Falei, contraindo os lábios e o fitando com
tara no olhar. O safado delicioso me fitou com seu sorriso matador e
convidativo. Mordi o lábio inferior.
Eu disse que ia fazer uma loucura, e fiz. Recuei um pouco e encostei
meu rabão na tora do macho, e dei uma leve rebolada, bem discreta. Sim, eu
queria ser encoxada por ele, mas Rodrigo recuou um pouco, recuei mais e dei
aquela roçadinha marota nele, rebolei de novo, empinando discretamente minha
bunda, aí ele só me pegou pela cintura, e me encaixou...
—Estamos em um local público! Advertiu Rodrigo, sussurrando em meu
ouvido.
—Só um pouquinho... quero te sentir. Vai, me "pina" (pinar significa encoxar) bem gostoso!
Repliquei, sussurrando e tentando controlar minha respiração. Olha o que aquele
homem fez comigo...
O cacife sexual daquele macho era tão impressionante, que só bastou UMA pinada de jeito para que eu quase deixasse cair minha cesta de compras. Rodrigo, discreto, me pegou pelo ventre, “colou” meu rabo a sua virilha e deu aquela roçada de baixo para cima bem no meio de minhas nádegas, e senti seu tronco bem duro sob a calça, em seguida me soltou. Foi bem rápido, olhei para trás, zonza e o fitei com um semblante tomado de tesão. Ele apenas deu aquele sorriso de cafajeste, safado tesudo.
—Daqui a pouco é sua vez! Disse o comedor, apontando para a frente.
—Você... tem um tempinho para mim? Estou com saudade! Indaguei e falei,
tesa.
—Eu faço meu dia ter mais de 24 horas, e queria mesmo conversar com
você, só que eu iria combinar um dia para isso, mas já que nos encontramos, por
que não hoje? Retrucou.
—É? C-Conversar o que? Perguntei, curiosa.
—Lá em casa! É a sua vez, vá! Respondeu o pastor, me alertando. Assenti
e fui.
—Você está sozinho? Indaguei, enquanto aguardava o empacotador do
mercadinho embalar as compras de Rodrigo, após ter passado as minhas.
—É... minha ajudante não veio hoje, mas tudo bem, minha rotina é essa,
me virar em 10! Respondeu o comedor, pondo as compras embaladas no carrinho
para levar ao seu carro.
—Sandra? Indaguei, o ajudando para ganharmos tempo. O pastor explicou:
—Às vezes é a Sandra... às vezes é... outra moça da igreja! Elas me
fazem um favor, não são minhas “secretárias do lar”, têm suas vidas, mas... fazem
falta quando não vêm!
Rodrigo ponderou quando falou da “outra moça da igreja”. Seria a tal
Juliette, a quem Ayla mencionou com ódio no olhar e quase foi expulsa da casa
pelo pastor? Quem sabe...
—Quer que eu faça seu almoço? Propus. Rodrigo me fitou ruborizado.
—Obrigado, mas não precisa, eu compro uma quentinha! Replicou Rodrigo,
acanhado.
—Deixe eu te ajudar também. Não me custa nada, e... já que você quer
conversar comigo, podemos fazer isso enquanto almoçamos! Repliquei, deixando o
macho sem saída...
Chegamos à casa de Rodrigo e após eu abrir o portão para ele entrar, o
comedor estacionou seu carro perfeitamente na garagem e saiu. Tranquei o portão
e corri para seus braços, troncha de saudade, e tasquei aquele beijo na boca
dele, gemendo manhosa.
—Você me deixa sem jeito querendo fazer as coisas para mim! Comentou
Rodrigo.
—Está com muita fome? Indaguei, arfante, apalpando aquele colosso
petrificado.
—E tem como não ficar faminto quando vejo você minha consagrada?
Retrucou, e aí meus amores... apenas avancei na boca do macho mais uma vez e o
empurrei contra o carro.
—Eu estou perdendo o juízo por você! Não sei se isso é bom, só sei que
te quero muito. Me desculpe, mas... não posso segurar! Retruquei, desabotoando
a camisa do macho, e ele me ajudou, se livrou da mesma e me tomou em seus
braços fortes. Pirei, pirei de tesão. Pireeiii...
—Não perca o juízo... apenas o deixe em um lugar de fácil acesso!
Retrucou o comedor. Puta que pariu... não haveria homem no mundo que batesse
aquele como amante... nenhum...
—Posso te pedir uma coisa antes de lhe retribuir? Propus. Rodrigo me
fitou atento.
—Peça... mas peça com seu lindo sorriso, que eu faço! Respondeu o
tesudo. TESÃÃOO.
—Faça... uma massagem nos meus pezinhos... eles estão tão doloridos.
Por favor, aí depois... eu prometo, dou o que você quiser! Pedi, sorrindo com
aquela carinha de manhosa.
—O que eu quiser? Atiçou Rodrigo, me acariciando bem gostoso. Rebati, provocando:
—Sim, o que você quiser, até mesmo... isso que sua mente safadinha está pensando!
—Sua sensibilidade... me deixa cada vez mais fascinado! Você é uma
mulher irresistível! Disse Rodrigo, que puxou minha saia para baixo com a
calcinha e me fez gemer alto ao vir de mão cheia em minha xoxota e dedilha-la
com a maestria de um comedor supremo.
Sentada no sofá, bem relaxada e com as pernas sobre as coxas de Rodrigo, eu recebia a massagem deliciosa dele em meus pés. O macho ia com sutileza, em movimentos circulares nas cavas, subindo para o “peito” do pé e o pressionava com os polegares, e eu gemia e me arrepiava, porque via e sentia o caralhão obeso dele a ponto de furar a calça.
Ele massageou os dedinhos, os
beijou e começou a chupar enquanto seguia seu toque delicioso, e foi
incrível... as dores passaram, Rodrigo beijou e lambeu as cavas, o peito e
chupou o dedão, estava imerso, passava meu pé direito no rosto e o acarinhava,
pus o esquerdo sobre seu pauzão e esfreguei.
—Tira... tira esse tronco para fora que eu vou fazer um carinho bem
gostoso nele com os meus pezinhos, depois vou chupar... e por fim... você vai
me foder... daquele jeitinho! Instiguei. Rodrigo apenas sorriu, mas não fez o
que pedi, ao invés disso, replicou, sorrindo:
—Antes de começarmos... preciso conversar com você!
—Não pode ser depois? Eu quero... estou carente e com saudade!
Retruquei, manhosa.
—Você já me tem quando quiser... só precisamos formalizar isso! Rebateu
o macho. Tirei meus pés de suas coxas e me acheguei, o fitando com olhos
brilhantes e incrédulos, e sorri.
—V-Você... quer ser meu amante? É isso? Questionei, radiante. O macho
só assentiu...
—Você gostou de nosso último encontro? Indagou Rodrigo, alisando meu
rosto.
—Claro! Adorei, adorei muito meu consagrado, achei que ia ficar sem
ânus, mas felizmente sobrevivi! Respondi, segurando a mão dele, que me fitou
surpreso, corou e riu.
—Mas você gostou do A.T.M? indagou Rodrigo, sorrindo.
—Sim, adorei, foi diferente e delicioso! Travei um pouco no início,
mas... foi sim muito gostoso, quero fazer de novo! Respondi e comentei. Rimos,
Rodrigo sorriu e explicou, sereno:
—Sabe Luciana... eu já passei do tempo de ter encontros efêmeros e singulares,
se na primeira transa eu ver que não vale a pena... sequer troco número de
telefone com a pessoa, porém... com você foi fantástico, então abri uma exceção
e... espero que não me arrependa!
—É porque... sou casada né? Indaguei, já sabendo que ele se referia a
isso.
—Eu não tenho o costume de me envolver com mulheres casadas sem
anuência de seus maridos, porque é arriscado demais, apesar de que nunca tive
problemas, porém, costumo evitar porque é uma carga emocional muito imprevisível!
Revelou Rodrigo.
—E... tem marido que deixa... a esposa transar com você? Indaguei,
surpresa.
—Sim... tenho duas amantes fixas, as quais têm total permissão de seus
esposos para ficarem comigo, e essa confiança torna a relação muito mais
tranquila e saudável do que... viver me esgueirando junto com a parceira,
mas... tudo bem, percebi que você é uma mulher muito prudente e responsável,
então... está tranquilo! Respondeu
Rodrigo. O fitei admirada.
—Eu... vou saber conduzir, prometo! Respondi, mas sem segurança no que
disse...
—Eu sei que vai... mas... eu tenho retaguarda, conheço o terreno antes mesmo de vê-la pela primeira vez, são 20 anos como amante, e eu... já vi e vivi muita coisa, só que agora estou quieto, já tenho as melhores mulheres que conheci nessa jornada e isso me basta, até porque nunca tive a intenção de montar um harém, eu... seleciono muito bem a mulher com quem vou me deitar na cama, sempre tive meus critérios! Retrucou Rodrigo, me deixando cada vez mais inebriada por ele.
O fitei com a cabeça inclinada e assenti sorrindo.
—Q-Quantas... amantes fixas você tem? Indaguei. Rodrigo respondeu,
sereno:
—Você será a quinta caso aceite, e... acho que vou parar nessa
quantidade. São mulheres seguras, inteligentes e lindas e... meu tempo de
aventuras já acabou! Quero sossego!
—Nossa... cinco mulheres... não é todo dia que se vê isso! Comentei.
—Eu digo cinco, mas... minhas mesmo são só três né! Quer dizer... três,
se você aceitar! Disse o pastor, rindo. Claro que eu aceitaria, oxe... perder o
homem que sempre quis? NUNCA.
—Como assim? Indaguei, alisando sua coxa e bem impactada com aquela
declaração.
—Das quatro fixas que tenho, duas eu divido com o Miguel! Justamente as
duas que são casadas e... seus maridos também têm total ciência disso! Revelou
Rodrigo. Arregalei os olhos.
—C-Com... o Miguel? Uau... que excêntrico! Indaguei e comentei,
impressionada.
—Sim, só que o Miguel é diferente de mim... meu amigo JAMAIS se envolve
com mulheres casadas às escondidas porque ele tem medo, não se sente seguro e eu apoio,
ninguém quer ser surpreendido por um corno revoltado e levar um tiro, ou pôr a
vida da esposa infiel em risco! Explicou Rodrigo, sepultando de vez qualquer
chance minha de transar com seu instigante amigo, mas tudo bem... meu interesse
por Miguel passou a ser apenas profissional...
—Concordo, ele é bem prudente, mas... por que você abriu essa exceção
para mim? Comentei e indaguei. Rodrigo alisou meus cachos, depois meu rosto e
me deu um selinho.
—Porque eu gostei de você, não pense que a ignorei em cada encontro
acidental que tivemos, mas... sua aliança era o óbvio entrave para uma
abordagem, e isso é algo normal, contudo, a vida da gente nos surpreende, e
foi aquela suruba de quinta armada pelo Miguel... que eclodiu meu interesse por
você! Explicou e desabafou o pastor, e dei risada. Foi uma resposta vaga sim, mas tudo bem...
—Por que... suruba de quinta? Você falou com tanto desdém! Comentei,
rindo.
—Porque não houve um planejamento adequado, foi nas coxas, mas enfim...
o propósito real era outro; porém, imaginar que o Clécio tocou seu corpo... me
deixou com náuseas, então... me vi na obrigação de purificar seu ser sexual!
Contou Rodrigo, e ri alto.
—Você conseguiu muito mais do que isso... meu amante fixo! Respondi, e
nos beijamos.
—Nossa, quanta ênfase nessa declaração! Repita! Disse Rodrigo, me
beijando.
—Meu... amante... fixo! Meu amante fixo gostoso, tesudo! Repliquei e o
beijei. EEITAAA.
Rodrigo em uma ponta do sofá, eu em outra. Meus pés faziam um sobe e desce lascivo naquele caralhão deliciosamente grosso, o qual sempre me deixaria impressionada.
Eu ainda não tinha muita prática naquela masturbação a qual o
pastor chamou de “footjob”; ele melou sua tora com um óleo neutro e meus
pezinhos deslizavam gostoso, apertando um pouco o colosso, eu brincava com a
glande usando os dedinhos, e logo vi aquele chorinho verter profuso, então me
empertiguei e segurei o caralhão grosso, passei o pé esquerdo no rosto dele e o
macho o beijou e lambeu, punhetei suavemente, arfando de tesão ao percorrer
aquela grossura com meus dedos melados, depois em movimentos circulares, tentando
inutilmente fechar a mão.
Sobe e desce do prepúcio sob os dedos dos meus pés, cobrindo a glande e expondo, dedinhos cobrindo a cabeça e sendo melados pela seiva, segurei a base do cacetão com a mão esquerda e passei a cava do pé direito no resto da rolona, pus o calcanhar sobre a glande e desci até os dedinhos.
Acarinhei a mesma, subi
a mão e segurei abaixo da cabeça pequena, e o poder sexual de Rodrigo adivinhou
minha intenção; o macho deixou a tora meia vida e então dei pancadas com a
mesma na sola do pé, em seguida passei o caralhão sobre ele, acarinhando, subi
o prepúcio com a mão e desci, balancei e o pauzão petrificou novamente. Que autocontrole impressionante o dele...
—Eu nunca me enganei na escolha de minhas amantes! Disse o macho,
extasiado. Sorri.
—Está gostando meu amor? Estou fazendo do jeito que você gosta?
Indaguei, sabendo que estava sim, mas toda mulher adora ouvir que está dando
prazer ao seu macho.
—Não tenha dúvida que sim minha consagrada deliciosa! Respondeu
Rodrigo.
Ainda segurando a base da tora, a encostei na sola do pé direito, e pus a sola do esquerdo sobre a mesma, dobrei os dedos do direito e prensei a rolona grossa.
Rodrigo gemeu gostoso e se arrepiou, sorrindo de tesão, então segui
esfregando suavemente, o macho amoleceu razoavelmente o caralhão de novo,
separei um pouco os pés e comecei a bater na solas de ambos, depois apoiei os
dois pés perto de seu rosto e ele os beijou enquanto eu revivia a pirocona
obesa com uma punheta suave, depois a envolvi com os pés e segui gostoso.
—Vai gozar nos meus pezinhos? Indaguei, delirando com aquela
masturbação.
—Só no final... chupa bem gostoso agora, 69, vem! Disse Rodrigo. Mordi
o lábio inferior.
O sofá era grande e nos coube sem problemas. Encaixei minha buceta
ensopada na boca de Rodrigo e me arrepiei toda, depois gemi, agitando rápido
aquele colosso e abocanhei, estufando bem a boca e mamei suavemente, rebolando
na cara do comedor, que massageava meus pés enquanto me chupava e era chupado.
A língua do macho pincelava gostoso meu clitóris e seus lábios o puxavam, a
seiva escorria e ele sorvia deliciosamente, me fazendo gritar.
Com pouco mais que a glande dentro da boca, apertei a rolona com meus
lábios e fiz a sucção, soltei e movimentei minha cabeça para trás e para a
frente, sem tirar a picona da boca e remexendo os lábios, Rodrigo parou de
chupar minha xoxota e deu um soco no sofá, se contorcendo e gemendo, estapeou e
apertou minhas nádegas e retomou a chupada, recuei até quase tirar e desci de
uma vez, engasguei e recuei de novo, tirei, com a boca aberta e o esputo
escorreu, abocanhei e mamei fazendo o vai e vem com meus lábios empurrando o
prepúcio para baixo e meneei a cabeça até onde pude, recuei e repeti várias
vezes, o macho delirava, eu então... me esbaldava naquela rola bem grossona.
—Oh... não chore meu pauzão delicioso! Falei, brincando ao vir a
lágrima de tesão escorrer profusa. Dei uma lambida e sorvi, beijei a glande e
abocanhei a tora de novo.
Não queríamos gozar no oral, então o macho me pós deitada sobre uma
almofada, elevou e abriu minhas pernas, pincelou sua tora em minha buceta e
meteu gostoso.
Um pouco mais que a glande passou, e minhas pernas tremeram ao sentir
aquela grossura animal alargando minha xoxota. Rodrigo parou, acarinhou meu
ventre e bolinou meu clitóris, me deixando mais relaxada ainda do que eu
estava, então mais um pouco da tora entrou, gemi alto e segui gemendo aflita,
esticando e encolhendo os dedos dos pés, ofegante com aquele calibre me invadindo,
o macho parou, bombou suavemente, depois se debruçou sobre mim, beijou minha
boca, engatou de um jeitinho bem malvadinho sua pirocona e então começou a me
guiar pela estrada do prazer, socando em um ritmo delirante.
—Buceta deliciosa, quero que você me morda de novo sua safadinha!
Morde, morde quem está te alimentando sua malvada! Sussurrou Rodrigo, me
chupando o pescoço e metendo.
—S-Sai... s-sem... querer! Falei, gaga e gemendo alto com as bombadas
deliciosas do comedor, mas eram bombadas suaves, sem pressa, ele logo atolou
tudo e deu um tranco leve.
—ISSO, ISSO... meu Deus... aperta, morde... gostoso! Disse o comedor,
tarado, porque a bezerra ocorreu no momento em que ele deu o tranco. Uau... que
afinidade...
—Eu... queria treinar isso... só para te torturar bem gostoso!
Retruquei, ofegante enquanto Rodrigo socava sem parar, e a resposta àquela
mordida começou a vir...
O comedor supremo sabia o jeitinho perfeito para me fazer gozar, então envolveu minhas costas com seus braços, deu aquele beijo matador no meu pescoço, engatou gostoso seu pauzão, me puxou um pouco para si, elevando sutilmente meu corpo. Puta que pariu, era uma pegada de MESTRE.
O prendi com minhas pernas e aí o abracei com toda a
minha força, porque o macho começou a estocar no embalo, só requebrando
gostoso; gemi alto, dei um grito, sentindo arrepios violentos e uma falta de ar
desesperadora, então urrei meu gozo, e ele veio brutal, a ponto de eu fazer a
“bezerra” mais uma vez na pirocona larga do comedor e ouvir seu gemido aflito.
Rodrigo me ergueu, fazendo com que eu ficasse por cima dele, e como o
gozo ainda percorria meu corpo, comecei a quicar e gozei mais, gritando chorosa
e gemendo toda trêmula, ele acompanhou meus movimentos e não parou de socar, e
eu sentia nosso néctar escorrendo.
—Isso, goza gostoso na rola do seu macho! Disse Rodrigo, estapeando
minha bunda.
—Sim... meu macho, meu macho gostoso! Ai que delícia meu Deus!
Repliquei, chorosa.
Fomos parando aos poucos. Eu já me acostumava ao ritmo sexual de
Rodrigo e cavalgava suavemente, ofegante, profusamente suada e abraçada ao meu
amante supremo, então saí de cima, meio zonza e fiquei na posição em que
masturbei sua rolona com os pés, mas ao vir aquele caralhão obeso coberto de
nosso “iogurte” sexual, não resisti e caí de boca, mamando faminta, deixando o
membro limpinho e bem babadinho, então o envolvi com meus pés e comecei a
masturbar gostoso, ouvindo o macho gemer, mas não consegui ir muito tempo por
causa do tremor em minhas pernas causado pelos orgasmos, então parei, segurei a
rolona um pouco abaixo da glande, mas com os pés sobre Rodrigo, e iniciei uma
punheta apaixonada.
Rodrigo segurou meus pés e os acarinhou enquanto eu o masturbava
gostoso, então ele se contorceu aflito, gemeu, ofegou e juntou meus pés para
que a leitada profusa e densa que seu caralhão grosso expeliu, pulsando como se
fosse explodir caísse sobre os mesmos. Nossa, ver aquele mingau escorrendo
quase sem hora para parar me deixou abismada.
Tirei boa parte da porra que havia sobre meus pés e sorvi, depois me
posicionei e lambi o resto, sugando e engolindo onde havia esperma, depois
mamei a rolona meia vida e a deixei limpinha e por fim, após terminar, fitei o
olhar extasiado de Rodrigo e pisquei para ele.
—Bem-vinda, amante fixa número cinco! Disse o comedor, sorrindo. Sorri
de volta... FIM
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Olá queridos alunos, espero que todos estejam bem e estejam curtindo nossa nova sala de aula da sacanagem. Se você gostou do relato, por favor deixe seu comentário, é a única maneira de eu seguir em frente enquanto penso em uma forma de arrumar o sistema de votação. Peço também que quem não segue o blog, por favor siga, pois o engajamento de vocês é fundamental e todos saem ganhando.
Beijos, tenham um dia maravilhoso e até amanhã, com a continuação dessa história. Relato sem sexo, mas de FUNDAMENTAL importância para os que acompanham, relembrar, e os novos e interessados leitores que se importam com as entrelinhas, acompanharem.
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Heterossexual
Masturbação
Oral
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Segundo Ato
Traição
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Comentários

boa historia,um relato muito excitante,mas essa tua foto esta excelente,tu esta linda gata parabens
ResponderExcluirTodos os seus relatos são ótimos. Aguardando a continuação.
ResponderExcluirLendo e relendo mais uma vez este relato recheado de tara e tesão…BOTO
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirRodrigo cara de sorte pega Ayla essa negona linda sonho de consumo de muitos homens, você que Lu que e desejos de muitos mas pouquíssimos tiveram esse privilégio.