063 - O AMANTE FIXO NÚMERO UM, A AMANTE FIXA NÚMERO CINCO (S.S.)

 


Cansada e exausta, mas com saudade de tudo que fiz, plena de felicidade.

Deitada na cama, após mais um banho, esse com água morna, para relaxar mais ainda, não pude deixar de me impressionar com o nível da amante daquele pastor evangélico.

Surreal e inacreditável. Onde e como Rodrigo e Ayla se conheceram? Que foi em uma orgia onde ele transava com DUAS mulheres, ambos já disseram, mas ficou subentendido, e aquilo me deixou ainda mais encucada sobre quem realmente era Rodrigo, mas tão impressionada com o nível social daquela carioca poderosíssima no sexo, era o abismo que separava o pastor devasso dos demais comedores com quem me envolvi até agora; além do absurdo dote e competência sexual impressionantes, as mulheres com quem ele se envolvia não eram mulheres comuns; em outras palavras, não eram Gleicianes ou Stefhanies da vida, embora houvesse uma Sandra...

Tive um estalo em minha mente. Olhei no celular e eram 22h30. Entrei rapidamente no wifi, em seguida no WhatsApp e vi se minha filha estava online. Seu último acesso havia sido às 21h40, e como eu sei que minha bambina é uma menina estudiosa, mas também adora ficar até tarde no celular vendo vídeos dos “YouTubers” que segue, os quais sei que estão totalmente de acordo com a idade dela e não agridem sua inocência, mandei uma mensagem.

“Oi amor da minha vida, a mamãe está morta de saudades, como você está?”

A mensagem havia sido enviada, mas não visualizada, então deduzi que ela estivesse dormindo ou fazendo outra coisa, então fui ver besteiras para passar o tempo, porém... senti saudade de Rodrigo, do toque, do cheiro, daquele pauzão delicioso, e meu corpo foi tomado por um calor maravilhoso, fechei meus olhos e dei aquele suspiro de tesão, porém...

Meu celular alertou uma notificação. Peguei e vi a resposta de minha filha:

“Oi mamãe, eu também, sinto tanto a sua falta, tô bem, te amo muito mamãe.”

A partir daqui, começa o diálogo que fez meu sangue ferver ainda mais, e quase ignorei o conselho de Rodrigo. Optei pela conversa em texto, porque eu não sabia gravar uma ligação.

“Também te amo mais que tudo meu amorzinho, mas... o seu pai está ou esteve aí?”

“Não, ele falou que vinha? Não tô sabendo de nada, e ele nunca veio essa hora”.

“Ele não a avisou que ia meu amor? Ele saiu daqui dizendo que passaria primeiro aí na casa de seus avós para lhe visitar, depois, iria para a casa de seus outros avós”.

“Pois eu não saí de casa, a vó não disse nada e eu não ouvi ele chegando, nem mensagem o pai mandou avisando e nem ligou. Que aconteceu mãe? Por que ele não veio?”

As lágrimas começaram a escorrer e logo banharam minha face. Lágrimas de ódio...

“Acho que ele mudou de ideia e resolveu ir primeiro na casa de seus outros avós, e na volta vai lhe visitar. Deve ter sido isso amorzinho, não se preocupe”. Eu me tremia de cólera.

“É, deve ser isso mesmo. Tô com saudade do papai e da senhora também”. Chorei mais ainda, então respondi desconversando e me despedindo dela, e ao sair da internet, apertei meu celular com vontade de estraçalha-lo. Aquele maldito não daria um vacilo tão imbecil desse, de envolver nossa filha em uma mentira sabendo que eu poderia tirar a história a limpo depois...

Segunda-feira, mais um dia de trabalho.

Como imaginei, o corno não foi tão burro a ponto de envolver nossa filha em uma mentira, sabendo que eu poderia confirmar com a própria; sendo assim, ele a visitou na VOLTA para a capital, no domingo mesmo, e dormiu na casa dos meus pais para ir trabalhar hoje. Primeiro a puta, depois a família né seu vagabundo? Você era esperto, mas eu também era...

Meu cu estava besuntado de pomada anestésica. Doía e latejava, mas não ardia tanto. Aquele colosso não foi brincadeira, e a recuperação seria mais demorada, porém, não liguei, desejei foi mais, porque mesmo sendo aconselhada por Rodrigo a não fomentar vingança, eu sentia essa sede, mas eu conseguiria trabalhar isso e me livrar de uma vez desses sentimentos.

Ariovaldo seguia ausente. O que teria acontecido a sua mãe? Também não vi Cássio e Raimunda havia faltado. Eu trajava uma blusa florida, com decote em “U” e mangas médias, com uma saia indiana frouxa e sandálias rasteiras. Sob a saia, uma calçola de velha bem confortável, pois pressão no meu pobre cuzinho castigado pela tora bem grossa e deliciosa daquele macho me faria chorar, mas eu amei e pirei, sentia saudade a cada segundo.

Apesar do cansaço e dores nos pés, pela primeira vez não fechei o expediente soltando fogo pelas narinas. Uau, o que uma rola gostosa e um comedor gostoso não fazem na vida de uma mulher hein? Cheguei a cantarolar na sala dos professores, coisa que raramente fazia, mas era de tanto pensar naquele homem, que eu ainda não acreditava ter me tomado em sua cama.

Resolvi ir ao mercadinho comprar algumas coisas para o almoço. Coisa pouca, só um peito de frango, azeite extra virgem, algumas frutas e legumes. Havia bastante gente, e aquilo oscilou um pouco meu humor, mas era um mal necessário, eu precisava do que estava comprando, contudo, meu humor foi ao céu de novo, porque vi Rodrigo na fila de um dos caixas, com dois carrinhos abarrotados de compras, e senti minha buceta convulsionar. Não acreditei.

Estava todo de preto. A camisa com mangas dobradas até os cotovelos e sua “farda sexual”, a icônica calça social preta e sapatos sociais pretos. Seus cabelos lisos e negros estavam um pouco assanhados e ele mexia no celular, absorto e com uma expressão neutra em seu rosto de macho comedor perigoso. Havia uma mulher ao lado do namorado ou marido, secando o pastor na cara de pau, fora outra loira baixinha que o devorava com o olhar e uma promotora que mal conseguia trabalhar, de tanto que o fitava, e ele... NEM AÍ para elas, mostrando realmente ser um homem que domina seus instintos.

—Você poderia encher três carrinhos desse se comprasse em um atacadista! Comentei, chegando quase por trás de Rodrigo e tocando sua cintura. Por pouco seu celular não caiu com o susto que levou e ele já me fitou com um lindo sorriso, o qual me deixou toda derretida.

—O problema é o tempo. Estou sendo espancado pelo relógio hoje, mas vê-la me deu o poder de congelar o mesmo. Ver seu sorriso era o que eu precisava hoje! Replicou o safado.

—Não fala assim que eu faço uma loucura! Instiguei, mordendo o lábio inferior.

—Suas compras são só isso? Indagou Rodrigo. Assenti, ainda sorrindo para ele. —Por favor, pode passar! Completou o macho, me deixando ficar em sua frente.

—Obrigada pela gentileza! Falei, contraindo os lábios e o fitando com tara no olhar. O safado delicioso me fitou com seu sorriso matador e convidativo. Mordi o lábio inferior.

Eu disse que ia fazer uma loucura, e fiz. Recuei um pouco e encostei meu rabão na tora do macho, e dei uma leve rebolada, bem discreta. Sim, eu queria ser encoxada por ele, mas Rodrigo recuou um pouco, recuei mais e dei aquela roçadinha marota nele, rebolei de novo, empinando discretamente minha bunda, aí ele só me pegou pela cintura, e me encaixou...

—Estamos em um local público! Advertiu Rodrigo, sussurrando em meu ouvido.

—Só um pouquinho... quero te sentir. Vai, me "pina" (pinar significa encoxar) bem gostoso! Repliquei, sussurrando e tentando controlar minha respiração. Olha o que aquele homem fez comigo...

O cacife sexual daquele macho era tão impressionante, que só bastou UMA pinada de jeito para que eu quase deixasse cair minha cesta de compras. Rodrigo, discreto, me pegou pelo ventre, “colou” meu rabo a sua virilha e deu aquela roçada de baixo para cima bem no meio de minhas nádegas, e senti seu tronco bem duro sob a calça, em seguida me soltou. Foi bem rápido, olhei para trás, zonza e o fitei com um semblante tomado de tesão. Ele apenas deu aquele sorriso de cafajeste, safado tesudo.

—Daqui a pouco é sua vez! Disse o comedor, apontando para a frente.

—Você... tem um tempinho para mim? Estou com saudade! Indaguei e falei, tesa.

—Eu faço meu dia ter mais de 24 horas, e queria mesmo conversar com você, só que eu iria combinar um dia para isso, mas já que nos encontramos, por que não hoje? Retrucou.

—É? C-Conversar o que? Perguntei, curiosa.

—Lá em casa! É a sua vez, vá! Respondeu o pastor, me alertando. Assenti e fui.

—Você está sozinho? Indaguei, enquanto aguardava o empacotador do mercadinho embalar as compras de Rodrigo, após ter passado as minhas.

—É... minha ajudante não veio hoje, mas tudo bem, minha rotina é essa, me virar em 10! Respondeu o comedor, pondo as compras embaladas no carrinho para levar ao seu carro.

—Sandra? Indaguei, o ajudando para ganharmos tempo. O pastor explicou:

—Às vezes é a Sandra... às vezes é... outra moça da igreja! Elas me fazem um favor, não são minhas “secretárias do lar”, têm suas vidas, mas... fazem falta quando não vêm!

Rodrigo ponderou quando falou da “outra moça da igreja”. Seria a tal Juliette, a quem Ayla mencionou com ódio no olhar e quase foi expulsa da casa pelo pastor? Quem sabe...

—Quer que eu faça seu almoço? Propus. Rodrigo me fitou ruborizado.

—Obrigado, mas não precisa, eu compro uma quentinha! Replicou Rodrigo, acanhado.

—Deixe eu te ajudar também. Não me custa nada, e... já que você quer conversar comigo, podemos fazer isso enquanto almoçamos! Repliquei, deixando o macho sem saída...

Chegamos à casa de Rodrigo e após eu abrir o portão para ele entrar, o comedor estacionou seu carro perfeitamente na garagem e saiu. Tranquei o portão e corri para seus braços, troncha de saudade, e tasquei aquele beijo na boca dele, gemendo manhosa.

—Você me deixa sem jeito querendo fazer as coisas para mim! Comentou Rodrigo.

—Está com muita fome? Indaguei, arfante, apalpando aquele colosso petrificado.

—E tem como não ficar faminto quando vejo você minha consagrada? Retrucou, e aí meus amores... apenas avancei na boca do macho mais uma vez e o empurrei contra o carro.

—Eu estou perdendo o juízo por você! Não sei se isso é bom, só sei que te quero muito. Me desculpe, mas... não posso segurar! Retruquei, desabotoando a camisa do macho, e ele me ajudou, se livrou da mesma e me tomou em seus braços fortes. Pirei, pirei de tesão. Pireeiii...

—Não perca o juízo... apenas o deixe em um lugar de fácil acesso! Retrucou o comedor. Puta que pariu... não haveria homem no mundo que batesse aquele como amante... nenhum...

—Posso te pedir uma coisa antes de lhe retribuir? Propus. Rodrigo me fitou atento.

—Peça... mas peça com seu lindo sorriso, que eu faço! Respondeu o tesudo. TESÃÃOO.

—Faça... uma massagem nos meus pezinhos... eles estão tão doloridos. Por favor, aí depois... eu prometo, dou o que você quiser! Pedi, sorrindo com aquela carinha de manhosa.

—O que eu quiser? Atiçou Rodrigo, me acariciando bem gostoso. Rebati, provocando:

—Sim, o que você quiser, até mesmo... isso que sua mente safadinha está pensando!

—Sua sensibilidade... me deixa cada vez mais fascinado! Você é uma mulher irresistível! Disse Rodrigo, que puxou minha saia para baixo com a calcinha e me fez gemer alto ao vir de mão cheia em minha xoxota e dedilha-la com a maestria de um comedor supremo.

Sentada no sofá, bem relaxada e com as pernas sobre as coxas de Rodrigo, eu recebia a massagem deliciosa dele em meus pés. O macho ia com sutileza, em movimentos circulares nas cavas, subindo para o “peito” do pé e o pressionava com os polegares, e eu gemia e me arrepiava, porque via e sentia o caralhão obeso dele a ponto de furar a calça. 

Ele massageou os dedinhos, os beijou e começou a chupar enquanto seguia seu toque delicioso, e foi incrível... as dores passaram, Rodrigo beijou e lambeu as cavas, o peito e chupou o dedão, estava imerso, passava meu pé direito no rosto e o acarinhava, pus o esquerdo sobre seu pauzão e esfreguei.

—Tira... tira esse tronco para fora que eu vou fazer um carinho bem gostoso nele com os meus pezinhos, depois vou chupar... e por fim... você vai me foder... daquele jeitinho! Instiguei. Rodrigo apenas sorriu, mas não fez o que pedi, ao invés disso, replicou, sorrindo:

—Antes de começarmos... preciso conversar com você!

—Não pode ser depois? Eu quero... estou carente e com saudade! Retruquei, manhosa.

—Você já me tem quando quiser... só precisamos formalizar isso! Rebateu o macho. Tirei meus pés de suas coxas e me acheguei, o fitando com olhos brilhantes e incrédulos, e sorri.

—V-Você... quer ser meu amante? É isso? Questionei, radiante. O macho só assentiu...

—Você gostou de nosso último encontro? Indagou Rodrigo, alisando meu rosto.

—Claro! Adorei, adorei muito meu consagrado, achei que ia ficar sem ânus, mas felizmente sobrevivi! Respondi, segurando a mão dele, que me fitou surpreso, corou e riu.

—Mas você gostou do A.T.M? indagou Rodrigo, sorrindo.

—Sim, adorei, foi diferente e delicioso! Travei um pouco no início, mas... foi sim muito gostoso, quero fazer de novo! Respondi e comentei. Rimos, Rodrigo sorriu e explicou, sereno:

—Sabe Luciana... eu já passei do tempo de ter encontros efêmeros e singulares, se na primeira transa eu ver que não vale a pena... sequer troco número de telefone com a pessoa, porém... com você foi fantástico, então abri uma exceção e... espero que não me arrependa!

—É porque... sou casada né? Indaguei, já sabendo que ele se referia a isso.

—Eu não tenho o costume de me envolver com mulheres casadas sem anuência de seus maridos, porque é arriscado demais, apesar de que nunca tive problemas, porém, costumo evitar porque é uma carga emocional muito imprevisível! Revelou Rodrigo.

—E... tem marido que deixa... a esposa transar com você? Indaguei, surpresa.

—Sim... tenho duas amantes fixas, as quais têm total permissão de seus esposos para ficarem comigo, e essa confiança torna a relação muito mais tranquila e saudável do que... viver me esgueirando junto com a parceira, mas... tudo bem, percebi que você é uma mulher muito prudente e responsável, então...  está tranquilo! Respondeu Rodrigo. O fitei admirada.

—Eu... vou saber conduzir, prometo! Respondi, mas sem segurança no que disse...

—Eu sei que vai... mas... eu tenho retaguarda, conheço o terreno antes mesmo de vê-la pela primeira vez, são 20 anos como amante, e eu... já vi e vivi muita coisa, só que agora estou quieto, já tenho as melhores mulheres que conheci nessa jornada e isso me basta, até porque nunca tive a intenção de montar um harém, eu... seleciono muito bem a mulher com quem vou me deitar na cama, sempre tive meus critérios! Retrucou Rodrigo, me deixando cada vez mais inebriada por ele. 

O fitei com a cabeça inclinada e assenti sorrindo.

—Q-Quantas... amantes fixas você tem? Indaguei. Rodrigo respondeu, sereno:

—Você será a quinta caso aceite, e... acho que vou parar nessa quantidade. São mulheres seguras, inteligentes e lindas e... meu tempo de aventuras já acabou! Quero sossego!

—Nossa... cinco mulheres... não é todo dia que se vê isso! Comentei.

—Eu digo cinco, mas... minhas mesmo são só três né! Quer dizer... três, se você aceitar! Disse o pastor, rindo. Claro que eu aceitaria, oxe... perder o homem que sempre quis? NUNCA.

—Como assim? Indaguei, alisando sua coxa e bem impactada com aquela declaração.

—Das quatro fixas que tenho, duas eu divido com o Miguel! Justamente as duas que são casadas e... seus maridos também têm total ciência disso! Revelou Rodrigo. Arregalei os olhos.

—C-Com... o Miguel? Uau... que excêntrico! Indaguei e comentei, impressionada.

—Sim, só que o Miguel é diferente de mim... meu amigo JAMAIS se envolve com mulheres casadas às escondidas porque ele tem medo, não se sente seguro e eu apoio, ninguém quer ser surpreendido por um corno revoltado e levar um tiro, ou pôr a vida da esposa infiel em risco! Explicou Rodrigo, sepultando de vez qualquer chance minha de transar com seu instigante amigo, mas tudo bem... meu interesse por Miguel passou a ser apenas profissional...

—Concordo, ele é bem prudente, mas... por que você abriu essa exceção para mim? Comentei e indaguei. Rodrigo alisou meus cachos, depois meu rosto e me deu um selinho.

—Porque eu gostei de você, não pense que a ignorei em cada encontro acidental que tivemos, mas... sua aliança era o óbvio entrave para uma abordagem, e isso é algo normal, contudo, a vida da gente nos surpreende, e foi aquela suruba de quinta armada pelo Miguel... que eclodiu meu interesse por você! Explicou e desabafou o pastor, e dei risada. Foi uma resposta vaga sim, mas tudo bem...

—Por que... suruba de quinta? Você falou com tanto desdém! Comentei, rindo.

—Porque não houve um planejamento adequado, foi nas coxas, mas enfim... o propósito real era outro; porém, imaginar que o Clécio tocou seu corpo... me deixou com náuseas, então... me vi na obrigação de purificar seu ser sexual! Contou Rodrigo, e ri alto.

—Você conseguiu muito mais do que isso... meu amante fixo! Respondi, e nos beijamos.

—Nossa, quanta ênfase nessa declaração! Repita! Disse Rodrigo, me beijando.

—Meu... amante... fixo! Meu amante fixo gostoso, tesudo! Repliquei e o beijei. EEITAAA.

Rodrigo em uma ponta do sofá, eu em outra. Meus pés faziam um sobe e desce lascivo naquele caralhão deliciosamente grosso, o qual sempre me deixaria impressionada. 

Eu ainda não tinha muita prática naquela masturbação a qual o pastor chamou de “footjob”; ele melou sua tora com um óleo neutro e meus pezinhos deslizavam gostoso, apertando um pouco o colosso, eu brincava com a glande usando os dedinhos, e logo vi aquele chorinho verter profuso, então me empertiguei e segurei o caralhão grosso, passei o pé esquerdo no rosto dele e o macho o beijou e lambeu, punhetei suavemente, arfando de tesão ao percorrer aquela grossura com meus dedos melados, depois em movimentos circulares, tentando inutilmente fechar a mão.

Sobe e desce do prepúcio sob os dedos dos meus pés, cobrindo a glande e expondo, dedinhos cobrindo a cabeça e sendo melados pela seiva, segurei a base do cacetão com a mão esquerda e passei a cava do pé direito no resto da rolona, pus o calcanhar sobre a glande e desci até os dedinhos.

Acarinhei a mesma, subi a mão e segurei abaixo da cabeça pequena, e o poder sexual de Rodrigo adivinhou minha intenção; o macho deixou a tora meia vida e então dei pancadas com a mesma na sola do pé, em seguida passei o caralhão sobre ele, acarinhando, subi o prepúcio com a mão e desci, balancei e o pauzão petrificou novamente. Que autocontrole impressionante o dele...

—Eu nunca me enganei na escolha de minhas amantes! Disse o macho, extasiado. Sorri.

—Está gostando meu amor? Estou fazendo do jeito que você gosta? Indaguei, sabendo que estava sim, mas toda mulher adora ouvir que está dando prazer ao seu macho.

—Não tenha dúvida que sim minha consagrada deliciosa! Respondeu Rodrigo.

Ainda segurando a base da tora, a encostei na sola do pé direito, e pus a sola do esquerdo sobre a mesma, dobrei os dedos do direito e prensei a rolona grossa. 

Rodrigo gemeu gostoso e se arrepiou, sorrindo de tesão, então segui esfregando suavemente, o macho amoleceu razoavelmente o caralhão de novo, separei um pouco os pés e comecei a bater na solas de ambos, depois apoiei os dois pés perto de seu rosto e ele os beijou enquanto eu revivia a pirocona obesa com uma punheta suave, depois a envolvi com os pés e segui gostoso.

—Vai gozar nos meus pezinhos? Indaguei, delirando com aquela masturbação.

—Só no final... chupa bem gostoso agora, 69, vem! Disse Rodrigo. Mordi o lábio inferior.

O sofá era grande e nos coube sem problemas. Encaixei minha buceta ensopada na boca de Rodrigo e me arrepiei toda, depois gemi, agitando rápido aquele colosso e abocanhei, estufando bem a boca e mamei suavemente, rebolando na cara do comedor, que massageava meus pés enquanto me chupava e era chupado. A língua do macho pincelava gostoso meu clitóris e seus lábios o puxavam, a seiva escorria e ele sorvia deliciosamente, me fazendo gritar.

Com pouco mais que a glande dentro da boca, apertei a rolona com meus lábios e fiz a sucção, soltei e movimentei minha cabeça para trás e para a frente, sem tirar a picona da boca e remexendo os lábios, Rodrigo parou de chupar minha xoxota e deu um soco no sofá, se contorcendo e gemendo, estapeou e apertou minhas nádegas e retomou a chupada, recuei até quase tirar e desci de uma vez, engasguei e recuei de novo, tirei, com a boca aberta e o esputo escorreu, abocanhei e mamei fazendo o vai e vem com meus lábios empurrando o prepúcio para baixo e meneei a cabeça até onde pude, recuei e repeti várias vezes, o macho delirava, eu então... me esbaldava naquela rola bem grossona.

—Oh... não chore meu pauzão delicioso! Falei, brincando ao vir a lágrima de tesão escorrer profusa. Dei uma lambida e sorvi, beijei a glande e abocanhei a tora de novo.

Não queríamos gozar no oral, então o macho me pós deitada sobre uma almofada, elevou e abriu minhas pernas, pincelou sua tora em minha buceta e meteu gostoso.

Um pouco mais que a glande passou, e minhas pernas tremeram ao sentir aquela grossura animal alargando minha xoxota. Rodrigo parou, acarinhou meu ventre e bolinou meu clitóris, me deixando mais relaxada ainda do que eu estava, então mais um pouco da tora entrou, gemi alto e segui gemendo aflita, esticando e encolhendo os dedos dos pés, ofegante com aquele calibre me invadindo, o macho parou, bombou suavemente, depois se debruçou sobre mim, beijou minha boca, engatou de um jeitinho bem malvadinho sua pirocona e então começou a me guiar pela estrada do prazer, socando em um ritmo delirante.

—Buceta deliciosa, quero que você me morda de novo sua safadinha! Morde, morde quem está te alimentando sua malvada! Sussurrou Rodrigo, me chupando o pescoço e metendo.

—S-Sai... s-sem... querer! Falei, gaga e gemendo alto com as bombadas deliciosas do comedor, mas eram bombadas suaves, sem pressa, ele logo atolou tudo e deu um tranco leve.

ISSO, ISSO... meu Deus... aperta, morde... gostoso! Disse o comedor, tarado, porque a bezerra ocorreu no momento em que ele deu o tranco. Uau... que afinidade...

—Eu... queria treinar isso... só para te torturar bem gostoso! Retruquei, ofegante enquanto Rodrigo socava sem parar, e a resposta àquela mordida começou a vir...

O comedor supremo sabia o jeitinho perfeito para me fazer gozar, então envolveu minhas costas com seus braços, deu aquele beijo matador no meu pescoço, engatou gostoso seu pauzão, me puxou um pouco para si, elevando sutilmente meu corpo. Puta que pariu, era uma pegada de MESTRE.

O prendi com minhas pernas e aí o abracei com toda a minha força, porque o macho começou a estocar no embalo, só requebrando gostoso; gemi alto, dei um grito, sentindo arrepios violentos e uma falta de ar desesperadora, então urrei meu gozo, e ele veio brutal, a ponto de eu fazer a “bezerra” mais uma vez na pirocona larga do comedor e ouvir seu gemido aflito.

Rodrigo me ergueu, fazendo com que eu ficasse por cima dele, e como o gozo ainda percorria meu corpo, comecei a quicar e gozei mais, gritando chorosa e gemendo toda trêmula, ele acompanhou meus movimentos e não parou de socar, e eu sentia nosso néctar escorrendo.

—Isso, goza gostoso na rola do seu macho! Disse Rodrigo, estapeando minha bunda.

—Sim... meu macho, meu macho gostoso! Ai que delícia meu Deus! Repliquei, chorosa.

Fomos parando aos poucos. Eu já me acostumava ao ritmo sexual de Rodrigo e cavalgava suavemente, ofegante, profusamente suada e abraçada ao meu amante supremo, então saí de cima, meio zonza e fiquei na posição em que masturbei sua rolona com os pés, mas ao vir aquele caralhão obeso coberto de nosso “iogurte” sexual, não resisti e caí de boca, mamando faminta, deixando o membro limpinho e bem babadinho, então o envolvi com meus pés e comecei a masturbar gostoso, ouvindo o macho gemer, mas não consegui ir muito tempo por causa do tremor em minhas pernas causado pelos orgasmos, então parei, segurei a rolona um pouco abaixo da glande, mas com os pés sobre Rodrigo, e iniciei uma punheta apaixonada.

Rodrigo segurou meus pés e os acarinhou enquanto eu o masturbava gostoso, então ele se contorceu aflito, gemeu, ofegou e juntou meus pés para que a leitada profusa e densa que seu caralhão grosso expeliu, pulsando como se fosse explodir caísse sobre os mesmos. Nossa, ver aquele mingau escorrendo quase sem hora para parar me deixou abismada.

Tirei boa parte da porra que havia sobre meus pés e sorvi, depois me posicionei e lambi o resto, sugando e engolindo onde havia esperma, depois mamei a rolona meia vida e a deixei limpinha e por fim, após terminar, fitei o olhar extasiado de Rodrigo e pisquei para ele.

—Bem-vinda, amante fixa número cinco! Disse o comedor, sorrindo. Sorri de volta... FIM

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Olá queridos alunos, espero que todos estejam bem e estejam curtindo nossa nova sala de aula da sacanagem. Se você gostou do relato, por favor deixe seu comentário, é a única maneira de eu seguir em frente enquanto penso em uma forma de arrumar o sistema de votação. Peço também que quem não segue o blog, por favor siga, pois o engajamento de vocês é fundamental e todos saem ganhando.

Beijos, tenham um dia maravilhoso e até amanhã, com a continuação dessa história. Relato sem sexo, mas de FUNDAMENTAL importância para os que acompanham, relembrar, e os novos e interessados leitores que se importam com as entrelinhas, acompanharem.

Comentários

  1. boa historia,um relato muito excitante,mas essa tua foto esta excelente,tu esta linda gata parabens

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  2. Todos os seus relatos são ótimos. Aguardando a continuação.

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  3. Lendo e relendo mais uma vez este relato recheado de tara e tesão…BOTO

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  4. Saudação Lu
    Rodrigo cara de sorte pega Ayla essa negona linda sonho de consumo de muitos homens, você que Lu que e desejos de muitos mas pouquíssimos tiveram esse privilégio.

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