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—Tem certeza Ricardo? Você é mesmo Engenheiro Civil... ou é um reservado? Questionei, olhando profundamente nos olhos do macho, trêmula por dentro e por fora.
Ricardo fez um sinal com a mão,
virou meio de lado e tirou sua carteira do bolso traseiro da calça, virou-se de
frente, a abriu e tirou uma carteirinha do CREA, a qual constava seu nome
completo e número de registro, em seguida me deu. Não quis pegar, mas ele
insistiu.
—Veja, sou Engenheiro Civil
registrado, mas ando protegido, porque vivemos em um país violento, com 70 mil
assassinatos por ano, e este estado está mais violento que o Rio de Janeiro!
Tenho curso de tiro e documentação legal para portar uma arma, isso aqui é
minha defesa, porque eu sofri muito na vida para chegar onde cheguei e ter de
entregar tudo de mão beijada a um vagabundo desgraçado! Desabafou Ricardo, com
os olhos marejados.
—Você sabia que... a Lidiane tem
dois irmãos bandidos? Indaguei, nervosa.
—Sim, eu sei, mas sempre a
visito desarmado, ou melhor, escondo a arma no carro, porém, ela não sabe que
possuo uma, e não precisa saber! Disse Ricardo, sereno.
—Você... só pode gostar muito
dela para se arriscar assim! Comentei, meio ressabiada.
—Sim Luciana... a Lidiane... é
uma mulher a quem tenho profundo respeito e admiração, é uma jovem que quer
vencer, e me vi nela, com a idade dela, na época carregando sacos de cimento
nas costas, descarregando carretas, mas sempre estudando, desejando ser algo e
alguém melhor, entretanto... não tive quem me estendesse a mão, tudo que
conquistei... foi à custa de fome e muito sofrimento, então... quando venci...
prometi ajudar alguém... a ser alguém, e esse alguém... é a Lidiane! Retrucou
Ricardo, que quase chorou de emoção.
—Se o mundo tivesse mais pessoas
como você... com essa empatia, seria muito melhor! Falei, devolvendo a
carteirinha do CREA a Ricardo, que sorriu e a pôs de volta na carteira.
—Nem todos conseguem cavar suas
oportunidades, às vezes... precisam de alguém que as dê, porém, a oportunidade
só surge quando a pessoa QUER, o querer é a mola motriz da transformação de
nossas vidas, e aquela menina vai longe, porque ela QUER, ela quer vencer, quer
mudar, e eu farei o que for possível para que ela vença, mesmo que... a gente
não dure como namorados, não me importo, porque somos mais felizes quando
fazemos alguém feliz, quando realizamos os sonhos de alguém! Disse Ricardo, e o
abracei, emocionada.
—Você é um homem de caráter,
mesmo sendo infiel! Falei, e ele riu alto.
—É muito raso medir o caráter de
alguém usando só a infidelidade como parâmetro! Não temos o direito de julgar e
condenar alguém porque é infiel, porque nossa vida não se resume apenas ao
matrimônio, ela é um conjunto, é um cenário! Replicou Ricardo, sábio.
—É... temos um cenário ao redor!
Falei, me lembrando de Rodrigo. Rodrigo... aquele sim era um homem sábio, culto
e com uma visão madura de mundo, mesmo sendo safado...
—Bem... preciso ir! Me desculpe
pela confusão com a arma, mas realmente não esperava que você a veria, e... se
quiser, mostro os documentos dela! Disse Ricardo, cuidadoso.
—Não precisa, apenas... tenha
cuidado e prudência, caso... Deus o livre, alguém o abordar, e se vir que não
vai poder se defender... por favor não reaja! Aconselhei.
—Pode deixar, obrigado pela
preocupação! Disse Ricardo, e nos beijamos rapidamente.
O comedor se foi, eram quase 18h, e apesar do prazer avassalador que tive, fiquei sim ressabiada, mesmo ele provando por A+B que era Engenheiro Civil.
Ok, não se vê um cidadão comum
portando uma arma todos os dias, não de forma legal, só mesmo... pessoas como
Ricardo, que possuem grana, instrução e um notável equilíbrio emocional,
porém... um pressentimento ruim tomou meu ser, e mais uma vez encasquetei com
ele, porque aquele macho não tinha jeito e nem porte de Engenheiro Civil, mas no
final das contas era né...
Desencanei, o mal entendido
havia sido resolvido, mas Lidiane me preocupava, olhei no WhatsApp e nada de
acesso recente. Será que não havia internet no interior onde ela estava? Bem,
após uma trepada deliciosa como a que tive com Ricardo, bateu aquela fome
marota, e como havia sobrado comida do almoço, requentar não seria problema
algum, e foi o que fiz.
Após o jantar, deitei no sofá e
liguei a TV para ver alguma coisa, e só passava merda. Odeio novelas, nunca
gostei dessa sátira de mau gosto da vida real, que só fomenta a inversão de
valores e corrói as mentes das pessoas, mas enfim, desliguei a televisão e
fiquei mexendo no celular, depois deu sono, e como eu estava bem molinha devido
aos dois orgasmos, fui dormir...
SÁBADO, 08 DE SETEMBRO DE 2018.
O dia estava tranquilo, Lidiane
me enviou uma mensagem por volta das 11h, ratificando nossa aula de
segunda-feira. Novamente ela não perguntou se Ricardo havia me visitado, talvez
preferisse falar sobre isso pessoalmente. Tudo bem, não encuquei com isso, se
ela sabia e não achou ruim, eu é que não acharia, e treparia com ele quantas
vezes me desse vontade, porque além de gato e tesudo, o macho soube me dar
prazer sim, mesmo abaixo dos 20 centímetros, assim como Marcos e Nonato me
deram, porém, não sei se continuaria abrindo exceções assim, mas tudo bem, não
se encontram machos dotadões como Bruno e Cássio todos os dias né...
SEGUNDA-FEIRA, 10 DE SETEMBRO DE
2018.
Após um final de semana pacato e
de descanso para meu corpo, mais uma semana de aulas começava. Evitei ir à
padaria tomar meu desjejum, porque tive medo de trombar com Mardônio e Marlon
mais uma vez, e ao chegar na escola, felizmente vi Ariovaldo, já de volta à
labuta, tentando organizar a entrada dos alunos. Ele me viu e abriu um sorriso
bem receptivo.
—Bom dia cabra! Teve um
“passamento” foi? Cumprimentei e indaguei. Ele riu.
—Se tivesse tido um passamento
não estaria aqui né! Rebateu Valdo, e gargalhei.
—O que foi Ariovaldo? A novinha
te deu uma surra e o coraçãozinho ia pifando é? Questionei, troçando do vigia,
que gargalhou, sacudiu a cabeça e respondeu, do cômico ao sério:
—Antes fosse, morrer em cima de
uma mulher é meu sonho; foi estresse, cansaço mesmo Luciana, trabalhar como
vigia e guarda tá cada dia mais tenso! Essa bandidagem, esses traficantes de
merda que todos os dias vêm aqui, isso deixa a gente nervoso e com medo!
—Nem me fale Ariovaldo, deixei
de tomar meu café da manhã na padaria, porque na semana passada o Marlon e o
Mardônio apareceram lá, depois a polícia veio, enfim, estou com muito medo, a
gente vive na insegurança, e entendo muito bem o seu lado! Desabafei.
—Ah, eles são perigosos, mas não
mexem com moradores né! Replicou o vigia.
—Mesmo assim, tenho medo, e a
polícia está só de olho neles, né! Falei, desolada.
—Se tá de olho... é porque vão
morrer, e agora que você mencionou... já me toquei de alguns reservados por
aqui, então... os safados vão “papocar” logo logo! Disse Valdo. Assenti...
—Bom dia Valdinho! Disse
Raimunda, chegando e abraçando o comedor. —Bom dia Lulu! Completou a coroa, me
abraçando, ainda abraçada ao vigia. Sim... éramos amigos...
—Bom dia Mundica! Falei, dando
beijos no rosto dela, que beijou minha testa.
—E aí Luciana, como vão as aulas
da Lidiane? Indagou Raimunda, abraçada com Valdo.
—Bem, ela está aprendendo sim,
hoje vamos continuar! Respondi.
—E o velho babão? Viu ele?
Perguntou a coroa, se desvencilhando do vigia.
—Velho babão nada, pense num
macho lindo! Respondi e a coroa arregalou os olhos.
—Ih, vão fofocar de macho lá na
sala dos professores, aqui não! Disse Valdo, nos “enxotando”, e gargalhamos.
Demos tapinhas no ombros dele e depois saímos, rindo.
Ainda tínhamos tempo antes de
iniciarmos nossas aulas do dia, então, na cantina, tomando nosso desjejum,
contei tudo para minha amiga, e ela arregalava os olhos e ria sapeca conforme
eu ia relatando minha transa com ele, porém, Raimunda também desconfiou dele
quando relatei que o flagrei armado em minha casa, e afirmou categoricamente
que o namorado de Lidiane era um reservado, e que os irmãos de minha aluna
morreriam em breve...
Após o expediente, fui para casa é claro, tinha hora marcada com Lidiane e não podia perder tempo com conversinhas, e já na rua onde moro, a cerca de seis metros de meu lar, um carro passou por mim em velocidade média. Lindo por sinal, acho que era um Honda Civic, e arregalei os olhos ao vê-lo parar... em frente à minha casa. A porta do passageiro se abriu, e vi Lidiane sair do veículo.
Parei e observei,
ela trajava o uniforme da escola onde estudava e portava sua mochila. O carro
manobrou o retorno e arrancou em disparada. Era um Uber.
Andei em passos apressados, e de
longe vi o semblante de minha aluna, que estava com um lindo sorriso radiante,
então, ao chegar, fitei a jovem e indaguei, achando estranho:
—Oi Lidiane, veio cedo assim por que? A jovem abriu sua mochila e tirou
um simulado da escola onde estudava, e o estendeu me mostrando a nota: 9,5, em
seguida me abraçou.
—Obrigada professora, obrigada! A senhora é a melhor professora do
mundo! Disse Lidiane, emocionada e me apertando. Nem preciso dizer que também me
emocionei...
—Oh meu amor... eu é que fico agradecida por ver seu esforço dando
frutos, você é uma vencedora, é a minha melhor aluna e uma mulher admirável!
Respondi, beijando a cabeça dela.
—Queria mostrar pro Ricardo, ele vai ficar muito feliz, mas não consigo
falar com ele! Disse a jovem, me fitando e enxugando as lágrimas. Me arqueei e
beijei a testa dela.
—Talvez ele esteja ocupado, mas logo vai retornar suas ligações e ficar
orgulhoso de você quando souber! Respondi, segurando as mãos de Lidiane. A
jovem assentiu sorrindo.
Como Lidiane havia chegado praticamente com duas horas de antecedência
do nosso horário combinado (eram quase meio-dia e as aulas dela são às 14h),
seria grosseiro não convidá-la para almoçar e se acomodar em minha casa, então
entramos e ofereci um banho a ela, já que a mesma trazia algumas roupas em sua enorme
mochila escolar.
Enquanto eu preparava o almoço, Lidiane tomava sua ducha, e foi rápida.
A jovem saiu do banheiro, trajando um top com estampas abstratas e um short
curtinho e justo, delineando seu lindo e perfeito corpo de 18 anos, e entendi
mais ainda porque Ricardo estava disposto a fazer de tudo por aquela jovem,
porque ela realmente era um espetáculo de fêmea...
Como eu disse lá no prólogo ao descrever a personalidade de Lidiane,
ela sempre foi uma pessoa discreta e na dela, e mesmo tendo sido ousada e
oferecido seu namorado para que transássemos, durante o almoço, ela sequer
tocou no assunto de nossa transa, mas eu sabia que ela sabia, contudo, a jovem conduziu
tudo como se nada tivesse acontecido, como se nunca tivesse feito a proposta
que fez, e aquilo me deixou meio incomodada, tanto que após terminarmos de
almoçar e ficarmos deitadas em minha cama descansando e ainda conversando sobre
seu brilhante progresso nos estudos, não me contive e entrei no assunto:
—Lidiane... depois da última aula que tivemos, na quarta passada... o
Ricardo veio aqui!
—Gostou de transar com ele? Indagou minha aluna, e arregalei os olhos.
Eu nem ia arregalar, mas o tom de voz e todo o gestual frio de Lidiane me fizeram
arregala-los.
—Er... eu... é... ah! Tentei falar, mas sequer consegui, tamanho meu
espanto, porque desacreditei que ela se comportaria daquela forma tão calma,
tão... “é? Foda-se!”.
—Gostou da “pomba” grossona dele professora? Sussurrou Lidiane,
sorrindo sapeca, mordendo o lábio inferior e me fitando profundamente. —Fala
professora, não sei porque a senhora tá se fazendo de sonsa, eu sei que vocês
treparam, e eu disse que não tô nem aí, porque também sou a outra na vida do
Ricardo, mas é como eu falei, não vou ficar “botando queixo” com quem tá me
dando uma oportunidade de crescer na vida! Completou Lidiane.
—Er... Lidiane... você... não sente nada pelo Ricardo? Não... se
apaixonou, ou... não quer se apaixonar, sei lá... tem ao menos tesão por ele,
ou... só está focada na ajuda que ele está lhe dando? Questionei, sincera e muito
impactada com as palavras de minha aluna, ok, ela deu sinal verde para
transarmos, mas... a atitude dela soou tão... maniqueísta, tão... ah... sei
lá...
—Professora, eu sei o meu lugar, nossa relação... nunca vai passar de
um caso, o Ricardo nunca vai me assumir, e eu sofro com isso, porque gosto sim
dele e muito, mas... não acho que tô perdendo meu tempo, porque ele também
gosta de mim, se importa comigo e com meu futuro, e porque... dou pra ele... o
que a mulher dele não dá mais, e não é só de sexo que tô falando, o Ricardo...
é uma pessoa carente de carinho! Revelou Lidiane, e fiquei consternada.
—E se... o Ricardo quisesse te assumir? Vamos supor que ele largasse
tudo para recomeçar com você! Você... mergulharia de cabeça nessa relação com
uma diferença de idade tão gritante? São 25 anos Lidiane! Indaguei e formulei a
situação, afim de testar minha aluna.
—Pode ter certeza que sim professora, eu juro... mesmo sendo muito mais
nova, eu nunca iria sacanear com o Ricardo, e... acho que ele também não ia me
sacanear, porque ele gosta de mim, se sente bem quando tá comigo, mesmo
quando... não rola nada! Disse Lidiane, com os olhos marejados, e vi
sinceridade naquele olhar, sinceridade e gratidão.
—Puxa... você falando assim, faz eu me sentir meio que arrependida de
ter... transado com o Ricardo! Desabafei, sincera e realmente sentindo um pouco
de remorso.
—Tem nada a ver professora... a gente tá no mundo real, e no mundo
real... eu sou a “rapariga” novinha e gostosinha que é bancada por um homem
casado, e que não tem a obrigação de ser fiel comigo! Retrucou Lidiane, com uma
crueza penosa nas palavras.
—Não Lidiane... não se considere rapariga de homem casado não, pelo
amor de Deus, não se deprecie dessa maneira. Você é uma menina de caráter, que
está lutando para vencer na vida e sabendo aproveitar a oportunidade que a vida
lhe deu! Rebati, e Lidiane já chorava.
—Eu sei professora... eu... só quero... dar uma vida digna pra minha
mãe, e sair desse bairro infestado de bandidos! Desabafou Lidiane, chorando e a
abracei, então chorei baixinho...
—Olha meu amor... vamos estudar, tudo bem? Pare de chorar, levante sua
cabecinha e mantenha o foco naquilo que você quer, que é passar no ENEM e se
formar! Lute... mude, seu futuro não está nas mãos do Ricardo, e sim nas suas!
Bora, enxugue essas lágrimas e vamos para a mesa estudar e estudar. Eu, como
sua professora, EXIJO que você vença! Retruquei, sacudindo Lidiane pelos ombros
e fitando profundamente seus olhos. Lidiane parou de chorar e assentiu.
O melhor aluno que eu e tinha na escola se chamava Levi. Um rapaz inteligentíssimo, que participou das Olimpíadas de Matemática de 2017 e ficou entre os cinco melhores, porém, mesmo ele sendo o mais disciplinado e aplicado dos meus alunos (um dos poucos e únicos), sequer chegava aos pés de Lidiane, porque aquela discente tinha uma determinação brutal em aprender, e aprendeu.
A jovem
maratonou 20 questões de concursos públicos da banca CESPE contidas na minha
apostila, e após conferir no gabarito, tinha acertado 19, em seguida treinou
mais 15 do ENEM de 2017, e pôs todas no bolso. Fiquei embasbacada... ela era
uma guerreira, uma fera indomada e indomável.
—Ai... tô com a mão cansada de escrever! Disse Lidiane, abanando a mão
direita. Ri alto.
—Parabéns meu amor... você está se saindo muito além do que eu
esperava, tanto que vou elaborar uma prova para você fazer na nossa próxima
aula! Se garante? Comentei e propus.
—Uma prova? Indagou Lidiane, com seus lindos olhinhos amendoados meio
assustados.
—Sim, e eu tenho certeza de que você vai tirar 10, porque é a minha
melhor aluna, é a aluna que me faz sentir cada dia mais orgulhosa de ser
professora! Respondi, Lidiane se levantou de um salto e me abraçou, aninhando
sua cabeça entre meus seios, exalando sua felicidade.
—Pode deixar professora, vou tirar 10 sim! Disse minha aluna, me
fitando determinada.
—Ok, sente-se e volte a estudar, quero você bem afiada, não pare!
Falei. Ela assentiu.
30 minutos excedentes já haviam transcorrido de nosso horário, e nem
sinal de Ricardo para vir buscar Lidiane, mas tudo bem, o ritmo dela estava
muito bom, então resolvi preparar um lanche para nós e a jovem realmente não
parava de estudar, fazia os exercícios e a cada acerto, vibrava com um “yes’, e
aquilo me deixava contagiada de alegria. Preparei nosso lanche e servi, mas
quase que Lidiane não comeu, de tão concentrada que estava nos estudos.
17h45. Esse foi o horário em que ouvimos as buzinadas do carro de
Ricardo lá fora.
—O Ricardo chegou! Disse Lidiane, com os olhos brilhantes de
empolgação. Assenti e fomos recepciona-lo, mas Lidiane pegou seu simulado com a
nota 9,5 e escondeu com as mãos para trás, afim de fazer uma surpresa ao seu
namorado, o qual ela amava, amava sim...
—Boa tarde Ricardo! Cumprimentei, e vi um olhar meio desolado do macho,
que deu um sorriso embotado, mas mesmo assim, bem charmoso. Ele trajava uma
camisa azul-escuro e uma calça jeans preta, seguida de um sapato social preto.
Estava um gato, porém, meio triste, Lidiane sorria lindamente, e quando ele viu
sua ninfeta, deu aquele sorriso realmente alegre.
—Desculpem o atraso, tive uns problemas lá na construtora!
Justificou-se Ricardo.
—Tenho uma surpresa pra você amor! Disse Lidiane, radiante. Vi os olhos
do macho marejarem de carinho por aquela jovem, que sorria lindamente para ele.
—É? E qual é? Indagou Ricardo, sorrindo. Lidiane então mostrou o simulado, e o macho arregalou os olhos, o pegou e depois sorriu. —Parabéns meu amor, você me deu mais um momento feliz, e você Luciana... não tenho palavras para expressar a gratidão pelo seu trabalho! Completou Ricardo, que me deu um abraço fraterno, o qual foi retribuído por mim...
CONTINUA
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Comentários

Essa história tão comovente e especial. Da para perceber na sua escrita.
ResponderExcluirDesde o primeiro instante que ele apareceu sabia que era um reservado!
ResponderExcluirA vida nos prega peças, complicado a vida da lidiane mas com estudos ela surpera e alcança seus objetivos.
ResponderExcluir(Mike)