042 - A OFERTA SEXUAL DA ALUNA DE REFORÇO – MOTIVAÇÕES – PARTE 1

 

—Er... nada demais, só vim... reconhecer e parabenizar uma docente que tem competência no que faz, é só... uma gentileza! Com todo o respeito, mas você é uma mulher linda e inteligente, além de ser uma exímia professora! Disse Ricardo, galante. Mentiroso, ele titubeou, tinha outra intenção na verdade, mas não sei por qual motivo, recuou. Coroa esperto...

—Ok! Fico lisonjeada com sua amabilidade! Obrigada! Quer entrar e tomar um cafezinho? Um suco? Ou só veio para dizer isso mesmo? Repliquei e questionei.

—N-Não... obrigado! Só vim mesmo... para lhe parabenizar, realmente essas duas horas iniciais do reforço da Lidiane já deram resultados imediatos no aprendizado dela, e eu não podia deixar de expressar minha empolgação com isso! Replicou Ricardo. Sei... malandrinho...

—Fico agradecida, de verdade! Bem... já que o senhor não quer ficar para um cafezinho, tenha um ótimo final de tarde, e uma noite cheia de paz! Falei, abrindo o portão para ele sair.

—Igualmente! Er... quarta-feira eu trago a Lidiane! Até mais! Disse Ricardo. Nos despedimos com beijos formais no rosto, e ele deu aquela secada marota nas minhas pernas antes de partir apressado. Era uma raposa... veio conferir o galinheiro antes do bote...

Lamentei profundamente, mas tudo bem, seu olhar e gestual deram o recado de que inexoravelmente minha aluna seria traída, e eu seria cúmplice do chifre sem problemas, porque não dispenso um pirocudo, então comecei a enxergar o cenário ao redor daquela situação toda, como sugeriu o tal Rodrigo em sua conversa com Clécio, e logo teorias se formularam em minha mente, teorias sexuais e comportamentais. Ricardo não parecia ser o que dizia ser...

QUARTA-FEIRA, 5 DE SETEMBRO DE 2018. A SEGUNDA AULA DE REFORÇO DE LIDIANE.

Ricardo veio deixa-la, e não deixou de secar meu corpo que trajava uma blusinha baby look roxa, com uma borboleta desenhada, e um short de cotton curtinho na cor verde. Secou mesmo, na cara de pau, e fiquei eriçada com sua investida. 

Já Lidiane, também estava sedutora com uma blusa de alcinha rosa e um short curto e desfiado, mostrando parte de sua bunda redondinha. Percebi na hora que nossa conversa sexual na segunda surtiu um efeito bem sapeca no gestual e até mesmo no olhar de minha aluna, que parecia tramar algo, só com o sorriso malicioso que deu ao me vir. Nos cumprimentamos e Ricardo partiu, em seguida entramos.

Fiquei na minha durante a aula, apenas observando o comportamento de Lidiane, que sim, estava bem diferente, mais solta, e mais focada no aprendizado, mostrando um interesse e assertividade notáveis na resolução dos problemas, mas ao mesmo tempo, me olhava como se enviasse um convite lascivo, como se... tivesse dito ao namorado sobre mim...

Não deu outra, quando estávamos prestes a finalizar a aula, ela indagou, maliciosa:

—Professora... a senhora tava falando sério quando disse que... queria experimentar um homem do pau grande? Eu já esperava aquilo, mas não de supetão assim...

—Por que pergunta isso? Indaguei, jogando a isca.

—Tava ou não tava falando sério? Insistiu a jovem, querendo se certificar.

—Por que? Você vai oferecer seu namorado pirocudo para mim? Retruquei, questionando e rindo, já matando a charada, mas me fazendo de besta. Casalzinho safado...

—Ué... por que não? Ele ficou afim da senhora! Confessou Lidiane, e arregalei os olhos.

Ok, eu tinha de digerir aquilo rápido, sem água e rezar para não entalar. Que a visita repentina de Ricardo teve o propósito de preparar o terreno para uma investida sexual, não havia dúvidas, mas Lidiane estar ciente disso e ainda oferecer o macho a mim?

—Que tipo de relacionamento é esse o de vocês? Você não liga de ele ficar com outras mulheres, aceita que ele lhe traia? Questionei, bem impactada sim com a atitude de Lidiane.

—Acha que sou burra de “botar boneco” com um cara que me dá de tudo? Que tá me dando uma oportunidade única na vida de ser alguém e sair da merda? O Ricardo é casado professora, eu já sou a outra na vida dele, só que ele gosta de mim e eu vou aproveitar! Revelou Lidiane, e não pude deixar de expressar um olhar mais ou menos estarrecido.

Mais ou menos porque eu já desconfiava que a relação deles era extraconjugal. A diferença gritante na idade de um casal por si só já tira a credibilidade e seriedade do relacionamento, seja essa diferença no lado feminino, e principalmente no masculino. 

Era um jogo de conveniências; Ricardo pagava o que fosse necessário para saborear novamente um corpo jovem, e Lidiane pagava o que fosse necessário para saborear o prazer de não ser mais pobre e ter um futuro digno. Sequer existe paixão nesse tipo de relacionamento...

—Olha Lidiane... é compreensível! Eu lhe entendo muito bem, acho que no seu lugar, se eu tivesse tido essa chance que você está tendo, de ter um homem que lhe banca em tudo, que deseja o seu crescimento, eu também aproveitaria! Desabafei, sendo bem sincera.

—Então professora? Quer? Quer experimentar o pau grande do Ricardo? Propôs Lidiane, olhando profundamente nos meus olhos. O olhar dela desejava uma putaria.

—Olha Lidiane... querer eu até queria, mas...! Comecei a falar, mas ela me interrompeu:

—Prometo que não vou espalhar pra ninguém, eu não faria uma coisa dessa, porque gosto da senhora, sempre gostei muito, a senhora sabe! Disse Lidiane, enfática. Acreditei nela.

—Meu amor... se isso realmente não lhe causar sofrimento, se isso realmente não fizer você se sentir humilhada, eu quero sim! Falei, também enfática e a encarando seriamente.

—Humilhada eu? Que nada, eu tô de boa, não ligo pra isso, eu sei o que eu quero com o Ricardo, e ele sabe o que quer comigo! Retrucou Lidiane, e assenti, sem surpresa...

Ricardo veio buscar Lidiane 20 minutos depois, e claro, trocamos olhares lascivos, eu, cada vez mais eriçada, ele, cada vez mais desejoso por mim, mas minha aluna manteve a discrição, agiu sabiamente, como se nada estivesse acontecendo. 

Conversamos banalidades, sempre flertando, então o casal foi embora, mas percebi aquela piscadinha de olho de minha aluna, já dentro do carro, como se me avisasse que minha transa com seu macho estaria sacramentada, então me preparei para uma nova visita do coroa. Ele viria em seguida sim...

Fiz um rápido asseio, e pus uma camiseta branca e frouxa, mostrando a barriga e uma saia azul curtinha e justa, realçando minhas curvas e sem calcinha por baixo. Senti um frio na barriga, mas não era da possível transa em si... e sim... sobre Ricardo, porque ele era um homem enigmático; sua fala mansa e rebuscada, parecia fazer de sua personalidade um embuste, era como se na verdade, Lidiane estivesse sendo enganada, assim como a esposa dele.

Não deu outra, 20 minutos depois, a buzina do carro de Ricardo irrompeu lá fora, e saltei do sofá para atendê-lo. Fui cautelosamente, observei com atenção o veículo do macho ao abrir o portão, e me surpreendi ao ver um adesivo do CREA do estado onde sou nativa no vidro traseiro do mesmo; ou seja, eu estava com teorias da conspiração; o coroa era mesmo Engenheiro Civil. Ricardo me fitou com tara no olhar ao me vir, e sorriu maliciosamente...

—Olá Seu Ricardo! Veio me congratular novamente pela evolução de Lidiane nos estudos? Saudei e indaguei, com um tom meio irônico. Ele sorriu e se aproximou de mim.

—Se eu a elogiasse todo dia por esse feito, ainda seria pouco! Retrucou Ricardo.

—O ruim é se minha aluna não gostar muito de suas visitas solitárias a professora dela; sabe, não quero me meter em encrenca, gosto de viver em paz! Rebati, e o coroa sorriu.

—Não quando a própria aluna incentiva essas visitas! Replicou o macho, e sorri maliciosamente, em seguida abri passagem para ele entrar, e ele entrou. Tranquei o portão.

Caminhamos até a sala, eu, na frente de Ricardo, olhando de soslaio e percebendo seu olhar devorar meu rabão faminto por paus grandes e grossos, e segundo Lidiane, o dele era grande e grosso, então me sentei no sofá, cruzei bem as pernas, evidenciando minhas coxas grossas e subindo a saia, Ricardo ficou de pé, esperando meu convite, fitando com um desejo avassalador meu par de coxas largas e firmes, e vi algo crescer sob sua calça jeans, e era grande.

—Por que a Lidiane incentivou suas visitas a mim? O que ela andou falando a meu respeito para você? Indaguei, mexendo nos meus cachos, com cara de sapeca e balançando o pé da perna cruzada, em seguida alisei a coxa e vi seu olhar pirar de tesão num sorriso.

—Relaxe, sua aluna não me disse nada que a desabonasse, apenas... falou de um desejo seu, uma vontade latente em seu íntimo, um... anseio de experimentar algo novo! Disse o macho, se aproximando de mim, e como homem experiente e atento aos sinais femininos de desejo, alisou minha coxa, e suspirou ao sentir a maciez de minha pele.

—Relação bem safadinha a de vocês viu! Repliquei, atiçando, então ergui o pé da perna cruzada e o pus sobre o pacotão, e era sim chamativo, protuberante e imponente.

—Lidiane não tem do que se queixar, está totalmente satisfeita em todos os sentidos! Retrucou Ricardo, segurando meu pé e o fazendo acarinhar sua tora avolumada.

—E eu? Será que sairei satisfeita? Indaguei, e tirei o pé de seu pacote, avançando com a mão em seguida e sentindo a dureza do mesmo, depois fitei o coroa safado, que sorria.

—Tenho certeza que sim! Desembrulhe seu presente! Replicou Ricardo.

Desafivelei o cinto, desabotoei a calça e a abaixei, vendo uma cueca box branca, absurdamente estufada pelo picão do gato moreno, então apalpei e a senti petrificada, ele dedilhou meus seios de bicos rijos e gemi, em seguida abaixei a peça íntima, e claro, meus olhos se arregalaram, porém, algumas considerações precisavam ser feitas sobre aquele dote...

Diante de mim estava mais um pau médio e acima da média, o terceiro de minha vida. Exatos 18 centímetros (mais um Marcos, um Nonato), só que a rola era grossa mesmo, como Lidiane disse, grossa como a de Ariovaldo. Torta para a esquerda, mais escura que o resto de sua pele e quase sem veias, prepúcio cobrindo parcialmente uma glande meio comprida, mas menor que o resto e com bolas médias e firmes, além de estar depilado. 

O fator de minha admiração, foi, mais uma vez, o que faltar em comprimento, ser MUITO BEM compensado na espessura, e analisando a relação entre ambos, concluí que, ele era pauzudo sim.

—Gente do céu... que rolona grossa hein! A Lidiane aguenta tudo isso? Comentei e indaguei, vendo minha mão padecer em fechar aquela circunferência peniana, realmente impressionada, mas excitadíssima, mas me fazendo de besta, é claro.

—Aguenta sorrindo e pedindo mais! Respondeu Ricardo, entrando na putaria.

—Nossa... mas é muito grosso, será que eu aguento? Continuei, instigando, analisando aquele calibre absurdo de pica, tentando em vão fazer meus dedos se encontrarem ao segurar firme, e seguindo no meu misto de surpresa e fingimento diante do “primeiro dotado”.

—Não vou prometer ser carinhoso com você, porque é obrigação de todo homem ser carinhoso com as mulheres, só prometo mesmo... uma experiência muito prazerosa! Replicou Ricardo, ganhando mais pontos comigo com seu cavalheirismo. Assenti sorrindo e...

Abri a boca, conduzi aquele cacetão largo para dentro da mesma e a fechei, abarcando até um pouco mais da glande, sentindo a grossura deliciosa me estufar, então mamei rapidamente e recuei, tirei e lambi a cabecinha suavemente, tesa e punhetando devagar, em movimentos circulares, segui chupando só a glande a princípio, enquanto o macho erguia minha blusa e acarinhava deliciosamente meus mamilos. 

Avancei um pouco e alarguei mais a boca, quase emperrando, mas por ela ser grande, meneei os lábios e cheguei à metade, de onde não passei mais, pelo fato do pau engrossar mais, e gemi tarada, recuei um pouco e segui o boquete, vazando esputo e masturbando, depois tirei, com finas pontes de saliva e passei o membro pelo meu rosto, melando-o, dei batidas na língua enquanto punhetava e comentei, provocando:

—Humm... realmente minha aluninha está muito bem servida na vida! Sortuda! Ricardo deu um sorriso, e estranhei, pois foi um sorriso claramente embotado.

—Você também está tendo a mesma sorte! Replicou o coroa, que sentou-se no sofá.

Ajoelhei-me entre as pernas do macho, que tirou sua camisa listrada, revelando um corpo bem conservado e belo. Seu peitoral era cheio e com poucos pelos, a barriga, um pouco saliente como eu havia reparado, coisa da idade mesmo e que não minaria em nada meu tesão, pois o macho era sim lindo e charmoso, e tinha um belo sorriso cafajeste. 

Segurei aquele pau bem grosso e masturbei devagar, ouvindo os gemidos do coroa, que relaxou de olhos fechados, puxei o prepúcio para baixo e passei a língua ao redor daquele corpo peniano obeso, sentindo minha xoxota espasmar violentamente, pedindo-o dentro dela, fora o cu, que piscava mais que letreiro luminoso. 

Abocanhei até onde pude em um movimento só, fechei os lábios e senti a boca bem estufada, engasguei, mas mantive o ritmo, e retomei a mamada, faminta e tarada, sem pressa, saboreando aquele tronco moreno delicioso e vendo o homem se contorcer.

Que rola deliciosa de se chupar, recuei um pouco e fiz o vai e vem meio rápido, vertendo mais saliva, depois avancei até o meio, onde engasguei, subi e mamei mantendo a glande dentro da boca, remexendo os lábios e fazendo leves movimentos de torção com a mão esquerda, amando sentir aquela espessura, em seguida avancei, meneando a cabeça e os lábios, até atolar o que pude e engasgar, tirei e dei uma cuspida na rolona e a punhetei.

Ricardo me subiu do chão para o sofá, ajoelhou-se, pôs-me deitada e de pernas abertas e elevadas, em seguida mostrou sua experiência de comedor ao beijar minha xoxota chorosa, pulsante e quente de tesão. 

Senti aquele arrepio delicioso com a lambida de baixo para cima que ele deu, o macho abriu minha flor transbordante de néctar e a explorou deliciosamente com sua língua e lábios, alternando entre beijos, chupadas e lambidas suaves, me levando ao delírio de gemidos aflitos; segurei a cabeça dele pelos poucos cabelos que tinha e me contorci, atochando seu rosto em minha buceta tarada, e depois o empurrei para não gozar.

—Soca essa rola grossa e gostosa na minha xoxota! Anda! Pedi, dando tapas na mesma.

Ricardo aprumou-se no sofá, veio e pincelou minha racha com sua rola bem grossa e deu batidinhas nela, em seguida enfiou a glande pequena, mas deliciosa e mais um pouco, então gemi alto ao sentir minha buceta sendo bem preenchida e alargada por aquela espessura, o macho foi bombando devagar, sem pressa para que eu me acostumasse ao seu calibre.

Mas com calibre grosso minha xoxota já estava bem acostumada, e logo fiz com que seu cacetão gordo fosse sugado, e minhas pernas tremeram ao sentir o talo da rolona. Dei aquele gemido alto e aflito, sentindo calafrios e respirei ruidosamente. 

Ricardo elevou mais minha perna direita, a apoiando no encosto do sofá e abriu mais a perna esquerda, a elevando, então começou a bombar num gingado delicioso, ainda sem pressa, desfrutando de minha vagina preenchida além da cota por seu cacetão largo, o qual era besuntado pela minha seiva incessante; ele respirava com tesão e seguia socando, aumentou mais o ritmo, e pirei.

—Que bucetinha apertadinha e gostosa você tem Luciana! Elogiou Ricardo, socando.

—É? Achei que não ia caber essa rola grossa nela! Retruquei, atiçando e ele riu.

—Coube sim, e coube bem gostoso, na medida certinha! Replicou o macho.

O ritmo embalou gostoso, Ricardo mantinha minhas pernas elevadas e abertas sob seus braços não muito robustos, mas fortes, e castigava deliciosamente minha xoxota ensopada. Que delícia era uma pica bem grossa nos preenchendo, os 18 centímetros do macho passeavam livremente dentro de mim, embora com um pouco de aperto, mas nada que incomodasse.

Após um tempo, resolvemos trocar de posição, e ao ver aquele cacetão gordo melado de nosso tesão, caí de boca, fazendo o coroa gemer aflito, o gosto salgado daquele queijo aumentou mais meu tesão, mamei gostoso, quase engasgando e depois chupando até depois da glande, masturbando em movimento de torção, pirando cada vez mais com aquela grossura.

Fiquei de quatro no sofá, com o rabo empinado e as pernas abertas, rebolei e Ricardo veio, deu aquele tapa de comedor safado com as duas mãos em ambas minhas nádegas, e instigou gostoso, pincelando sua tora nos meus lábios vaginais, depois roçou gostoso no clitóris, gemi manhosa, então ele meteu, suave novamente, meteu tudo em um movimento só, e balancei as pernas, contraindo os dedos dos pés ao sentir mais uma vez aquela espessura me invadir e preencher além da conta, e encolhi um pouco a bunda, mas a empinei depois.

Senti o talo do cacetão e requebrei de novo, o macho segurou minhas ancas e retomou as bombadas, um pouco mais incisivo, mas ainda assim, relaxado, saboreando minha buceta faminta, metendo até quase tirar e indo até o talo, onde dava aquela paradinha marota de poucos segundos, e retomava em estocadas curtas, sempre chocando sua virilha contra meu rabão. Ricardo debruçou-se sobre minhas costas e beijou meu pescoço, em seguida envolveu meus seios pequenos e bicudos com suas mãos e seguiu me fodendo deliciosamente.

—Aaahhh... que delícia... pauzão gostoso do caralho! Fode, assim, soca gostoso, soca forte! Falei, inebriada de tesão com as metidas deliciosas do coroa, que me fez gemer mais alto.

—Para quem achava que não ia aguentar... você se adaptou bem rápido! Parece até que já transa com homens de paus grandes! Comentou Ricardo, perspicaz, apenas ri sapeca.

O comedor apoiou a perna direita no sofá, e de posse das minhas ancas, fez aquele “plaft, plaft” alucinante com sua tora grossa em minha buceta, e surtei num gemido esganiçado, mas que ele, como macho calejado no sexo, sabia que era de puro tesão. Balancei minhas pernas trêmulas, porque os 18 centímetros grossos dele conseguiram ir fundo em mim, e não deu outra:

AAHHH... VOU GOZAR, SOCA, METE, NÃO PARAAAA! ESTOU GOZAAAAAHHHH, AAAHHHH, CARALHOOO, METE, METE, soca, não para, não para porra! urrei, alucinada, sentindo meu corpo quase colapsar num orgasmo frenético e brutal.

—Mulher que sabe trepar é outra coisa! Disse Ricardo, bombando gostoso, aproveitando-se da minha receptividade ainda sob efeito do gozo delicioso que ele me deu.

—Sua novinha não sabe? Não seja ingrato! Retruquei, rebolando.

—Sabe... mas... uma fêmea mais experiente é sempre melhor, e você me surpreendeu demais! Qualquer elogio a você é pouco e redundante! Disse Ricardo, extasiado.

Olhei para o coroa e o vi esbaforido, profusamente suado. Será que aguentaria mais uma? Ele saiu de minha buceta e vi seu caralho largo besuntado de nosso “requeijão” sexual, então o fiz sentar-se no sofá, e ainda com gás para o bis, fiquei de quatro, paralela a ele, e caí da boca, mamando surtada, quase engasgando, depois montei nele e provoquei:

—Você ainda não viu nada, caro engenheiro! Dito isso, aloquei sua rola bem grossa na entrada da minha xoxota e sentei gostoso, sentindo-a alargar deliciosamente. Eu queria mais. 

De repente o celular de Ricardo tocou. E era sim o dele, porque o meu estava desligado, pois eu já previa sua visita. Era uma música sertaneja universitária de péssimo gosto, a qual eu particularmente detesto, e aquilo já quebrou minha concentração na trepada.

—P-Perdão... esqueci de desligar o celular! Disse Ricardo.

—Deve ser a Lidiane, pode atender! Respondi, e saí de cima dele. O incentivei a atender, porque aquela música ridícula estava me incomodando. Ah, meu Deus, ainda bem que gozei...

Ricardo foi e atendeu a ligação, e pelo semblante dele ao atender e depois ouvir quem ligou, era algo sério. O coroa apenas ouvia e assentia com a cabeça, dizendo “certo” e “ok”.

—Er... me perdoe Luciana! Eu... adoraria continuar nosso momento tão prazeroso, mas surgiu uma intercorrência, ou melhor, ocorrência, er... um problema, e preciso ir rapidamente! Lamento muito! Disse Ricardo, se justificando desolado. Tadinho, ele me fodeu tão gostoso...

—Tudo bem, mas... não é nada grave? É? Questionei. Ele passou a mão no rosto e disse:

—Mais ou menos, mas não se preocupe! Olha... eu adorei nosso momento, de verdade, faz muito tempo que não encontro uma mulher com uma sintonia sexual tão impressionante como a sua, gostaria muito de ter uma segunda oportunidade! Desabafou o coroa, sincero.

—Claro que você terá sua nova oportunidade! Eu também adorei conhecer você, sendo assim, quando estiver livre e sem... ocorrências, me procure que será um prazer ainda maior, isso eu garanto! Retruquei, também sincera, desejosa por um bis... porque faltava o anal né...

—Isso me deixa muito feliz! Você é uma mulher fascinante! Disse o coroa.

—Não vai embora sem antes deixar uma lembrança né? Provoquei, me ajoelhando e segurando aquele picão largo e delicioso, o punhetando em seguida. Ele me fitou sorrindo.

Sorri e abocanhei seu pau bem grosso, segurei a base, a qual era mais grossa e fiz o vai e vem rápido, faminto e teso por aquela porra, encarei o macho, que passava os dedos em sua testa profusamente suada, derramando pingos de suor no chão e ofegando. 

Ah, a Luciana aqui sabe deitar um macho de jeito, talvez aquela ligação tenha salvado o coroa de passar vergonha, porque eu queria mais, mais e mais daquele pauzão largo me arregaçando, e não iria dar moleza, caprichei na mamada, estimulando com meus lábios e língua, a glande e o prepúcio, bombando minha cabeça rapidamente, e logo Ricardo urrou seu prazer, e abocanhei a tora até quase engasgar, para não desperdiçar uma gota de porra sequer, e ela pulsou como se fosse explodir.

Humm, cada pulsada era um jato forte que eu engolia, profuso e denso, e descia gostoso, então mamei até não sobrar nada e tirei o picão limpinho, Ricardo sorriu... 

CONTINUA


Comentários

  1. Ainda bem que teve um novo encontro.....já pensou na frustração que teria sido se vc não tivesse tido sua bunda currada como você gosta..... excelente texto.... excitante do início ao fim.....

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  2. Vontade imensa de foder esse rabo!

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  3. Essa história é tão boa quanto a próxima. Continue sempre por favor professorinha Linda e maravilhosa.

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  4. hoje eu nao vou comentar sobre o conto,mas sobre essa foto,luciana tu esta maravilhosa,e poe maravilhosa nisso gata,beijao

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  5. Bunda gostosa! Acabei de bater uma bem pra você!

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  6. Saudação Lu
    Ricardo safado soube aproveitar a oportunidade que a vida lhe deu. (MIKE)

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