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—Er... nada demais, só vim... reconhecer e parabenizar uma docente que tem competência no que faz, é só... uma gentileza! Com todo o respeito, mas você é uma mulher linda e inteligente, além de ser uma exímia professora! Disse Ricardo, galante. Mentiroso, ele titubeou, tinha outra intenção na verdade, mas não sei por qual motivo, recuou. Coroa esperto...
—Ok! Fico lisonjeada com sua amabilidade! Obrigada! Quer entrar e tomar
um cafezinho? Um suco? Ou só veio para dizer isso mesmo? Repliquei e
questionei.
—N-Não... obrigado! Só vim mesmo... para lhe parabenizar, realmente
essas duas horas iniciais do reforço da Lidiane já deram resultados imediatos
no aprendizado dela, e eu não podia deixar de expressar minha empolgação com
isso! Replicou Ricardo. Sei... malandrinho...
—Fico agradecida, de verdade! Bem... já que o senhor não quer ficar
para um cafezinho, tenha um ótimo final de tarde, e uma noite cheia de paz!
Falei, abrindo o portão para ele sair.
—Igualmente! Er... quarta-feira eu trago a Lidiane! Até mais! Disse Ricardo.
Nos despedimos com beijos formais no rosto, e ele deu aquela secada marota nas
minhas pernas antes de partir apressado. Era uma raposa... veio conferir o galinheiro
antes do bote...
Lamentei profundamente, mas tudo bem, seu olhar e gestual deram o
recado de que inexoravelmente minha aluna seria traída, e eu seria cúmplice do
chifre sem problemas, porque não dispenso um pirocudo, então comecei a enxergar
o cenário ao redor daquela situação toda, como sugeriu o tal Rodrigo em sua
conversa com Clécio, e logo teorias se formularam em minha mente, teorias
sexuais e comportamentais. Ricardo não parecia ser o que dizia ser...
QUARTA-FEIRA, 5 DE SETEMBRO DE 2018. A SEGUNDA AULA DE REFORÇO DE
LIDIANE.
Ricardo veio deixa-la, e não deixou de secar meu corpo que trajava uma blusinha baby look roxa, com uma borboleta desenhada, e um short de cotton curtinho na cor verde. Secou mesmo, na cara de pau, e fiquei eriçada com sua investida.
Já Lidiane, também estava sedutora com uma blusa de alcinha rosa e
um short curto e desfiado, mostrando parte de sua bunda redondinha. Percebi na
hora que nossa conversa sexual na segunda surtiu um efeito bem sapeca no
gestual e até mesmo no olhar de minha aluna, que parecia tramar algo, só com o
sorriso malicioso que deu ao me vir. Nos cumprimentamos e Ricardo partiu, em
seguida entramos.
Fiquei na minha durante a aula, apenas observando o comportamento de
Lidiane, que sim, estava bem diferente, mais solta, e mais focada no
aprendizado, mostrando um interesse e assertividade notáveis na resolução dos
problemas, mas ao mesmo tempo, me olhava como se enviasse um convite lascivo,
como se... tivesse dito ao namorado sobre mim...
Não deu outra, quando estávamos prestes a finalizar a aula, ela
indagou, maliciosa:
—Professora... a senhora tava falando sério quando disse que... queria
experimentar um homem do pau grande? Eu já esperava aquilo, mas não de supetão
assim...
—Por que pergunta isso? Indaguei, jogando a isca.
—Tava ou não tava falando sério? Insistiu a jovem, querendo se
certificar.
—Por que? Você vai oferecer seu namorado pirocudo para mim? Retruquei,
questionando e rindo, já matando a charada, mas me fazendo de besta. Casalzinho
safado...
—Ué... por que não? Ele ficou afim da senhora! Confessou Lidiane, e
arregalei os olhos.
Ok, eu tinha de digerir aquilo rápido, sem água e rezar para não
entalar. Que a visita repentina de Ricardo teve o propósito de preparar o
terreno para uma investida sexual, não havia dúvidas, mas Lidiane estar ciente
disso e ainda oferecer o macho a mim?
—Que tipo de relacionamento é esse o de vocês? Você não liga de ele ficar
com outras mulheres, aceita que ele lhe traia? Questionei, bem impactada sim
com a atitude de Lidiane.
—Acha que sou burra de “botar boneco” com um cara que me dá de tudo?
Que tá me dando uma oportunidade única na vida de ser alguém e sair da merda? O
Ricardo é casado professora, eu já sou a outra na vida dele, só que ele gosta
de mim e eu vou aproveitar! Revelou Lidiane, e não pude deixar de expressar um
olhar mais ou menos estarrecido.
Mais ou menos porque eu já desconfiava que a relação deles era extraconjugal. A diferença gritante na idade de um casal por si só já tira a credibilidade e seriedade do relacionamento, seja essa diferença no lado feminino, e principalmente no masculino.
Era um jogo de conveniências; Ricardo
pagava o que fosse necessário para saborear novamente um corpo jovem, e Lidiane
pagava o que fosse necessário para saborear o prazer de não ser mais pobre e
ter um futuro digno. Sequer existe paixão nesse tipo de relacionamento...
—Olha Lidiane... é compreensível! Eu lhe entendo muito bem, acho que no
seu lugar, se eu tivesse tido essa chance que você está tendo, de ter um homem
que lhe banca em tudo, que deseja o seu crescimento, eu também aproveitaria!
Desabafei, sendo bem sincera.
—Então professora? Quer? Quer experimentar o pau grande do Ricardo?
Propôs Lidiane, olhando profundamente nos meus olhos. O olhar dela desejava uma
putaria.
—Olha Lidiane... querer eu até queria, mas...! Comecei a falar, mas ela
me interrompeu:
—Prometo que não vou espalhar pra ninguém, eu não faria uma coisa
dessa, porque gosto da senhora, sempre gostei muito, a senhora sabe! Disse
Lidiane, enfática. Acreditei nela.
—Meu amor... se isso realmente não lhe causar sofrimento, se isso
realmente não fizer você se sentir humilhada, eu quero sim! Falei, também
enfática e a encarando seriamente.
—Humilhada eu? Que nada, eu tô de boa, não ligo pra isso, eu sei o que
eu quero com o Ricardo, e ele sabe o que quer comigo! Retrucou Lidiane, e
assenti, sem surpresa...
Ricardo veio buscar Lidiane 20 minutos depois, e claro, trocamos olhares lascivos, eu, cada vez mais eriçada, ele, cada vez mais desejoso por mim, mas minha aluna manteve a discrição, agiu sabiamente, como se nada estivesse acontecendo.
Conversamos banalidades, sempre flertando, então o casal
foi embora, mas percebi aquela piscadinha de olho de minha aluna, já dentro do
carro, como se me avisasse que minha transa com seu macho estaria sacramentada,
então me preparei para uma nova visita do coroa. Ele viria em seguida sim...
Fiz um rápido asseio, e pus uma camiseta branca e frouxa, mostrando a
barriga e uma saia azul curtinha e justa, realçando minhas curvas e sem
calcinha por baixo. Senti um frio na barriga, mas não era da possível transa em
si... e sim... sobre Ricardo, porque ele era um homem enigmático; sua fala
mansa e rebuscada, parecia fazer de sua personalidade um embuste, era como se
na verdade, Lidiane estivesse sendo enganada, assim como a esposa dele.
Não deu outra, 20 minutos depois, a buzina do carro de Ricardo irrompeu
lá fora, e saltei do sofá para atendê-lo. Fui cautelosamente, observei com
atenção o veículo do macho ao abrir o portão, e me surpreendi ao ver um adesivo
do CREA do estado onde sou nativa no vidro traseiro do mesmo; ou seja, eu
estava com teorias da conspiração; o coroa era mesmo Engenheiro Civil. Ricardo
me fitou com tara no olhar ao me vir, e sorriu maliciosamente...
—Olá Seu Ricardo! Veio me congratular novamente pela evolução de
Lidiane nos estudos? Saudei e indaguei, com um tom meio irônico. Ele sorriu e
se aproximou de mim.
—Se eu a elogiasse todo dia por esse feito, ainda seria pouco! Retrucou
Ricardo.
—O ruim é se minha aluna não gostar muito de suas visitas solitárias a
professora dela; sabe, não quero me meter em encrenca, gosto de viver em paz!
Rebati, e o coroa sorriu.
—Não quando a própria aluna incentiva essas visitas! Replicou o macho,
e sorri maliciosamente, em seguida abri passagem para ele entrar, e ele entrou.
Tranquei o portão.
Caminhamos até a sala, eu, na frente de Ricardo, olhando de soslaio e
percebendo seu olhar devorar meu rabão faminto por paus grandes e grossos, e
segundo Lidiane, o dele era grande e grosso, então me sentei no sofá, cruzei
bem as pernas, evidenciando minhas coxas grossas e subindo a saia, Ricardo
ficou de pé, esperando meu convite, fitando com um desejo avassalador meu par
de coxas largas e firmes, e vi algo crescer sob sua calça jeans, e era grande.
—Por que a Lidiane incentivou suas visitas a mim? O que ela andou
falando a meu respeito para você? Indaguei, mexendo nos meus cachos, com cara
de sapeca e balançando o pé da perna cruzada, em seguida alisei a coxa e vi seu
olhar pirar de tesão num sorriso.
—Relaxe, sua aluna não me disse nada que a desabonasse, apenas... falou
de um desejo seu, uma vontade latente em seu íntimo, um... anseio de
experimentar algo novo! Disse o macho, se aproximando de mim, e como homem
experiente e atento aos sinais femininos de desejo, alisou minha coxa, e
suspirou ao sentir a maciez de minha pele.
—Relação bem safadinha a de vocês viu! Repliquei, atiçando, então ergui
o pé da perna cruzada e o pus sobre o pacotão, e era sim chamativo,
protuberante e imponente.
—Lidiane não tem do que se queixar, está totalmente satisfeita em todos
os sentidos! Retrucou Ricardo, segurando meu pé e o fazendo acarinhar sua tora
avolumada.
—E eu? Será que sairei satisfeita? Indaguei, e tirei o pé de seu
pacote, avançando com a mão em seguida e sentindo a dureza do mesmo, depois
fitei o coroa safado, que sorria.
—Tenho certeza que sim! Desembrulhe seu presente! Replicou Ricardo.
Desafivelei o cinto, desabotoei a calça e a abaixei, vendo uma cueca
box branca, absurdamente estufada pelo picão do gato moreno, então apalpei e a
senti petrificada, ele dedilhou meus seios de bicos rijos e gemi, em seguida
abaixei a peça íntima, e claro, meus olhos se arregalaram, porém, algumas
considerações precisavam ser feitas sobre aquele dote...
Diante de mim estava mais um pau médio e acima da média, o terceiro de minha vida. Exatos 18 centímetros (mais um Marcos, um Nonato), só que a rola era grossa mesmo, como Lidiane disse, grossa como a de Ariovaldo. Torta para a esquerda, mais escura que o resto de sua pele e quase sem veias, prepúcio cobrindo parcialmente uma glande meio comprida, mas menor que o resto e com bolas médias e firmes, além de estar depilado.
O fator de minha admiração, foi,
mais uma vez, o que faltar em comprimento, ser MUITO BEM compensado na
espessura, e analisando a relação entre ambos, concluí que, ele era pauzudo sim.
—Gente do céu... que rolona grossa hein! A Lidiane aguenta tudo isso?
Comentei e indaguei, vendo minha mão padecer em fechar aquela circunferência
peniana, realmente impressionada, mas excitadíssima, mas me fazendo de besta, é
claro.
—Aguenta sorrindo e pedindo mais! Respondeu Ricardo, entrando na
putaria.
—Nossa... mas é muito grosso, será que eu aguento? Continuei, instigando,
analisando aquele calibre absurdo de pica, tentando em vão fazer meus dedos se
encontrarem ao segurar firme, e seguindo no meu misto de surpresa e fingimento
diante do “primeiro dotado”.
—Não vou prometer ser carinhoso com você, porque é obrigação de todo
homem ser carinhoso com as mulheres, só prometo mesmo... uma experiência muito
prazerosa! Replicou Ricardo, ganhando mais pontos comigo com seu cavalheirismo.
Assenti sorrindo e...
Abri a boca, conduzi aquele cacetão largo para dentro da mesma e a fechei, abarcando até um pouco mais da glande, sentindo a grossura deliciosa me estufar, então mamei rapidamente e recuei, tirei e lambi a cabecinha suavemente, tesa e punhetando devagar, em movimentos circulares, segui chupando só a glande a princípio, enquanto o macho erguia minha blusa e acarinhava deliciosamente meus mamilos.
Avancei um pouco e alarguei mais a boca, quase emperrando, mas
por ela ser grande, meneei os lábios e cheguei à metade, de onde não passei
mais, pelo fato do pau engrossar mais, e gemi tarada, recuei um pouco e segui o
boquete, vazando esputo e masturbando, depois tirei, com finas pontes de saliva
e passei o membro pelo meu rosto, melando-o, dei batidas na língua enquanto
punhetava e comentei, provocando:
—Humm... realmente minha aluninha está muito bem servida na vida!
Sortuda! Ricardo deu um sorriso, e estranhei, pois foi um sorriso claramente
embotado.
—Você também está tendo a mesma sorte! Replicou o coroa, que sentou-se
no sofá.
Ajoelhei-me entre as pernas do macho, que tirou sua camisa listrada, revelando um corpo bem conservado e belo. Seu peitoral era cheio e com poucos pelos, a barriga, um pouco saliente como eu havia reparado, coisa da idade mesmo e que não minaria em nada meu tesão, pois o macho era sim lindo e charmoso, e tinha um belo sorriso cafajeste.
Segurei aquele pau bem grosso e masturbei devagar, ouvindo os gemidos do coroa, que relaxou de olhos fechados, puxei o prepúcio para baixo e passei a língua ao redor daquele corpo peniano obeso, sentindo minha xoxota espasmar violentamente, pedindo-o dentro dela, fora o cu, que piscava mais que letreiro luminoso.
Abocanhei até onde pude em
um movimento só, fechei os lábios e senti a boca bem estufada, engasguei, mas
mantive o ritmo, e retomei a mamada, faminta e tarada, sem pressa, saboreando
aquele tronco moreno delicioso e vendo o homem se contorcer.
Que rola deliciosa de se chupar, recuei um pouco e fiz o vai e vem meio
rápido, vertendo mais saliva, depois avancei até o meio, onde engasguei, subi e
mamei mantendo a glande dentro da boca, remexendo os lábios e fazendo leves
movimentos de torção com a mão esquerda, amando sentir aquela espessura, em
seguida avancei, meneando a cabeça e os lábios, até atolar o que pude e
engasgar, tirei e dei uma cuspida na rolona e a punhetei.
Ricardo me subiu do chão para o sofá, ajoelhou-se, pôs-me deitada e de pernas abertas e elevadas, em seguida mostrou sua experiência de comedor ao beijar minha xoxota chorosa, pulsante e quente de tesão.
Senti aquele arrepio
delicioso com a lambida de baixo para cima que ele deu, o macho abriu minha
flor transbordante de néctar e a explorou deliciosamente com sua língua e
lábios, alternando entre beijos, chupadas e lambidas suaves, me levando ao
delírio de gemidos aflitos; segurei a cabeça dele pelos poucos cabelos que
tinha e me contorci, atochando seu rosto em minha buceta tarada, e depois o
empurrei para não gozar.
—Soca essa rola grossa e gostosa na minha xoxota! Anda! Pedi, dando
tapas na mesma.
Ricardo aprumou-se no sofá, veio e pincelou minha racha com sua rola
bem grossa e deu batidinhas nela, em seguida enfiou a glande pequena, mas
deliciosa e mais um pouco, então gemi alto ao sentir minha buceta sendo bem
preenchida e alargada por aquela espessura, o macho foi bombando devagar, sem
pressa para que eu me acostumasse ao seu calibre.
Mas com calibre grosso minha xoxota já estava bem acostumada, e logo fiz com que seu cacetão gordo fosse sugado, e minhas pernas tremeram ao sentir o talo da rolona. Dei aquele gemido alto e aflito, sentindo calafrios e respirei ruidosamente.
Ricardo elevou mais minha perna direita, a apoiando no
encosto do sofá e abriu mais a perna esquerda, a elevando, então começou a
bombar num gingado delicioso, ainda sem pressa, desfrutando de minha vagina
preenchida além da cota por seu cacetão largo, o qual era besuntado pela minha
seiva incessante; ele respirava com tesão e seguia socando, aumentou mais o
ritmo, e pirei.
—Que bucetinha apertadinha e gostosa você tem Luciana! Elogiou Ricardo,
socando.
—É? Achei que não ia caber essa rola grossa nela! Retruquei, atiçando e
ele riu.
—Coube sim, e coube bem gostoso, na medida certinha! Replicou o macho.
O ritmo embalou gostoso, Ricardo mantinha minhas pernas elevadas e
abertas sob seus braços não muito robustos, mas fortes, e castigava deliciosamente
minha xoxota ensopada. Que delícia era uma pica bem grossa nos preenchendo, os
18 centímetros do macho passeavam livremente dentro de mim, embora com um pouco
de aperto, mas nada que incomodasse.
Após um tempo, resolvemos trocar de posição, e ao ver aquele cacetão
gordo melado de nosso tesão, caí de boca, fazendo o coroa gemer aflito, o gosto
salgado daquele queijo aumentou mais meu tesão, mamei gostoso, quase engasgando
e depois chupando até depois da glande, masturbando em movimento de torção,
pirando cada vez mais com aquela grossura.
Fiquei de quatro no sofá, com o rabo empinado e as pernas abertas,
rebolei e Ricardo veio, deu aquele tapa de comedor safado com as duas mãos em
ambas minhas nádegas, e instigou gostoso, pincelando sua tora nos meus lábios
vaginais, depois roçou gostoso no clitóris, gemi manhosa, então ele meteu,
suave novamente, meteu tudo em um movimento só, e balancei as pernas,
contraindo os dedos dos pés ao sentir mais uma vez aquela espessura me invadir
e preencher além da conta, e encolhi um pouco a bunda, mas a empinei depois.
Senti o talo do cacetão e requebrei de novo, o macho segurou minhas
ancas e retomou as bombadas, um pouco mais incisivo, mas ainda assim, relaxado,
saboreando minha buceta faminta, metendo até quase tirar e indo até o talo,
onde dava aquela paradinha marota de poucos segundos, e retomava em estocadas
curtas, sempre chocando sua virilha contra meu rabão. Ricardo debruçou-se sobre
minhas costas e beijou meu pescoço, em seguida envolveu meus seios pequenos e
bicudos com suas mãos e seguiu me fodendo deliciosamente.
—Aaahhh... que delícia... pauzão gostoso do caralho! Fode, assim, soca
gostoso, soca forte! Falei, inebriada de tesão com as metidas deliciosas do
coroa, que me fez gemer mais alto.
—Para quem achava que não ia aguentar... você se adaptou bem rápido!
Parece até que já transa com homens de paus grandes! Comentou Ricardo,
perspicaz, apenas ri sapeca.
O comedor apoiou a perna direita no sofá, e de posse das minhas ancas,
fez aquele “plaft, plaft” alucinante com sua tora grossa em minha buceta, e
surtei num gemido esganiçado, mas que ele, como macho calejado no sexo, sabia
que era de puro tesão. Balancei minhas pernas trêmulas, porque os 18 centímetros
grossos dele conseguiram ir fundo em mim, e não deu outra:
—AAHHH... VOU GOZAR, SOCA, METE, NÃO PARAAAA! ESTOU GOZAAAAAHHHH,
AAAHHHH, CARALHOOO, METE, METE, soca, não para, não para porra! urrei,
alucinada, sentindo meu corpo quase colapsar num orgasmo frenético e brutal.
—Mulher que sabe trepar é outra coisa! Disse Ricardo, bombando gostoso,
aproveitando-se da minha receptividade ainda sob efeito do gozo delicioso que
ele me deu.
—Sua novinha não sabe? Não seja ingrato! Retruquei, rebolando.
—Sabe... mas... uma fêmea mais experiente é sempre melhor, e você me
surpreendeu demais! Qualquer elogio a você é pouco e redundante! Disse Ricardo,
extasiado.
Olhei para o coroa e o vi esbaforido, profusamente suado. Será que
aguentaria mais uma? Ele saiu de minha buceta e vi seu caralho largo besuntado
de nosso “requeijão” sexual, então o fiz sentar-se no sofá, e ainda com gás
para o bis, fiquei de quatro, paralela a ele, e caí da boca, mamando surtada,
quase engasgando, depois montei nele e provoquei:
—Você ainda não viu nada, caro engenheiro! Dito isso, aloquei sua rola
bem grossa na entrada da minha xoxota e sentei gostoso, sentindo-a alargar
deliciosamente. Eu queria mais.
De repente o celular de Ricardo tocou. E era sim o dele, porque o meu
estava desligado, pois eu já previa sua visita. Era uma música sertaneja
universitária de péssimo gosto, a qual eu particularmente detesto, e aquilo já
quebrou minha concentração na trepada.
—P-Perdão... esqueci de desligar o celular! Disse Ricardo.
—Deve ser a Lidiane, pode atender! Respondi, e saí de cima dele. O
incentivei a atender, porque aquela música ridícula estava me incomodando. Ah,
meu Deus, ainda bem que gozei...
Ricardo foi e atendeu a ligação, e pelo semblante dele ao atender e
depois ouvir quem ligou, era algo sério. O coroa apenas ouvia e assentia com a
cabeça, dizendo “certo” e “ok”.
—Er... me perdoe Luciana! Eu... adoraria continuar nosso momento tão
prazeroso, mas surgiu uma intercorrência, ou melhor, ocorrência, er... um
problema, e preciso ir rapidamente! Lamento muito! Disse Ricardo, se
justificando desolado. Tadinho, ele me fodeu tão gostoso...
—Tudo bem, mas... não é nada grave? É? Questionei. Ele passou a mão no
rosto e disse:
—Mais ou menos, mas não se preocupe! Olha... eu adorei nosso momento,
de verdade, faz muito tempo que não encontro uma mulher com uma sintonia sexual
tão impressionante como a sua, gostaria muito de ter uma segunda oportunidade!
Desabafou o coroa, sincero.
—Claro que você terá sua nova oportunidade! Eu também adorei conhecer
você, sendo assim, quando estiver livre e sem... ocorrências, me procure que
será um prazer ainda maior, isso eu garanto! Retruquei, também sincera,
desejosa por um bis... porque faltava o anal né...
—Isso me deixa muito feliz! Você é uma mulher fascinante! Disse o
coroa.
—Não vai embora sem antes deixar uma lembrança né? Provoquei, me
ajoelhando e segurando aquele picão largo e delicioso, o punhetando em seguida.
Ele me fitou sorrindo.
Sorri e abocanhei seu pau bem grosso, segurei a base, a qual era mais grossa e fiz o vai e vem rápido, faminto e teso por aquela porra, encarei o macho, que passava os dedos em sua testa profusamente suada, derramando pingos de suor no chão e ofegando.
Ah, a Luciana aqui sabe deitar um macho de jeito,
talvez aquela ligação tenha salvado o coroa de passar vergonha, porque eu
queria mais, mais e mais daquele pauzão largo me arregaçando, e não iria dar
moleza, caprichei na mamada, estimulando com meus lábios e língua, a glande e o
prepúcio, bombando minha cabeça rapidamente, e logo Ricardo urrou seu prazer, e
abocanhei a tora até quase engasgar, para não desperdiçar uma gota de porra
sequer, e ela pulsou como se fosse explodir.
Humm, cada pulsada era um jato forte que eu engolia, profuso e denso, e descia gostoso, então mamei até não sobrar nada e tirei o picão limpinho, Ricardo sorriu...
CONTINUA
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Comentários

Ainda bem que teve um novo encontro.....já pensou na frustração que teria sido se vc não tivesse tido sua bunda currada como você gosta..... excelente texto.... excitante do início ao fim.....
ResponderExcluirVontade imensa de foder esse rabo!
ResponderExcluirEssa história é tão boa quanto a próxima. Continue sempre por favor professorinha Linda e maravilhosa.
ResponderExcluirhoje eu nao vou comentar sobre o conto,mas sobre essa foto,luciana tu esta maravilhosa,e poe maravilhosa nisso gata,beijao
ResponderExcluirBunda gostosa! Acabei de bater uma bem pra você!
ResponderExcluirSaudação Lu
ResponderExcluirRicardo safado soube aproveitar a oportunidade que a vida lhe deu. (MIKE)