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Fabiana estava certa, pois a única mudança na posição de Leila foi
soltar as nádegas e apoiar as mãos no encosto do sofá. Normalmente encolhemos a
bunda quando o cu dói, por conta da fisgada causada pela penetração anal,
especialmente quando o pau é o de Rodrigo. A mulata sequer fez isso, permaneceu
com seu rabo colossal arrebitado e camuflava seu choro entre gemidos e
grunhidos. A expressão dela, de fato não era a de quem chorava de dor.
—Eu gosto é assim... quando a esposinha chora de tesão na rola do
comedor! Disse Rodrigo, que puxou os cabelos de Leila para trás junto com sua
cabeça para dizer isso.
—Eita... a “Larissinha” dela também tá chorando que só! Comentou Kézia.
Dei risada, olhei e pasmei. A xoxota de Leila parecia uma ferida aberta, só que
vertendo seiva de tesão.
Um pingo denso se formava e estava prestes a cair conforme Rodrigo
metia, ainda apresentando seu pauzão ao cu de Leila, e logo esse pingo grande
caiu sobre o estofado, juntando-se a outro que já havia caído. A buceta dela
brilhava de tão melada, e escorria. Rodrigo deu outra cuspida no pauzão,
espalhou e finalmente acelerou um pouco, e Leila gemeu alto, em seguida começou
a rebolar, fazendo o caralhão entrar mais, depois despejou o lubrificante.
—Fode, fode o cu da esposinha, vai, vai, me faz chorar na tua rola
feito uma puta safada! Ordenou Leila, com a voz sim meio chorosa, mas carregada
de um tesão genuíno.
—E a bucetinha? De quem é? Do corno ou do comedor? Atiçou Rodrigo, que
deu um tabefe estralado no rabão de Leila e socou mais incisivo. Ela sorriu,
gemeu alto e grunhiu.
—D-Do... comedor... é sua! Respondeu a safada, rebolando.
Rodrigo segurou as nádegas de Leila, empurrando-as para frente e foi
cessando as gentilezas. Leila parecia ter uma rotatividade baixa de parceiros
no grupo, confesso que o cuzinho dela era... mais conservadinho que o meu, isso
era evidente pela forma como ele acomodava o caralhão de Rodrigo, bem alargado
com um certo aperto, mesmo com a dilatação.
—Vai, remexe gostoso esse rabo! Ordenou Rodrigo, dando outro tapa na
bunda dela.
Leila assumiu o comando, rebolando em um gingado único, um requebrado
promíscuo, torturando o pauzão de Rodrigo, o qual estava quase atolado em seu
cu. Ela gemia alto, dava gritos curtos e fazia o vai e vem cadenciado. O pastor
despejou mais óleo na rabona dela e a mulata deslanchou, com um semblante
tomado de tara. O macho a dominou de novo pelas ancas e o esperado “plaft,
plaft” fez a mulata gritar e gemer ensandecida.
—AAAAHHHH... aaaiiii... AAAAHHH... ISSO, PORRA, ME FODE, CARALHO! ME
ARROMBA SEU PUTO SAFADOO! Berrou Leila, e quando a mulher age assim... o macho
que se prepare.
E Rodrigo SEMPRE esteve preparado, puxou novamente Leila pelos cabelos,
dando um nó nos mesmos, elevando a cabeça dela e sentou a rola sem pena, a
mulata quase perdeu a voz ao soltar um grito entrecortado, a buceta escorria
mel sem parar, os pingos balançavam como um pêndulo e caíam, melando o entre
pernas dela e o sofá ainda mais.
—A bichinha é braba, viu? Comentei, impressionada. Não teve essa de
“vai com calma”, a mulata simplesmente não mostrou qualquer temor ou
insegurança com o dote de Rodrigo.
—Eles tiveram um encontro antes desse, tenho certeza! Cochichou Kézia.
—Ou mais de um! Nem eu me acostumei tão rápido! Arrematou Fabiana, e
fazia sentido.
Rodrigo parou, deu outro tapa na bunda de Leila e saiu de trás dela,
mas a mulata estava com fome, se virou e avançou no comedor, e ambos se
beijaram, aquele beijo que a mulher surtada de tesão dá no macho, como gratidão
pela trepada deliciosa e inesquecível que estava tendo. Ele encheu as mãos no
rabão dela e o apertou, puxando para cima enquanto ela o beijava.
—Luciana... deixa... só mais um pouquinho, eu quero ele... quero mais!
Pediu Leila, me encarando de um jeito que me deixou arrepiada. O que eu podia
fazer? Sim com a cabeça.
—Deite-se... com as pernas bem abertas e levantadas! Ordenou Rodrigo.
Leila obedeceu, e quando vimos a buceta inchada e encharcada dela... eu pelo
menos, estarreci.
—Eita Rodrigo... vai deixar o priquito dela chorando desse jeito?
Brincou Fabiana.
—Do jeito que ele tá aí, desliza que é uma beleza! Comentou Kézia, e
rimos.
—Calma... a gente vai por etapas! Abre o cuzinho, Leila! Disse o
pastor, já meio suado. Ele pegou duas almofadas e apoiou o joelho esquerdo
nelas, depois extraiu a seiva de Leila, e quando seus dedos tocaram a buceta
dela, a mulher gemeu alto e se tremeu.
O safado a fez sorver seu melzinho direto dos dedos dele enquanto ela
abria seu cu já bem disforme, e ficaria mais ainda naquela posição. Ele deu
três tapinhas na xoxota dela e a fez chupar seus dedos novamente, em seguida
caiu de boca de novo, Leila gemeu alto, segurando a cabeça dele e se
contorcendo, sussurrando palavrões e depois quase muda, com seus longos, lisos
e negros cabelos cobrindo parte de seu rosto tomado por um tesão indizível.
Rodrigo tirou a boca, e vi claramente finas pontes de saliva ou do mel
dela. Boa parte da face dele estava bem melada, especialmente a boca, e quando
ele olhou para mim, gelei, ele deu uma risadinha cínica e então debruçou-se
sobre Leila, a beijando, fazendo com que ela sorvesse o próprio tesão em um
beijo devasso, promíscuo e cheio de tara.
—Vem... come meu cuzinho, mas depois quero na bucetinha, viu? Provocou
Leila. Rodrigo assentiu e se preparou para meter, mas antes... olhou no relógio
mais uma vez, franziu o cenho e os lábios e sacudiu discretamente a cabeça.
Alguém estava atrasada? Tive um arrepio.
Rodrigo pincelou a glande de seu pauzão na entrada do cu de Leila, que
gemeu e fez uma careta sensual de dor. Só podia estar doendo e ardendo muito. A
mulata mordeu com força o lábio inferior e gemeu, respirando forte, ergueu a
cabeça e fez uma cara devassa ao sentir o caralhão invadindo seu cu novamente.
O macho foi enfiando com calma e naquela posição ele parecia alargar ainda mais
o ânus da mulata, que de novo, tremeu levemente as pernas.
De repente ouvi, (e pelo visto só eu ouvi, pois, Kézia e Fabiana
estavam se tocando e gemendo ao assistirem imersas, o pastor enrabando Leila)
duas buzinadas lá fora. Talvez fosse na casa vizinha e desencanei. Leila gemeu
alto e seguia gemendo alto ao ser enrabada por Rodrigo na posição de “frango
assado”, com mais da metade de seu quadril para fora do sofá.
Rodrigo alisava o ventre de Leila, bombando devagar, depois
estimulava-lhe os seios, dando leves apertos nos bicos, desceu a mão até a
xoxota dela, a qual melava sem parar, e ali estimulou suavemente o clitóris,
exatamente como fez comigo em nossa primeira vez, e não deu outra, o toque
mágico do comedor a relaxou e fez com que ela o puxasse para cima dela.
—Porra... o homem se garante demais, que gingadinho maroto, meu Deus!
Sussurrou Kézia. Quando a fitei, ela se masturbava suavemente, com seus dedos
bem melados.
Eu também estava muito excitada, mas se me masturbasse, poderia gozar
antes da hora. Não que o gás iria acabar, mas eu preferia explodir de prazer
levando aquele pauzão delicioso.
O macho envolveu o par de seios de Leila com as mãos, os apalpando e
acariciando, deu aquela engatada marota, a qual fez o cacetão ir mais fundo,
mordeu o lábio inferior e mandou rola na mulata. A luta para aquele cuzinho
acomodar a grossura absurda da rola de Rodrigo, era algo delicioso de se ver,
sem contar a expressão no rosto dela, aflita, quase sem ar com gemidos
entrecortados que tentavam se converter em gritos... e se convertiam.
—G-Gostoso... gostoso... mete, mete, come meu cu todinho... meu macho,
ai que delícia! Desabafou Leila, com aquela carinha de mulher lesada de tanto
tesão, quase em transe.
—Extrapolamos um pouco... agora é a vez de Luciana, mas não se
preocupe... vai ter mais, para você e para as demais! Replicou Rodrigo, que
parou e acariciou o corpo de Leila.
—Obaaa! Finalmente! Falei, dando uns pulinhos e batendo palminhas.
Todos riram. Rodrigo, já de pé, me abraçou gostoso e beijou minha testa, em
seguida indagou:
—Leila fez uma chuca perfeita, mas... quer que eu faça um asseio rápido
mesmo assim? Ao ouvir isso, inspecionei o pauzão e não vi nenhuma sujeira,
nada, nem mal cheiro...
Nem respondi, só me ajoelhei e caí de boca, e ri ao ouvir as demais
vibrarem. Leila quase saltou do sofá, Kézia se aproximou mais, ambas com olhos
ávidos, e acanhei um pouquinho, mas logo me desinibi, resolvi mostrar que não
era fixa dele à toa, e para ser sincera... a responsa daquele momento recaía
mais sobre mim e Fabiana, do que sobre o próprio Rodrigo.
Encostei a glande em meus lábios, fiz biquinho com os mesmos, roçando
na pontinha enquanto massageava a base com a mão direita e a esquerda puxava o
prepúcio para cima e para baixo em um movimento circular suave. Apertei firme,
na inútil tentativa de fazer os dedos se encontrarem, e a buceta chorava mais
com o fracasso. Soltei a base e abri um pouco a boca, o suficiente para metade
da glande ocupa-la, segui o estímulo e Rodrigo gemeu gostoso.
Passei o pauzão no rosto, segurando
com as duas mãos, os olhos fechados, sentindo o calor, a textura, a grossura e
o peso do membro daquele macho viril, cafajeste e tesudo, em seguida abocanhei
a glande e comecei a mamar de fato, grunhindo, torturando o prepúcio com os
lábios, remexendo e avançando um pouco ao empurrá-lo para trás. Ele pulsou
gostoso e fui adiante, já alargando bem a boca, vertendo esputo conforme
avançava.
Tirei e a saliva escorreu, depois caiu sobre a almofada, punhetei, bati
no rosto, passei, o melando, bati na língua e abocanhei de novo, e fui até onde
deu, meneando a cabeça, remexendo os lábios para acomodar o máximo possível
daquela coluna de carne deliciosa, engasguei um pouco, parei e bombei suave,
salivando mais e mais, tirei de novo, com pontes espessas da minha baba
conectando nosso tesão e trocamos olhares.
—Seu pau é uma delícia, meu macho... adoro essa rola, fode minha boca,
fode bem gostoso, aaahhhh! Declarei e abri bem a boca, e Rodrigo enfiou a
glande e segurou minha nuca.
Com a boca aberta, ele avançou aos poucos, até onde dava e prendi o
cacetão com os lábios, afrouxei um pouco e o macho começou a bombar, quase
tirando e enfiando até onde deu, foi acelerando e a saliva escorrendo mais,
comecei a ouvir e ver as três fêmeas grunhindo de tesão, se tocando, se
possuindo, inebriadas com a cena, fechei os olhos e deixei rolar.
A saliva escorria, caindo sobre minhas coxas, as lágrimas vertiam
discretas, conforme minha boca tentava não engulhar muito. O comedor socava sem
pressa, mas tentava atolar, bombando suave, recuando pouco e avançando. Ele
tirou e ofeguei, toda babada.
—De quatro, aí no chão mesmo! Ordenou Rodrigo, e obedeci, apoiada nas
almofadas, com as mãos no estofado e empinando bem meu rabo guloso. Ele veio e
deu um tapa delicioso.
—B-Bate mais, bate mais! Pedi, e Rodrigo bateu de novo. Rebolei. —Bate,
bate mais! Pedi de novo, e ele sapecou um tapão seguro, e dei um gritinho
safado e agudo, rindo.
Rodrigo foi tirando o plugue do meu cu suavemente, e senti aquela
dorzinha gostosa. Após tirar, ele despejou o óleo lubrificante na minha bunda,
no plugue e o reinseriu, e até nisso o macho era mestre. Gemi gostoso, em
seguida ele retirou o brinquedo e o vi entregando à Kézia, que o deixou perto
de mim. Senti a glande cutucando meu cuzinho e ele indagou:
—Tudo bem se eu pedir à Leila que abra sua bunda?
—S-Sim... tudo bem, mas... mete daquele jeito, meio mole e endurece
dentro, também quero experimentar essa sensação! Respondi e pedi, e a mulata já
se posicionou, segurou firme minhas nádegas e as abriu. O toque dela era
gostoso, suave e seguro ao mesmo tempo.
—Só você sentindo mesmo para saber como é gostoso! Atiçou Leila.
—Ah, hoje vocês estão me pondo à prova mesmo hein? Brincou o pastor.
—Culpa da Fabiana, que pediu isso, agora quero também! Retruquei, e rimos.
—Neeehhh, a culpa é do Rodrigo, que inventou de fazer isso comigo e eu
gostei, mas ó: na próxima rodada não precisa fazer de novo, tá, Rodrigo?
Rebateu Fabiana, rindo e mais risos.
—Obrigado pela colher de chá, Fabi, então vamos lá! Disse Rodrigo, e
ela deu risada.
Como eu estava de costas, não seria de bom tom me virar para ficar
olhando a concentração de Rodrigo, mas Leila mantinha minha bunda bem aberta.
Eu apenas ouvia seu exercício de respiração, mais contido dessa vez. Silêncio
total, então Leila soltou minha bunda, a mão do comedor abriu uma das nádegas e
senti a glande roçando no meu cu, e gemi manhosa.
Detalhe: não sei quanto tempo se passou, mas não demorou. Meu cuzinho
lubrificado foi dando as boas-vindas à glande que entrava e gemi mais. Quando a
mesma passou, senti que o pauzão estava “bebo”, como Fabiana disse, mas não
significa que perdeu a capacidade de arregaçar um cu. Só o calibre estava um
pouco reduzido, então ele atiçou, alisando minha bunda:
—Vou enfiar tudo em um movimento só, e ele vai endurecer mais gostoso!
—Faça como quiser, meu comedor, esse cuzinho é todo seu! Respondi, e
ouvi um “HUMMMM” bem prolongado das demais. Dei risada, demos risada. Que momento
gostoso.
Gemi alto, trêmula, arrepiada e
um pouco zonza. Fazia tempo que não transava com Rodrigo e obviamente, era
preciso uma readaptação ao cacetão dele, mas isso não seria problema. Não
encolhi a bunda, pelo contrário, comecei a rebolar sutilmente enquanto meu cu
alargava. Senti o pau ainda meia vida, avançando, avançando até... que senti o
talo e soltei um gemido gutural, começando entrecortado e finalizando quase em
um grito.
—Ai que delícia ver um cuzinho assim, todo alargado! Comentou Kézia.
Eu ofegava, sentindo o caralhão de Rodrigo ainda lá e cá, as mãos de
Leila mantendo meu rabo bem aberto, e de vez em quando ela apertava suavemente
minhas nádegas. O macho começou a bombar bem devagarinho, recuando pouco e indo
até o talo sutilmente, quando finalmente senti... senti o pauzão endurecer
dentro do meu cu, e delirei, gemi quase gritando.
Mal consegui expressar com palavras a sensação, e não consegui
transcrevê-la em detalhes, eu só sabia que era bom demais sentir a rolona
endurecendo dentro do meu cu e alargando o mesmo ainda mais. Leila soltou minha
bunda e Rodrigo a segurou firme, aí embalou.
Eu só conseguia gemer alto e dar
gritos curtos e agudos. O pastor ia em um ritmo mediano e bem cadenciado. Minhas
canelas tremiam, os dedos dos pés também contraíam e esticavam, assumindo uma
forma bizarra e retorcida, o calor veio violento, assoprei o chão e ergui bem a
cabeça, sentindo o colosso de carne do meu macho me foder bem gostoso.
—Isso... isso... que delícia, vai, me fode! Falei, quase sussurrando, e
Rodrigo me fodia bem gostoso, ainda sem acelerar, só amaciando meu cu, mesmo
com seu pauzão todo dentro.
Ele recuou até quase tirar e foi bombando até pouco depois da glande,
alisando minha bunda, apertando e dando um tapa. A lubrificação anal estava
ótima, eu sentia minha buceta espasmar brutalmente e começar a vazar seiva. Minhas
pernas iam relaxando conforme ele ia metendo, o vai e vem gostoso, infligindo
apenas a inevitável dor que seu calibre causava.
Rebolei, safada, tarada e fiz o pauzão ir mais fundo de novo. Rodrigo
parou e assumi o comando, gingando gostoso e fazendo o macho gemer tarado com
meu remelexo pessoal. Fiz um sobe e desce rápido, fazendo o cu alargar mais
ainda conforme a rolona avançava.
—Eita Lulu, tá passeando gostoso nessa tora hein? Comentou Fabiana, e
sorri.
—O passeio vai começar agora. Senta aí Rodrigo, quero ir por cima!
Falei e ele começou a tirar o pauzão sem pressa, e antes de tirar tudo, deu
umas três estocadinhas deliciosas.
Rodrigo jogou-se no sofá. Trocamos olhares e sorrisos. O encarei além
do normal.
—Que foi? Algo errado? Indagou o pastor, ruborizado. Dei risada e
respondi:
—Errado? Que eu saiba, não há nada de errado, só estou te admirando!
—O olhar de uma mulher apaixonada é inconfundível! Comentou Leila, e a
fitei sorrindo. Tive vontade de retrucar, mas calei e claro, meu silêncio
chancelou a declaração dela.
Montei em Rodrigo, mas antes de sentar gostoso em sua tora, roubei-lhe
um beijo na boca, segurando seu rosto com paixão e ele correspondeu. Macho
lindo do caralho, gostoso, viril, tesudo, aaahhh. Mão esquerda no meu pescoço,
mantendo minha cabeça sob seu domínio e mão direita na minha bunda, apertando e
estapeando. Afastamos nossos rostos e sorrimos.
Me acocorei a uma boa distância do pauzão dele, abri bem a bunda e vi
que Rodrigo não segurava a rola, sinal de que estava petrificada, então desci
com cuidado, ao sentir a glande invadindo meu cu, gemi manhosa e continuei
descendo, o resto foi entrando, alargando, alargando e relaxei, gemendo e
soltei a bunda, a dorzinha marota veio e gemi mais, apoiei as mãos nos ombros
dele e senti o talo, junto com um leve tremor nas pernas, mas fiquei firme.
—Cavalga gostoso, tesuda! Sussurrou Rodrigo, me devorando com seu
olhar. Sorri.
Claro que comecei a cavalgar, subindo e descendo gostoso e sem pressa,
com aquele caralhão atochado no meu cu faminto. Arrebitei mais o rabo e o
encaixe ficou perfeito, me causando arrepios e calafrios deliciosos a ponto de
eu gemer mais alto e bradar um palavrão. Fitei as demais fêmeas e elas se
tocavam, fazendo caras e bocas de um tesão contagiante.
Meu sobe e desce era malvado, quase tirando e quase até o talo,
sentindo bem aquele tronco de carne gorda arrombando meu cu. Achei a medida
certa da cavalgada e deslanchei, até cair sobre os joelhos e sentir o talo do
membro, gemendo mais alto ainda e arrepiada, ele estapeou minha bunda e colocou
meus pés sobre suas coxas e os acarinhou gostoso.
Abracei Rodrigo e continuei no comando, subindo e descendo com mais
tara, até que...
—Humm... mas que menino guloso, nunca se contentou em comer uma só.
Gula é pecado, viu Pastor? Comentou a voz de uma mulher, a qual ecoou um pouco
pela sala. Paramos tudo na hora, todos os olhares se voltaram para ela, e
quando reconheci a dama... estarreci.
Era Thaís. Fitei Rodrigo e ele sorria maroto, cafajeste e dei risada,
sacudindo a cabeça.
A fêmea chegou chegando. Não veio do quarto, e logo constatei que a
zoada de buzina que ouvi antes, era do carro dela ou que a trouxe. Thaís
trajava uma blusa com mangas longas e boca de sino, decote bem ousado e tamanho
médio, tecido fino, semitransparente e com uma estampa abstrata e
predominantemente verde, seguida de uma calça jeans bem justa, a qual realçava seu par de pernas bem toradas, grossas e finalizando, uma sandália Anabela, valorizando seus
pezinhos sem unhas pintadas. Seus cabelos cacheados estavam presos num coque
sensual e ela portava uma bolsa de palha grande, linda e que tive vontade de
comprar uma igual...
A chegada daquela mulher... mudaria TUDO na suruba, assim como Ayla
mudou...
—Já fui mais guloso, Thaís, hoje apenas gosto de comer bem. A
propósito, você está meio... atrasada, não é? Retrucou Rodrigo, e demos uma
risada alta, quase em coro. Ela riu.
—Desculpe meu gostoso, tive um contratempo de última hora, visitinha da
sogra, aff, e acabou demorando mais tempo que o previsto, mas... eu sei que
você odeia atrasos e vai me castigar, então... vou me aprontar para receber meu
castigo! A propósito, bom dia, meninas, me chamo Thaís e vai ser muito
divertido me juntar a vocês! Rebateu a mulher, e Rodrigo riu.
Respondemos o cumprimento, e eu saí de cima de Rodrigo, mas fiquei ao
lado dele. Thaís me fitou e fitou o pauzão do comedor e contraiu os lábios,
dando um suspiro de tesão.
—Tu é do grupo? Acho que já te vi em algum evento! Indagou e comentou
Kézia.
—Não... não sou do grupo, mas... já participei de eventos do grupo de
vocês, então... é possível sim que a gente tenha se visto em algum desses
eventos, pois seu rostinho também é meio familiar, e se está com o Rodrigo
aqui... é porque se garante! Respondeu e revelou Thaís.
—E pessoas de fora do grupo podem participar de eventos do grupo?
Indaguei, curiosa.
—Dependendo do evento... sim, podem, mas essas pessoas são
cuidadosamente escolhidas por Suzy. Thaís participou de um evento chamado
“DESAFIO DAS SETE”, ocorrido em 2008, se não me falha a memória, ou seja, nossa
amizade já tem 11 anos! Respondeu Rodrigo.
—2009, meu amorzinho, se me permite a correção! Retrucou Thaís, e
Rodrigo sorriu.
—Porra... então é verdade mesmo? Tu transou com sete de uma vez? E deu
conta? Questionou a Pimentinha, abismada, assim como eu, Leila e... Fabiana...
nem tanto.
—Saí do quarto cambaleando, zonzo e parecendo um bêbado, mais suado que
maratonista, mas sim, consegui, dei conta! Respondeu Rodrigo, e demos risada.
Ele corou.
—Então... hoje vai ser outro “Desafio das Sete”? Indagou Leila. Rodrigo
e Thaís riram.
—Não, só cinco mesmo, eu nunca mais repeti o Desafio das Sete, é um
desgaste físico tremendo, hoje eu não me atreveria a fazer de novo, o pique não é mais o mesmo! Respondeu o pastor.
—Lembra quem eram as participantes, além de Thaís? Indaguei, eriçada.
Ele respondeu:
—Vamos lá, me corrija se eu estiver errado, Thaís. É... Suzy, Vitória, você (Thaís),
Stella em seu primeiro encontro comigo, Ruivadia... Maluzinha e... La Belle De
Jour! Correto, Thaís?
—Isso mesmo, foi inesquecível! Eu e Maluzinha éramos as únicas de fora
do grupo, e a Stella virou sua fixa logo após esse evento. Rápido né? Respondeu
e alfinetou Thaís.
Rodrigo pediu licença a mim e levantou-se guardando o pauzão, depois
foi até Thaís.
—Errado, querida Thaís, Stella tornou-se minha fixa em 2010, 1 ano
depois. Agora... vá se arrumar para continuarmos, eu e as meninas estávamos em
um ritmo muito gostoso e não podemos deixar o sangue esfriar! Respondeu
Rodrigo, abraçando Thaís e a beijando depois.
—É no quarto onde Katiane orientou né? Indagou Thaís, e Rodrigo
assentiu. —Meninas, volto já, não esfriem o sangue... porque a coisa vai
esquentar e muito daqui a pouco! Completou a devassa, que deu um tchauzinho
discreto e foi rapidamente. Eita lapa de bunda. Rodrigo riu.
—Você sempre surpreende, né? Safadinho! Indaguei e comentei, e ele deu
risada.
—Uau... cinco mulheres, a coisa ficou mais interessante do que
imaginei! Disse Leila.
—Se tu conhece a Thaís há 11 anos, por que ela não virou sua fixa?
Indagou Fabiana.
—Pois é, ela é bonitona e... toda “boazudona”! O que faltou? Endossou a
Pimentinha.
—Meninas... é difícil explicar o motivo, não quero parecer arrogante,
mas... é preciso fazer a proposta do jeito certo. Todo o cenário é favorável,
porém... falta um pouco mais de... “expertise” por parte dela. Cada pessoa tem
uma característica própria para definir o tipo de relação que vai ser
construída, o casamento de Thaís é meio que um entrave! Explicou Rodrigo.
—Deixe ver se entendi: no caso de Thaís, se ela fosse solteira, seria
sua fixa? Indaguei.
—Não tem nada a ver com ser ou não casada, mas o casamento de Thaís é
algo que considero... peculiar demais para que eu seja tratado apenas como... fixo
dela, e expor desses detalhes... vai contra os meus princípios, então prefiro
não comentar nada! Respondeu o pastor.
—O marido dela... é liberal? Ou é meio termo como o meu? Indagou Kézia.
—Boa pergunta, mas como falei... prefiro não comentar. Thaís vai se
empolgar durante a transa e acabar dizendo o que vocês querem saber, isso eu
garanto! Disse Rodrigo, evasivo.
Lembrei de como Rodrigo e Thaís transam. Anal sem lubrificação.
Respirei fundo e...
—R-Rodrigo... eu... quero que... você transe comigo agora... como
transa com Suzy e Thaís, do mesmo jeito! Anunciei, e o pastor me fitou
surpreso, as demais então, pasmaram.
—Opa, opa, opa... como é que tu transa com a Thaís? Quero saber!
Indagou Fabiana.
—Se vai ser diferente com ela... tem que ser igual pra todas hein?
Atiçou Kézia e ele riu.
—Vocês não vão aguentar transar do jeito que Thaís e eu transamos, isso
eu posso assegurar a cada uma, especialmente você, Luciana! Retrucou Rodrigo,
meio sério.
—Por que? O que tem de tão especial assim que a diferencia de nós?
Questionou Leila.
—É... a Thaís... só faz anal com Rodrigo... sem lubrificação, no seco!
Respondi, e elas pasmaram, arregalaram os olhos, até mesmo Fabiana, bem
tarimbada com ele, se espantou.
—Eita pau, é mesmo? Deixe de putaria, mulher! Disse Kézia, Rodrigo riu
e então...
—Por que duvida? Eu vou te mostrar agora! Respondeu Thaís, já de volta.
CONTINUA
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Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim.
Bem, chegamos ao final do ano letivo do blog, mas ainda farei a postagem de Natal, cujo teor também vai abordar meu hiato de férias e o anúncio das novidades que pretendo implementar aqui em 2026. Essa postagem será feita amanhã (23), então fiquem atentos.
Gostaria de agradecer o engajamento de todos durante esses últimos meses, foi algo realmente lindo de se ver, embora tenha caído drasticamente nas duas últimas postagens, fator que me deixou muito decepcionada e desmotivada. Eu disse a todos que tinha condições de concluir essa minissérie até o Natal, adoraria que essa postagem fosse a do surpreendente desfecho, contudo... não deu, sendo assim, essa aventura continuará no meu retorno do hiato, e ele vai ser longo...
Percebi que boa parte não deu muita bola para a história, ao invés disso, ficaram reparando em detalhes nas fotos, como... uma suposta semelhança das mulheres comigo.
Acho que a grande maioria de vocês, leem fotos, não o texto, e nem as fotos explícitas já estão surtindo muito efeito, coloquei essa minha e duvido que tenha a repercussão que teve a primeira foto explícita que postei, e isso me deixa muito triste, porque a foto é um mimo que faço.
Eu poderia muito bem jogar imagens aleatórias da Internet, ajudaria a preservar minha imagem e a das envolvidas, e na maioria dos sites que postei, nem foto podia anexar, só o texto limpo e seco.
E sem fotos, conquistei o público desses sites, através da qualidade dos meus textos e da sinceridade empregada neles, mas parece que só uma pequena parcela oriunda desses sítios virtuais, me segue fielmente e lê atentamente os relatos, o restante vive presa na bolha do XVideos.
Não adianta esperar uma foto de close do pauzão no meu cu, ainda não existem essas fotos, a maioria das imagens são de boquete, insinuações descontraídas e final de transa, comigo ou as mulheres meladas de esperma, chupando quase na mesma posição.
E são essas fotos que serão publicadas, gostem ou não. Penetração tem, mas são poucas e não mostram muito porque não faço "ensaio fotográfico erótico". Eu não sou uma atriz pornô e meus relatos não são transcrições de filmes pornôs. Sou uma mulher comum com uma vida sexual bem resolvida.
Eu disse que não trocaria a foto de Fabiana, mas acabei trocando, assim como a de Kézia. Comparem e vejam se somos parecidas. Comentário que insistir com essa idiotice será excluído, como já excluí há pouco um que perguntava se éramos irmãs. Ou seja, o sujeito lê foto, não o texto...
O Brasil é um país miscigenado, a fase atual dos meus contos trata de um Grupo Sexual, e as mulheres, em sua grande maioria, têm corpos voluptuosos, uma boa parte delas são prostitutas ou ex-prostitutas (Lane é um exemplo). Tem gringa com corpo semelhante ao meu, e digo isso porque algumas já participaram de aventuras comigo, não ficou só nos homens estrangeiros.
É isso, reflitam sobre esse puxão de orelha, eu já expliquei em uma postagem exclusiva o motivo de pedir o engajamento de todos, não vou ficar me repetindo, isso é chato.
Beijos, tenham uma semana maravilhosa e vitoriosa, até amanhã, com o post de Natal.
Gostaria de reler a primeira edição dessa série? Aqui está o link da parte 6:
FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 6 – A PROPOSTA DO MANSO – PARTE 1 (S.S)
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Fogosa
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Suruba
Terceiro Ato
Traição
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Comentários

Sempre gosto dos seus relatos, com foto ou não, cont. assim amore.
ResponderExcluirEsse ai da foto é o Eudes? Acertei?
ResponderExcluirbom dia professora linda....belo conto, como sempre....estamos no seu aguardo..ahh..e se cuide ta
ResponderExcluirVolta Professorinha!
ResponderExcluirProfessora me explique um pouco sobre essa foto aí.... vejo que ali atrás tem um tripé com refletor. Foi feito gravação e foto profissional em algum salão nesse dia? Quem é o pauzudo? Explique o contexto dessa foto por gentileza para nós, professora.
ResponderExcluirOlá meu querido, boa tarde.
ExcluirBem observado, eu gosto de leitores que reparam em detalhes aparentemente irrelevantes.
Esse tripé é parte de um ring light. Não existe gravação de nenhuma transa minha, eu não filmei e nunca vou filmar minhas transas. Apenas fotografei.
Profissional é só a câmera, embora o rapaz que está sendo chupado na foto tenha uma habilidade extraordinária em fotografia.
Não é um salão, é a sala de um apartamento grande, o pauzudo é um jovem delicioso que conheci em minha trajetória. Ainda vai demorar para que ele apareça em meus relatos.
O contexto é esse. Nada de superprodução, porém, algumas fotos foram sim tiradas em um estúdio profissional, por um fotógrafo profissional e bem dotado, mas não no caso dessa foto.
Beijos.