140 - FÚRIA SEXUAL FEMININA 2 – PARTE 5

 




Rodrigo segurou a nuca de Fabiana e começou a empurrar seu caralhão, alargando mais a boca dela, que engasgava, vertia mais saliva, mas não recuava. Uma hora travou, ele soltou e ela tirou, ofegante, com densas pontes ligando sua boca ao pauzão. Eles se encararam, ela punhetou, o macho passou a rolona no rosto dela, que se deliciava, esfregou a glande em seus lábios, ela pôs a língua para fora e o comedor deu batidas, criando um ruído excitante.

Minha boca salivava, a xoxota salivava e o cu piscava. Meu corpo todo se arrepiava ao ver Fabiana chupando com uma fome violenta o caralhão do pastor, devota, submissa e tarada, grunhindo e fazendo o esputo cair sobre suas coxas toradas, sacolejando seus peitos grandes conforme tinha sua boca fodida por ele, que não poupava devassidão.

—Pombona gostosa duma porra, ai Rodrigo... só uma dessa pra matar minha fome! Disse Fabiana, com uma expressão de tara avassaladora. Rodrigo sorriu e sentou-se no sofá, puxou a rabuda para cima e a dobrou, conduzindo sua cabeça para seu pauzão, e ela mamou.

—Deixa bem meladinho, Fabiana, bem babado! Ordenou Rodrigo, e ela atiçou:

—É? Pra meter aonde? O jogo de provocações nos excitava muito mais.

—Todinho no seu cu, do jeito que você adora, cachorra! Respondeu Rodrigo. Uau...

—Eu também quero, todinho no meu cu! Aticei, e ele piscou para mim. Sorri, sapeca.

Fabiana e ele se beijaram rapidamente, em seguida ela caiu de boca de novo, e a visão frontal do caralhão absurdamente grosso de Rodrigo, alargando a boca dela era algo surreal. Fitei Leila e ela já se tocava, seus dedos bem melados e a expressão de tesão que anunciava uma foda imprevisível, mas jamais abaixo do que esperávamos, tanto que ela subiu no sofá e...

Com dois dedos melados de sua seiva, os levou à boca de Rodrigo, que os chupou. Ela melou mais e fez de novo, o pastor bolinou a xoxota da mulata, que gemeu alto, o encarando tarada. Observei Kézia e ela brincava com o plugue anal, tirando e botando em seu cuzinho, estimulando seus seios enquanto observava sem piscar, Fabiana dando um banho de saliva na rolona obesa do macho, enquanto ele socava dois dedos no cu dela, sem parar.

—Vai Fabi, senta, senta bem gostoso na rola do seu comedor! Ordenou Rodrigo.

—Só se for agora, macho gostoso, quero que tu arregace meu cu! Retrucou Fabiana, que montou de frente, acocorou-se, abriu bem suas nádegas, piscou o cu e Rodrigo segurou firme seu pauzão pela base. Ela então desceu, com a bundona bem aberta e encostou o cu na tora.

O cu de Fabiana acolheu a glande da rolona e mais um pouco, deslizando e ela foi sentando e deixando o pauzão todo melado deslizar, grunhindo e Kézia veio para perto de mim, assim como Leila, ver como o ânus dela se alargava absurdamente com a grossura daquela pirocona conforme descia, e desceu até o talo. Ela arfou alto, meio trêmula, quase muda, com a boca aberta e os olhos fechados, numa expressão de dor e tara, respirando forte, com os 20 centímetros imoralmente largos do pau de Rodrigo. Gememos quase sincronizadas só de ver...

Mantendo as nádegas abertas, Fabiana começou a quicar, suave, subindo até quase tirar e sentando até o talo, e ver aquele cu sendo deflorado pela espessura do cacetão de Rodrigo era uma cena perturbadoramente deliciosa, me causava arrepios violentos. A ambulante gemia chorosa, aumentando a intensidade da cavalgada anal e Rodrigo começou a acompanhar.

—Isso, isso sua safada, cavalga gostoso! Disse Rodrigo, que caiu de boca nos seios dela.

Fabiana soltou as nádegas, abraçou Rodrigo e comandou a foda, agora quicando, com seu rabo enorme bem empinado, a cabeça bem erguida e tendo seu pescoço beijado e lambido pelo comedor. Ela arfava, com gemidos entrecortados, olhar já imerso, caretas de dor e prazer, tesão brutal. Kézia se masturbava, esfregando a ponta do plugue anal em seu clitóris, Leila socava dois dedos fundo na buceta e eu... apertava meus mamilos e também fodia minha racha.

De cabeça meio abaixada e virada para o lado esquerdo, lábio inferior ferozmente mordido em um semblante de tara contagiante, Fabiana sacolejava seu bundão, devorando o caralhão de Rodrigo em um gingado, uma cadência absurdamente impressionante. Mesmo eu sendo a fixa, a mulher mostrava que conhecia cada pedaço daquele homem melhor do que eu.

—Ai que pombona gostosa, delícia, delícia de rola meu Deus! Disse Fabiana, surtando de tara e gemendo alto depois, já no “plaft, plaft”, dando sentadas brabas.

Uma hora ela parou, com o cacetão do pastor todo atolado no cu, prendeu os cabelos, sentou-se apoiando as canelas sobre as coxas de Rodrigo, apoiou as mãos no encosto do sofá e começou a rebolar suavemente. Soltei um gemido baixo de tesão só de ver a desenvoltura, o requebrado daquela fêmea. Rodrigo apenas relaxou e Fabiana se deleitou, subindo e descendo, alargando seu cu cada vez mais, gemendo tarada, o macho acariciou os pés dela, da cava ao peito, os dedinhos, gemeu safado e a devassa seguiu quicando sem pena.

—De quatro, vai! Ordenou Rodrigo. Fabiana saiu de cima, mas antes caiu de boca no pauzão de novo, chupando com fome, boquete rápido, se posicionou e pediu:

—Faz aquela coisa de deixar o pau “bebo”, mete no meu cu e depois faz ele endurecer de novo! Faz tempo que tu não faz isso, eu adoro! Ouvimos aquilo e ficamos boquiabertas.

—Como é? Você está pedindo para o Rodrigo meter o pau meio mole... no seu cu e depois endurecer de novo... sem tirar? E dá para fazer isso? Questionei, abismada.

—É! Ele nunca fez isso contigo não? Retrucou Fabiana, me fitando surpresa. Ele riu.

—N-Não... nunca... tentei, nem sabia que era possível! Respondi, e Fabiana riu alto.

—Credo, Rodrigo... por que não fez isso com a bichinha? Atiçou Fabiana, e ele corou.

—Tudo tem sua hora, minha consagrada, mas... não sei se vou conseguir, faz tempo que não faço isso. Pode passar do ponto, amolecer de vez e não entrar em seu cuzinho, mas claro, ele não demora para ficar duro de novo! Quer tentar mesmo assim? Rebateu e explicou o pastor.

—Sim, se não conseguir, não tem problema, depois a gente treina! Disse Fabiana, que se aprumou bem, empinou seu bundão e rebolou. Rodrigo inspirou bem fundo e expirou.

—Essa eu quero ver... e se der certo, faz comigo também! Provocou Leila, e ele sorriu.

—Ora, eu também, só pode ser gostoso demais! Endossei, curiosa. Ele riu.

—Também quero! Arrematou a Pimentinha. O comedor sorria, ruborizado. Lindo.

Rodrigo posicionou-se e alisou a bunda de Fabiana. O pauzão permanecia bem duro. Ele olhou para o teto, fechou os olhos, respirou fundo e eu arregalei os meus. A rolona começou a perder rigidez, ele balançou e confirmei: estava “meia bomba”. Rodrigo lubrificou o cu de Fabiana e meteu. O pauzão foi entrando sem dificuldade, sem entortar, lá e cá, no ponto certo.

Eu, Kézia e Leila chegamos bem perto para ver ele bombando e ela gemendo, sorrindo safada. A grossura havia diminuído, ele abriu bem a bunda dela e seguiu, então... estarreci...

Vi perfeitamente o caralhão do pastor endurecer novamente dentro do cu de Fabiana, pois ele parou de bombar com pouco mais da metade dentro. O ânus dela alargando conforme o picão voltava ao seu estado de ereção absoluta, era uma visão deliciosa, animal.

—Isso, isso... aaahhh... ai Rodrigo, que delícia! Agora soca, soca bem gostoso, meu macho! Ordenou Fabiana, surtada de tesão. Eu, Kézia e Leila nos entreolhamos, bestificadas.

—Você tem um autodomínio impressionante! Comentou Leila, com olhar tarado.

Rodrigo apenas sorriu e alisou o mamilo esquerdo de Leila, que o fez descer a mão até sua buceta, a qual foi estimulada enquanto o pauzão currava o cu de Fabiana sem parar, aumentando o ritmo aos poucos. Ela tirou a mão dele, com dedos melados de sua seiva e os levou à boca, e que sedutor foi vê-la chupando os dedos do macho, o semblante carregado de tara e um desejo avassalador.

O comedor segurou as ancas de Fabiana e sentou rola sem pena, determinado a esfolar o cu da rabuda conforme ela desejava. Ela gemia alto, gritava aflita, plaft, plaft cru e sem frescura, o choque daquele bundão contra a virilha dele, que com a perna direita apoiada sobre o sofá, mostrava porque era supremo, imbatível e nos deixava cada vez mais loucas de tesão. O macho sequer tinha começado a suar de verdade, metia incisivo, mas sem se exceder no esforço.

Ele diminuiu o ritmo, manteve a cadência suave até parar, saiu de trás dela e anunciou:

—Daqui a pouco tem mais! Fabiana se virou e abraçou o comedor, e eles se beijaram.

—Não me deixa com fome não hein? Provocou Fabiana, e ele sorriu sapeca.

—Quem vai agora? Leila ou Luciana? Questionou Kézia, e nos entreolhamos.

—Se importa que seja Leila, Luciana? Indagou Rodrigo, alisando meu rosto.

—Não, fique à vontade, eu encerro a rodada em grande estilo! Provoquei, e rimos.

—Obrigada, eu... já ia te pedir a vez! Confessou Leila, visivelmente ansiosa e excitada.

—Vou tomar uma água e volto já, acabei esquecendo a garrafinha! Avisou Rodrigo.

—Como quer que eu te espere? Perguntou Leila. Eu, Fabi e Kézia fizemos um “uuuiii”, em coro. Ela riu, Rodrigo deu aquele sorriso de comedor cafajeste, safado e respondeu:

—Ajoelhada, como uma esposinha obediente deve ficar para o seu comedor! Ela sorriu, safada, devassa e obedeceu, começou a se ajoelhar e Kézia deu uma almofada para ela se apoiar.

Rodrigo estava diferente. Usando uma analogia razoável, era como se estivesse a 60km em uma via onde a velocidade máxima era 80, trafegando na faixa da direita. Ruim? Obviamente que não, mas a parcimônia do pastor tinha um nome: Leila. Das quatro, a mulata era a que mais sintetizava o sentido de promiscuidade, devassidão e destemor diante do calibre do pastor.

Só senti algo semelhante... quando conheci Thaís, na casa de Suzy. Aquela morena também tinha uma aura pesada e descomunal de putaria e lascívia. Claro, faz anal com Rodrigo sem lubrificação. Certamente que ela e Suzy estão entre as mulheres mais brabas da vida dele.

—Tá preparada, Leila? Já deu pra perceber que o Rodrigo é outro nível né? Atiçou Fabiana, e a mulata deu uma risada gostosa, ajeitou os cabelos e contraiu os lábios, excitada.

Rodrigo estava de volta, portando uma garrafa de alumínio, daquelas térmicas e com o pauzão guardado. Polido como sempre. Leila se ajeitou, com a cabeça levantada e sorrindo.

—Demorei? Indagou o comedor, alisando o queixo de Leila, que mordia o lábio inferior, depois contraía os lábios e sorria. Ela negou com a cabeça e já tocou a tora dele sob a calça.

Ela encostou o rosto na virilha e no pauzão dele, depois começou a esfrega-lo suavemente, como uma gata faz quando está no cio, abraçando o quadril do comedor e subindo as mãos para o abdome, depois as desceu e, já sentindo o membro despertar novamente, o delineou e beijou, fungou e sem perder mais tempo, tentou desabotoar a calça, e rimos discretamente, pois ele a impediu.

—Desculpe a pergunta, mas... é algum tipo de superstição você... usar sempre essa calça quando transa? Perguntou Leila, e Rodrigo deu risada, também rimos, mas discretas.

—Acha que um pastor evangélico acredita em superstições? É só um estilo, algumas mulheres também não gostam de ficar totalmente nuas, e... confesso que também gosto mais quando elas usam uma peça de roupa, qualquer que seja! Respondeu Rodrigo, e Leila...

Sequer ruborizou, não se sentiu acanhada com a resposta, mas... como toda mulher...

—E essa que estou usando? Te agrada? Indagou a mulata, meio insegura.

—Não vamos perder tempo falando de moda sexual, não é? Retrucou Rodrigo, e ela riu.

—Eu ia dizer uma coisa, mas deixa pra lá! Cochichou Fabiana, sorrindo sapeca e saquei na hora. Ainda bem que ela preferiu se calar, pois se falasse... iria arruinar a transa deles...

—Você é uma delícia de qualquer jeito. Nua, vestida, de maiô; não se preocupe... relaxe e aproveite o momento, porque eu pretendo aproveitar cada segundo e cada pedacinho do seu corpo, agora abra essa boquinha gostosa, para chupar a rola do seu comedor... como a putinha safada que você quer ser comigo! Respondeu o pastor, e vibramos. Leila... claro... obedeceu.

Rodrigo tirou seu pauzão obeso para fora. Duríssimo, imponente e logo eu, Fabiana e Kézia suspiramos de um tesão que nos causava arrepios brutais. Puta que pariu, que chibata de respeito, sempre iríamos suspirar e melar a xoxota quando a víssemos. Notei que estava limpa. Não que estivesse suja, Fabiana também tinha feito uma chuca perfeita como a da Pimentinha.

Ele conduziu seu caralhão à boca de leila e enfiou, foi até emperrar. Ela engulhou um pouco, mas não tirou, fechou os lábios, segurou com a mão esquerda, evidenciando a graúda aliança de casada e começou a mamar. Rodrigo se arrepiou na hora, fez aquela careta safada de tesão, e percebi na hora que Leila marcou um ponto com o comedor. Os lábios grossos dela davam um tom especial ao boquete que se iniciava, com seus olhos o encarando fixamente.

A boca de Leila era sedutora, sugava a glande e um pouco do prepúcio, os lábios remexiam em um movimento de sucção que fazia Rodrigo começar a gemer e arfar de modo incomum. A mulata avançou, segurando firme a base do pauzão grosso, meneando a cabeça e sem parar de remexer seus lábios grossos, foi até emperrar, engasgou, mas não recuou, os olhos verteram lágrimas, ela tentou ir mais e foi, mas recuou até tirar, ofegante e punhetando.

Pontes espessas de saliva ligando sua boca ao cacetão melado, olhares devassos cruzados e um afago nos lindos e brilhosos cabelos negros de Leila, eram o tom do que havia começado. Ela passou o pauzão em seu rosto, com uma expressão de veneração absoluta misturada a uma lascívia arrepiante. Leila chupava as bolas e punhetava, depois começou a chupar a ponta da glande, sugando e fazendo Rodrigo gemer tarado. Um boquete brabo...

—Está gostoso? Indagou Leila, lambendo a lateral do caralhão e esfregando nos lábios.

—Uma delícia, sua boca é bem malvadinha, continue! Respondeu Rodrigo, e Leila sorriu.

Ela fez Rodrigo sentar-se no sofá, ajoelhou entre suas pernas, apoiada na almofada e ficamos próximas a ele, também no sofá, o beijando e sendo bolinadas, gemendo, mas eu não tirava os olhos da mulata, precisava registrar tudo para escrever depois, pois vê-la chupando aquela tora bem larga com a fome que chupava, era excitante demais, mas eu também faria bonito. Ela tossiu, com o picão atolado, recuou, com mais pontes densas de saliva, ofegante.

Em seguida começou a bater o pauzão na língua, mas estava tão duro que ela mal conseguia fazê-lo direito, então preferiu roçar, torturando a pontinha com a língua e Rodrigo gemeu aflito, quase se contorcendo, e vi sua pele bem arrepiada, Leila abocanhou, lateralizou a cabeça para a direita, com um pouco mais que a glande dentro e ali... torturou sem pena...

—Meu Deus... puta que pariu, que delícia! Disse o pastor, a ponto de surtar com o boquete de Leila, pois ela grunhia, chupando com a cabeça de lado e acariciando com a mão de forma a estimular o prepúcio. A respiração dele disparou, os dentes cerraram.

—Se segura, Abençoado! Brincou Fabiana, alisando seu peitoral e ele sorriu. Por uns instantes, o olhar de Rodrigo assumiu uma linda feição pueril. Leila piscou e continuou.

Rodrigo segurou a cabeça de Leila e tentou empurrar, ela engasgou, verteu saliva e depois foi solta, tirou e ofegou e punhetou, encarando o macho tarada, depois levantou-se.

—Fica de quatro, gostosa! Disse o comedor, a encarando com uma fome sincera, Leila não se segurou e o beijou. Ele correspondeu e ambos se beijaram com devassidão extrema, gemendo e grunhindo, respirando ruidosamente, ela punhetando e ele apertando o rabo dela.

Leila ficou de quatro, com seu rabo colossal bem arrebitado. O ranking de tamanho de bundas era: Leila em primeiro, Fabiana em segundo, eu em terceiro e Kézia em quarto, porém... a bunda da Pimentinha estava LONGE de ser pequena. Era apenas menor, mas ainda sim grande e tinha volume, somado a isso, as pernas da baixinha eram lindas, bem grossas e toradas.

—Quer meu plugue emprestado? Eu esterilizo e tu pode usar de boa! Propôs a Pimentinha. Rodrigo e Leila a fitaram, com um olhar que não precisou do “sim” verbalizado...

Kézia esterilizou rapidamente seu plugue anal com um pouco de água dada por Rodrigo, depois, álcool 70% e outro produto que não pude decifrar, em seguida o entregou ao pastor, que puxou a parte de baixo do maiô de Leila para o lado e despejou o óleo lubrificante. O cuzinho dela era esteticamente charmoso, fechadinho, e me excitei mais ao saber que não seria mais o mesmo após o caralhão de Rodrigo, que já metia um, dois dedos e a fazia gemer safada e rebolar.

—Abre meu cu, Luciana! Pediu Leila, e me arrepiei. Fabiana e Kézia me fitaram, e assenti. Me posicionei meio de lado, agarrei as nádegas massivas da mulata, senti a maciez na medida certa, mas suei um pouco frio, então as abri suavemente e a safada piscou o cuzinho.

Com o polegar esquerdo, Rodrigo dedilhava a xoxota de Leila, a qual vertia seiva profusa, chegava a formar pequeninas bolhas brilhantes. Aquela visão atiçou o comedor, que no ímpeto do tesão, caiu de boca na buceta da casada devassa novamente, fazendo-a gemer alto e arfar, ao passo que cutucava o cuzinho dela com o plugue, forçando suavemente a entrada, até começar a enfiar. Leila gemeu mais e o brinquedo ia deslizando sem pressa.

Logo o cu de Leila engoliu o plugue. Rodrigo caiu de boca na xoxota da mulata de novo, e ela quase berrou de tesão, batendo com força no encosto do sofá e gemendo chorosa. O pastor dava um beijo de língua matador naquela buceta ensopada, puxando o clitóris com os lábios enquanto eu via a mulata já em transe, babando, juro, babando de tesão e arfando.

Rodrigo começou a tirar o plugue, e seu rosto estava bem melado da seiva dela...

—Vem cá, Pimentinha! Chamou Rodrigo, e Kézia veio, prontinha e sorrindo sapeca. Os dois se entreolharam e então pasmei... o comedor tascou um beijo na boca da baixinha.

Detalhe: ele estava com nariz, boca, bochecha e queixo, MELADOS do melzinho extraído da xoxota de Leila. Kézia paralisou por uns instantes, mas logo entrou na putaria e correspondeu. Fitei Fabiana e ela sorria com um sadismo sexual que me arrepiou, e soltei a bunda de Leila.

—O Rodrigo dos velhos tempos tá de volta! Comentou Fabiana, me encarando. Choquei.

Rodrigo soltou Kézia, que o encarava ofegante, e a troca de olhares entre eles anunciava uma putaria sem precedentes não só com ela, mas com nós quatro.

—M-Macho... tu é safado demais, que é isso, gente, bichinho safado! Comentou a Pimentinha, que mordeu o lábio inferior em seguida, devorando o pastor com o olhar.

Ele não faria isso comigo, fez com Kézia porque a conhecia, sabia o tipo de mulher que ela é, porém... se tivesse chamado a mim ao invés dela? Então senti... que a profecia de Suzy poderia se cumprir nessa suruba, e aquilo me causou calafrios. Rodrigo... teria coragem de pedir que eu chupasse outra mulher, ou que outra mulher me chupasse? Acho que não...

—E você adora uma safadeza, que eu sei muito bem! Retrucou Rodrigo e ela riu sapeca.

—Será que essa pombona tá bem dura pra comer o cuzinho da Leila? Atiçou Kézia.

—Não tenho certeza. Quer conferir? Rebateu Rodrigo, e rimos. Impressionante, ele pensou rápido e sobe prever a intenção da baixinha safada. O cara era foda, aumentava a luxúria sem parar.

—Tá dura, mas preciso sentir mais de perto! Devolveu a Pimentinha, que se ajoelhou e caiu de boca no pauzão dele, chupando tarada. Demos risada. A coisa escalou rápido e gostoso.

—Doidinha para levar no cuzinho de novo, né? Safada! Provocou Rodrigo. Kézia riu, sem tirar o cacetão da boca, piscou, chupou mais, tentou atolar e tirou, com pontes de saliva profusa.

—Quero sim. Quer comer? Hum? Quer? Provocou a Pimentinha, que abocanhou novamente e em um movimento só, meneando a cabeça e remexendo os lábios, foi até quase a metade, emperrou, recuou um pouquinho e fez o vai e vem rápido com a cabeça, depois tirou.

Kézia se posicionou ao lado de Leila, de quatro. Não acreditei, ela ia furar a fila?

—Calma Pimentinha... seu bis vai chegar! Disse Rodrigo, que enfiou o plugue no cuzinho de Leila de novo, suave e depois tirou e deu para ela chupar, e ela chupou com gosto.

—Mas só posso saber se tua rola tá bem dura pra comer a Leila, se tu meter em mim, só o boquete não deu pra saber muito! Rebateu Kézia, e não aguentamos, gargalhamos.

—Oxe, e eu, que vou transar com ele, não posso confirmar se a rola está bem dura não, gaiata? Se aquiete aí viu, que agora é a minha vez! Retrucou Leila, e rimos mais. Kézia riu alto.

—Mulher... só um pouquinho, o sangue não pode esfriar! Disse Kézia, e mais risos.

—Por isso seu apelido é Pimentinha, né? É ardendo direto! Trocei, e os risos seguiram.

—Leila esperou pacientemente até agora, não é justo deixa-la esperando mais, e ainda tem a Luciana, então sejamos justos, vai ter para TODAS, e várias vezes! Disse Rodrigo, rindo.

—Exatamente, e não tente furar a fila comigo não hein? Adverti, brincando e rimos mais.

Rodrigo não se segurou, riu mais ainda, com três dedos segurando o “pau da venta”, vermelho e sacudindo a cabeça, depois se recompôs, e esse discreto e aparentemente banal gesto dele me deixou cabreira. Ele olhou no relógio, franziu o cenho e em seguida olhou para a entrada da casa, ergueu as sobrancelhas e franziu os lábios, e por fim, indagou à mulata:

—Está pronta, Leila? Podemos começar? Ela respondeu, segura e pediu:

—Sim, estou todinha pronta para você, e... pode fazer comigo igual fez com a Fabiana?

—Vou tentar, mas não sei se consigo de novo. E... caso eu não consiga... isso vai afetar a qualidade do nosso encontro? Respondeu e provocou Rodrigo. Leila o fitou, depois rebateu:

—Claro que não, o homem que sabe preparar uma mulher como você me preparou... já deu um encontro de altíssima qualidade, mas eu acho que você consegue! Rodrigo riu sapeca.

O comedor alisou o rabão de Leila, explorando cada centímetro. Apertou, empurrou as nádegas para cima e as balançou, deu outro aperto firme e um tapa seguro. Ela rebolou e gemeu safada, sorrindo. Rodrigo inspirou e expirou, ergueu bem a cabeça, com os olhos fechados, respirou fundo duas vezes e nada do pauzão abaixar, mas não demorou muito, de repente o caralhão começou a perder rigidez. Duro era meio curvado para cima, lá e cá, um pouco reto.

—Abre bem esse rabo, Leila! Ordenou Rodrigo, e a mulata obedeceu. O pauzão melado perdeu mais um pouco de rigidez, ele fechou os olhos de novo depois os abriu, e ao invés de lubrificar o cuzinho dela com óleo... o fez com saliva, deu uma cuspida pesada bem no alvo.

Em seguida espalhou com a glande e deu duas batidinhas, respirou fundo de novo e então penetrou. Novamente, o pauzão adentrou sem entortar, estava um quase ereto, mas satisfatório. Leila gemeu e grunhiu, abrindo e mantendo a boca meio aberta, notei os dedos dos pés dela contraindo, depois esticando, meio disformes e sua respiração aumentando e ruidosa.

Rodrigo segurou as ancas de Leila e foi bombando sem pressa, gradativo, passando da glande e já fazendo a mulata gemer mais alto ao sentir a grossura do pauzão, que mesmo lá e cá, não perdeu o poder de dilatar qualquer cuzinho além do normal.

—Humm... aaahhh, que delícia, ai que rola gostosa, assim, assim, isso! Desabafou Leila, toda arrepiada, gemendo e totalmente entregue, e Rodrigo seguiu, ainda meia-bomba.

O comedor estapeou de novo o rabo excrescente de Leila. Eu, Kézia e Fabiana não tirávamos os olhos, queríamos ver o cacetão endurecendo dentro do cu dela, e isso aconteceu. Como se fosse um bolo crescendo no forno devido a reação química do fermento, o pauzão de Rodrigo seguiu mais ou menos igual. De muito grosso para absurdamente grosso, o pirocão endureceu de vez novamente, já roubando um curto grito agudo e um gemido choroso dela.

Rodrigo foi quase até o talo, e Leila grunhia e gemia ainda chorosa, puxando a respiração. Ele parou, pulsou o picão no cu dela, que contraiu e esticou de novo os dedos dos pés e teve uma leve tremedeira nas pernas. O macho alisou e estapeou de novo sua bunda e bombou bem devagar, recuando pouco e indo até onde parara, ainda suave, em seguida apoiou a perna direita no sofá e caçou o seio da mulata, o estimulando. Ela sequer encolhia a bunda.

—Relaxe, eu sei o ritmo para não lhe machucar! Disse o pastor, quase debruçado sobre Leila, num gingado delicioso e a mulata fungou. Sim, estava chorando. Claro, eu também chorei.

—Será que ela vai aguentar? Indagou Kézia, cochichando.

—Tu acha que ela tá chorando de dor? É de tesão! Retrucou Fabiana... 

CONTINUA

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Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim. 

Como avisei no comentário da postagem anterior, fiquei de postar ontem (quinta), mas minha internet caiu e resolveu entrar em coma profundo. Peço desculpas, estou postando hoje para não deixar a semana em branco, embora deteste postar próximo ao fim da mesma. Acontece, pior que nem nos "dados móveis" do celular eu consegui entrar para avisá-los, fui para a casa de uma amiga, pois hoje combinamos uma sacanagem bem deliciosa, aí levei meu notebook para postar.

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Hoje não vou me estender muito, só quero agradecer pela paciência e comunicar que infelizmente não vou conseguir postar essa minissérie completa antes do Natal, e o motivo: o baixo engajamento na Parte 4. Foi muito aquém do esperado e por isso voltei ao esquema de um post semanal.

Como prometido, foto explícita. A desse post é de Fabiana, e espero que gostem. Pedi uma de penetração, ela enviou essa e não vou trocar. Antes de comentarem "ainn, mas essa foto é parecida com uma sua". Sim, a maioria das nossas fotos de boquete é assim. A gente adora chupar um pauzudo ajoelhada ou acocorada, e eu estive nesse evento da foto, mas não vou me aprofundar em detalhes.

Fotos de penetração têm e são mínimas, mas não são como as de estúdios pornôs profissionais. Andei olhando as pouquíssimas que tenho, apenas duas mostram e nem é tão detalhado assim. Como expliquei antes, durante a foda ninguém fica posando para fotos, elas ocorrem naturalmente. 

Eu costumo posar antes e depois, em momentos descontraídos e relaxados.

A próxima parte terá foto explícita também, talvez minha, talvez de outra mulher, e o post da semana que vem vai marcar o fim do ano letivo aqui no blog. Eu odeio deixar as coisas inacabadas, vão faltar três partes, mas às vezes, exceções se fazem necessárias, a não ser que...

Vocês engajem e participem, quem sabe não mudo de ideia e faço um combo de postagens na próxima semana? Só depende de vocês, as fotos restantes já estão comigo, então... bora participar. 

Gostaria de reler a primeira edição dessa série? Aqui está o link da parte 5:

FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 5

Tenham todos uma semana maravilhosa, cheia de paz, vida e alegrias. Até a próxima quinta.


Comentários

  1. De quem é esse pauzao grosso ai, Professora?

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  2. Desse ângulo vcs ficam idênticas

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  3. Vai ter conto do Clayton comendo vc e a Fabiana juntas, professora?

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    1. Boa noite meu querido. Sim, tem conto de transa minha com Cleiton e Fabiana, ainda no Terceiro Ato.

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  4. **Cleiton comendo vcs duas

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  5. AVISO: A postagem da sexta parte vai ocorrer na segunda-feira, e marca o fim das postagens de 2025 no blog. Terça-feira terá a postagem de Natal, com um comunicado muito importante, além do anúncio do meu hiato de férias. Não percam.

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  6. Onde foi essa foto, Professora? Quem é esse pauzudo ai??

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  7. Essa foto ficou excelente!!!
    Pena que o conto deixa um pouco a desejar. Mas a foto está um nível acima. Melhor que a anterior.

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