- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
—Que maravilha chegar na sala e me deparar com quatro beldades me
esperando assim! Comentou Rodrigo, e minha buceta tremeu ao ver o semblante
tomado de tara dele.
Gostoso, lindo, tesudo. Cabelos molhados e bem penteados, um perfume
másculo, viril, explodindo testosterona bruta e pura, que me deixou inebriada
de tesão e claro, sua icônica calça social preta, com barras que cobriam quase
por completo seus pés descalços. Ele parou e observou cada uma de nós, que o
fitávamos, com fisionomia igualmente tarada, ou mais.
—É um privilégio que só o melhor comedor tem! Comentei, atiçando, e as
demais vibraram, endossando minha afirmação. Rodrigo sorriu sapeca e se
aproximou mais, então...
—Desculpa interromper, mas... bora cumprir o protocolo? É bem rapidinho
e depois vocês brincam à vontade! Disse Katiane, meio acanhada, segurando um
envelope. Demos risada.
—Opa, claro! Disse o pastor, sereno. Katiane deu o envelope a ele, que
repassou a nós. Resultado do exame: Apto para nos currar como cadelas
ensandecidas em um cio brutal.
—Agora mostrem seus exames umas pras outras, depois pro Rodrigo!
Orientou Katiane. Assentimos e assim foi feito, depois entreguei os quatro
envelopes a ele, que observou cada um.
—Ok, tudo perfeito! Aqui, Katiane! Disse Rodrigo, que devolveu os cinco
envelopes a ela, em seguida sacou seu celular do bolso e lhe entregou. Katiane
o segurou carinhosamente.
A troca de olhares deles, seguida do sorriso sapeca mútuo, me deixou
acesa. Reparei em Leila e Kézia de novo, e flagrei a baixinha perdida fitando o
macho, assim como Leila. Ambas totalmente dominadas pelo charme e postura dele.
Leila estava meio boquiaberta, juro, Fabiana também o comia com os olhos e eu,
senti o tesão disparar, especialmente vendo aquele tórax, aquele peitoral
cheio, os braços fortes do comedor supremo. Não tinha como não pirar.
—Bem, meninas, é isso, divirtam-se, podem gritar e gemer à vontade, eu
vou tá lá fora, curtindo a piscina e trabalhando um pouco, porque tem uns
buchos da Suzy pra resolver, como sempre, mas qualquer coisa que precisarem, é
só chamar! Avisou Katiane, simpática e rimos.
—Me deem licença um minuto, vou ali fora falar com Katiane, é bem
rápido, prometo! Disse Rodrigo, e assentimos. O pastor agradeceu e foi para a
varanda com ela, e manteve uma certa distância dela, nada de toque, puramente
formal. Fabiana ensejou um assunto:
—É... Leila e Pimentinha, vou dar um bizu pra vocês, se quiserem um
provável segundo encontro com o Rodrigo e... quem sabe até uma chance dele ser
fixo de vocês!
—É? Pode falar! Disse Kézia, com olhos ávidos, assim como Leila. Fabi
mandou a braba:
—NUNCA, jamais... comente sobre a igreja do Rodrigo, pois se ele ouvir
alguma piadinha sobre comer as fiéis ou coisa do tipo... já era, vocês se
queimam feio com ele, entenderam?
—Bem lembrado, Fabiana! Eu já vi um caso assim, a mulher passou uma
vergonha feia, justamente por esse tipo de brincadeira. Ele não gosta, porque
realmente o Rodrigo não precisa disso, afinal... tem cinco fixas e mais várias
querendo dar para ele, como vocês! Endossei, séria.
—N-Não, pode deixar, eu nunca vou fazer esse tipo de piada com ele!
Disse Leila.
—É mesmo, eu nunca que vou fazer graça disso, o Rodrigo é sério, e
outra... se ele come ou não come as fiéis, não é da minha conta, eu quero é que
ele ME coma! Disse Kézia, e vibramos. Ela e Leila bateram as mãos, e avistamos
o comedor voltando da varanda. Eita...
Olhamos para ele, que nos devorava com seu olhar, um olhar de quem
anuncia uma devassidão e promiscuidade sem qualquer filtro ou limites, e fiquei
de quatro, as demais imitaram na hora, e sorrimos sapecas, devassas. A
disposição era: Pimentinha, Fabiana, eu e Leila, então a primeira a ser alisada
e tocada foi Kézia, Rodrigo segurou o rabo da baixinha, alisou, apertou e deu
um tapa que a fez gemer e rebolar, e ao perceber o plugue anal, atiçou:
—Parece um bonito plugue, posso ver melhor?
—Pode sim, claro, meu gostoso! Respondeu a Pimentinha, e ele sorriu,
então o macho afastou a calcinha dela para o lado, pegou a base do plugue e começou
a puxar, Kézia gemeu e o plugue foi saindo, alargando na parte mais grossa até
deixar o cu dela meio aberto ao sair.
Rodrigo observou o plugue, tirou um frasco de óleo do bolso frontal de
sua calça, mais ou menos do tamanho daqueles frascos de maionese que têm nas
lanchonetes, destampou e derramou sobre a bunda da Pimentinha, espalhou, alisou
e apertou, meteu um, dois dedos e ela gemeu safada, em seguida ofereceu o
plugue a ela, e passou nos lábios dela, e me arrepiei.
A Pimentinha, começando a fazer jus ao apelido, pôs o plugue na boca e
iniciou uma sedutora chupada no mesmo, encarando Rodrigo com tara, e era encarada
com a mesma tara, sincera e que nos contagiou. Kézia provocava, chupando o
plugue e o tirou bem salivado, em seguida o devolveu a Rodrigo, que alocou no
cuzinho dela, brincou e começou a enfiar de volta.
—Uau... devia ter trazido o meu plugue! Sussurrou Leila, mordendo o
lábio inferior.
Kézia gemeu tarada ao sentir o plugue todo em seu cu de novo, Rodrigo
foi tirando de novo, suave, até parar na parte mais grossa do formato, despejar
um pouco de óleo e enfiar até o talo de novo, puxar até tirar e fazê-la chupar
de novo, e ela o fez, alargando bem sua boca, o devolveu, e o macho enfiou
novamente, mas alisou a xoxota visivelmente melada dela.
—Aaahhh... caralho, safado, isso, delícia! Gemeu Kézia, já surtando,
pois Rodrigo iniciou uma masturbação que até eu parecia sentir, de tão gostosa,
o toque seguro e pontual de um comedor supremo, que sabe onde bater para fazer
qualquer fêmea tombar rendida a ele.
A xoxota dela vertia seiva sem parar conforme ele estimulava com dois
dedos, alternando entre clitóris e enfiando, os tirando bem melados. Os
movimentos rápidos impressos por ele, faziam a Pimentinha se contorcer e gemer
alto, aflita, arrepiada, e o olhar de Rodrigo era assustadoramente delicioso,
tara sincera, tesão sincero, o macho realmente estava afim, disposto e sem
dúvida daria igual ou até melhor tratamento a nós.
Percebi Leila já se tocando, Fabiana com olhar perdido estimulando os
bicos de seus seios grandes e eu... já estava com a mão bolinando minha buceta.
Era automático. Rodrigo afastou os dedos da buceta de Kézia e os levou à boca
dela, que sem frescura, os chupou, e a troca de olhares era de arrepiar, ele
fez o vai e vem e ela chupava, já inebriada, e meu arrepio foi mais violento ao
ver o semblante promíscuo e despudorado impresso no pastor.
Fabiana. Ali minhas atenções se tornaram ainda maiores. A ambulante
empinou mais seu rabão excrescente e rebolou, Rodrigo alisou e deu duas
mãozadas seguras, ela riu e rebolou mais, o comedor pegou a calcinha fio dental
dela e a rasgou sem esforço, e vi sua buceta também melada, brilhosa de seiva,
ele alisou em movimentos lentos e circulares, enfiou dos dedos e ela gemeu
alto, aflita e quase sem ar, sendo fodida, em seguida ele fez o mesmo que fez
com Kézia, enfiou os dedos melados na boca de Fabi, que os chupou também, sem
frescura alguma.
Ele agarrou Fabiana por trás, virou a cabeça dela para si e os dois se
beijaram, ele num vai e vem bem encaixado no rabão dela, estimulava sua buceta
e a fazia chupar a própria seiva.
—Que saudade, Rodrigo... como eu queria isso de novo! Disse Fabiana,
que gemeu mais.
O macho a posicionou com o bundão mais empinado, melou os dedos mais
uma vez na seiva dela, depois despejou óleo sobre seu rabão, espalhou e
lubrificou o cu, metendo dois dedos, de forma um pouquinho mais incisiva, fazendo
ela gemer alto e grunhir mais tarada.
—E o cuzinho? Está pronto para mim? Atiçou Rodrigo, socando mais forte
seus dedos.
—S-Sempre... sempre teve, quero que tu me esfole hoje, quero uma sola
de pomba do jeito que só tu sabe dar, viu? Viu meu cafajeste? Provocou Fabiana,
e vibramos. Rodrigo riu.
Minha vez chegou, mas não sem antes uma troca de olhares que me
desmontou toda.
—Solte o cabelo, Luciana! Ordenou Rodrigo, e obedeci. —Isso, bem
melhor, hoje quero esses lindos cachos bem molhados do seu suor! Completou o
pastor, e me arrepiei mais.
—É? Que mais você quer de mim? Pode pedir que eu faço, meu macho!
Provoquei e ele se achegou mais, olhar absurdamente tarado, me fez ficar de
quatro de novo, empinei mais meu rabão e ele sapecou aquele tapa que só um
comedor supremo saber dar, me fazendo gemer.
—Humm... também tem um plugue aqui! Comentou Rodrigo, e sorri sapeca.
Ele afastou a parte baixa do maiô para o lado, deu uma leve pressão na base do
plugue e gemi manhosa.
Rodrigo começou a tirar o plugue, e fiquei um pouco tensa, contraindo o
cuzinho e fazendo ele voltar. Ouvi um “relaxe” dito por ele, em tom de sussurro
seguido de um beijo nas minhas nádegas, e relaxei. Ele foi tirando, e a parte
mais grossa me roubou um gemido alto. Retirado o plugue, Rodrigo fez o mesmo
que fez com Kézia, ou seja, me fez chupar o plugue.
Chupei, sentindo um leve gosto amargo, mas como havia feito a chuca,
não tinha odor desagradável. Ele despejou o óleo sobre meu rabo e alisou, e
seus dedos médio e indicador logo invadiram meu cu enquanto eu seguia com o
plugue na boca. Logo minha buceta foi invadida pelos mesmos dedos que azeitaram
meu cu, e gemi alto, toda trêmula, arfando de tesão.
—Aahh... que gostoso, humm... isso meu macho, delícia! Declarei, tomada
de tesão.
—Deite-se com as pernas abertas e erguidas! Ordenou Rodrigo e
rapidamente o fiz. Ele abaixou-se, eu continuava lambendo e chupando o plugue e
o comedor caiu de boca na minha xoxota melada, me fazendo gritar de tesão, toda
arrepiada e me contorcendo.
Ele gesticulou pedindo o plugue enquanto me chupava e o entreguei. O
macho parou de chupar e passou o objeto no meu clitóris suavemente e eu
delirava, a ponto de revirar os olhos. Abri bem meu cu e depois ele começou a
meter novamente o plugue. Mordi com força o lábio inferior, gemendo, grunhindo
manhosa e me contorcendo suavemente.
O brinquedo ia invadindo, alargando meu cu e eu gemia, sentindo aquela
dorzinha gostosa, até que entrou todo. Rodrigo alisou minha xoxota de baixo
para cima, dedilhou o clitóris com o polegar, suave, na pressão perfeita, e o
encarei quase chorosa de tanto tesão, então levei três tapinhas nela, gemendo
mais alto e já ofegante. Puta que pariu, após os tapinhas, outra carícia
marota, vi sua mão já bem melada de minha seiva, e mais três tapinhas vieram.
Ele se levantou, e mal tive força para protestar, só ofegava, inebriada
de tesão. Mas me empertiguei para vê-lo trocar olhares com Leila. Ele puxou os
cabelos para trás e ela mordeu o lábio inferior, arrebitando mais seu rabo
enorme e rebolando. Rodrigo o alisou e provocou:
—Não espera que eu a trate como rainha hoje, não é, Leila? Me arrepiei
ao ouvir aquilo.
—Por um homem como você... eu quero ser tratada como uma cachorra, uma
puta. Deixe que apenas o corno do meu marido me trate como rainha! Respondeu
Leila, e vibramos.
Rodrigo alisou as costas de
Leila, começando das ancas até a nuca, posicionou-se bem encostado em seu rabo
colossal, encoxando suave, depois sentou duas mãozadas, uma em cada nádega, e a
mulata rebolou, fazendo um vai e vem matador, olhando para trás de soslaio e
sorrindo, realmente exalando a aura de cachorra que se propôs a ser, e meu
tesão aumentou.
Leila gemeu alto ao ser dedilhada por Rodrigo na buceta, abriu mais as
pernas e empinou mais seu rabo enorme, depois o macho dedilhou o cu dela, que
traduziu em sua face o tesão absurdo daquele toque. Rodrigo puxou a cabeça dela
pelos cabelos e fodeu o rabo dela com os dedos, deu um tapa estralado em uma
nádega, em seguida caiu de boca na xoxota da mulata.
Eu, Fabiana e Kézia,
observávamos ávidas a forma como Rodrigo tomava o corpo de Leila, e olha que
era só um aperitivo, eu já sabia que a primeira a levar o colosso de carne do
pastor seria a Pimentinha, mas a segunda, terceira e última? A forma como ele
chupava a xoxota dela era um claro recado de que a mulata ficaria viciada
naquele macho...
Leila dava tapas no encosto do
sofá enquanto era chupada, arfando, arrepiada. Rodrigo alisava seu rabão e dava
um tabefe seguro, apertando em seguida. Ele levantou-se e a fez se empertigar,
abraçando-a por trás e virando o rosto dela para um beijo carregado de lascívia
enquanto segurava seus seios e os estimulava, fazendo com que ela gemesse alto
e chorosa.
—Mostre ao corno manso do seu
marido... a marca que um macho de verdade deixou em sua... rainha! Disse
Rodrigo, que deu um chupão brabo no pescoço de Leila, fazendo a mulata gemer
mais alto, com um semblante tomado, irradiado de tesão, meio trêmula. Pasmei.
—A...A... Aaaahhh... safado...
isso, me marca bem gostoso! Pediu Leila, louca de tesão.
—Se é como puta que ela quer ser tratada... o Rodrigo vai tratar ela
como puta! Cochichou Fabiana, e a fitei pasma. A ambulante sorria, como se
previsse algo ainda mais lascivo.
Rodrigo soltou o pescoço da
mulata, e a marca estava lá. Ele a virou de frente, a segurando pelas
mandíbulas e tascou-lhe um beijo na boca, ela correspondeu, já apertando a tora
bem dura e estufada do pastor, a qual nos deixou ensandecidas e grunhindo de
tesão. O jeito que o comedor tomava Leila me excitou mais, era puramente
cafajeste, sem pudor.
E o olhar de Leila ao sentir o calibre do pauzão de Rodrigo na mão, foi
algo que também não vou esquecer. Aquela mulher não se intimidaria quando visse
a tora dele, os olhos dela o desafiavam, também mandavam um claro recado do que
ela era capaz de fazer. A mulata se ajoelhou, conduzida pela cabeça por
Rodrigo, o encarando e apertando seu pauzão com fome.
Com as duas mãos, Leila delineou bem o volume estufado de Rodrigo,
sorrindo e depois encarando o comedor com um sorriso mais devasso ainda, e
quando ela foi baixar o zíper...
—Calma, é para todas! Venham, ajoelhem-se ao lado de Leila! Interrompeu
Rodrigo.
Obedecemos, quase o cercando, e quem baixou o zíper da calça foi o
próprio Rodrigo, puxando seu pauzão bem duro e obeso com certa dificuldade para
fora, e não teve outra pessoa merecedora da minha atenção a não ser Leila,
quando esta contemplou a rolona do pastor, ali, bem dura, em toda sua
imponência, absurdamente grossa. Os lábios grossos da mulata se abriram, os
olhos brilharam, fixos no formato daqueles 20 centímetros largos e depilados.
O que Leila comentou? Nada, o corpo dela falava, a face falava, os
olhos, esses, diziam tudo, a boca carnuda gritava o desejo, a admiração,
mordendo o lábio inferior e sorrindo sapeca.
A mão direita foi, segura, decidida e tocou a tora bem grossa do
pastor, o sorriso de boca aberta ao sentir o calibre, aumentava conforme os
dedos tentavam em vão fechar no diâmetro, seguida da outra mão que massageava
suavemente. Os lábios contraindo, depois o inferior mordido com força, a
respiração acelerada, e, como confirmei, nenhum temor, nenhuma dúvida se ela
aguentaria aquele colosso de carne a deflorando, exalou.
Mas... Rodrigo precisava da confirmação verbal, assim como nós três,
porém, a experiência adquirida fez o comedor proferir uma pergunta simplória,
contudo, certeira:
—Gostou, Leila?
—Amei... é perfeito para mim, eu quero, quero muito! Respondeu a
mulata, que aproximou seu rosto da tora, deu uma fungada discreta, passou entre
os lábios, sorrindo e masturbando suavemente, depois acariciando, o encostando
em sua face, como uma adoração.
—O evento tem uma ordem de início, mas relaxe, eu vou empregar o mesmo
tesão e desejo em cada uma de vocês, e prometo uma experiência, acima de
tudo... prazerosa, para que sejamos bons amigos, ou, reforcemos ainda mais
nossos laços de amizade! Disse o pastor.
—Vou fazer o que você quiser... para te ter como amigo. É só mandar...
que a esposinha aqui obedece, mas também não vou me furtar de lhe mostrar o que
posso e vou fazer... para te dar a minha experiência sexual única... e
inesquecível! Retrucou Leila, e me arrepiei.
—Eita, Abençoado... a mulher já deu a letra... te prepara! Atiçou
Pimentinha, e rimos.
—Eu tenho absoluta certeza de que será um momento inesquecível, Leila!
Venha, Kézia, ou melhor, Pimentinha. Começa por você... e termina com você,
como combinamos! Rebateu Rodrigo, e fiquei cabreira, porque a dubiedade daquela
frase... martelou em minha mente.
—Obaaa... agora mesmo! Disse a baixinha, radiante. Leila cedeu espaço e
Kézia se ajoelhou de novo, segurou a picona grossona de Rodrigo e masturbou
suavemente, sorrindo.
Mas, por um instante, a Pimentinha parou a carícia e encarou Rodrigo, e
vi seus olhos marejarem. Emoção cristalina, dentre outros sentimentos. O
encontro abruptamente cancelado pela tragédia pessoal do pastor,
concretizando-se quatro anos depois, estampou no semblante de ambos a
perceptível verdade gostosa: Primeiro, eles, depois, nós quatro.
—Vai, Pimentinha... quero sentir você arder bem gostoso! Provocou o
pastor, e Kézia assentiu com um lindo sorriso, em seguida passou a glande do
pauzão nos lábios, beijou a pontinha, puxou o prepúcio para baixo e lambeu,
então abocanhou, e ele gemeu de tara.
Com pouco mais que a cabeça em sua boca, Kézia remexia os lábios também
carnudos e levava Rodrigo ao delírio de gemidos e respiração forte. Ela puxou o
prepúcio para cima e ali o torturou, fez movimentos circulares com a pele e foi
avançando, já vertendo saliva conforme a boca alargava na grossura. Ela foi,
foi e emperrou pouco antes do meio, tossindo e vertendo lágrimas discretas,
depois tirou, ofegante e passou no rosto, melando bem e depois bateu.
A Pimentinha abriu a boca, pôs a língua para fora e roçou a rolona na
mesma, deu batidas, fazendo gotas de esputo saltarem sapecas, abocanhou de novo
e seguiu mamando, grunhindo e tentando em vão fazer seus dedos se encontrarem,
depois tirou e disse, tarada:
—Pombona gostosa de se chupar, humm, adoro (chupada rápida), adoro,
(outra chupada rápida), em seguida ela foi atolando até engasgar de novo,
tossiu esputo e tirou!
As pontes de saliva que ligavam sua boca ao pauzão eram densas, e meu
tesão disparou.
Kézia empertigou-se e passou a tora melada de Rodrigo em seus seios, os
melando bastante, grunhindo e respirando como uma leoa faminta, depois
pressionou e esfregou com força nos mamilos duros, punhetou forte, depois suave
e abocanhou de novo, chupando rápido, cada vai e vem atolava mais o pauzão até
emperrar e ela tirar, mais ofegante e sorrindo.
Rodrigo ergueu Kézia do chão, e sem frescura, beijou a boca dela, que
correspondeu, tarada, punhetando o pauzão e apertando. O macho estapeou a bunda
dela, ela rebolou, ele a virou de costas e a fez subir no sofá, ficando de
quatro, puxou a calcinha dela para baixo, até metade das coxas e começou a
tirar o plugue anal do cu da Pimentinha.
Olhei para Fabiana e Leila, e elas já se bolinavam, hipnotizadas pela
cena que se seguiu e continuava, grunhindo baixinho. Quando percebi, minha
buceta encharcou. O comedor fez Kézia chupar o plugue e ela chupou, e a hora da
verdade havia chegado, ele posicionou a glande de seu colosso de carne na
entrada do cuzinho dela e roçou suave, mas fazendo pressão. Pirei.
—Pronta para arder, Pimentinha? Provocou Rodrigo, ainda roçando no cu
dela.
—Seria Pimentinha se não ardesse? Cuidado... que eu ardo bem gostoso
viu? Abençoado! Rebateu Kézia, e um “IUHUUU” agudo e alto irrompeu na sala.
Rodrigo riu.
Fitei Fabiana, que desdenhou de Kézia e seus olhos ainda não botavam
muita fé de que ela iria dar conta, mas eu... não tinha a menor dúvida, Kézia
não iria decepcionar. A prova de que aquela baixinha sustentaria sua palavra,
veio quando a mesma abriu as nádegas para o comedor, abriu bem o cu para ele,
com a cara no encosto do sofá, em um semblante tarado.
Rodrigo deu uma cuspida pesada nos dedos e espalhou no cuzinho de
Kézia. A raba da baixinha triplicou de tamanho naquela posição, ficou linda,
sedutora e bem arrebitada.
—Quando a mulher empina a bunda desse jeito e a abre assim... é porque
seu tesão está em um pico que beira o surto, e ela vai aguentar tudo! Comentou
Leila, e concordei.
Escutei um “AAAHHAA”, alto e aflito de Kézia, ao sentir a glande do
pauzão de Rodrigo começando a invadir o cuzinho dela. O pastor foi na calma,
deixou a cabeça entrar e a Pimentinha arfou, cerrando os dentes e abrindo a
boca em seguida, tentando conter os gemidos. Os dedos dos pés dela contraíram e
esticaram conforme o pauzão ia avançando, sem pressa, na quantidade certa para
o vai e vem começar e até que o cu da mulher se adaptasse.
—Relaxe... apenas relaxe, solte sua bunda e deixe comigo! Pediu
Rodrigo, com uma segurança assustadora e deliciosa nas palavras e no olhar.
Kézia assentiu, gemendo safada.
O comedor apoiou a perna direita no sofá, dobrou-se um pouco, segurou
as ancas dela, alisando, acariciando, depois subiu uma das mãos da lombar até o
pescoço, suavemente enquanto a rolona começava a alargar realmente o cuzinho da
baixinha, e era lindo vê-lo acomodando aquela tora absurdamente grossa, a qual
era sedutora e gentil... por enquanto. A respiração de Kézia estava sutilmente
entrecortada, mas ruidosa e seus olhos já imersos.
—AAhhh... que gostoso, vai, mete, mete! Pediu Kézia, rebolando suave,
mas sensual.
Um comedor experiente como Rodrigo, que sabe o dote que tem e o que
causa até mesmo nas mulheres mais acostumadas ao sexo com dotados, como eu e as
demais, ia com suavidade, quase tirava o pouco que meteu (o suficiente para ela
sentir a grossura) e metia o mesmo tanto, sempre acariciando o corpo de Kézia,
a relaxando e avançando mais, ela pirava...
—Isso, seu cuzinho é uma delícia, Pimentinha, muito gentil! Disse
Rodrigo, e ela sorriu sapeca. O macho abriu as nádegas dela e avançou mais,
passando da metade, e ela gemeu alto.
—Uau, o cara manja muito, sabe mesmo usar o pau que tem! Comentou
Leila, excitada.
—Estaria com cinco fixas e quatro mulheres hoje se não soubesse?
Retruquei, e ela riu.
—Quando ela acostumar, aí tu vai ver o poder da pomba desse homem!
Atiçou Fabiana.
—Tudo no seu tempo... a paciência é a chave para o prazer, para extrair
tudo o que a parceira quer dar, e Kézia está dando bem gostoso, né, Pimentinha?
Está gostando de levar o pau do seu comedor no cuzinho, hã? Respondeu Rodrigo,
apertando o rabo dela e socando mais.
—S-Sim... tô... t-tô amando, come meu cu, come todinho bem gostoso!
Respondeu Kézia, quase gaga de tesão, e Rodrigo avançou mais, quase toda sua
rolona, e a visão daquele cu bem alargado me causou arrepios. Ele parou, bombou
suavemente e ela quase gritou.
Rodrigo foi tirando, até quase tirar, depois foi até onde meteu, sem
pressa. Parou e manteve o caralhão ali, imóvel enquanto ela rebolava,
grunhindo, contraindo e esticando dos dedos dos pés e tremendo um pouco as
canelas, respirando forte, já suando. A Pimentinha respirou fundo e então...
assumiu o vai e vem, sinal claríssimo de que adorou, estava adorando e agora
iria se esbaldar, tanto que vibramos e o comedor sorriu, vitorioso. Eu só me preocupei com a coluna dele, porque, né...
—Isso, remexe, rebola na pica do seu comedor! Provocou Rodrigo, dando
um tapa que só comedor supremo sabe dar, estralado, que ecoou um pouco na sala,
e Kézia sorriu, devassa.
—A-Assim? Assim que tu gosta? Humm... agora a Pimentinha... vai brincar
bem gostoso nessa pirocona deliciosa! Disse Kézia fazendo o vai e vem um pouco
incisivo.
E o rebolado da baixinha era algo ímpar, a bunda bem empinada e seu
rosto já em transe, com o cu agora devorando o cacetão largo de Rodrigo, que
estapeava a raba dela e depois começou a acompanhar o ritmo, fazendo a
Pimentinha gritar. Ele dominou, segurou a mulher pelos cabelos, puxando sua
cabeça para trás e mostrou porque era imbatível no sexo.
Kézia deu um berro de tesão, misturando o choroso e o devasso, e Rodrigo seguiu. Ainda não era “plaft, plaft”, ele estava sendo cuidadoso, o talo do pauzão faria sim ainda mais estrago. O semblante dele, com as franjas de seu cabelo quase cobrindo os olhos, davam o tom da imersão do macho, da entrega e do que ele ainda reservava para levar Kézia ao delírio total.
Ele parou, puxou Kézia para seu corpo, a empertigando, envolveu os seios
dela, começou a beijar o pescoço e depois o chupar suavemente, subindo para
detrás da orelha, e ela gritou seu tesão, depois gemeu e grunhiu, aflita e a
foda recomeçou. Ela abriu a boca, com finas pontes de saliva ligando os lábios,
ofegante, com seus cabelos também cobrindo parte do rosto e uma de suas mãos
acariciando a cabeça de Rodrigo, surtando de tesão dando o cu, alinhada a ele.
—Sua vez, Fabiana, de quatro, com esse rabão bem empinado! Ordenou Rodrigo. Kézia o encarou com um sorriso devasso, eles deram as mãos e se beijaram rapidamente.
—Oba... pode assungar, viu meu tesudo? Tu faz a Fabizinha chorar no teu pombão hoje? Me arrebenta todinha, tá meu comedor safado? Promete? Promete me mandar pra casa toda esfoladinha hoje, hum? Provocou Fabiana, abraçando Rodrigo, rebolando e eles se beijaram.
—Eu não prometo... eu JURO! Respondeu o pastor, e vibramos de novo. Me
arrepiei.
Fabiana se ajoelhou. O pauzão dele estava sem qualquer resíduo de sujeira do cu de Kézia, nadinha. Chuca perfeita. Fabiana conferiu, confirmou, sorriu e caiu de boca, chupando só a glande menor que o resto, meneando seus lábios e fazendo Rodrigo gemer. A devassa avançou, alargando a boca carnuda, indo até quase o meio. Engasgou, tirou e sorriu.
CONTINUA
================================================================
Olá, queridos alunos, tudo bem? Dando continuidade, seguimos para mais uma parte dessa surpreendente e devassa aventura, que promete surpreender em seu desfecho.
Bem, não vou me alongar muito, apenas peço (de novo) para que não deixem de comentar, de participar, é chato bater nessa tecla, mas professora que tem carinho pelos seus alunos é assim mesmo, chatinha. Eu já disse que tenho plenas condições de postar sem o mínimo de atrasos e entendo que as partes iniciais são morosas e com pouca ação, porém, a coisa começou a esquentar e vai ferver.
Não estipulei uma cota mínima de comentários, porém, espero uma quantidade razoável. Eu não vou ficar me repetindo sobre como é o processo de postagem, já explanei isso várias vezes, e se no conforto de meu lar já é um ritual demorado, aqui na casa de meus pais, com minha filha por perto e outros parentes, a coisa complica mais um pouquinho, então, valorizem esse esforço.
Mas uma coisa preciso repetir: o comentário não é para inflar meu ego, é a chamada "Estratégia de SEO", para que o Google entenda que o blog não está na Internet por estar, é para que ele entenda que esse blog tem atividade, tanto minha, quanto dos usuários, e com isso alcançar relevância.
O próprio Google já "sabota" sites e blogs adultos, justamente por conta da temática; com baixo engajamento então, isso fica ainda pior, então me ajudem, todos saem ganhando, eu fico mais motivada a postar, aumento a quantidade de postagens semanais (só não será diariamente) e me inspiro mais a trazer novidades para todos. Sozinha eu não consigo e principalmente: não vale a pena...
Apresento a vocês, Kézia, a Pimentinha. Espero que curtam essa pequena fêmea feroz.
Gostaria de reler a primeira edição dessa série? Aqui está o link da parte 4:
FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 4
Beijos, e leiam atentamente esse relato, a parte cinco virá posteriormente, ainda hoje, só estou no aguardo da imagem da próxima devassa a ilustrar a capa do conto, mas relaxem, não vai atrasar...
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Fogosa
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Suruba
Terceiro Ato
Traição
Voyeur
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Comentários

Agora sim a putaria começou. Finalmente!!
ResponderExcluirboa noite delicia....ahhhhhhhh....maravilhoso....é...voce tinha razão...ela é um tesão mesmo kkkk
ResponderExcluirahhhh..se cuida viu kkkk
Próxima postagem: quinta-feira, 10 de dezembro. As postagens voltam a ser UMA por semana.
ResponderExcluirBoa noite. Cadê a nova postagem? ?!
ResponderExcluirNovo conto? Hoje? Necessitamos.
ResponderExcluirQueridos alunos, estou sem Internet desde ontem, por isso não postei. Fui para a casa de uma amiga hoje e por volta das 23h vou postar, fiquem atentos. Desculpem o atraso, mas hoje a postagem sai, e com foto explícita. Beijos.
ResponderExcluirWe are the champions, my friends.
ExcluirAnd we'll keep on fighting 'til the end.