138 - FÚRIA SEXUAL FEMININA 2 – PARTE 3

 


Leila saiu do carro, e fiquei impactada com a imponência da mulata de traços indígenas. Ela trajava um conjunto branco, composto por um top rendado e decotado, seguido de uma calça capri bem colada, uma sandália de salto médio, com unhas também pintadas de branco, mas o que me chamou atenção também, (além do rabão) foram os longos cabelos soltos dela, lindos, negros e bem lisos.

—Eita... essa veio pra ser assunto hein? Comentou Fabiana, em sussurro.

—Pois é, olha a elegância da mulher! Comentou Kézia, e percebi, tanto ela, quanto Fabiana, visivelmente encabuladas. Eu, fiquei balançada apenas, não iria me intimidar, eu sabia do valor que tinha com Rodrigo, mas era inegável... Leila chegou causando... era um mulherão.

Em seguida surgiu o corno manso, Osório. Rodrigo, polido e de uma educação ímpar, cumprimentou primeiro ele, e de longe vi o aperto de mão de um homem seguro e absurdamente viril sacudir o braço do pobre galhudo, ao passo que invadia os olhos dele com um semblante de pura seriedade, altivez, mas também simpatia, o que me causou arrepios.

—A mão do manso vai precisar de um ortopedista! Comentei, rindo.

—Tu viu, mulher? Pensei que o Rodrigo ia arrancar o braço do pobre! Endossou Katiane, e rimos mais, discretas, para não chamar atenção. Fabiana e Kézia riram também.

A troca de beijos com Leila foi formal, sem gaiatices, em seguida o trio veio até nós, rindo e conversando sobre o percurso, o casal elogiando a casa e Rodrigo sendo cortês. Leila, toda saidinha, falava e tocava o pastor, já dando os sinais de que estava totalmente pronta.

—Bom dia, meninas, tudo bem? Cumprimentou Leila. A voz dela era típica de mulher safada, devassa mesmo, daquelas que respiram a putaria, uma voz segura de si e meio grave, e observando bem seu semblante... nossa... estava estampada a promiscuidade, a lascívia.

Nem Suzy, uma prostituta experiente, tinha aquele olhar carregado de devassidão.

—Bom dia, tudo ótimo! Respondemos, e Leila trocou beijos formais com cada uma de nós, mostrando simpatia sincera. Bem, menos mal, achei que ela seria meio... pedante.

O corno manso também nos cumprimentou, e meu Deus... o meu é chifrudo, mas não passa a imagem de pateta. Osório era o estereótipo do marido sem virilidade, passivo a tudo, postura retraída diante do homem que estava prestes a currar sua esposa sem dó. Que lástima.

—Bom, tá entregue! Cuide bem da minha rainha viu? Disse Osório, a Rodrigo, e virei a cara. As demais deram uma disfarçada, fitei Rodrigo depois e ele sorria, disfarçando muito bem.

—Não se preocupe, Osório, sua esposa está em boas mãos! Disse Rodrigo, que o cumprimentou novamente, apertando forte sua mão. Segurei o riso. 

—Quer que eu faça uma chamada de vídeo para você ver o Rodrigo arregaçando sua esposinha, meu amor? Quer? Atiçou Leila, e pasmei. Olhei as demais e elas riam discretamente.

—N-Não sei amor, vou estar ocupado.  Você me conta depois! Disse Osório, vermelho.

O corno manso se despediu da esposa, e era visível o ranço dela ao beijá-lo. Que humilhação, “minha rainha”, só um corno de merda mesmo para usar esses termos... o reinado dela ia se esfarelar quando o pauzão obeso do comedor estivesse arrebentando suas pregas, e ela chorando de tesão pedindo mais e gozando como nunca gozou na vida. A lapa de bunda que Leila tinha, certamente seria impiedosamente devorada por Rodrigo. Eu, Fabiana e Kézia olhávamos admiradas aquele rabo.

—Bom... estão... é... todas aqui, sejam bem-vindas e... obrigado pela confiança, espero que possamos ter um momento inesquecível, com muito prazer e laços de amizade sólidos! Disse o pastor, meio titubeante ao confirmar a quantidade de damas, e fiquei alerta.

Será que Ayla iria aparecer? Roguei aos céus que não, porque poderia dar ruim. 

—Ah, eu quero ser sua amiga bem íntima depois desse encontro, quero uma amizade beeem... sólida e gostosa! Provocou Kézia, e demos risada. Rodrigo corou, lindo.

—Eu também... espero que possamos ser muito, muito amigos mesmo, e no que depender de mim... essa amizade vai ser deliciosa e prazerosa! Endossou Leila, já se atirando.

—São os meus sinceros votos! Respondeu Rodrigo, que alisou os cabelos de Leila, desceu a mão pelo queixo dela, que sorriu sapeca, tomada de tesão e o abraçou.

Rodrigo não se segurou, alisou e apertou o rabão de Leila, o qual era maior que o de Fabiana, após comparar as duas ali. Gente do céu, eu ainda tinha minhas dúvidas se aquilo era natural ou havia silicone. Talvez não, os seios dela eram como os meus, se fosse siliconada, ela teria o feito especialmente ali, uma das partes do corpo feminino que mais seduz os homens.

—É... meninas, vocês querem tomar café da manhã? Ofereceu Katiane.

—Eu tomei antes de vir, tô sem fome, obrigada Kati! Disse Kézia, sapeca.

—Eu também, mas acho que vou só dá uma reforçada, pra encarar o Abençoado... tem que tá fortinha! Respondeu e brincou Fabiana, gaiata, e demos risada. Lindo vê-lo coradinho.

—E-Eu... também acho que vou comer alguma coisa, comi meio apressada em casa! Comentei. Na verdade, eu não tinha comido nada, estava muito ansiosa, e ali a fome bateu.

—Eu já tomei o meu, obrigada! Disse Leila comendo Rodrigo com os olhos. Eita...

—Eu levantei bem cedo, não costumo tomar meu desjejum logo em seguida, sendo assim... vou dar uma forrada no estômago, porque senão... vou pedir penico é cedo! Revelou Rodrigo, e demos risada. Fomos até ele e o abraçamos. Pedir penico é? Vou fingir que acredito...

—Bem, vamos até a cozinha então! Convidou Katiane, e a seguimos.

Nossa, eu não havia visto a cozinha da casa quando estive na suruba do carnaval. Claro, o que um bando de tarados ia fazer na cozinha? Era grande, com móveis planejados, feitos com Maracatiara, coisa finíssima. Balcão extenso de um lindo mármore preto reluzente, e todos os utensílios que uma dona de casa sonha em ter, para otimizar seu tempo na preparação de qualquer coisa. Um sonho...

Lembrei... a dona daquela casa era uma Promotora de Justiça e... amante de Miguel. Puta que pariu, quanto poder esse advogado tinha nas mãos. Senti um arrepio violento.

—Eu fiz umas compras ontem e... tem de tudo um pouco. Frutas, polpas de frutas, sucos de caixa, frios, bolo, pão, leite, ovos, enfim... fiquem à vontade, se quiserem preparar alguma vitamina ou suco, não se furtem de fazê-lo. No final, vou leva-las para almoçarmos em um restaurante aqui perto, comida maravilhosa e é por minha conta! Explicou Rodrigo e sorrimos.

—O que você gostaria de comer? Eu preparo! Indaguei e me adiantei.

—Nós preparamos, trabalho em equipe é mais rápido, e eu quero aproveitar o máximo de tempo possível do dia de hoje, é comer e sentar na vara! Retrucou Fabiana, e gargalhamos.

—É isso aí, Fabiana, apoiada! Arrematou Kézia, e rimos mais. Rodrigo corou de novo...

—Vocês estão muito assanhadinhas hein? Brincou o pastor, e rimos mais.

De cara eu já estava curtindo mais esse evento do que o anterior, com as outras fixas dele, e olha que nem tínhamos começado a trepar, mas o clima, o entrosamento entre nós quatro ficou muito gostoso. Achei que Leila era uma dondoca, mas não, a mulata voluptuosa meteu a mão na massa conosco, e foi se mostrando ainda mais simpática e agradável.

Rodrigo pediu uma vitamina de banana com Whey (trazido por ele), adoçada com mel e três ovos cozidos. Eu, fiz meu suco de abacaxi com hortelã, sim, até nisso meu comedor pensou, e fiz para nós dois, pois ele pediu também. Fabiana fez vitamina de manga adoçada com mel, para ela e Katiane, também fez ovos mexidos. Kézia e Leila ajudaram, mas não quiseram comer, estavam ansiosíssimas...

Durante o desjejum, o clima descontraído continuou, mas sem muita gaiatice. Rodrigo sabia dar e manter o tom das conversas, sem que virasse um papo pornográfico. Claro, tinha uma provocaçãozinha ali, outra acolá, mas eram perfeitamente encaixadas no diálogo. Percebi que ele queria nos tratar acima de tudo, como amigas, não só parceiras de sexo. Essa atitude dele faria a coisa acontecer de forma mais gostosa, e ele assegurava isso com maestria.

—É... meninas, vocês vão querer... tomar banho de piscina? Indagou Katiane, sapeca.

SIIIMMM! Respondemos, quase em coro, e ela sorriu marota, Rodrigo também.

—Ah bom, eu trouxe, além das roupinhas eróticas, uns biquínis e maiôs bem... safadinhos, acredito que vá caber em todas sem problemas! Disse Katiane, toda serelepe.

—E tu, Kati? Vai tomar banho de piscina também? Questionou Kézia, e dissemos: “VAI”.

—E-Eu não, tô aqui a trabalho, só cobrir o encontro de vocês! Respondeu a novinha, mas não era isso o que seus olhos diziam, pois ela fitou Rodrigo ao terminar essa declaração...

—Ué, Katiane, por que não aproveita o dia? Você pode muito bem cobrir o encontro depois. Eu é que não vou me banhar na piscina, nem trouxe trajes adequados, mas você e as demais devem se divertir, e todos aqui sabem que devem lhe respeitar! Retrucou Rodrigo...

E foi no banho de piscina, que o aquecimento dessa suruba começou...

Meu biquíni era um que parecia uma teia de aranha, digamos assim. Branco e meio transparente, quase fio dental. Fabiana escolheu quase um “fiapoquíni” vermelho, era praticamente uma tira embaixo e a parte de cima só cobria os mamilos. Kézia, um maiô fininho também, só um tapa peito e buceta, e Leila, um biquíni semelhante ao de Fabiana, mas com um pouco mais de tecido, e que raba. E para nossa surpresa... Katiane, mas o dela era um fio dental.

O sol das 8h40 estava no meio termo, sensação térmica agradável, mas a sombra estava quase toda na frente da casa, o que deixou a água da piscina deliciosa. Ainda não havíamos entrado, mas provamos a temperatura da água e estava muito convidativa.

—Uau, Katiane, seu corpo é massa hein? Olha só que lindinha! Comentou Kézia. Katiane riu meio acanhada. A parte de cima valorizava seus seios, os deixando bem empinados.

—Eu me cuido como posso! Respondeu, sorrindo e passando protetor solar, e quando avistamos Rodrigo, apenas com a calça social preta, a qual ele jamais tiraria, aí a coisa mudou.

—Eita macho gostoso da porra! Atiçou Fabiana, e demos risada. Rodrigo corou e riu.

—Já fui, agora estou meio buchudinho! Brincou o pastor, e rimos mais.

—Buchudinho nada, está uma delícia. Buchudo é o corno do meu marido, você... é perfeito para mim, gostoso! Comentou Leila, bem próxima a ele, e os dois se encararam, aí...

Rodrigo puxou a mulata para junto de si, naquele tranco que só comedores supremos sabem dar, que machuca gostoso, e ela gemeu. O macho lascou um beijo na boca carnuda dela, e a fêmea não se intimidou, correspondeu e já respirou forte ao sentir a mão dele em seu rabão, que sim... era natural, naturalíssimo, redondinho, volumoso e empinado.

Eu, Fabiana e Kézia nos aproximamos, até Katiane se achegou mais para ver. Rodrigo e Leila se beijavam exalando uma tara absurda, ela ofereceu o pescoço e o macho a fez gemer aflita com uma chupada, estapeou o rabão dela e lhe arrancou um gemido de tesão brutal, a soltou e o olhar que eles trocaram... foi a prévia do que os esperavam. Um sexo bem bruto...

—Ei... eu também quero uma pegada assim viu? Provoquei, e ele riu.

—Nem precisa pedir, minha consagrada, você sabe que sempre vai ter! Retrucou o pastor, e também fui puxada por ele, e nos encaramos, com tara, tesão bruto, e nos beijamos.

As mãos do comedor, uma na minha cintura, outra nas minhas costas, em carícias cruéis de tão gostosas, me fizeram gemer e grunhir safada, a mão indo da lombar até minha nuca, me fez beijar a boca deliciosa dele com mais tara, a mão esquerda que estapeou minha nádega e depois a apertou, só atestava o cacife e merecimento da alcunha de “comedor”, dado a ele. Dei meu pescoço ao macho, que o lambeu, chupou suave e o beijou, e quase entrei em transe.

Fabiana se virou de costas, e pelas costas foi pega por Rodrigo. Vi a expressão de tara absurda em sua face ao receber um beijo molhado e uma chupada no pescoço, ao mesmo tempo em que ele apertava e estimulava seus seios grandes e belos. O macho invadiu a parte de cima do micro biquíni dela e a fez gemer alto ao brincar com os mamilos, ela começou a rebolar e ele acompanhou o gingado, bombando, a mão dela caçou a tora certamente dura dele, e ela sorriu.

O comedor supremo virou a cabeça de Fabiana e a beijou, fazendo a fêmea grunhir aflita, apertando o pauzão bem duro dele sob a calça, ela se virou e os dois travaram um embate oral atroz. Ali estava o casal com mais tempo de envolvimento, então a sintonia entre ambos era sim diferente, eu fiquei excitadíssima vendo a maneira como ele a tocava, certeiro, conhecendo cada parte daquele corpo. A mão dele foi bem na regada dela, e ela soltou a boca dele para gemer.

AAAHHHH, caralho... macho gostoso duma porra! Quero uma pisa de pomba bem dada hoje viu? Daquele jeitinho, viu? Quero esse pombão bem duro me arrombando todinha! Disparou Fabiana, surtada de tesão. Vibramos com um “IUHUUU”. Rodrigo sorriu.

—A Pimentinha aqui também tá no ponto pra arder bem gostoso viu? Provocou Kézia, também de costas e rebolando, com as mãos apoiadas nos joelhos, destacando bem sua bunda. O menor dos rabos presentes, mas longe de ser pequeno ou sem seu charme próprio.

O rebolado de Kézia era sedutor, instigante e arrastava Rodrigo para o clima denso de lascívia que já tinha caído naquele recinto e não sairia mais. O pastor veio por trás da baixinha, alisando e apertando sua bunda, que rebolava num gingado ímpar. O comedor deu um tapa seguro na nádega direita dela, e a Pimentinha gemeu safada, se virou e pulou no colo do macho, que a segurou firme, com as duas mãos cheias a sustentando pela bunda, e ambos se beijaram. Vibramos também.

E Katiane? Apenas observava tudo aquilo, com olhos ávidos, instigados e instigantes, sorrindo sapeca, mordendo o lábio inferior e certamente imaginando possibilidades, e me perguntei: será que ela teria coragem? Será que ela queria participar? Ouvi o gemido alto da pimentinha, e quando atinei, Rodrigo a bolinava, ainda a suspendendo em seu colo.

—Eita, Rodrigo, está encrencado hein? Vai dar conta de quatro mulheres taradas? Provoquei, vendo como Kézia reagia às investidas dele, totalmente receptiva e querendo mais.

 —Vai ser muito divertido, isso eu garanto! Respondeu o comedor, e dei aquela risada gostosa, seguida das demais. Na verdade, eu me arrepiei toda com a segurança inabalável nas palavras daquele homem, que se dobrou com Kézia no colo, e caiu de cara entre os seios dela.

—Humm, ai que delícia, isso... aaahhh! Gemeu Kézia, já sendo mamada por Rodrigo, mas abruptamente o pastor parou e a pôs no chão. —E-Ei! Diabo é isso? Por que parou? Completou a Pimentinha, sem entender, ofegante de tesão. Rodrigo apenas riu e se afastou.

—Calma, temos tempo, divirtam-se e aproveitem esse sol! Respondeu Rodrigo, e rimos. O macho ia em direção à varanda da casa, então fui atrás dele o chamando:

—Ei Rodrigo... espere um pouco! Ele parou, me fitou amável e com olhar atento.

—Diga, minha adorada! Respondeu e o abracei, ele correspondeu e as fêmeas vibraram.

—Ayla não vai aparecer de surpresa aqui não né? Cochichei, indagando e ele riu gostoso.

—Não, dessa vez não vai ter ninguém escondido em um dos quartos, mas a convidei, e, como esperado... ela também recusou. Naquele dia, Ayla participou apenas para afrontar Stella e principalmente Vitória. Mais alguma pergunta, minha gostosa? Respondeu e atiçou o pastor.

—Me chama de novo de “minha gostosa”! Rebati, provocando, então ele me virou de costas, deu aquela encoxada que me fez suspirar e gemer safada, envolveu meus seios com as mãos, os apertou, fungou no meu pescoço, causando arrepios brutais em mim e respondeu:

—Minha gostosa... hoje vou te foder bem mais gostoso que o de costume!

—É? Humm... eu tenho certeza de que você vai sim, meu safado gostoso! Respondi.

—Ei Luciana, tá se adiantando né? É nós quatro juntas, viu sua gaiata? Tu é o que da Xuxa? Protestou Fabiana, e dei uma risada alta. Rodrigo riu também e nos desvencilhamos.

—Sou fixa dele, tá? Minha querida! Retruquei, provocando e rimos mais.

—Daqui a 20 minutos começaremos, então relaxem bem e se preparem! Avisou Rodrigo.

—20 Minutos? Por mim, pode começar agora se quiser! Provocou Kézia, toda serelepe.

—Concordo, por que esperar, se viemos pra... curtir bem gostoso? A não ser que você tenha algo importante para resolver e precise desse tempo, se for, eu aguardo! Endossou Leila.

—É... mais ou menos isso, é algo importante e... preciso desse tempo! Obrigado, Leila, agora com licença meninas! Respondeu o comedor, com um sorriso maroto que me deixou cabreira. Ela sorriu e ele entrou em casa. Notei ele sacando o celular do bolso. O que seria?

Era notável a ansiedade nos rostos de Kézia e Leila. Eu e Fabiana também estávamos ansiosas, mas essa sensação se confundia com o tesão extremo que queríamos extravasar. Rodrigo sabia manter esses sentimentos em alta, como se algo grandioso estivesse na iminência de acontecer, e eu e Fabi, sabíamos que uma transa com ele nunca seria mais do mesmo...

Tiramos muitas fotos, como uma forma de aliviar a ansiedade. Kézia, com sua câmera profissional, a qual pensei que era do grupo, ensinou pacientemente Katiane a manuseá-la. Estávamos entrosadas, rindo, mas percebi Fabiana, por ser a mulher com mais tempo de rola com Rodrigo, se achar um pouquinho, sendo que a fixa era eu, mas tudo bem, não me estressei.

—Acha que tenho chance de ser fixa do Rodrigo, como você? Indagou Leila, a mim.

—Olha, Leila... não pense nisso agora, vocês ainda nem transaram. Só curta o momento, se entregue, seja sincera com ele, e não é sobre palavras sinceras que estou falando, se é que você me entende! Respondi, bem serena e Leila sorriu, me fitando admirada.

—Meninas, já podemos nos aprontar? Indagou Rodrigo, na varanda. Eram 9h17.

—Já tava na hora! Respondeu Kézia, acesa. Vibramos. Ele assentiu sorrindo, em seguida acenou e se retirou novamente. Nos entreolhamos, e vimos o tesão impresso em nossos rostos.

—Mulherada, o esquema da casa é o seguinte: pra transar, tem a sala e dois quartos disponíveis. Pra banho, tem o banheiro social, o dos fundos e um na suíte principal, onde vocês se trocaram. A suíte principal tá liberada APENAS pra vocês se trocarem e tomarem banho, entendido, suas taradinhas? Explicou Katiane, toda gaiata, e assentimos dando risadas...

Decidimos e comunicamos à Katiane que a suruba seria na sala, e foi decisão unânime, pois só um sofá imenso como aquele para acomodar cinco tarados sem qualquer desconforto. Tomamos nossos banhos em tempo suficiente para deixar nossos corpos prontos, e conforme o tempo ia se estreitando... a ansiedade ia aumentando, principalmente em Kézia e Leila.

Na minha bolsa, havia o plugue anal e o maiô de oncinha, presentes de Kézia, além do legging vermelho que comprei, o qual seria usado para provocar Rodrigo quando nosso sangue estivesse fervendo. Observei o corpo nu de Leila, e tive uma pontinha de inveja.

Ela passava um creme de fragrância deliciosa em seu corpo, nada exagerado, depois se perfumou com uma colônia, também de aroma agradável e se maquiou rapidamente. Aquela ali queria impressionar, na verdade todas nós queríamos. A mulata pegou uma roupa bem sexy, um maiô branco todo furado e que não tapava quase nada, depois prendeu os cabelos. Linda.

Fabiana também passou creme, se perfumou e se maquiou, ficando linda. O rabão dela não fazia feio, enorme, empinado e faminto, me consumiu de tesão só de imaginar acolhendo o caralhão de Rodrigo. Ela vestiu uma blusa toda furada, estilo rede de pesca, verde e uma calcinha fio dental que a deixou ainda mais devassa. Fabiana de cabelos soltos ficou diferente, lindona.

A Pimentinha repetiu o mesmo ritual de Fabiana e Leila ao se perfumar e se maquiar e ela tinha bom gosto na fragrância, reconheci logo que era o perfume "Ilia" da Natura, delicioso e sedutor. A menor bunda entre as presentes, (mas nem por isso pequena) não se sentia acanhada, pois sabia de seu valor, e aquela era a raba que eu queria ver mesmo ser castigada por Rodrigo. 

Que corpaço a baixinha possuía, especialmente as pernas, bem grossas, toradas e lindas. Ela também deixou os cabelos soltos e mostrou que não estava para brincadeira, vestiu um top preto curto, com mangas em forma de tiras, o desenho de uma pimenta e seu apelido "PIMENTINHA" escrito em letras cursivas abaixo, finalizando com uma calcinha fio dental preta e também pegou um plugue anal.

Por último, eu, repetindo o que as três fizeram relacionado a creme e perfume, além da maquiagem sóbria. Trajei o maiô de oncinha, mas prendi os cabelos em um coque charmoso.

—Alguma de vocês já... teve uma experiência bi? Indagou Leila, e a fitamos.

—Eu não, mas... já participei de uma suruba assim com outras mulheres e sempre rola um toque, uma abrindo a bunda da outra, alisando os peitos, a buceta, e faz parte, tá de boa, mas... chupar e beijar outra mulher... isso não, nada contra, mas comigo não! Confessou Kézia.

—No caso de hoje, com certeza vai rolar o que a Kézia disse, e por mim tá de boa, eu vou pedir pra alguém abrir meu rabo, mas sou igual a ela, nada de chupar e beijar! Disse Fabiana.

—Eu... estou no mesmo time delas, e você, Leila... é bissexual? Comentei e indaguei.

—Não, não sou, só perguntei por curiosidade, e concordo com vocês, também não vou reclamar se for tocada, provavelmente vai acabar acontecendo no calor do momento, né? Mas acho bom saber para não ter mal-entendidos! Disse Leila, e assentimos, simpáticas como ela.

 —Então... tão prontas pra muita putaria? Perguntou Kézia, e na hora veio aquele frio na barriga gostoso. Assentimos, sorrindo, mas era nítida a ansiedade ainda maior nos rostos dela e de Leila, então abri a porta do quarto e chamei Katiane, em seguida pegamos nossos exames.

Katiane veio após uns três minutos, portando o envelope que provavelmente seria o de Rodrigo. A novinha ainda trajava o biquíni, mas a parte de baixo estava coberta com uma toalha.

—Tudo certo, meninas? Indagou Katiane. Respondemos “SIM” em coro. —Beleza, o Rodrigo tá no quarto, pediu pra vocês esperarem ele na sala! Completou a novinha, simpática.

Fomos para a sala portando nossos exames, e no percurso, não deu para saber em qual dos quartos Rodrigo estava, pois os outros dois estavam fechados, e nem deu tempo aguçar a curiosidade, vimos Katiane indo para o quarto onde transei com Guillaume. O clima já acendeu, Fabiana, com uma sacola portando o legging, eu com outra sacola portando o legging e o plugue anal e Kézia, apenas com o plugue anal. Leila estava sem qualquer apetrecho erótico.

—Lulu... enfia o plugue anal em mim? Pediu Kézia, ficando de quatro no sofá. Gelei, mas... beleza, agi naturalmente e recebi o brinquedo dela, o qual era do tamanho do meu.

—Trouxe o KY? Indaguei, procurando. Kézia apontou para sua sacola, e o peguei.

—Posso abrir sua bunda? Pediu Fabiana. A Pimentinha fez um sinal de “joinha”. Pasmei.

O cuzinho de Kézia era bonito, rosadinho e nada “foló”, e quando Fabiana o abriu, revelou um buraquinho bem cuidado. Despejei o KY por cima do cu dela e inevitavelmente teria que tocar e espalhar com os dedos. Puta que pariu... com Raimunda eu não teria essa ressalva, e nem ela comigo. Respirei fundo e alisei, espalhando o lubrificante e então meti o dedo médio, a Pimentinha grunhiu, piscou o ânus e meti mais fundo, depois foi o indicador e ela gemeu manhosa.

Será que aquela fêmea com pouco mais de 1,50 m, realmente iria dar conta de Rodrigo? Se Kézia aguentasse, Stefhany aguentaria sem sombra de dúvida, pois ambas possuíam praticamente a mesma estatura, acredito que a Pequena Notável seja mais baixa pouca coisa. Eu estava muito ansiosa...

Enfiei o plugue aos poucos no cu dela, e ele foi deslizando como se fosse absorvido. Cuidei para não deslizar de uma vez. A parte mais grossa ia alargando, dilatando e ela respirava forte, rebolando suavemente enquanto Fabiana mantinha suas nádegas bem abertas, até que o cuzinho dela engoliu o resto do plugue, ficando só com a base exposta. A Pimentinha gemeu sorrindo.

—Vai Lulu, agora vou botar o teu, fica de quatro! Pediu a Pimentinha, excitadíssima. Me arrepiei e claro, obedeci, afinal, eu não queria me sentir menos que nenhuma delas.

—Quer ajuda, Luciana? Posso? Pediu Leila. A voz daquela mulher me causava arrepios, não de medo, mas da carga promíscua que nela continha. Voz de mulher devassa, segura e que prometia roubar a cena. Assenti e a mulata segurou com pegada gostosa meu rabo e o abriu para Kézia meter o plugue.

Senti a viscosidade do KY, além da leve sensação geladinha do mesmo. Parte entrou no meu cu e suspirei fundo ao sentir os dedos de Kézia espalhando o gel, depois soltei um gemido quando ela enfiou o dedo médio, foi aos poucos, fundo, fez um vai e vem e grunhi, em seguida meteu o indicador, os tirou e encostou a ponta do plugue, deu uma atiçada rápida, e meteu...

Dei um gemido contido, depois grunhi ao sentir o plugue me invadindo, da mesma forma, alargando, alargando e ela controlando para não deslizar de uma vez. Senti os dedos de Leila apertando minhas nádegas e soltei um “aaahh” tarado, até o plugue também ser engolido pelo meu cu. Leila e Kézia se afastaram, a sensação era estranha, mas não incomodava.

—Bora esperar o Rodrigo de quatro no sofá? Propôs Fabiana já ficando na posição.

Entramos no embalo e ficamos de quatro sim, apoiadas no encosto do sofá, quando ouvimos passos, olhei para trás e Rodrigo se achegava, lindo, gostoso e cheio de tara. 

CONTINUA

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Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Bem, conforme anunciado na postagem anterior, nessa semana teremos POSTAGEM TRIPLA, uma hoje e duas quinta-feira, fechando em cinco de nove partes postadas dessa minissérie. Eu tinha avisado que seria ontem (01/12), mas, conforme explicado no aviso que dei no comentário da postagem anterior, não foi possível devido a uma piora no estado de saúde de minha mãe.

Felizmente ela está melhor e fora de perigo. Foi só um grande susto e segue a programação.

O post triplo foi a sugestão de um leitor através de um comentário, e é isso que me deixa feliz, a participação de vocês me impulsionou, me animou e aqui está, três postagens semanais. Eu reconheço que o início dessa minissérie é morno e meio moroso, mas contém informações importantíssimas e valiosas para serem retidas, e lá na frente, elas vão convergir. Não desprezem esses textos.

A putaria começa nas postagens de amanhã, e vai escalando até o surpreendente final. As fotos explícitas virão, tenham calma, pois como mencionei antes, elas não serão encaixadas sem um contexto minimamente apropriado, são poucas e precisam ser usadas com sabedoria. 

Minha previsão e intuito, são três fotos explícitas, mas talvez fique em duas. Uma ou duas minhas e uma de Fabiana, ou uma minha, uma de Fabiana e outra a definir, mas vai ter foto explícita. A única que confirmação foi Fabiana, e as dela são beem sacanas, pedi uma de penetração e ela tem, só não sei se vai enviar, então... oremos (risos). Vai ser complicado fazer isso aqui no interior, mas enfim...

Um recado aos leitores que estão relendo os relatos anteriores. Alguns contos estão invisíveis para vocês porque vão passar por uma atualização nas fotos. Isso era para ter sido feito no meu hiato de férias (2024/2025), mas por conta de tantos problemas e contratempos, não foi possível, contudo, no hiato de férias do fim de ano, (2025/2026), o blog será reestruturado e as fotos serão trocadas. E sim... fotos explícitas serão inseridas nessa atualização, inclusive elas já estão selecionadas.

Os contos não foram excluídos, estão apenas invisíveis para leitores e em "modo rascunho" para mim, justamente porque serão atualizados com as novas fotos, assim como alguns textos especiais, como o do meu retorno do hiato no ano de 2023, cuja imagem minha com Stefhany será substituída e a Introdução ao Segundo Ato, cuja foto da paisagem será trocada por uma explícita.

Lembrem-se do nosso acordo: participação é fundamental para o ritmo de postagens atingir a nossa meta. Por conta dessa postagem tripla, a minissérie vai acelerar e terminar ANTES do Natal, mas para isso acontecer, é fundamental que vocês comentem, participem e deixem sugestões, se estiverem ao meu alcance e forem possíveis, vou atendê-las com todo o prazer. 

E quem acompanha o blog, interage, mas ainda não segue, considere seguir, pois novidades estão sendo estudadas... exclusivamente para os seguidores do blog...

É isso, eu tento não escrever textão, mas sempre falho... mania de escritora prolífica...

Gostaria de reler a primeira edição dessa série? Aqui está o link da parte 3:

FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 3

Beijos, tenham um dia vitorioso, com muita paz e produtividade. Até amanhã.



Comentários

  1. boa noite minha delicia....louco para saber os detalhes.kkkk

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  2. Hoje eu quero conto duplo e putaria pesada e sem pudor!!! Chega de enrolação!!!!!

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    1. Olá meu querido, bom dia. Torça para que haja bastante participação até meio-dia, caso contrário, só na próxima quinta, voltando a ser UMA postagem semanal. Beijos.

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    2. Mas até o meio dia o povo está trabalhando. Como ter tanto comentário assim?

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  3. "Comedor Supremo"? Desculpa Professora mas essa bajulação é vergonhosa até pra vc. Não é o perfil. Kkkk

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    1. Vergonhosa é só a sua falta de atenção. Eu uso “comedor supremo” para o Rodrigo desde o Segundo Ato. Basta voltar algumas casas e reler, o contexto está lá o tempo todo. Quando a performance justifica o título, não tem bajulação nenhuma. Beijos.

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  4. Professora pq não experimenta fazer postagens no Domingo a noite? Assim você consegue adiantar bastante coisa esse mês.

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    1. Olá meu querido. Boa tarde. É inviável postar no final de semana, mesmo domingo à noite. Essa minissérie já tem todo o seu cronograma bem estabelecido, não haverá atrasos, e se houver, será compensado. Beijos.

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  5. Já estamos começando a ter indícios de putaria boa...

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  6. Quero ver a Fabiana em ação. A mais gostosa.

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  7. Vamos ter foto de Pimentinha e Leila nessa série?

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    1. Olá meu querido, boa tarde. Sim, acabei de postar a parte 4 e ela tem a foto de Pimentinha, a próxima será a de Leila. Beijos.

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