136 - FÚRIA SEXUAL FEMININA 2 – PARTE 1

 


Minha boca estufava com a grossura daquela rola grossona, que mesmo após ter gozado como gozou, relutava em se render ao descanso. Vigor notável o do coroa, Suzy tomou o cacete de mim e abocanhou, mamando tarada, e ela quase engoliu aqueles 15 centímetros espessos, faltou pouco, e o homem se contorceu novamente, depois ela me deu e mamei de novo, mas o pênis já estava rendido finalmente, e amoleceu de vez, porém, foi sim uma experiência deliciosa, tanto que encarei a loiraça e dei um sorriso também satisfeito, e ela retribuiu.

—Sabia que você ia gostar, agora... por favor retire-se e me espere em outro quarto, pois não quero que você e o cliente se vejam! Comentou e pediu Suzy, e a fitei surpresa.

—Ué? Mas por que? Indaguei, curiosa.

—Tem certeza que quer saber o porquê? Retrucou Suzy, fazendo aquele gesto de pau pequeno com indicador e polegar, e ali tive o choque de realidade. Sim, quem tem um pauzudo supremo como Rodrigo... de fato não tem mais tesão em paus “mais ou menos”, embora aquele tivesse me dado tesão, contudo... o choque de realidade mostrou que não dava mais para abrir exceções, então sorri e saí.

21h03. Esse foi o horário em que a sessão erótica terminou. Nossa, passou voando. Eu estava no quarto onde fiz meu teste, sozinha e sentada na cama. Katiane certamente estava em outro quarto dormindo, quando de repente, ouvi o clique da fechadura, a porta se abriu e então ergui a cabeça, arregalando os olhos ao ver... o pastor Rodrigo adentrando a alcova.

Cabelos molhados e bem penteados, camisa branca com mangas dobradas, sua calça social preta e um sapato preto brilhante. Suzy não blefou... ele realmente havia chegado para passar a noite transando com ela. O olhar dele para mim não era de surpresa, mas como sempre, carregado de sedução e amabilidade, o qual verteu um lindo sorriso que me deixou molinha.

—Boa noite, minha consagrada, tudo bem? Cumprimentou Rodrigo.

—O-Oi... Rodrigo, b-boa noite, é... tudo ótimo! Que surpresa vê-lo aqui! Respondi, toda arrepiada, depois mordi o lábio inferior, com aquele calor de tesão pelo meu macho supremo.

—É... vim passar a noite com Suzy e... uma amiga nossa! Disse o pastor, que fechou a porta e veio até mim, depois sentou-se ao meu lado, bem pertinho, e trocamos olhares.

—Ah é? Guloso né? Logo com duas... pena eu não poder participar! Brinquei, e ele riu.

—O marido está em casa? Indagou o pastor, alisando minhas coxas. Humm... delícia. Nada como um pauzudo de verdade chegar após... sim, provar um pequeno.

—Infelizmente, sim, mas se ele não estivesse... eu... poderia participar também? Indaguei, curiosa e dei um gemido safado com o toque dele, que das coxas subiu para os seios.

—Não seria uma experiência muito legal... meu sexo com Suzy e essa moça, é distinto do que fazemos, elas... gostam de algo meio extremo... não diria com violência, mas... elas gostam de sentir dor, mais do que um dote como o meu inevitavelmente causa, além disso... elas curtem se pegar, se beijar e se chupar... e para você... isso é um tabu! Explicou Rodrigo.

—Então... o sexo que temos... é comum né? Comentei, e Rodrigo franziu o cenho.

—Minha consagrada, não ponha palavras em minha boca... eu não disse que nosso sexo é comum, disse que meu sexo com Suzy é diferente, não comparei com a gente, mas... uma vez que você e Adriano transaram, talvez mais esse tabu caia um dia! Retrucou Rodrigo, e pasmei.

—E-Então... você sabe? Sabe que eu e... Thai... quer dizer... Adriano, transamos? Indaguei, meio acanhada e abaixei a cabeça. Rodrigo me abraçou e beijou minha cabeça.

—Sim, eu sei... você é minha fixa, e por mim não há problema algum em você transar com um travesti, não precisa se sentir envergonhada, eu o vejo como um homem no final das contas, e embora... nossa relação de amizade tenha um carinho mais próximo, respeitamos nossos limites e valores! Respondeu Rodrigo, com uma assustadora serenidade, e sorri.

—Não dá para acreditar que um pastor evangélico é tão tranquilo sobre certas coisas, você realmente é fora da caixinha em tudo, sempre me surpreende, mas... como é esse “carinho mais próximo” que vocês têm? Desculpe a pergunta, mas... sabe que sou curiosa! Retruquei.

Rodrigo corou, deu uma risada gostosa, me fitou e respondeu:

—Acredite, não é nada que seus pensamentos maldosos estão conjecturando. Não há troca de mãos bobas se é isso que quer saber, eu... só o deixo me abraçar, me dar beijos no rosto, não vejo maldade, é a forma dele expressar seu carinho, eu... tive uma experiência de resgate daquele jovem, o resgate de uma depressão que quase o fez tirar sua vida, e... Deus me usou para salvá-lo. Ali eu o vi como um ser humano, não um homossexual! Ao ouvir aquilo, fiquei meio emocionada e comentei:

—E-Ela me contou superficialmente, bem emocionada e grata a você!

 —Sabe, Luciana... esse dia foi um dos dias mais especiais de minha vida, e não digo isso me gabando, poderia sim ter acabado de forma trágica, se eu tivesse entrado naquele quarto dois ou três minutos depois, mas enfim, foi uma lição para nós, especialmente para mim. Eu tenho profunda estima, carinho e respeito por aquele menino, e não sinto vergonha alguma disso! Disse Rodrigo.

—Você é incrível, conforme te conheço mais, te admiro mais! Falei, segurando a mão dele, que sorriu enrubescido e acariciou meus cabelos. O “menino” dito por ele foi tão amável.

—Naquele dia em que lhe orientei sobre seu evento... a pessoa com quem almocei... foi o Adriano. Almoçamos no Barbosa, e foi muito legal, ele é muito culto e educado, sabe se vestir de forma elegante e engana completamente quem está ao redor, então para todos os efeitos... eu estava almoçando com uma mulher, e que chamou atenção! Revelou o pastor, e o fitei surpresa, depois dei risada.

De repente a porta do quarto se abriu, e vimos Suzy, trajando um roupão rendado e médio, cujo provocante decote valorizava seus seios grandes. Ela tinha acabado de tomar banho, e seu perfume lascivo e gostoso invadiu a alcova. A loira nos fitou, sorrindo e brincou:

—Olá pombinhos, posso me juntar a vocês?

—Claro, deve! Respondi, atiçando. Suzy deu risada e veio, sentou-se entre nós, dando bundadas em mim e em Rodrigo para cedermos espaço, e rimos, ela me fitou e riu.

—Ei, Lulu, bora brincar de quem engole mais? Propôs Suzy, e a fitei pasma. Rodrigo riu.

—E a Thaís? Não vai esperar por ela? Questionou o pastor. Suzy riu alto e provocou:

—Humm, é impressão minha ou há aqui uma preferência velada pela minha amiga?

—Nada a ver, você sempre prefere esperar que ela chegue para começarmos! Retrucou o pastor, e a loira riu alto, o abraçou e tascou-lhe um beijo rápido na boca. Minha face queimou...

—E-Essa... T-Thaís... é do grupo? Perguntei, tentando me enturmar e curiosa.

—Não, ela é uma casadinha liberada, mas não é membro do grupo! Respondeu Suzy.

—É... posso tomar um banho, Suzy? Pedi, pois o cheiro da porra do coroa já incomodava.

—Ai, que falha a minha, claro meu amor! Vamos, vou leva-la ao banheiro, você deveria ter se banhado logo após o término do meu atendimento, perdão Lulu! Disse Suzy, contrita.

—T-Tudo bem, não tem problema! Falei, e levantei. Pedimos licença a Rodrigo, que assentiu. Peguei minhas roupas e ela me levou ao banheiro de seu quarto. Passei e olhei para o guarda-roupa, onde vi as calças pretas de Rodrigo que ela guardou e me lembrei do beijo deles.

Suzy me deu além da toalha, uma escova de dentes nova, pois como eu não sabia que ia ter qualquer tipo de interação sexual e ela só disse que eu ia assistir, não trouxe a minha. Na verdade, como não transei, fiz apenas um asseio, além de higienizar minha boca. Humm... será que daria tempo dar ao menos uma mamada gostosa no meu comedor antes de ir para casa?

Enquanto me vestia, ouvi risadas femininas. A tal Thaís devia ter chegado, então me apressei, queria ver a cara dessa fulana que ia berrar de dor na rola do meu macho, foi quando tive um estalo erótico... será que eu... aguentaria a rolona obesa do pastor... no cu e sem lubrificação? Se elas transam assim com ele... é porque aguentam, mas devia doer demais...

Respirei fundo e saí do quarto de Suzy, e dei de cara com Katiane, que sorriu amável.

—Pronta pra ir pra casa, Lulu? Indagou a novinha, bem empolgada, olhos brilhantes.

—Sim, é o jeito né? Respondi, e ela deu uma risada gostosa, depois atiçou:

—Tu queria participar da brincadeirinha do Rodrigo com a Suzy e a Thaís né?

—É... mais ou menos, mas o Rodrigo disse que... rola “sabão” entre as duas e... isso me deixa travada, sabe? Respondi, e Katiane deu outra risada sapeca e retrucou:

—Ah, mas isso é coisa do momento, do sangue quente, e o Rodrigo até curte viu?

—Com certeza, pense num safadinho, e nós também né? Comentei, e demos risada.

Fomos à sala, e tive aquele impacto ao vir... a provável amiga de Suzy. Seria a tal Thaís? Certamente que sim. Parecia ter a minha idade, parda, mas mais clara que eu pouca coisa, mais alta que eu, cabelos cacheados longos e presos num coque lindo, brilhosos e castanhos, face meio arredondada, olhos amendoados, nariz um pouco grande, lábios grossos, sedutores e boca média.

De corpo... uau, uma “cavalona”, tanto quanto Suzy. Seios médios e firmes, maiores que os meus pouca coisa, quadril largo, pernas toradas, bem grossas, mais que as minhas e uma bundona de fazer qualquer um quebrar o pescoço olhando. Grande, empinada. Um mulherão, daquelas que... só mesmo Rodrigo para saciar na cama... comendo o cu dela no seco. Meu Deus.

Apesar do corpão, sua indumentária era... sóbria, nada extravagante, embora delineasse suas curvas brutas. Uma blusa com decote em “V”, florida, de mangas médias com babados rendados nas barras, uma calça de sarja bem justa na cor cinza-escuro e uma sandália preta de salto médio, mostrando bem seus pezinhos sem esmaltes. Porra... a morena era estilo Ayla...

Fui notada pelo trio, o qual estava de pé na sala, e recebi sorrisos deles, convidativos, tentadores e me arrepiei, então, após Rodrigo e Suzy gesticularem para eu me achegar, me aproximei, acompanhada de Katiane, retribuindo o sorriso amável. A novinha sentou-se no sofá.

—Luluzinha, esta é Thaís, minha amigona, parceira de brincadeiras gostosas, Thaís, esta é a Luciana, fixa do Rodrigo! Apresentou Suzy, formal. Trocamos olhares e sorrisos gentis e nos cumprimentamos com beijos no rosto. A dama mostrou sincera simpatia, e comentou, amável:

—Muito prazer, Luciana! O bom gosto do Rodrigo segue sempre impecável!

—O-Obrigada, você... o conhece há muito tempo? Respondi, meio acanhada. A fêmea tinha uma aura lasciva violenta, do tipo sem pudor e sem limites, seu perfume provava isso.

—Ah, sim, muito tempo, e não sei porque esse rapazinho não aceitou ser meu fixo; meu marido gosta dele, eu... sou tarada por ele, temos uma relação bem saudável, mas enfim, talvez eu não seja o tipo de mulher que ele gostaria de ter como fixa! Respondeu e desabafou Thaís. Fitei Rodrigo e ele sorria sapeca, sacudindo a cabeça lentamente, e ela ria safada.

—Não diga isso, Thaís, você é uma mulher do jeito que gosto sim, só que nunca ouvi uma proposta sua para ser seu fixo! Retrucou o pastor, bem sereno e a mulher arregalou os olhos, levou uma das mãos à boca, pasma. Suzy deu uma risada gostosa. Ri... mas foi de surpresa.

—Você é um cara lisa hein? Como tem coragem de dizer isso? Rebateu Thaís, e ele riu.

—Thaís... você nunca me propôs uma relação fixa e sabe disso. Mas... quem sabe hoje não é o dia em que você faz essa proposta... da forma certa? Revidou Rodrigo, e Suzy riu alto.

Thaís fitou Rodrigo com os olhos semicerrados, sacudindo a cabeça e deu risada. Ele a abraçou, rindo e a fêmea sequer fez charme, ambos se beijaram, sem pudor, e ela gemeu.

—Cafajeste, você não presta, Rodrigo! Retrucou Thaís. Rodrigo riu, ruborizado e rimos.

—Se eu não presto, por que ainda transa comigo? Indagou Rodrigo, e Thaís deu risada. Rimos.

—Não sei, é porque sou abestada, e... adoro seu jeito cafajeste! Rebateu Thaís, e gargalhamos.

—Ok, me deem licença um minuto, vou ter um particular com a Luciana e já volto, Katiane, por favor, leve-a para casa depois, pode ir no meu carro se quiser! Avisou e pediu o pastor.

—Ué, achei que Luciana ia participar! Comentou Thaís, surpresa e ri, acanhada.

—N-Não posso... meu marido não é liberal, sequer sabe que estou aqui, e... fiquei sabendo em cima da hora, mas quem sabe um dia! Respondi e deixei em aberto. Suzy riu sapeca.

—Estou ansiosíssima por esse dia, Lulu, e sei que ele vai chegar... bem gostoso! Provocou a loira, e me arrepiei. Thaís riu, Rodrigo também, mas ele me abraçou e fomos para a varanda.

—Não demore hein? Estaremos esperando na cama, daquele jeitinho! Provocou Thaís. Rodrigo olhou para trás, eu também, e vi o sorriso cafajeste do macho alinhado ao delas...

—Queria tratar outro assunto comigo? Perguntei, no jardim. Rodrigo sorriu e em seguida me deu um beijo, me puxou para junto de seu corpo num tranco gostoso que me fez gemer. Me surpreendi e correspondi, me abri, me entreguei. Que saudade daquela pegada.

As mãos do comedor encheram minha bunda, erguendo meu vestido. Tentei resistir, tirar suas mãos, estava com ciúmes do beijo dele em Thaís, mas não tive forças, não... não quis resistir, Rodrigo me desarmava a cada movimento de suas mãos, de seus lábios molhados entrelaçados aos meus, e quando suas mãos invadiram minha calcinha, apertando firme meu rabo, desmontei, comecei a gemer e apalpei seu pauzão duro sob a calça. 

Levei um tapa seguro na bunda e gemi mais, ele parou o beijo e me encarou, sedutor, matador, e eu... totalmente rendida, ofegava. Ele alisou meu queixo, veio com o polegar em meus lábios e o passou, depois mantive a boca aberta e ele a beijou de novo, rápido.

—Próxima quarta, leve Kézia até minha casa, vamos ter nossa última conversa antes de confirmarmos o encontro! Pode me fazer esse favor? Pediu Rodrigo, alisando meu rosto.

—Humm... é assim que você me pede um favor é? Pode pedir mais! Aticei, e ele riu.

—Adoraria, mas preciso ser breve! Para não atrapalhar seu trabalho, leve-a após seu expediente, ela vai entrar em contato com você por mensagem ou ligação, um ou dois dias antes e lhe pedindo o mesmo que eu! Disse e explicou o pastor, que me deu outro beijo.

—Ok, vou aguardar o contato dela, e... quando vou... poder passar uma noite todinha... só com você? Uma noite todinha... bem gostosa, só eu e você? Só nós dois! Questionei, tarada.

—Quando quiser, mas acho melhor quando estiver totalmente livre! Disse Rodrigo.

—É... tem razão, quero que seja sem preocupação com mentiras ou medo, agora... preciso ir, não posso dar bandeira! Divirta-se, e poupe-se para o dia 29, porque eu não vou te dar sossego, vou me acabar em cima de ti e desse pauzão delicioso! Retruquei e provoquei.

—Relaxe, estarei pronto para você! Provocou e avisou Rodrigo, e nos beijamos de novo. Voltamos para dentro, e Katiane estava na varanda, mexendo no celular. —Katiane, a Lulu está pronta, pode leva-la! Completou o pastor. A novinha se levantou, o devorando com o olhar.

—Ok, e... no dia do seu evento... sou eu que vou cobrir? Indagou a safadinha, sapeca.

—Já conversei com Suzy e... prefiro que seja você, se quiser, é claro! Disse o pastor. Katiane mordeu o lábio inferior, e vi os bicos de seus seios quase furarem a blusa. Eita porra...

—Estarei lá, pode contar comigo! Ratificou Katiane, contraindo os lábios depois.

—Obrigado, agora vão, senão pode dar problema para a Luciana! Respondeu Rodrigo. Katiane chega estava zarolha e assentiu, sorrindo. —Tchau, Lulu, cuidado, tenha uma noite abençoada! Completou Rodrigo, que após dizer isso, me deu um delicioso beijo de despedida.

—Noite abençoada vai ser a das duas que estão lhe esperando! Retruquei, e ele riu...

—É... posso ir no seu carro? Indagou Katiane. Rodrigo tirou a chave do bolso e deu a ela. Uau, que confiança o pastor tinha na jovem. Eles trocaram sorrisos. O comedor despediu-se de nós de novo e se dirigiu meio apressado ao quarto... onde as fêmeas o estavam esperando.

Já dentro do carro de Rodrigo, nos preparando para sair, comentei, indagando:

—Aquela Thaís... por que será que Rodrigo não quer ser fixo dela?

—E não é, mulher? Ela é bonita, toda gostosona e conservada. A bunda dela é do tamanho da tua, então não sei, vai ver... ele não tem confiança o suficiente nela! Opinou Katiane, que deu partida no carro, manobrou o sentido oposto e arrancou, rumo a minha casa.

—Mas ela é uma esposa liberada, o marido deixa ela trepar com outros caras! Retruquei.

—Ele deve ter seus motivos, porque é como tu disse, o marido é corno manso, então qual cara não vai querer ficar comendo uma gostosona daquela sem perigo? Replicou Katiane.

A fofoca foi seguindo até chegarmos em minha casa. Combinei com Katiane que ia emprestar um livro para ela, só de “H”, pois pelo horário, o corno certamente perguntaria e muito. Para minha surpresa, o galhudo apenas nos cumprimentou, foi simpático com Katiane, que pegou o livro e depois partiu, sem encompridar conversa. À sós com ele, achei que rolaria algum interrogatório, me preparei para isso, mas não... ele estava seco, formal e frio.

Senti o fim do meu casamento vindo como um vento gélido e cortante, mais do que imaginei. O resto do final de semana foi com ele em casa, pouca comunicação entre nós, ele, recluso, e várias vezes o flagrei conversando ao celular. Pelo visto ele já havia feito sua escolha.

Na terça-feira, dia 25, fui ao centro comercial comprar umas roupas. Comprei algumas camisetas e vestidos de se usar em casa, curtinhos e apertados, lingeries novas e três calças legging, das quais uma seria usada no dia do bacanal, pois lembrei que Ayla usou uma dessa e Rodrigo a fodeu com seu tesão no máximo. Ele gostava, era um fetiche dele, e eu queria realizar.

Cheguei umas 15h36, pois também fiz meu exame, e ao pegar o celular secundário, vi algumas mensagens de Kézia e duas ligações perdidas. Retornei imediatamente e a Pimentinha confirmou tudo o que Rodrigo havia me dito, então ratificamos para o dia seguinte, às 11h, a ida para a casa dele. Marcamos de nos encontrar na banquinha de Fabiana.

QUARTA-FEIRA, 26 DE JUNHO DE 2019, 11H.

—Sério? O Rodrigo aceitou o encontro com a Kézia? Indagou Fabiana, surpresa. Kézia ainda não havia chegado, mas enviou mensagem dizendo que chegaria em cinco minutos.

—Eles vão ter a última conversa hoje, mas já está certo, mulher! Respondi.

—Tomara que dê certo, ai mulher, tô ansiosa, uma ruma de dia sem dar uma, só acumulando o queijo pra descarregar em cima dele. Eu vou usar uma calça legging bem apertada, quase transparente, porque não sei se tu sabe, mas o Rodrigo endoida quando a mulher usa legging, ele bota pra torar sem pena, e eu a-do-ro! Comentou e revelou a safada. Dei risada e retruquei:

—Ih, minha querida, eu sei muito bem desse detalhe, já comprei a minha tá?

—Ah, é? (risos sapecas) Então te prepara viu? Tu vai sair de lá entrevada, e ó... dá o toque sobre isso pra Pimentinha, porque eu quero ver se essa mulher vai dar conta MESMO do Abençoado. Trepada com o Rodrigo, é só pra mulher que se garante! Disse Fabiana, atiçando.

—Mas por que acha que a Pimentinha vai arregar para ele? Rebati, sem entender. Quando Fabiana ia responder... gesticulou para trás de mim, me virei... e Kézia havia chegado.

A baixinha trajava um vestido preto, tomara que caia, meio longo e muito justo, valorizando suas curvas lindas e pernas toradas. Ela estava maquiada, com uma sandália rasteira e portando uma sacola grande, daquelas de papelão. Assim que me viu abriu um lindo sorriso.

—Oi Luluzinha! Cumprimentou Kézia, que me deu um abraço gostoso. —Mulher... obrigada, obrigada mesmo por ter feito a ponte! Completou, agradecendo. Respondi, amável:

—De nada, minha querida, espero que dê tudo certo daqui a pouco! Ela sorriu, radiante.

—O-Oi, bom dia... acho que te conheço de algum lugar! Cumprimentou Kézia, a Fabiana.

—Eu também, sou Fabiana, prazer e... também sou do grupo e curto com o Abençoado! Revelou a ambulante, que cumprimentou Kézia, sorrindo sapeca. Kézia sorriu admirada.

—Kézia, e... o prazer é meu! Respondeu a baixinha. As duas se analisaram. Dei risada.

—É... vamos, Kézia, ele... está nos esperando! Falei, e a baixinha assentiu.

—Tchau, Fabiana, foi um prazer! Despediu-se a Pimentinha, e Fabiana sorriu simpática.

Kézia me levou até o motorista que a trouxe, enviado por Rodrigo. Ótimo, porque andar da escola até a casa dele nesse sol fodido das 11h, era de lascar, por mais que valesse a pena, pois a distância era bem considerável. Adentramos o carro e partimos. Acomodadas, indaguei:

—E aí, Pimentinha? Ansiosa? Encontro marcado já? Kézia sorriu toda serelepe e disse:

—Mulher, tô um pouco ansiosa sim, mas já tá tudo certo, a gente só vai dizer o “sim” olhando um no olho do outro, e ó: isso é um presente pra ti, por ter me ajudado! Obrigada de novo, Luciana! Dito aquilo, ela me entregou a sacola que portava. A fitei, sorrindo e a abri.

Havia um plugue anal, uma lingerie vermelha bem erótica, uma meia-calça amarela e semi-transparente, com um buraco no meio e um maiô erótico, com tiras pretas e estampa de oncinha. Roupas lindas e safadas, tecidos de ótima qualidade, mas o plugue me pegou.

—Ai, Kézia, obrigada, não precisava se incomodar, fiz de coração, mas... e esse plugue hein? Amei! Comentei, excitada e observando a caixinha. A abri e vi o apetrecho. Dourado com um “rubi” na haste, bem semelhante ao que usei com Odair, mas o meu era um pouco menor.

—Que bom que gostou, usa com ele, tu vai ficar um arraso! Disse Kézia, sapeca. Assenti.

De carro foi “vuado”. Uns quatro minutos e já estávamos no portão de Rodrigo. Rua quase deserta. O motorista partiu e toquei a campainha. Notei Kézia com os lábios contraídos, mexendo compulsivamente nos cabelos, depois mordendo o lábio inferior. Ouvi passos, suspirei fundo e ruidosa, o tilintar da chave, ela destravando a fechadura e o portão se abrindo.

Quando vimos Rodrigo, só com sua calça social preta, cabelos molhados e penteados, descalço, exalando o perfume de seu sabonete misturado com uma provável colônia, só reparei em Kézia, com a boca aberta, depois mordendo o lábio inferior de novo, com um semblante brutal de tesão. Voltei meu olhar para ele e expressei igual reação. E o peitoral robusto daquele macho? Que coisa linda de Deus, me fez sentir arrepios violentos e minha xoxota tremeu. Que homão tesudo e delicioso da porra.

—Bom dia, minhas consagradas, por favor entrem! Saudou Rodrigo, abrindo passagem.

—B-Bom dia... Rodrigo! Cumprimentou Kézia, que deu um suspiro forte de desejo.

—É... b-bem, Kézia está entregue, eu já vou indo! Boa sorte amiga! Falei e avisei, por mais que eu quisesse ficar e ver como a coisa ia desenrolar, mas o bom senso falou mais alto.

—Não Lulu, pode ficar, eu e Kézia já tratamos tudo. Pedi que a trouxesse apenas para ratificar umas coisas! Podem entrar! Retrucou o pastor, que fez Kézia sorrir tarada como eu.

—Nos receber desse jeito... assim é maldade viu? Comentei, já na varanda, e ele riu.

—Eu tinha acabado de tomar banho, ia vestir uma camisa, aí vocês chegaram, desculpe estar assim, vou me vestir rapidinho! Justificou-se o comedor, e demos risada.

—Por mim não precisa... você tá perfeito assim, adorei! Atiçou a Pimentinha. Uau...

—Para que se arrumar né, Kézia? Endossei, e ela assentiu. Demos as mãos, rindo.

—Há quanto tempo, Kézia, você está mais linda que naquela época, e é uma gostosa satisfação revê-la! Elogiou Rodrigo, segurando a mão dela. Ambos trocaram beijos formais no rosto, embora ela o tenha beijado perto da boca e ele, se dobrado bastante para beijá-la. Eu ri.

—Obrigada, você também... humm... tá bem melhor, mais gato, mais gostoso! Retrucou a Pimentinha, já mostrando seu cartão de visitas, eles trocaram olhares e sorri, bem excitada.

Rodrigo nos convidou para entrar, pediu que tirássemos as sandálias, olhou bastante os pezinhos de Kézia e, sentou-se entre nós duas. Começamos um papo gostoso, Kézia falava, com a mão esquerda sobre a coxa dele. Eu, falava igualmente. Mulher tocando o homem enquanto conversa, é sinal de tesão, interesse cristalino, e Kézia o fazia muito, sem deixar de olhar nos olhos dele, e quando o macho resolveu tocar sua coxa, ela sorriu sapeca. Será que ia rolar alguma coisa?      

CONTINUA

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Olá queridos alunos. Tudo bem? Espero que sim.

Bem, graças a Deus o hiato terminou antes do previsto, os problemas do blog foram aparentemente solucionados, estou apenas esperando o relatório do Google sobre os ajustes e isso deve demorar de 15 a 20 dias, e se eu for esperar, não posto praticamente mais nada esse ano.

Ainda estou no interior auxiliando nos cuidados com minha mãe, que está melhorando significativamente, então a postagem dessa minissérie se dará, em boa parte, daqui do sertão. O restante vai continuar em meu regresso ao lar e ao trabalho, embora minha vontade seja a de renovar essa licença e voltar só no ano que vem, porque descansar mesmo, ficou só na intenção, mas enfim...

Sem me alongar muito, meu intento é postar essa minissérie completa, e, de acordo com meus cálculos, ela vai se encerrar exatamente no Natal, PORÉM... para que a conta feche, é preciso postar DUAS vezes por semana, e tenho total condição de fazer isso sem contratempos, ENTRETANTO...

Isso só vai ser possível com a participação de todos através dos comentários. Elogios, críticas (desde que respeitosas), curiosidades, não importa. A Festa do Leite foi um sucesso, o melhor momento do blog até agora sem dúvida, mas nem só de Festa do Leite, Ismael, Breno e novinhos, é feita a minha trajetória sexual, o controverso Pastor Rodrigo é parte dessa jornada e essa minissérie é com ele.

Por que estou batendo tanto na tecla do pedido de comentários? 

Simples, porque um dos motivos dos problemas estruturais do blog e que me causaram muito transtorno, foram postagens de contos, as quais não tiveram nenhum engajamento, e isso prejudicou seriamente o alcance do blog nas buscas, ou seja, não estou pedindo comentários para inflar o meu ego, é para que esse blog tenha relevância e o Google entenda que ele está ativo e com um público ativo, o que consequentemente vai atrair mais leitores, os quais sequer sabem da existência da Professorinha Fogosa, mas podem me encontrar ao buscar contos eróticos de professoras com alunos...

Gente, aqui tem postagem de relato meu... com ZERO comentários. Por favor, isso é sério, baixo engajamento, baixa ou nenhuma participação afeta o blog, me ajudem, todos saem ganhando.

Alguns leitores reclamaram das postagens serem uma por semana, então me comprometo a fazer duas postagens semanais, separando um tempo para isso enquanto ajudo a cuidar de minha mãe e depois, continuando em minha casa, então, participem, vai ter foto explícita em algumas partes, só não sei de qual personagem ainda, não depende de mim. A minha está garantida e separada.

Caso haja alguma intercorrência e eu falhe em postar no dia marcado, uma postagem dupla será feita, pois o objetivo é duas postagens semanais, mas é o engajamento de vocês que vai fazer essa meta ser alcançada. Como mencionei acima, o final dessa minissérie está previsto para o Natal, exatamente no dia 25, contudo, em virtude dos festejos, é provável que ela seja finalizada antes do Réveillon, pois é evidente que ninguém vai acessar o blog na véspera e tampouco no Feriado de Natal.

Sobre o projeto paralelo dos relatos das minhas amigas, ele está ganhando contornos, mas por ora não vou entrar nesse assunto, ele tem vários pormenores que precisam ser analisados com calma.

Anotem: postagens às terças e quintas-feiras. Se vocês fizerem a lição de casa, é claro, então, COMENTEM, a postagem de quinta só vai ocorrer se a de hoje tiver comentários.

É isso, eu preciso parar com essa mania de escrever textão, mas vejo que é inevitável...

Gostaria de reler a primeira edição dessa série? Aqui está o link da Parte 1:

FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 1

Beijos, tenham todos um dia maravilhoso e cheio de vitórias. Até quinta.



Comentários

  1. A Pimentinha que trará um sabor especial ao conto. Espero pela foto explícita na quinta-feira

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  2. Sempre acompanhando aqui as suas aventuras professorinha.

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  3. Nossa, professora que rabão gostoso!!!

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  4. O próximo conto promete em! Essa Pimentinha aí vai realizar o sonho.

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  5. Luciana venho aqui propor algo "diferente" pra vc. Não sabemos quando vc deu início a sua vida sexual, se foi antes dos dezoito ou depois dos dezoito. Vc tem boa memória e seria interessante vc escrever um conto onde nele vc diz como foi a sua experiência perdendo a virgindade(que muito provanel não foi com pauzudo). Claro! Tomando todoas as precauções do Google. Oq pensa a respeito?

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    1. Boa noite meu querido. Bem, eu já mencionei aqui no blog que escrevia meu cotidiano em diários, justamente por ler muito e adorar escrever. O texto existe e foi escrito à mão, nunca foi transcrito para o Word e obviamente, ele não tem a riqueza de detalhes com que escrevi meus relatos eróticos, e sim, o cara que tirou minha virgindade não era dotado, o primeiro dotado foi Ismael. Não sei se valeria a pena redigir, pois é um relato curto, e por não ter sido uma experiência... digamos... folhetinesca, talvez não transmita a emoção que vocês estão acostumados a ler nos meus contos eróticos. Beijos.

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  6. Professora tem um conto ai onde a sua irmã aparece. Mas parece estar faltando a parte UM... onde está essa parte pra a gente entender melhor o contexto?

    E sobre ela. Ela já participou de alguma orgia mais pesada com vc? Onde ela fez DP, festa do leite, Carnaval ou algo assim? Pode contar mais um pouco sobre pra nós?

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    1. Boa noite meu querido. Bem, por enquanto, alguns relatos foram "despublicados" para que as fotos sejam trocadas, a primeira parte dessa história é uma delas. Minha intenção era ter feito isso no hiato de férias, onde eu iria reestruturar todo o blog, trocando praticamente todas as imagens, mas acabou não dando certo, contudo no hiato de férias desse ano, vou substituir as imagens e reativar a visualização para que todos leiam e releiam. Minha irmã não entrou para o grupo sexual, então não participou de Festa do Leite e nem suruba de Carnaval, mas sim, tivemos mais momentos bem sacanas e deliciosos, os quais foram escritos. Beijos.

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  7. Foto deliciosa, professora. Onde vc tirou ela?

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  8. Existem angulos que favorecem demais a sua bunda gostosa!!!
    Esse mesmo é um deles.

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  9. ola minha delicia,por mim voce escreveria todo dia//// se cuide viu.....

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  10. oi delicia...adorei a sugestão do colega acima....se puder, nos conte sua primeira experiência...beijo....ah...e se cuide

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