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—Está excitada... comigo? Sério? Me acha gostosa? Indaguei, atarantada,
e Thainá riu.
—Acho sim, como também acho alguns homens lindos e gostosos. Eu sou assim, meu amor, um
paradoxo nesse mundo cruel, mas ao mesmo tempo... fascinante de se viver,
alguém que busca ser feliz... como você, e não se arrepende das escolhas que fez
pra isso. Sou bissexual, e, por incrível que pareça... a maioria dos meus
parceiros... são mulheres! Disse Thainá, bem sereno, ou, serena...
—Perdão... mas... não quis soar preconceituosa quando disse a palavra
“estranho”. Eu me referi a situação, estou abismada com sua feminilidade, você
é linda, mas entenda o impacto disso tudo em mim, eu nunca imaginei um mundo
sexual como esse... e estou cada vez mais impressionada com isso! Desabafei.
Ela se aproximou, e fez aquela pose de menina sapeca, e ri.
—Eu sei... mas... você se surpreenderia... caso transássemos! Atiçou Thainá,
devorando meu corpo nu com seu olhar. Sim... o olhar de um comedor, de um macho
mesmo.
—É... seu pauzão bem duro não deixa dúvidas disso! É um dote impressionante!
Comentei, fitando aquele caralhão rijo e pulsante do travesti, ele o massageou,
e ali pirei.
—Olha, eu entendo suas ressalvas e respeito, mas... o evento precisa
ser finalizado! Não é obrigatório a gente transar, se você bater uma punheta
pra mim e eu gozar no seu corpo... acabou, fim de evento, mas... eu não vou
mentir... adoraria curtir contigo! Argumentou Thainá. "Queixuda"...
Fitei bem Thainá, e eu não sabia o que me impressionava mais. O tamanho
da rola? Claro, mas as feições, gestos e estilo de corpo quase totalmente feminino
daquele travesti... nem o Dudu, meu colega de faculdade que era “Drag Queen” e
parecia muito com uma mulher quando estava “montada”, era tão feminino e
transbordava essa feminilidade natural como Thainá.
—Estou... realmente admirada com você, e... tenho até medo de comentar
mais coisas e... parecer indiscreta ou... ser mal interpretada, mas nunca imaginei
algo assim! Desabafei.
—Seus olhinhos não tão me julgando ou... demonstrando rejeição, e seu
corpo não tá na defensiva, você tá só... surpresa e confusa, e isso é normal.
Eu sei reconhecer uma pessoa homofóbica bem de longe, agora, Professorinha
Fogosa, me diz uma coisa! Retrucou Thainá.
—O q-quê? Indaguei, e ela se aproximou mais, e seu perfume era
delicioso.
—Tá no grupo desde quando? Perguntou, com a cabeça inclinada e me
encarando. O olhar dela, dele... era, além de lindo, penetrante, forte e...
também invadia minha alma.
—Entrei... no começo desse ano! Respondi, e não lembrei o mês na hora.
—O que tá achando? Tá curtindo? Teve experiências bacanas? Conheceu
caras legais ou mulheres alinhadas com seus fetiches? Aflorou novos fetiches?
Trombou com alguma bizarrice que bateu de frente com seus limites morais e...
sexuais? Seja sincera! Interpelou o travesti.
Puta que pariu... senti um arrepio fodido, a fitei abismada, a astúcia
dela me pegou, mas todo homossexual joga bem com as palavras, pensa rápido e
tem uma visão de mundo lúcida.
—Olha... estou curtindo sim, muito, digamos que... é... aflorei novos fetiches, estou me
redescobrindo, e acho que... para você eu posso falar, mas teve uma bizarrice
sim! Respondi.
—E o que foi? Perguntou Thainá, alisando seu pauzão duro. Dei um
suspiro de tesão.
—Um cara... que... para... se excitar, precisava ser estimulado no cu!
Confessei. Ela riu.
—É... tem vários caras assim, mas se você fez, é porque aceitou!
Retrucou, sem surpresa.
—Só que eu não sabia que ele curtia isso, durante nossa conversa
preliminar, nada disso foi mencionado, e o encontro começou legal.... mas
durante meu boquete o pau dele caiu, e ele disse que precisaria de um estímulo
anal para subir de novo. Resumindo... meti minha escova de cabelo no cu dele,
porque minha boca e meu corpo não serviram! Rebati. Thainá riu mais.
—Mas mesmo assim transaram? Perguntou Thainá, ainda alisando seu pauzão
grosso de forma sedutora, puxando suavemente o prepúcio para baixo e me
encarando, sorrindo.
—Não... quando o pau dele subiu... desisti, não teve mais clima para
seguir! Respondi.
—Então... o que é mais bizarro? Enfiar uma escova de cabelo no cu de um
encubado, ou... fazer um travesti autêntico e de cara limpa como eu gozar bem
gostoso? Arrematou Thainá.
Dei risada, ela também riu. Nos encaramos, ela, ele... mexeu nos
cabelos, sem desviar o olhar, massageando sua jeba ainda rija, então ela apertou a glande, a cobriu com o prepúcio, apertou mais e a seiva
verteu, verteu profusa, Thainá passou o indicador, o girou suavemente, depois polegar e melou bem ambos, fez movimento de pinça
me mostrando a viscosidade e depois sorveu, sorveu o próprio líquido de tesão e
fez uma carinha de “menina inocente”. Pasmei, me arrepiei e o travesti... me ganhou.
—V-Você não é bizarro, jamais, nem mesmo essa situação é bizarra... ela
é... excêntrica, sai do convencional, e o que me pega é... te ver assim, tão
excitada... por mim, uma mulher, e você tem razão, isso está me deixando
confusa, mas não retraída, só... instigada! Desabafei.
—Então... quer... provar? Agora? Atiçou Thainá, sussurrando, masturbando-se
e me seduzindo. Puta que pariu, o baitola sabia intercalar feminilidade e
macheza, me olhava como macho, instigava como macho, mas seu gestual era todo
de mulher, nada forçado, nada artificial.
—E... dá certo isso? Perguntei, e ela/ele... deu risada e se aproximou
mais.
—Relaxa, não vou pedir que enfie uma escova de cabelo no meu cu, eu não preciso de nenhum estímulo no meu anelzinho para me manter excitada, basta... ver um corpo como o seu! Disse,
e ri alto.
—Consegue... ser macho enquanto transa comigo? Provoquei, rindo e Thainá
riu alto.
—Sente aqui a rola do macho, e tira tua dúvida! Retrucou Thainá, com a
voz mais grave, pegando minha mão e a fazendo sentir o calibre de sua tora, e
senti gostoso. A mão quase não fechou toda, senti pulsando, percorri o
comprimento, e senti a dureza extrema e inabalável.
—T-Tire... sua roupa! Pedi, masturbando aquela tora morena, cor de
caramelo, veiúda, dura, pulsante e encarando o semblante de tesão de Thainá,
que assumiu feição feminina.
Parecia uma alucinação. Eu não sabia se o efeito das velas aromáticas
mexeram tanto com meus sentidos e percepções, a ponto de eu ver as coisas além
do que elas realmente eram. Mas não, eu estava lúcida, sentindo o ar denso da
luxúria. O odor das velas ainda pairava, era perfeitamente distinguível do cheiro forte de esperma que já entranhava em meu corpo e a cabine. Vi Thainá tirando sua sandália branca, de salto médio e quadrado,
mostrando pezinhos delicados e com unhas pintadas de branco.
Descalça fiou mais baixa que eu. Ela desafivelou o cinto, desabotoou a calça rosa de um tecido discretamente
brilhoso que não pude identificar, mas a barra godê branca e média, ratificava
a elegância do jovem travesti, que quando a tirou, revelou uma silhueta
esbelta, nada voluptuosa, nada magra demais. O quadril era sim meio feminino, não
era largo, mas também longe de ser estilo “tábua”.
As pernas, proporcionais, lindas e naturais com coxas grossinhas. Sem pelos. Ela tirou a blusa, e
vi, abismada, seios. Sim... seios, menores que os meus, mas mais firmes e
desenvolvidos. Desde quando ela tomava hormônios? Thainá dobrou cuidadosamente as roupas, e seu gestual não era forçando a barra para ser mulher, era de mulher, e quando se virou para
coloca-las em um cantinho, exibiu um lindo e gracioso bumbum. Nada de magra da bunda seca. Tinha volume sim, empinada, redondinha e média.
Ela/Ele, veio, parou próxima a mim, fez uma pose de menina tímida e
indagou:
—Onde o cara antes de mim gozou? Me arrepiei com aquela pergunta. Ela
riu.
—N-Na minha bunda! Thainá gesticulou com o dedo para eu me virar, e me
virei. Observei ela vindo, suas mãos tocaram minhas costas e me dobraram um
pouco para a frente, e apoiei as mãos sobre os joelhos, e ele, ela (ai Deus),
se abaixou e abriu um pouco minhas pernas.
—O que vai fazer? Perguntei, sem entender muito bem, aliás... sem
acreditar...
—A gala ainda tá fresca, tá escorrendo devagar!
Respondeu, e senti um arrepio violento. Era a língua de Thainá, lambendo a
porra de Dênis em minha bunda. Ofeguei, atônita e sem acreditar naquilo.
Ela lambia e beijava ao mesmo tempo, tipo sugando, ao passo
que alisava e apertava minhas nádegas. Era um toque diferente, nada, nada
másculo, era suave, feminino, as mãos dela eram macias, mas com pegada, e o arrepio aumentou, ela levantou-se e fez
eu me empertigar e virar de frente. Ao ver seu rosto, ela abriu a boca, com o
esperma de Dênis dentro, escorrendo um pouco e de repente...
O travesti tascou um beijo na minha boca. A reação inicial foi de
choque, quase paralisia, descrença. A porra melando meus lábios imóveis e escorrendo, mas
voltei a mim quando senti a pegada do macho, me puxando mais para perto dele num
tranco, e ao sentir seu caralhão duro encostando, pressionando e roçando meu baixo ventre... aí... embalei, correspondi, nos beijamos com porra dançando entre
nossas bocas e lábios, Thainá alisou minhas costas de baixo para cima e grunhi,
lambeu meus lábios, limpando o esperma, depois os melou de novo, fiz o mesmo.
Por que aceitei? Talvez pela curiosidade, a energia erótica intensa, mas foi mesmo a curiosidade me tragou
para tudo isso. Thainá assumia o papel de homem, beijando meu pescoço, chupando
gostoso, me fazendo gemer entrando em transe ao lamber e chupar no lóbulo de
minha orelha até eu esquecer... que estava sendo alisada e apalpada por um
travesti, então me soltei de vez, segurei seu caralhão grosso, petrificado e o
masturbei gostoso, gemendo tarada enquanto ela mamava meus seios.
Ah... corno, quando eu achava que não tinha mais como me vingar gostoso
de você... eis que a vida me diz que ainda não é o bastante, e me põe um veado
dotadão diante de mim, que só no apalpar de minha bunda e fungada em meu
pescoço, fazia você se sentir um arremedo de homem e fracassado, um cretino e
ridículo. Sorri, cada vez mais entregue àquela luxúria imparável em minha vida,
e aboli de vez mais algumas ressalvas sexuais... de novo... senti medo, mas não queria parar, não podia parar...
Apalpei os seios de Thainá, e senti a maciez de um seio feminino. Ele
gemeu ao sentir meus dedos estimulando seus mamilos e os ergueu, oferecendo a mim. Contei até
três... encarando o semblante feminino carregado de um tesão inenarrável
dela... e caí de boca. Mamando... os seios de um travesti, e Thainá gemeu alto.
Minha mão, firme em seu pauzão bem duro, punhetava tarada.
Quem gemeu alto fui eu depois, ao sentir os dedos dela em minha buceta.
Uma cena difícil de descrever. Eu mamando seus seios, punhetando seu caralhão enquanto
era bolinada, e puta que pariu... o travesti me masturbava com maestria, me roubava o ar e grunhidos bem manhosos...
—I-Isso é uma loucura... o que estou fazendo? Indaguei, perturbada.
Thainá respondeu:
—O que tá fazendo? Aquilo que nos dá prazer, sem culpa, e tá gostoso! A sua entrega tá maravilhosa, sincera e com uma energia deliciosa. Continua, não para! Vai... mama meu pau
agora! Ao ouvir isso, o travesti me abaixou pela cabeça, peguei uma almofada e
ajoelhei sobre a mesma.
Mamei devota o picão de Thainá, sentindo a dureza e a grossura deliciosa
em minha boca. Fitei o macho, sim... porque ali eu estava com um homem. Engasguei
um pouco ao passar da metade, o esputo caiu no chão, mas não arredei, recuei um
pouco e mamei até onde estava, babando mais aquele pauzão delicioso,
masturbando suave até a base, onde apertei e ele gemia tarado, me fitando com
mais tara e bombando em minha boca. Sua mão segurou minha nuca e o cacetão
entrou mais, engasguei e tirei, ofegante, punhetando e passando no rosto. Eita chibatona deliciosa da porra...
—Porra... você não é para qualquer um hein? Comentei, impactada e
depois lambi a glande pequena daquele caralhão. Thainá sorriu lindamente e
piscou, bem safadinha.
—Não, mona... sou apenas pras melhores, pras divas, como você! Vai, abre a
boquinha, abre, assim, isso... safada, deixa essa neca feliz pra eu te foder
bem gostoso! Respondeu Thainá.
Passei da metade novamente e engasguei, mas não recuei. O cacetão
engrossava mais ali, e seria impossível a garganta profunda. O macho gemeu
alto, se contorcia e gingava como uma mulher. Ela estimulava seus seios em
transe, bombando bem gostoso minha boca.
Tirei a rolona da boca, bem babada e bati no meu rosto, em seguida
passei a cabeça no bico do meu seio esquerdo, fitando o lindo travesti, que
sorria e me encantava com seu sorriso tão devasso, abocanhei de novo e chupei
tarada, surtada e depois levantei e virei de costas.
—Vem... mete um pouquinho esse pauzão em mim! Pedi, tesa por ele... ou
ela...
—Odeio pouquinho meu amor... tu é escândalo demais, então empina bem
esse rabão, isso merece uma pisa de rola bem gostosa! Replicou o macho... sim,
ali, macho, homem sim.
—Vai... soca, soca gostoso minha menina-macho! Provoquei, entregando a
última camisinha a Thainá. Ela, ou ele... pegou e rapidamente encapou sua tora
grossa.
Apoiei as mãos na parede, arrebitei minha bunda e senti a tora me penetrar. Thainá segurou minhas ancas e bombou só um pouco mais que a glande pequena, me fazendo delirar e gemer, toda trêmula, depois avançou mais um tantinho, me preenchendo deliciosamente, ao passo que me acariciava e mantinha uma cadência absurdamente relaxante, que só comedores supremos conseguem imprimir...
Rebolei e o cacetão entrou mais, ele parou,
alisou minha bunda como um macho dominador alisa, depois segurou e estimulou meus seios, e eu senti seus longos cabelos negros quase que derramados em minhas costas, ouvi sua respiração de puro tesão, e então ela começou a socar, e dei
um grito curto e agudo de tesão, arfando aflita depois. O pauzão torto de Thainá me causava uma sensação deliciosa e indescritível, passeava gostoso, e me arrepiei toda, arfei e grunhi, e a tara disparou...
Surreal e inacreditável, eu... estava fazendo sexo com um travesti... e
adorando. Olhei para trás e vi o semblante dela, carregado, transbordando tesão, um tesão genuíno, brutal, animal, e pirei mais. Suas mãos alisando minhas costas e indo para o baixo ventre enquanto o caralhão me alimentava, bombadas seguras, alternando entre o suave e o incisivo. Ela segurou minhas nádegas e abufelou...
—De quatro... no chão... apoiada no puff! Vai, vai gostosa! Sussurrou
Thainá, tarada.
Obedeci, apoiando os braços cruzados sobre o puff, de quatro com o rabo
bem empinado. Ele veio, posicionou-se e caiu de boca na minha buceta. Dei um
grito curto e agudo, porque aquilo foi diferente, uma sensação diferente,
deliciosa, que me fez arranhar o couro sintético do puff e dar um tapa de tesão
no mesmo, arrepiada, e ele chupava com uma destreza... sim... claro... de
comedor supremo, com virilidade, testosterona bruta, mas com um toque, uma pitada de feminilidade. Delicioso SIM...
Thainá envolveu meus seios com suas mãos tão delicadas, nada de aperto,
só estímulos sutis, e não suprimi outro gemido alto e falhei em conter os tremores
e arrepios do meu corpo. Ele pincelou sua tora em minha xoxota melada, metendo
só a cabeça, torturando, quando meteu para valer, e vi estrelas. Um tapa seguro
na minha bunda, tapa de macho mesmo, me fez rebolar, ele segurou uma nádega,
puxou meu cabelo com a cabeça para trás... e mandou pica...
—A... aaaa... aaahhh... c-ca-cara... caralho... aaaiii... ai macho...
a-assim... assim... você me endoida... porra... pauzão gostoso, isso... vai,
soca, soca, aaaii meu Deus, vai, vai... fode, fode, fode, mete gostoso, gostosoooo! Tentei falar e sussurrei, depois soltei a voz, chorosa de um tesão fodido.
Senti ele debruçar-se sobre mim enquanto já enterrava seus 24
centímetros deliciosos em minha buceta. Ele beijou meu cangote e o torturou com
seus lábios enquanto me relaxava mais com carícias em meus seios e ventre, me
deixando cada vez mais inebriada de tesão e rebolando como doida, com a xoxota
ensopada e mais faminta ainda, me roubando gemidos alucinados e altos. Thainá sussurrou:
—Tá gostoso, tá, Professorinha? Tá né, mona? Tá sentindo gostoso a rola do macho bem dura te fodendo, tá? Tua buceta é um manjar! Quanta safadeza e tesão impressos naquelas palavras. Endoidei...
—S-Sim, puta que pariu... que delícia, assim... isso, ai meu Deus! Falei,
alucinada de tesão.
Não era exagero algum afirmar que Thainá também era um comedor supremo
como Rodrigo. O tapão que ele deu em minhas nádegas atestou isso, mas
depois alisou minha bunda com sutileza, em seguida segurou minhas ancas com
firmeza, e então... só a veia masculina dele prevaleceu, porque ele sentou a madeira
em mim sem dó e com um tesão brutal, pauzão absurdamente duro, pulsante e delicioso, que me fez berrar
alucinada de tesão, ficando quase sem voz e ofegando, suando mais.
—Eu disse a você... que ia te foder como macho! Atiçou, socando com vontade, “plaft, plaft” nervoso, que sacudia minhas nádegas e quase me fazia chorar. A grossura do caralhão me arrepiava...
Eu só conseguia sentir NOJO de Inácio, pois um travesti assumido era mais homem que ele. Thainá mantinha seu pauzão petrificado dentro de mim, sem precisar de "beijo grego" ou escova...
A prova de que ele realmente não abriu mão de sua virilidade... veio no engate que todo comedor
brabo faz quando quer matar sua fêmea de prazer e fazê-la gozar bem gostoso, e
ele o fez com maestria, então comecei a sentir aquele calor, aquela falta de
ar, aquele arrepio, e não deu outra...
—AAAHHH... VOU GOZAR, VOU GOZAR, AAAIIII... CARALHOOO! Estou gozando,
gozando, vai, vai, soca, soca... aaahhh, hmmm... delícia... puta... que pariu! Surreal e inacreditável...
urrei, gritei e sussurrei, tendo um orgasmo arrebatador... na rola de um
travesti...
Thainá seguia socando, ainda bem engatado, segurando meus cabelos enquanto eu só conseguia dizer seguidos"as", quase chorei de tanto prazer na tora da travesti, quanto mais ele metia, mais eu gemia e grunhia, arrepiada, trêmula, minhas nádegas sacolejando, o impacto forte da virilha dele se chocando com as mesmas, o suor saltando sobre o puff, o suor dele caindo sobre mim, tesão absurdo. O macho embalou de um jeito delicioso demais, socava imerso, tarado e eu só gemia e pirava.
—Anda, anda... vem tomar teu leite... safada gostosa! Disse Thainá,
surtado de tesão.
Me virei e caí de joelhos, com as pernas bambas do clímax, suada,
ofegante, arrepiada e trêmula, mas com a libido à mil. Abri a boca, e ele alisava e apertava o bico
de seu seio esquerdo com a mão esquerda e punhetava forte seu caralhão com a
direita, rebolando sensual, grunhindo e arfando, então soltou o seio e segurou
minha cabeça, em seguida deu seu gemido alto de prazer.
A expressão do gozo, do prazer no rosto de Thainá, foi algo que jamais,
nunca vou esquecer na minha vida. O travesti imprimiu em sua face, a aflição
genuína que precedia um orgasmo tão brutal quanto o que tive, mas em traços
femininos. Os cabelos longos e negros emoldurando seu rosto, a boca abrindo,
depois os dentes cerrando e a boca aberta de novo, e um gemido libertador.
Recebi um tiro profuso e pesado de porra que quase atingiu meu olho
esquerdo e melou parte de meu rosto, em seguida outra jatada veio banhando mais
meu rosto. Thainá fechou ou revirou os olhos, e seguiu gozando, mostrando-se um leiteiro brabo como Rodrigo, segurando seu
pauzão abaixo da glande e masturbando rapidamente. O caralhão pulsava forte,
sem parar de jorrar esperma, melando ainda mais minha face, e a face dela
traduzia uma agonia sublime, de um prazer que a rasgava sem piedade.
Eu vi, eu vi o transe no rosto daquele jovem travesti, quase o
prenúncio de um choro, assim como nós mulheres, podemos quase, ou chorar
durante um orgasmo brutal. Ela mordia o lábio inferior, sem parar a punheta
rápida. A gala perdeu força, Thainá espasmava, gemendo aflita, apertando abaixo
da glande e ainda vertendo esperma, agora, apenas escorrendo. Uau, o travesti gozou muito...
Ao final... a plenitude, o olhar quase pueril e ao mesmo tempo lascivo
e sem pudor, transbordante de um alívio que certamente... ela desejou que nunca
tivesse fim. Ofegante, cabelos quase molhados, Thainá se deixou cair suavemente
sobre mim, segurou meu rosto melado de seu gozo, e... lambeu. Sim, lambeu o
próprio esperma, depois nos beijamos na boca, sem frescura, sem pudor, ele transferindo sua deliciosa porra para mim, me
fazendo engoli-la mais do que eu havia engolido.
Ela me encarou, com a cabeça inclinada, os lábios melados de esperma, e lambeu de novo minha face, passou dois dedos no meu queixo, os levou à boca, depois mostrou a língua com um restinho de sua porra escorrendo, engoliu e me beijou de novo. Uma entrega, um despudor impressionante...
—G-Gente do céu... não acredito! Comentei, pasma comigo mesma e fitando
Thainá.
—Meu nome... é Adriano! Revelou, me fitando, depois encostando sua
testa na minha, ofegante.
—L-Lu-Luciana... muito prazer, e o prazer... é... todo nosso! Respondi,
e nos abraçamos.
—Tu é uma delícia de fêmea viu? Arrasou, que gozada deliciosa! Replicou
Adriano.
—Obrigada... você também, Adriano... gostoso, amei! Respondi. Ela
sorriu, linda.
Eu não conseguia parar de contemplar a beleza dela, a formosura e o charme, e não ficar encantada. Ele, ou ela... mexeu nos cabelos e me ajudou a levantar, em seguida nos abraçamos. E que abraço gostoso recebi e dei naquela jovem, nossos corpos suados, melados, mas plenos. Só não fiz anal porque estava sem forças. Tanto Dênis, quanto Thainá... me deram orgasmos brutos e deliciosos...
Discretamente acariciei os cabelos dela, afim de saber se era peruca. Se ela se incomodasse e tirasse minha mão, peruca, caso contrário, naturais, e me surpreendi, Thainá deixou que eu alisasse como quis, e constatei que aquela linda cabeleira negra, sedosa e bem lisa era natural, como tudo nela.
Depois, e juro que até hoje não sei porque fiz isso, toquei o bumbum de Adriano, meio tímida, receosa, cautelosa. Esperei algum protesto e não houve, então apertei firme e senti, lisinho, macio e alisei. Eu estava curiosa, e ouvi um grunhido safadinho da travesti, que rebolou sutilmente, e sorri...
—Mona... quero outro encontro contigo! Aceita? Propôs Thain... Adriano,
e sorri.
—Com a Thainá ou... o Adriano? Perguntei, e ela deu uma gostosa risada
alta.
—Ai, mona, te adorei, que pessoa linda você é! Ó... pode ser com os
dois, e se você quer a Thainá... é porque... imaginou alguma coisinha bem mais
safadinha né? Eu topo! Provocou, e ri alto.
—Eu te vejo como Thainá, e gostei de você... como você é, o Adriano...
eu quero na hora de foder bem gostoso, enquanto a Thainá me deixa ainda mais
relaxada! Retruquei e ela riu alto.
—O Rodrigo sabe escolher suas fixas muito bem! Replicou Thainá, e o
fitei pasma.
—C-Como é? Você... conhece o Rodrigo? Indaguei, incrédula, e Adriano
sorriu. Claro, lembrei que Suzy havia mencionado isso no dia de meu teste no
grupo.
—Amigo íntimo dele meu amor, mas não íntimo de cama, isso não; nossa amizade é
fraterna, humana, com sentimento puro de carinho e respeito! Aquele homem é
como um irmão mais velho pra mim, ou... até mesmo... um pai, e me acolheu no momento mais difícil da minha
vida, sem me julgar por ser um
travesti, ele me tratou e me trata... como um ser humano! Revelou Thainá, que
se emocionou, e a abracei, também um pouco emocionada.
—F-Foi... ele que lhe contou que eu estaria aqui hoje? Indaguei,
mexida.
—N-Não, foi o... Miguel, melhor amigo do Rodrigo e outro que amo de paixão
como... é, amigo, quer dizer, por ele... sinto sim desejo, a Thainá surta de
tesão quando vê ele, porém... é um ocó que não curte a diversidade, mas tudo
bem... ele nunca me destratou, sempre foi muito carinhoso e respeitoso comigo,
adoro ele, é um amor de pessoa! Revelou e brincou Adriano, e ri, ainda bestificada.
—O... Miguel? Ele... falou de mim... para você? Questionei, com o
coração acelerado.
—Protocolo meu amorzinho... o Miguel é o advogado do grupo caso você
não saiba, e ele tem que tá por dentro de tudo que rolar, qualquer evento,
mas... não vou mentir mona... ele falou de você sim, mencionou o seu lance com
o Rodrigo... só pra mim, e eu não sei... mas desconfio que... aquele bofe
vai quebrar a regra contigo um dia! Revelou Thainá, e quase caí dura.
—Q-Quebrar a regra? Sério? Quando? Quando? Questionei, ofegante de
tesão, ansiosa.
—É... ele não falou claramente, mas eu conheço um bofe interessado
numa mona, ele só falou assim: “O Rodrigo
não é doido, se não deu “foguete” até agora, então ela sabe levar o lance, é limpeza!”.
Disse Thainá, e pasmei, minha buceta recém gozada espasmou, juro.
—A-Ajeita para mim... diga a ele... que pode vir, que não tem perigo!
Pedi, tarada.
—Ah não mona, para de ser emocionada... com o Miguel isso de “ajeitar” não rola, ele não curte
que ajeite mulher pra ele, aquele ocó é do tipo predador, mira na presa e abate
sem dó! Retrucou Thainá.
—É... conquistador então, não entra para perder! Comentei, e ela
assentiu.
—Ó mona... é lindo te ver toda "sassaricada" por aquele bofe, eu que sou
biba, fico, mas não cria muita expectativa... porque ele não disse que vai transar
contigo, isso foi um palpite MEU, e meu palpite não costuma dar errado. O
Miguel corre de mulher casada, quer dizer, ele come casadas, mas casadas
LIBERADAS pelo marido! Disse Thainá, e ri alto. Como ela era divertida...
—Ah... as pessoas mudam de mentalidade um dia... eu... soube de umas
histórias do Rodrigo, em que ele também não se envolvia com casadas às
escondidas, e hoje... a gente vive uma relação gostosa, saudável e de muita
confiança, então pode ser que... vendo o caso do amigo, o Miguel acabe...
abrindo uma exceção! Retruquei, e Adriano deu risada.
—É... no seu caso é bem mais fácil... o Miguel mudar de ideia e
resolver transar com você... do que um dia ele comer um cu e ver uma pingola
pendurada com dois ovos balançando pra lá e pra cá, enquanto tá no “vuco-vuco”! Retrucou Thainá,
e explodi em uma gargalhada, ela também.
—Ai Thainá... você é incrível, adorei muito te conhecer! Se não se
importa em responder... quantos anos você tem? Você é muito jovem! Desabafei, e
indaguei, curiosa.
—Fiz 23 em abril! Respondeu, e pasmei. Mais um novinho
pauzudo me fazendo gozar feito louca. Não era exagero... Adriano ou Thainá...
era de alto nível mesmo.
—Uau... tão novinha, linda! Comentei, e ela fez uma pose toda sapeca.
Dei risada.
—Cuida minha linda deusa morena, foi maravilhoso, amei de verdade lhe conhecer e também provar esse corpaço delicioso! Disse Adriano, que deu um tabefe na minha bunda, e continuei rindo.
—Eu também, e quero o encontro SIM! Respondi. Ele/ela sorriu, foi para a porta,
a abriu e...
—KATIANEEEEEAA! VEM CÁ “SECA DO QUINZE”, ACABOU! Berrou Thainá, esganiçada,
e dei outra gargalhada, ela olhou para mim e riu, batendo uma palma forte.
—Mulher... pra quê esses gritos? Era pra você APLAUDIR a Luciana, não
gritar feito uma bichona surtada! Isso é falta de neca é? Disse Katiane, rindo
após chegar e troçando. Rachei de rir. Ela portava duas toalhas e entregou uma para
Thainá, que se cobriu, e outra para mim.
—Falta de neca? Em mim tá é SOBRANDO neca meu amor, bicha feliz grita
mesmo! Olha, acabou a Festa do Leite, “clap, clap” pra Luciana, foi babado, a mona é escândaloo, mas agora
deixa eu me lavar... que eu quero ir pra casa e dormir o sono das divas! Bye
Lulu, Bye Kati! Retrucou Thainá, se despedindo mandando beijinhos, e a morena a fitou, sacudindo a
cabeça lentamente, rindo como eu.
—E aí Luciana... tudo bem? Esperava esse final de evento? Questionou Katiane.
—Olha Katiane... sendo bem sincera... jamais pensei na vida, que ia chupar o pau de um travesti, quiçá transar com um! Foi... foi gostoso, e isso é o mais surpreendente! Respondi, sincera e balançada.
—É, Luciana... não dá pra ser convencional por muito tempo... quando tu
entra num grupo sexual restrito. Eu sei, tu tem seus valores e não é obrigada a
fazer nada, mas conforme vai conhecendo as pessoas, o que elas curtem, e vê
que não tem nada de errado nelas por causa disso, e vê como elas são felizes...
a coisa acaba contagiando! Retrucou Katiane, lúcida.
—Você tem razão, é bem isso mesmo! Respondi, concordando, e ela se
aproximou.
—Olha, Lulu, ninguém do grupo vai te julgar, te olhar atravessado,
recusar encontro ou rir da sua cara, só porque tu transou com um travesti. Nem
o Rodrigo vai perder o interesse por ti ou tipo... te dar lição de moral por
causa disso, pelo contrário, se tua moral já tá alta por ser fixa do
Abençoado... por ter transado com a Thainá então... vai disparar! Desabafou
Katiane, e sorri.
—Acho que... agora entendo o que significa, ter a mente aberta! Comentei, e ela sorriu.
—Vem, vai tomar um banho, daqui a pouco vou te deixar em casa! Disse a
novinha, que pegou minhas coisas e as segurou. Assenti e saímos da cabine do
gloryhole, mas antes olhei mais um pouco aquele cubículo... e não deixei de me
surpreender novamente comigo mesma, e como esse evento ficaria marcado para sempre em minha memória e em meu coração. Senti aquele arrepio forte e gostoso...
Adentrei o compacto, mas lindo banheiro daquela casa de swing. Era um
compartimento padrão, com pia, vaso sanitário e tudo, mas tinha lindos azulejos
brancos nas paredes, um box com porta de vidro, com um belíssimo chuveiro que
certamente custaria metade ou mais do meu salário, o qual tinha um painel com botões e
seletores que nem quis mexer por não entender nada daquilo, e ao invés do
chuveiro ser fixado acima de minha cabeça, como é tradicionalmente, estava
pendurado em um suporte, acoplado a uma mangueira de alumínio bem comprida.
Chiqueza total, e quando apertei o botão do chuveiro, a água jorrou
forte e me assustou, então percebi que podia regular a pressão hidráulica controlando
minha força ao apertar, e dei risada de mim mesma por ser meio matuta, mas
desfrutei de uma ducha revigorante, com a pressão da água perfeita. Usei o sabonete que havia lá e só não lavei
o cabelo, porque felizmente não havia porra nele, aliás, havia, porém, só um pouquinho
e consegui tirar sem molhar muito, mas também não o lavaria porque estava tarde
e ia demorar para secar. Eu ainda não acreditava no que aconteceu...
Após o banho caprichado, escovei bem os dentes e fiz um gargarejo
demorado para atenuar a ardência e irritação na garganta por ter engolido tanta
porra. Mais uma sandice sexual em minha vida, e eu me impressionava com aquilo;
quando achava que já tinha experimentado o suficiente... o destino vinha e
provava, que o planeta sexo era bem mais vasto do que eu imaginava. A pergunta
que ecoava em minha mente era: até onde isso me levaria? O que faltava? Talvez... transar com uma mulher...
Tirei isso da cabeça e me vesti no banheiro mesmo, depois saí. Andei, por um dos quartos onde
provavelmente rolavam os encontros eróticos daquele recinto, quando vi Katiane
e Liduína.
—Olá, meus parabéns Luciana, fico muito feliz com sua participação na
Festa do Leite, você manteve a qualidade e nível de um evento maravilhoso para
os membros do grupo e para nós, que consolidamos cada vez mais nossa parceria!
Congratulou-me Liduína, simpática.
—O-Obrigada, foi muito legal, adorei! Respondi, meio acanhada, e ela me
abraçou.
—Mulher, eu ia esquecendo... os chocolates! Aqui, esses são presente da
Suzy, na verdade... eles são pra tirar um pouco o gosto desse... leite todo né?
Avisou e comentou Katiane, que me deu uma caixa de bombons da Cacau Show. Coisa
fina. Recebi e agradeci novamente.
—Não gostaria de ficar e... conhecer mais um pouco nossa casa de swing?
De repente... você pode se divertir mais ainda, e não precisa transar com
ninguém, na casa e no mundo do swing, a regra é: tudo é permitido, mas não é
obrigatório! Convidou Liduína, amável e cordial.
—Obrigada pelo convite, mas... prefiro vir quando estiver realmente
afim de uma experiência diferenciada, agora... só quero ir para minha casa e
descansar! Respondi.
—Como ele está? Indagou Liduína, ao me abraçar, e a princípio boiei na pergunta dela.
—Ele? Ele quem? Questionei, realmente aérea, sem saber de que pessoa se
tratava.
—O Rodrigo, ele... é seu fixo né? Ele está bem? Inquiriu, Liduína, e me
arrepiei toda.
—Ah, s-sim, sim, sou fixa dele! É... ele está bem! Respondi, corrigindo
a sentença.
—Quando o vir, peça para ele me ligar ou... mandar mensagem, por favor!
Pediu a mulher, com os olhos marejados. Fiquei impactada, era um olhar de saudade
e ao mesmo tempo remorso...
No carro, já voltando para casa, indaguei a Katiane:
—Qual foi o lance de Liduína com Rodrigo? Por que cortaram relações?
Katiane sorriu.
—Esse é um babado que só a Suzy sabe! Respondeu Katiane. Assenti e demos risada.
FIM
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Olá queridos alunos. Tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo maravilhoso. Fiquei sem internet desde quarta, e ela só voltou há pouco tempo. Acontece, peço desculpas pela postagem aos 45 do segundo tempo, e tudo conspirou para dar errado, até visita de minha irmã mais velha recebi, coisa que não acontecia desde 2022, então só pude postar após a partida dela.
Bem, é com muito orgulho que finalizo mais uma aventura, e confesso a vocês que sequer imaginei que conseguiria chegar a postar um dos momentos mais importantes na redescoberta de minha sexualidade. A Festa do Leite foi a verdadeira virada de chave na minha vida sexual e percepção sobre o sexo, e pavimentou o caminho que levará ao antológico e memorável desfecho do Terceiro Ato.
A transa com a travesti Thainá, não ficou só na Festa do Leite, ainda tive mais três encontros com ela no decorrer do Terceiro Ato, sendo o quarto encontro... algo devasso, promíscuo ao extremo e delicioso. Eu falo sério quando afirmo que a primeira Festa do Leite deu um "boost" na minha sexualidade, daqui para a frente, preparem-se para uma entrega sincera, honesta e despudorada.
Agora é a Luciana do "Novo Testamento", sem menosprezar a do "Velho Testamento".
Mas não vou me aprofundar nesse assunto senão vira spoiler, só gostaria de agradecer aos leitores que comentaram na parte anterior. A participação de vocês é o ar que esse blog precisa respirar para continuar, a maturidade de todos nos comentários me surpreendeu demais, e espero que vocês curtam esse final, eu o escrevi com a inspiração no talo, sem poupar nenhum detalhe, porque até hoje me arrepio só de reler e relembrar, e o respeito de todos foi algo ímpar, muito obrigada de coração.
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Bem, agora vou dar um breve panorama (spoiler brabo) sobre a Festa do Leite, e explicar que essa edição que vocês leram, foi a primeira e última... nesse esquema. Na verdade a Festa do Leite tem mais duas variantes, mas essa do Gloryhole foi a única que fiz e não se repetiu mais, pois é um evento para as mulheres que iniciavam no grupo, e não um evento regular, como a suruba do carnaval.
Abaixo, as duas variações da Festa do Leite:
* FESTA DO LEITE ANAL - Após o início da segunda metade do Terceiro Ato, quando "subo de nível" e participo dos "Eventos dos Veteranos", participei da versão anal da Festa do Leite. Era uma das opções de eventos de iniciantes, mas Suzy alterou para o Evento de Veteranos em agosto (2019).
O Evento de DP anal, que era uma opção das iniciantes, também foi remanejado para os Eventos dos Veteranos por conta da baixa adesão, sendo assim, os eventos de apresentação ficaram em: "Festa do Leite", "Foda Cega" e "Sou Gulosa e Quero Dois!"(evento de DP normal).
*FESTA DO LEITE - EXTREME BUKKAKE - É o antepenúltimo registro do Terceiro Ato. Nela, encarei os 10 dotados (alguns foram os mesmos da primeira Festa do Leite, exceto Thainá). A regra da Festa do Leite no gloryhole é aplicada aqui, mas com uma crucial mudança: é um "blowbang" ou seja, APENAS um boquete em 10 pauzudos, sem transa (por motivos óbvios), na sala de uma casa reservada para o evento. É um banho de porra no sentido literal da palavra.
Essas duas variantes foram registradas em fotos, então, na postagem delas, as imagens vão corresponder aos relatos, contudo, só serão postadas em 2026. A imagem que ilustrou a parte 2 dessa minissérie, NÃO é de uma Festa do Leite, como um leitor perguntou em comentário, mas como ali eu já estava muito bem estabelecida nos meu fetiches sexuais, acabou sendo associada a Festa do Leite.
Entendem agora porque as fotos explícitas são poucas e não posso usá-las sem que haja uma razão especial? É por conta disso... a maioria delas corresponde aos relatos escritos. Não houve fotos da primeira Festa do Leite, porque, como dito lá na Parte 1, não nos foi permitido fotografar.
Então peço por obséquio: quando o relato não vier com foto explícita ou a foto que vocês esperam, por favor não critiquem a postagem, o texto, por causa de uma foto, isso esvazia, menospreza o que vivenciei, o que escrevi e decidi expor correndo riscos, mas com muito carinho por saber que conquistaria pessoas com minha história. Eu sei o quanto vocês adoram as fotos explícitas, e lhes asseguro que elas serão postadas, mas com equilíbrio.
Esse spoiler é uma forma de presenteá-los e agradecer pela confiança e engajamento. Mesmo com a perda de alguns seguidores, os que ficaram demonstraram lealdade e isso me deixa muito feliz. Agradeço de coração aos elogios e críticas, e saibam que nem sempre vocês lerão textos com putaria extrema, como a Festa do Leite ou transas com novinhos, vocês lerão a minha vida sexual, com momentos bons, maravilhosos, inesquecíveis e épicos, dependendo da visão de cada um, claro.
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Dois avisos importantes: o primeiro, é sobre os comentários. Eu responderei vocês nas próprias postagens, sendo assim, voltem de vez em quando à postagem para saber se foram respondidos, pois meu tempo para responder coletivamente em notas pós-texto é curto, além de ser meio maçante fazer textão ao final de um relato longo como o meu, e eu quero evitar ao máximo isso.
QUALQUER AVISO sobre atraso, mudança de dia, hiato e retorno de hiato, ou até mesmo cancelamento de postagem por seja lá qual for o motivo, será dado em forma de comentário na postagem vigente, com antecedência (ou não). Então queridos alunos, fiquem atentos.
O segundo aviso, é sobre mais um hiato. Sim, precisarei me ausentar por um período, mas relaxem, não vou voltar só em 2026. Como adiantei lá na Parte 1, o "ano letivo" do blog, de acordo com minhas estimativas, vai terminar exatamente na aparição de MIGUEL, o advogado, e isso já contando com essa pausa que vai acontecer a partir de segunda, mas será breve. Talvez três semanas eu espero.
Os detalhes dessa interrupção serão dados em outra postagem, porque essa nota já está enorme, então recomendo FORTEMENTE que leiam a postagem seguinte, ela é importante e séria.
É isso, finalizada mais uma minissérie. Graças a Deus, sem atrasos, e quero reforçar minha gratidão a todos que participaram comentando. Foi o engajamento mais lindo e emocionante que tive na história desse blog até agora, e nem fiz a tradicional postagem sobre o Dia dos Professores, temendo quebrar o "hype" de vocês sobre esse final e acabar recebendo muitas críticas, as quais seriam justas...
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E se eu finalizei a Festa do Leite com uma travesti, nada mais justo do que a foto a ilustrar esse final, ser a de Thainá, em toda sua beleza, charme e... pauzão à mostra. A imagem não era bem essa, a pobrezinha se confundiu ao me enviar, pois também vive assoberbada, mas posteriormente eu vou trocar por uma nossa, onde estou bem melada de seu leite, porém, creio que vocês vão curtir.
Aqui se repetiu a história da foto com Cleiton. Se eu esperasse que Thainá me enviasse a imagem correta, a postagem iria atrasar, e nessa semana o destino quase sabotou minha publicação, então peço que compreendam. Embora não haja esperma na foto, tem ela, o destaque desse evento memorável, e fica como homenagem a essa grande amiga, um ser humano maravilhoso fora das quatro paredes, a quem tenho extremo carinho, e me rende momentos cômicos e deliciosos até hoje...
Reitero meu pedido: por favor, não façam comentários preconceituosos. Quem não gostou e quiser se expressar, faça-o de forma educada, e quem gostou e também quiser se expressar, fique à vontade. Eu disse que o final e a foto iriam surpreender. Mesmo não sendo a foto que pensei, acredito que ela vai impactar, principalmente pelo ângulo do "brinquedo" da "menina-macho", e que macho....
Contudo, penso trocar a imagem quando voltar do hiato que vai acontecer, mas... caso vocês fiquem felizes com essa foto e julguem desnecessária a troca, comentem e deixo como está. É uma pena, nesse caso, não poder mostrar o lindíssimo rosto de Thainá, que mesmo com quase 30 anos, segue parecendo mais mulher do que antes, preservando uma juventude e jovialidade de fazer inveja.
Bom, com essa frescura toda de mudança de termos sobre opções sexuais, mantive o termo "travesti", por achar "mulher trans" uma coisa ridícula, imbecil e sem sentido algum. Para ser sincera, eu nunca procurei entender essas nomenclaturas, e nem faço questão de entendê-las. Na minha época, travesti era chamado de "boneca", "mulher de trouxa", "mulher de ruma" e LGBT era apenas GLS.
Quem nasceu ou vive no Nordeste, vai entender as referências, rsrsrs...
Beijos, tenham todos uma semana maravilhosa. A postagem sobre o hiato será amanhã.
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Comentários


Essa foto foi realmente surpreendente kkkkk. Abro blog e deparo com uma pika gigante de travesti.
ResponderExcluirMais um conto todo Luciana. Parabéns vc superou as espectativas
ResponderExcluirMe lembrou filme porno esse corno. Achei massa, quero mais contos com ele
ResponderExcluirA foto foi legal. Quase acertei meu palpite kkkkkk
ResponderExcluirFoto interessante. Mas acho que faltou uma pitada a mais que tem nos outros contos. Acho melhor vc adicionar mais uma foto nesse conto, uma foto de vc chupando o travesti ou ele gozando em vc ou então metendo em vc. Seria o mais ideal.
ResponderExcluirAhhh neemm mais um hiato???? Espero que seja realmente rápido em!
ResponderExcluirProfessora Luciana. PROPONHO UM DESAFIO PARA VOCÊ, será que você topa?? Hahaha.. O desafio é o seguinte: Você terá que fazer uma orgia, mas essa orgia só poderá ter a participação de NOVINHOS, de cinco à dez fica legal. Festa do leite, festa anal, DP, enfim... Vc decide, mas está proibida a participação de "mais velhos" somente os novinhos. Ahhh e mais uma coisa! Vc terá que convidar a Raimunda para participar e transar tbm. Somente vc e ela e mais ninguém. Caso não dê pra ela participar então terá que ser vc sozinha mesmo. É por último mas não menos importante; REGISTRO DE TUDO!!! Fotos de tudo quanto é jeito, de antes, depois, durante o ato e todas essas fotos tem que ser postadas no conto, nada de ficar selecionando em! Dá até pra virar uma minissérie Kkk. Eai vc topa o desafio com os novinhos, Professorinha Fogosa? Hahaha
ResponderExcluirQuero a resposta aqui nos comentários.
O título pode ser "O desafio dos noivinhos" ou algum outro caso tenha a Raimunda.
Bom dia meu querido. Olha, o seu desafio já foi aceito e cumprido no Quarto e Quinto Atos, mas não necessariamente do jeito que você detalhou e pensou. Não chegou a 10 e não foi estilo "Festa do Leite". Meu maior recorde em uma suruba com homens, foi sozinha com sete, mas misturados novinhos com mais velhos. No Terceiro Ato, eu e Raimunda transamos com quatro novinhos, dois para cada, entre eles, Cleiton. Do jeitinho que você sugeriu está difícil atualmente hein? Muuuita coisa mudou da pandemia para cá, mas garanto que você não vai se decepcionar com o que ler no futuro, até porque é bem semelhante a sua ideia. Beijos.
ExcluirOpaaaa eu quero ler esse conto da Raimunda com os quatro novinhos aí em!!!! Esse ano ele sai, certo???!
ExcluirProvavelmente não, vem aí uma minissérie longa após meu retorno, mas relaxe, Raimunda ainda vai brilhar e muito nessa fase, rsrsrs.
ExcluirSra Professora... sinceramente surpreendente... parabéns.....ah... faltou a Thainá/Adriano varar seu cuzinho....seria o fechamento perfeito pra sua festa.....adorei o relato como sempre
ResponderExcluirSeu aluno Beto
Urra olha a lapa de pika do traveco kkkkk. Ela é maior do que a do Rodrigo, Luciana? Os paus são parecidos na estética?
ResponderExcluirBom dia meu querido. Sim, vence Rodrigo no comprimento, mas na espessura, NUNCA conheci um homem até hoje que superasse o pastor, a relação espessura/comprimento é levada em conta na hora da comparação, e olha que Thainá é acima da média na grossura. Em termos "estéticos", Rodrigo e Thainá são do tipo "cônicos", meu tipo preferido de pênis. Beijos.
ExcluirAVISO: Queridos alunos, a foto que ilustra esse relato será trocada nos próximos dias pela foto que escolhi, onde aparecem eu e Thainá, comigo melada de porra, então, fiquem atentos. A imagem que está ilustrando o texto permanecerá, ficando com duas fotos, mas peço um favor: não façam como no relato de Cleiton, onde prometi trocar a foto, vocês apoiaram, ok, agradeço muito, porém, eu troquei e ninguém mais comentou. Beijos, a postagem sobre o hiato será na QUINTA-FEIRA.
ResponderExcluirLuciana o grupo ainda continua recebendo novos membros? Vc já fez mais alguma avaliação além do Denis? Vc já reprovou alguém pra teste no grupo?
ResponderExcluirBoa tarde meu querido, minha cota de spoilers acabou, já dei spoilers demais nessa postagem, o jeito é aguardar, rsrsrs...
ExcluirUma dúvida, professora. Os novinhos nunca mais voltaram? Levi, Breno, Ismael.... Depois do último conto deles aqui no Blog eles nunca mais apareceram pra se envolver com vc?
ResponderExcluirBoa tarde meu querido. Adorei a pergunta, e... não, a última notícia que soube de Breno, é que ele está morando em Brasília desde 2020, Levi, após a vergonha que passou comigo e Raimunda, também evaporou. Agora Ismael, o vi em 2021, e foi por acaso, na feira. Ele estava acompanhado de uma moça, nossos olhares se cruzaram, mas não passou disso. Ismael nunca mais me procurou e tudo bem, vida que segue, contudo, se ele reaparecer um dia na minha porta... aí dá transa com certeza, rsrsrs...
ExcluirEstamos sentindo falta da Raimunda. Pode ter 500 contos dela aqui no blog que nunca será enjoativo. Ela dá um "tempero a mais" por ter uma fúria sexual muito parecida com a sua.
ResponderExcluirProfessora me responde aqui.... Sobre essa suruba com Raimunda e quatro novinhos vcs tem registros com Fotos?? Raimunda irá aparecer toda lambuzada de leite alguma vez aqui no blog?
ResponderExcluirBoa tarde meu querido. Olha... que eu me lembre... não tem foto explícita DESSA aventura com os novinhos, mostrando Raimunda melada de esperma, tem foto explícita dela em outra situação desse momento. Agora, em outro relato nosso, tem sim, nós duas bem lambuzadas, ela mais do que eu inclusive, rsrsrs. Beijos.
ExcluirProfessora Luciana. Aproveitando o gancho da pergunta dos novinhos. Eu tenho uma pergunta. Sobre o LEVI. Pq Vc e Raimunda não deram outra chance pra ele pegar vcs duas? Já que ele transou e levou vcs e levou cada uma sozinha ao orgasmo. Era a primeira vez dele com duas e pegou logos vcs que são exigentes. Não dava pra ter dado outra oportunidade pra ele voltar no outro dia mais preparado e pegar vcs duas ou marcar um novo encontro? Pois ele já iria estar mais preparado e concentrado. Li que desde do início do conto vc deu uma pressão "desnecessária" em cima dele e o "crucificou" por falhar em algo em que ele era "novato". Pq não foi dado uma nova oportunidade para ele com vc e Raimunda?
ResponderExcluirVc ajudou Diogo duas vezes. Vc já disse que o Rodrigo falhou com vc mesmo sendo experiente e continua transando com ele até hoje. Realmente não consegui entender o seu critério.
Boa noite, meu querido. Já respondi a uma questão como essa anteriormente, porque esse relato deu o que falar, tanto no contoerotico, quanto aqui. Vamos lá, por etapas: quem negou a segunda chance a Levi... foi o próprio Levi ao ir embora rapidamente de minha casa após a falha conosco. A pressão que você diz ser "desnecessária", é parte do jogo de sedução, é um incentivo, o homem entende como desafio, aceita e vai para a transa dando o seu melhor, mais motivado. O próprio Rodrigo sofreu essas pressões no relato da suruba comigo e as três fixas, releia, está lá o trecho, ou melhor, os trechos, ele foi pressionado o tempo todo e nos botou na lona. A falha de Rodrigo não foi por não me aguentar, não dar conta de mim, é um contexto totalmente distinto do de Levi, nem dá para comparar, assim como Diogo teve outra chance porque Cássio intercedeu e eu... quis dar. Leia novamente o relato de Levi, bem atentamente, eu e Raimunda fomos condescendentes com ele, fomos justas e reconhecemos o potencial sexual dele, e a nova chance seria dada SIM; mas, de novo, quem a desperdiçou... foi o próprio Levi indo embora, aí Raimunda, sempre ácida, mas lúcida, fez um comentário e eu concordei, ela tinha razão. Amei seu comentário, eu adoro debater a história com os leitores. Beijos.
ExcluirEai professora quando teremos outra "Emboscada Sexual" novamente?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Vai demorar, a série "Emboscada Sexual" só tem mais duas aventuras, no Terceiro Ato, acontece em um encontro meu com Rodrigo e uma novinha de 19 anos, replicando vagamente a primeira vez que conheci Ayla, mas com papéis invertidos. A última ocorre no Quinto Ato, numa situação semelhante à que ocorreu com Ismael e Breno, ou seja, dois novinhos. Beijos.
ExcluirA outra foto com o travesti será postada até quinta? E outra dúvida. Alguma foto com penetração será postada ainda este ano?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Provavelmente amanhã ou quarta vou atualizar a foto. Imagem de penetração nesse ano? Estou vendo a de uma amiga que vai participar de uma aventura comigo após o retorno do hiato. As fotos explícitas que tenho, farei o máximo possível para que elas correspondam ao relato. Eu já estou em processo de escolha das fotos da próxima minissérie que vai ser postada após meu retorno. Beijos.
ExcluirCadê a novo fotooooooo??!!
ResponderExcluirOlá queridos alunos, boa noite. Conforme prometido, atualizei a foto com a correta e mantive a anterior no meio do texto. Espero que curtam. Não tapei o rosto de Thainá por ela estar com os olhos fechados. AVISO IMPORTANTE: Dependendo da nova repercussão da troca da imagem, postarei mais um relato na quarta ou quinta. Na sexta, o texto sobre o hiato, então, sejam bons alunos e participem. Beijos.
ResponderExcluirAgora sim a foto faz jus ao conto. Delícia
ResponderExcluirEssa foto ficou top. Essa série começou com porra e tem que terminar com porra
ResponderExcluirProfessora esse leite todo aí é dela??? Ela gozou dentro da sua buceta tbm? Que evento foi esse?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. O de dentro da buceta, no mamilo e o em meu rosto é leite de Thainá, o resto... bem... só você lendo para saber, rsrsrs, mas foi maravilhoso.
ExcluirComo prometido. A foto pra finalizar com chave de ouro essa série maravilhosa
ResponderExcluirAtenção queridos alunos: A próxima postagem vai ocorrer entre QUARTA e QUINTA. História fechada, parte única. Na SEXTA, a publicação anunciando meu hiato. Fiquem atentos.
ResponderExcluirPfv professora nos adiante este conto fechado pra segunda-feira!!! Pode ser? E deixe o hiato pra sexta.
ExcluirOlha, estou na espera da foto, se chegar em tempo hábil, posso postar na segunda, mas não garanto. A protagonista real da aventura não sou eu, embora participe efetivamente, sendo assim, a imagem é dela. Beijos.
ExcluirOlha o leite saindo da buceta.... Ela teve leite pra isso tudo, professora? Umas das melhores fotos
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Esse leite todo não é só de Thainá, embora ela tenha gozado duas vezes, mas ela goza muito sim, o da buceta e rosto foi dela. Quando eu postar o relato vocês vão entender melhor, detalhei tudo. Beijos.
ExcluirLuciana hoje vc é abertamente bisexual? Todos seus amigos fora do grupo e colegas sabem?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Bissexual? Humm... não é bem por aí... digamos que eu apenas aprendi a me divertir de uma forma mais... sacana e sem muitas ressalvas (culpa de Thainá, Stefhany e Suzy, rsrsrs). As únicas pessoas de fora do grupo que sabem tudo sobre minha intimidade, são Letícia, Thaís (fixas de Rodrigo) e, obviamente, Raimunda. De minha família, ninguém sabe de nada, assim como os demais colegas de trabalho. Beijos.
ExcluirUma das melhores fotos do blog. Coisa boa é te ver lambuzada de leite
ResponderExcluirBoa tarde professora. Vai ter postagem de conto hoje?
ResponderExcluirCadê o conto, professora??? Sexta-feira já!!!
ResponderExcluirOlá meu querido, boa noite (ou bom dia). Bem, a foto ainda não chegou, por isso não postei, mas provavelmente será postado sexta, junto com a postagem sobre meu hiato, CONTUDO, como estou prestes a iniciar uma transa e a pessoa que vai enviar a foto está ciente disso, é provável que ela chegue durante a madrugada, e aí as postagens podem ocorrer antes do amanhecer, pois na sexta o hiato começa e vou viajar para o interior. Beijos.
Excluir