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Eu tinha de pensar rápido; não podia sair, o barulho iria ficar mais
intenso e complicaria; o celular tocava, suei frio. Olhei para a TV, cujo som
não era tão baixo, fui até ela, não tinha botão frontal, tateei na traseira,
achei e a desliguei, em seguida respirei fundo e atendi:
—Oi (nome do corno), diz! Falei, com voz firme e fria, mas com a
espinha gelada...
—Oi Luciana, só tô avisando que apareceu um cliente de última hora e tô
viajando agora pra fechar com ele amanhã cedo, já passei em casa e peguei umas
roupas, volto na segunda! Avisou o galhudo, e onde ele estava, pude ouvir uma
música romântica. Meu sangue ferveu...
—O que está havendo para você trabalhar tanto assim? Indaguei, curiosa,
mas querendo saber se ele perceberia alguma anormalidade no ambiente onde eu
estava, e claro, para não dar bandeira querendo encerrar logo a chamada, pois
minha vontade foi essa... arriscado? Muito...
—Ué Luciana, é trabalho... ou você acha que vivo no bem-bom como você,
que trabalha só quatro horas por dia e ganha no mole? Retrucou o corno, e
arregalei os olhos, incrédula.
—C-Como é (nome do corno)? Bem-bom? Esqueceu o quanto estudei, quantas
noites em claro fiquei, sem me alimentar direito, me esforçando para passar
nesse concurso? E o desrespeito? E as ameaças que já sofri de alunos? Bem-bom é?
Retruquei, indignada.
—É porque você já pergunta as coisas com tom de desconfiança, eu não
tenho culpa de ser o melhor vendedor da empresa e ser chamado toda hora. É
dinheiro, é extra que eu ganho, e vou ficar fazendo o que em casa se posso
faturar um a mais? Retrucou o desgraçado.
—Está certo... bom trabalho então! Respondi, e desliguei na cara dele. Respirei
fundo, com mais sede de trair, com mais tesão e olhei para minha bolsa. Três
camisinhas... era pouco.
Procurei me acalmar... o tempo para curtir meu evento agora assumiu a
condição de infinito, a preocupação acabou, e entendi aquilo como a vida
preparando o corno miserável para receber a cobrança por ser tão imundo. Chumbo
trocado não dói, eu não estava mais nem aí para as traições dele, pois estava
devolvendo e seria sim livre, mas ele... já estava enclausurado, cada vez mais
cativo de sua escolha, devotando sua vida e ganhos à amante e ao filho bastardo.
Me ajoelhei de novo, segurei aquele pauzão que havia amolecido devido a
minha ausência, o fitei tarada e devota, louca para recomeçar, e o macho
perguntou, preocupado e em voz meio alta:
—Tudo bem com você? Podemos continuar?
—Tudo ótimo meu querido... desculpe o transtorno, foi só um contratempo
surpresa, mas relaxe que vamos com tudo agora! Respondi, punhetando o caralhão,
o qual reviveu.
Abufelei a tora grossa com gosto, grunhindo tarada, faminta, babando de
ódio, mas ao mesmo tempo de um tesão brabo. Masturbei rapidamente, sacudindo
com força, remexendo meus lábios e língua, torturando malvada aquele picão
largo e o macho grunhiu gostoso, respirou ruidosamente como eu respirava,
expelindo esputo e melando mais o cacetão.
Decidi que daria para aquele desconhecido da rolona grossa e deliciosa.
Avisei a ele, dando-lhe a primeira camisinha a ser usada. Levantei, virei de
costas e o macho encapou sua rolona, conduzi o pauzão até minha buceta,
pincelei gostoso, o besuntando com minha seiva e ouvi seu grunhido de tesão,
esfreguei com força e meti, dando um gemido alto ao sentir a espessura me
alargando bem gostoso, então rebolei, fiz a tora entrar mais e comecei o vai e
vem gemendo tarada, pensando naquele corno maldito e o traindo com mais desejo
e tesão.
O macho ia com desenvoltura, bombando como podia, sendo ajudado por mim.
Rebolei mais tarada, sacolejando a bunda, aí não deu outra, o macho deu umas
batidinhas na divisória, e entendi que ele ia gozar, saí rapidamente e me
abaixei, pus a tora na face e ela gozou, densa, mas pouca, amolecendo de vez
logo em seguida. É... talvez a quebra do clima tenha afetado o foco do rapaz,
mas não deixei de estranhar aquilo, se eles fossem membros do grupo, precisavam
treinar mais seu autocontrole, porque na hora em que embalei... acabou...
Ou será que a natureza do evento... deixava os caras desinteressados e
os fazia ir no automático? Pensei. Não, demovi essa hipótese e entendi a real
natureza do evento: era só um boquete até gozar, a trepada era um bônus, não
havia um preparo psicológico para o ato sexual, se ele ocorresse era surpresa,
então desencanei, até porque eles não gozaram tããão rápido assim, me deixaram
meio que na mão, é verdade, mas estava sendo delicioso e divertido.
Avistei o quinto caralhão, e ergui as sobrancelhas. Deduzi uns 23
centímetros, bem curvado para baixo, branco, com duas veias finas e salientes
saindo da base e percorrendo a lateral, prepúcio cobrindo parcialmente uma
glande comprida, rosadinha e proporcional a uma grossura que aumentava do meio
para a base, com bolas médias e depilado. Gamei naquele...
—Ah, que mão macia e deliciosa! Comentou o macho, ao sentir minha suave
punheta.
Não respondi nada, apenas segui massageando, e a rolona endureceu de
vez. Punhetei mais forte durante um bom tempo e apenas a seiva de tesão do
macho verteu. Parei e a sorvi com uma lambida sensual, e o vi se arrepiando
todo, eriçando seus poucos pelos. Também parecia bem jovem a julgar pelo pouco
que vi de seu corpo esbelto, então abocanhei a glande.
Fazendo movimentos de sucção, mamei tarada enquanto massageava a rola
enorme e grossa, a qual minha mão quase não fechou no diâmetro, tirei,
continuei punhetando depressa, arregacei bem o prepúcio expondo a glande e
rocei entre meus lábios, abri a boca e comecei a dar lambidas rápidas na
pontinha, abocanhei e chupei, sugando de novo, depois avancei até a metade e vi
o macho se contorcer, gemendo aflito, avancei mais e engasguei, depois tirei.
Passei a pirocona babada no meu rosto, a apertei bem pelo meio e segui
masturbando bem devagar, pirando com a estética daquele pauzão bem curvado e
rosadinho, abocanhei novamente e mamei com mais tara, pensando em trepar, mas
resolvi fazer melhor, então intensifiquei o boquete e a punheta, e logo o macho
gozou gostoso, deu uma leitada deliciosa, mas não muito densa, caindo em meus
seios, continuei mamando até ele se render, ofegante.
Agradeci, ele retribuiu, e quando estava prestes a sair e dar a vez ao
próximo, indaguei:
—Ei, espere, qual o seu nome?
—Ranielly, mas meu apelido é Nerdotadão! Respondeu o rapaz, com voz
jovem.
—Nerdotadão? Uau, tem a ver com... nerd? É isso? Questionei, curiosa.
—É, bem isso! Respondeu o jovem, que se abaixou para me fitar, e vi um
rostinho lindo e juvenil, olhos castanho-escuros e médios, nariz médio, lábios
médios e boca pequena em um rosto ovalado e sem barba, cabelos pretos, lisos e
até os ombros. Gato, lindinho o novinho.
—Sou Luciana, a Professorinha Fogosa, gostei do seu dote viu? E...
fiquei interessada em lhe conhecer melhor! Se quiser... chama no Whats e a
gente troca uma ideia depois! Retruquei, afinzona mesmo do novinho e entregando
meu celular para ele pôr seu número.
—Nossa, você é linda e gostosa demais, mulherão mesmo, vou adorar um
encontro com você, com toda a certeza! Disse Ranielly, radiante e registrando
seu contato em meu telefone.
—Obrigada, mas... você dá conta de mim cabra bom? Indaguei, desafiando.
—Opa... sou bem cotado no grupo, só elogios até agora! Replicou o
macho, seguro. Dei risada, ele acenou se despedindo e saiu. Algo me dizia que
ele seria ótimo de foda...
Metade dos pauzudos já foram, e de fato não produziram tanto leite
quanto imaginei. Olhei no celular e já eram 19h46. Quase uma hora de evento se
passou. Senti minha garganta ardendo um pouco, e fiz outra sessão de gargarejo,
e quando voltei, vi uma tora de chocolate já pronta. Pauzão preto, e fazia
tempo que eu não via e tampouco provava um, pois o único negão com quem transei
foi Jorjão, lá no começo de minhas aventuras sexuais.
Deduzi uns 23 centímetros também, mas depois achei que tivesse mais.
Era enorme, meio curvado para baixo, com poucas veias, finas, prepúcio cobrindo
parcialmente uma glande marrom-clara e larga, redonda, um pouco menor que o
resto, o qual era grosso e tinha bolas médias, depilado e bem duro. Uma lapa de
rola preta e linda, tentadora.
Arregacei o prepúcio, sentindo o calibre daquele jegue negro entre os
dedos e pirei. Para mim rola tinha de ser grande e grossa, não importava a cor,
eu não tinha frescura com isso; branco, negro ou moreno, foda-se, tinha que ser
pauzudo, mas com aquele negão, naquela hora... senti um tesão especial sim,
então lambi a cabeçorra, dei um beijo suave e melado enquanto massageava com as
pontas dos dedos e abocanhei. Humm... que cabeção gostoso de chupar, fiz um vai
e vem suave e maroto, e ele acompanhou no mesmo ritmo.
Agarrei a rolona e minha mão quase não fechou. Era grossa sim, então
abocanhei tarada e comecei a mamar mais tarada, punhetando suavemente e
grunhindo, avançando mais aos poucos, pus a outra mão e sobrava pica. Delirei e
cheguei à metade da tora, meneando os lábios e vertendo saliva, recuei e segui
mamando e sacudindo a picona preta, depois tirei, a mantive com a glande
roçando minha boca aberta e masturbei safada, a deixando mais melada.
Que vacilo... eu poderia ter chamado aquele cara para entrar e teríamos
transado bem melhor. Não que tenha sido ruim, mas para o pobre, deve ter sido
desconfortável, sendo assim... a segunda camisinha seria usada. Precipitada?
Não, senti que seria gostoso com o negão.
—Moço, quer entrar para a gente curtir melhor? Convidei, falando pela
portinhola. Ele fez um joinha e foi até a porta, deu duas batidas leves e abri,
e... uau, que negão gato da porra.
Alto, corpo robusto, mas não bombado. Cabelos afro com dreads curtos,
olhos pretos, nariz médio, lábios carnudos em um rosto liso. Negros não
aparentam a real idade, então chutei a casa dos 30 anos. Trajava uma roupa
esportiva. Camiseta azul e calça jeans preta com um tênis.
—Que mulherão, você é linda! Me chamo Leonardo, prazer! Apresentou-se.
—Luciana, o prazer... vai ser meu? Provoquei, segurando a mão dele, que
riu. Gato...
—Com toda a certeza! Respondeu, e rimos. Que vozeirão, humm...
Não perdi tempo, me ajoelhei sobre uma das almofadas, agarrei aquele
caralhão preto e gostoso e retomei o boquete, e ouvi o gemido gostoso dele, que
bombava suave minha boca. Puta rolona negra deliciosa. Passei no meu rosto
melado, dei batidas, lambi a glande, rocei a mesma na língua e abocanhei, indo
até quase a metade e engasgando, ele segurou minha nuca e fui mais um pouco, a
grossura não deixou ir mais, tossi e tirei, com bastante esputo e sorri.
—Bora negão... quero foder! Falei, me levantando e virando de costas,
ele sorriu.
—Na hora, morena gostosa, eita rabão lindo! Disse Leonardo, que deu um
tapa gostoso.
—Tem camisinha aí? Perguntei, esperta, confiante de que ele teria.
—Claro, eu sempre ando prevenido! Respondeu o safado, que tirou o
preservativo do bolso e rapidamente encapou sua tora negra. Camisinha XG, que
cobriu tudo. Pirei.
Apoiei a perna direita no puff e o negão alisou, apertou e deu mais um
tapa de macho no meu rabo. Rebolei, ele pincelou aquela tora de chocolate na
minha buceta e pirei. Corno desgraçado, enquanto você se matava para bancar o
“bem-bom” de sua puta, eu sentia uma deliciosa rola de verdade invadindo minha
buceta, preenchendo, me fazendo mulher...
Dei aquele gemido manhoso e tarado ao sentir o calibre daquele
chocolatão. Rebolei e ele começou a bombar suave, cadenciado. A xoxota em
prantos de tanto tesão, e o cacetão negro foi entrando mais, me preenchendo
mais. Alinhamos o ritmo, gemi alto, delirando com quase todo aquele pauzão
preto dentro de mim; rebolei mais tarada, ele segurou firme minhas ancas e
mandou brasa, ainda sem meter tudo, me levando ao delírio.
—Isso, isso, vai seu safado, aaahhh..., humm, soca, soca gostoso!
Falei, surtada, e o negão mostrou seu poder, deu aquela engatada marota e me
fez ver estrelas bem brilhantes. Agora era “plaft, plaft”, gemidos incontidos,
altos e tarados.
—Morena deliciosa, gostosa, tá gostoso tá, safada? Sussurrou Leonardo,
e ri tarada. Saí de seu pauzão, que mesmo encapado, estava cheio do creme de
tesão.
—Tem mais camisinha aí? Perguntei, e o negão assentiu, sorrindo maroto.
Sorri e tirei, porque chupar uma rolona daquela com embalagem, era “uó”...
Me abaixei e mamei mais, melando bem o caralhão, cuspi na mão, me
levantei de novo, virei de costas e besuntei meu cu, depois fiquei de quatro,
apoiada no puff, que era razoavelmente grande. Ah sim, o negão ia me enrabar
sim, e eu queria ser enrabada. Provoquei, socando meu indicador bem fundo no
cuzinho, depois tirei e chupei, e ele entendeu, sorrindo.
—Eu gosto assim, mulher tarada, com vontade! Disse Leonardo, encapando
de novo sua tora negra, depois dedilhando meu cu. —Que cuzinho lindo hein?
Completou, provocando.
Ele pincelou tora grande na
entrada do meu rabo e esfregou. Pus a mão para trás, caçando o pauzão dele, que
me ajudou a encontrar. Segurei firme e aloquei certinho, depois enfiei, dando
um gemidinho safado de dor, sentindo o cabeção invadir e alargar meu cu. Ele
foi acompanhando, e quando a glande passou, tive um tremelique nas pernas,
ofeguei e recuei, enfiando mais e gemendo mais, dando um gritinho agudo e curto
em seguida. Delícia.
O vai e vem era suave, alinhado e sem pressa, meu cu degustava aquele
caralhão negro com um tesão bruto, já pensando em marcar uma foda mais
caprichada com ele, assim como fiz com o Nerdotado, aliás... um nerd que trepa
foi a surpresa do dia viu? Achei que esse tipo de gente só se masturbava, só vivia
em função de super-heróis e games.
Foco no anal delicioso com aquele negão pauzudo. Rebolei mais tarada, fazendo
a barra de chocolate entrar mais e me arregaçar mais o cu, e gemi alto, imersa,
o negro estava aguentando bem meu gingado, bombava sem pressa e enfiava mais e
eu só delirava, pedindo mais, então intensifiquei e ginguei mais tarada ainda.
Após mais uns minutos de anal delicioso, ele anunciou seu orgasmo. Ok, eu não
tinha gozado, mas enfim... saí da rolona e me abaixei.
Assim que agarrei o pauzão e abri a boca, os jatos de um mingau profuso
vieram certeiros, e a maior parte pegou meu rosto. Uau, que leitada, quase a
mesma quantidade do pastor, e pirei, tinha um gosto delicioso, o que caiu na minha
boquinha gulosa, engoli um pouco e o resto deixei escorrer sobre os seios, e
não podia deixar o negão escapar...
Trocamos números de WhatsApp, marcamos sim um encontro e Leonardo se
foi. O calor começava a ficar brabo. Respirei fundo, já estava bem melada de
porra. Peguei um pouquinho que havia no chão e passei nos seios. Abri a
portinha e chamei o sétimo pirocudo.
Mais uma pirocona preta surgiu, e essa... tentadora como a anterior...
Mais grosso que o do outro negro, meio curvado para cima, com veias grossas
e salientes passando pelas laterais e o meio, prepúcio cobrindo parcialmente
uma glande meio marrom, achatada e larguinha, com bolas médias e flácidas, e
depilado. Talvez tivesse uns 20 centímetros, mas olhando mais atenta, vi que
era maior. Segurei e minha mão não fechou, por pouco.
Comecei a mamar, dando chupadas curtas na glande e lambidas na
pontinha, sentindo o calibre de mais uma tora de chocolate entre os dedos,
passei a mesma na língua, delirando, com tesão renovado e turbinado. Eita que
os negros vieram com tudo, e eu estava adorando.
A boca bem cheia, do jeito que amo, vertendo saliva enquanto eu seguia
atolando. Tirei, punhetei e passei no rosto, ouvi os gemidos dele, e abocanhei,
meneando a cabeça e remexendo os lábios. Passei a mão na xoxota e ela seguia
chorosa, o cu ainda sentia fome. O pauzão daquele negro era tão delicioso
quanto o do outro, mas eu tinha de me conter, ainda haviam homens para mamar e
receber suas porras, e eu precisava estar bem para o último deles...
Continuei chupando, devota, malvada e faminta. Senti o picão pulsar, abri
a boca e recebi uma golfada densa, e razoavelmente profusa de porra, saiu mais
um pouco e aparei, depois engoli de uma vez uma parte e deixei o resto cair
sobre meus seios e coxas, masturbei um pouquinho, beijei a glande, saiu mais
porra e passei no rosto, depois soltei.
—Professorinha Fogosa, me chame no WhatsApp para a gente marcar alguma
coisa! Falei, e o negro se abaixou, mostrando-se na janelinha, assentindo com
um sorriso. Não era gato como o anterior, mas também não era feio, isso não.
Parecia estar na casa dos 40 anos.
—Será um prazer imenso lhe conhecer melhor, me chamo Omar! Respondeu e
apresentou-se. Falei meu nome e trocamos sorrisos que prometiam algo mais no
futuro...
Faltavam três. Minha garganta ardia um pouco. Gargarejei e tive um
alívio. Me levantei, respirando fundo, com um leve desconforto no maxilar, me
abanando. No relógio do celular, 20h38. Quase duas horas de evento, mas o tempo
se tornou irrelevante. Me acomodei no puff molhado do suor de meu sexo, abri a
portinhola e chamei o oitavo pauzudo.
Surgiu um moreno, com seu pau, que mesmo meia vida, era grosso,
especialmente no meio. Segurei, comecei a punhetar e rapidamente ele cresceu e
engrossou mais sob meus dedos, me impedindo de fechar a mão. Humm... chutei uns
20 centímetros, reto, com poucas veias, prepúcio firme abaixo de uma glande
meio rosada, com poucos pelos e bolas médias e firmes.
Dei uma fungada no cacetão, e meu nariz melou da seiva expelida por
ele. Uma lambida, um beijo, uma chupada rápida e relaxei, passei no rosto, dei
batidas na língua e em seguida comecei o boquete, ouvindo o gemido dele, e
deduzi que era jovem ao ver sua mão segurando a base da rolona. Passei a glande
na língua e rocei, segui roçando e ela chorou de tesão, sorvi a seiva,
abocanhei e remexi meus lábios, sentindo a grossura deliciosa alargar minha
boca.
Recuei, babei bem o pauzão e segui mamando, agora sem passar muito da
cabeça, estimulando o prepúcio empurrando com meus lábios, sintonizada e adorando
aquele pauzão. Inclinei minha cabeça e cutuquei a bochecha esquerda com a
rolona, sempre torturando abaixo da glande com a língua e os lábios, e ele
gemia tarado, então tirei e punhetei gostoso, com a cabeça da tora em minha
boca aberta, em seguida avancei de uma vez, suave até o meio.
O cabra estava resistindo bem. Passei da metade e engasguei, o esputo
vazou e uma profusa gota caiu no chão. Recuei, vendo o pirocão grosso e moreno
todo babado, com pontes espessas de saliva. Senti vontade de mandar ele entrar,
mas pensei no último, curiosa e instigada. Duas camisinhas apenas, quer dizer,
uma. A de bônus do negão foi uma boa tática. Pela portinhola daria para
transar, mesmo com a mobilidade do macho meio limitada.
Demovi, segui chupando. O pauzão grosso bem duro, boquete nervoso,
safado, cheio de tesão. Senti o caralhão largo começar a pulsar, em seguida o
começo do gozo dele, tirei e encostei o picão no rosto, entre a bochecha e a
boca e os jatos vieram. Humm... porra densa, profusa. Controlei o pauzão para
gozar no meu rosto todo e mais um pouco caiu sobre os seios.
—Professorinha Fogosa! Me procure no privado e a gente marca nosso
encontro! Falei, em seguida peguei um pouco da porra dele e levei à boca, em
seguida engoli. Ele fez um sinal de joinha, mas não se mostrou na portinhola.
Fechei a mesma e me abanei. O perfume das velas aromáticas se misturava com o
do esperma e suor do meu corpo, produzindo um odor estranho.
Olhei no celular e já eram 21h. Restavam dois, e decidi que transaria
com os dois, não ao mesmo tempo, claro. Caminhei um pouco pela compacta cabine,
observando a decoração sugestiva, as fitas de led espalhadas pelas paredes. Era
um exercício para não sentir fadiga. Ouvi gritos, gemidos de tesão, não tão
perto, mas que sufocavam a música distante e de péssimo gosto do ambiente, um
“cornonejo” ridículo, que parecia uma maldição, estava em todo lugar.
Me ajoelhei sobre as almofadas, abri a portinhola e chamei o penúltimo
dotado. Esperei um pouco além do normal, ouvi alguns risos, palavras que não
identifiquei e de repente ele surgiu. Vi uma calça jeans preta, com um volume
considerável. Sorri e passei os dedos da mão esquerda, dando leves apertos. Ele
baixou o zíper, mostrando uma cueca box branca, e dei risada. Parecia
inexperiente, ou tímido, e logo constatei: era o novato, mas tudo bem.
—Vai... me mostra seu pau! Pedi, rindo, e ele pôs para fora. Humm,
estava mais ou menos duro, não muito grosso, mas bem grande. Segurei, massageei
e rapidamente, em segundos, a bichona cresceu e endureceu. Talvez 23
centímetros, e achei aquele pauzão familiar.
Reto, circuncidado, com uma veia grossa e
saliente saindo da base até abaixo da glande, a qual era proporcional a uma
grossura que... era ok, perdia para os oito anteriores, mas era delicioso de
pegar e sentir, parecia um desodorante da Rexona em diâmetro, o qual não é
fino. Dei um beijo, rocei nos lábios, uma lambida, várias lambidas que o
fizeram gemer.
Abocanhei, e que delícia de pauzão. A rigidez
gostosa, bem firme, a pele suave, as veias, mesmo com grossura aquém do que
estou acostumada, curti demais, fui mais fundo, então...
—Puta merda... que saudade dessa boca
deliciosa, isso! Desabafou o rapaz, extasiado, em voz alta. Espere... saudade?
Como assim “saudade”? Parei de chupar e analisei o pauzão.
—Q-Quem é você? Indaguei, porque aquela rola
não me era estranha.
—Se eu disser você não vai mais querer
continuar! Respondeu, e aí me arrepiei.
—C-Como assim, macho? Que papo é esse? Entra
aí, bora! Retruquei e pedi, impaciente. Ouvi um riso e ele se dirigiu à porta,
levantei quase de um salto, abri e quando vi quem era...
Dênis, o cara que passou no teste do grupo e
falhou no teste comigo...
—Oi Luciana, tudo bem? Cumprimentou Dênis.
Olhei para ele e sorri, sem acreditar.
—Que surpresa, nem sei o que dizer... vamos,
entre! Comentei, e ele entrou, sorrindo.
—Você acredita se eu disser... que o melhor boquete que recebi na vida
até hoje... foi o seu, Luciana? Putz... quando a Suzy me chamou pra esse evento
e disse que era você... fiquei muito feliz, e se você quiser... vai ser
gostoso! Desabafou Dênis, bem sincero e me arrepiei.
—Ah é? Fico lisonjeada, Dênis, então... vamos ver se você vai passar no
teste agora! Retruquei, e me abaixei, depois ajoelhei sobre a almofada, segurei
com as duas mãos o caralhão dele, trocando olhares e masturbei, em seguida caí
de boca, e ele gemeu alto, cheio de tesão.
Eita rola deliciosa de se chupar. Isso era fato. Fui fundo, engasgando
e vertendo esputo. Ele tirou a camisa, mostrando seu corpo jovem e bem cuidado,
me devorando com seu olhar, o qual estava muito diferente, mais seguro, e
caprichei, disposta a reprovar de novo o rapaz, torturando o prepúcio e a
glande, vendo ele se arrepiar todo, gemer com um sorriso lindo, expressando sua
conexão total comigo, e não tive dúvidas... dessa vez ele havia passado...
—Caralho... que delícia meu Deus, isso, atola bem gostoso! Disse Dênis,
inebriado, e claro que fui até quase engolir tudo. Recuei, com o pauzão babado,
passei no rosto, bati, depois bati na língua e abocanhei de uma vez passando da
metade. Ele gemeu alto de novo.
Dênis segurou minha nuca e empurrou. Engasguei e a saliva despencou
profusa, tirei, com pontes finas e firmes da mesma. Ainda segurando minha nuca,
ele bateu com o pauzão em meus lábios, botei a língua para fora e ele brincou
gostoso, roçando, dando batidinhas e enfiando novamente, e chupei, o encarando
com tara. Tirei e anunciei, totalmente segura:
—Bora... me come bem gostoso agora! Dênis assentiu com um sorriso
vitorioso. De pé, entreguei a penúltima camisinha ao penúltimo macho do evento.
Ele rapidamente encapou seu caralhão. Me posicionei de quatro sobre o puff,
segurando firme e ele veio e alisou meu rabo.
—Não posso demorar muito, mas vou aproveitar cada segundo! Disse o
macho. Aí sim...
—Então use bem seu tempo... para ter mais tempo comigo depois! Aticei,
e ele riu. Senti as pinceladas, as carícias em minha buceta e a penetração, que
me arrepiou toda, me fez gemer feito uma cadela no cio, e cio eu tinha de
sobra. Ele segurou minhas ancas e foi no molejo...
Bombando com uma cadência surpreendente, Dênis foi me ganhando, sabendo
manter meu tesão em alta e propenso a aumentar mais. Pouco tempo, mas sem pressa, socando mais de seu
pauzão e me fazendo gemer manhosa. Ele foi acelerando aos poucos, me alisando
sempre, apertando e estapeando minha bunda, tarado e alinhado com minha tara e
do engate maroto ele também manjava.
Não demorou muito e minha xoxota e seu pauzão já estavam amigos. As
estocadas eram firmes, o cheiro do tesão misturado a tudo que foi feito até o
momento, impulsionaram ainda mais o clima. Dênis atracou de jeito, debruçado
sobre mim, me envolvendo com seus braços, sem se importar com a porra que
certamente o melou também, e socou sem pena, gritei e gemi, arfando, ofegando,
sentindo fundo seus 23 centímetros bem duros e já “virando o zoinho”. Valeu a pena dar mais essa chance a ele...
—Porra... gostosa, gostosa, você é demais! Sussurrou Dênis, respirando
forte.
—Não para... não... não para... mete, mete, mete... ai, aahhh... isso,
ai Dênis... que delícia, vai, vai, vaaaaaAAAHHHH! Do sussurro ao urro, meu
orgasmo veio bruto, ele socava sem parar enquanto o transe e a euforia me
chicoteavam em tremores violentos.
Se ele não estivesse me segurando... eu teria caído daquele puff,
porque foi brutal...
—Agora vou gozar... gostoso como você gozou! Anunciou Dênis.
—Goza na minha bunda! Pedi. Ele tirou seu pauzão e punhetou, roçando no
meu rabo.
Não demorou até que eu sentisse seu leite bem quente em minhas nádegas,
jatos fortes. Uma hora ele botou o pauzão bem no meio e mais porra escorreu,
depois deu batidinhas e parou. Me virei, descendo com cuidado do puff, meio
zonza, e o vi com os braços melados. Nos encaramos, sorrimos e assenti, tipo...
aprovando o comedor. Passei a mão em minha bunda, os dedos vieram melados da
porra dele, mas eu sentia mais esperma dele na bunda. Os levei à boca e engoli, e ele sorriu com olhar tarado.
—Tá preparada pro final? Indagou Dênis, ofegante, que pegou sua blusa,
e me arrepiei.
—Sabe quem é? Perguntei, curiosa e ele deu risada, saiu pela tangente e
provocou:
—Não posso falar, são as regras! Mas enfim... tô aprovado? Quem riu fui
eu e disse:
—Claro... valeu a pena cada segundo, e eu vou querer mais! Ele sorriu e
acariciou meus cabelos, já molhados, deu um tchauzinho e saiu com a camisa
pendurada sobre os ombros. O clique da porta da cabine se fechando me causou um
arrepio violento. O grand finale chegou...
Corri para a portinhola e a abri, ansiosa, e vi uma luz média e branca acesa, e o arrepio foi maior ao ver o número 10 refletido na parede, em seguida, passos ruidosos de um sapato. Estranhei a zoada, pois parecia feminino. A adrenalina subiu ainda mais e a alma quase saiu do meu corpo quando...
Vi a virilha da pessoa,
trajando uma calça, saia ou short rosa, com parte de uma barriga morena exposta
e um piercing no umbigo. Esbugalhei os olhos estarrecida, porque em seguida uma
mão bem delicada, com pulseiras de miçangas, unhas médias e pintadas de branco,
puxaram para cima um volume descomunal, provavelmente o maior dentre os 10.
—Oi mona... tudo bem meu amor? Cumprimentou a voz... de um travesti, ao
se abaixar e fitar meu rosto estarrecido pela abertura, e que travesti lindo,
pelo amor de Deus, aquele veado era todinho uma mulher, o rosto delicado com
traços indígenas, pelo que pude ver.
—Ai meu Deus... um... travesti! Falei, atônita, e ele sorriu
lindamente. Lindo demais.
—A mona tá bege! Comentou, rindo alto e batendo uma palma. Com certeza
eu estava.
—Por favor... entre, eu quero... vê-la bem de perto! Pedi, impactada, sem
acreditar...
—Agora mesmo meu amor! Aceitou o gay. Me arrepiei, e quando ela
entrou...
Magra, mas esbelta, mais alta que eu pouca coisa, cabelos pretos, lisos, brilhosos, longos e que não pareciam peruca. Olhos meio puxados, cílios naturais grandes, nariz meio grande, lábios médios e boca um pouco carnuda em um rosto ovalado e liso, sem marca alguma de barba.
A maquiagem dela era sóbria e discreta, o corpo não tinha traços masculinizados, os seios sob o top branco e rendado, eram menores que os meus e firmes, pareciam naturais, o quadril era estreito, as pernas... pareciam lindas, e o dote sob a calça justa estava BEM estufado. Nunca vi um travesti tão feminino, jovem e lindo, sem contar na elegância, nada espalhafatosa.
Como isso se explica? Quantos anos tinha? Era bem jovem, novinha demais, com uma pele bem cuidada, sem manchas, bem maquiada. 18 anos? 20? E parecia... uma menina, adolescente, eu não conseguia achar nenhum traço masculino, até o "gogó" dela era discreto, até a voz podia sim enganar.
—Q-Qual seu nome ou apelido? Você é... lindo, er... linda! Indaguei e
comentei, pasma.
—Me chamo Thainá, avaliadora LGBT do grupo, mulher na alma, mas MUITO
macho na essência, prazer! Disse o travesti, que abaixou sua bela calça rosa
estilo boca de sino e me mostrou sua rola, e sim... indubitavelmente... ele ou
ela... era o mais dotado dentre os 10... pirocão brabo mesmo...
24,6 centímetros morenos, tortos para a esquerda, com poucas veias
finas e salientes, pouco prepúcio, glande pequena, rosadinha, arredondada. A grossura aumentava mais do meio para a base, com bolas
médias e firmes, depilado. Até a rola era linda... e estava duríssima. Fiquei bege (risos).
—O-Olha... não tenho preconceito, juro, achei você... linda, muito
feminina mesmo, mas... é um pouco... estranho para mim! Desabafei, sincera, e Thainá
riu alto e rebateu:
—Estranho seria eu não ficar excitada com uma gostosa como você! Pasmei.
CONTINUA
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Olá queridos alunos. Espero que esteja tudo bem com vocês, e estou muito feliz com a repercussão dessa minissérie, mas agora é que vem o verdadeiro teste. O surpreendente desfecho da Festa do Leite, o qual certamente vai dividir opiniões, e peço encarecidamente aos leitores mais... digamos assim... "conservadores", que por favor não teçam comentários preconceituosos.
Quem se decepcionou e quiser se expressar, faça-o de forma civilizada. Minhas palavras e pedido já dão o tom do que vem na parte final dessa épica e inesquecível aventura (para mim), e de uma coisa eu tenho absoluta certeza: o desfecho não vai sair da mente de todos vocês, ou da maioria.
Quem encarar isso como um salto gostoso de safadeza em minha sexualidade, curtir e também quiser se expressar, fique à vontade. Como eu mencionei antes, é agora que minha xoxotinha fica melada de ansiedade para saber como vocês vão reagir, tanto com esse gancho, quanto na parte final.
Será que eu tive coragem de transar com um travesti, ou apenas cumprimos a regra do evento? Lembrando que a regra, é o macho gozar em qualquer parte do meu corpo. Transar é opcional...
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Sem me alongar muito, gostaria de agradecer aos comentários na parte anterior, respondi alguns bem interessantes, e de hoje em diante responderei diretamente na seção dos comentários, por mais que demore, pois na maioria das vezes eu posto e só olho a repercussão bem depois.
A foto dessa postagem... bem, o negão esteve na primeira Festa do Leite, é um dos personagens dessa parte, o branco é outro rapaz muito gostoso que conheci. O resto é spoiler que prefiro não dar...
Beijos, tenham todos uma semana vitoriosa, cheia de paz, vida e muito trabalho.
Anal
Boquete
Bukkake
Corno
Dotado
Fetiches
Gay
Heterossexual
Interracial
Oral
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Terceiro Ato
Traição
Travesti
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Comentários

DELÍCIA DELÍCIA DELÍCIA DELÍCIA!!!!! Só tenho isso a dizer
ResponderExcluirSexo com travesti???!! Essa série só melhora a cada dia! Top demais
ResponderExcluirVocê vai transar com esse travesti? Tem conto, professora?? Tomara que sim.
ResponderExcluirQue foto deliciosa. Que foto top. Lambuzada de leite, até a bunda tem leite. As fotos estão fazendo jus ao nível dos contos. Ansioso pra ver a última.
ResponderExcluirFoto top professora. Que maravilha é disso que estou falando. Blog de sacanagem tem que ter foto de sacanagem.
ResponderExcluirProfessora vc continua tirando fotos explícitas? Poderia tirar mais e deixar mais equilibrado com as fotos "normais"? Parabéns a série está ótima e excitante!
ResponderExcluirOlá meu querido, boa noite. Olha, como falei antes, as fotos explícitas não são muitas, mas também não são aquela mixaria, porém, a postagem delas será bem equilibrada e distribuída. Beijos.
ExcluirLuciana... Quinta-feira agora pode rolar postagem? A minissérie está bombando. Percebi que animou bem o blog.
ResponderExcluirOlá meu querido, boa noite. Eu até pretendia postar sim na quinta, mas ainda não recebi a foto que quero usar na postagem, sendo assim, só semana que vem mesmo. Beijos.
ExcluirProfessora Luciana! Vc poderia atender o pedido de um humilde leitor?
ResponderExcluirTirar algumas fotos explícitas na hora do sexo. "Com o pau dentro" mesmo. DP, anal, vaginal... E deixar essas fotos somente para postar em contos desse nível.
Sei que é meio difícil mas na hora do tesão sempre aparece um ângulo bom..não precisa ser coisa profissional mas algo espontâneo que é fotografada pela pessoa que está cobrindo o evento na hora aque ele ver que dá pra tirar uma foto legal sem vc parar o sexo.
Se puder fazer algo assim eu ficarei muito agradecido.
Parabéns pelo blog. Está ótimo!!!
Olá meu querido, boa noite. Olha... eu tenho algumas fotos de penetração, mas essas são bem poucas, e não tive como fazer muitas dessas capturas, muitas vezes a pessoa que faz as fotos não assiste a transa, a gente não combina de ficar fotografando tudo, porque eu nunca me preocupei muito com isso. Na transa quero transar, se o clima estiver bem quente e gostoso, aí sim peço fotos, mas na maioria das vezes, faço algumas antes e depois. Como você disse, o ângulo não favorece muito, mas calma que algumas virão, e bem safadinhas. Beijos.
ExcluirQUE FOTO MARAVILHOSA!!!!
ResponderExcluirDe Quantas festas de leite vc já participou, professora? Pelo que percebi essa da foto aí parecer ser a terceira.
ResponderExcluirOlá meu querido, boa noite. A resposta da sua pergunta virá na nota da parte final da minissérie, bem explicadinha, mas você acertou mais ou menos seu palpite... Beijos.
ExcluirQue rabão em Luciana!!!
ResponderExcluirDesse ângulo ele ficou perfeito e ainda mais com o detalhe do leite ali em cima dele no cantinho... Top top!
Eu já sei como será essa foto da última postagem. Pelo que vc comentou, eu imagino que será uma foto de vc COMPLETAMENTE lambuzada de leite. Mas muito lambuzada mesmo...vc estará "Branca" de tanto leite que estará em vc. Rosto, peitos, barriga, bunda... Vc estará toda lambuzada de leite de pauzudo. Acertei Professora??
ResponderExcluirEu ainda arrisco outro palpite!!! A última foto será de VOCÊ com o travesti. Será que acertei? Kkkkkkkkk
ResponderExcluirOlá meu amorzinho, boa noite. Mas você sabe se transei mesmo com o travesti? Rsrsrs... e se não tiver transado, só deixado ela gozar em mim, como manda a regra? Beijos, rsrsrs...
ExcluirMas eu não disse necessariamente que transou com ele kkkkkkk. Vc pode ter deixado ele gozar e a última foto surpreende ser vc toda lambuzada e com a presença do travesti na foto.
ExcluirBom palpite, apenas aguarde e se surpreenda, rsrsrs. Beijos.
ExcluirOpaaaa. "Nerdotadão"... Mais um novinho pra lista da professorinha fogosa. Adoro quando trepa com novinhos. Vai ter conto como ele?? Diz que sim!!!
ResponderExcluirA foto ficou exelente! E o conto melhor ainda. Essa sequencia está muito gostosa de acompanhar
ResponderExcluirProfessorinha fogosa essa serie está exelente. Gostando muito
ResponderExcluirahhhhh..delicia..como sempre.....esperando o final....como sempre....se cuide tá..
ResponderExcluirBoa noite Luciana. Esse novinho do conto aí? Rolou sexo com ele? Vai ter conto com o Nerdotadão?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Sim, vai ter relato com o Nerdotadão. Transei com boa parte dos participantes dessa Festa do Leite depois, alguns estão nas fotos, com exceção do Nerdotadão. Beijos.
ExcluirProfessora boa noite. Esse travesti do conto. Vc transou com ele? Vai ter conto só com vc e ele aqui no blog ou alguma outra orgia que vc participou com ele depois?
ResponderExcluirEita conto foda. Gosto é assim.
ResponderExcluirProfessora já que não vai rolar conto na quinta-feira então vai ser na segunda-feira??? Diz que sim!!! Se for no Domingo a noite será melhor ainda kkkkk. Mas segunda-feira que vem tem mais?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Infelizmente na segunda não vai dar, mas farei o possível para que na terça ou quarta, a parte final seja postada. Estou na dependência das fotos para ilustrar a postagem, ainda não as recebi. Beijos.
ExcluirEste é o conto mais comentado do blog até agora. Parabéns
ResponderExcluirParabéns por mais este conto excitante Luciana…foto muito tesuda…vc é demais !!!
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Obrigada, fico feliz que tenha gostado. Beijos.
ExcluirVai ter conto hoje ou somente quinta-feira, professora?
ResponderExcluirBoa noite meu querido. Hoje não tem como, então ficará entre terça e quinta-feira. E farei duas postagens. Beijos.
ExcluirCadê a postagem professora?
ResponderExcluirBjs
Beto
Hoje é a última postagem dessa série magnífica onde terá provelvemente a melhor foto blog. Hoje será um dia HISTÓRICO!!!!!!!
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