- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Assim que cheguei em casa, agradeci aos céus ou ao destino, pela
ausência do corno. Eu não sabia quando ele voltaria, o mesmo falou em domingo à
noite ou segunda no horário de sempre. Não me importei, minhas respostas foram
frias e mecânicas, e cada vez que sua existência ainda se confirmava por meio
de ligações ou mensagens, a gana de trair mais esse safado me consumia, e me
excitava mais a fazê-lo. Fui para o banheiro e tomei outro banho.
Relaxada no sofá, trajando uma camisetinha florida de mangas curtas,
comprimento um pouco abaixo do busto, com o ombro esquerdo à mostra e um short
curtinho, peguei o celular secundário para saber se o “Vinny Dotado”, cujo nome
só poderia ser Vinícius, mandou a mensagem querendo marcar o encontro. Nada,
mas tudo bem, o tempo estava ao meu favor.
Liguei a TV afim de assistir alguma coisa interessante, mas só tinha
merda, nem mesmo o canal 19, o qual transmitia desenhos, filmes e seriados
antigos, estava se salvando. Senti que queria mais sexo, o final de semana
ainda renderia boas peripécias, e mesmo após um sexo delicioso que me deixou
bem abastecida, descobri que não estava tão saciada assim.
De repente, o inacreditável aconteceu... o corno havia chegado, e meu
sangue ferveu.
Ver o carro dele entrando, estacionando como sempre estacionava,
metódico, depois saindo do mesmo e fechando o portão com aquela calma de quem
pensa que está com a vida no bolso... me ferveu o sangue. Passar o resto do
sábado e o domingo aturando esse estrume ambulante... meu Deus, pedi forças e
um cinismo maior que o dele para suportar...
Mas na segunda... eu lhe botaria mais um par de chifres com gosto, e
seria algo ainda mais humilhante, mas estressada como fiquei, não consegui raciocinar
direito com quem. Nos cumprimentamos, ele, com sua falsa simpatia, eu, com
minha falsa preocupação, um enganando o outro, mas só um pensando que engana. Nem
Judas daria um beijo tão cínico como o do corno.
No domingo, Rodrigo me enviou uma mensagem, e mal pude falar com ele
direito, pois com o chifrudo em casa, não podia dar bobeira. Propus nos
encontrarmos na padaria no dia seguinte. Queria vê-lo, matar a saudade, falar
sobre Kézia e Stefhany, mas o pastor disse que não poderia ir, ainda estava na
casa dos sogros e tinha um compromisso profissional importante na segunda bem
cedo; mas, deixou no ar que gostaria de conversar algo interessante comigo...
O que salvou o dia foi a conversa com minha filhota por chamada de
vídeo, já à noite. O galhudo, antes indiferente, a tratou como tratava antes,
amável e cuidadoso, sinal de que seu filho bastardo estava bem, e notei
sinceridade nele ao falar com ela. Na minha vez, conversei até quase
descarregar o celular, e segurar as lágrimas ao ver a inocência daquela menina
foi difícil, porque quando ela falou em voltar a morar conosco porque sentia
falta de sua família...
Aquilo me quebrou por dentro, foi como um soco no estômago...
Segunda de manhã, fui direto para a banquinha de Fabiana, ciente de que
não veria Rodrigo. A curiosidade me consumia para saber o que ele queria
conversar, mas fora isso, eu sentia uma saudade cruel dele, e claro, de trepar
gostoso com ele. Próxima a banca da rabuda, me surpreendi ao ver pouquíssimos
abutres, e quase ri da cara de desânimo deles por conta da roupa dela. Uma bata
que cobria todo seu rabão e uma calça jeans por baixo.
Os caras merendavam com uma derrota inenarrável no olhar. Eu não
duvidaria se ela resolvesse vir de burca nos próximos dias (risos), só não
sabia se essa postura era prudente, a mulher poderia perder clientes. Será que
algum sem noção a assediou e ela resolveu se cobrir?
Quem sabe, contudo... um rapaz ao lado dela chamou minha atenção.
Novinho, devia ter 18, 20 anos, distante dos poucos homens ali, e ambos
conversavam com uma certa... animação. Diminuí meus passos e de repente chegou
um casal de adolescentes, trajando uniformes de uma escola particular, e quem
os atendeu foi esse jovem, enquanto Fabiana mexia no celular.
—Bom dia Fabi, tudo bem? cumprimentei, e ela abriu seu sorriso amável.
—Bom dia Lulu, tudo ótimo meu amor, e tu? Andou sumida! Respondeu
Fabiana, e trocamos beijos formais e abraços. O rapaz me fitou... com aquele
olhar... olhar devorador...
—Estou bem, levando a vida daquele jeito! Respondi, e fitei o rapaz,
que sorriu.
Pardo, tom quase indígena, mais alto que eu pouca coisa, olhos
amendoados, nariz largo e meio curvado, lábios médios e boca média em um rosto meio
oval, com cabelos crespos e cheios. O corpo era franzino, dividido, talvez
fosse atleta ou jogava bola na rua. Trajava uma camiseta estampada e uma bermuda
azul frouxa. Gatinho, vai, bonito sim... e tinha charme.
E se estava conversando tão... chegado com Fabiana... a chance de ser
pauzudo existia...
—O que vai ser hoje, minha linda? Indagou Fabiana, carismática como
sempre.
—Duas tapiocas e um suco de acerola, e é para cobrar hein? Pelo amor de
Deus! Respondi e alertei, pois não achava justo merendar de graça ali. Fabiana
era uma batalhadora.
—Tá bom! Ei Cleiton, duas tapiocas e um suco de acerola pra minha amiga
aqui! Respondeu e pediu Fabiana. O rapaz sorriu para ela e para mim, e
respondeu indagando:
—As tapiocas são com ou sem queijo?
—Sem queijo, meu querido, e capricha no leite de coco! Respondi, e
flertamos.
—Capricha mesmo que a Luciana é cliente VIP! Disse Fabiana, e nos
abraçamos.
—Então arrumou um ajudante foi? Legal! Comentei, e ela sorriu sapeca, devassa
e...
—É... um bom ajudante, pauzão pra toda obra! Cochichou a devassa, e a
fitei pasma. Ele preparava meu pedido, alheio a conversa. Fabiana ria, e eu,
claro... me ericei na hora.
—Ah é? Ousada hein? Trazendo “esquema” para o trabalho! Repliquei,
cochichando.
—Quer conhecer? Propôs a safada, e a fitei ainda pasma.
—Hã? Como assim? Perguntei, sem entender muito, mas no fundo...
entendendo bem...
—Ele é bom viu? Só tem cara de menino, mas mete que nem homem!
Retrucou.
—É do grupo? Indaguei. Todo o papo era no cochicho, e ele preparava meu
lanche.
—Ainda não, tô analisando se vale a pena indicar! Respondeu Fabiana.
—Não é de confiança? Perguntei, fitando o rapaz, que finalizava meu pedido.
—Lulu, indicação não é brincadeira, é mais que só guardar segredo, é
questão de comportamento; só ficar quieto sobre meu marido e os outros não é
suficiente, tem que ter postura, então... eu tô testando ele de todo jeito!
Respondeu Fabiana, séria.
—Aqui, moça, tá pronto! Disse Cleiton, me entregando meu lanche e
flertando.
De flerte ele era bom, só devia controlar mais seus olhos em direção ao
meu quadril...
—Obrigada! Respondi, e sorri para ele, que sorriu. O sorriso era
cativante...
—Cleiton... essa é a Luciana, uma grande amiga minha! Disse Fabiana me
apresentando.
—Prazer, sou Cleiton! Disse o rapaz, estendendo a mão. Sorri e nos
cumprimentamos.
—O prazer é meu, Cleiton! Respondi e ele alisou discretamente minha
mão.
—Quer... saber se vale a pena? Propôs Fabiana, sorrindo sapeca para ele
e dei risada.
—Eu venho aqui no intervalo, aí converso com ele! Respondi, e Fabiana
riu. Ele ouviu e sacou nossa indireta, pois o fitei durante a resposta e recebi
um sorriso bem maroto.
—Tá certo, combinado! Disse a mulher e ele riu.
—Quanto lhe devo? Indaguei. Ela alisava o ombro dele discretamente e
respondeu:
—Tem um troco teu aqui de 12 reais né? Essa merenda deu 10, fica dois
de crédito!
—Ah sim, mas aquele dia não tem nada a ver com hoje, foi um presente!
Retruquei, em seguida tirei os 10 reais da bolsa e entreguei a ela, que me
fitou com uma alegria sincera...
No intervalo, voltei a banca de Fabiana, conforme combinado. Matutei
durante a caminhada, que se ela transava com esse fedelho e o elogiou quase
demonstrando em público, ruim de foda é que ele não era, sequer mediano, pois a
ambulante trepou e trepava com Rodrigo, provavelmente era tão braba quanto eu,
e era no final das contas, mas enfim, nada como revisitar o início de minha
jornada de putaria, a qual foi com um jovem na idade de Cleiton.
Em 15 minutos Cleiton se mostrou desenrolado. Foi discreto, não falou
merda, não se mostrou emocionado e me instigou bem, e eu disse que chifraria o
maldito de novo hoje, então se não fosse com Cleiton, seria com algum
pretendente do grupo. A ausência de clientes naquele horário, pois o quente na
banca de Fabiana é no comecinho do dia, ajudou a conversa a ser mais à vontade
e sem filtros. Ele morava perto de Fabiana, e ela me levaria até a casa dele,
às 15h.
Almocei, tirei uma soneca curta e às 14h05, levantei, tomei um banho e
escolhi um vestido florido médio, de mangas curtas, decote discreto, babados na
barra e nas mangas e uma sandália de salto médio, confortável. Pintei as unhas
de um quase preto e secou rápido, depois peguei minha bolsa, uns livros leves
para disfarçar e saí, precisamente às 14h37, sob um solzinho filho da puta de
forte, mas não poderia arriscar chama-lo para minha casa, não assim...
Cheguei à banca de Fabiana e ela estava lá, com outra roupa. Uma baby
look roxa com estampa de borboleta e uma saia média e justa, a qual desenhava
bem sua bunda enorme. Me surpreendi, nos cumprimentamos e partimos, pela
sombra, claro, e uma hora ela indagou:
—Já fez teu evento de apresentação?
—Mulher, ainda não! Você fez? Respondi e indaguei.
—Faz é tempo, escolhi a Festa do Leite! Respondeu Fabiana, e a fitei
pasma.
—Sério? Você... engoliu a porra dos 10 caras? Questionei, abismada e
ela riu alto.
—Claro que não Luciana, nem dá pra engolir tudo, esse negócio de "engolir porra de 10 caras" é só "enxame", pra chamar atenção, no caso, tu engole se quiser e se aguentar, e não lembro quantas porras engoli, mas foi
poucas, só que fiquei bem lambuzada, e a regra do evento não é engolir a gala dos 10, mas sim ficar o mais melada possível! Respondeu Fabiana.
—É mesmo? Nossa, e foi legal? Questionei, curiosa.
—Claro! Mulher, se tiver indecisa, vai na Festa do Leite, é massa, é uma putaria gostosa e é mais fácil marcar encontros depois! Confessou Fabiana, suspirando no final.
—Entrou quando no grupo? Questionei,
curiosa.
—Entrei em 2012, indicada por quem? Adivinha! Respondeu e instigou a
mulher, rindo.
—Sei lá, o... Ariovaldo? Perguntei, chutando e ela riu marota.
—Sim, ele mesmo, o primeiro chifre que botei no traste do meu marido...
foi com o Ariovaldo. Ele era bonitão na época, todo dia comprava na minha
banca, antes dela ser em frente a escola, e continuou comprando até se aposentar. Ficamos amigos, ele me pegou
num momento sensível, e foi me “queixando”, aí resolvi ceder, e o resto eu te
conto um dia! Respondeu Fabiana, e dei risada.
—E o Rodrigo? Foi o Valdo que te apresentou? Perguntei. O papo estava delicioso.
—Mais ou menos. Quem começou a comprar na minha banquinha foi a filha dele, aí ela fez propaganda e logo o pai começou a frequentar, o Valdo viu e comentou quem era ele, o famoso "Abençoado", me apresentou e comecei a dar brecha, mas... o coroa disse antes, que ele não ficava com casada escondido, então comecei a ir trabalhar sem a aliança, papo vai, papo vem, o malandro foi se tocando das brechas que eu dava, aí rolou. A gente curtiu por quase três anos, Luciana! Contou Fabiana.
—Nossa, e... acabou porque ele descobriu que você era casada? Perguntei e ela desabafou:.
—Teve um dia que eu e o chifrudo fomos pro Atacadão fazer as compras, aí eu vi o Rodrigo lá com a esposa dele, nem deu pra evitar, e ali eu já sabia que tinha dado merda e ia perder ele. A mulher dele me conhecia por alto, a gente se falou e tudo, e o Rodrigo nem demonstrou nada, pense num cabra que sabia disfarçar, aí no dia seguinte, mulher, ele foi lá na banquinha... e terminou o lance comigo. Luciana, te juro por Deus, eu passei mais de duas semanas só mandando minha cunhada vir no meu lugar, fiquei destruída. Eu chorava escondida do meu marido, no banheiro! Ao ouvir aquilo, pasmei...
—E o Cleiton? Conheceu como? Questionei, mudando de assunto, porque percebi que Fabiana ficou sentida, por mais que eles tenham voltado a transar, a lembrança a machucou, tanto que a pobrezinha já estava embargando a voz. Recomposta, safada riu marota e confessou,
despudorada:
—Num piquenique que fui, numa cachoeira, foi eu e meus amigos, o
Cleiton foi convidado por uma amiga, mas ele conhecia a maioria do pessoal, e
eles “frescavam” dizendo que não era pra deixar ele botar sunga porque tinha o
pombão, eu né... tu sabe, aticei pra ele usar a sunga, ele usou, eu vi o
pacote... aí chamei ele num cantinho, e... foi que foi gostoso!
—Nossa, você não vacila hein? Brinquei, e ela riu alto.
—Luciana, eu vou te confessar uma coisa: eu não tenho preconceito com
esse lance de idade, sabe? Se for pauzudo e esse pau ficar bem duro pra me comer, tô dentro, mas
eu adoro um novinho, o Cássio por exemplo... até hoje a gente curte, e o menino
só melhora com o tempo! Disse Fabiana.
—Ah, o Cássio... é demais viu? Delícia de novinho! Comentei, e ela riu,
e rimos.
Andamos mais um pouco, e o tempo do percurso passou rápido por conta da
nossa conversa lasciva, Fabiana revelou mais segredos íntimos e me surpreendeu.
Ela disse que curte muito fazer DP, a maioria de suas transas são com dois
caras, mas os olhos brilharam além do normal ao falar rapidamente de suas
trepadas com Rodrigo, as quais são só anal. Braba demais...
—Chegamos, não repara a casa, é feinha, por dentro é bem pobre, nem
cama o coitado tem, mas... ele é um rapaz agradável, carinhoso, sabe usar muito
bem o pauzão que tem, e o colchão é bem confortável! Disse Fabiana em frente à
casa dele. Dei risada.
—Entendo, e tudo bem... se fizer gostoso mesmo, até pendurada vai valer
a pena! Retruquei, e Fabiana deu uma risada sacana, ri também, e ela bateu
forte à porta.
Não demorou nem um minuto, e Cleiton surgiu. Trajava uma camiseta de
surfe e um short médio, e de cara vi um volume considerável formado ali. Ele
sorriu, nos cumprimentou e entramos rapidamente. A rua estava vazia naquele
horário e a casa... putz... deu pena. Havia uma rede armada, um rack velho com
uma TV pequena e uma mesa com duas cadeiras.
O piso era de cimento queimado, brilhoso, sem rachaduras, o que
denotava que aquela casa não tinha muito tempo de construída. Tinha um sofá até
decente, de dois lugares, um frigobar e a cozinha também era simples, nada de
reboco nas paredes. Pobre mesmo, o “quarto” era dividido por uma cortina.
Resumindo: um quitinete bem limpinho e com aroma agradável.
—Bem, boa transa, e Cleiton... trata bem minha amiga viu? Ela é como
eu... gosta da coisa bem feita, e eu falei muito bem de ti, então... não me
decepcione! Disse e avisou Fabiana.
—Pode deixar, vai ser muito gostoso! Disse Cleiton, alisando meus
cabelos, depois meu rosto e queixo, me encarando com um olhar sedutor. Sorri e
aticei:
—Bora, Fabi, para saber se ele é bom mesmo... tem que encarar duas!
—Se preocupe não... esse teste vai chegar em breve! Rebateu Fabiana, e
rimos alto.
—Oxe, pode vim as duas... não abro não! Provocou Cleiton, e rimos mais.
—Só diga isso... depois desse nosso encontro, ok? Retruquei, provocando
e ele riu.
Fabiana se foi, e combinamos de ela vir me buscar quando terminássemos.
Gelei um pouco após Cleiton trancar a porta. Meio que eu tinha... me esquecido
como era voltar a ser a Luciana... sim, um pouco imprudente e impulsiva do
início, deslumbrada com a existência de um homem com uma rola quase do tamanho
de seu antebraço e metade da idade do corno.
—Quer beber alguma coisa? Tem suco, cerveja! Indagou Cleiton, e dei
risada.
—Aceito água... e um banho, vim nesse sol forte e estou com calor!
Respondi, e ele sorriu, em seguida foi ao frigobar, pegou a garrafa d’água, um
copo e me deu. Depois notei que havia um garrafão sobre um móvel, com um
extrator de água acoplado. Tadinho... tão pobre...
—Pode tomar um banho, já deixei uma toalha limpa no banheiro! Disse
Cleiton.
—Me espera no quarto, não vou demorar! Falei, e entreguei o copo, me
acheguei mais e dei-lhe um selinho, mas ele foi maroto, me puxou pela cintura,
colando meu corpo ao dele e me roubou um beijo, e beijava gostoso, alisando
minhas costas e seguimos nos beijando.
—Tu tá cheirosa demais, acho que nem precisa de banho! Sussurrou
Cleiton, que beijou meu pescoço e deu uma fungada arrepiante, me fazendo
grunhir, e em seguida ri. Ele também estava com um perfume delicioso, másculo.
Podia ser bem pobre, mas se cuidava, tinha vaidade.
—Mas estou com calor, então vai, me espera que é rápido! Retruquei,
sussurrando.
O banheiro era compacto e modesto. Com metade das paredes cobertas de
chapisco, vaso e pia bem limpos sem qualquer mancha, chão no contrapiso e um
pequeno armário sob a pia, daqueles de MDF. Bom, eu não sabia se a casa era
dele mesmo ou alugada. Dados seus 19 anos, era improvável que fosse o dono, mas
também poderia ser e isso não me interessava...
Fiz um rápido asseio e a toalha com que me enxuguei estava limpa e
cheirosa, além de confortável. Vesti a calcinha, me enrolei na toalha e fui
para o “quarto”, cruzei a cortina e vi Cleiton, deitado sobre o colchão bem
coberto com colcha e lençol limpos, relaxado com a cabeça sob as mãos, trajando
só uma cueca samba-canção xadrez, a qual revelava um volume bem chamativo. Ele
me fitou e sorriu sapeca, sorri de volta. Não havia cama... a foda seria no
chão...
A janela estava apenas com as venezianas abertas. Sobre uma cadeira de
madeira, um ventilador encardido e sem a grade frontal, girando trêmulo e
espalhando um vento forte. Uma cômoda surrada com objetos pessoais e um espelho
manchado, apoiado a 45 graus em cima da mesma. Contraí meus lábios, sabendo o
que era aquilo, pois também vivi algo semelhante quando minha casa nesse bairro
foi construída, por mim... e pelo corno, e éramos felizes.
Tirei a toalha, e os olhos de Cleiton se incendiaram, um olhar sim
sedutor, faminto, o volume sob a cueca cresceu, cresceu e se destacou, erguendo
o tecido como uma afronta, um aviso de que sua virilidade e desejo latejavam, e
seu vigor juvenil nos chamava para o prazer.
—Que corpo lindo tu tem, Luciana! Nossa, que gostosa! Elogiou Cleiton,
maravilhado.
Apenas sorri, me abaixei e engatinhei sobre o colchão duro de casal,
flertando, e logo toquei o pacotão. Senti bem duro, senti o tamanho e a curva
que fazia, achei a entrada da cueca e desembrulhei o caralhão do novinho, a
boca abriu suavemente, os olhos também, aquele arrepio gostoso me tomou, a
xoxota melou e o sorriso de mulher feliz brotou em mim.
O safado tinha uma trena perto, dei risada, e ele sacou, pois riu maroto. Peguei e medi, absurdos 23,7 centímetros depilados, tortos para a esquerda, com veias modestas, pouco prepúcio abaixo de uma glande meio rosada, com bolas médias e uma grossura boa. Um pauzão que destoava de seu corpo magrelo, embora definido e quase sem pelos.
—Eita menino... lapa de pomba da porra, a Fabiana dá conta mesmo?
Comentei e aticei.
—Ora... ela só gosta se for assim! Tu também né? Confirmou e atiçou.
Dei risada.
—Eu ADORO, se gostasse de mixaria, trepava com o corno! Rebati, e ele
riu. Rimos.
Não perdi tempo, comecei a masturbar suavemente, ficando de bunda para
cima, subindo e descendo com as duas mãos e pirando ao ver sobrar rola,
apertei, segui em movimentos suaves, girando e puxando a pele para baixo, e
aquele chorinho de tesão veio, encostei os lábios e os melei, depois sorvi,
sentindo o gosto salgadinho daquela seiva de macho, em seguida abocanhei, só a
glande, Cleiton deu um gemido gostoso, e o boquete começou.
—Vira esse rabão gostoso pra cá e chupa mais! Pediu Cleiton, e obedeci,
recuei bem e fiquei quase paralela a ele. O mancebo alisou, apertou e deu um
tapa de macho no meu rabo, segui mamando, já atolando a metade, vertendo
saliva, grunhindo tarada.
Ele baixou minha calcinha e logo acessou minha buceta melada, e o toque
dele era de comedor tarimbado, suave, na medida certa. Tirei o pauzão da boca
para gemer tarada e rebolei, masturbando e roçando a cabeça daquela pirocona em
meus lábios. Os dedos dele me penetraram e fodiam minha xoxota sem pressa,
abocanhei até atolar e engasguei, tossi e a saliva escorreu, tirei, bati no meu
rosto, rocei na minha língua e caí de boca de novo, mais tarada.
—Quero 69, e me chupa bem gostoso! Pedi, e Cleiton assentiu, então me
aprumei, sentei com minha buceta na cara dele, rebolei, sacudi meu quadril e
abocanhei a tora morena com fome, e que pauzão gostoso de se chupar, grossura
deliciosa, e de novo tirei da boca para gemer feito uma cachorra no cio, mais
no cio ainda.
Abocanhei o caralhão e gemendo, grunhindo e atolando, até quase
engolir, e Cleiton gemeu alto, em seguida eu gemi alto e bradei palavrões,
depois punhetei apertando com força o pau de verdade, de macho que aquele
fedelho tinha, puxando bem a pele para baixo e dando lambidas enquanto o ar
faltava com a chupada matadora dele, que dedilhava meu cu marotamente, me
fazendo rebolar tarada. Chupei, fiz o vai e vem frenético com a boca e tirei.
—Caralho... que boca gostosa da porra, vai delícia! Disse Cleiton,
maravilhado.
—Bota a camisinha... e soca esse pauzão bem gostoso na minha buceta!
Pedi, tarada.
É... eu odeio e sempre vou odiar camisinha, mas era necessário, só que
ver o moleque encapando aquele pau enorme com destreza, disparou ainda mais meu
tesão. Sobrou pica sem o látex, e sorri, em seguida montei, pincelei o cacetão
no meu grelo e aticei, e se a porra desse saco de "dindin" começasse a atrapalhar
o verdadeiro gosto daquela pirocona, era só tirar...
O pauzão foi entrando, e controlei o quanto entrava pelo fato de ele
ser torto, e minhas carnes iam acolhendo aquela rola, a qual me roubava
suspiros de tesão e gemidos manhosos, desci mais, gemendo e rebolando, fazendo
um vai e vem cadenciado e me arrepiando toda.
Não desci até o final, então me ajeitei e comecei a cavalgar, só que
logo o pauzão foi abarcado pela minha xoxota gulosa, e senti aquela dorzinha,
aquele arrepio, aquela pontadinha deliciosa que só uma rola de verdade causa,
não aquele palito que o corno tem entre as pernas. Sorri, imersa, com as mãos
apoiadas no peito de Cleiton enquanto ele começou a me acompanhar,
sincronizando deliciosamente nossos movimentos, e dei um gemido alto.
Ah, corninho, sua esposinha estava numa casa que mal tinha reboco e
móveis decentes, trepando com um mancebo desconhecido NO CHÃO, sobre um
colchão, e quicava feito louca, com a bunda bem arrebitada, presa numa rola
deliciosa, grande e que ia me dar muito prazer. Cleiton segurou minhas nádegas
e abufelou, sem pressa, socando tudo e dando aquele tranco maroto e rápido, já
me levando a um delírio ainda maior. Cerrei os dentes e gemi alto.
—P-Puta que pariu... mulher gostosa da porra, vai, cavalga, safada!
Disse Cleiton, tarado.
—Assim? Cavalgar assim nesse pauzão gostoso? Provoquei, e mostrei a que
vim, dei aquele quicada com o rabo mais arrebitado, quase tirando e sentando
até o talo, com pancadas fortes, e o novinho gemeu aflito, fez careta e eu ri,
quase sangrando o lábio inferior de tara.
—Fica de quatro, esposinha safada! Pediu Cleiton, após um tempo,
ofegante, como eu.
—Gosta de comer mulher casada é? Aticei, provocando e ficando bem
empinada.
—Ora... são as melhores né? Adoro casadinha, principalmente as que
aguenta rola grande como tu e a Fabiana! Caralho, que rabão! Respondeu e
elogiou Cleiton, e entrei na pilha:
—Acha que um rabo desse tamanho merece pau pequeno?
—Oxe, nunca, por isso teu marido é corno né? Não tem uma pica de
verdade pra meter nessa bundona, né safada? Mas aqui tem pau de macho pra te
foder! Retrucou Cleiton, e ri alto.
—Humm... então soca esse pauzão de macho bem gostoso! BORA! Falei e
gritei.
Cleiton pincelou seu caralhão na minha xoxota gulosa, abri uma das
nádegas, em seguida ele foi metendo e bombando sem pressa, deixando o resto
entrar aos poucos enquanto eu gemia, arrepiada conforme o resto avançava, me
fazendo apertar o lençol, encolher os dedos dos pés e estica-los. Uma hora ele
segurou minhas ancas como um comedor de responsa segura e iniciou as estocadas,
brandas, cuidadosas por ter o pauzão torto. Gemi e grunhi manhosa.
—Aguenta o pau todo nessa posição? Indagou Cleiton, gingando gostoso.
Eu gemia.
—Eu não aguento é o pau pequeno do corno! Boa, soca, soca gostoso esse
pombão de macho. Respondi, rebolando. Não gosto de usar “pomba” para me referir
a pênis, mas... enfim...
Senti o talo do caralhão de Cleiton e dei um grito curto e agudo,
depois um gemido choroso ao sentir ele bombando só o talo, malvado, maroto,
fazendo questão me registrar que seus quase 24 centímetros de rola estavam me
currando como uma safada merece. Balancei as canelas, contraí e estiquei de
novo os dedos dos pés, chorosa de tesão e o novinho embalou.
Encolhi um pouco a bunda, mas Cleiton a arrebitou de novo, estocando
com fome, me roubando gemidos altos e gritos curtos enquanto alisava e apertava
meu rabo. Torci a colcha e o lençol, já suando e arfando, vendo estrelas com
aquela jeba enorme quase saindo e entrando até o talo. Ele deu duas bombadas
fortes, foi devagar e depois acelerou.
—Caralho... que gostosa, rebola nesse pau sua safada! Disse Cleiton,
tarado e rebolei.
Ele parou enquanto eu assumia o comando, rebolando e sacolejando meu
quadril.
—Tira... tira essa camisinha, tira! Pedi, sussurrando.
—Tira tu, e aproveita pra mamar bem gostoso com essa boca de casadinha
safada! Retrucou Cleiton, que tirou seu pauzão. Me virei rapidamente e saquei
fora a camisinha, em seguida caí de boca, sentindo o amargor do látex, mas sem
me importar. Mamei até engasgar.
Deitei Cleiton e me acocorei, aloquei o cacetão na entrada da minha
buceta e sentei suave, controlando, sentindo o comprimento me invadir e a
grossura me preencher, apesar de não ser tão grosso. Ao sentir o talo,
arrebitei a bunda, e bem de cócoras, comecei a quicar, sentindo a delícia que
era aquela chibatona no pelo. Grunhi e gemi mais tarada, “plaft, plaft” nervoso
e ele gemia, fazendo caretas de dor e tesão, mas dando conta sim, com maestria.
—Me faz gozar gostoso, bora, mete, mete! Cochichei, ofegando e sentada
sobre os joelhos, sem parar a gangorra. Ele agarrou meu rabo, apertou e socou
sua tora sem pena, e vi estrelas, quase muda e depois dei um grito que ecoou no
quarto ao sentir aquele engate.
Ele começou a mamar em meu seio direito enquanto bombava, mamava com
habilidade, dando mordiscadas leves, e o pauzão me arregaçando gostoso, me
causando calafrios, e não segurei, comecei a gemer bem alto, depois gritar mais
tarada, sentindo o orgasmo delicioso me tomando inteira, causando tremores e
urrei, abafando meu urro com a cara perto do pescoço do macho e do travesseiro,
enquanto o pauzão continuava me fodendo.
—Caralho mermão... tu é show demais, delícia! Disse Cleiton,
esbaforido.
—Me dá leitinho... quero leitinho, goza na boca da casadinha! Pedi.
Pensei em dar o cu, mas demovi. Não que Cleiton não merecesse, ele se garantiu,
me fez gozar gostoso, porém...
—Casadinha que é casadinha, volta pra casa com o cuzinho arrombado, e o
teu merece o meu pau todinho nele! Retrucou Cleiton, beijando e lambendo meu
pescoço. Ah... safado...
—Hoje não, meu querido, hoje eu vim saber se você dá conta, e deu,
então... na próxima, se você me fizer gozar de novo... eu dou meu cu bem
gostoso! Retruquei, testando o jovem.
—Pode deixar, eu faço tu gozar feito doida, agora vai... vou te dar
leitinho como tu quer, vai voltar pra casa com gosto de porra nessa boquinha é?
Provocou o garoto, e bingo...
Ele passou no teste, se tivesse insistido pelo anal, aí já era, não
teria bis...
—Vou sim... goza, goza bem gostoso na boca da casadinha! Aticei, saindo
de cima e ficando na posição, ajoelhada e com a língua para fora. Ele se
levantou de um salto.
Cleiton me fez mamar de novo, e mamei faminta, atolando até engasgar e
verter saliva. Ele segurou minha cabeça e bombou gostoso, depois tirou seu
pauzão e começou a punhetar, com a glande encostada nos meus lábios, e pouco
tempo depois, gemeu alto seu gozo, um esperma meio denso, profuso, com jatos
fortes que foram certeiros em minha boca e parte do meu rosto. Uau... o novinho
gozava muito, quase como Rodrigo. Adorei, engoli tudo.
Chupei mais enquanto ele gemia tarado e deixei o pauzão limpo, depois
fomos tomar banho, e lá ele ganhou mais um boquete e me comeu mais um pouco,
mesmo com o picão meia vida, foi gostoso. Puro sangue jovem, vigoroso, cheio de
tesão. Adorei, ele iria me enrabar SIM.
Me vesti e em seguida mandei mensagem para Fabiana. Ela respondeu avisando que já viria. Sentei no sofá com Cleiton e brincamos um pouco. O pauzão dele endureceu de novo, meti a mão por dentro de seu short e masturbei. Depois trocamos números de telefone, avisei a ele que mandaria mensagem marcando nosso segundo encontro, e lhe prometi meu cu...
FIM
=================================================================
Olá queridos alunos. Espero que esteja tudo bem com vocês.
Na próxima postagem, de longe um dos momentos mais... peculiares, não só do Terceiro Ato, mas de toda a minha trajetória sexual. Farei o possível para postar antes da quinta-feira.
Gostaria de agradecer aos comentários que tive nas últimas postagens. Eu não estou bem de saúde, então não vou me alongar muito, espero que curtam essa aventura, e leiam com muita atenção, especialmente minha conversa com Fabiana, pois a partir desse texto, começa uma conexão que vai desembocar no primeiro clímax dessa fase, o qual será épico.
A foto da postagem seria uma explícita com Cleiton, pois houve um segundo encontro, mas, se eu fosse esperar seu envio, provavelmente não haveria postagem nessa semana. Dependendo de como esse post engaja, posso substituir a imagem depois, senão, só quando postar a segunda aventura.
Beijos, tenham todos um resto de semana vitorioso e cheio de paz.
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Heterossexual
Oral
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Terceiro Ato
Traição
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Comentários


A Luciana do "velho testamento" voltou!!!. A Luciana que mete com Ismael, Breno, Levi, Cássio.... Essa Luciana que eu adoro!!! Conto top demais. Os contos fora do grupo são os mais gostosos. Estou ansioso pelo conto da "Festa do Leite". E vamos atualizar essa foto... Queremos ver EXPLÍCITA!!!
ResponderExcluirConto maravilhoso. Que delícia de bunda em Professora Luciana. Quero ver a foto explícita com esse novinho dotado aí em.
ResponderExcluirProfessora só uma dúvida? Vai ter foto com o Cássio? Tem foto de sexo com ele?
ResponderExcluirOlá meu querido. Sim, tem foto explícita com Cássio, porém, ela só será postada mais à frente, ainda no Terceiro Ato, em outra transa com ele, em sua "despedida de solteiro". Beijos.
ExcluirSem dúvida, a professorinha folgosa é a melhor.
ResponderExcluirDelícia de conto. O melhor do terceiro ato até agora. Vamos engajar pra ela mudar essa foto e deixar uma bem explícita com o Cleiton, pessoal.
ResponderExcluirEsse conto me lembrou os velhos tempos. Está na mesma pegada dos contos do início do blog. Gostei.
ResponderExcluirProfessora uma dívida. Vc participou da FESTA DO LEITE? Caso tenha participado vc tirou fotos engolindo p*rra dos pauzodos? Vai ter foto explícita de vc toda lambuzada de p*rra?
ResponderExcluirE vi sobre a foto. Atualiza ela pra nós ❤️
Mais que rabão gigantesco de gostoso professorinha safada.
ResponderExcluirQuando eu li o título pensei: "Mais uma transa inédita com um novinho". Seus contos com novinhos são os melhores. Atualize essa foto aí professora. Estou curioso pra ver vc entrando na vara desse novinho.
ResponderExcluirMaravilhosa, atualize a foto queremos ver vc em ação!
ResponderExcluirQueremos te ver transando gostoso. Atualiza a foto. Conto muito bom.
ResponderExcluirConto maravilhoso Luciana…mais um novinho prá tua coleção…vc é perfeita nas fódas…BOTO
ResponderExcluirConto bom demais. Mosta a foto explicita do Cleiton pra nós. Beijão professora
ResponderExcluirAnsioso pelo que nos aguarda no próximo conto. Vai atualizar essa foto, professora?
ResponderExcluirQue foto deliciosa!!!
ResponderExcluirCaramba professora. Esse novinho aí é pauzudão mesmo em!!!
ResponderExcluir