130 - O TRISTE FIM DE UMA ESCOVA DE CABELO

 


Quando eu estava prestes a abocanhar o caralhão moreno de Cleiton, nos assustamos com batidas fortes na porta, e o nome do mancebo sendo chamado. Era Fabiana, cuja celeridade em chegar me surpreendeu. O novinho guardou seu pauzão e nos levantamos, e ele abriu a porta. A mulher entrou rapidamente, nos fitou com um sorriso malicioso e indagou:

—E aí povo? Se conheceram bem?

—Sim, muito bem! Respondi, fitando Cleiton, que sorria, ruborizado.

—A Luciana é show de bola, gostei muito dela! Disse o Novinho, e demos risada.

—Pela carinha de vocês, realmente foi bom! Bora Lulu, preciso voltar logo pra banca, tenho que desmontar tudo e depois ir pra casa! Disse e convocou Fabiana. Ela trajava a mesma roupa de quando viemos. Cleiton se achegou nela e alisou seu rabão, e a safada sorriu.

—Vem pra cá mais tarde? Indagou Cleiton, e ali vi que o lance deles era forte sim.

—Hoje não dá certo, o traste tá de folga da cachaça hoje e já chegou, mas outro dia... eu venho! Respondeu Fabiana, pegando no pau dele por cima do short. Dei risada.

—Vixe, daqui a pouco o meu traste chega! Bora Fabi! Falei, ao ver a hora. 17h08.

Nos despedimos de Cleiton, mas antes reiterei meu aviso de que EU o procuraria para marcarmos nossa segunda transa, e que ele jamais ligasse ou mandasse mensagem para mim. Ele entendeu, então partimos, vi a rua quase sem ninguém e achei um pouco estranho.

—E aí Luciana? Gostou? Seja sincera! Indagou Fabiana, enquanto andávamos.

—Sim, muito, o jovem é promissor, fez direitinho! Respondi, sincera, e ela riu.

—Fez anal? Perguntou Fabiana, quase sussurrando.

—Tive vontade, mas não fiz! Fica para a próxima! Respondi, e Fabiana deu risada.

—Tá certo, e... mudando de assunto, tem falado com o Rodrigo? Indagou Fabi.

—Só por mensagens, faz tempo que não o vejo, estou com muita saudade, por isso não fiz anal, porque eu quero fazer é com ele. Eu sei que o pobre está com problemas, mas... eu sinto falta, só gozo gostoso mesmo com o Rodrigo! Respondi e desabafei, desolada e ela riu.

—Nem me diga, também sinto saudade daquele safado, mas... ele falou pra ti de uma suruba que quer fazer comigo, contigo e mais duas? Perguntou Fabiana, e a fitei pasma.

—N-Não... suruba? Outra? Questionei, muito surpresa. Ela comentou:

—Ah, não falou não? Pois ele disse pra mim, que no fim de junho vai nos chamar pra uma “brincadeira”, e achei que tu já soubesse, porque ele falou que tu ia, deu como certo já!

—É? Eu, você e mais duas? Quem são? Perguntei, arrepiada de curiosidade.

—Aí eu não sei, talvez seja a Stella e a Vitória. E tomara que seja elas, porque se ele chamar o diabo daquela “nega” nojenta eu tô fora! Disse Fabiana, e logo saquei a referência.

—Ah, sei, a Ayla né? Perguntei, e Fabiana assentiu, com uma careta e os olhos revirados, deixando claro seu ranço pela negona. —É... Ayla é meio complicada mesmo! Completei.

—Ninguém merece, ô mulherzinha insuportável! “Imperosa” demais! Opinou Fabiana.

—Mas... espere um pouco... somos eu, você e mais duas. Você conhece Stella e Vitória, mas Rodrigo não falou que eram elas, então... Ayla também está descartada! Deduzi.

—É mesmo né Lulu? É... ele teria falado, então...! Replicou Fabiana, pensativa.

—Essas duas... estão em aberto, ele ainda não sabe quem vai chamar, e... eu tenho duas sugestões muito interessantes para dar a ele! Comentei, e Fabiana me fitou surpresa.

—É mesmo? Quem são? Questionou a rabuda, tão curiosa quanto eu.

—Pequena Notável e Pimentinha! Respondi, e Fabiana ergueu as sobrancelhas.

—Stefhany e Kézia? Indagou Fabiana, e quem pasmou fui eu.

—Você... as conhece? Perguntei. Fabiana riu alto, respondeu e pasmei mais:

—Conheço assim... de saber quem são. A única com quem eu participei de uma putaria foi a Kézia, e sinceramente Luciana... ela não dá conta de um cabra como o Rodrigo não, a Stefhany é bem falada, elogiada e muito “bonequeira” pra encontros, só que ela tá se queimando no grupo por conta de uma treta com o Miguel, então... acho pouco provável!

—Acha a Pimentinha... fraca para o Rodrigo? Perguntei, impactada. Fabi disse:

—Eu não disse “fraca”, só acho que... ela não dá conta, mas posso tá enganada!

—Bem... Rodrigo e Kézia quase tiveram um encontro... em 2015! Retruquei.

—Sério? 2015? E por que não ro... aah... já sei porque quase rolou. Em 2015 a mulher do Rodrigo adoeceu e ele saiu do grupo, eu lembro que os encontro dele foi tudo cancelado, mas não sabia que a Pimentinha e ele ia transar! Indagou e revelou Fabiana, surpresa.

—Olha... a Pimentinha pode sim com o Rodrigo, eu também já a vi transar... e digo com convicção: a bichinha é braba, mas e Stefhany? Por que acha pouco provável? Retruquei.

—O Rodrigo sabe do engodo dela com o Miguel e não tá gostando disso. Ok, é uma treta dos dois, só que... o Rodrigo detesta mulher barraqueira e escandalosa! Retrucou Fabiana.

—É... mulher barraqueira é muito feio mesmo, mas puxa, seria bom se ela e o Miguel se acertassem né? Essa beligerância dos dois não leva a lugar nenhum! Comentei, penalizada.

—Diabo é beligerância? Palavra esquisita! Indagou e comentou Fabiana, e ruborizei. Tadinha, ela não tinha muito estudo, e tudo bem, isso não a desabonava, então respondi:

—Ai... desculpe, beligerância é... agressividade, estar em guerra, conflito!

—Puxa... eu queria ser professora quando era mais nova, sabe? Adorava brincar de escola, era boa aluna, tirava nota boa, mas aí... tive que parar cedo, só terminei o primeiro grau, e tive que trabalhar! Às vezes penso em voltar, mas aí... cadê o tempo? Desabafou Fabi, triste.

—Nunca é tarde para recuperar o que perdemos, Fabi. Você é nova, inteligente, pois tem um negócio seu, sabe conversar, então... pode sim voltar a estudar, depois fazer uma faculdade e... realizar seu sonho de ser professora! Retruquei, a abraçando de lado.

—Quem vai cuidar dos meus meninos, mulher? O fuleragem do meu marido que só vive mamado? É foda, Luciana, sonhar é bom, mas minha realidade é outra! Retrucou Fabiana.

—Da mesma forma que uma pessoa de confiança cuida da sua banca quando você se ausenta, também existe alguém de confiança para olhar seus filhos. Fabiana, lá na escola tem supletivo, você termina rapidinho, depois pode fazer faculdade ou prestar concurso! Pensa nisso, amiga, eu sei que é difícil, mas não é impossível, você consegue! Rebati, aconselhando.

—Vou pensar, Lulu, obrigada pelo apoio! Disse Fabiana, e nos abraçamos...

O dia seguinte.

Após uma noite exasperante ao lado do corno maldito, onde tivemos uma leve discussão. Saí um pouco mais cedo para trabalhar, e também ver se encontraria Rodrigo na padaria. Decepcionada. Ele sequer apareceu, devia estar bem ocupado. Eu estava ansiosa para saber sobre esse bacanal onde fui incluída, mas claro, eu esperaria o pastor tocar no assunto, pois Fabiana pediu segredo. A raiva do galhudo só me impelia a chifrar mais, e logo considerei aceitar um encontro. Eu precisava curtir ao máximo, aproveitar essa sacanagem gostosa.

Raimunda não veio. Merda. Será que o marido dela teve uma recaída? Quem sabe. No intervalo, peguei o celular e vi uma mensagem de Suzy, pedindo que eu ligasse para ela assim que pudesse, pois o assunto era sério. Liguei imediatamente. Quatro toques e ela atendeu:

—Oi Luluzinha! Tudo bem meu amor? Bem, a voz da loira era pura amabilidade e simpatia, então não talvez o assunto não fosse sério. Seria outro candidato para testar?

—Oi loirinha, tudo ótimo, minha querida, e você? Respondi, com a mesma simpatia.

—Podemos conversar um pouco? Está com tempo livre? Questionou a loira.

—S-Sim, podemos, estou no intervalo, tenho 15 minutos. Pode falar! Respondi, serena.

—Ok, é... Luciana, já escolheu seu evento de apresentação? Indagou Suzy.

—É... ainda não. Estou atrasada né? Respondi e indaguei, meio sem jeito.

—Sim, meu amor, bem atrasada. Você só tem o mês de junho para realizar seu evento, pois de agosto à dezembro, começam os eventos dos veteranos, e se você quiser participar deles, só poderá se tiver feito seu evento de apresentação! Respondeu Suzy, me advertindo.

—Nossa, é mesmo? Então... vou pensar direitinho e te dou a resposta ainda hoje! Falei.

—Não precisa ser hoje, agora, mas preciso de sua resposta até o dia 31. Caso tenha perdido ou apagado o panfleto digital que lhe enviei no dia de sua admissão, eu envio outro e aí você analisa. Leia com calma, veja qual lhe atrai mais e me responda depois! Retrucou Suzy.

—T-Tem alguma... sugestão? Indaguei, e Suzy riu alto do outro lado e respondeu:

—Mulher... a grande maioria das novatas, cerca de 95%, escolhe a Festa do Leite!

—Festa do Leite... é aquele do... gloryhole correto? Perguntei, para confirmar.

—Exato! É o mais “light” de todos, não precisa engolir a porra dos 10 caras, mas tem que se lambuzar. O foco é o bukkake, e nesse você tem controle total do evento, transa se quiser, engole se quiser, a única regra é se melar do esperma dos 10 caras, só isso! Explicou Suzy.

—Bem... vou analisar esse com carinho, e provavelmente será esse! Respondi, sapeca.

—Ok, então me responda quando estiver convicta, mas até dia 31! Disse Suzy, e assenti.

Nos despedimos e desligamos, em seguida pensei. Me lambuzar toda de porra... porra de 10 pauzudos. A ideia era maravilhosa, mais humilhante ainda para o corno maldito. Sobrou tempo, então peguei o celular secundário, e conferi as mensagens, resolvi que leria três propostas e aceitaria uma, e assim foi feito. Duas mais ou menos, as quais deixei em aberto, pois eram caras bem interessantes, e uma que me deixou bem instigada, enviada ontem à tarde...

“Boa tarde Professorinha Fogosa, tudo bem? Me chamo Inácio, tenho 37 anos, servidor público, solteiro e membro do grupo há seis anos. Sou discreto, respeitador, que preza pela amizade como primeiro passo para o prazer, e uma mente aberta como tempero fundamental de um sexo gostoso. Sou higiênico e em todos os meus encontros, uso preservativo. Meu dote é de 21cm e Garanto uma experiência única, com muito tesão e respeito acima de tudo”.

O bom desse grupo no WhatsApp, é que as fotos de perfil não eram de pirocas, bucetas ou homens e mulheres nus. Os membros tinham fotos comuns, e a de Inácio era bem casual, e gostei da aparência, por isso o priorizei. Moreno, quase como Amadeu, cabelos pretos estilo militar, olhos médios e pretos, nariz meio curvado para fora, lábios carnudos e boca média em um rosto quadrado. O corpo era atlético, bem dividido e na imagem, trajava uma regata azul.

 “Bom dia Inácio, o que acha de marcarmos para quarta-feira, 15h em um motel à sua escolha? Fiquei bem instigada com sua proposta e gostei da sua mensagem. Respondi, sucinta.

A essa altura, não me consumi de ansiedade pela resposta de Inácio, analisei e respondi algumas outras propostas sem definir nada, e logo o sinal que anunciava o fim do intervalo soou, quebrando o clima gostoso. Guardei o celular e voltei para a sala dos professores, e lá, refleti que a maioria dos homens com quem eu me envolvia, eram mais novos que eu...

Não que isso fosse ruim. Era, antes de eu descobrir essa vida sexual louca a que me entreguei. No mundo do sexo casual, idade não importa muito. Experiência e os requisitos que estabeleci como ponto de partida, são o que realmente importam, e creio que isso se estende as demais mulheres que vivem essa sexualidade liberal... e talvez libertina também...

Em casa, após o expediente. Me preparei para tomar banho, fazer o almoço e dar uma boa dormida. De repente, o celular da sacanagem apitou, corri para olhar e lá estava a resposta de Inácio, aceitando as condições e confirmando o encontro. Cogitei analisar outras propostas, mas desisti. Pensei em Rodrigo, e na suruba que estava por vir, tinha também meu evento.

Festa do Leite. Já estava praticamente decidido que seria esse o evento. O bizarro era a imprevisibilidade que tinha se tornado minha vida sexual, ao passo que também tinha se tornado divertida. Não só pelo fato de chifrar o corno, mas em saber o quanto posso me redescobrir e redescobrir. Quando o encontro terminar, aviso a Suzy minha decisão...

QUARTA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2019 – 14h50.

O motorista partiu, me deixando em frente ao shopping onde Benício e Odair vieram me buscar. Local estratégico e percurso mais rápido para o retorno. Eu trajava um vestido médio de mangas médias, florido e na cor amarela. Discreto, nada colado. Na bolsa grande, o exame, feito no dia anterior, alguns itens como escova de cabelo, perfume e claro, os celulares.

De repente um carro parou próximo onde eu estava. Só reparei porque era um lindo carro. Cinza, grande e com quatro portas. Da traseira, saiu um rapaz, parecido com Inácio, e da porta dianteira... saiu Janaína, a vadia fuxiqueira que me fez levar um carão de Suzy. Confirmei que era Inácio por conta dessa infeliz, só que... ele não parecia beiçudo na foto de perfil...

—Boa tarde, você é a Luciana? Indagou Inácio, me abordando meio incerto.

A voz dele... não soou muito máscula não, mas enfim, respondi e indaguei:

—Sim, sou eu, e você é o Inácio né? Em seguida olhei para a tosca da Janaína e apenas acenei, com um sorriso forçado, na verdade querendo dar uma boa mãozada na cara dela...

—Eu mesmo! Puxa, você é linda, esse vestido ficou perfeito em você, combinou com tudo, principalmente com essa sandália, gostei, e seus cachos são maravilhosos, dão um estilo único, adorei! Disse e elogiou Inácio. Hã? Como é a história? Minha cara “bundificou”.

Me chamar de linda, na boca de um HOMEM, implica no conjunto todo. Normalmente é assim. O homem safo, maroto, repara na sua roupa com os OLHOS e já embute no “você está linda”. Comentário sobre roupa é coisa objetiva e discreta, tipo, fazer uma média para nos amaciar. Inácio comentou sobre mim e sobre minha roupa... como um BAITOLA comentaria. A impressão foi essa, e rezei muito para ser apenas um julgamento precipitado. Sorri acanhada.

—É... o-obrigada, você é bem atento a detalhes hein? Comentei, e ele riu, mas... não pareceu soltar a franga, a postura era de homem. Observei qualquer trejeito suspeito e nada.

Notei Janaína dando um discreto sorrisinho. Ela se tocou e logo tratou de adiantar a coisa, nos convidando a ir para o motel o qual marcamos, e ficava ao lado do shopping. Motel modesto, nem de pobre e nem de rico, embora as melhores suítes não estivessem acessíveis a um assalariado, ou alguém com condições, mas com educação financeira bem empregada...

Suíte Imperial. Gostei. Espaçosa, aconchegante, além do que eu esperava. Janaína conferiu nossos exames, depois eu e Inácio fizemos o mesmo. Graças a Deus essa infame resolveu sair, pois meu ranço dela não ia passar tão cedo por conta de seu fuxico, e a permanência dela certamente iria comprometer o encontro. Tanta menina para cobrir meu encontro, tinha que vir logo essa abestada?

Avisei a Inácio que ia fazer um rápido asseio. Ele assentiu enquanto se despia, e que corpão bonito ia se mostrando conforme ele tirava sua camiseta, gamei no tórax dele, semelhante ao de Rodrigo, cheio, mas nada exagerado (o do pastor seguia mais tesudo). A xoxota começou a babar, então me apressei, tirei o vestido, a calcinha e dei uma rápida lavada, em seguida deixei o vestido cuidadosamente dobrado sobre uma mesinha, próxima a uma portinha, aquela em que os clientes recebem seus pedidos, tipo comida ou outras coisas.

—Nossa, que mulherão você é! Gostosa demais! Comentou Inácio, com olhar teso. Me aproximei dele, que me puxou para perto de si, numa pegada gostosa, que me fez soltar aquele gemidinho safado, e curti seu molejo. Mãos seguras alisando minhas costas, depois meu rosto. Nossa troca de olhares já foi criando o clima delicioso, e logo ele alisou e apertou minha bunda.

Não me fiz de rogada, apalpei, por cima da calça, seu pau, e senti ele mais ou menos duro, suficiente para que eu baixasse o olhar e visse um belo pacotão ali, pronto para uma brincadeira deliciosa. Mesmo ele sendo beiçudo, era gato, charmoso, e nos beijamos, e de beijo ele era bom, além, claro, de ser habilidoso no toque, contudo... o pau não endureceu mais, mesmo com nossos corpos colados, mas tudo bem, sinal de que ele tinha autocontrole.

—Vai... quero que você também se asseie, estarei te esperando na cama! Sussurrei.

—Não vou demorar minha deusa morena, é rápido! Falou, e sorri.

Bem, a desconfiança de que ele era “balde” por ter elogiado tão empolgado meu visual, tinha se dissipado. É... embora eu tenha estranhado, a intenção dele foi a de causar uma boa impressão. A temperatura estava gostosa, mas desliguei a música ambiente, um bostanejo de corno manso que me causa ojeriza. Realmente Inácio foi rápido, surgiu de cueca box preta, com um volume sedutor, além de seu corpo, bem cuidado e gostoso. Vaidade no nível certo. Adorei...

Sensualizei, abrindo um pouco as pernas, alisando os seios e as coxas. Estava só de calcinha e ele subiu na cama, me devorando com o olhar. Olhei o pau dele sob a cueca e... não parecia duro ou meia bomba. Beleza, o macho alisou e apertou minhas coxas, fez um carinho rápido em minha xoxota, subiu percorrendo o ventre até acessar meus seios, os apalpou e dedilhou os mamilos que logo enrijeceram. Gemi manhosa e peguei em seu pau, senti endurecer um pouco, nos beijamos, apertei mais forte, sentindo endurecer mais e crescer sob o tecido.

Logo ele deu uma mamada deliciosa em cada seio, me causando arrepios violentos e arrancando gemidos bem safados. A rolona, agora bem dura, estufava a cueca, desesperada por liberdade. Apertei mais firme, sentindo a grossura enquanto ele mordiscava e lambia meus mamilos. O cara era bom, toque seguro e gostoso, mas eu queria ver logo o “produto” dele.

Tirei a cueca dele, e o pauzão moreno saltou. Meio torto para a esquerda, depilado e circuncidado, com uma glande comprida, mas menor que o resto, que era grosso e com veias saltadas e bolas médias. Humm... 21 centímetros bem desenhados e tentadores.

—Delícia hein? Deite-se, quero brincar um pouco! Comentei e pedi, sussurrando.

Inácio não disse nada, sorriu e percebi que foi um sorriso estranho. Apesar disso ele se deitou, bem relaxado e com um olhar meio... cabreiro, mas desencanei, talvez fosse um jeito próprio de controlar uma possível ansiedade, ou charme mesmo. Masturbei suavemente, sentindo o calibre, a mão quase não fechar e a textura deliciosa do pauzão pulsante.

—Imagino o que essa boca deliciosa pode fazer, porque as mãos... são maravilhosas! Comentou Inácio, enquanto sentia minha punheta que ia da suave à rápida, e sorri.

Me aprumei, com o rabo empinado, passei o rosto pela pirocona grossa, sentindo o cheiro, o calor e comecei a lamber, do meio à ponta da glande, beijei, espalhei saliva e abocanhei, alargando gostoso minha boca com a grossura, quando senti o pauzão começar a perder um pouco a rigidez. Segui chupando, avançando mais, dando aquele engasgo gostoso e depois recuei um pouco, deixando a saliva escorrer, e a rola amoleceu mais.

—A-Aconteceu alguma coisa? Não está gostando? Questionei, sem entender.

—N-Não... não é isso, mas... é... você usa dildo? Respondeu e indagou Inácio.

—Como é? Dildo? Que diabo é isso? Questionei, me empertigando, e ele deu risada, e o gestual dele rindo... reviveu minha suspeita. —Qual a graça, meu querido? Indaguei, já irritada.

—Dildo, é vibrador, pau de plástico ou borracha! Você curte usar? Explicou e indagou.

—Hã? Eu mesmo não, gosto de rola grande, grossa e feita de carne mesmo, mas... espere... por que você parou a transa para perguntar isso? Respondi e indaguei, com calafrios...

Olhei para o pauzão dele, e estarreci ao vê-lo todo molenga, depois o fitei, mais pasma.

—É que... eu gosto que a parceira estimule... meu cu enquanto tá chupando, sabe? Pensei que você ia... enfiar um dedo, ou me dar um beijo grego! Respondeu Inácio, e descorei.

—I-Isso é alguma piada? Você gosta de fazer gracinha durante a foda? Não pode ser sério, você... esperava que eu te desse uma dedada no cu, ou... que porra é beijo grego? Questionei, e cheguei a ficar meio areada, porque aquilo era simplesmente inacreditável.

—Sério que tu não conhece Beijo Grego? Beijo grego é... chupar o cu do parceiro ou parceira, é um estímulo gostoso! Eu só... consigo ficar excitado de verdade assim! Disse Inácio.

Quem deu risada fui eu, e alta. Aquilo era tão surreal e inacreditável, que parecia um sonho, ou uma cena daquelas comédias eróticas americanas para adolescentes iniciantes na punheta. Saí de cima, ficando ao lado dele de joelhos, respirei fundo, incrédula e retruquei:

—Olha meu querido... eu amo beijo grego, porém, quando fazem EM MIM, mas chupar cu de homem nunca rolou comigo não, quiçá enfiar um... dildo no cu dele! Eu transo com HOMEM, não com baitola, nada contra, sem preconceito, mas os caras com quem transei até hoje... nunca tiveram esses costumes abaitolados aí não! Inácio se empertigou e rebateu:

—Mas eu não sou baitola não, só tenho a mente aberta, nunca transei e não transo com homem ou gay, as mulheres com quem transo fazem isso de boa, só você que reagiu assim!

—Então só vamos conseguir transar... se eu meter meu dedo no seu cu ou...! Retruquei e me interrompi, olhando ao redor, e sobre o criado mudo, vi camisinhas, uma caixinha escrita “Inflate”, pomada e um... tubo de lubrificante, KMED, que me deu um estalo. Roliço, de grossura similar a dos pauzudos com quem transei, inclusive ele! —Aquele tubo de lubrificante? Completei, olhando para o objeto fálico, sem saber se ria ou dava um tabefe em Inácio...

—Pode ser... é que a maioria das mulheres com quem transo sempre leva, achei que você também usava! Pega, vai, eu pago esse KY! Respondeu e pediu, já de posse do objeto.

—Vou perguntar de novo: isso... é sério mesmo? Quer que eu... enfie isso aí no seu cu, para sua rola ficar dura de novo e transarmos? Questionei, estupefata, e Inácio deu risada.

—Eu não me preparei pra esse encontro... e fiz tu se produzir toda, linda e elegante, pra vir pra cá e “frescar” com a sua cara! Pode acreditar... tem mais caras nesse grupo que curtem isso e não tem nenhum problema, eles não são baitolas por causa disso! Retrucou Inácio.

Eu tinha duas opções: acabar o encontro ou... socar aquele tubo de KMED todinho no cu dele e ver se aquela rolona realmente iria endurecer de novo. O que mais de bizarro eu iria encontrar nessa jornada sexual? Que tipo de práticas malucas como essa, ou piores se apresentariam diante de mim? Ok... me convenci de que todo mundo tem uma história louca, bizarra, surreal e inacreditável para contar. Só não sabia se riria depois... ao contar essa história.

—Só acho... meio exagerado e... perigoso enfiar um objeto grosso assim! E se ele ficar preso? Não é como um dildo, vibrador, sei lá! Falei, me rendendo, mais para ver a putaria.

—É... nunca botei uma coisa assim, realmente tu tá certa, tem uma construção... diferente do dildo! O que sugere? Dedos? Eu fiz a chuca antes de vir, mas tu pode cobrir eles com camisinha! Disse Inácio, e nem sei que cara fiz, foi quando lembrei de um objeto:

—Eu... tenho uma escova de cabelo na minha bolsa, o cabo dela é... razoavelmente grande, um pouco grosso. Acho... que pode servir! O que acha? Propus, e Inácio deu risada.

—Pega lá, deixa eu ver! Disse o... “macho”, e o fitei abismada, ele riu de novo, sacudi a cabeça lentamente, rindo, mas de descrença, então fui até minha bolsa, em passos trôpegos.

Eu trazia minha escova de cabelo para penteá-lo depois das transas, pois o mesmo assanha muito fácil, fica armado e sempre foi assim. Eu precisava fazer uma revitalização nele com a Priscila para ontem, mas do jeito que as coisas estão.

Tirei a escova da bolsa, e não pude deixar de continuar descrente. Meu casamento se esfarelando até o dia em que tudo vai explodir, eu tentando atenuar os efeitos disso no sexo, e dentre tantos homens para trepar, o destino me sorteia um que gosta de objetos no cu e “beijo grego”, senão a rola não sobe, e garante com todas as letras que não é uma bichona. Aff...

O cabo da escova era um pouco maior e mais grosso que o pau do meu corno. Tadinha, eu amava aquela escova, as cerdas penteavam perfeitamente bem meus cabelos meio rebeldes. Ela seria sacrificada, após longos anos me servindo, pois, ao socar a coitadinha no cu dele, só se eu fosse louca de continuar usando. Subi na cama, mostrando-a a ele, que sorriu sapeca.

—E aí? Serve? Perguntei, balançando a escova.

—Ora, serve sim, pera, vou botar a camisinha no cabo e já fica bem lubrificada! Respondeu Inácio, e de novo, não sei a cara que fiz, mas pelo riso dele, não era de quem achava aquilo normal. Ele abriu uma camisinha, vestiu o cabo da escova com ela, esfregou bem e...

Isso também lubrificou seus dedos, e consequentemente... ele se posicionou meio em posição de frango assado e socou indicador e polegar em seu cu, para lubrifica-lo. Franzi o cenho, e pasmei... o pau começou a dar sinais de vida. Quase soquei meus dedos lá, mas me detive, preferi observar a cara lisa de Inácio, sem pudor algum, fazer o que fazia e ainda faria mais...

—Vai usar a camisinha na escova? Perguntei. Para que debater? Desisti...

—Não, ela tem o cabo liso, o lubrificante da camisinha é suficiente! Vai... bota, devagar! Respondeu e pediu Inácio, se posicionando e abrindo as nádegas. Respirei fundo, bem fundo...

Encostei a ponta do cabo da escova no cu aberto dele, e fui enfiando. Ele gemia, com uma cara abaitolada, nada, nada máscula, e a rola começava a endurecer mais. Fui metendo, fazendo um vai e vem suave, ouvindo um “que delícia” mórbido de sua boca. Puta que pariu...

E-Está gostoso? Indaguei, metendo mais, e incrivelmente... o pauzão reviveu, talvez mais duro do que antes, vertendo seu líquido de tesão como se estivesse gozando. Pasmei total...

—Tá, tá sim, continua! Tu manja hein? Já fez isso com mulher? Respondeu e indagou.

—N-Não, nunca! Respondi. Toquei seu pauzão, rijo como aço e comecei a masturbar.

—Agora sim... tô pronto pra gente continuar, chupa, vai! Disse e pediu Inácio, e murchei...

—Pode esquecer, meu querido... fim de encontro para nós! O máximo que você ganha é uma punheta até gozar, nada além disso! Retruquei, séria, e ele me fitou surpreso.

—Sério? Puxa... beleza então, eu entendo! Nem todo mundo tem a mente aberta, livre de julgamentos e preconceitos, só acho que... em um grupo sexual diversificado como esse, isso não é de bom tom! Disse Inácio, que relaxou as pernas e soltei seu pau. Dei risada e rebati:

—Meu querido... eu tenho minhas preferências e convicções... e elas serão respeitadas até mesmo em um grupo sexual, com gente de mente aberta, escancarada ou fechada, ok? Não seja leviano, o fato de eu não aderir aos seus fetiches, não significa que sou preconceituosa!

—Você é bem sincera, é melhor assim! Disse Inácio, e sorri. —Vai... querer a escova de volta? Completou, indagando e me mostrando a mesma. Fiz cara de nojo e neguei com a cabeça. Cara de pau.

Apesar do clima cinza que ficou enquanto nos vestíamos. Lá fora, a coisa ficou amena. Janaína realmente não se importava com nada relacionado ao encontro, fez perguntas mecânicas, e fomos éticos, nada de um queimar o outro, até porque eu não faria isso, por mais frustrante que a experiência tenha sido para mim, e felizmente Inácio agiu da mesma forma...

A prova disso foi a volta. Nós três no mesmo carro, o motorista deixou Inácio na casa dele e segui com Janaína. Já em casa, após um banho, peguei o celular secundário e vi uma mensagem de Inácio, com uma foto da minha escova de cabelo. Gargalhei, mas a vontade de chorar era maior... 

FIM

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Olá queridos alunos, espero que esteja tudo bem com todos.

Gostaria de agradecer ao engajamento de vocês na postagem passada. Sinceramente eu não esperava que vocês iriam curtir esse "retorno às raízes" que tive, e amei o termo "Luciana do Velho Testamento" que um leitor usou em seu comentário. A boa notícia, é que outros novinhos pauzudos vão surgir mais adiante, Cleiton ganhou seu espaço e mais alguns bem safadinhos irão surgir.

Contudo, não deixem de curtir as transas com homens adultos que tive. Novinho pauzudo não se acha fácil assim não, embora eu tenha uns contatinhos bem gostosos, não chegam a ser muitos.

Não desprezem os relatos que vivenciei no grupo sexual, eles são importantes, foram aventuras marcantes, as quais significaram muito para mim e minha sexualidade, são o carro chefe dessa fase, mas é claro que transas com homens de dentro e fora do grupo aconteceram e acontecem até hoje.

Como vocês fizeram a lição de casa direitinho, a foto do relato anterior será trocada por uma explícita com Cleiton, mas adianto que não tenho foto explícita de penetração com ele, só mais de boquete e insinuações, então peço um pouco de paciência, eu prometo que vou substituir a imagem, mas estou fazendo uma seleção de várias imagens para a próxima minissérie, a qual se chama...

A FESTA DO LEITE. 

Sim, queridos alunos, a próxima sequência de postagens será sobre esse momento, que é o primeiro ápice do Terceiro Ato. Um evento importantíssimo para mim e minha sexualidade, um verdadeiro divisor de águas, que vai reverberar e muito nas aventuras posteriores, e não vou dar detalhes sobre isso agora, só adianto que essa história vai surpreender e MUITO a todos.

Sobre esse relato de hoje. Bem, as reações certamente serão variadas, e gostaria muito de ler as opiniões de vocês. Eu demorei para digerir isso, tanto que a Festa do Leite vindo logo em seguida, me ajudou a sanar os efeitos dessa aventura, ou desventura sexual com Inácio, e serviu de aprendizado para que eu entendesse que o ser humano tem gatilhos de tesão muitas vezes bem bizarros. 

Surreal e inacreditável. O termo que define perfeitamente este relato. Confesso que ri muito ao fazer a revisão final antes de postar, mas na época o choque foi duradouro, quase um trauma. E, de novo, leiam com muita atenção, este texto é o último conector com a minissérie da Festa do Leite, e também vai respingar na segunda orgia minha com Rodrigo e mais três mulheres. 

Respondendo publicamente às perguntas de alguns leitores, nos comentários do texto anterior: sim, eu vou postar fotos explícitas de Cássio. Ainda no Terceiro Ato, terei mais duas transas com ele, sendo a última, sua "despedida de solteiro", onde eu e Raimunda tivemos um momento maravilhoso com esse novinho que eu adoro tanto, então, fãs da minha parceira fiel de putaria, aguardem. 

É isso, preparem-se para a próxima semana, porque a coisa vai ferver.

Beijos, tenham uma semana vitoriosa, cheia de paz, vida e trabalho.

            PS: Este relato tem alguns erros de português, eu sei, mas mantive a fidelidade total do que ouvi e como ouvi ao transcrever, sendo assim, peço desculpas, não foi intencional ou desleixo.

PS2: A imagem explícita com Cleiton será inserida na publicação da primeira parte da minissérie "A FESTA DO LEITE".

Comentários

  1. Esse conto foi... Não tenho palavras kkkk. Segue a vida kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  2. Finalmente a festa do Leite!!!!!
    Saudade de uma orgia pesada estilo carnaval. Professora prometa pra nós que se a minissérie tiver partes "SS" por favor poste todas elas pra adiantar a parte com sexo, ok?

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  3. Professora no último conto da minissérie, além da foto com Cleiton, pode postar uma foto bem explícita? A mais devassa que tenha disponível?

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  4. Professora uma dúvida. Não teria como as postagens acontecerem também aos finais de semana? Mesmo não havendo tantos acessos assim mas seria um belo adianto das postagens para nós leitores. Beijão vc pra vc.

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  5. Professora uma sugestão de legenda para as fotos do blog. Toda foto ter uma legenda dizendo onde e em qual ocasião ela foi tirada. Gostaríamos de "sentir" que nossos comentários e sugestões estejam realmente sendo atendidos e levados em consideração por você... Foto top

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  6. Professora Luciana. Bom ver que as postagens do blog estão caminhando bem. Sobre a festa da leite. Na última postagem da minissérie você com toda certeza tirou uma foto de você toda lambuzada de gala dos pauzudos né??. Pode postar ela no último conto da minissérie? Pq se não fizer será um pecado quase que imperdoável kkkkk

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  7. Olha... pelo nível desse conto em específico... A gente merecia uma postagem dupla ou então ignorar ele e já pular direto pra minissérie. Foi meio que um banho de água gelada hahahahah

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  8. Mais um conto tesudo. e cheio de safadezas…vc é simplesmente uma máquina de fazer sexo Luciana…além de escrever muito bem…bjs…BOTO

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