128 - FODA CEGA – FINAL

 


Quando senti a língua dele no meu cu, pirei, mesmo não passando pela minha mente fazer anal, e provavelmente não faria. Meu tesão ainda não estava no pico que despertava essa vontade, e olha que o cara estava se garantindo, não me assustou com toques abruptos ou incisivos demais, contudo, deixei a porta da mente entreaberta. As leves puxadas que ele dava com seus lábios em meus lábios vaginais, me causavam arrepios.

Na hora em que ele parou o oral, segurou minhas ancas e começou a roçar seu pauzão duro entre minhas nádegas; adorei, gemi e rebolei mais. Levei uns tapas gostosos, daqueles que eu adoro, que macho de verdade sabe dar, em seguida retomou o oral, mas com um dedo no meu cu e a boca na buceta, e a respiração disparou, e como eu não curto gozar no oral...

—Quero... quero sentir seu pau, quero sentir! Falei, me virando, e claro, sem querer admitir que estava prestes a gozar. Tateei e senti com os dedos a beira da cama, e me sentei, ele tocou meus ombros e meus pés tocaram suas canelas.

Estendi o braço e sem querer o acertei na barriga. Ouvi um “ai” risonho e pedi desculpas, rindo e ele riu, depois conduziu minha mão ao seu pacotão e apalpei, apertei e alisei, sentindo o calibre. Pus a outra mão e me dobrei para a frente, o macho ajustou e aninhou minha cabeça sobre seu cacetão, me fazendo sentir o calor, a dureza. Comecei a dar beijos curtos, apertando a glande e senti seu líquido de tesão transpassando o tecido da cueca e melando meus dedos.

Posicionei as mãos no cós da cueca e a abaixei. Senti ela emperrando na rolona e ele terminou de tirar, sem seguida agarrei e suspirei com tesão mais elevado. Grossa, pesada, pulsante, a mão não fechava, comecei a percorrer e senti o comprimento, mas, vendada não podia cravar; pus a outra mão e sobrava. Talvez 22 ou 23 centímetros. Senti veias salientes e uma glande que parecia menor que o resto e com pêlos ralos na base.

—Isso, que mãos macias e gostosas, assim! Disse o macho, delirando.

Aproximei meu rosto devagar, bem arqueada, com a bunda arrebitada e senti o cheiro, meus lábios tocaram a ponta da cabeça, sendo melados pelo “chorinho” que daquela tora grossa saía, beijei, melando mais e rocei os lábios só ali, torturando e ele gemendo, depois foi com a língua, suave, ao passo que com movimentos leves de torção, eu punhetava. Apertei abaixo da glande encostada na minha boca e mais chorinho verteu, toquei com a ponta da língua e a girei.

—Humm... eita pauzão gostoso e chorão, chora mais, chora! Sussurrei, atiçando e ele riu, depois afagou meus cabelos, começou um vai e vem suave e então abocanhei, tarada.

O picão alargava gostoso minha boca, que salivava. Segurei na base, inclinei a cabeça e rocei os lábios, soltando e prendendo, e ouvi o cabra gemer aflito. Apertei bem com os lábios e masturbei suavemente e com a outra mão, acariciava os testículos, alinhei a cabeça e avancei, sentindo a grossura alargar mais, me fazendo grunhir manhosa, recuei pouco, sentindo o esputo cair resvalando em minha coxa, recuei, tirei e passei a rolona babada no rosto.

—Porra, que boca deliciosa, chupa mais, vai! Pediu o macho, tarado.

Dei batidas na língua, apertei abaixo da cabeça e lambi a pontinha, depois lambi rápido, beijei abocanhei só aquele tantinho e suguei, em seguida outra bocada segura, até onde pude, e engasguei, mas não recuei, deixei a saliva cair, tirei, ofegante e punhetando, com as mãos meladas, me empertiguei e passei o pauzão grosso nos meus seios, depois desci e me ajoelhei.

—Aaaaaah! Bota na minha boca e fode gostoso, bota! Mandei, depois abri a boca com a língua para fora e o comedor roçou a glande, deu batidas leves e enfiou, gemendo gostoso.

Mesmo vendada, eu tinha memorizado o meu entorno, e não senti grandes dificuldades ao me movimentar. Uma das várias vantagens de saber matemática. A gente calcula o espaço o tempo todo, é mania. Ele segurou minha cabeça e bombou suave, enfiando mais a cada vai e vem e eu mantinha a boca aberta, vertendo mais saliva, depois a fechei e acompanhei chupando.

—Caralho... você é muito top, que delícia! Comentou o macho, e ri, ainda mamando.

—Eu te disse que a Luciana era um pouco diferente das outras! Comentou Katiane.

—Humm... falou de mim para ele é? Indaguei, e continuei chupando. Pauzão gostoso.

—Sim, é regra, e a Suzy deve ter falado dele pra ti também! Disse Katiane e rimos.

—Nenhuma possibilidade de eu saber quem é você? Perguntei, lambendo o cacetão.

—Infelizmente, não! Respondeu o macho, rindo, e dei risada.

—Eu prometo guardar segredo, não conto a ninguém, Katiane sabe que sou muito discreta e odeio fuxico! Retruquei, tentando dobrar o macho, mas foi inútil.

—Assim perde o sentido, se você me ver. Eu sei que você não vai se assustar, mas vai perder um pouco a graça do mistério! Rebateu o comedor, e rimos.

—Esse detalhe tá atrapalhando tu aproveitar o encontro, Luciana? Perguntou Katiane.

—Não é que atrapalha, estou curtindo sim, mas não deixa de ser estranho! Comentei.

—Tu já fez duas vezes, achei que não ia estranhar! Disse Katiane e...

—Peraí... você já fez esse evento? Indagou o comedor, com voz surpresa.

—Achei que soubesse, foi na suruba do carnaval, mas lá era outro contexto, outra circunstância. O de agora é diferente! Respondi e expliquei, quer dizer... “sabonetei”...

—Mas no do carnaval você soube quem era o cara? Indagou o homem. Respondi:

—N-Não, até hoje não sei quem foi, quem esteve lá, sabe, mas não contam nem a pau!

—Eu tive lá e não sei, só soube desse lance ai depois que tu foi embora! Disse Katiane.

—Então... comigo vai ser igual, não tem o que estranhar! Disse o homem, e rimos.

—Seja sincera, Lulu! Tá curtindo? Se tu tá cabreira se ele é bonito, vou dizer de novo: ele é bonito sim, gatinho, e é um dos preferidos da Suzy, e tu sabe com quem a ela transa né? Indagou Katiane, botando pilha mesmo, como se estivesse gostando de ver essa trepada. Ri alto.

—Não, não estou cabreira, estou curtindo sim, e chega de papo, bora continuar porque já conversamos demais! Retruquei, e depois caí na risada, e eles riram também.

—Será que a xoxotinha dormiu com essa conversa? Provocou o macho, e dei risada.

—Não sei, pode conferir, mas acho difícil hein? Rebati, provocando, e ele riu.

O comedor me fez deitar de novo na cama, com as pernas elevadas e caiu de boca em minha xoxota de novo. Eu sentia ela bem úmida, e nesse segundo oral o cara caprichou mais, torturava o clitóris com a língua e dedilhava meu cu, me levando ao delírio.

—Essa bucetinha sapeca está mais acordada do que antes! Comentou o macho, e ri.

—É? Então bota seu pauzão gostoso nela, que ela está com fome! Aticei, arrepiada.

—Com ou sem camisinha? Indagou o comedor. Dúvida cruel. Camisinha era uma merda, mas... eu teria que me acostumar com a ideia de usar, a rotatividade de parceiros distintos aumentava, ao passo que minhas transas com Rodrigo diminuíram drasticamente. Por mais que uma higienização severa ocorra de minha parte e da parte dos parceiros, e isso eu me surpreendi ao entrar nesse grupo, não era bom brincar com a sorte, meu medo era de DST, então...

—Com camisinha! Respondi e fiquei à postos. Ouvi ele abrindo o pacote, e levemente botando no pauzão, em seguida uma pincelada marota na portinha da buceta, e gemi gostoso.

Senti o cacetão entrando, e gemi alto conforme a invasão continuava, tomada por aquele arrepio e calafrio delicioso. Ele metia devagar, sem pressa, e a grossura deliciosa ia me preenchendo e alargando um pouco, vai e vem cadenciado, indo mais fundo gradativamente, me fazendo gemer mais, contrair os dedos dos pés e sentir leves tremores nas pernas.

—Humm... que buceta deliciosa, que vontade de socar tudo! Disse o macho, tarado.

—Então soca... soca que eu aguento, me come com vontade! Retruquei, mais tarada, e ele foi, na cadência, afundando mais, em bombadas suaves, até que soltei um gemido alto e um palavrão ao sentir o talo do pirocão grosso. Arfei e ele bombou devagarinho, bem encaixado.

A destreza do macho em usar seu pauzão era provada a cada minuto. Recuando até quase tirar, bombando um pouco mais que a glande e indo até o talo em um movimento só, dando uma paradinha marota, poucas bombadas, mas suaves e longas e repetia esse ritual, me fazendo enlouquecer de tesão. Ele foi acelerando aos poucos, e debruçou-se sobre mim, fungando no meu pescoço e grunhindo enquanto eu gemia alto e pedia mais, totalmente imersa.

—Isso, delícia, vai, gostosa, bucetinha deliciosa! Sussurrou o comedor, socando rápido.

—Ai pauzão gostoso da porra... mete, mete, isso seu puto, come, come essa buceta que ela quer rola, vai, vai! Respondi, no mesmo sussurro, quase um balbucio de prazer brabo.

E ele socava, o “plaft plaft” já atingia níveis deliciosos e muito bem cadenciados, eu sentia o gingado dele enquanto o pauzão me fodia do jeito que gosto. Eu gemia alto e dava gritos curtos de tesão cada vez mais crescente. Meu rosto suava por conta da venda, mas foda-se, isso não oscilava o tesão, ele socava bem fundo, dando trancos malvados e eu gemia mais.

—Vem por cima...! Pediu o comedor, ofegante.

—Não tire o pau de dentro! Rebati, baixinho e ele sussurrou um “ok”.

Habilidade era algo que esse cara tinha. Ele me fez montar de frente, em um giro suave e cuidadoso, mas não demorado. Com suas mãos em minha cintura, fui me ajeitando e sentindo o pauzão delicioso dentro de mim, sem sequer escapar ou recuar. Aprumada, tateei seu peitoral robusto e comecei a comandar a foda, em um sobe e desce suave, com a bunda bem empinada, olhando para trás como se visse algo, e meu rabo era apertado pelo macho.

Minha cavalgada era feroz, sobe e desce devasso, e ele gemia aflito. É... quando eu embalo, não aceito arrego, se alinhou comigo, é porque manja, e o cara manjava, não reduzia o ritmo, me roubava gemidos mais tarados, mais “plaft plaft” sem parcimônia. Uma hora ele segurou meu rabo e socou, estocando seguro e forte, me fazendo gemer feito louca, com seu pauzão todo enterrado na minha buceta, depois deu uma parada e um tranco.

—Caralho... que morena sensacional, vai gostosa, pula! Disse o macho, teso. Sorri.

—Essa picona está uma delícia, mas sem essa capa escrota deve ser melhor! Comentei, de fato curtindo muito, mas eu queria era sentir aquele cacetão ao natural. Foda-se tudo...

—Então tira, tira, quer no pelo? Então vai, gostosa! Provocou o macho. Levantei um pouco, tateei e achei o picão, depois a ponta da camisinha e puxei de uma vez, depois joguei sabe-se lá onde, em seguida senti o calor da pele do pauzão, e ele enfiou gostoso. Vi estrelas...

AAAHHHH... hummm... agora sim, isso... vai, soca, mete gostoso! Gemi e mandei, sentindo a melhora maravilhosa que seria daquele instante até o fim, e ele meteu com gosto.

Me debrucei e o comedor bombava seu picão com fome e eu gemia com fome. Seus braços fortes me envolveram e aquele engate malvado que só comedores experientes sabem dar, me fez quase chorar num gemido alto e gutural, seguido de outros gemidos tarados. Puta que pariu, ele não estava devendo nada, nada ao macho com quem trepei no carnaval.

—Fica de quatro! Pediu, sussurrando e esbaforido.

—A-Agora não... ainda... quero ir por cima, me ajuda! Retruquei, e fui me acocorando, ele me ajudou e apoiei as mãos sobre seu peitoral de novo, meio estabanada, e me desculpei.

Comecei a gangorra, suave, mesmo com alguns tremores nas pernas, mas nada que me impedisse de realizar essa posição. Sobe e desce cadenciado, com o ritmo aumentando aos poucos, minha xoxota faminta desfrutando cada centímetro daquele pau grande e grosso, o qual alargava deliciosamente minhas carnes e as estimulava. Eu gemia, manhosa, amando aquela foda no pelo, aí acelerei um pouco subindo até quase tirar e descendo até o talo, rebolando.

Recuei mais a bunda e aí o sobe e desce foi mais forte, “plaft, plaft” brabo, eu gemendo feito louca, sentindo aquela dorzinha deliciosa, e ele gemendo tarado. Eu adorava quase sair de cima e sentar até o talo, mas vendada era complicado, então mantive um ritmo onde eu sentia que estava quase saindo e assim fui ao delírio, até cansar as pernas e pedir para ficar de quatro.

Ele me ajustou, segundo o mesmo, na beirada da cama, e eu adoro esse local, justamente pela mobilidade total do parceiro em dar seu máximo. Pinceladas bem atrevidas de seu pauzão no meu grelo e na entrada do meu cu, davam o tom de que a safadeza poderia escalar mais, contudo... anal era algo que eu não pensava muito em fazer. Estar vendada era o entrave, mas... a trepada ainda não tinha acabado, eu poderia mudar de ideia...

Alisando com veneração, apertando, abrindo e segurando, soltei um gemido manhoso ao sentir o caralhão grosso me penetrando. Ele ia suave, mas não tardava a aumentar o ritmo, mantendo a cadência gostosa do início. Dois tapas estralados, gemi e dei um grito curto conforme ele estocava, ainda sem meter tudo. Eu ofegava, suava e o suor era maior no rosto por conta da venda, mas o calor que me invadia era mais de tesão do que de movimentos.

Ao sentir o talo da rolona, ele deu uma parada e fez o vai e vem devagar, sem recuar muito, e quando eu sentia sua virilha, ele dava uma forçada para enterrar mais, e eu gemia e gritava, balançando as canelas, contraindo e esticando os dedos dos pés.

—Que bunda linda e gostosa a sua, e essa bucetinha é uma delícia! Disse o macho, retomando as estocadas incisivas, me fazendo gemer mais alto, segurar o lençol com força e rebolar, ensandecida, grunhindo e rosnando enquanto ele não parava de socar.

Senti ele apoiando a perna na cama. Em seguida o comedor segurou minhas ancas e abufelou pica sem pena, e vi estrelas com a chibatona grossa indo mais fundo, e berrei escandalosa, dando um tapa forte no colchão, contraindo e esticando os dedos dos pés, mas mantive o rabo empinado, louca de tesão enquanto ele me currava do jeito que eu adoro.

—Ai, caralho, ai caralho... aaahhhh... puta que pariu, macho; pirocona gostosa da porra, vai, vai, vai, isso, soca, porra! Desabafei, alucinada de tesão, e ele seguia metendo.

—Nossa... que massa! Comentou Katiane, com uma voz de quem... sentia vontade...

—Ai vou gozar, vou gozar, mete, mete, vai, vai, aaahAAHHHHAAAHHH! CARALHOOOO!!! Anunciei e gritei, surtada de tesão enquanto gozava destrambelhada, quase chorando com as metidas certeiras do comedor, que provou se garantir e muito.

—Isso, goza, gostosa, goza sua safada! Respondeu o comedor, sem parar de meter, “assungando” rola sem dó na minha buceta gulosa e estapeando minha bunda. Eu me tremia, sentia calafrios e uma hora emudeci, socando a cama e repuxando o lençol.

Gemi guturalmente me dobrando até encostar a cabeça no colchão, arfando e ele ia diminuindo as metidas, em seguida grunhi manhosa e ofegante, suor intenso e prazer extremo.

—Goza no meu cu, vai, come meu cu e goza dentro! Pedi, tarada, mas eu desconfiava de que ele estava no limite. O suor incessante pingando em minhas costas e sua respiração forte, denotavam que o comedor não ia muito longe. Eu poderia estar enganada, claro...

—Uau... você é que... (pausa para ofegar) manda, minha gostosa! Disse o homem.

O macho besuntou gostoso meu cu com saliva, meteu um, depois dois dedos, suave, em seguida deu uma chupada deliciosa e lubrificou mais, então posicionou a glande, roçou, esfregou e meteu. Dei um gemido alto e manhoso, fechando os punhos na colcha, mais arrepiada, e o resto foi entrando, suave, alargando e arrombando meu rabo guloso; ele deu uma paradinha, bombou suave, gemi alto e em seguida começou o vai e vem, sem pressa e sem meter tudo.

Ele fez com que eu abrisse minhas nádegas, e deixei, as mantive abertas, como uma intimação, e o pauzão foi entrando mais, sendo devorado pelo meu rabo, e ele mereceu, pela competência em me dar um prazer que a princípio, pensei não ser possível devido à restrição de um dos sentidos. O picão entrou mais, parou e gemi alto, balançando de novo as canelas, esticando os dedos dos pés e sentindo o cu arder gostoso, e ele continuou metendo.

Soltei as mãos e comecei a rebolar, depois remexer subindo e descendo, com a rolona socada no meu cu, com tara renovada, e ele gemeu gostoso. Eu sentia o atrito, o choque das carnes, o dilatar desmedido do meu buraquinho guloso, o calor disparar, a xoxota chorar e tremer, a libido gritar, enfim, eu, querendo saber o quanto ainda tinha de prazer para desfrutar.

—Soca, soca no meu cu bem forte, vai! Pedi, lasciva, e ele socava, ofegante, unindo os profusos respingos de seu suor ao meu. Berrei, ele gemia, segurando minhas ancas.

—Aaah, caralho... vou gozar, esse rebolado é foda! Comentou, e eu rebolava sem parar.

—Goza... goza... enche meu cu de porra, vai, goza, goza! Sussurrei, e gemi, e pouco tempo depois ele deu um gemido gutural e começou a gozar no meu cuzinho.

Eu sentia os jatos fortes, o pulsar daquele pauzão grosso no meu ânus, e imediatamente ele mexeu na minha xoxota, ensopada, trêmula e inchada, e rebolei mais, até gozar de novo, ainda sentindo o picão espasmar no meu ânus, e urrei, alucinada, gritando para ele não parar de meter, enquanto aquela rola estivesse dura, e assim foi feito.

Esbaforidos... íamos parando, meu cu expulsou o pauzão do macho enquanto eu me deixava cair debruçada na cama, suavemente, e ele vinha sobre mim, gemendo, arfando. Pouco tempo depois ele beijou meu pescoço, e se afastou. Eu estava bem derrubada, mas satisfeita...

—Uau... essa sem dúvida foi a melhor viu? Comentou Katiane, bem empolgada.

—Rapaz... sem desmerecer as outras moças, mas a Luciana... foi a melhor! Endossou o macho. —Sensacional, espero que a gente faça de novo um dia! Completou, empolgado.

—Só se eu puder vê-lo! Retruquei, estirada na cama, e eles riram.

—Bem, rapaz... pode tomar seu banho e depois ir embora, o encontro acabou! Disse Katiane, a ele. Aos poucos fui me virando, sentindo que estava segura na cama e brinquei:

—Anda, macho, “pega o beco” logo, senão eu tiro essa venda agora! Mais risos.

Ele veio até mim e me deu um selinho de despedida, depois se despediu de Katiane e ouvi a porta sendo aberta, em seguida, fechada, então me empertiguei e tentei tirar a venda.

—Calma, eu tiro pra ti! Disse Katiane, que veio rapidamente ao ver minha peleja. Mantive meus cabelos suspensos e ela tirou, e mesmo à meia luz, senti um incômodo visual.

—Nossa... que alívio! Comentei, com o rosto todo suado. Peguei o lençol e o enxuguei.

—E aí? Gostou? Acha que esse tipo de evento vinga no grupo? Questionou Katiane.

—Acho que sim, mas talvez eu não faça uma quarta vez, por mais... gostoso que tenha sido, não acredito que seja um fetiche que me encante muito! Respondi e comentei.

—Sei não... acho que você vai fazer de novo um dia! Retrucou Katiane, e dei risada.

—Tenho que esperar ele terminar o banho dele para tomar o meu? Indaguei.

—Que nada, mulher, aqui nesse quarto tem banheiro, já tá tudo esquematizado! A primeira porta do guarda-roupa da Suzy dá no banheiro, é só entrar e se banhar! Disse Katiane.

—Humm... que chique! Respondi, e demos risada. Levantei, meio trôpega, e senti meus cabelos bem úmidos. —Tem secador no banheiro? Completei, perguntando cabreira, pois não sabia se ao chegar em casa, encontraria o corno maldito.

—Tem sim, o banheiro é pequeno, mas tem tudo lá! Respondeu Katiane, e assenti.

Abri a primeira porta do guarda-roupa embutido de Suzy e vi o banheiro, já com a luz acesa. De fato era compacto, mas maior que o de minha casa pouca coisa. Piso e azulejos de primeira qualidade, brancos, uma pia de mármore com torneira daquelas que se aperta o botão de cima e a água cai na medida certa. Armário com porta de correr embaixo e um vaso sanitário moderno, com um chuveirinho ao lado. Tinha portas de vidro temperado, tipo box, e o chuveiro era retangular, grande e com regulagem de temperatura. A loira tinha bom gosto.

Antes do banho, expeli o esperma que havia segurado no meu cu e dei descarga. Não sabia se tinha saído tudo, mas o banho de verdade eu tomaria em casa. Apesar da pressão deliciosa da água morna do chuveiro de Suzy, era apenas um asseio caprichado. Meu cu ardia um pouco, a xoxota latejava, mas tudo bem, foi delicioso, sublime e não senti nenhum remorso.

Após a ducha, sequei os cabelos com um secador pequeno que havia lá. Importado, com baixo ruído, mas bem potente. Deixei o lavabo bem seco e tudo organizado, em seguida saí e Katiane não estava no quarto; provavelmente estava se despedindo do comedor misterioso, então tratei de me vestir logo, mas antes... a curiosidade me cutucou feroz... e aí...

Abri a segunda porta do guarda-roupa de Suzy, só para xeretar as roupas dela, e...

O que vi me surpreendeu. Duas calças sociais pretas, dobradas no cabide, e tive um arrepio. Óbvio que pelo tamanho e o corte, não eram femininas, então só podiam ser... calças de Rodrigo. Olhei para baixo e vi outra, embalada em um plástico transparente, lacrada com uma etiqueta, um pouco desgastada, mas datada de... 15 de abril de 2000, e estarreci.

Suzy guardava... por quase 20 anos... uma calça social preta de Rodrigo. Seria... de seu primeiro encontro como Abençoado? Provavelmente sim. De repente ouvi um clique da fechadura, me assustei e fechei a porta do guarda-roupa da meretriz, com o coração disparado e em seguida a porta da alcova se abriu, era Katiane. Procurei disfarçar, e ela sorria simpática.

—Oi linda, o rapaz já foi? Indaguei, disfarçando com a toalha.

—Já, eu só tava acertando umas coisas com ele! Respondeu a novinha.

—Humm... acertando umas coisas, tipo... um encontro? Brinquei, e ela riu alto.

—Não sua doida, assuntos formais mesmo, sobre o SEU encontro! Respondeu Katiane.

—Ele gostou? Indaguei, e vesti meu vestido, depois o arrumei. Katiane sorriu marota.

—Gostou sim, e muito, falou que gostaria de outro! Respondeu Katiane.

—Eu até toparia, mas não nessas condições! Retruquei, calçando as sandálias.

—Mulher... tu quer saber quem ele é? Propôs Katiane, e a fitei abismada.

—Sério? Mas Suzy... não quer que eu saiba quem é! Falei, arrepiada, e ela sorriu sapeca.

—Assim... ele falou que vai te chamar no privado no grupo do “zap”, pra propor um encontro normal, aí, se tu quiser eu te digo o apelido dele, mas é aquela coisa: ele não pode saber que tu sabe, e tu não pode dizer que sabe! Retrucou Katiane, atiçando na cara de pau...

—É arriscado, Suzy pode desconfiar, melhor não! Falei, temerosa.

—Nada a ver, se tu se fizer de abestada, não dá nada! Suzy não pode proibir ele de te procurar, e nem tu de aceitar, ele só não pode é revelar pra ti que é o cara que transou contigo vendada, e tu não pode dizer que sabe que foi ele, senão... EU me lasco! Rebateu Katiane.

Fiquei pensativa por um tempo, encarando Katiane, que sorria, linda e travessa. Ela não parecia mais a mesma após cobrir aquele evento com Rodrigo; algo aflorou nela, sua aura estava diferente, havia um brilho lascivo em seus olhinhos. Sorri, respirei fundo e respondi:

—T-Tá... entendi, me diz quem é! Katiane revelou e advertiu, séria:

—O apelido dele é... “Vinny Dotado”. Quando ele mandar a mensagem, vai se identificar com esse apelido e tu vai ver a foto de perfil, mas pelo amor de Deus Luciana, não joga verde, não dá indireta, não deixa nada na entrelinha, porque ele é “mala”... faz de conta que essa transa de hoje nunca aconteceu e vocês tão interagindo pra marcar o primeiro encontro!

—Está certo, pode deixar, eu... prometo ser discreta e... bobinha! Respondi, e ela sorriu.

Enquanto Katiane chamava o motorista, vasculhei o perfil do comedor no grupo do WhatsApp do celular secundário, e fiquei bem eriçada ao ver sua foto de perfil. Branco, barba bem feita, nariz um pouco grande e curvado para fora, boca média e lábios médios em um rosto meio quadrado, além de cabelos ondulados pretos até os ombros. Um gato, realmente bonito e de corpo gostoso. A foto era casual, mas o cara era fotogênico. Claro que fiquei excitada... 

FIM

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Olá queridos alunos, espero que esteja tudo bem com vocês. A correria aqui não para, não dá trégua, o tempo está cada vez mais escasso para cuidar dos meus projetos.

Mas enfim, quero deixar um recadinho a todos, ou melhor, REFORÇAR o recado que já dei na minha postagem de retorno, mas que alguns débeis mentais, ou não leram, ou não quiseram ler.

Nem vou entrar no mérito de algumas críticas que recebi nos contos mais recentes, de, "relato fraco", "história sem graça", porque esse tipo de crítica é algo esperado, uma vez que são mais de 100 textos postados, com histórias realmente marcantes e únicas, situações que envolveram a todos, com um sexo brutal e que me levou em grande parte das vezes, a romper limites de meu corpo. 

Eu nunca esperei ser uma unanimidade, até porque, como dizia o saudoso Nelson Rodrigues, um dos meus autores preferidos, "Toda unanimidade é burra", e se nem Cristo agradou a todos, uma pobre diaba cheia de defeitos como eu é que não vai agradar, então, estou "sussa", a internet está aí, é um vasto e infinito universo cheio de opções de sites de contos e blogs, com histórias reais, algumas duvidosas e outras descaradamente falsas, até plagiadas dos meus relatos. 

Cada um é livre para escolher o que quer ler, se os textos aqui estão fracos e sem graça, "pega o beco", vaza, não leia mais, o que foi postado aqui foi escrito como aconteceu, sem nenhuma vírgula de fermento para ficar "ao gosto do freguês", então não tem como adaptar, porque é uma história REAL, e como eu posto histórias REAIS de minha vida sexual, nem sempre o roteiro de filme pornô que alguns sonham será retratado, e aguardem, o Quarto Ato é que vai ser sem graça e fraco mesmo, bem fraco.

Mas acreditem, essas críticas nem me chatearam, porém, é sempre bom esclarecer.

O que me deixa louca da cabeça, é um merda falar em compromisso, como se pagasse ao menos o sal que compro para fazer a comida aqui em casa. De novo: eu NÃO vivo desse blog, ele é puro e simples ENTRETENIMENTO, não recebo um puto furado por comentário, por visita e por tempo de permanência, então não cobro NADA para dar meu conteúdo, mas tem gente que quer pagar... 

Mais uma vez: as postagens ocorrerão entre SEGUNDA e QUINTA-FEIRA. Pode ser na segunda, terça, quarta ou quinta. A merda do dia, pelo menos aqui no planeta Terra, onde eu e mais uns bilhões de pessoas nasceram, tem 24 HORAS. Se eu postar às 23:59 da quinta, estarei HONRANDO MEU COMPROMISSO de postar, e eu NUNCA estipulei um horário para as postagens.

E caso não dê para postar, é porque algo muito sério aconteceu, então não venha comentar merda sobre descompromisso, na quinta-feira de manhã, quando nesse período, estou em sala de aula, aguentando uma camarilha de filhos da puta cada vez mais abjetos, bestializados e odiosos. 

Eu dou aula atualmente nos DOIS TURNOS, manhã e tarde, e isso afetou drasticamente meu cronograma não só do blog, mas também de muita coisa em minha vida. Tem dias que eu chego em casa e só faço chorar, cansada, exausta e nervosa, por ser xingada ou ameaçada por um moleque desgraçado, que vendeu sua dignidade ao crime em troca de vida fácil, pois aqui no Nordeste, as facções mandam.

Neste blog eu trago transcrições fiéis do que vivi, textos escritos de uma maneira muito sincera, diferenciada, cujo resultado final é o que todos leem e não há como mudar, mas estou ciente de que nem sempre vão agradar, e podem criticar à vontade, eu não apago comentários de críticas, só não extrapole seu direito de criticar, pense muito antes de dizer que não tenho compromisso com as postagens, porque eu sempre me justifiquei aqui pelos meus atrasos ou ausências prolongadas.

E nem deveria, pois não sou obrigada a dar explicações, mas dou, em respeito a vocês, como uma forma de retribuir a anos de um laço sólido de confiança, e o que mais? COMPROMISSO. 

Sendo assim, reitero: não está curtindo os textos? Azar o seu, foda-se, saia do blog, vá procurar outro site de contos e outros autores; se não quer mais seguir, não siga, vá viver sua vida e não encha o meu saco. Meus relatos não são para gente imbecil como você, e sua ausência não vai fazer falta.

Recado dado, até a próxima postagem, que pode ocorrer na próxima segunda, antes de eu sair para trabalhar, terça, após o almoço e antes de um cochilo, quarta, na hora do meu intervalo, ou na quinta, faltando cinco segundos para a sexta-feira, então fiquem atentos...





Comentários

  1. Luciana, só temos que agradecer os momentos incríveis que vc nos proporciona, não dê ouvidos e tampouco se preocupe com estes comentários maldosos, vc não merece…obrigado por tudo…bjs…BOTO

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  2. Que rabo maravilhoso professorinha!

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