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Eram 21h18 quando me deitei na cama, após trocar toda a colcha, lençóis,
fronhas e jogá-los na máquina de lavar. Não queria sentir o cheiro daquele
corno maldito. Conversei com Kézia pelo WhatsApp e a tranquilizei sobre como
estavam as coisas, depois mandei mensagem para Raimunda, afim de saber como
estava seu esposo, e ela demorou a responder, mas respondeu, dizendo que ele não
corria perigo e iria trabalhar amanhã.
A devassa falou que nossa brincadeira ainda estava de pé, e sorri, e
após o sangue e o frisson todo esfriarem... é que senti o resultado dessa
brincadeirinha sexual gostosa. Fisgadas no cu e ardência na buceta, causadas,
majoritariamente pela porra da camisinha. O foda era ter que trabalhar no outro
dia, e a vontade de dar um atestado me atentou antes de dormir.
Abracei um ursinho de pelúcia de minha filhota, a qual eu amava mais
que tudo, e que também amava o traste do pai, e me preparei para o dia em que
teria de revelar essa triste verdade a ela, contudo... a minha verdade, essa eu
carregaria apenas comigo. Tomei essa decisão, não por querer passar a imagem de
perfeita e imaculada, mas para que ela não se desiludisse com seus pais por
completo. Esse inevitável baque iria fortalece-la no futuro...
Eu sabia dos meus erros, mas nenhum teste de gravidez que eu por
ventura fizesse, corria o risco de dar positivo... essa era a diferença entre
mim e o corno vacilão...
6h45. Esse foi o horário que vi no celular, após acordar de um salto,
assustada. Mal ouvi o despertador, e que desculpa eu daria para a coordenadora
pelo atraso, sendo que minha casa ficava a menos de cinco minutos da escola, à
pé? Nenhuma, e como eu sabia que não tinha jeito e tampouco sairia toda
“marmotosa” de casa, fiz a mesma rotina de quando acordo no horário, mas resumindo o processo, e essa coordenadora é chatinha, mas gente boa.
Nada de padaria ou banquinha de Fabiana. No caminho para o trabalho, eu
comia uma tapioca recheada com queijo, presunto, alface, tomate e ovo mexido,
tomando um suco de beterraba com cenoura e maçã e sem açúcar, em uma garrafinha
com canudo acoplado, sem vergonha alguma de agir assim. Passei pelo guarda
escolar e dei bom dia de boca cheia. 7h12, e preparei os ouvidos para as
ironias da coordenadora, e fazer o que... só restava admitir...
Para minha surpresa, a coordenadora não encompridou o assunto. Perguntou
o motivo do atraso, falei a verdade e fim. Preparei meu plano de aula
rapidamente, peguei os diários e corri para enfrentar a desgastante jornada
naquela selva de degenerados, que só ocupavam espaço e tornavam o ofício de
professor uma coisa cada vez mais desmotivadora e estressante. Eu admiro o
esforço de Sueli e Janice (coordenadora) em fazer essa escola ter excelência,
mas...
O sistema não quer educação de excelência, ele quer uma sociedade
idiotizada. A existência e necessidade do ensino privado como opção/saída, para
pais que se preocupam com o futuro de seus filhos, só prova a falência estatal
em priorizar o principal pilar de uma sociedade decente e próspera. Duvido que
o atual governo, consiga ao menos começar a reverter toda essa doença que
contaminou, estrategicamente, as escolas e Universidades públicas do Brasil.
Cadê Raimunda? Nem sombra da coroa. No intervalo, fui sozinha para a
cantina. Algum problema a impediu de vir trabalhar. O último acesso dela tinha
sido ontem à noite, quando conversamos. Será que seu esposo teve uma recaída de
última hora? Tomara que não. Como estaria a reunião de Rodrigo na creche do
filho? É... as pessoas têm problemas, sérios...
Aproveitando a pausa, resolvi mandar mensagem para Amália, afim de
confirmar a mentira do corno sobre a viagem profissional que disse ter feito.
Contudo... a mensagem sequer chegou, o último acesso dela foi no final de abril,
então liguei. Chamou até cair. O que houve?
Dois dias se passaram. Dois dias ainda sem Raimunda e de silêncio em
meu lar. Dois dias com meu cu e buceta besuntados de pomada anestésica. Não fui
à casa de Rodrigo, inventei uma desculpa, mas claro, perguntei sobre a situação
de seu filho na creche, e o pastor disse que tudo se resolveu, ele aceleraria
mais o processo de volta do seu rebento para casa.
No terceiro dia, o sábado, em casa, de repente meu celular tocou, e
quando vi, era Suzy.
—Oi loirinha safada, tudo bem? Cumprimentei, deitada na cama.
—Oi Luluzinha, tudo certo com seu encontro? Deu conta dos dois mesmo? Sua
amiga não pôde ir né? Que pena! Respondeu e indagou a loira, comentando sobre
Raimunda depois.
—É... foi delicioso, adorei os rapazes, mas... diga, o que deseja? Suzy
então indagou:
—Lulu, já escolheu seu evento de apresentação? Já faz tempo que espero
sua resposta!
—É... ainda não, mas prometo que vou decidir logo! Respondi. Ela
ensejou:
—Tudo bem, e... gostaria de lhe pedir um favor. Se puder fazer, claro!
—O que seria? Perguntei, curiosa e eriçada. Se fosse sexo... acho que
não ia rolar ainda.
—Na verdade te liguei para, além de saber sobre seu evento, também saber
se você topa fazer um teste! Respondeu a loira, e fiquei surpresa e sem
entender nada.
—Teste? Mas eu já fiz e passei, criatura! Esqueceu? Indaguei, rindo.
Ela riu também.
—Perdão, eu me expressei mal, na verdade, quero te convidar para testar
um possível membro masculino, é porque eu tenho muita coisa burocrática para
resolver, e a moça que faz os testes dos homens adoeceu, então esse rapaz está
no meu pé direto me cobrando, e como você já está com moral elevada no grupo e
gosta de novidade, por que não? Explicou a loira.
—Uau, eu? Avaliar um candidato? Nossa, fico até lisonjeada! Falei,
incrédula.
—Posso entender isso como um sim? Indagou Suzy, malandra.
—É... tudo bem, aceito! E ele é dotado? Ratifiquei e indaguei, e depois
me toquei da pergunta imbecil que fiz, de tão atarantada que fiquei com essa
proposta inusitada.
—Então, esse será o seu papel como avaliadora, verificar se o que ele
diz é verdade; eu não sei, não vi o pau dele, o rapaz apenas entrou em contato
com uma das meninas por WhatsApp e disse que era dotado, e segundo ela, ele tem o pau grande
sim, mas como a Sabrina adoeceu e fodeu todo o meu esquema, algumas coisas
acumularam, inclusive a avaliação desse cara! Explicou Suzy, detalhadamente.
Suspirei e então acertei os últimos detalhes:
—Sabrina... é a moça que avalia os homens? Suzy respondeu e pasmei:
—Sim, é a mulher que lhe recebeu com Raimunda naquele dia em que vocês
vieram aqui!
—S-Sério? É ela? Puxa, ali o cabra precisa ter a mente forte hein? Comentei,
e ela riu.
—Realmente, Luciana, a Sabrina é porreta, braba. E... sabe quem são os
comedores exclusivos dela? Comentou e indagou Suzy, provocando e disparando
minha curiosidade.
—N-Não, não me diga que é o Rodrigo? Indaguei, estupefata, e Suzy riu
alto.
—O próprio, e também o Miguel! Ela só dá para esses dois! Revelou a
loira. Estarreci.
—N-Nossa, então... ela é fixa dele! Por que ele nunca falou sobre isso?
Falei e indaguei.
—Fixa dele? Calma aí, não confunda as coisas; Sabrina não é fixa deles, o
fato de ela se envolver apenas com Rodrigo e Miguel, não a torna fixa de ambos
ou vice-versa. Sabrina é prostituta como eu, mas quando quer prazer de verdade, tem
seus eleitos! Retrucou Suzy. Uau...
—Entendi, e... quando vai ser esse teste dele? Perguntei, me recompondo
do choque.
—Segunda, dia 20 às 14h! Respondeu.
—Está certo! Falei. Suzy então indagou, querendo ratificar, e me
orientando:
—Posso confirmar com o rapaz? Você vem mesmo? Caso desista, me avise
ainda hoje!
—Eu vou sim, pode confirmar! Respondi, segura. Ela seguiu:
—Apresente seu exame no dia, pois vou mostrar a ele!
—Certo, farei na segunda, após o trabalho! Falei, tranquila.
—Muito bem, recomendo que você não almoce, apenas tome um suco
bem nutritivo e leve! Após o teste, será servido um lanche para você recuperar
as energias!
—Tudo bem, estarei aí no dia e horário marcado! Ratifiquei.
—Quando você chegar eu vou te orientar direitinho como proceder! Disse a
loira. Assenti, nos despedimos e desligamos. Nossa, eu, avaliar um dotado. Que
responsa, hein (risos).
SEGUNDA-FEIRA, 20 DE MAIO DE 2019
Após mais um expediente estressante, corri para a clínica afim de fazer meu exame. Esperei um pouco e temi não dar tempo, mas felizmente tudo correu bem. Em casa, tomei um belo banho e durante o mesmo, refleti sobre o momento sexual que vivia. Realmente era algo avassalador e imprevisível.
Por uns instantes pensei no corno...
Claro, mais um chifre, mas também, como ele estava lidando com o filho doente.
Após ficar com o corpo bem hidratado e perfumado, escolhi uma
roupa bem casual: uma blusa de alcinha por baixo, e uma camiseta preta toda
rendada por cima, acompanhada de uma bermuda jeans e uma sandália Anabela. Bem
básico mesmo e para não levantar suspeitas. Passei meu melhor perfume, ajeitei
os cabelos, tranquei a casa e parti, para mais uma deliciosa aventura sexual.
Cheguei 10 minutos antes. Ansiosa, como sempre, e toquei a campainha da
casa de Suzy. Após menos de 30 segundos, a loira me atendeu, e me fez entrar
rapidamente.
—Ai Luciana, muito obrigada mesmo por quebrar esse galho! Agradeceu
Suzy.
—Por nada, meu amor! Fiquei muito excitada para fazer isso! Respondi, em seguida entreguei a ela o envelope com meu exame, ela olhou e sorriu, assentindo tranquila.
—Que bom, mas... vamos, vou lhe explicar como vai ser! Disse a mulher.
—O cara já está aqui? Indaguei, acompanhando Suzy até dentro de sua
casa.
—Sim, ele chegou tem cinco minutos! Venha comigo! Respondeu e convidou
a loira, me levando para um dos quartos, o qual estava vazio. Notei sobre a
enorme cama de casal bem arrumada, uma máscara preta bem cheia e grande, e um
robe rendado, também preto.
—Vou usar isso? Perguntei, só para confirmar, pois eu já abaixava e
tirava minha bermuda enquanto indagava. Suzy assentiu, e após eu me produzir,
ela explicou:
—A avaliação é o seguinte: primeiro, vestida com essa roupa e usando
essa máscara, pois enquanto ele estiver sendo avaliado, não poderá ver seu
rosto, você vai ter que excitar o rapaz, deixar o pau dele bem duro, e então
depois, você vai usar essa fita métrica aqui, e medir o tamanho do pênis dele da
base até a glande, os testículos não entram na conta, tudo bem?
—Entendi! Respondi, ajustando a máscara no meu rosto. Ela explicou,
séria:
—Ótimo! Como eu te disse naquele dia, a rola dele não pode ter
comprimento inferior a 20 centímetros, se der 19,9, é game over, já era, e a
grossura tanto faz, o que interessa é comprimento! Se ele passar no teste da
medição, vem a segunda e última etapa, que é você fazer um oral nele por 20
minutos, e ele não pode gozar antes desse tempo se completar, senão vai ser
reprovado sumariamente, sem segunda chance, então, seja honesta e imparcial,
pois não tenho câmera instalada no quarto, e nunca precisei disso, pois eu
confio nas minhas avaliadoras!
—Tudo bem, eu vou ser honesta e imparcial, não se preocupe! Ratifiquei.
—Aqui está a fita métrica e um celular básico, com cronômetro, ou, se
preferir, pode programar o alarme para tocar em 20 minutos. Porém... só ative o
alarme ou cronômetro quando puser o pau dele na boca! Chupe como quiser, do seu
jeito, capriche, e veja se o cara é bom de autocontrole ou não! Orientou Suzy.
Peguei os objetos e sorri, depois indaguei:
—E... se eu quiser transar com ele... posso?
—Claro, mas se transarem, será com camisinha, mesmo com tudo ok em seus exames. O dele está tudo certo, e você deve me comunicar assim que terminar o teste,
então ligue para o meu escritório e avise que vai transar, aí vocês ficam o
tempo que quiserem e aguentarem! Ressaltou a mulher.
—Entendido! Respondi, mais ansiosa.
—Ah, outra regra importantíssima: você pode reprovar o cara se ele
pedir para você parar um pouco ou maneirar no boquete, caso ele sinta que vai
gozar antes dos 20 minutos, e é aí que reitero meu pedido: por favor, seja
honesta e imparcial, pois eu vou acatar o que você disser, sem questionar!
Disse Suzy, e assenti, assumindo o compromisso de não desapontá-la.
Suzy me levou até o quarto onde fiz o meu teste, pediu que eu esperasse um pouco, pois iria mostrar meu exame a ele. Alguns minutos depois ela saiu e manteve a porta aberta para
eu entrar, entrei, depois a loira fechou e saiu. Vi o rapaz deitado na cama, com uma cueca
box preta, e um razoável volume formado. Ele usava uma máscara também, tipo
bala clava, notei que era jovem, alto, branco, corpo atlético, bonito e bem
definido. Humm... a xoxotinha deu uma choradinha...
—Boa tarde, sou sua avaliadora, e vamos iniciar seu teste, tudo bem?
Anunciei.
—Boa tarde! Nossa, que avaliadora gostosa você é! Cumprimentou e
comentou o rapaz.
—Obrigada! Er... você conhece as regras do teste? Agradeci e indaguei.
—Sim, a Suzy me explicou tudo, podemos começar agora se quiser! Respondeu.
Assenti sorrindo e subi na cama, engatinhando e fiquei entre suas pernas, em
seguida comecei a alisar o volume, o qual cresceu instantaneamente, estufando
bem até demais aquela cueca.
O rapaz meteu a mão por dentro do robe e alisou deliciosamente meu
seio, depois o desamarrou e acessou minha buceta já melada, continuei alisando
e apertando o pacotão, e depois o liberei, ficando impressionada. Só pelo olho,
já dava para ver que pelo menos na primeira fase do teste ele já tinha passado
com folga. O pau enorme era depilado, circuncidado, reto, com uma veia grossa e
saliente saindo da base até abaixo da glande, a qual era proporcional a uma
grossura... um pouco... aquém do que esperava. As bolas eram pequenas.
—Nossa! Que pau enorme hein? Comentei, o masturbando e sentindo sua
dureza. Minha mão fechava de boa aquele diâmetro. Não era fino, mas poderia ser
mais grosso...
—Gostou? Então mama bem gostoso! Disse o macho, ousado e já no clima.
—Calma, não pule etapas meu querido, vamos conferir quanto ele mede
antes; se der os 20 centímetros exigidos, caio de boca na hora! Falei e peguei
a fita métrica, em seguida medi da base até a ponta da glande, e arregalei os
olhos: 23 centímetros cravados. Delícia.
—E aí? Passei no tamanho? Indagou o jovem, rindo. Ele sabia que tinha
passado.
—Passou sim, 23 centímetros! Boa sorte a partir de agora! Respondi,
masturbando. Ele sorriu e então ativei o cronômetro do celular. 20 minutos e
abocanhei em seguida.
O diâmetro do pauzão coube gostoso na minha boca, e comecei o boquete
como sempre começo, chupando a glande e masturbando com as duas mãos, depois
soltei uma delas, para sentir minha buceta convulsionar ao percorrer todo
aquele comprimento com a mão direita, massageando suavemente enquanto mamava. A
rolona era deliciosa de se chupar. Isso era.
—Que boca deliciosa você tem! Isso, chupa bem gostoso, engole! Disse o
rapaz.
—Vou tentar, mas não sei se consigo, seu pau é enorme! Falei, e depois
abocanhei e avancei até quase a metade, onde engasguei, recuei um pouco e
continuei, depois atolei e passei da metade, mas engasguei de novo e senti
ânsia de vômito, então tirei, com uma profusa saliva e bati na minha língua,
espalhei a baba e abocanhei a glande de novo. Sete minutos se passaram.
—Isso! Delícia! Gosta de rola grande, gosta? Elogiou e indagou o macho.
—Adoro, amo rola grande, e amo mais ainda se for enorme como a sua!
Respondi e ele gemeu gostoso quando abocanhei de novo sua tora ao dizer isso.
12 minutos haviam se passado. Eu continuava mamando, deixando aquele
caralhão descomunal cada vez mais melado da minha saliva. O rapaz gemia e se
contorcia conforme minha boca descia até o meio e meus lábios remexiam, auxiliados
pela minha mão; subi, tirei e punhetei, apertei abaixo da glande e um jato de
excitação verteu, profuso. Olhei para aquilo, era esbranquiçado como esperma, e
a rolona começou a pulsar, o homem disse, desesperado:
—Não tô gozando, não tô gozando, é só aquele líquido de tesão que sai!
—Calma, eu sei que você não está gozando, mas parece porra hein!
Comentei, e em seguida sorvi aquela seiva quente e deliciosa, depois abocanhei.
O pau permanecia duro.
—Tô tentando me controlar, você chupa gostoso demais! Disse o jovem.
Opa... eu poderia interpretar aquela fala como um “vai com calma aí, senão eu
gozo” e reprova-lo?
—Pois então controle-se, porque eu não vou dar moleza! Respondi, e
atolei até mais da metade de uma vez, depois bombei, com a boca aberta e engasgando,
tossindo e em seguida recuei e fechei a boca, retomando o boquete, recuei mais,
até chupar só a glande.
Com a cabeça do pirocão na boca, movimentei rapidamente, remexendo os
lábios e estimulando abaixo da glande, vendo o macho se contorcer e respirar
ruidosamente, inclinei a cabeça para a esquerda e mantive o ritmo do boquete,
sem passar da glande, e o cara quase pirou, olhei no display e faltavam cinco
minutos.
—Puta que pariu... quanto tempo falta? Indagou o macho, buscando o ar e
gemendo aflito. Aquilo estava mais divertido do que imaginei... a ansiedade
estava afetando ele.
Continuei chupando, sem responder nada, faltavam três minutos, segurei
a base e agitei, endireitei a cabeça e bombei com força, prendendo o corpo do
pirocão com meus lábios na metade dele, depois recuei, mantendo apenas a glande
sob minha boca e comecei a masturbar.
Com as duas mãos, punhetei em
movimentos circulares, depois passei da glande e dei puxões na pele do pênis,
até esbarrar na base, ele gemia guturalmente. Soltei e peguei o celular.
90 segundos, ele segurou minha cabeça e começou a bombar, querendo
atolar, acompanhei os movimentos e me segurei, mesmo tossindo e engasgando. 30
segundos, ele começou a grunhir e o pauzão a pulsar, anunciando o gozo, eita,
morrer na praia assim? Então tirei suas mãos da minha cabeça e a rola da boca,
a masturbei e avisei:
—Segura, faltam só 10 segundos! Dito isso, passei apenas a beijar as
laterais do pênis e lamber as bolas, mas a rolona ainda pulsava, ele segurou
abaixo da glande com força e olhou para o teto. Aquilo me distraiu um pouco, mas
depois olhei a tela e o tempo já havia acabado...
—Que foi? Indagou o rapaz, esbaforido e sem saber porque parei abruptamente.
—Os 20 minutos do seu teste acabaram, você passou! Respondi, ofegante como
ele.
—Porra, você botou pra foder hein! Comentou o rapaz, tirando a máscara
e revelando um belo rosto suado. Seus cabelos eram loiros e espetados, os olhos
eram verdes, o nariz era afilado, os lábios eram médios e a boca era média, o
rosto era meio estreito. Um gato, lindo.
—Eu tinha que fazer o possível para te reprovar, mas como não consegui,
lhe dou os parabéns, tanto pela resistência, quanto pelo pauzão enorme e
delicioso de chupar que você tem! Respondi, tirando minha máscara e mostrando
meu rosto também suado a ele.
—Me chamo Denis, e você? Apresentou-se o rapaz.
—Luciana, prazer, e... meu nome não estava escrito no exame? Respondi, o cumprimentando e perguntando, meio... irritada com a desatenção, mas enfim, trocamos beijos
formais no rosto.
—Ah sim, mas acabei esquecendo, fiquei um pouco ansioso com o momento, desculpe! Mas... você também tá de parabéns, além de ser muito gostosa, se garante
muito no boquete, por pouco não perdi! Elogiou Denis, masturbando suavemente
sua rolona. Gostei da sinceridade dele...
—Obrigada! Espere um momento que vou comunicar a Suzy sua aprovação!
Agradeci e o avisei, em seguida disquei para o escritório, Suzy atendeu
indagando:
—E aí Luciana? Tudo certo com nosso garoto?
—Aprovado nas duas fases! Respondi.
—Então... use e abuse dessa rola até se dar por satisfeita! Disse a
loira, e ri alto, depois desliguei, ajeitei o robe e me dirigi até Denis, que
se levantava da cama, e me disse:
—Bem... foi um prazer te conhecer, espero que possamos nos encontrar em
algum evento, ou marcar alguma coisa, gostei muito de você, muito mesmo!
—E por que não marcamos agora? Indaguei, empinando a bunda, em seguida a alisando e apertando. Denis veio até mim e afastou meu
robe, depois alisou e apertou meu rabo, peguei sua pirocona, me dobrei e comecei a lamber,
como um sorvete, depois dei beijos.
—Por mim, tá perfeito, melhor do que eu esperava! Disse Denis, gemendo.
Deitei ele na cama de novo e fiquei transversal a ele, com parte do meu corpo
sobre seu ventre e a bunda bem empinada, depois abocanhei de novo seu pauzão, faminta
e comecei a mamar, porém...
Ouvi Denis gemendo e ofegando, em seguida sua pica enorme pulsou
violentamente, e senti minha boca ser inundada de esperma, e não tive outra
saída a não ser engolir tudo, e era muita porra. Segurei firme o pauzão pelo
meio e masturbei levemente, extraindo até a última gota daquele leite denso e
adocicado. Não acreditei naquilo, não mesmo...
—Você aguenta meu boquete por 20 minutos do teste, e goza em menos de
cinco quando só começamos a aquecer? Indaguei, olhando para ele e soltando seu
pauzão.
—E-Eu ainda tenho gás pra te dar um trato bem gostoso, me recupero rápido!
Disse Denis, mas o problema é que aquilo foi um balde de água gelada... eu
realmente fiquei imersa, muito afim de transar com ele, mesmo sem estar
totalmente recuperada, aí o cara manda uma dessa...
—Não tenho dúvidas do seu gás, mas autocontrole é fundamental comigo, e
quem dita as regras do sexo são as mulheres; você foi aprovado como membro do
grupo, parabéns, mas foi reprovado como meu parceiro sexual, lamento!
Retruquei, me levantando.
—Peraí Luciana, não seja tão radical, não estamos mais em um teste!
Argumentou.
—Ah, meu querido, a vida é um teste sem fim! Você acabou de entrar em
um grupo sexual, do qual sou membro, e nele as mulheres são bem rigorosas, elas
vão lhe testar o tempo todo, então não pense que só ter o pauzão basta, aqui...
está cheio de caras pauzudos como você! Rebati, amarrando o robe, sem deixar
mais nenhuma fresta do meu corpo visível para ele.
—Você... tá me julgando mal, eu nunca pensei que só basta ser pauzudo...
e na verdade... sempre tive problemas em manter relacionamentos justamente por
conta disso, minhas ex-namoradas não aguentavam muito, outras se recusavam a
transar a primeira vez quando me viam nu, porque sentiam medo, mas sou
carinhoso e paciente, sempre fui! Disse Denis, consternado.
—Vai ver você não passou confiança suficiente para elas! Retruquei,
ácida.
—Discordo, passei no teste e íamos transar porque passei confiança pra
você, assim como passei pras outras também! Retrucou Denis, que até argumentou ligeiro,
todavia...
—Você tem razão, mas quem pôs tudo a perder? Quem não soube se segurar?
Rebati, e me lembrei de Diogo. Denis me olhava com um semblante desolado,
depois abaixou a cabeça. Me preparei para sair, afim de evitar ouvir desculpas,
e quando girei a maçaneta da porta...
—Mais uma chance! Prometo que não vou te decepcionar, prometo! Pediu
Denis.
—Denis... aproveite que agora você é membro do grupo, e adquira
experiência, conheça seu corpo e seus limites, aprenda a se dominar, e aí quem
sabe... um dia lhe dou uma nova chance! Seja bem-vindo e boa sorte! Retruquei,
de costas e depois saí, sem bater a porta.
Eu poderia ter dado outra chance a Denis? Poderia. Justiça seja feita,
ele passou no teste. Teria passado com Sabrina? Não sei, sempre detestei
conjecturar as coisas. Eu era a avaliadora, o avaliei e ele passou, ponto
final. O macho era jovem, gato, corpo bonito, e com uma rola grande e gostosa, deliciosa
de chupar, mesmo não sendo grossa como as que provei até agora.
Mas, eu estava muito sensível. O rumo que meu casamento tomou afetava meu juízo. Ver o corno aflorando seu instinto de pai, por um filho que
não saiu de mim, era devastador. Então se minha válvula de escape falhar, fico
desajustada e me irrito, como defesa, ainda mais nessa circunstância.
No outro quarto, prestes a vestir minhas roupas e ir embora, notei algo
escorrendo pelas minhas pernas, e quando vi o que era, não acreditei e corri
para o banheiro. Após me higienizar, saí da alcova vestida, e vi Denis no
escritório de Suzy, já vestido também. A loira me avistou e pediu licença ao
rapaz, em seguida veio correndo e indagou, desnorteada com a situação:
—O que aconteceu Luciana? Por que vocês não transaram?
—Menstruei, desculpe! Respondi, e acenei dando tchau para ela...
FIM
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Olá queridos alunos. Sentiram minha falta? Talvez não, rsrsrs, mas enfim.
Bem, meu descanso foi curtíssimo nesse meio de semestre, mal tive tempo de dar atenção ao blog e implementar as mudanças que tanto planejei, além do mais, adoeci, quase tendo que ficar internada por conta de um problema intestinal e depois uma virose, porém, estou restabelecida.
Minha rotina profissional ainda continua a de 200 horas (manhã e tarde) e por isso, as postagens continuarão sendo semanais. É foda, mas é melhor que nada, ou outro hiato bem mais prolongado, contudo, não vou estabelecer um dia, apenas saibam que a postagem vai ocorrer entre SEGUNDA e QUINTA, ou seja, posso postar na segunda, terça, quarta ou quinta. A de hoje, foi na quarta, o dia tradicional, mas a próxima, pode ocorrer entre esses quatro dias, sendo assim, fiquem atentos.
É isso, não vou me alongar muito, gostaria de agradecer aos comentários e e-mails que recebi durante minha ausência, esse ano, bem menor que o de costume.
Lembrem-se, a participação de vocês é o oxigênio que mantém esse blog vivo.
Beijos, tenham um dia vitorioso e um resto de semana maravilhosa.
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Comentários

Feliz pelo seu retorno. Delícia de conto!!!
ResponderExcluirAguardando a continuação. ótima leitura
ResponderExcluirRelato bem fraco se comparado com anterior e ainda por cima hoje já é quinta e nada de continuação.
ResponderExcluirE mais uma vez descompromisso com as postagens. Foto bonita,mas a história ficou sem graça e sem intensidade.
ResponderExcluir