124 - O GOSTO AMARGO DA INFIDELIDADE – PARTE 7

 


Eu gemia tarada com o pauzão de Odair roçando meu cu. Ele meteu um pouquinho, tirou, meteu de novo e tirou, deu batidinhas e eu abri bem as nádegas, com a cara apoiada no encosto do sofá, mas sem tirar os olhos de Kézia, que se lambuzava na rolona de Benício. Dei um gemido alto e balancei as canelas ao sentir a tora morena invadindo meu cu.

Sem meter tudo, Odair começava a bombar com uma cadência gostosa, querendo aproveitar meu cu guloso sem pressa, e embora eu sequer soubesse que horas eram, mas pelos meus cálculos, acho que tinham se passado uns 40 minutos, desfrutar dessa putaria surpreendente até o último segundo era minha missão. Foda-se que horas eu chegaria em casa.

Benício sentou-se no sofá, encapou seu pauzão e Kézia montou rapidamente, de frente, se aprumou, ajeitou a rolona na entrada de sua buceta, deu umas pinceladinhas e sentou.

—AAAHHH... porra, pombona grossa gostosa do caralho, humm! Disse a baixinha, que apoiou as mãos nos ombros de Benício e começou a gangorra, suave, sentando quase até o talo.

Rebolando, eu fazia o caralhão de Odair entrar mais no meu cu, e ele se maravilhava com meu gingado. Meus grunhidos tarados temperavam aquela foda anal gostosa, e o moreno ia mostrando uma destreza igual a de Benício, já começando a estocar mais incisivo; ele segurou minhas ancas, e me vendo totalmente propensa, abufelou pica e me fez gritar de tesão.

Kézia cavalgava, com a bunda bem empinada, já com o pauzão de Benício atolado na buceta, em um gingado espetacular. A morena manjava, sobe e desce seguro, gemidos tarados e semblante de quem ama trepar, eu, seguia na mesma linha, dominada pelo moreno e sendo alimentada com seu pirocão grosso também atolado no cu, gritando e gemendo feito louca.

VAI, VAI CARALHOOO! FODE, FODE ESSE CU! Bradei, ensandecida. Odair deu um tapa de macho na minha bunda e seguiu me currando gostoso, meus gemidos guturais ecoavam, o suor descia, e a dor castigava um pouco, mas tudo isso era combustível, era essencial...

—Eita que essa aguenta pica no rabo viu? Rebola, safada, eita gostosa! Comentou Odair.

—É fixa do Abençoado, macho, quero ver se tu dá conta da mulher! Endossou Benício.

—Se garante mesmo viu? Ô inveja de ti, Luciana! Comentou Kézia, sincera, e rimos.

Aquele reconhecimento me deixou mais tarada, então resolvi pôr Odair à prova. Ainda de quatro, rebolei e sacolejei meus quadris e nádegas, quase como Ayla fazia, com a rolona pregada no meu cu, e delirei. Ouvi os gemidos de Odair, a respiração ruidosa e a tentativa de sintonizar o gingado. Eu estava no pico da tara, e da sede de vingança, e caprichei. Ele segurou minhas ancas de novo e deu duas pancadas, rebolei, mais duas, ginguei, e retomamos.

Era perfeitamente audível a resposta corporal de Odair, depois, visível ao olhar para trás e vê-lo mais suado que antes, ofegante, mas sem parar de meter. Quando eu embalo no sexo... o macho que seja macho e me acompanhe, e até o momento ele estava dando conta. Fitei Kézia e ela já estava sentada de costas, com as pernas elevadas por Benício, que castigava a xoxota da morena baixinha. Ela fazia caretas de tesão, gemia alto, quase escandalosa e ria.

—Vai Pimentinha... geme gostoso, geme sua safada! Provocou Benício, socando pica.

Odair sentou-se no sofá, em seguida montei, de costas, apoiei as pernas sobre as coxas dele, alinhei a rolona morena na entrada do meu cu e sentei, deixando deslizar, gemendo, grunhindo e quase babando de tesão ao sentir a grossura alargando meu cu bem gostoso.

—Ai Benício eu vou gozar, vou gozar, soca, mete, mete, Aaahh, AAAHHH, CARALHOO! Soca, porra, aaaihhh, hummm! Anunciou e gozou Kézia, gozando loucamente e Benício socando com força, fazendo ela gritar e urrar seu prazer. Uau, rápido, sinal de que ela ia ficar mais braba...

Aquilo me inspirou, comecei o sobe e desce, baixando até o talo e subindo até quase tirar, com as mãos sobre os ombros do moreno, que gemia e acompanhava meu ritmo, olhei meio atravessada e vi Kézia assistindo, ofegando e mordendo o lábio inferior. A Pimentinha queria mais, levantou-se, meio trôpega e Benício veio por trás, a segurando.

Dava para ver as pernas dela um pouco trêmulas. A fêmea ficou de quatro no sofá, com seu rabo empinado e Benício alisou e estapeou, depois sacudiu as nádegas durinhas dela. Que corpo lindo da porra ela tinha. Eu, quicava, tarada e surtada, ouvindo Odair ofegar e gemer, provavelmente com meu peso, me equilibrando sobre as pernas dele.

—Bora, bora, bora, soca pomba, soca, meu cu está com fome! Pedi, surtada mesmo.

—Caralho... a mulher é braba! Comentou Kézia, com o indicador entre os dentes.

—Puta que pariu, o Odair tá se desmanchando em suor! Comentou Benício.

—Eita porra, é mesmo! Abre não, cabra, a mulher tá com fome! Atiçou Kézia.

—Tô de boa... tô de boa, eu gosto... é assim! Retrucou Odair, e sei lá... as pausas entre as palavras e a respiração dele... me deixaram na dúvida, mas ele não oscilava, eu sentia o pauzão duro e o gingado dele sem alterações. Até quando? Não sei.

Apoiei os pés no sofá, descendo mais um pouco e ficando acocorada, em seguida continuei, e não podia ver direito Kézia e Benício, mas pelos gemidos de ambos, a foda havia recomeçado. Eu sentia a buceta tremendo como louca, começando a pedir outra rolona.

—Me empresta o Benício aí, Kézia! Pedi, descendo do pauzão de Odair. Quando o vi, tive pena, o cara estava ensopado, e Benício estava meio suado. O moreno se assoprava e ofegava, em seguida ele levantou, meio lá e cá, e vi as coxas dele bem vermelhas.

—Só um pouquinho... aaahhh... e já te dou ele! Disse Kézia, de quatro e levando pica na buceta, Benício segurando as ancas dela e abufelando sem dó. O sangue não podia esfriar.

—Vem Odair, quero mais! Pedi, e me deitei no sofá, com as pernas erguidas. Ele pegou duas almofadas e se ajoelhou para se alinhar a mim, pincelou meu cu e o varou. Berrei tarada.

—Isso, cuzinho gostoso e guloso, safada! Aaahh... que delícia! Disse Odair, estocando gostoso, vai e vem malvado, até o talo, com aquela paradinha, depois recuando até quase tirar e retomando o ritmo forte. Ok, ele suava bastante, mas o pauzão estava firme e forte...

Ouvi o grito de Kézia, aflito de tesão, o semblante tarado de Benício, indo devagar, então deduzi que ela já estava no anal. Eu gemia tarada, Odair socava sem pena, até o talo.

AAAIIIIHHHH, PORRAAAA, come, come meu cu seu puto do caralho! Gritou e ordenou Kézia, grunhindo e dando gemidos guturais. Benício metia, em ritmo gostoso, no ponto, e ela cerrava os dentes, respirando forte e ruidosa, depois gritava. Duas levando no cu. Delícia...

—Eita, que saudade desse teu cuzinho de casada, Kézia! Disse Benício, tarado.

—É? Pois mata essa saudade, mata, fode, fode meu cu, gostoso! Atiçou a Pimentinha, rebolando, e Benício caprichou, estocou com força, fazendo a mulher berrar. Eu e Odair estávamos alinhados, ele começou a mexer na minha buceta e tirei sua mão, sorrindo e ele riu.

—Bora Odair, quero tu agora! Pode ser, Luciana? Chamou Kézia, após uns bons minutos dando o cu para Benício. Assenti, ofegante, o moreno sorriu e saiu do meu cu, bem mais suado.

Benício também estava mais suado que antes, ofegava um pouco. Eu precisava de uma pequena pausa, ciente de que o sangue não esfriaria, então gesticulei discretamente para ele, que entendeu e assentiu. Benício sentou-se no sofá, subi e me posicionei paralela a ele, com o cu ardendo, mas pronta para mais, pronta para a DP. Ele tinha tirado a camisinha e eu caí de boca, mamando tarada enquanto era bolinada, mas tirei a mão dele também.

AMO gozar com rola dentro e não abro mão disso. Observei Kézia, dando o cu tarada para Odair, enquanto eu chupava o pauzão grosso e delicioso de Benício, atolando, engasgando e vertendo saliva. Tirei, arfei e ele bateu com a rola no meu rosto, passou, esfregou e botou na minha boca de novo, e chupei em um movimento só até mais da metade, tossindo, engasgando e gemendo, recuei, não tirei e movimentei a cabeça, vai e vem tarado, depois, me levantei.

Me acocorei de frente para Benício, rebolando e esfregando meu rabo naquele caralhão delicioso, e vendo Kézia gemer, rebolar e gingar, de quatro, levando o cacetão de Odair no cu.

—Bota no meu cuzinho, bota! Sussurrei, no ouvido de Benício. Ele sorriu, deu um cheiro no meu pescoço enquanto alocava seu pauzão na entrada do meu cu, então sentei.

Soltei um gemido alto, sentindo a grossura deliciosa e maior que a de Odair, alargar e alargar meu cu conforme eu sentava, e sentei até o talo. Dei uma reboladinha, sentindo dor, sentindo o cu latejar, mas aquilo era gostoso, subi até quase tirar e sentei até o talo de novo, rebolei, arfei gostoso, gingando devagar, sentindo o pau de um macho de verdade me arrombando. Ele segurou minhas nádegas por baixo e acompanhou o ritmo, e pirei.

—L-Luciana... tu... vai fazer... aaahhh, com eles, hmmm... ao mesmo tempo? Indagou Kézia, levando rola no cu, com um olhar assustador de tara, e Odair socando sem parar.

—S-Sim... vou! Quer... fazer também é? Respondi e aticei, e ela deu um sorriso.

—Bora, Pimentinha? Provocou Odair, e ela deu uma risada sapeca.

De repente um celular tocou, e me assustei, mas foi um susto leve, pois o som do toque não era o do meu, e sim um sertanejo vagabundo e irritante, desses que eu odeio.

—E-Eita... meu celular tá tocando, deve ser a Suzy! Pera, sai, Odair! Disse Kézia, aflita. Odair saiu e ela desceu do sofá, meio trôpega e correu até a sacola onde estavam a câmera e as roupas eróticas e o tirou. —Aff, é meu marido! Completou, sacudindo a cabeça e bufando.

—Bota no viva-voz pra gente ouvir o corno! Provocou Benício, e rimos.

—Vocês não prestam né? Tá bom, vou botar, só porque esse “fela da puta” atrapalhou minha foda! Disse Kézia, rindo. Ela atendeu e fez o que Benício pediu. —Oi amor! Completou.

—Oi minha rainha, tá aonde, cheguei e não te vi em casa! Disse o chifrudo.

—Chamou de minha rainha... é corno mesmo! Troçou Odair, sussurrando, e rimos baixo.

—É... tô aqui com uns amigos, daqui a pouco vou pra casa! Respondeu a safada, rindo.

—Amigos? Que amigos, Kézia? Que papo é esse? indagou o corno, com voz enciumada.

—É, macho, são amigos homens, aqueles amigos, sabe? Uns amiguinhos que eu gosto de me divertir de vez em quando e tu sabe disso! Retrucou a mulher, que bufou depois.

Um silêncio irrompeu. Kézia estava visivelmente chateada. Ela sequer mentiu para o marido, respondeu com uma frieza e rispidez indisfarçável. O corno retrucou, indignado:

—Puta merda, Kézia, eu tava doido pra curtir contigo hoje de tarde, aí tu pega e sai pra ficar com outro macho, aliás, é dois agora né? Um tá pouco pra matar tua “viçagem” né?

—Não vem com ceninha de ciúme agora não, tá Gilson? Que foi que a gente conversou? Eu disse que curto com outros caras e não ia abrir mão, tu aceitou! Não tá aguentando? Bora separar, pronto, acho até melhor assim! Rebateu Kézia, puta da vida e com voz alterada.

Outro silêncio, esse, mais curto. Eu e os caras ríamos discretamente. Que patético...

—Porra, Kézia, quando eu vou ser suficiente pra ti? Eu faço de tudo pra te dar uma vida boa, te trato com amor, carinho, não deixo faltar nada... e tu sai pra...! rebateu o corno, mas...

—Ó Gilson, chega tá? Daqui a pouco eu vou pra casa, tchau! Cortou Kézia, ríspida. Ela desligou o telefone na cara do corno e o guardou na sacola, em seguida bufou ruidosamente.

—Porra, tu desligou na cara do teu marido? Indagou Odair, admirado, e rimos.

—Ah, não tenho saco pra chilique de corno não. Eu fui muito honesta com ele Odair, falei que curtia com outros caras e não ia abrir mão disso, e ele aceitou! Respondeu a mulher.

—Olha Kézia, não quero dar uma de moralista, mas... essa relação de vocês não tá aberta de verdade, se teu marido realmente fosse liberal, ia tá tranquilo ao saber que tu transa com outros, não dizer que tu tá “viçando”, então toma cuidado, gente assim costuma aguentar até certo ponto... aí depois pode dar merda... pros dois! Advertiu Benício, sério, e concordei.

A situação de Kézia era igual a de Raimunda, ou melhor, parecida, pois o marido de Raimunda não conseguia mais ter vida sexual com ela, por isso tolerava ela ficar com outro(s).

—Brigada pelo conselho, Benício, mas... eu sei como amansar esse corno mais tarde; homem como o Gilson... precisa de validação, de um curativo no ego... e isso eu sei fazer muito bem, as palavrinhas mágicas que ele ouve... e o meu remelexo... fazem ele perdoar! Retrucou Kézia, que dançou sensualizando, e caímos na risada. Uau... esse dia estava bem interessante...

—Gente, que horas são? Não posso voltar muito tarde para casa! Indaguei e comentei.

Os caras não estavam usando relógio, então Kézia tirou o celular da sacola e respondeu:

—São 15h46! Que horas tu tem que tá em casa?

—Só isso? Ah, ainda podemos brincar mais um bom tempo! Respondi, e rimos.

—E aí, Pimentinha? Vai continuar, ou a ligação do corno te broxou? Atiçou Benício.

—Ah, Benício... broxou um pouco sim, quebrou o clima! Podem continuar, eu vou tomar um banho e já volto! Respondeu Kézia, que pegou suas roupas e saiu para o banheiro.

—É... quando cai água no chope já era, então... bora, Lu? Comentou e indagou Odair.

—É complicado, mas cada um com seus problemas! Bora curtir bem gostoso! Respondi.

Que pena, mas o pouco que vi da performance de Kézia, me deixou bem animada para falar sobre ela com Rodrigo. A baixinha se assemelhava a Stefhany na devassidão, e isso era bom. Me ajoelhei entre os caralhudos, que tiraram as camisinhas e me puseram para chupar.

Mamei ambos, devota, com tara renovada, afinal, eu precisava daquilo, precisava me sentir viva, não uma chifruda humilhada, porque a corna na história sempre fui eu, mas me portar como tal, era inaceitável para mim. Mas esse jogo de traição mútua está perto do fim...

—Vai rolar a DP? Indagou Benício, que gemeu gostoso com minha chupada.

—Vai sim, e é agora! Respondi, e me levantei. Os machos vibraram.

—Quer aqui mesmo ou no quarto? Indagou Odair. Perguntei, cabreira:

—Não vai dar problema com o dono da casa se usarmos o quarto? Benício respondeu:

—Que nada, o quarto do dono tá trancado, aquele em que tu trocou de roupa tá disponível pra gente. A cama é bem confortável e tem ar condicionado, eu acho melhor!

—Oi gente, voltei. Oxe, que foi? Já acabou o encontro? Demorei tanto assim? Disse e indagou Kézia, confusa ao chegar e nos ver parados conversando. Demos risada.

—Não, a gente estava falando sobre usar o quarto para continuarmos! Respondi.

—Ah, sim, olha, eu já ia sugerir que vocês fossem pra lá. Sofá é gostoso pra trepar, mas... só dá certo casal, acho ele pequeno pra quatro pessoas! Disse e opinou Kézia, toda cheirosa.

—Quer participar? Propôs Odair, e ela riu alto.

—Não, dessa vez, não! Cortou o clima já era, se quiserem fotos, eu acompanho e tiro algumas, mas trepar, nananinanão, deixa pra outro dia! Respondeu a baixinha, categórica.

—Vocês compraram o estoque de camisinhas da farmácia foi? Olha o tanto que foi usada! Indaguei e comentei. Haviam seis preservativos descartados no chão. Os machos riram.

—Não, mas só tenho duas aqui! Respondeu Benício, rindo.

—Eu também, só sobrou duas! Tá dentro do previsto né? É assim mesmo, se o combinado foi DP e com camisinha, a gente tem que trazer bastante! Endossou Odair, e assenti.

Kézia foi para o quarto conosco, sob meu pretexto de tirar fotos, mas a deixei a postos, queria que ela assistisse e em um momento aleatório, eu pediria, mas para não ficar tão na cara que meu intento era instiga-la a participar, pedi duas antes de começarmos, e ela tirou de boa. Ajoelhada sobre a confortável cama e com ar condicionado no 16, eu temperava os caralhões que iam me ensanduichar, chupando mais tarada, engasgando gostoso e deixando-os bem lubrificados, porque... essa DP seria no pelo, sem camisinha, como eu sempre gostei.

Deitei Odair e montei, ajeitei seu pauzão na entrada da minha buceta, que chorava de tesão e sentei, gemendo safada, até o talo, onde rebolei suave, parei e o moreno começou a estocar, enquanto Benício se preparava para invadir meu cu, o lubrificando com K.Y. aquele arrepio delicioso me invadiu, seguido de um medinho, pois há tempos eu não encarava dois, mas no fundo eu estava muito excitada. Corno filho da puta, enquanto você se fode com a merda que fez na vida, eu me esbaldava com rolas de verdade, que dão prazer de verdade.

—Pronta, Luciana? Indagou Benício, esfregando a glande de seu pauzão no meu cu.

—Sim, mete, mete bem gostoso! Respondi, e gemi alto com as estocadas de Odair.

Quando senti a cabeça da picona de Benício entrar no meu cu, gemi alto, e quando o resto começou a entrar, dei um grito aflito, as pernas tremeram e fiquei zonza. Quase chorei.

—Isso... que cuzinho safado e gostoso! Comentou Benício, bombando suave. Quase encolhi a bunda, mas ele a manteve empinada, enquanto Odair socava cadenciado.

A...AAAAA... AAAAAIIIIIHEEEEE! UUUUUHHHH, AAAAAHHH! CARALHOOO! AI PORRA! Berrei e urrei, já suando forte, arrepiada e chorosa, conforme Benício bombava e mais de seu pauzão entrava, nisso Odair continuava socando, começou a DP... braba, e deliciosa...

Eu não conseguia conter os gritos e gemidos altos, quase chorosos. Os machos provavelmente sabiam que essa zoada toda que eu fazia era puro tesão, assim como eu. Dois cacetões grossos preenchendo e arrombando meus buracos com uma dor e sensação de poder indescritíveis, pareciam me definir ali, subjugada. O suor disparava, mesmo sob o ar condicionado. As respirações ruidosas e gemidos dos comedores criavam uma sinfonia erótica.

Minha cabeça rodava, menos que no começo. As lágrimas verteram e funguei, gemendo e grunhindo, dando gritos curtos e outros guturais enquanto os pauzões me arregaçavam. As metidas já eram sem cavalheirismo, os comedores mostraram a tarimba sexual que possuíam ali, me currando ao mesmo tempo. Benício era malvadamente gostoso, mantinha o vai e vem com praticamente o talo de seu pauzão grosso, recuando pouco, e Odair fazia quase o mesmo.

—Puta que pariu... que gostosa, vai, vai casadinha, se acaba nessa pica! Disse Odair.

—Tudo bem, Luciana? Indagou Benício, me ouvindo fungar.

—S-Sim... bora, continua, não parem! Respondi, chorosa e me abanando.

—Se não tiver aguentando, a gente para! Disse Odair.

—E eu por acaso pedi para parar? Se a rola do macho não me fizer chorar de tesão... não é sexo, é trepar com o lixo do meu marido! Retruquei, e eles riram e vibraram.

—Não se esqueçam quem é o fixo dela viu? Provocou Kézia. Benício comentou:

—Pois é... a gente sabe, e se chegamos até aqui, é porque não fizemos feio!

—Claro que não fizeram, estou adorando vocês! Rebati, e fui abraçada por ambos.

—Eita que o Rodrigo deve se acabar nessa tua bundona hein? Atiçou Kézia.

—E eu me acabo no pauzão dele, então está tudo certo! Retruquei, e gargalhamos.

Minutos depois, a troca. Ofegante, verifiquei discretamente se não havia sujeira no pauzão de Benício. Tudo ok, montei de frente com a xoxota na rolona dele e gemi alto. Mais grossa, mais dura e mais deliciosa, a de Odair também era uma delícia, mas a de Benício na buceta era tão malvada quanto no cu. Mais um urro, mais uma leve tontura quando o pauzão de Odair entrou no meu rabo. Arfei, engoli a saliva, funguei e a foda recomeçou.

AAAAIIII, AAAAHHHH, CARALHOOOO, FODE, PORRAAAA! Berrei, quase rouca, imersa na luxúria e promiscuidade que escolhi para me sentir viva, e não me arrependia de nada.

Meus gritos e gemidos eram entre graves, agudos e guturais. O embalo daquela DP era de novo, algo difícil de traduzir em palavras. Ismael e Breno, os moleques pauzudos que me iniciaram nessa modalidade de sexo, eram apenas lembranças perto de Benício e Odair.

—Tá gostando, safada? Tá gostando de levar duas picas bem gostoso? Indagou Odair.

—S-Sim... aaaiiii... porra... sim, mete, mete, METE CARALHOOO! Sussurrei e berrei.

Os machos queriam me foder de todo jeito, e eu, igualmente desejava isso, então fiquei de pé, com a perna esquerda suspensa por Benício. Ele varou minha buceta e Odair veio por trás no meu cu. Eu já estava meio anestesiada, só sentia praticamente as dores do início da penetração e mais um pouco conforme bombavam, depois, embalávamos alucinados e suados. Consegui me equilibrar bem e estava bem amparada, berrando, gritando e gemendo palavrões.

Mais um revezamento, era como se fosse uma regra servir aqueles homens por igual a cada nova posição. O cansaço nos tomava, ofegávamos, gemidos eram grunhidos, eu engasgava ao proferir a constatação das dores e ardências. Me apoiei em Odair, que respirava mais forte varando minha buceta e sentia as fungadas ruidosas e quase guturais de Benício no meu cu. Provavelmente a DP mais insana que eu estava fazendo até agora. As pernas já tremiam...

—Puta que pariu... eu nunca vi uma coisa assim antes, tu é uma monstra! Comentou Kézia. Pude ver, vi sim, mesmo a meia visão... os olhos estarrecidos dela, e abri bem os meus, voltando ao mundo, ao plano de luxúria que me acorrentava nessa espiral de prazer.

Se não tivesse um ar condicionado naquela alcova, provavelmente um de nós teria desmaiado. Estávamos suados ao extremo, nossas respirações respingavam a sudorese e eu via uma espécie de vapor (até hoje acho que alucinei) exalando dos corpos dos machos.

—Deita... Benício... vou montar de costas! Falei, em seguida engoli a saliva e arfei.

Eu vi o macho quase tombar na cama, arfando. Montei, de costas e sentei quase de uma vez, devido aos tremores nas pernas, e se não tivesse tido esse reflexo de segurar a descida, a orgia acabaria ali, quando percebi as dele um pouco trêmulas, e olha que o cara tinha um corpo robusto. Ele elevou minhas pernas e seguiu socando no meu cu. Eu mal conseguia gritar mais, apenas grunhia e fazia caretas enquanto Odair se achegou e meteu na minha buceta inchada.

Por que eu não gozei antes? Por que eu não sentia o orgasmo vindo? Culpa dos caras? Nada disso, eles me fodiam com esmero, com competência. Das preliminares até essa DP. Quando descobri, que o que estava faltando em mim era a entrega verdadeira que sempre tive nesse sexo insano ao qual decidi desbravar, então tratei de realinhar meu corpo e mente...

—Isso gostosa, puta que pariu, que mulher pauleira, meu Deus! Comentou Odair.

—S-Sem... comentários... não... é à toa... que é fixa do Rodrigo! Endossou Benício, e...

O gatilho mental veio. Rodrigo... o homem que o destino negava a qualquer mulher a posse verdadeira, o homem com o qual nenhum outro se comparava, o homem que com 10 minutos de foda... me virava do avesso e me fazia gozar desesperada e alucinada... foi ele...

AAAIIII, AAAHHH, METE, METE, VOU GOZAR, VOU GO.... AAAAAAHHHH! Gritei, anunciando meu gozo e em seguida urrei a plenos pulmões naquele quarto, em um orgasmo frenético, que eu pensava estar sendo múltiplo, mas não era.

Enquanto eu gemia, os machos também gemiam, criando outra sinfonia assustadora de gemidos que pareciam um ritual, mas eles não gozaram. Eu sentia meu corpo perdendo as forças, Odair saiu de minha buceta e Benício me deitou cuidadosamente, e lá fiquei, sorrindo.

—Meu Deus do céu... uau! Comentou Benício, extasiado.

—Vão se lavar... quero leitinho! Pedi, sustentando minha reserva de energia. Eles assentiram e se foram. Deitei com o peito para cima, ofegante, confusa e realizada...

—Tudo bem Luciana? Indagou Kézia, se achegando. Olhei para ela e assenti. 

CONTINUA

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Comentários

  1. Uau!Valeu a pena esperar! Foto do caramba! Bebeu muito leite hein professora! Que pena que e a Kezia perdeu o fogo, mas foi um conto maravilhoso e que putaria de primeira!
    Seu aluno Beto

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  2. Te achei… sou seu leitor desde do outro site. Que bom que voce continuou a nos deliciar com seus contos. Preciso de me atualizar, tem em algum lugar a ordem cronológica dos contos, precisarei de reler todos.

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  3. Que fódas maravilhosas Luciana…merece ser lida várias vezes…BOTO

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  4. Que foda avassaladora!!!

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