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—Humm... isso é que é uma rola de verdade... por isso meu marido é
corno! Comentei, olhando admirada para o calibre do pauzão de Eudes, e o coroa
deu uma risada tímida.
—É... insatisfação sexual é complicado, por mais que digam que sexo não
é um dos pilares de um casamento saudável... a realidade é que é sim, é
fundamental! Comentou Eudes.
—É por isso que você também trai sua esposa? Indaguei, e Eudes deu
aquele sorriso amarelo, e só pelo olhar dele, entendi o “sim” para a pergunta,
então continuei chupando.
Enquanto eu engasgava com metade daquela jeba grossa, mas não arredava,
encarava Eudes, com olhos ávidos, vendo nele, um espelho do meu corno e
admitindo ser uma mulher hipócrita, pois ali eu assumia o papel de cúmplice de
mais um adultério daquele homem, ao mesmo tempo que adulterava também, mas...
foda-se, mamei mais devota, ouvindo o macho gemer gostoso com o remelexo dos
meus lábios e a saliva escorrendo, e claro, ele estava meio desconcertado com
aquilo e tentava disfarçar, porque meus olhos não saíam dos dele.
Subi no sofá, ficando paralela a Eudes e deixando minha buceta e cu
acessíveis para sua mão, e assim que abocanhei sua tora grossa e deliciosa, fui
deliciosamente bolinada e grunhi manhosa, safada e tarada, avançando até passar
da metade e engasgar gostoso.
—Humm... que bucetinha melada gostosa, e que rabo grande! Comentou o
coroa, que ao tirar seus dedos besuntados de minha seiva, os chupou e só
pisquei para ele, depois aticei:
—Então? Acha que pau pequeno merece entrar num rabo do tamanho do meu?
Ao ouvir isso, Eudes riu. —Responde, você sabe que não merece, e por isso meu
marido é corno! Arrematei, e o macho riu de novo. Notei que ele não queria
provocar, mas eu queria...
—Sobre isso... é uma opinião sua, e só tenho que respeitar! Disse
Eudes, e ri alto.
Eudes quis retribuir o oral que recebeu, mas recusei sutilmente,
aproveitando para montar nele de frente e já ficar bem sentadinha em seu pauzão
grosso e sentir o quão gostoso ele era quando soltei aquele gemido e senti
aquele tremor delicioso ao notar todo o comprimento ocupar minha xoxota
faminta, em seguida sorri e comecei a cavalgar. O macho deu aquela engatada
marota, me arrancando mais gemidos e acompanhou meu ritmo.
—Porra... que rabo enorme e gostoso, meu Deus! Comentou Eudes, com suas
duas mãos cheias em minha bunda, apertando com segurança, firmeza e em seguida
dando dois tapas.
—Gostoso é esse pombão, ai que delícia é uma rola grande, isso, isso,
aahhh... AAAHHH... toma seu corno de pau mixuruca! Pomba de macho de verdade
tem que ser como essa, grande e grossa! Retruquei, provocando o corno e instigando
Eudes, usando o termo “pomba” para me referir a pênis, termo que nunca gostei
muito, mas nesse dia usei... e adorei.
Eu queria era o chulo mesmo, o
coloquial, e Eudes socava com competência e com seu ritmo sexual alinhado
perfeitamente ao meu, e meu ritmo só aumentava, como uma maneira de testar o
macho, e ele mostrava sua tarimba sexual notável me causando arrepios. Soltei
suas mãos do meu rabo guloso e pulei tarada no pombão delicioso, gemendo e
quase gritando de tesão, toda arrepiada e levemente com as pernas trêmulas, mas
adorando essas sensações.
Após um tempo, saí de cima e vi
o caralhão do coroa bem melado de nosso creme de tesão, e não contei pipoca,
abocanhei gostoso e ouvi o gemido gostoso de Eudes, vi seu corpo se contorcer
ao passo que eu engasgava, depois tirei e sentei de costas, apoiei as pernas
nas coxas dele e retomei a gangorra vaginal, gemendo como uma cadela, cujo cio
só aumentava...
Aquela dorzinha, inevitável na
vida de toda mulher que escolhe o sexo com dotados, era o delicioso combustível
para uma transa cheia de emoções únicas. A chibatona dando cutucadas em meu
útero, e que me faziam produzir caretas e ofegar, produzia um misto de
sensações onde a vontade de pedir um “vai devagar”, conflitava com a ordem de
“mete com mais força”. Como eu estava por cima, quicava com gosto, gemendo alto
e sentindo as deliciosas pontadas.
Após quase gozar, Eudes me pôs
de quatro no sofá. Arrebitei bem meu rabo, ele tascou uma chupada deliciosa na
minha buceta e cu, e ali tremi com mais tesão. Ele alisava meu rabo grande e
guloso com veneração, depois começou a lamber, beijar e chupar meu cu, penetrando
suavemente com a língua e me causando arrepios, fazendo eu dar socos nos sofá,
tesa, imersa.
Segurando firme minhas nádegas,
dei aquele gemido tarado, mais alto e aflito ao sentir o pombão grosso do coroa
invadindo minha xoxota faminta. As pernas tremeram um pouco, balancei
rapidamente as canelas e o vai e vem desapressado começou. As mãos do macho
massageavam e apertavam meu rabo grande, depois estapeavam, daquele jeito que
eu adoro. Não demorou para que eu desse um gemido mais alto e soltasse um palavrão
lascivo ao sentir o talo dos 22 centímetros grossos de Eudes dando beijinhos no
meu útero naquela posição.
—Aaahh... que delícia de mulher, que bundona
gostosa, que bucetinha maravilhosa! Elogiou Eudes, extasiado e aumentando o
ritmo aos poucos, mas eu queria era brabeza...
—Soca com força, vai... soca
esse pauzão gostoso sem pena, vai, vai, aaaAAAHHHH! Pedi e em seguida dei um
grito ao ser obedecida. Ele segurou firme minhas ancas e “assungou”.
“Plaft, plaft” nervoso. Esse era
o ritmo na trepada, acompanhado de gemidos tarados, respiração ruidosa e
“sssssss” constantes. Um concerto sexual delicioso, em que meus cabelos eram
puxados para trás com minha cabeça e eu cerrava os dentes ao passo que rebolava
e grunhia babando, surtada de tesão e sede de vingança contra aquele corno
maldito. Uma hora Eudes deu aquele tranco maroto e dei um grito curto, depois
ri... e minha mente viajou...
Já suávamos, (talvez eu de nervosa) mas os pingos de
suor de Eudes caíam sem parar sobre minhas costas, e o macho ofegava, mas seu
pauzão permanecia rijo dentro de mim, só que em um ritmo mediano, entre o
incisivo e o suave, o que só atestava a competência do comedor no sexo. Ele
tirava e botava tudo, dando um tranco suave que me arrancava gemidos e risos
mais tarados, tapas e carícias em meu rabo, seguidos de apertos e mais carícias
em minhas costas, me relaxavam.
—Vem, chupa bem gostoso esse
pau! Pediu Eudes. Me virei e vi o pombão grosso bem melado de nosso queijo
sexual, e sem frescura caí de boca, mamando e grunhindo tarada.
Após o boquete que quase fez
Eudes gozar, e isso o fez perder alguns pontos comigo, mas não esfriou meu
tesão e vontade de continuar trepando gostoso e chifrando o corno, fiquei de
quatro no meio do sofá, arrebitando ainda mais meu rabo, e novamente fui
invadida, dando outro gemido alto e a foda recomeçou, com meu cio ainda maior e
literalmente incontrolável.
“O menino não pode ir pro hospital, senão tu vai ficar aperreado, vai
querer “vim” pra ficar com a gente e aí a bruxa vai desconfiar”. Sim, essa
mensagem que li... invadiu e reverberou em minha mente, e cerrei os dentes,
bufei de ódio e mais sede de vingança, e ordenei:
—Mete no meu cu, quero esse
pombão no meu cu! Vai, bota no meu cu porra!
—Na hora minha safada gostosa,
você adivinhou meu desejo! Um rabo desse tamanho... merece mesmo um pau grande!
Respondeu Eudes, atiçando e pincelando sua rolona na entrada do meu cu,
ameaçando meter, e meteu. Ele gemeu tarado, e eu dei aquele gemido alto e
safado.
—É por isso que meu marido é
corno, porque tem pau pequeno! Retruquei, rindo.
—Então o maridinho não come esse
cuzinho gostoso? Provocou Eudes, iniciando o anal suave, sem pressa, estocando com
um jeitinho maroto, na medida certa e me fazendo rir, do corno, rir de tesão e
rir grata pelo destino permitir que eu me vingasse sem remorso algum.
—Comia... aqui e acolá, mas aí
experimentei uma rola de verdade, grande, grossa e gostosaaAAHHHH... CARALHO...
isso, soca, soca tudo, soca esse pombão todo no meu cu... aahhh... delícia... e
depois... nunca mais dei, dá é nojo de ver aquele palitinho! Respondi,
alternando entre a sensação maravilhosa de dar um cu a um pauzudo e a conversa.
Eudes riu.
Não demorou muito para meu cu e
o cacetão de Eudes se tornarem amigos, e logo o macho começou a socar como eu
gosto, quase tirando e dando um leve tranco quando tocava sua virilha nas
minhas nádegas. Minhas canelas balançavam um pouco e as pernas tremiam, aquela
ardência e dorzinha deliciosa embalavam mais ainda meu tesão que só aumentava,
e uma ideia ainda mais safada que só cogitei antes... ia ganhando cada vez mais
ares de desejo...
Após um tempo, Eudes me deitou em posição
dorsal e elevei minhas pernas, depois abri bem meu cu e vi o quão suado o coroa
estava, parecia que tinha tomado banho e não se enxugou, ao contrário de mim,
que estava sim suada, mas não como ele, todavia, vi o picão bem duro e dei mais
um gemido alto quando meu cu foi deliciosamente varado, os 22 centímetros bem
alocados e um tranco malvado que me fez gritar e sorrir, adorando aquilo.
O macho socava sem pena,
deixando minha barriga bem molhada de seu suor incessante. O coroa iria
arregar? Não sei, o pombão ainda estava bem duro, mas ele ofegava conforme eu,
sentindo sim aquela dor, pedia mais e mais rola e ele atendia, metia com esmero
e alinhado ao ritmo impresso por mim. O macho começou a bolinar minha xoxota e tirei
sua mão, cerrei os dentes e rebolei com aquela tora grande e grossa atolada no
cu, e ri devassa.
Após um tempo, fiz Eudes sentar
no sofá, e em seguida sentei de costas, com o cu em seu pombão grosso, apoiei
os pés em suas coxas e comecei a gangorra anal.
—P-Porra... você gosta de...
anal hein? comentou Eudes, esbaforido, e só dei risada.
Diminuí um pouco o ritmo da
gangorra, subindo e descendo devagar, quase tirando o pauzão e rebolando ao
sentar até o talo, e Eudes gemeu aflito. Continuei rebolando e em seguida
retomei as quicadas, tarada ao extremo, ofegando também, e o homem acompanhou
meu ritmo, me causando dores deliciosas ao socar com força. O coroa ofegava
ainda mais...
Mudei a posição, sentei de
frente, acocorada e antes de encaixar a tora grossa de novo no meu cu, a vi
avermelhada, e, como não fiz a chuca, não chupei, só sentei gostoso de uma vez
e rebolei, ouvindo um “aahh” de dor do coroa, e recomecei a cavalgar. Ou eu
havia me tornado braba por ter Rodrigo como amante, ou minha sede de vingança
estava incontrolável. Os dois, sim, eu senti uma hora o pauzão de Eudes ficar
menos duro conforme eu pulava, e aticei:
—Tudo bem? Se... aahhh...
estiver cansado... a gente para!
—N-Não... beleza, t-tranquilo...
estou adorando! Respondeu Eudes, sorrindo.
Arrebitei a bunda e fiz o sobe e
desce devagar, e uma hora a rolona escapou, segurei, a senti meia vida, mas
meti de novo e retomei. O coroa estava banhado de suor, seu sofá molhado de
nosso suor, e continuei quicando, e novamente senti o caralhão do coroa bem
duro, o que me fez gemer alto quando ele segurou minhas nádegas e abufelou
rola. Gritei um palavrão e ri.
—Isso... isso... soca no meu cu
bem gostoso, come o cu da casadinha! Instiguei, e ri mais.
—Adoro cu de casadinha... o seu
é delicioso, safada! Retrucou Eudes, na pilha, e rimos.
Minha buceta tremia e vertia
seiva sem parar, e lógico que comecei a querer outro pauzão para aplacar a fome
dela, mas pensei nas regras, chamar outro macho de última hora poderia me
queimar no clube por causa dos exames, só que quanto mais eu trepava, quanto o mais
pauzão do macho me invadia... eu queria mais, mais e mais, e Eudes seria pouco,
então minha ideia de instantes atrás... se converteu totalmente em uma decisão
irrevogável...
Mudamos a posição. Deitei
transversal no sofá, com as pernas bem erguidas e Eudes varou meu cu guloso de
novo. Para pôr meu plano em prática e torcer para que ele desse certo, mandei
que o coroa estimulasse minha xoxota, pois precisava de tempo para não chegar
muito tarde, então gemi alto e me tremi toda, arrepiada e suando mais, ele
estimulou meu seio com a outra mão enquanto o orgasmo gostoso anunciava sua
chegada...
—AAAHHHH, aaahhh... SOCA, SOCA,
ISSOOOO... delícia, delícia, ai que rolona gostosa, vai... AAAHHHH... caralho, fode
esse cu... não para! Berrei e ordenei, surtada com o gozo, e o coroa foi sem
dó, gemendo gostoso e socando, derramando mais de seu suor sobre mim.
—N-Nossa... que mulher
fantástica... meu Deus! Disse Eudes, esbaforido.
—Vai... lava essa pirocona para
me dar leitinho! Pedi, arfando, mas em chamas.
—Bora... para o banheiro então!
Sugeriu o macho. Final clássico. Dei risada e assenti.
Sob o chuveiro, já razoavelmente
refrescados do calor, Eudes quis comer meu cu de novo, mas recusei sutilmente,
ajoelhando para mamar seu cacetão delicioso e sorver meu néctar. Mamei faminta,
quase engolindo os 22 centímetros, punhetenando com frenesi enquanto ele gemia
aflito, se contorcia e já golfava sua porra densa, mas não muito profusa.
—Humm... pau de macho... leite
de macho, adoro! Comentei, após engolir toda a porra. Eudes sorriu e passei seu
pauzão ainda melado em meu rosto. O esperma dele era bem viscoso, então puxei
para dentro da boca as sobrinhas e abocanhei a tora de novo, depois punhetei.
Mamei mais um bom tempo, porém,
o cacetão não ficou nem meia bomba, mas tudo bem, ele quis me beijar de novo e
de novo ofereci meu pescoço, e acho que o homem se tocou, contudo, levou numa
boa e apenas riu, depois terminamos nosso banho rapidamente; Eudes me deu uma
toalha limpa, felpuda e cheirosa enquanto se enxugava com a dele, e comentou:
—Você é uma mulher
extraordinária, faz muito tempo que não tenho um encontro tão intenso, com uma
pessoa tão segura de si no sexo; foi realmente maravilhoso!
—Obrigada, mas achei que
estivesse acostumado com... fêmeas seguras de si no sexo, até porque é um dos
requisitos para ingressar no clube né? Repliquei, e Eudes sorriu.
—Nem sempre é assim, por mais
que no grupo existam mulheres bem acostumadas com dotados, quase todo primeiro
encontro é uma espécie de adaptação, mas tudo bem, sempre haverá pontos fora da
curva, e esse... fator surpresa torna tudo mais gostoso! Disse o macho.
—Você... por que trai sua
esposa? Indaguei.
—Porque ela não me satisfaz... não
me dá o prazer que eu espero! Respondeu Eudes.
—E... por que não se separou
dela? Ok, é bem hipócrita minha pergunta, visto que estou na mesma situação,
mas... sei lá... por que enganar? Questionei e Eudes respondeu:
—Sinceramente Luciana...
qualquer resposta que eu dê, jamais vai justificar, mas talvez seja aquele
sentimento de poder, que na verdade é uma maquiagem para nossa covardia!
—Eu entendo, também me sinto
meio que poderosa, mas... eu vou me separar daquele corno safado na hora certa,
só que... quero curtir bastante antes disso! Rebati, e Eudes riu alto.
—E, além do pau pequeno, você também
trai seu marido porque o odeia? Indagou Eudes, e tremi na base, respirei fundo,
pois aquela pergunta não foi banal. O encarei e respondi:
—É... digamos que eu... o esteja
odiando sim no momento; sabe, é um misto de ódio com... sentimento de vingança
e um senso meio... demagogo de justiça e equilíbrio!
Eudes assentiu, deu um sorriso
meio amarelo, depois me abraçou fraternalmente, e me senti acolhida, pois foi
um gesto genuinamente sincero. Claro que ele não disse mais nada e o assunto
morreu após minha resposta, e de fato não tinha mais o que ser dito sobre
nossos casamentos; ele tinha as razões dele para trair e eu as minhas. Errados?
Claro, mas foda-se...
Olhei no relógio e eram quase 17h. Chamamos Janaína, que fez os procedimentos
finais do encontro; Eudes me elogiou muito, parecia mesmo querer uma segunda
vez, mas deixei em aberto, e na hora de chamar o motorista... perguntei se
podia ser um que fosse membro do grupo, o que causou estranheza na moça e no
coroa dotado, mas ambos não disseram nada.
—Infelizmente Luciana... os quatro motoristas que são membros do grupo tão
ocupados, é porque eles trabalham com Uber e táxi, e tão fazendo corridas
agora! Disse Janaína.
—Ah... tudo bem, então chame qualquer um! Respondi, meio murcha.
O motorista chegou, e a despedida foi carregada de afeto e empatia;
sim, percebi isso no abraço sincero e nas carícias de Eudes em minhas costas,
finalizando com um tenro beijo na testa. Ele reiterou seu anseio de um novo
encontro, e novamente deixei em aberto a possibilidade, para ser bem sincera eu
nem pensava mais nisso, e não é que tenha sido ruim, sei lá, só... não me
imaginei de novo transando com ele. Me despedi de Janaína e parti...
O condutor não era muito de papo, foi educado e formal no trato comigo,
e tudo bem, o sangue ainda estava quente, a vontade de foder mais e chifrar
mais o corno ainda estavam quentes, então peguei o celular secundário e, de
novo, resolvi que iria aceitar a trepada com a primeira proposta que lesse, e
sem dúvida haviam muitas, aí fui na primeira de cima para baixo.
Porém, me lembrei das regras. Minha intenção era emendar outro
encontro, sem a necessidade de exames; a transa seria com camisinha mesmo, mas
com certeza ia dar merda, porém, não murchei e pedi ao motorista, cujo nome era
Leandro, que me deixasse na casa de Rodrigo; sim, com ele eu podia trepar no
pelo e bem gostoso, podia abraça-lo e descarregar minha angústia sem ter que
dizer o que eu estava sentindo... só relaxar em seus braços...
Porém, senti meu celular principal vibrando (eu tinha deixado no
silencioso), e gelei. Era o corno, com certeza. E agora? Se não atendesse,
enfrentaria um interrogatório estressante, se atendesse, teria de improvisar
uma boa mentira, pois ele é muito esperto e atento. A vibração continuava,
forte e alta, então tirei o telefone da bolsa... e sorri aliviada... pois era
Raimunda.
—Oi Mundoca, tudo bem? Atendi e cumprimentei. Ela respondeu e comentou:
—Oi safadona, onde você está? Passei na sua casa e não tinha ninguém!
—É mulher... eu saí para espairecer um pouco, se é que você me entende!
Respondi.
—Saiu para levar rola né sua quenga? Eita safadona! Indagou e comentou.
Ri alto.
—É né... eu mereço aliviar o estresse às vezes! Repliquei, e rimos.
—Queria conversar contigo, onde você está? Comentou e indagou a coroa.
—Voltando para casa, mas com o “priquito” ainda com fome! Respondi, e
rimos de novo, o motorista chegou a me fitar pelo retrovisor e deu um sorriso
de canto de boca, sacudindo a cabeça lentamente e depois deu risada. Falei
mesmo, eu estava bem chula e adorava isso.
—Pois mulher, se estiver perto, dá um jeito de ir para o Norte
Shopping, que eu vou para lá e a gente se encontra; ai amiga... preciso tanto
desabafar! Pediu Raimunda, com voz carente.
—Na hora, pode deixar, estou perto sim, acho que em cinco minutos chego
no shopping, a gente se encontra na Riachuelo, tá bom? Respondi aceitando e propondo.
—Combinado, você vai chegar primeiro que eu, mas chego rápido também!
Disse a coroa, ratificando. Nos despedimos e desligamos, em seguida pedi ao
motorista que me deixasse no Norte Shopping, e felizmente estava perto, talvez
realmente desse uns cinco minutos até lá.
Quase 15 minutos. Aff, pegamos um trânsito chatinho, mas deu certo, me
despedi do motorista e por uns instantes achei que ia ouvir alguma gracinha por
conta do que conversei com Raimunda, mas não, ele ficou na dele e foi muito
educado e amável na hora em que saí de seu carro. Dentro do shopping, meu
celular já pipocava as mensagens de Raimunda, que havia chegado primeiro que
eu. Nem respondi e então corri para a Riachuelo.
—Ai mulher, peguei um trânsito chato, era para eu ter chegado bem
antes! Falei, ao encontrar a coroa na loja. Ela trajava uma blusinha rendada de
mangas curtas e uma calça jeans.
—Tudo bem amiga, bora comer alguma coisa! Disse Raimunda, abraçada
comigo.
—Achei que ia comprar alguma roupa, você marcou aqui! Comentei.
—Olha o tamanho da fila dos caixas! Nãã! Retrucou Raimunda, e quando vi
a fila...
Na praça de alimentação, nos acomodamos em uma lanchonete simples, e
não pedimos nada a princípio, só ficamos sentadas folheando o cardápio, mas sem
debater o que comer.
—Foi bom seu encontro? Indagou Raimunda, segurando minha mão.
—Foi sim, mas eu queria mais, hoje estou gulosa! Respondi e ela riu,
depois rimos.
—Mas olha só... roleira safada! Respondeu Raimunda, e rimos quase alto.
—E você amiga? Parece murchinha, triste, está sem pomba? Indaguei e
comentei.
—Mais ou menos, ah Luciana, meus amiguinhos estão bem complicados viu?
O Cássio está cada vez mais sufocado pela namorada, Celso continua se matando
de estudar e brigamos, e o Marcos deu um tempo porque a esposa está
desconfiando dele! Disse Raimunda.
—Oh Mundoca, que chato, e o Valdo? Vocês nunca mais se viram depois
daquele dia? Questionei, sem entender muito. Raimunda deu um longo e pesado
suspiro, depois disse:
—Entre mim e Ariovaldo... acabou! Não vou me tacar para o interior onde
ele mora e me expor para a família dele... só por causa de sexo! Ao ouvir
aquilo... pasmei e perguntei:
—Mas... desde que ele foi embora... não veio se
encontrar contigo?
—Não, nenhuma vez, se veio não estou sabendo, e se veio, deve ter
ficado com outra. Até perguntei aos meninos, mas eles negaram ter visto o pai
desde aquele dia! Respondeu.
—Meu Deus, mas deixe-me perguntar uma coisa: naquele sábado após o
lance no Laboratório de Ciências, você disse que ia passar o resto do dia com o
Valdo... você... passou a noite na casa dele? Indaguei, lembrando do que
Rodrigo contou. Raimunda me fitou surpresa.
—Sim Luciana... eu passei a noite com o Ariovaldo, e para isso tive de
mentir para o meu marido, inventei a maior história e... fiz isso sim, tentei
uma última vez convencê-lo a não ir embora, mas não adiantou, e... peraí... como você
soube disso? Respondeu e indagou a coroa, cabreira.
—Sigilo da fonte, sinto muito! Falei, protegendo Rodrigo, e Raimunda
deu risada.
—Sigilo da fonte é o meu ovo, quem te contou foi seu amante pastor né?
Claro que foi, pois eu o vi lá no dia em que Valdo estava prestes a partir! Ele
foi com Ariovaldo, o Miguel e Cássio e eu voltei para casa sozinha! Retrucou e completou
Raimunda, desolada. Toquei sua mão. Seus olhos marejaram.
—Oh amiga, o Rodrigo não comentou isso com intenção de fazer fuxico,
foi porque ele sabe da nossa amizade e só soube naquele dia que você e o Valdo
tinham um caso, tanto que esperei a hora mais oportuna para falar disso
contigo! Retruquei, justificando.
—E... o que mais ele falou de mim? Indagou a coroa, meio cabreira...
—Nada, só fez essa rápida menção, o Rodrigo é muito ético! Respondi, e
poderia ter dito que a ofereci para ele, mas achei melhor observar a reação
dela, e estava ficando interessante.
Contudo, ouvi meu celular tocando, o principal, e não fiquei muito
tensa, afinal, o álibi estava prontinho, a historinha para o boi maldito dormir
iria funcionar perfeitamente, então saquei tranquila o celular da bolsa,
porém... a ligação não era do corno, e arregalei os olhos...
—Que foi Luciana, que cara de assustada é essa? Indagou Raimunda,
curiosa.
—É... Suzy, a dona do grupo, ela está me ligando! Respondi e suei frio,
então atendi...
—Oi Lulu! Luciana? Alô? Disse Suzy, com voz amável, mas demorei a
responder.
—O-Oi Suzy, diga meu amor, tudo bem? cumprimentei, após alguns
segundos.
—Oi mulher, pensei que a ligação estava ruim, mas e aí? Tudo bem? Deu
tudo certo no seu encontro? Disse e indagou a loira. Raimunda me fitava com
olhar ávido.
—D-Deu sim, foi maravilhoso, mas diga, o que deseja? Respondi e
indaguei.
—Sem querer ser intrometida, mas... você já chegou em casa? Perguntou
Suzy.
—Ainda não, estou no shopping com uma amiga, eu estava voltando para
casa, mas ela me ligou querendo desopilar um pouco e resolvi me encontrar com
ela! Respondi, mais calma.
—Ah sim, que bom meu amor, mas então... será que você pode vir aqui em
casa amanhã assim que terminar seu expediente? Preciso tratar um assunto
contigo, porém só pessoalmente; na verdade seria hoje, mas você está com sua
amiga e não quero atrapalhar! Convocou Suzy.
Puta que pariu, o que seria? Será que aquela Janaína fez algum fuxico
de mim?
—Ah não, não aguento esperar até amanhã, eu... peço para minha amiga me
levar até aí e resolvemos ainda hoje! Retruquei, e Suzy rebateu após rir alto
do outro lado:
—Vai trazer sua amiga até a casa da dona de um grupo sexual secreto?
Ficou doida?
—Ela é da putaria também! Respondi fitando Raimunda, que estava pasma...
CONTINUA
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Olá queridos alunos. Queria pedir desculpas pelo atraso de uma semana na postagem, mas tive imprevistos bem chatos e irritantes que me impediram de cumprir o cronograma, mas agora resolvi tudo, e, para acalmar um pouco os ânimos de vocês e deixá-los bem animadinhos, postei essa foto explícita de meu segundo encontro com Eudes. Espero que me perdoem.
Eu ia fazer outra postagem amanhã, 19/06, mas como é feriado de Corpus Christi, o blog certamente terá pouquíssimos acessos, sendo assim, fica para a próxima semana, contudo, se vocês quiserem, é só comentar pedindo que eu posto, pois estarei livre e com tempo.
Beijos, tenham um dia maravilhoso e até amanhã.
Anal
Boquete
Corno
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Comentários

Naaaaoo. Posta conto amanhã pelo amor!!!!!
ResponderExcluirVai ter mais foto de sexo no proximo conto? Como sempre contos maravilhosos.
ResponderExcluirPostou com atraso e ainda descumpriu a palavra.Tá chato!
ResponderExcluirEngraçado, eu não lembro do seu chororô quando fiquei mais de cinco meses sem postar, mas com uma semaninha de atraso, por conta de problemas que não pude ignorar, você vem reclamar como se bancasse isso aqui? Tá chato? Procura outro blog meu querido. Talvez seu calendário esteja desatualizado, porque hoje é QUARTA-FEIRA, dia de postagem. Beijos...
ExcluirEita professora, parece que o Eudes não deu conta do recado. Deixou a professora na vontade de mais.Você tava a mil e o cara não correspondeu a altura.... excelente texto.
ResponderExcluirSeu aluno Beto
olá professora deliciosa....conto maravilhoso...e as fotos, como prometeu kkkk..linda como sempre.mas...já sabe...se cuide ta..beijo enorme
ResponderExcluirMais um conto maravilhoso Luciana…meu início de semana vai ser melhor…saudades…bjs. BOTO
ResponderExcluir