- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Para ficar mais à vontade, me pus em sentido oposto ao comedor, depois
prendi o caralhão bem grosso com meus pés e iniciei a suave masturbação.
Rodrigo chupava e lambia os pés de Ayla, beijava o dedão e o chupava, depois
lambia os dedinhos, ela pôs a sola e ele cheirou, deu beijo esquimó e lambeu,
fazendo a negona pirar e gemer enquanto eu fazia o sobe e desce suave,
estimulando o pauzão com os dedinhos e brincando com o prepúcio.
—Aahhh... que delícia! Disse Rodrigo, extasiado. Ayla comentou, tarada:
—Menino tarado por pezinhos esse, e eu amo ver você beijando e chupando
meus pés!
—Reveze... entre mãos e pés! Pediu Rodrigo, a mim.
Me aprumei, com os pés apoiados na virilha do comedor e segurei a rolona, depois comecei a punheta suave, gemendo mais tarada ao sentir aquela grossura animal entre os dedos, a seiva do macho vertia e eu espalhava, mantendo a masturbação abaixo da glande e estimulando o prepúcio, esfregando os dedinhos dos pés nas laterais, e ele arfou aflito, chupando e beijando os pés da negona, que se sentia mais poderosa ainda. Fui devagar, pois ele podia estar sentindo ardência no pau.
—Puta que pariu... pauzão grosso e gostoso do caralho! Comentei,
surtada.
—É todo de vocês... e quero que se acabem nele! Atiçou o macho, e
piramos de tesão.
Prendi o cacetão com os pés e segui a punheta suave, e Rodrigo se
contorcia, segurava o pé direito de Ayla e lambia a sola, soltei a mão e segui
com os pezinhos, subindo e descendo, arregaçando o prepúcio com o direito e
estimulando a glande com os dedinhos do esquerdo, e a tora não parava de
chorar, segurei o membro e passei na sola do pé esquerdo.
—Minha vez agora! Disse Ayla, mordendo o lábio inferior. A TV ainda
estava ligada.
Fui até meu amante e me debrucei paralela a ele, em seguida beijei sua
boca tesuda, ele dedilhou meus seios, pressionou suavemente os bicos e gemi,
intensificando meu beijo.
—Jamais... pensei viver algo assim! Sussurrei, pirando de tesão e o
beijando com mais vontade. Aquele era o ponto em questão, eu, quebrando mais
paradigmas de minha vida em nome do desejo sexual e da paixão que sentia por
ele. Eu era louca por Rodrigo, louca.
—Você simplesmente... me fascina com sua sinceridade! Replicou o
comedor, que me puxou com mais tara para junto dele... e aí... fui ao delírio
com a pegada do macho supremo.
Só atinei para a existência de Ayla quando montei no comedor, com minha
buceta ensopada atochada na cara dele e me debrucei, ficando perto dos pés da
negona, que masturbava o caralhão e levava o homem ao êxtase, gemendo tarada
também.
—Mama... que eu continuo masturbando! Pediu a negona, e sorri.
69. caí de boca na rolona enquanto Ayla, massageava a barriga do
comedor com seus pezinhos e com a mão, me dava de mamar segurando o caralhão,
mas a negona perdeu logo a paciência e se aprumou para chupar e lamber também,
ficou debruçada entre as pernas dele e começou a dar lambidas e beijos no que
sobrava de pica, e Rodrigo delirou de prazer. Meus lábios faziam movimentos de
sucção, então tirei e Ayla abocanhou, faminta...
Suavidade foi o pedido de Rodrigo para desfrutar mais uma orgia, mas
será que conseguiríamos ter uma trepada suave? Não sabia, e nem poderia prever,
mas Ayla seguia mamando sem pressa, com a boca estufada pela grossura e
vertendo esputo.
Ela grunhia enquanto eu segurava pela base e massageava. A fêmea recuou
sua boca e tirou, mantendo-a aberta e com finas pontes de saliva a ligando a
glande bem melada, então roçou seus lábios e lambeu como se
saboreasse seu sorvete favorito, e que lambidas ela dava, roçando a cabeça no meio da língua, de olhos fechados, depois lambia rápido, e gemi alto.
—AAAHHH... isso... me chupa... devora minha buceta! Pedi, surtada e
trêmula de tesão.
Ayla pôs o caralhão na minha boca e mamei faminta, sentindo o gosto
cálido e meio salgado da seiva do macho se mesclando a minha saliva, segurei as
bolas e acarinhei, fiz o vai e vem com a cabeça e fui até emperrar, parei e
tentei movimentar mais, depois tirei, ofegante.
—É para a gente se acabar nessa rola? Então vamos nos acabar nela!
Atiçou Ayla, que abocanhou e foi até onde deu em um movimento só, depois fez o
vai e vem, grunhindo tarada.
Saí de cima do macho para não gozar no oral matador dele, e o vi
vermelho e com o rosto melado, mas respirando normal. O autocontrole dele era
impressionante, Ayla mamava e grunhia, com a cabeça inclinada e vertendo mais
saliva, me acheguei e alisei a barriga do macho, ele pediu meus pés e pus em sua
boca, e delirei com sua chupada e lambida nas solas.
—Quero rola, quero rola... me dá! Pedi, taradíssima, com a buceta
convulsionando e já ofegando de tesão, Ayla cedeu e abocanhei, a negona foi
para perto do macho e sentou com a xoxota na cara dele, gemendo alto em seguida
enquanto eu chupava mais tarada.
Suavidade? Ficou só no intento, porque conforme eu mamava ensandecida, a negra rebolava, também ensandecida, sufocando o macho com a buceta e cu, gemendo como uma leoa furiosa e segurando seus grandes seios. Fui até emperrar e tirei, babada, ofegante e apertei a tora, fazendo a lágrima de tesão verter profusa, passei a língua e beijei a pontinha, mamei a glande e torturei o prepúcio, depois abocanhei e segui o boquete. Rodrigo gemeu alto e peguei leve, talvez tenha o machucado, pois o cacetão trabalhou e muito alimentando quatro fêmeas taradas...
—Desculpe meu amor... mas não tem como ser suave... eu quero que você
me pegue daquele jeitinho mesmo... e me mate de prazer seu cafajeste! Vai
Luciana, senta na pica desse safado e dá uma surra nele! Disse e ordenou Ayla,
surtada. O que dizer?
Só obedeci, me acocorei de costas, conduzi o caralhão até a entrada da
minha xoxota e sentei, gemendo alto e trêmula, mas me controlando, então
comecei a cavalgar, ofegante e bem alargada pela grossura, e logo o caralhão
todo deslizou, de tão lubrificada que eu estava. Me ajoelhei e segui o passeio,
gemendo chorosa, pirada de tesão e paixão por aquele comedor. Eu me tremia
sentindo aquela grossura me ocupando, gemia manhosa e de boca aberta, arfava.
—Isso... vai Luciana... vai Ayla... enterra essa buceta na minha cara
negona! Pediu Rodrigo, possesso de tesão e dando um tapão na raba da fêmea em
seguida. Ayla rebateu:
—Ah Rodrigo... deixe seu romantismo para ANTES da trepada... combina
mais com você, porque DURANTE a trepada... queremos você sendo o COMEDOR SAFADO
que sempre foi!
Sim... Ayla estava certa. Rodrigo tinha o poder de aflorar o romantismo
em nós, e até ressuscitá-lo, mas quando nos possuía... o esmagava nos mostrando
quem de fato era, e para qual propósito surgiu em nossas vidas: o de ser um
provedor de prazer, e por uns instantes tive pena do macho... porque o passar
dos anos vai dando novos propósitos a nós, mas por que fiz essa reflexão? O
momento presente era o que importava, o tempo passava impiedosamente, mas não
ao ponto de nos privar de curtir o prazer que merecíamos, então quiquei mais
tarada.
—Vai negona... pula na rola do seu macho! Ordenou Rodrigo, após um
tempo comigo.
—Sai, sai e sai... o homem me quer! Disse Ayla, ofegando surtada e me
expulsando. Dei risada e um tapinha em seu ombro, e rimos. Não imaginei que nos
daríamos tão bem assim.
Com o lábio inferior quase sangrando devido a mordida, Ayla sentou
suavemente na tora de Rodrigo, e quando chegou ao talo, deu aquele sorriso
maquiavélico de tesão e começou a quicar, e tenho certeza de que o macho viu
estrelas, pois gemeu aflito com o gingado da negra, que apoiou as mãos na
barriga dele, arrebitou o rabo e fez miséria.
—Puta que pariu... caralho de mulher gostosa da porra meu Deus! Disse Rodrigo, já arfando desesperado com os movimentos de Ayla, que o fitava furiosa de tesão. Estarreci, pois achei que ele ia pedir a tal suavidade, mas não... o vigor daquele homem era de fato algo surreal, a estafa estava impressa no semblante dele, mas tanto eu, quanto Ayla, sentimos aquele picão duro como aço...
—Isso... isso... pira de tesão na buceta da sua comedora seu
cafajeste... pira no rebolado da negona aqui... porque eu sei perfeitamente
como te enlouquecer! Retrucou a fêmea, mostrando novamente sua soberba, mas o
mais absurdo... é que ela estava coberta de razão...
O jeito que Ayla rebolava e remexia era algo único, uma marca que só as negras possuíam, porque era impressionante o sacolejar daquelas nádegas volumosas e seu quadril. Uma linda visão.
—Você não muda né Ayla? Replicou o macho, sacudindo a cabeça e rindo. Ela
sorriu.
Não me diminuí, Rodrigo me deixava segura por saber meu valor com ele,
e eu perceber claramente que também lhe proporcionava prazer com meu corpo, mas
Ayla era sim diferenciada, a paixão que ela sentia a impulsionava a se doar
mais e mais, e isso era atestado nos pulos frenéticos que ela dava naqueles 20
centímetros absurdamente grossos do macho, “plaft, plaft” descontrolado,
respiração ofegante e grunhidos furiosos.
Ayla parou, sentou sobre os joelhos e então deixou Rodrigo ainda mais
pirado de tesão ao começar um rebolado suave, com a bundona bem empinada e
olhando para ela.
—Delícia, delícia de rola... AAAIIII que eu surto nesse pauzão
Rodrigo... olha, olha, olha como eu brinco com ele bem gostoso, sente o
rebolado da negona... sente, sente meu amor... ai, ai, ai tesão... vou gozar,
vou gozar, vou... AAAHHHH, AAAHHHH... FODE, SOCA, SOCA! Disse Ayla, possessa, e
quando cavalgou mais incisiva, começou a gozar como louca conforme Rodrigo socava, e rápido.
Rodrigo puxou Ayla para si em um abraço e castigou. O ébano feminino
urrou agudamente a plenos pulmões e quase chorou de prazer com as estocadas
certeiras do comedor, que faziam suas nádegas sacolejarem sem parar e ela
grunhir trêmula. Vi o creme de tesão de ambos verter profuso, escorrer, saltar
e espalhar-se, e aquilo me deixou mais tarada.
O casal ficou um tempinho abraçado, ofegando, depois ela saiu de cima
dele e esparramou-se na cama, rindo de olhos fechados, mordendo o lábio
inferior, e o macho me fitou, em seguida apenas gesticulou, sorri e montei
nele, inspirada... e não faria feio, então me aprumei, sentei até o talo e
mostrei meu gingado, cavalguei tarada, e ele pirou também, claro.
De rebolado eu também manjava, não como a negona carioca poderosa, que
deliciosamente sambava em cima daquela picona larga, mas não ficava muito atrás
não, arrancava gemidos aflitos do comedor também conforme gingava e sacolejava
meu rabo, mostrando que domava aquele dote maravilhoso e também pirava de
prazer. Sobe e desce seguro, arrepios e calafrios, tremores, suor, calor, tesão
e mais tesão. Assim era minha cavalgada.
—Aahh Luciana... que delícia, vai minha gostosa, tesuda do caralho!
Disse o comedor, todo arrepiado de tesão. Após dizer isso ele estapeou minha
bunda e a segurou com firmeza.
—Isso, geme na xoxota da sua comedora... isso meu amor, pira bem gostoso! Repliquei e quase gritei, sambando e rebolando, fazendo prolongados “ssssss” e “aaahhh” quase em sussurros, alucinada, sem me importar com o depois, com dores e ardências. Eu queria ROLA.
—É isso aí Lulu... somos as comedoras do Rodrigo! Disse Ayla, me
apoiando, e sorri.
—Analisando coerentemente... é a mulher que come o homem mesmo,
então... está correto... minhas comedoras! Endossou o macho, e demos aquela
risada deliciosa.
Surreal e inacreditável? Não... porque uma mulher com tesão... é
incontrolável, e quando goza então, sob o domínio desse tesão... e na hora que ele
tocou, segurou minha cintura e fez aquele engate malvado que só comedores supremos sabem
fazer, quem viu estrelas fui eu...
—AAAHHH... AAAIIII... ca-ca-cara... aaahhh... puta que... AAAHHH!
Berrei e mal consegui proferir os palavrões que queria, porque quase colapsei
em um orgasmo, não múltiplo, mas daqueles brabos, que só faltam arrancar a alma
de nosso corpo e nos espancar com ela.
Assim como Ayla, também fui abraçada por Rodrigo, e eu estava trêmula,
arrepiada e grunhia chorosa, recebendo carinho e um toque acolhedor do homem o
qual eu me apaixonava cada vez mais a cada gozo, porque Rodrigo me possuía com
um fervor nos poros inspirador. O orgasmo me deixou molinha, mas a respiração
do macho... querendo mais, me restabeleceu...
—Vem amor... quero mais! Pediu Ayla, e quando a fitamos, ela estava de
quatro.
—Tudo bem Lulu? Podemos seguir? Questionou o macho, me fitando tarado.
—Enquanto você quiser, eu também quero! Falei, e ele sorriu, então saí
de cima dele.
—Pronta para levar bem gostoso no cuzinho Ayla? Ainda aguenta rola no
cu sua safada? Indagou o macho, alisando o rabo enorme da negona, e dando um
tapão depois. Me arrepiei.
—Seria sua fixa se não aguentasse? Come meu cu bem gostoso, daquele
jeito... me fazendo perder o juízo de tesão meu amor! Retrucou Ayla, rebolando
e chamando o comedor.
—Repete negona safada! Provocou o macho, estapeando a bundona dela, que rebolou.
—Come meu cu, come bem gostoso, soca esse peruzão todinho nele meu safado! Ordenou Ayla.
—Vem Luciana... chupa e prepara meu pau bem gostoso! Chamou o macho.
Sorri.
De quatro e paralela ao comedor, segurei, abocanhei a rolona com
sutileza e mamei, sentindo o gosto de meu gozo e do tesão de Rodrigo, estufando
a boca e grunhindo, deixando o esputo vazar e besuntar o caralhão. Tirei e
cuspi, espalhei com os dedos e lambi, depois abocanhei de novo, dando mais
grunhidos tarados, avancei e fui até emperrar, engasguei, mas mantive a boca
ali, prendendo, remexendo os lábios e babando mais o cacetão, e tirei.
—Ayla... me desculpe... mas quem vai dar o cu primeiro... sou eu! Vem
Rodrigo! Falei, possessa de tesão e me virei de quatro, arrebitei bem o rabo e
abri a nádega direita.
—Contanto que não falte para mim... a ordem não importa! Retrucou a
negona, e rimos.
—Que é isso Ayla... nunca te deixei com fome! Rebateu o macho, e ela o
beijou tarada.
Senti duas cuspidas no meu cu; a de Ayla e a de Rodrigo. Ele estava sim
bem maltratado da orgia ocorrida horas atrás, mas o sangue fervia, a libido
fervia, o desejo de prazer extremo fervia, então foda-se, eu queria satisfazer
a tara daquele macho e a minha, ele me quis, me chamou, insistiu por mim, e só
aquilo bastou para que eu suportasse tudo e me entregasse.
—Vai amor... esfola o cu dela que ainda não esfolou o bastante tá? Você
esfola? Hum? Deixa bem esfoladinho? Atiçou Ayla, esfregando a glande da rolona
na entrada do meu cu.
—A-Abre meu cu Ayla, abre para ele meter! Pedi, ensandecida com a fala
dela. A negra abriu bem minhas nádegas, e... confesso que... adorei sentir as
mãos dela no meu rabo.
—Do que você gosta Luciana? Indagou Rodrigo, pincelando meu cu com a
tora.
—Pau grande... o seu pau grande e bem grosso! Respondi, tarada e
ofegante, ansiosa.
—Onde? Seguiu o macho, atiçando. Ayla mantinha meu rabo bem arreganhado
para ele.
—Todinho no meu cu... bem gostoso! Respondi, e então ele meteu, e
gritei tarada.
Rodrigo socou em um movimento só e bem suave, todo seu caralhão obeso no meu cu, e minhas pernas tremeram e balançaram, os dedinhos dos pés contraíram e esticaram, e quase fiquei sem ar. Ele deu uma paradinha e recuou até quase tirar, em seguida meteu até o talo de novo, e pirei, controlei a respiração e segurei a colcha com força, e Ayla seguiu segurando minha bunda, senti seus dedos apertando, abrindo as nádegas e depois ela soltou. Pior que eu estava adorando o toque dela...
O macho segurou minhas ancas e seguiu metendo, sem pressa, mas quase
tirando e indo até o talo, como começara, e meus gemidos manhosos e quase
chorosos eram a anuência para que aquilo continuasse. Ele deu uma paradinha marota e depois bombou bem suave só o talo de sua tora, me alargando bem mais, e me fazendo ofegar
mais, gemer e encolher e esticar mais vezes os dedos dos pés e sentir tremores,
então rebolei, e o rebolado... fez o macho socar como eu queria...
—AAAAIIII, AAAAHHHH... ISSO, CARALHOOO! FODE MEU CU, FODE PORRA!
Berrei, surtada de tesão com as estocadas ferozes do comedor, “plaft, plaft”
anal, daquele jeitinho.
—Humm... assim meu amor... quero desse jeito quando for a minha vez
viu? Com raiva, me dominando bem gostoso! Provocou Ayla, que deu um tapa na
minha bunda e Rodrigo outro.
—Quero saber como vou abrir a igreja amanhã para o culto de mocidade!
Comentou o macho, e Ayla riu alto, depois fui eu quem riu. —É sério, me deixem
vivo! Completou o comedor.
—A-Aproveite... o agora... meu tesudo, e me foda bem gostoso!
Retruquei, tarada.
—Isso não é problema meu, só sei que quero pica hoje, e você vai me dar! Disse Ayla, e rimos...
E assim o macho fez, aproveitou, me currou com mais tara, me fez gritar
mais alto e quase chorar de uma dor deliciosa, mas que jamais sobrepunha o
tesão e o prazer de trepar daquela forma, porque eu só conseguia me saciar
daquele jeito, sendo pega de jeito. Rodrigo segurou meus cabelos e os puxou
para trás junto com minha cabeça, e ali castigou mais.
—Aaaiii, aaaahhhh... isso... assim... soca, soca... come, come meu cu
bem gostoso seu safado, come pelo amor de Deus... fode, fode! Pedi,
transtornada de tesão, quase chorando.
—Sua vez Ayla! Disse o macho, após um tempo me enrabando.
A negona aprumou-se à beira da cama, de quatro e fui para pertinho,
abri as nádegas dela sem nem saber se ela queria que eu abrisse, e o macho
meteu sua tora na minha boca de novo. Mamei, sentindo o gosto do meu cu e a
quentura absurda da rolona, deixei bem babada, e cuspi no cu da fêmea, que
piscou seu ânus, e deu o sinal verde ao provocar seu amado:
—Daquele jeitinho meu amor... daquele jeitinho tá? Me faz berrar!
Rodrigo meteu em Ayla do mesmo jeito que meteu em mim. Foi de uma vez e
suave até o talo, alargando e alargando o cu da negona, depois deu três
bombadas serenas, e como eu já sabia a maneira como ele começava o anal com
ela, só esperei, e a pancada veio, fazendo a mulher berrar, em seguida as
estocadas ferozes a fizeram gemer desesperada e rebolar.
O verdadeiro poder daquela amante do pastor estava no sexo anal. Ayla
rebolava e gemia guturalmente, pedindo mais e respirando como uma fera
descontrolada e furiosa, fazendo Rodrigo ofegar e seguir seu ritmo frenético.
Uma hora o macho parou e ela comandou o show, fez o que quis com o caralhão
atochado em seu cu guloso, rebolou, requebrou e pirou.
De fato Rodrigo tinha um vigor e preparo físico impressionantes para um
quarentão, mas quando Ayla entrava em cena, levava o pastor ao limite, o fazia
suar mais e ofegar. Pasmei...
—Rebola, rebola Ayla! Disse o macho, que deu um tabefe na bunda dela, deixando marcado...
—Isso, isso, assim... AAAIIII porra... delícia, fode, fode, bem
nervoso! Retrucou a fêmea.
Rodrigo apoiou a perna esquerda sobre a cama, puxou os cabelos da
negona e simplesmente trucidou, roubou um grito aflito da fêmea, que sacudiu as
pernas e esticou os dedos dos pés, surtada de tesão. O macho fodia nervoso
mesmo, como ela havia pedido, e os grunhidos chorosos e ofegantes dela davam o
tom da brabeza daquela trepada anal.
Ayla grunhia chorosa e fungava, com os dentes cerrados, e me arrepiei
com a expressão no rosto dela, algo impressionante, tamanho o tesão e paixão
dela pelo comedor. Uma hora ele parou, ela rebolou, então um tranco veio, a
negona sorriu e riu, levou outra pancada, rebolou, mostrando que era sim a mais
poderosa e feroz amante daquele homem. Suprema de fato...
—T-Tesuda... gostosa! Anda Lulu... senta! Disse Rodrigo, saindo do cu
de Ayla, esbaforido, profusamente suado, com seus cabelos lisos e negros
cobrindo os olhos. O macho despejou-se sentado à beira do dormitório, desci e
montei nele, acocorada, o abracei e sentei...
O pauzão entrou um pouco e escapou, Ayla veio e firmou a tora, ofegante
como eu, então sentei de novo até o talo, encarei o macho, afastei os cabelos
que cobriam seus olhos, e vi a chama avassaladora de tesão emanando deles,
então comecei a quicar com meu cu guloso e cada vez mais sendo arregaçado
conforme quicava, Rodrigo apenas me deixou no comando e passeei devota, surtada
de tesão, gemendo como louca e grunhindo mais faminta ainda.
—AAAIIII... caralho... me arromba... esfola, esfola! Gritei e
sussurrei, surtada enquanto pulava com meu cu naquela rolona obesa e pirava,
sentindo o arrombamento anal aumentar.
Aninhei minha cabeça no ombro direito do comedor e segui cavalgando,
respirando ruidosamente e grunhindo, em um embalo anal delicioso, sentindo
minha xoxota cada vez mais melada e melando a virilha do macho, sentei sobre os
joelhos, Rodrigo pôs meus pés sobre suas coxas e os segurou, acariciando-os
deliciosamente, e requebrei mais tarada ainda, ele beijou meu pescoço e começou
a chupar e lamber, gemi alto e manhosa.
—Vem Ayla... anda! Chamou o macho, após me alimentar um bom tempo.
Saí de cima e a negona montou na mesma posição que eu, mas encaixou a
tora perfeitamente no seu cu e sentou até o talo, rebolou, então começou a
cavalgar suavemente, subindo até quase tirar, descendo até o talo e rebolando,
rindo sapeca e devassa.
—Aaaiii... que eu amo sentir essa rolona me rasgando malvada, hmmm...!
Disse a negra, quase em transe, seguindo seu gingado suave, de fato destruindo
mais ainda seu cu.
Uma hora ela parou, com o caralhão atolado no cu e ficou de olhos
fechados, sorrindo e sendo acariciada por Rodrigo, subiu devagar, até quase
tirar e retomou os movimentos suaves.
—Agora vai suave? Indagou o comedor, e Ayla assentiu, mordendo o lábio
inferior.
Ela desceu até enterrar metade da rolona e parou de novo, depois
retomou o sobe e desce sem pressa, sentou até o talo e rebolou devagarinho, então subiu até
quase tirar de novo e sentou de uma vez, dando um gemido alto e rebolando mais
tarada, depois saiu e mudou a posição, sentou de costas, apoiou as pernas nas
coxas do macho, o fez recuar, pus um travesseiro sob as costas dele, ela pôs as
mãos sobre seu tórax e começou a gangorra anal novamente. Que delícia.
—Aahh... que delícia, isso Ayla! Disse o macho, inebriado de tesão. O
vai e vem da rolona de Rodrigo naquela posição me deixou louca, o cu da negra
deflorava mais ainda.
A expressão de prazer e tesão no rosto de Ayla confirmou: ela amava
Rodrigo, e muito...
—Aaahh... hmm... fode meu cu, acaba com meu cu bem gostoso! Pediu Ayla,
surtada. Rodrigo obedeceu, ela parou de quicar e teve seu desejo atendido, o
macho socou sem pena.
A calça do comedor estava quase toda molhada de suor, o calor de nossos
corpos produzia um perfume de luxúria indescritível naquele quarto, ele seguia
alimentando o cu da negona, a fazendo berrar e gemer surtada, respirando cada
vez mais ofegante, então vi suas mãos meio trêmulas sustentando o corpo dela,
mas depois ele as firmou, a segurou por debaixo das coxas e elevou um pouco
suas pernas, socando com mais força. Eita... será que ele iria dar conta?
—É isso que você gosta né? Hein negona? Provocou Rodrigo, bombando.
—Q-Quero... gozar na buceta... mete na buceta! Pediu Ayla, quase
chorando de tesão. A negra saiu de cima e rapidamente sentou com a xoxota na
rolona, e Rodrigo seguiu.
Não sei quantos minutos se passaram depois que a foda vaginal
recomeçou, mas não demorou. A negona urrou surtada e quase caiu do colo de
Rodrigo ao gozar alucinada, toda trêmula, como se estivesse sendo eletrocutada,
grunhindo ofegante e chorando, então percebi que ela tinha sido acometida por
um orgasmo múltiplo, o comedor a deitou e se deitou com ela, a pondo de ladinho
e dando-lhe um abraço enquanto metia e a amante, quase sem voz, grunhia.
—Isso negona... agora você vai dormir como um anjinho! Disse o comedor,
dando beijos curtos e fazendo cafuné em Ayla, que se tremia menos e ofegava.
Uma cena impressionante...
Rodrigo saiu de Ayla, e ela, ainda muda e grunhindo, menos trêmula, ficou deitada e em seguida virou de peito para cima, ofegando bastante
e profusamente suada, de fato... estatelada na cama e sem forças. O macho me
encarou, ainda com tesão nos olhos.
—Me faz gozar... bem gostoso! Pedi, alucinada de tesão. Rodrigo sorriu,
ofegante.
O macho me pôs deitada com um travesseiro sob as costas, ergueu bem
minhas pernas e as abriu, em seguida posicionou sua rolona na entrada da minha
vagina, torturou o clitóris, me fazendo gemer e me contorcer, e meteu, deixou
deslizar tudo, alisou meu ventre, segurou minhas ancas e recomeçou a bombar, me
levando ao delírio, toda arrepiada e trêmula também.
Vi os braços do macho tremerem um pouco, ele ofegou, respirou fundo e
se acalmou, mas enquanto teve isso, não oscilou a qualidade e intensidade das
metidas. Estava concentrado, focado em me dar prazer, e pirei, o encarei, fui
encarada, então ele se debruçou sobre mim, mesclando seu suor cálido ao meu, e
nos beijamos ardentemente, o engate malvado que ele sempre fez e que chamaria
mais um orgasmo foi feito, e toda preenchida além da conta, senti...
—Vai gostosa, rebola na tora do seu macho... e goza bem gostoso!
Sussurrou Rodrigo.
—AAAAHH... AAAIIIII... DELÍCIAAA! Foi o que consegui urrar, com o coração acelerado, gozando como uma destrambelhada, recebendo estocadas
ferozes do macho, o qual estava preso pelas minhas pernas trêmulas e dedos dos
pés contraídos e esticados.
O macho foi parando... acompanhando atentamente a vagareza de meus
movimentos, até cessar as bombadas e ficar ali, me beijando, e eu... igualmente
estatelada na cama. Rodrigo empertigou-se, esbaforido, olhando para o nada,
passou a mão no rosto e jogou o suor no chão, eu e Ayla nos levantamos, moídas,
mas ainda com energia para receber a sobremesa...
No banheiro, ficamos impressionadas. O caralhão de Rodrigo estava mais vermelho de tanto sexo, parecia carne viva. Ele nos ajoelhou, o masturbou e gemeu de aflição ao nos banhar com sua porra menos profusa que antes, a qual quase brigamos para ver quem sorvia mais. Mamamos, deixando a tora limpinha, depois... enxutos e nus, voltamos para o quarto... e capotamos na cama...
FIM
=============================================================
UFA!
Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim.
Chegamos ao final de mais uma série, que aos troncos e barrancos foi concluída; um dos momentos mais impactantes de minha vida sexual, com surpresas e ganchos deliciosos para o que virá em seguida, então, mantenham as memórias afiadas pois elas serão cobradas adiante.
"Fúria Sexual Feminina", virou uma "franquia" dentro de minha vida sexual, e ainda no Terceiro Ato teremos a segunda e terceira edições, a segunda sem Rodrigo e a terceira com a volta dele. Ayla findou sua participação nessa fase, mas outro encontro com ela aconteceu em 2020, no auge do lockdown CRIMINOSO a que fomos submetidos, mas que JAMAIS trancou nossa vontade de trepar.
As fotos dessa e da postagem anterior, são desse encontro, o qual teve a participação de mais duas fêmeas, ou seja, a parte 4 dessa série, então aguardem que será surpreendente. Outro encontro com Ayla aconteceu no final de 2020, mas isso é outra história, foquemos no momento atual.
Avisando aos leitores novos que se perderam na história lá no Segundo Ato. A minissérie, "A PODEROSA AMANTE DO PASTOR", na qual Ayla aparece, ainda está indisponível para leitura porque vou substituir as fotos, mas não se preocupem que informarei a todos quando fizer a troca, então peço desculpas pelo transtorno, mas vou trocar quase todas as imagens, inclusive pondo algumas de sexo explícito no meio, contudo, eu comunicarei com mais detalhes quando reestruturar o blog.
E por falar em fotos de sexo explícito, vou dizer de novo: são poucas fotos que tirei, então preciso balancear a postagem dessas imagens. Eu sei do sucesso da captura que postei, sei que todos querem ver a putaria não só nas palavras, mas entendam que cada foto anexada passa por uma seleção, que toma um tempo considerável do meu dia, e que na maioria dos casos, me obriga a seguir sugestões para que hiatos longos não ocorram, pois sou bem indecisa na hora de escolher.
Por isso peço o apoio de todos, peço compreensão e estou atenta às sugestões de vocês, no mais, quero agradecer aos comentários e ao engajamento; a rotina de final de semestre está cruel, mas estou fazendo o melhor que posso para não deixar o blog parado por muito tempo; minha nova turma de reforço é mais travada em matemática do que pensei, e isso demanda uma estratégia de ensino diferente.
O próximo texto é o epílogo dessa série. Relato S.S., mas importante para quem acompanha atentamente a narrativa, mais um aprofundamento da história de Rodrigo... e seu drama tão cruel.
É isso, beijos a todos, tenham um dia e uma semana maravilhosa e cheia de vitórias.
lucycontistasexy@gmail.com
Anal
Boquete
Corno
Dotado
Fetiches
Heterossexual
Oral
Orgia
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Suruba
Terceiro Ato
Traição
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Comentários

Putaria do caralho.!Muito gostoso!A única coisa que não encaixa é a demora desse cara em gozar. Se vocês são tão fodas e gostosas a gozada dele deveria ser mais fácil. Com dois rabos desses só tomando algum inibidor de ejaculação pra demorar tanto. Nem em filme pornô os caras demoram tanto.Demoram porque são filmados take a take. Fora essa discrepância o texto é bem gostoso e vocês são duas putas gostosas e rabudas.
ResponderExcluirSe Rodrigo toma ou tomou algum remédio para inibir ejaculação eu não sei, só sei que o homem tem mais de 20 anos de estrada sexual e não sei se você lê regularmente meus relatos, ou começou a ler agora, ou lê prestando atenção, mas não tem nenhum super-homem nos meus textos, Rodrigo já falhou e eu testemunhei, e para finalizar, ele havia gozado uma vez nas partes anteriores, então, naturalmente demoraria para gozar a segunda vez, isso é lógico e não precisa ser um ator pornô ou tomar algum remédio, e outra: ele cuida de sua saúde né, então não há discrepância alguma, eu não tenho porque enfeitar ou acrescentar nada para deixar meus textos mais atrativos ou mais sacanas, aqui eu mostro a realidade, mas acreditar ou não, é escolha individual e eu sou muito tranquila com isso...
ExcluirRodrigo já falhou e teve oportunidade novamente... Já o Levi foi duramente penalizado por vc e Raimunda por ter falhado(primeiro grupal do garoto) sendo que ele se mostrou capaz quando pegou a Raimunda e depois pegou vc. Qual é, de fato, o seu critério
Excluir?
Muito bom o conto. Quando vamos ter mais?? O próximo terá alguma foto de sexo?
ResponderExcluirMais uma vez esta dupla Luciana evAyla deram um show na cama…nossa professorinha fogosa é simplesmente um vulcão na cama…saudades de vc Luciana…BOTO
ResponderExcluirCaramba, quase dois meses sem postagem. Cadê o novo ciclo? Um beijo
ResponderExcluirProfessora linda.Que tesão ler suas histórias.
ResponderExcluirProfessorinha linda. Sempre com as histórias mais prazerosas.
ResponderExcluir