115 - FÚRIA SEXUAL FEMININA - PARTE 8 - QUEBRA DE PARADIGMA – PARTE 1


 

—Sim, eu mesma, quem fala? Confirmei e indaguei, meio ríspida, mas nervosa.

—Luciana, o que foi? Você ficou pálida! Indagou e comentou Vitória, preocupada como todos.

—Mulher... tu não lembra mais de mim? É a Stefhany, Pequena Notável! Respondeu a baixinha, rindo, e quase derrubei o celular, em seguida fitei Rodrigo, pasma. Eita porra...

—O-Oi Stefhany... quanto tempo, não reconheci sua voz, tudo bem? Respondi, aliviada.

—Melhorou agora que tô falando contigo, mas... que surpresa hein? Tu é do grupo! Entrou quando? Respondeu Stefhany, empolgadíssima, e eu, fitando Rodrigo, que sorria.

—É... entrei há pouco tempo, quase no começo do ano! Respondi, suando frio.

—Mulher... tão dizendo que tu é fixa do Abençoado! Luciana do céu... é verdade, mulher? Não acreditei quando disseram, por isso quero ouvir de ti! É verdade? Questionou a Pequena Notável, e engoli a pesada saliva, arrepiada e dei um longo suspiro e uma curta pausa.

Fitei o pastor e o trio de mulheres, e seus olhares eram ávidos e irreverentes. Contraí meus lábios enquanto ouvia os seguidos “alôs?” ansiosos de Stefhany, então confirmei:

—S-Sim Stefhany... é verdade, ele... é meu fixo!

—Ai meu Deus do céu... para tudo! Luciana... por favor... me ajuda... ajeita um encontro com ele, eu tô doida por esse homem, ajeita vai, por favor! Pediu a nanica, aliás, suplicou.

—É... você... já o viu? Sabe como ele é fisicamente? Questionei, encucada.

—Sim, vi uma foto e um vídeo rápido onde ele aparece, e Luciana de Deus... desde esse dia... eu pirei nesse macho, ai que inveja branca de ti viu? Trepa com esse deus grego delicioso, ai... ajeita, ajeita Lulu, por favor, me ajuda, eu quero ele, eu quero! Desabafou Stefhany, quase surtando, e segurei o riso. Tadinha... ela era tão linda e gostosinha, além de um furacão sexual. Eu iria ajudar sim.

—Calma, calma, respira fundo e acalme-se! Olha... eu prometo que vou falar com ele, mas sou bem realista: não garanto nada, o que eu garanto é tentar convencê-lo a aceitar, mas se ele não quiser, aí... sinto muito, eu não iludo ninguém! Repliquei, sincera e fitando Rodrigo, que sorria maroto.

—Tá, eu... vou mandar umas fotos pra tu mostrar pra ele, e... eu tenho certeza que ele vai curtir, porque eu sei o que ele gosta, sei tudo e fala pra ele... que eu faço tudo, sem frescura, o que ele quiser, e diz... que no dia e na hora que ele quiser eu vou, já tô preparada; ai mulher, se tu soubesse quantas siriricas já bati imaginando aquela pombona bem grossa no meu rabo... ai meu Deus, Lulu, tô sem transar há um tempão só esperando ele! Disse Stefhany, radiante, e eu, estarreci.

—É... está certo, mande para esse número que é o meu WhatsApp, aí eu mostro e... o resto é com ele, mas prometo excelentes referências ao seu respeito! Repliquei, sincera.

—Ai Lulu... obrigada, obrigada mesmo, e... tu... faz anal com ele? Aguenta mesmo aquele pombão grosso no cu? Ai mulher... tô toda melada aqui! Indagou e atiçou Stefhany.

—Aguento e peço mais, minha querida, com ele só tem graça anal! Provoquei e fitei Rodrigo, que sorria sacudindo levemente a cabeça. Pisquei para ele, mordendo o lábio inferior.

De repente... senti... senti uma vontade louca de dar o cu de novo, só de falar aquilo...

—Iupiii... eita safada, ai Luluzinha... assim tu me mata de tesão, lá vou eu brincar com minha “larissinha” por sua causa; ó: me ajuda tá? Beijo, te mando já as fotos! Disse a baixinha.

—Espera sua doida, me responde uma coisa! Repliquei, pois algo me deixou cabreira.

—Fala meu amor, minha gostosa! Atiçou a baixinha, e me arrepiei, depois dei risada.

—Por que só agora você entrou em contato comigo? Perguntei, estranhando.

—Ai mulher, aconteceu tanta coisa, fui assaltada e roubaram meu celular, minha vó adoeceu e ficou um tempão internada, mas graças a Deus tudo acabou bem! Respondeu.

—Ah, sim, que bom, é... então ok, mande agora as fotos que eu... envio para ele! Repliquei, achando melhor não revelar que estava ao lado dele, pois poderia dar ruim...

—Tá, vou mandar agora mesmo, e... obrigada Luciana, você é um amor, e... tô com saudade viu? Queria te ver de novo e... a gente brincar um pouquinho, porque eu adorei aquele dia, não esqueci... sua xoxotinha é uma delícia! Provocou Stefhany, e me arrepiei. Ah... Deus...

—É... ok... mande agora as fotos, beijos, tchau! Respondi, acanhada e a pequena devassa riu alto do outro lado, ciente de que me deixou sem graça. Nos despedimos e desligamos.

—Demorou, mas esse dia chegou, era inevitável! Comentou Rodrigo, e dei risada.

—Como Stefhany conseguiu meu número de celular pessoal? Indaguei, cabreira.

—Presumo que foi Suzy quem deu. Ela gosta de agitar as coisas; é uma forma de não deixar o frisson sexual dos membros esfriar, mas não mensura o incômodo que deve ser para você, receber mensagens o tempo todo de mulheres querendo um encontro comigo, ao descobrirem que somos fixos, pois já sabem de meu retorno! Desabafou Rodrigo.

—Calma, eu... não achei ruim Suzy ter feito isso, se é que foi ela mesmo, e eu... gosto de Stefhany e adorei a ligação dela, mas enfim, e... ah... Ayla, poderia por favor me emprestar seu wifi um pouquinho? É rápido, prometo! Repliquei e pedi, para receber as fotos de Stefhany.

—Claro, fique à vontade, use o quanto precisar, pode pôr aí! Disse Ayla, e sorri. Ela ditou a complexa senha de seu wifi e entrei, e em seguida as notificações bombaram, e gelei de novo, e tive de olhar para saber se tinha alguma mensagem do corno ou minha bambina, e felizmente... não haviam...

—Você usa seu celular para marcar encontros? Indagou Vitória, com ar de preocupada.

—Não, eu comprei outro só para tratar os assuntos do grupo, não vou dar um vacilo desses. Só uso esse celular para... falar com minha filha, parentes, o Rodrigo e outros amigos mais íntimos e... eita, parece que chegaram várias mensagens aqui! Respondi, sorrindo sapeca e já sabendo quem era.

—É Stefhany! Ela... enviou seu... “book erótico”. Correto? Deduziu Rodrigo, e sorri.

—Rodrigo... aceita o encontro com a bichinha, ela está tão afim de você, é uma mulher linda, gostosa e... eu gostei dela, gosto do jeito dela, além do mais... essa baixinha é braba demais na cama, e vai dar conta SIM de você! Respondi e pedi, cumprindo minha promessa.

—Olha meu consagrado... sendo bem sincera... se eu fosse você e tivesse de escolher entre Stefhany e Leila... eu iria com gosto de gás na baixinha primeiro, é como Luciana disse: ela é uma monstrinha no sexo, está no nosso nível! Opinou Vitória, e a fitamos pasmos.

—Você disse isso com uma convicção assustadora! Comentou Rodrigo, e rimos alto.

—Foi em um passeio de escuna, um tempo atrás. Eu a vi transando com um cara, e sem exagero... essa menina simplesmente cavalgava num gingado impressionante, e ele fazia caras e bocas com os pulos dela, derretendo de suor, quase arregando! Revelou a loba.

—Eu endosso o que Vitória disse, ela só é miudinha, mas dá um show! Reiterei.

—É... como foi o encontro dela com o Cássio? Ele se saiu bem? Por favor, é importante que eu saiba! Questionou Rodrigo, e me arrepiei, então fitei todos, respirei fundo e disse:

—Ele se saiu bem sim, embora em... determinado momento, achei que fosse arregar, mas não... ele também suou mais que o normal, ofegou bastante, mas... quando fomos para o chuveiro... aí a transa pegou um embalo bem gostoso e... foi maravilhosa! Respondi, sincera.

—Ah, então você já brincou com o Cássio... é... minha experiência com ele foi... é... até que foi legalzinha! Replicou Vitória, e todos a fitamos, surpresos. —Gente, não foi pelo grupo tá? Completou a loba, se prevenindo e aí sim, demos risada. Finalmente foi revelado...

—Nesse contexto, Vitória está correta, porque Cássio entrou de salto alto no encontro, achou que por ela ter 45 anos... não renderia o que uma mulher da idade dele rende, e foi aí que ele cometeu seu pior erro; Cássio imprimiu seu ritmo, Vitória seguiu, mas quando ela imprimiu o dela... o garoto padeceu vergonhosamente! Contou Rodrigo, e estarreci de novo.

—Mesmo assim, darei outra chance a ele, eu gostei do Cássio, achei um rapaz adorável, que soube conversar comigo e meu marido de forma segura, inteligente e foi muito respeitoso e humilde, então... ele merece sim! Depôs Vitória, sincera, e sorri. Eu adorava Cássio.

—Só uma dúvida Rodrigo: você... assistiu toda a transa? Indaguei, impactada.

—Sim, porque o combinado real era Vitória fazer uma DP conosco, mas ela quis aquecer um pouco só com Cássio, para saber como era a pegada dele e tal, e quando a lobinha estivesse uivando eu entraria em cena, só que a lobinha rosnou em vez de uivar! Respondeu, e rimos alto.

—Pare seu bobo, gaiato! Replicou Vitória, enrubescida. Rodrigo a abraçou, e ali, eu e certamente Ayla... sentimos uma pontinha de ciúmes, porque eles trocaram um beijo de língua...

SIM... e... como vai ficar essa história da baixinha? Indagou Ayla, com um tom de voz carregado de ciúme. O “SIM” dela foi em tom alto e claro que o casal cessou o amasso...

—Não sei, não estou preocupado com isso! Replicou o macho, e logo mexi em meu celular, acessando as mensagens de Stefhany, e lá estava um vídeo e as fotos... bem sensuais.

—Quer ver as fotos dela Rodrigo? Indaguei. O pastor assentiu, indiferente, então me aproximei, sorrindo sapeca, porque a Pequenina apelou em seu “book fotográfico erótico”...

O primeiro golpe veio na primeira foto, dos pezinhos de Stefhany, em um close perfeito, o qual realçava bem cada detalhe, as unhas pintadas de um rosa-bebê reluzente, e claro... o macho balançou, pegou sutilmente o celular de minha mão sem pedir licença e ri baixinho.

A segunda imagem, era das solas dos pezinhos de Stefhany, e o olhar do comedor já mudara totalmente para um olhar que, alinhado aos seus pensamentos, mostrava interesse sim.

A terceira foi uma pancada quase fatal. Stefhany, de quatro, numa pose de selfie, com seu rabo grande bem empinado e trajando um legging rosa bem coladinho. Olhei para a virilha de Rodrigo e seu pauzão estava despertando, ele contraiu os lábios e fez um sutil “ssss”, claro e evidente que denunciava sua vontade de estar ali e foder a baixinha. Segurei o riso.

A quarta, mostrava Stefhany com o legging abaixado até metade das nádegas, e a cara sensual e provocante que ela fez na foto, nos impactou. Ela era muito fotogênica, e o ângulo ficou perfeito. A quinta, mostrava ela nua, arreganhada, mas com a mão tapando sua xoxotinha.

Mas o momento que deixou todos nós abismados, foi o curto vídeo de 15 segundos enviado pela Pequena tarada. Nele, Stefhany mostrava seus dedos profusamente melados de sua seiva. Ela soube instigar, porque quando abaixou a câmera, vimos sua xoxota meladíssima, ela passou os dedos, trazendo para o foco mais de seu mel abundante, e era abundante mesmo.

—Olha como eu tô por você, Abençoado! E agora? Você vem resolver esse probleminha? Minha xoxotinha te quer, e meu cuzinho também, olha... vem meu macho, quer comer? Eu dou, e dou bem gostoso! Quer? Se garante? Então vem, vem que eu te dou um trato! Atiçou a safada, narrando sua sedução, abrindo sua buceta ensopada e seu cuzinho, o piscando sem parar.

—Uau... olha... se você não for eu vou hein? Porque uma bucetinha melada assim... ensopadinha desse jeito... hummm... eu chupo até a língua cair, juro! Disse Vitória, e pasmei.

—Eu também, olha só mulher... ai que delícia! Embalou Stella, eriçada. Pasmei mais.

—Eca, credo... eu é que não troco o melado da rola do meu macho pelo de uma mulher, jamais! Disse Ayla, e caímos na risada, as duas bissexuais se entreolharam e riram alto.

—Ai queridinha... o mesmo tesão que eu sinto vendo uma bucetinha assim, também sinto quando estou chupando o pau do Rodrigo e o melzinho dele sai, e principalmente quando sai bastante, então ó: “seje menas” tá? Retrucou Vitória, e gargalhamos. Rodrigo ria muito.

—A transa com o Rodrigo antes dessa suruba... lembra? Aquele 69 delicioso que a gente fez enquanto ele me enrabava; foi mel de nós duas até umas horas ali né? Provocou Stella, e mais risos. Ayla riu também, desconcertada, mas riu. O pastor passava a mão no rosto e ria.

—Ai gente... vocês são uma resenha viu? Comentei, rindo e ri mais.

—Senhor... bota resenha nisso, vocês são doidas! Disse Rodrigo, e mais risadas.

—Daqui a pouco o zelador vem aqui saber que tanta “gaitada” é essa! Comentei.

—Muito bem, vamos desenrolar a coisa que estou com fome e daqui a pouco temos que ir embora; e aí Rodrigo? Vai resolver o problema da baixinha ou quer que eu resolva? Pressionou Vitória, que não se aguentou e riu no final, apoiada em Stella. Ambas se abraçaram.

—Também quero saber! Endossei, rindo.

—É, Por favor Luciana, faça o seguinte: após sete dias contados a partir de amanhã, contate Stefhany, diga que eu adorei as fotos e o vídeo, mas que preciso pensar! Faça exatamente desse jeito, e esse encontro será consumado! Respondeu e orientou Rodrigo, sério.

—Difícil vai ser essa nanica segurar a ansiedade, mas tudo bem, farei assim! Respondi.

—Bem... aí já não é comigo, eu... realmente não estou com cabeça para avaliar propostas, mas... é como você e Vitória bem sugeriram... entre Leila e Stefhany... a baixinha saiu na vantagem, e vai ganhar uma análise mais carinhosa! Disse o pastor, e o abracei, feliz.

—Quer que eu te passe esse material para você analisar... mais inspirado? Aticei.

—Mas é claro que sim, e... peça a ela um vídeo de seus pezinhos! Cochichou o macho.

—Que cochicho foi esse hein? Indagou Ayla, e demos risada.

—Nada, só disse que estou com saudade do cuzinho da Luciana! Disse Rodrigo, e ri alto, depois dei um leve tapinha em seu peito, sorrindo. —Que sorriso lindo! Completou, e me beijou.

—Mudando de assunto Luciana... seu esposo… não desconfia de nada? Indagou Vitória.

—Até o momento… não, ele está viajando a trabalho! Respondi, acanhada e já tensa.

—Calma, só estamos preocupados! Disse Rodrigo, percebendo e me abraçando.

—Querida, é um conselho batido, mas que nunca saiu de moda: separe-se, não adianta calcular e recalcular seus passos para seguir infiel... um dia a equação vai complicar, e uma casca de banana no resultado vai fazer você marcar a opção errada! É inevitável! Advertiu Vitória.

—Minha adorada Luciana... eu sou a prova de tudo isso que Vitória acabou de dizer, e hoje sofro com as consequências do meu erro de cálculo; eu... busquei ser feliz, porque pensei que merecia sim ser feliz a qualquer custo, mas... eu percebi muito tarde... que o “a qualquer custo”, sempre tem um custo alto! Depôs Rodrigo, com olhos marejados.

—A-Amor... eu sei que dói... eu sei que você sofre, mas... são coisas da vida, você... foi infiel a sua esposa, mas... foi leal a sua família, todo mundo... quer ser feliz, não se culpe tanto! Desabafou Ayla, quase chorando e nos comovemos. Rodrigo a abraçou e foi abraçado por nós.

—Eu sei Ayla... eu sei, mas a vida da gente é plantar e colher; quando eu decidi parar de trair minha esposa... já era tarde, a fatura já estava fechada e tinha sido enviada, recebi um doloroso perdão e... enfim, é uma ferida aberta, por mais que eu siga em frente, SEMPRE vai doer, porque eu nunca quis que tudo terminasse assim, nunca! Replicou o pastor, resignado.

—Ok... então vamos pedir nossa comida, senão vou desmaiar de fome, já está tarde e preciso voltar para casa! Avisou Vitória, cortando a volta do clima triste de antes, e demos risada.

—Conhece algum restaurante que entregue aqui? Indagou Stella, a Ayla.

—IFood né queridinha? Praticidade é a palavra! Replicou a negona, e rimos.

—Ah... o Ai Fode! Troçou Rodrigo, e rimos, mas a negona não perdeu a piada:

—Ai Fode é só mais tarde... e sou que que vou pedir, “Ai, Fode”! Ayla disse isso de costas para Rodrigo, esfregando seu rabão na tora do macho, e ele estapeou a bundona dela.

—Que nada, mais tarde vou curtir um DVD! Replicou o comedor.

—DVD? E isso ainda existe? O meu virou enfeite de estante! Comentei, e rimos mais.

—Deitar, Virar para o lado e Dormir, DVD! Respondeu o pastor, e demos mais risadas.

—Ah meu consagrado... não vai mesmo... eu quero turno da noite hoje! Advertiu Ayla.

—Mas você não tem piedade de mim hein? Comentou o macho, e gargalhamos.

—Você só gozou UMA vez... então ainda tem gás! Retrucou a negra. A fitamos pasmas.

—Só se a Luciana ficar aqui e participar! Condicionou Rodrigo. Arregalei os olhos.

—E-Eu? M-Mas... aí vou dormir fora de casa, e nunca fiz isso! Repliquei, assustada.

—Seu marido não está viajando? Retrucou o pastor, e assenti. —Então... vai ficar morgada em casa... podendo ficar comigo? Completou o macho, e me derreti num sorriso...

—Olha só o “cafa”, mas você é um “cafa” mesmo, cafajeste safado! Tudo bem... quero só ver... se você ainda aguenta duas! Se prepara viu? Replicou Ayla, e gargalhamos.

—Er... você... me quer mesmo? Essa noite? Indaguei, insegura e incrédula, e...

—Não... o Rodrigo quer que você durma no sofá enquanto ele come a Ayla! Ah meu Deus... “te alui” Luciana! Comentou Vitória, e mais risos. Enrubesci e Rodrigo me abraçou...

Pedimos a comida pelo iFood. Cada uma de nós e o macho pediu um prato diferente, de um restaurante que havia na vila dos pescadores. Bebida havia na geladeira da negona; sucos de caixa, vinhos e frutas como goiaba, melancia, uva, laranja e manga. Senti falta do meu abacaxi, então me ofereci para fazer sucos de manga e laranja, e todos nos divertimos.

O jantar foi descontraído. Rodrigo, cercado por suas quatro amantes, estava com um semblante mais sereno, e tive de conter a emoção ao vê-lo sorrindo e rindo sincero conforme contávamos histórias engraçadas, e ao mesmo tempo fui conhecendo melhor Ayla, e descobrindo que a poderosa negra não era tão arrogante assim, mas claro que uma hora me senti meio deslocada entre três mulheres endinheiradas, porém... meu amante me salvou...

—Tem certeza de que vai ficar, Luciana? Indagou Stella, após o jantar e fitei Rodrigo, que mesmo ainda tomado de cansaço, sorria... e me compelia a ficar. Eu estava cada vez mais apegada a ele. Eu olhava para ele e o admirava, e meu tesão se renovava e disparava... paixão...

—S-Sim... vou, obrigada pela preocupação! Respondi, um pouco ansiosa e tensa.

—Só faça aquilo que lhe trouxer bem-estar e paz; se você não se sente à vontade para dormir fora de sua casa por qualquer motivo... vá com Stella, não tem problema! Disse o macho, com sua tranquilidade de sempre, mas que sempre soava como indiferença, então repliquei:

—Eu... sei que você me quer também, então vou ficar!

—Mas você... quer ficar? Sua vontade é importante! Retrucou o comedor.

—Quero! Quero sim... vou ficar! Respondi, sorrindo, e recebi aplausos. Ah... palhaços...

22h20.

Após um rápido asseio, Ayla me emprestou uma blusa branca com estampas floridas, de um tecido fino e delicioso, mangas médias e comprimento até metade da bunda. Não pus calcinha, pois seria fodida de novo, é claro, mas temi não aguentar, entretanto... depois que o sangue estivesse fervendo, todas as dores e desconfortos seriam vencidos pelo tesão brutal que eu tinha por aquele homem, o qual a paixão que eu sentia, me compelia a fazer mais uma loucura. Eu só dormia fora de casa... na casa dos meus pais, e acompanhada do galhudo...

Adentrei o quarto que era o aposento oficial de Ayla, onde ela esteve escondida durante boa parte daquela orgia memorável, e tive um impacto gostoso ao ver Rodrigo deitado na enorme cama king size, trajando, é claro, apenas sua calça social preta (outra), com a negona aninhada em seu peito, linda, vestida com um baby doll branco rendado de mangas curtas, com suas pernonas de fora e assistindo TV com ele. Uma cena linda, pareciam mesmo namorados.

—O que vocês estão assistindo? Indaguei, me achegando, mas meio tímida.

—Esquadrão da Moda! Adoro rir dos looks ridículos que a Isabela Fiorentino e esse veado brega oferecem para essas coitadas se acharem menos feias! Respondeu Ayla, e ri alto.

—Oh Ayla, tadinhas... elas merecem ficar mais charmosas, e não são roupas tão bregas assim não hein? Já vi umas coisas lindas aí! Retruquei. Aquela negona não existia...

—É... mas são raras exceções viu? Bem raras! Replicou a mulher, e ri mais.

—Mal escuto o que esse povo fala, mas concordo com Ayla, é um tipo de moda... nada a ver com a realidade, brega mesmo! Comentou Rodrigo, rindo, e ela beijou seu peito, manhosa.

—É... realmente... está difícil para essa gordinha hoje! Comentei, vendo a TV.

—Vem... deite-se aqui, não precisa se acanhar! Chamou Rodrigo, sorrindo lindamente. Assenti e fui até ele, cabreira, com medo de algum olhar fulminante da negona, mas se ela não havia objetado minha permanência, então é porque não haveria problema...

Mas... consumida de curiosidade, antes de deitar de fato, me sentei e ensejei:

—Me desculpem se eu estiver sendo indiscreta, mas... eu... gostaria de saber uma coisa!

—Já sei, você quer saber quando vai ser a transa do Rodrigo com Stefhany! Atiçou Ayla.

—N-Não, é outra coisa, é algo... sério, quer dizer, parece ser bem sério! Respondi.

—Pode perguntar minha consagrada! Respondeu o macho lindamente sereno.

—Eu... ouvi a Vitória dando várias indiretas sobre o Miguel em determinados momentos, e com muita mágoa e ressentimento! O que houve? Comentei e indaguei.

Rodrigo deu um longo suspiro, empertigou-se com Ayla e disse, desolado:

—É uma história longa e muito triste, prometo que um dia lhe conto, pode até me cobrar, mas... agora, eu queria que esse sábado terminasse como começou: com prazer!

—Sério? Ainda quer mais seu guloso? Indaguei, me achegando, e nos beijamos.

—Gulosa sou eu... e ele vai ter que matar minha gula antes de dormir; se você não aguentar... melhor para mim! Provocou a negona, o abraçando por trás e me fitando. Dei risada.

—Acha mesmo que vou segurar vela é? Eu também tenho minha reserva de energia! Retruquei, também fitando Ayla, e sorrimos. Rodrigo ficou todo pomposo, embora ruborizado.

—Acho que... vou arregar hein? Disse o pastor, sorrindo sapeca. Demos risada.

—Tem nada não, você está no saldo positivo! Replicou Ayla, o beijando bastante.

—Bota positivo nisso hein? Endossei, e rimos mais. Ele estava bem cansado mesmo, mas... se me fez dormir fora de casa... com certeza queria sim mais sexo, e eu também.

—Vem cá professorinha! Chamou Rodrigo, e seu olhar antes cansado, se encheu de tara.

—Que aula você quer ter hoje? Aticei, já coladinha com ele. Trocamos olhares safados.

—A que você quiser me dar! Rebateu o cafajeste, e nos beijamos deliciosamente.

Seguimos o beijo suave, eu sentia a boca deliciosa e cálida do comedor supremo no mesmo ritmo, e pirei mais ainda. O polegar esquerdo dele percorreu minha cútis, os demais dedos acarinhavam perto de minha orelha, e sua língua deu uma rápida lambida em meus lábios, mordisquei o dele e retomamos o beijo em seguida, e arfei, gemi manhosa, com tara renovada.

Segurando e acariciando meu cangote, torturando minha boca com a dele e me fazendo gemer e grunhir mais. Esse era o meu amante supremo, me levando ao delírio, com sua mão esquerda massageando minha anca, me roubando gemidos e aumentando minha respiração, fazendo o calor do tesão absurdo me invadir... e preparar meu ser... para enlouquecer de prazer.

Rodrigo me soltou, beijou minha testa e se virou para Ayla, que o fitava com um olharzinho pidão e fez biquinho pedindo beijo. Ele sorriu e a beijou, depois sim... o pastor beijou sua amante... do mesmo jeito que me beijou, e ela gemeu aflita com a pegada dele.

—Humm... já sei... hoje você quer suave né amor? Deduziu a negona, e me arrepiei.

—Sim... hoje... eu quero um sexo calmo com vocês, sentir o abraço, o calor, o carinho sem pressa e sem medida, quero um sexo... entre namorados! Respondeu o macho. Pirei, pirei.

—Está bem, amor da minha vida... eu dou sim... desse jeitinho para você! Disse Ayla.

—Eu também... dou desse jeito meu gostoso! Endossei, o abraçando por trás.

Enquanto Rodrigo se beijava com Ayla, o acariciei e beijei no pescoço e ombro, e logo ouvi a poderosa amante gemer possessa de tesão com a pegada dele. procurei não atrapalhar a mobilidade do macho ao trocar carícias com ela, então alisei sua virilha, e toquei seu pauzão duro, dei uma lambida no lóbulo de sua orelha e ele riu com cócegas, e segui o beijando.

Rodrigo estava ensanduichado por duas mulheres. Duas fêmeas taradas por ele. O macho abriu o decote do baby doll de Ayla e expôs seu grande par de seios com bicos tesos, lambeu um deles, e a negona feroz atochou sua cabeça, gemendo alucinada; passei dois dedos na minha xoxota e ela estava bem melada, extraí a seiva e passei na boca do comedor, e ele chupou tarado, sorveu meu melzinho, foi quando a negra me surpreendeu e incendiou aquele momento:

—Passa seu melzinho no bico do meu seio para ele mamar! Arregalei os olhos.

—Hã? S-Sério? Indaguei, incrédula. Ayla apenas assentiu, sorrindo bem safada. Ok então...

Me masturbei um pouco, afim de produzir mais do meu néctar, e produzi, claro, porque o tesão que eu sentia por aquele homem era absurdo e brutal, então, com os dedos meio nervosos por tocar outra mulher em uma zona sensível, passei a seiva no seio de Ayla e nos lábios de Rodrigo, e ele abocanhou a teta do ébano feminino com uma paixão arrepiante, sugou e mamou com tara.

Ergui a blusa e comecei a roçar meus seios pequenos nas costas do macho, ele tateou minha bunda e a apertou, cacei sua rolona dura e a apertei, e consegui abaixar o zíper, então ele liberou seu colosso e comecei a masturbar enquanto ele levava Ayla ao delírio de gemidos.

Ayla começou a estimular sua xoxota também, e quando me mostrou indicador e médio melados, me surpreendi com a viscosidade de sua seiva profusa. Que tesão feroz ela tinha nele.

—Passe nos seios da Luciana para eu mamar também! Pediu Rodrigo e me arrepiei.

Eu já havia dito antes, a mim mesma, que tinha uma... admiração digamos assim, por Ayla. Mesmo ela sendo bem pedante, eu me sentia instigada pelo seu jeito e volúpia, e quando senti o toque dela em meu seio, pirei. A negra besuntou ambos com sua seiva, passando delicadamente seus dedos melados em meus mamilos e auréolas, em movimentos circulares, extraiu mais de seu néctar e foi melando. Uma hora ela apalpou mansamente meu seio esquerdo e gemi.

—Vai amor... mama! Pediu Ayla, me encarando e sorrindo. Rodrigo mamou e pirei mais.

Ayla se aproximou, então Rodrigo mostrou que além de ser um mestre no sexo, tinha uma devassidão sem limites; ele socou dois dedos na xoxota melada dela... os conduziu até meus lábios, me encarando com uma tara absurda, assim como Ayla me encarava e sorria, desinibida, e o que fiz?

Segurei os dedos de Rodrigo e os chupei, tendo aquele impacto brutal, um misto de sensações inexplicáveis, e a seiva de Ayla era gostosa sim, com um aroma e gosto de luxúria que me chocou de tesão, e não pude deixar de expressar minha surpresa com aquela atitude, jamais esperei algo assim; achei que Rodrigo, por ser um pastor evangélico, apenas tolerava a bissexualidade de Stella e Vitória, mas não concordava, no entanto, o que foi aquilo? Eu... me permiti... sentir o gosto de outra mulher...

—Eu disse que não ia dar certo Rodrigo, olha a cara da Luciana! Comentou Ayla, rindo.

—Será? Mas ela chupou, poderia ter protestado! Retrucou o comedor, e rimos, eu, ri pasma.

—I-Isso... te excita? Indaguei, tentando digerir aquilo, mas... adorando...

—Claro, e fiz isso porque sei... que você e Ayla também se excitam! Respondeu Rodrigo.

—Mas não pense que vamos nos pegar como Stella e Vitória fazem, isso jamais, eu e Rodrigo conversamos sobre o que aconteceu agora, antes de você sair do banho e concordei, acho que não tem nada demais, afinal, você o beija quando ele chupa outra xoxota e não acha ruim; confesso que foi arriscado, mas pelo visto realmente... você curtiu! Revelou Ayla, e fitei os dois, mais surpresa, então...

—É... tudo bem se você fizer o mesmo? Propus, abrindo minha xoxota e dedilhando o clitóris. O casal se entreolhou e sorriu, e o sorriso de Rodrigo era o mais cafajeste possível, ah safado...

O pastor dedilhou suavemente minha buceta, e gemi manhosa, encarei Ayla e ela me encarava com olhos flamejantes, tipo... tentando me intimidar, sei lá, era um olhar que misturava sua característica empáfia... com muita excitação. Os dedos do macho me penetraram e sutilmente me estimularam, e ele também me fitava com um olhar igualmente provocador e lascivo, aí me tascou um beijo delicioso... e cedi, o que provou o argumento de Ayla, então ele tirou os dedos bem melados e os deu para a negra chupar, e ela chupou... sem frescura, me encarando... e pirei...

—Humm... que melzinho gostoso hein? Comentou Ayla, e não perdi a chance, liguei o foda-se, quebrei o paradigma pela segunda vez e aticei, abrindo minha buceta e encarando a negona:

—Quer mais? Pode tirar se quiser! Ao ouvir isso, eles riram, e Ayla sacudiu a cabeça, rindo.

—Pezinhos... quero chupar seus pezinhos Ayla! Pediu o macho, que sabia do limite de Ayla e se deitou na cama. Tudo bem, entendi a atitude dele, mas se ele propusesse um "sabão" provavelmente eu e Ayla recusaríamos, então nos preparamos, a negona tirou o short do baby doll e sentou com seus pés sobre o tórax dele, eu, liberei seu caralhão vermelho de tanto foder... e pronto para mais sexo.

—Já sabe como fazer né? Indagou a negona, e assenti, excitadíssima...                    

CONTINUA

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Olá queridos alunos, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Bem, não sei se vocês notaram, mas nesse ano não fiz a tradicional postagem homenageando a minha classe; ok, eu cheguei a redigir o texto, mas achei melhor não postar, e o motivo é uma das novidades que pretendo trazer na reformulação do blog, que se arrasta sim, mas não está parada.

O final do ano letivo se aproxima, e com ele muito estresse e correria. O bimestre final demanda mais atenção, fora o trabalho particular, com mais uma turma de reforço que vai fazer a prova dos Correios, cujo edital saiu dias atrás, o que demanda extrema atenção, pois graças ao bom trabalho que faço, sou recomendada por quem estudou comigo, e isso me deixa muito feliz como professora.

Gostaria de agradecer de coração aos leitores que comentaram na postagem anterior, e em especial elogiar um leitor anônimo, que mostrando total atenção na narrativa, acertou que Stefhany era a mulher que me ligou. Até tive vontade de responder o comentário, mas não achei justo dar spoiler aos que estavam aguardando a revelação, então deixo aqui o meu agradecimento a você.

E claro, como de costume, quero agradecer por mais um seguidor, mais um aluno nessa sala de aula da sacanagem, cujas vagas são ilimitadas e quanto mais gente melhor. Seja muito bem-vindo, e espero que goste e continue gostando da leitura, isso me incentiva a sempre seguir em frente e melhorar.

Bem, o que dizer da parte final dessa memorável suruba? Apenas aguardem...

Beijos, tenham todos um dia maravilhoso e uma semana vitoriosa...




Comentários

  1. Maravilha de conto e muito bem escrito. Estamos sentindo falta da putaria, no próximo as coisas irão esquentar?

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  2. A cada dia eu amo mais ainda esse rabo extra GG seu, Luciana. É linda demais. Por mais fotos de sexo explícito, queremos mais!!! Conto delicioso como sempre.

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  3. Professora linda. Sempre com os melhores contos

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