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Inesquecível. Essa era a palavra que ecoava em minha mente enquanto eu me
vestia, e via Rodrigo, vestindo outra calça social preta, após me fazer gozar
deliciosamente mais uma vez naquela trepada rápida, porém magistral e deliciosa
no banho. Ele não gozou.
—Gostou minha consagrada? Indagou Rodrigo, afivelando o cinto.
—Amei... amei tudo, meu macho gostoso! Respondi, e nos beijamos.
—Agora preciso receber algumas pessoas! Disse o pastor, que passou um
delicioso perfume. Dei-lhe um longo cheiro no peito e subi até seu pescoço, o
qual beijei.
—Algumas pessoas... homens ou mulheres? Indaguei, enquanto lhe dava
beijos curtos.
—Presumo que sejam mulheres, porque lembrei de aquele gay ter dito que
haviam umas meninas afim de me conhecer! Respondeu Rodrigo, ajeitando o cós de
sua calça.
—Olha que talvez venha mais gente hein? Repliquei. O pastor suspirou e
comentou:
—Tomara que não, seria uma algazarra terrível, Ayla ficaria muito
irritada... e com razão!
—Você está tão cansadinho né? Tadinho! Indaguei e comentei, o
abraçando.
—Se eu te disser... que nem tanto! Replicou o macho, e o fitei pasma. —Brincadeira, estou exausto sim, quero logo fazer essa social e descansar! Completou o comedor, e sorri.
Rodrigo realmente aparentava muito cansaço, e notei isso só no andado dele ao sair do quarto, e continuei sem acreditar que ele deu conta de nós quatro. Terminei de me vestir rapidamente,
ajeitei os cabelos e saí em seguida, dando de cara com Ayla, Stella e Vitória na sala,
conversando.
—O negócio ferveu naquele banheiro hein? Comentou Ayla, sorrindo. A
fitei, acabrunhada e assenti. Eu me sentia meio ruim pela situação. —Não fique acanhada
Luciana, o Rodrigo é nosso amante; e pelo jeito, adorou muito te conhecer,
então aproveite! Completou a negra, tentando me confortar. Sacudi lentamente a
cabeça e sorri.
—Fiquei excitada ouvindo os gemidos da Luciana! Atiçou Vitória, e todos riram. Eu corei...
—Hora da parte final do encontro: a avaliação! Anunciou Katiane, mas quando ela viu Rodrigo saindo da cozinha com uma taça de vinho quase cheia, ficou visivelmente abobada com o charme e gostosura que ele exalava. Ela não esqueceu o que viu, e jamais iria esquecer...
—Está com fome minha querida? Indagou Rodrigo, brincando com a jovem.
Rimos.
—Só se for fome de você meu consagrado, porque a menina está quase
explodindo de tesão, ela não pode te ver que fica toda acesa! Comentou Ayla,
venenosa. Katiane corou... mas Ayla tinha razão...
—Peço desculpas a você por ela, não ligue, a Ayla tem umas piadinhas
sem graça, né Ayla? Retratou-se Rodrigo, fitando a negra e dando um sorriso de
canto de boca. Katiane assentiu contraindo os lábios, tentando disfarçar, mas
quando abaixou a cabeça, seus olhos se fixaram no pauzão avolumado de Rodrigo,
que mesmo mole, chamava a atenção, e ela mordeu o lábio inferior, sorrindo sapeca.
—A-Avalie... as mulheres... por favor! Pediu Katiane, desorientada.
—Avaliar o que sobre essas damas? São mulheres maravilhosas! Eu só
posso me sentir muito grato e honrado em merecer a confiança e carinho delas! Depôs
Rodrigo, que assinou um papel e bebericou o vinho. Fizemos um “Oohhh, que
lindo”, em coro, e rimos.
—E você é o homem de nossas vidas! Comentou Stella, sorrindo toda
derretida.
—É o meu branquelinho totoso! Disse Ayla, bem manhosa e sorrindo para
ele.
—Supremo, o homem que virou meu juízo deliciosamente! Comentei,
apaixonada.
—Eu sempre vou uivar de paixão por você meu amor! Disse Vitória, e
rimos.
—Então uiva meu bem... AUUUUU! Troçou Ayla, e rimos alto. Achei que a
loba fosse encrespar com a negra, porque as duas se alfinetaram bastante, mas a
coroa levou na esportiva.
—Er... por favor... é... eu! Pediu Katiane, se aproximando, mas se enrolou toda. Tadinha, ela tremia um pouco, e não parava de olhar para ele, que mexia no celular, e a maestria daquele macho em seduzir era impressionante; era algo natural, a postura dele mexia sim com nossa libido...
—Quer dar um beijo na boca do Rodrigo? Propôs Ayla a Katiane, que
tremeu mais.
—Ayla! A próxima brincadeira sem graça como essa e eu vou embora!
Advertiu o macho.
—Olha Rodrigo... sejamos bem sinceros... Ayla tem toda a razão, essa
jovem está perdendo mesmo a linha só com a sua presença, e não é um assédio
sexual e nem um constrangimento, pois é ela que está afim de você, e outra: ela viu seu amigão né! Rebateu
Vitória. Katiane riu acanhada e suspirou.
—Isso é verdade Katiane? Indagou Rodrigo, e Stella riu alto. Rimos alto
também.
—Me poupe né Rodrigo! 42 anos nas costas e você não sabe identificar os
sinais femininos de desejo? Retrucou Stella. Ele deu uma risadinha sapeca e
mostrou a língua. Lindo.
—Pior que eu não sei, sou meio lerdo para essas coisas! Retrucou o pastor, e gargalhamos.
—Você é tímido, mas lerdo? Menos viu pastor? Rebateu Vitória, e mais risadas.
—Bem que eu queria, mas não posso, dá problema! Disse a jovem, toda gaiata, e
vibramos.
—Se quer, vá em frente minha querida, aproveite! Incentivei. Ela estava
um tomate.
—Ninguém vai ficar sabendo, e se souber, eu descubro quem foi e expulso
sumariamente do grupo, só que isso vale para você também! Advertiu Rodrigo, se
aproximando.
—N-Não... vou mentir... eu quero, mas... tenho medo! Disse a jovem, relutante, com o olhar perdido entre o semblante sedutor de Rodrigo e sua tora razoavelmente avolumada. Ele chegou mais perto e puxou Katiane para junto de seu corpo, ela gemeu e suspirou, e Rodrigo foi tão malandro, que deu uma suave roçada na barriga da jovem com seu cacetão, e claro, ela o fitou bem, mas bem tarada...
O olhar de quem queria sentir aquele colosso a invadindo bem gostoso. Jamais vou esquecer a cara que Katiane fez, a troca de olhares. Quase que ela tocou o pauzão, até fez menção, mas se deteve, e por sua baixa estatura, eu sei que ela sentiu o pulsar do membro, eu a vi toda arrepiada e ofegante...
—Eu entendo seu receio, mas... quando quiser... sabe como me encontrar,
e sabe que vou aceitar! Atiçou o comedor, segurando e alisando de forma
sedutora o queixo de Katiane, que ruborizou, sorriu sapeca, contraiu os lábios
e depois mordeu o inferior, tesa pelo macho.
—Ai que gracinha, ela está toda vermelha! Comentou Stella, e rimos.
Katiane nos fitou e ficou toda sem jeito, até receber mais um abraço fraterno
de Rodrigo. Ela estava trêmula...
—É... com licença, desculpe atrapalhar, mas... é... Rodrigo... você ainda quer conhecer as meninas? Chegou aquele gay da parte 2 e indagou, todo cuidadoso, mas radiante.
—Olha... eu peço desculpas, mas... estou bem cansado... infelizmente,
não vou render uma boa conversa nessas condições, então... vou lhe dar meu
WhatsApp, você repassa às moças, e aí a gente conversa e vê alguma
possibilidade, beleza? Respondeu Rodrigo, que bocejou.
—Ah... tudo bem então... já é uma esperança pra elas! Disse o “rapaz”,
e rimos.
—E elas têm que levantar as mãos para o céu e agradecer a Deus, porque
o Rodrigo não dá essa colher de chá! Comentou Ayla, e rimos mais, o pastor
ficou meio sem jeito e replicou:
—Elas me esperaram até agora, não acho justo saírem de mãos abanando!
—Eu te entendo... quando a gente tá cansado, não consegue pensar direito né, e você precisa mesmo descansar! Opinou Katiane, toda gaiatinha, chegou a alisar o ombro do pastor, depois abaixou e fixou o olhar na tora embrulhada de Rodrigo e deu um leve suspiro ajeitando os cabelos. Uau...
—Exato, e isso pode causar uma má impressão com as moças, sendo assim,
repassem meu número a elas e peçam desculpas por mim! Disse Rodrigo, que...
alisou o rosto de Katiane.
—Ok... então... a gente já vai embora, tenham todos uma boa noite e um
bom descanso, tchau! Despediu-se Katiane, que trocou beijos formais comigo, o
comedor e as demais.
—Tchau people, um descanso “mara” a todos e muita paz! Despediu-se o
gay, de longe. Retribuímos a despedida rindo de sua irreverência e
finalmente... a equipe se foi.
—Estaria cansado para a Katiane? Hein safado? Questionou Stella, dando
uma almofadada em Rodrigo, que riu e rimos. —Cafajeste! Completou e rimos mais.
—Não é segredo para ninguém... que Katiane quer transar comigo, ela diz
isso abertamente, então... por que não? Ela é linda, simples e muito agradável!
Disse Rodrigo.
—Eu vejo uma mentira cristalina em seus olhos... Abençoado! Retrucou
Vitória, e ele riu.
—Os tempos são outros minha consagrada... talvez... há uns cinco, seis
anos... eu teria sim levado Katiane para a cama sem pestanejar, agora... que
tal tomarmos um ar fresco e depois pensarmos em algo para restabelecer as
forças? Replicou e propôs Rodrigo, e mais risos.
Malandro... ele soube sair pela tangente, mas não saquei muito o que
eles quiseram dizer...
—É, aqui está bem abafado, boa ideia! Concordei, e então fomos para a
sacada.
Rodrigo saiu do apartamento em seguida, e o seguimos. A noite estava
serena e de temperatura agradável, o vento era suave, gostoso e ouvia-se uma música ao
vivo beem longe, provavelmente em um barzinho. Parecia um pop-rock, pois a
guitarra predominava, em um riff agudo.
—Seu apartamento é belíssimo e muito aconchegante Ayla, parabéns pelo
bom gosto! Comentou Vitória, e me surpreendi. A negona fitou a loba e sorriu,
em seguida disse, amável:
—Obrigada, comprei baratinho de um desesperado que ia se mudar para a Europa e ainda estou pagando; e a pressa dele em ir embora era tanta, que comprei com a mobília quase toda, mas... estejam
convidadas a virem um dia para passarmos uma tarde; o pôr do sol visto na praia
é um espetáculo único!
—O nascer também! Comentou Rodrigo, e sorrimos. O abracei e fui
abraçada por ele. Ah... como era gostoso estar envolta naqueles braços fortes e
sentir seu peitoral robusto.
—Rodrigo... você chegou a convidar a Ângela para esse evento? Indagou Vitória.
—Não, você sabe que ela não aceita esse estilo sexual que vivemos!
Disse o pastor, e arregalei os olhos diante daquela declaração. O macho me
fitou e assentiu.
—Mas isso é uma frescura viu? Essa mulher não se enturma! Retrucou
Vitória, sentida.
—Vitória, eu não conheci a Ângela no grupo, como Ayla, você e Stella.
Nem todas as mulheres querem se abrir a novas possibilidades sexuais, e temos
de respeitar isso; Ângela me dá o mesmo prazer que vocês me dão, mas tem suas
convicções, seus limites e vocês sabem muito bem que não imponho minhas
vontades a ninguém! Retrucou o macho.
—Eu sei, mas... ela se isola de nós, não dá abertura para nos
aproximarmos, e acho isso meio rude; é diferente da Luciana, que foi simpática
conosco e nos tratou muito bem, e isso torna a relação melhor, mas você está
certo... ninguém é igual! Opinou Stella, e concordamos.
—Ah... eu não tenho motivo algum para ser hostil com vocês ou julgar a vida
sexual que levam! O importante é ser feliz, a vida passa tão rápido! Repliquei,
e Rodrigo me abraçou.
—A Ângela sempre foi muito reservada, discreta, mas não opina sobre a
vida íntima de vocês e a minha com vocês, porém... se por ventura ela resolver
mudar de pensamento sobre isso um dia, ótimo, se não, ótimo também! Explicou o
macho, bem sereno.
—Para mim a Ângela não fede e nem cheira! Comentou Ayla, jocosa, e
demos risada.
—É porque a Vitória tem curiosidade de saber como o Rodrigo transa com ela!
Atiçou Stella, e gargalhamos, o pastor enrubesceu de novo, sacudindo a cabeça
lentamente.
—Rodrigo, porque você desistiu de conhecer as meninas? No banheiro você
parecia empolgado, como se fosse um compromisso! Indaguei e comentei, e o
pastor sorriu sapeca.
—De fato, mas... acabei sentindo um cansaço além do normal conforme o
tempo foi passando, aí achei melhor me poupar! Respondeu Rodrigo, com um
sorriso embotado.
—Confesse que você não tem mais saco para isso! Termina um encontro, lá
estão duas, três, cinco mulheres querendo lhe conhecer, cornos mansos oferecendo
suas esposas, ah meu consagrado... foram anos vivendo assim, aí um dia cansa!
Disse Vitória, alisando o rosto dele.
Tive um arrepio violento, porque aquele gesto dela... foi tão carregado
de ternura e empatia. Ele segurou a mão dela e acarinhou, e olhares afetuosos
se cruzaram. Ayla bufou...
—Acho que... você só queria conhecer pessoas especiais... e conheceu!
Opinei, mexida.
Rodrigo se achegou e me abraçou, gesticulou e as demais o abraçaram, e
ele desabafou:
—Se eu disser a vocês que isso me incomodava, estarei sendo hipócrita e
ingrato, e você tem razão Lulu... eu buscava conhecer pessoas especiais, para
cultivar mais que tesão, e felizmente... conheci dentro e fora do grupo, mas isso
foi uma fase, como toda fase de nossa vida... necessária para amadurecermos e depois
filtrarmos o que vale e o que não vale a pena!
—“O homem que se deslumbra fácil, perde o rumo da vida”. Nunca esqueci
dessa frase meu querido... eu te admiro sempre mais e mais! Depôs Stella, derretida.
Demos risada.
De repente um celular tocou, e logo notamos ser o de Rodrigo, pois era
um louvor evangélico. O pastor se desvencilhou de nós, sacou o aparelho do
bolso e o fitou preocupado.
—Algum problema amor? Indagou Ayla, percebendo o semblante cabreiro de
Rodrigo.
—É Suzy... e com certeza é algum “bucho” (problema)! Com licença!
Respondeu, e em seguida deu um longo suspiro, se afastou um pouco e atendeu.
—Diga lá minha loirinha linda! Completou o macho, com voz amável, apesar da
exaustão visível em seu corpo e rosto.
Rodrigo pôs a mão na testa e desceu passando pelo rosto, mudo, só
ouvindo o que a poderosa meretriz dizia, em seguida ele deu outro longo e
pesado suspiro e nos fitou.
—Não parece bucho nenhum, e sim, alguma dessas periguetes que estiveram
aqui, não foram atendidas pelo Rodrigo e resolveram ligar reclamando! Comentou
Vitória, irritada.
—Está certo Suzy, mas não garanto nada, já vou avisando! Disse o
pastor, sério. —Ok, beijo, tchau! Completou, se despedindo e encerrando a
ligação. Ele nos fitou novamente.
—Pela sua cara... é algo bem chatinho! Comentei e ele deu um sorriso de
canto de boca.
—Eu não diria chato, mas... sim... é chato! Replicou Rodrigo, e demos
risada. Ele também. —Quer dizer... chato no contexto atual, pois estou cansado!
Arrematou o comedor.
—E o que aconteceu? O que Suzy queria? Indagou Ayla. Rodrigo foi até a
escada e olhou para baixo, com semblante cuidadoso, inspecionou, depois se
virou para nós e respondeu:
—Tem um casal vindo aqui... querem propor um encontro!
—Nossa... suas palavras são poderosas hein lobinha? Seu comentário
acabou atraindo mais um corno manso, mas... por que não recusou, meu amor?
Troçou e indagou Ayla.
—É porque o Rodrigo não consegue dizer “não” para Suzy, só isso!
Replicou Stella.
—Eu não disse sim e nem não, apenas aceitei recebe-los para um papo
formal, mais por curiosidade, porque não parece uma proposta convencional!
Retrucou Rodrigo, sereno.
—Ih... até já sei o que é, e talvez você aceite! Atiçou Vitória e o
pastor riu.
—É? E... o que seria? Indaguei, curiosa, é claro. Mais risos.
—Ei... eles estão subindo as escadas, depois continuamos! Cochichou
Rodrigo, ao ver e ouvir os passos do casal e logo também ouvimos, seguidos das vozes
ansiosas deles...
Senti um calafrio, minha cabeça rodou um pouco e por uns instantes
fiquei “areada”, pois olhei ao meu redor, simplesmente não acreditando no que
estava acontecendo. É... mais uma reflexão inexplicável sobre como minha vida
íntima tinha chegado aonde chegou, e porque deixei ela chegar aonde chegou. Ok,
era inútil divagar sobre isso àquela altura, mas jamais imaginei estar em uma
situação assim, jamais cogitei aceitar uma situação assim, e no entanto...
Finalmente o casal surgiu, e meu torpor mental diante daquilo tudo
aumentou, mas logo recobrei as funções cognitivas, pois precisava estar sã para
escrever, então fiz um exercício de respiração, empertigada e logo senti uma
melhora... contudo... uma fisgada cruel no cu; sim... o efeito da lidocaína
estava passando, mas eu não arredaria dali nem por 1 milhão de reais...
Era um casal bonito, alinhado e discreto só de olhar. Normalmente o
cara tem bala na agulha para conseguir uma mulher de corpo escultural e beleza
ímpar como aquela, e faz questão de ostentar a todos por onde passa. Por mais bem
aparentado que fosse, nasceu para ser corno manso mesmo, pois sorriu ao vir
Rodrigo, e seu sorriso era o triste panfleto do orgulho em oferecer sua esposa,
que mesmo linda e gostosa, também fazia questão de se panfletar para outros
homens.
Corno não merecia descrição, mas tudo bem, farei isso, pois a ideia de
postar na internet essas aventuras cada vez mais loucas, surreais e
inacreditáveis me invadia como uma crise de ansiedade, mas esbarrava no medo da
descrença popular, porém, sem problemas, esse, acima de tudo era meu diário,
meu confessionário, e independente de expor ou não tudo que vivenciei até hoje,
meu tesouro para que um dia, já anciã, eu me lembre com carinho do que fui capaz de fazer para ser
feliz, e não para alcançar a felicidade, sem culpa e sem arrependimento, certa de que aproveitei ao máximo a vida...
Moreno, mais baixo que a esposa pouca coisa, cabelos pretos curtos,
olhos grandes e castanhos, nariz médio e afilado, lábios finos em um rosto meio
quadrado. Corpo atlético, com braços robustos e pernas torneadas. O galhudo
chegou com presença, mas foi só avistar Rodrigo que logo mirrou-se, e é porque
o pastor estava bem baqueado. Trajava uma camisa gola polo azul-marinho com
detalhes brancos e vermelhos, uma bermuda cáqui comprida e um sapato mocassin
marrom-escuro. Agora sua esposa... puta que pariu, a fêmea era uma beldade...
Parda, baixa, cabelos pretos compridos e bem lisos, olhos amendoados e médios, nariz médio
e alinhado, lábios carnudos e boca média em um rosto arredondado e com traços
indígenas, seios médios e firmes, quadril largo, pernas bem grossas e um rabo grande,
volumoso e empinado. Trajava um vestido justo de mangas médias e comprimento
até o joelho, na cor creme. Discreta e elegante.
—Boa noite a todos! Cumprimentou o corno, com seu sorriso de corno
excitado.
—Boa noite, respondemos, quase em coro! Em seguida Rodrigo indagou:
—É... gostariam de ir para um lugar mais reservado, ou está bom aqui?
—Imagina, aqui está ótimo! Respondeu a mulher, comendo Rodrigo com os
olhos.
—Ok, e... boa noite, sejam bem-vindos, eu me chamo Rodrigo, e essas
damas lindas são minhas fixas e companheiras, mulheres dignas de muito valor e
respeito! Disse o macho, que como conhecedor da vida que era, nos preveniu de
qualquer eventual mancada do casal...
O corno acenou e sorriu para nós de forma muito simpática, assim como a esposa.
—Me chamo Osório, e essa é Leila, minha esposa e membro do grupo, sou
amigo de Suzy há muitos anos, eu... frequentava o estabelecimento dela e...
acabamos estreitando uma relação além da profissional. É um imenso prazer
conhece-lo, senhor Rodrigo! Apresentou-se.
—Muito prazer, mas me chame só de Rodrigo, e... parabéns pela esposa, é
uma mulher linda e elegante! E... vocês parecem um casal muito feliz e
alinhado! Respondeu o macho.
—É... nós somos mesmo, nosso casamento é liberal e maravilhoso! Disse
Osório, que abraçou a esposa, a qual flertava sem pudor com Rodrigo, se jogava com
o olhar, se dava toda.
—Você é um homem muito bonito e charmoso, e... jovem também; dá pra ver
que você se cuida bastante e... desculpe a ousadia, mas... te achei muito
gostoso! Desabafou Leila, tesa.
—Er... puxa, obrigado, e... mesmo com esse aspecto de cansado que
transpareço... ainda assim, sou atraente para você? Fico lisonjeado! Replicou o
pastor, e demos risada. Leila corou.
—É... nós sabemos disso e... prometemos não tomar muito do seu tempo, e
perdoe por termos pedido a intervenção de Suzy, mas... é muito importante pra
mim e pra ela, e também... ficamos com medo de... você não nos responder pelo WhatsApp!
Explicou Osório, acanhado.
—Olha o jeito que ela encara o Rodrigo! Cochichou Stella. De fato, ela estava doidinha, sem o menor pudor e vergonha, devorava o pastor com os olhos, eu vi os bicos de seus seios petrificados, o lábio inferior sendo mordido e depois os lábios se contraindo, e o corno? Reparando feliz a cena...
—Vai me dizer que com você não foi assim? Retrucou Vitória, cochichando
e Stella riu sapeca.
—Você estava encarando ele agora do mesmo jeito! Comentei, cochichando e ambas riram.
Rodrigo deve ter nos ouvido, porque olhou rapidamente para nós e logo paramos de rir...
—É, perdão... tudo bem, não se preocupem, digamos que... estou acostumado, e... eu aceitar recebê-los não é incômodo algum, mas... confesso que estou bem curioso para saber qual seria a proposta... diferenciada que Suzy mencionou! Disse Rodrigo, voltando sua atenção ao casal e tocando o ombro de Osório. Nos entreolhamos meio cabreiras, mas depois apenas rimos bem baixinho.
—Em dezembro é... nosso aniversário de casamento e aniversário da Leila;
então... ela queria uma comemoração especial e... vai amor, conte a ele o seu
desejo! Disse e pediu o manso.
—Ai amor... assim fico sem graça, mas tudo bem! É... Rodrigo... eu...
queria uma... orgia com três caras e, claro, com meu marido presente, porque é
meu aniversário de 40 anos e... os dois homens que eu quero... disseram que só
topam... se você topar! Explicou Leila, e estarreci.
—Ela conseguiu um “talvez” do Miguel, então o Rodrigo vai topar!
Cochichou Stella.
—Miguel? Como assim? Cochichei, estupefata. As três apenas sorriram
sapecas.
—Vale tudo nesse encontro? Indagou Rodrigo, sorrindo malandro e já instigado.
—Sim, tudo mesmo... além do mais, eu também quero... fazer uma DP anal! Respondeu Leila, com um semblante obstinado, mas também cheio de tesão. Pasmei e Rodrigo ergueu as sobrancelhas...
CONTINUA
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Olá queridos alunos, espero que esteja tudo bem com vocês.
Bem, ainda estou separando as imagens que vou substituir nas postagens anteriores, uma das partes do processo de reestruturação do blog, e como meu tempo para isso é bem curto, acaba atrasando as publicações recentes, mas é para o bem de todos, quando tudo estiver pronto, teremos o layout definitivo e então a regularidade das postagens voltará, mas para evitar outro enorme hiato, postei hoje.
Gostaria de agradecer imensamente aos leitores que comentaram na postagem anterior, e demonstrar certa surpresa com a repercussão da imagem; foi algo inesperado porque nos primeiros dias quase não teve comentários, e de repente muitos comentaram, e isso me deixa muito feliz mesmo, e também agradecer aos leitores que se lembraram de meu aniversário, o qual foi no último dia 20, e claro que curti bem gostoso e mais uma aventura deliciosa será escrita.
Dentre as fotos que serão substituídas nos posts do primeiro e segundo atos, vou colocar mais algumas de sexo explícito e nas publicações vindouras também, mas saibam que não tirei muitas fotos assim, então terei de balancear a coisa, e espero contar com o engajamento de todos quando a capa da postagem não for uma foto minha com um pauzudo; eu sei o quanto isso mexe com vocês e os excita, a prova disso foram os e-mails que recebi de leitores maravilhados com a captura, fora os comentários, e esse foi um termômetro importantíssimo para eu entender o desejo de todos... e continuar bem surpresa.
Por isso peço o apoio de todos vocês, queridos seguidores fiéis; se vocês imaginassem como um comentário aqui transforma meu dia muitas vezes cansativo e estressante em algo mais leve, e peço desculpas por não responder muitos comentários, mas eu leio todos e amo cada depoimento.
Sem me alongar mais, a imagem de hoje é de Stella, e a próxima será de Vitória, e essas duas se tornarão amigas e parceiras maravilhosas de putaria nas próximas aventuras, principalmente Vitória, cuja complexidade da relação com Rodrigo e um outro personagem vão além das quatro paredes...
Farei o possível para normalizar tudo em tempo célere, então tenham mais um pouco de paciência, pois estou trabalhando para tornar o blog um espaço melhor e mais agradável para todos, e tenham em mente que eu não vou parar, por mais que eu suma às vezes, darei sinal de vida.
Beijos, tenham um da maravilhoso, cheio de paz, vida, trabalho e muito tesão.
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Comentários

Professora mais que linda .
ResponderExcluirola professora deliciosa....como sempre...nos brindando com um conto cheio de sedução e carisma..
ResponderExcluirmuito obrigado...ahhh..e, como sempre....se cuide viu..
beijo enorme nessa raba maravilhosa que todos adoramos
Conto bem escrito e cheio de tesão como sempre!
ResponderExcluirMaravilhosa nossa professora fogosa. Saudades de ler os seus contos
ResponderExcluirParabéns! Um belo conto com uma escrita exelente! Ansioso pela continuação. Vc falou sobre as mudanças no blog, irá demorar muito?
ResponderExcluirEla voltou!!! Saudades da minha professorinha rabuda safada. Ansioso pela continuação. Quer ler sobre essa bunda gigante engolindo várias varas de 23cm
ResponderExcluirMais uma delícia de conto. Q
ResponderExcluirMais um conto top. Que privilégio poder acomponhar as histórias da minha professorinha safadinha. Porfavor não some por muito tempo, volte o mais rápido possível com os novos contos. Tenha uma boa noite!
ResponderExcluir