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Não sei que horas eram, mas a tarde já preparava seu ritual de passagem para a noite. O céu e as nuvens alaranjadas estavam tão vibrantes, que a tonalidade invadia a sala e dava uma iluminação peculiar e exótica àquele momento, como se estivéssemos transcendido nossa existência.
Esse vislumbre rápido se deu quando cedi o lugar para Stella, que sentou-se com seu cu na tora de Rodrigo, o qual tinha se transformado em uma máquina de sexo. O assustador era que mal sentíamos vontade de parar, o clima tão avassalador de tesão nos inspirava a seguir mais e mais.
Ela quicava enquanto ele chupava seus seios grandes e rosadinhos, Ayla chupava e lambia as bolas do pauzão, ou pelo menos tentava, pois ele socava com força, dando solavancos rápidos. Todas nós gemíamos, pois as mãos do comedor fodiam nossas xoxotas e cus arregaçados. Estávamos anestesiadas pelo prazer daquele momento, dor virou amiga e combustível, e queríamos mais, teríamos mais, porque NÃO PODIA ser menos com aquele homem. Enquanto aquela rolona estivesse em riste...
Rodrigo ergueu as pernas de Stella e seguiu fodendo seu cu, e a visão
que tivemos daquele pau tão grosso alargando o ânus da loira nos deixou ainda
mais alucinadas.
—AAAIIII... AAAHHH... isso, fode, fode, fode meu comedor... me esfola
todinha! Gritou e gemeu Stella, surtando de prazer. Vitória caiu de boca em seu
seio esquerdo, e a própria Stella chupou o direito. O semblante de Ayla também
transbordava tesão, ela se masturbava, socando com força dois dedos na xoxota e
dois no cu, se contorcendo no sofá. Entrei no embalo.
Rodrigo tirou a rolona do cu de Stella e eu caí de boca, chupando com fome, em seguida Vitória veio, tomou de mim e abocanhou, atolando até onde podia, tirou e punhetou com força, Ayla também mamou, e quase vomitou ao atolar mais do que devia. Jamais imaginei algo assim, iniciamos um mini campeonato de quem conseguia ir mais longe chupando aquele colosso. Quem ganhou? Não importava.
—Você vai fechar essa porra comigo, entendeu? Intimou Ayla, sacudindo
aquela rolona com força, em seguida ela devolveu o pauzão para o cu de Stella,
que berrou e riu.
Assim como eu, a loira também foi posta de lado, e o casal se beijou
ardentemente. Ela segurou a cabeça de Rodrigo com paixão, mas ele não
correspondia a mais nada, apenas metia sem parar, ofegando e suando
profusamente, gemendo e grunhindo.
—M-Mete... na minha... xoxotinha... mete meu amor! Pediu Stella,
gemendo manhosa. Rodrigo ainda podia ouvir, e atendeu ao pedido da loira, mas a
pôs de quatro para fazer isso.
—Foda-se as regras... queremos prazer! Disse Vitória. Rodrigo a fitou e
sorriu.
O macho segurou os cabelos da loira e deu seu famoso tranco, fazendo a mulher pôr a mão na barriga e dar um grito choroso de prazer. Sim, o pauzão de 20 centímetros foi bem fundo, e seguiu fodendo a loira, que sorriu em seguida, com a língua entre os dentes, gemendo ensandecida, o comedor estava com os cabelos ensopados de suor, o cós e boa parte de sua calça molhado, mas ele não parava, apenas oscilava o ritmo entre o rápido e o devagar. Se antes ele era melhor do que hoje, como era então?
—Queria que meu marido estivesse vendo isso! Disse Stella, rindo.
—Ué... chame-o da próxima vez então! Corno tem de ser humilhado mesmo!
Disse Ayla, e rimos. Rodrigo fitou Ayla e negou com a cabeça. Stella pareceu
não ter gostado, mas enfim...
O macho trocou de buraco de novo, varou o cu da loira e ela deu um saltinho para a frente, sorrindo e rebolando, em seguida deitou o tronco e abriu as nádegas o máximo que pôde, e o comedor trucidou seu cu sem pena. Estava vermelho, inchado, e não diferia em nada dos nossos.
Rodrigo estava sendo democrático no sexo, dava rola igualmente a todas. Sua mão direita achou a xoxota de Stella e começou a masturba-la, fazendo a loira se contorcer, e não demorou nadinha para que o orgasmo a fulminasse violentamente; a mulher urrou, gemeu e chorou, pedindo mais rola no rabo enquanto gozava, ele se debruçou sobre ela e beijou sua boca, intensificando o orgasmo dela, que só faltou prometer largar o marido... e não sei como não largou ainda, rsrsrs...
Rodrigo deitou Vitória com a cabeça apoiada no braço do sofá e ergueu
suas pernas, em seguida chupou sua xoxota e varou seu ânus, fazendo a mulher
delirar e berrar de tesão. Ayla se retirou correndo e foi para o quarto do
meio, onde estava anteriormente, causando estranheza em nós.
—O que aconteceu com Ayla? Indaguei. Vitória e Rodrigo se beijavam.
—Não sei... acho que ela ficou com ciúmes de ver o Rodrigo beijando a
boca da Vitória! Respondeu Stella, com voz preocupada. Sim, Ayla era muito
ciumenta mesmo... mas ele nem ligou...
—Hmmm... vai me deflorar mesmo? Hum? Fala meu macho! Indagou e instigou
Vitória. Rodrigo apenas sorriu e seguiu, fazendo a coroa berrar e gemer
alucinada. Ela enlaçou suas pernas nas costas dele e acompanhou o ritmo das
bombadas. Ayla continuava no quarto.
Rodrigo ergueu Vitória do sofá, sem tirar a rolona de seu cu, e a fez sentar-se de costas, segurando suas pernas elevadas, e continuou castigando o rabo da loba, o qual a visão de seu alargamento anormal com a grossura daquela rola entrando e saindo sem parar nos deixava impressionadas. Vitória estava em transe total, apenas gemia manhosa.
Sua buceta parecia ter sido espancada com uma palmatória por horas a fio, de tão inchada e melada que se apresentava; a seiva escorria sem parar, seus seios grandes pulavam conforme o comedor estocava, com um olhar neutro, também em transe total, mesmo coberto por seus cabelos.
Ayla saiu do quarto, eu e Stella nos surpreendemos ao vê-la vestida
apenas com uma calça legging capri na cor amarela, bem coladinha e quase
transparente. A negra pediu silêncio e licença, e se deitou entre nós fazendo
uma pose sensualíssima, e que valorizava suas curvas.
—Quando o Rodrigo me vir vestida com essa calça, vocês verão o que ele
vai fazer comigo! Sussurrou Ayla, sorrindo e mordendo o lábio inferior. Nosso
comedor mal prestou atenção na presença dela, seguia alheio a tudo ao seu
redor, apenas metendo e metendo, sem parar, e fiquei meio apreensiva com aquele
transe profundo dele.
—E ele tem tesão nesse tipo de calça? Indaguei, sussurrando. Ayla
assentiu com um dedinho entre os dentes e mudou de posição, arrebitando sua
bunda e sorrindo.
—AAAIIII RODRIGO!!! Vou GOZAAARR! SOCA GOSTOSO, SOCAAAAAIIIII! Gritou Vitória, alucinada. Rodrigo continuou socando enquanto a loba se contorcia e gemia, surtada, então apoiou as pernas no sofá, e mostrou que não tinha aquele homem como amante por 12 anos à toa.
Ela engatou uma gangorra violenta enquanto
gozava, subindo e descendo com força, quase chorando e grunhindo, o macho envolveu
seus seios saltitantes com uma das mãos e seguiu bombando, banhado de suor e
chupando o pescoço dela, aliás, apenas com a boca aberta encostada nele. Era
uma cena deliciosa, mas também assustadora, algo bem... "animalesco"...
Vitória tirou o cu da rolona de Rodrigo e quando ia sentar com a
xoxota, ele a desceu de seu colo e a colocou de quatro de novo. Até Ayla olhou
para aquilo admirada. Ele ofegava, olhando para o nada, alisando a bunda dela,
que rebolava, também esbaforida, com seus cabelos molhados e cobrindo boa parte
de seu rosto; ela olhou para trás e os dois se encararam, arfando, ele engoliu
a saliva, alisou a bunda dela e a beijou, depois repousou rapidamente a cabeça ofegando; o pauzão estava besuntado do tesão de
ambos, Stella se aproximou e abocanhou a tora do macho. Ele apenas olhou para
ela.
—O R-Rodrigo... está bem? Sussurrei, indagando para Ayla, assustada com
o jeito dele.
—O verdadeiro Rodrigo no sexo... é esse meu bem! Por que acha que me
descabelo e sou capaz de matar e morrer por ele? É o macho que eu sempre sonhei
para minha vida, e por isso nenhuma vagabunda safada vai tomar esse homem de
mim, nenhuma! Respondeu e desabafou a negra, e na hora entendi que ela falava
de Juliette, mesmo sem tê-la mencionado.
—F-Fode... nós duas... meu amor! Pediu Stella, montando na amiga, que
ainda estava de quatro, e olhei aquela cena admirada. Rodrigo sorriu, estapeou
a bunda das duas, e meteu no cu da loira, que berrou. Stella arfava também, o
comedor quase debruçou-se sobre suas costas e seguiu metendo sem parar,
começando a grunhir. Jesus... elas ainda tinham forças... ELE ainda tinha forças...
Rodrigo tirou o pauzão do cu de Stella e meteu na buceta de Vitória,
fazendo a coroa delirar, a loira segurou seus seios e as duas seguiram gemendo,
e o que faltava acontecer, aconteceu: as duas se beijaram, se lamberam e riram. Eu e Ayla nos
sentimos desconfortáveis vendo aquilo, fitamos Rodrigo, que nada fez, apenas
seguia currando a loba, com a cabeça baixa, espalhando o suor profuso de seu
corpo pelos cabelos, os quais balançavam e cobriam seus olhos.
—Rodrigoo... meu amooor! Chamou Ayla, se levantando e sensualizando.
Ele olhou rapidamente e tirou o olhar, mas quando notou a negra vestida com o legging,
olhou de novo e fixou seus olhos. Ela sorriu, mordendo o lábio inferior e o
chamou com o indicador.
O macho deu um tranco na xoxota de Vitória, fazendo a loba gemer
chorosa, em seguida saiu de trás dela e foi até Ayla, a fitou de baixo para
cima, eu, Stella e Vitória presenciamos o beijo ardente de paixão deles. Pelo
jeito o grand finale da orgia seria entre eles.
—Ayla...! Sussurrou Rodrigo, com a testa encostada na dela, vertendo suor sem parar.
—Gostou meu amor? Indagou a negra, massageando sua tora. Ele assentiu
sorrindo, e em seguida jogou a negra de quatro no sofá, e se eu não tivesse
saído do meio, seria esmagada, depois segurou o capri dela pela costura do
meio, e rasgou de uma vez, deu uma chupada feroz em sua buceta, que fez a poderosa amante se arrepiar e se contorcer, rindo e sacudindo suas pernas ligeiramente.
Ele posicionou sua rolona na entrada do cu de Ayla e o varou, suavemente, e quando atolou tudo, começou a estocar, fazendo a mulher pirar e gritar, o comedor debruçou-se sobre ela e os dois se beijaram, a fêmea gemia chorosa, rebolando daquele jeito matador, após o beijo avassalador, Rodrigo apoiou a mão no cangote dela, a perna direita no sofá e seguiu enrabando a negra, que gemia desesperada, o comedor alisou, apertou e estapeou sua bunda enorme.
Era perfeitamente visível o tesão com que Rodrigo fodia Ayla, não que
ele não tivesse tesão por nós, mas com ela era outra pegada, a sinergia daquele
casal era sim diferente, mais intensa...
Rodrigo sentou-se quase à beira do sofá, e sentou Ayla com o cu, de
ladinho em sua rolona. A negra desceu até atolar tudo e começou a rebolar
suavemente, com uma expressão de tesão e felicidade no rosto impressionante. O
rebolado dela era sem igual, único e lindo...
—Odeio admitir, mas a Ayla... se sobressaiu mais uma vez! Comentou
Vitória. Stella riu.
—Humm... que delícia meu amor, aaaaiiii, que rola deliciosa! Delirou
Ayla.
—Ayla...! Aaahhh! Sussurrou Rodrigo, surtado de tesão. Gente do céu...
o olhar dele...
—Assim meu amor, amo pegar seu ponto fraco! Disse Ayla, rebolando
devagar, fazendo questão de atolar todo aquele caralhão no seu cu e o girar com
seu gingado. Ele assentiu sorrindo e alisou a bunda dela e a estapeou,
apertando em seguida e balançando.
Ayla subia até tirar quase tudo e descia de uma vez, rebolando, depois
acelerava um pouco, gemendo manhosa. Rodrigo desceu mais seu tronco, a ponto de
cair do sofá e assumiu o controle da trepada, bombando com força e fazendo a
negra gritar, surtada de tesão, ela apoiou uma das mãos na coxa dele e
acompanhou o ritmo de seu amante, ele alisava e apertava sua nádega, em seguida
a estapeava e balançava, e a gangorra seguia, ela rebolando e quicando,
descendo até atolar tudo, Rodrigo rasgou mais o capri dela e aumentou a
voracidade das estocadas, depois a fez sair e ela caiu de boca em sua tora,
chupando faminta, tirando, fitando com veneração, depois abocanhando até engasgar e tirar.
Ayla fez Rodrigo se deitar no chão, com as canelas apoiadas no sofá, em seguida a fêmea mostrou e provou porque daria mais um “apavoro” em nós; Ayla se acocorou, direcionou o pauzão de Rodrigo para o seu cu e sentou até o talo, e a visão que tivemos daquela rola tão grossa alargando o ânus dela nos causou um arrepio violento, eu e as duas coroas começamos a nos masturbar ao mesmo tempo.
Ayla subia até tirar quase tudo e quando descia, tremia seus glúteos e rebolava, segurando seus lindos cabelos negros e encaracolados, em transe e nas pontas dos pés; ele segurou sua bunda enorme e ela seguiu a cavalgada feroz, sacolejando suas nádegas e levando o comedor à loucura quando as mãos dela abriram bem o rabão, e vimos o calibre absurdamente espesso daquele pauzão ser devorado por aquele cu faminto. Impressionante o condicionamento físico dela e de Rodrigo, que não oscilava...
Rodrigo pôs Ayla deitada, com as pernas bem elevadas e abertas, gesticulou para cada uma de nós chupar sua tora e obedecemos; a primeira fui eu, e mamei apaixonada, chupando aquela linda glande e o prepúcio, o qual fiz questão de torturar, fazendo o macho rir e se encolher, tirando a rolona.
Quase o fiz gozar, em seguida foi Stella, que abocanhou e mamou com maestria também, acarinhando aquele pau com devoção, inclinando a cabeça e quase dormindo na mamadeira, precisando ser tirada por Vitória, que devorou a rolona, e logo dividimos cada pedaço do caralhão o lambendo.
Estávamos contagiadas pelo tesão de Ayla, a entrega dela no sexo, como Rodrigo mencionou, era algo avassalador, a negra chamou seu amado e o mesmo debruçou-se sobre ela, que abriu as pernas e prendeu o homem, ele alocou sua tora no rabo dela e mandou brasa. Contração, dilatação, o pau absurdamente grosso daquele homem me deixava impressionada com o estrago que fazia naquele cu...
As bocas deles se entrelaçaram, e vi uma lágrima brotar do olho direito
de Ayla, fazendo com que eu, Stella e Vitória nos entreolhássemos. Ela o
beijava com uma paixão tão grande, que aquilo não destoou da orgia alucinante
que promovíamos, Rodrigo bombava com carinho, tendo sua nuca acariciada por
ela, que gemia manhosa, alisando as costas dele até emperrar e segurar o cós da calça
molhada de seu suor. O ósculo parou, e o casal se encarou, ela alisou o rosto
do homem o qual provavelmente amava e fungou, fechou os olhos e as lágrimas caíram, Rodrigo as
enxugou e disse...
—Não tenha medo... ninguém vai me tirar de você! Ayla assentiu
sorrindo, e abraçou seu homem, deu um impulso com seu corpo, mostrando uma
força sobre-humana e ficou por cima de Rodrigo, que com ela em seu colo,
sentou-se rapidamente no sofá, a negra se aprumou e começou a mostrar ainda
mais a mulher poderosa que era no sexo, meteu um beijo bem apaixonado na boca
dele e quicou ensandecida, rebolando alucinada com o pauzão dele enterrado em
seu cu, fazendo o macho gemer guturalmente. A negona era braba demais, quer dizer, ficou mais braba ainda. Deus do céu...
A cabeça de Rodrigo ficou entre os grandes seios de Ayla enquanto ela
quicava e rebolava, com uma tara impressionante, jogando os cabelos para o lado
e trocando olhares com ele, depois a fêmea fechou os olhos e elevou a cabeça,
requebrando seu quadril e arrancando mais gemidos do macho, o qual suava e
ofegava mais do que antes. Ayla gemeu e sussurrou:
—Aaaiii... hmmm... isso meu homem, me fode, MEU HOMEM! Gemeu e berrou
Ayla.
Ayla empinou mais sua bunda, ele segurou as nádegas dela e bombou com força, depois subiu as mãos para as ancas e comandou a foda, depois ele masturbava a mim e Stella ao mesmo tempo enquanto Vitória se esparramava no sofá, possuindo a si mesma e delirando como nós, um coral de gemidos aflitos e cheios de tesão ressoou naquela sala. Algo surreal e inacreditável.
Palavrões eram proferidos, gritos,
declarações de tesão e amor eram jogadas ao ar, a negra entrou em transe e
rebolou sem parar, a ponto de quase sangrar seu lábio inferior com os dentes,
de tão possessa de tesão que estava, Rodrigo já dava os sinais de um cansaço extremo,
seus olhos fechados, quase cobertos pelo seu cabelo e seus gemidos, davam o tom
do esgotamento físico que tomava seu corpo, mas apesar de tudo isso, ele sequer sinalizava rendição...
Aquilo foi o resultado da entrada de Ayla na orgia? Não tenho a menor
dúvida...
Não dava para explicar o tamanho do tesão que nos comandava e nos compelia a prosseguir, pois enquanto ele quisesse, estaríamos ali, prontas para saciar sua fome e a nossa.
Quando Rodrigo tirou sua rolona do cu de Ayla e meteu em sua xoxota,
ambos piraram, ele a abraçou, engatou gostoso e a negra delirou, deu um grito
agudo e gemeu chorosa.
—É agora...! Sussurrou Rodrigo, que engatou e fez Ayla berrar de tesão, aflita. Eu vi o engate, e me arrepiei toda, só um mestre no sexo faz aquilo, tanto que Ayla o fitou quase sem ar e não deu outra...
—V-Vou gozar, vou gozar, vou gozar Rodrigo... aaaiiii, aaaaAAAHHHHH!
Estou gozando, estou gozando, não pare, não pare meu amor... estou
gozandooooo... AAAAHHHHH! Anunciou e urrou Ayla, que se tremeu toda, como se
tivesse levado um choque, contraindo e esticando os dedos dos pés, gritando e
chorando a plenos pulmões seu orgasmo brutal. Seria múltiplo?
Ela chorava como uma criança enquanto tremia sem parar e seu amado continuava bombando, e arregalamos os olhos ao ver o quanto ela espasmava, e um creme branco escorrer da xoxota dela conforme ele socava. Não era o esperma de Rodrigo, pois ele não anunciou seu gozo, parecia um creme de leite sendo despejado sobre alguma sobremesa, e chegou a melar o sofá, o qual estava bem molhado.
Ayla foi parando aos
poucos, rebolando suavemente, até cessar seus movimentos, e o som da respiração
ruidosa de ambos era o único som audível naquele recinto, ela grunhia, fungava e
abraçava seu amado, que estava imóvel, tentando restabelecer as funções de seu
corpo.
—As quatro... de... joelhos! Disse Rodrigo, de pé, muito ofegante e cambaleando. Ele jogou seus cabelos para trás e vi uma quantidade absurda de suor se espalhando. A calça, ensopada...
—Ué? Já vai gozar meu consagrado? Ironizou Vitória, também ensopada.
—Você sabe... que... não aguenta mais nada lobinha, você sabe! Rebateu
Rodrigo, esbaforido. Rimos e nos reunimos em volta daquele caralhão, e cada uma
de nós sorveu o gozo de Ayla sem nojo algum, e deixamos o cacetão vermelho de
tanto nos foder, limpinho.
—Dá leitinho para nós, dá! Pediu Stella, manhosa.
—Quero leitinho meu amor! Endossou Ayla, abrindo sua boca.
—Eu também quero, dá leitinho, dá! Falei. Ele riu e masturbou sua
rolona, em seguida urrou ensandecido ao explodir seu orgasmo. Gememos junto com
ele, nos amontoamos e só fechei os olhos para não levar um jato nos mesmos,
depois comentamos, rindo, como ficaram nossos rostos.
Por mais que Rodrigo fosse um leiteiro brabo, sua porra foi dividida entre nós quatro na medida do possível, ele foi democrático, e me impressionei ao ver Stella lambendo o rosto de Vitória para sorver o esperma e vice-versa, depois elas se beijaram. Fitei Ayla, que trazia porra de seu rosto com os dedos e engolia, mas sacudia a cabeça, como se reprovasse aquilo. Bem, eu fiquei na minha...
—Magníficas! Foi... fantástico, vocês... são... fenomenais, foi épico, sem palavras! Disse Rodrigo, nos aplaudindo, esbaforido. Nos levantamos e o abraçamos.
—Gostou mesmo meu gostoso? Está saciado? Questionou Vitória.
—Foi muito melhor do que imaginei (pausa para ofegar), vocês são deliciosas,
safadas e únicas; um momento inesquecível! Disse Rodrigo, esbaforido, mas
sincero. O abraçamos...
—Isso é um soco na boca dos idiotas recalcados que disseram que o
Rodrigo não é mais o mesmo de antes; você não caiu NADA, continua um provedor
de prazer, gostoso e viril, e sorte a nossa de termos você, meu branquelinho!
Depôs Ayla, e concordamos a abraçando.
. —E aí Rodrigo? Topa mais um Desafio das Sete? Provocou Stella, e o
pastor riu.
—Não... digo com toda sinceridade... que não daria conta, consegui chegar
ao final hoje porque temos nossa história, nossa cumplicidade, sintonia e compreensão; se
por ventura eu arregasse, teria o apoio de vocês, já com pessoas aleatórias, a
coisa seria diferente, e esse grupo... já deu o que tinha de dar, sequer me
inspira repetir tal feito! Desabafou Rodrigo, e o aplaudimos.
—Olha Rodrigo... eu duvido muito de suas palavras, duvido MESMO! Disse Ayla, alisando o rosto de seu amado. Rimos alto, ele deu aquele sorriso de cafajeste e foi em direção a porta.
—KATIANE! Gritou Rodrigo, fora do apartamento, e ao ser ouvido e visto,
gesticulou com a mão para a jovem vir até nós, em seguida entrou. Porra, já estava escuro. Que bacanal épico...
—Pois não Rodrigo! Disse Katiane, a postos. Ela estava com outra roupa,
mais bonita e charmosa, trajando uma blusa florida de mangas médias, bem
elegante, acompanhada de uma calça branca apertadinha e uma havaianas decorada.
Que jovem linda e cheia de simpatia.
Rodrigo se virou, já com a tora guardada na calça, e a morena não
poupou um olhar tomado de tesão por ele, que percebeu e foi até ela, e pediu,
alisando seu queixo:
—Faça uma foto bem bonita, por favor! Ela assentiu sorrindo. Rodrigo
fez a pose: nós, ajoelhadas e com nossas mãos em sua tora embrulhada, e ele,
com os braços abertos e mostrando seu lindo sorriso, mas com um semblante
visivelmente cansado, como o nosso...
—Deu conta das quatro mesmo? Indagou Katiane, surpresa.
—Só faltou você para o recorde! Respondeu o pastor, brincando e Ayla
bufou.
—Pare seu bobo, você sabe que... não posso! Retrucou a morena, o fitando e mordendo o lábio inferior, e Ayla trancou a cara ao ver o olhar devorador da novinha para seu amado. Os dois se encararam, Rodrigo sorria sedutor e Katiane, ruborizada, sorria de volta e mordia o lábio inferior...
—Eu sei... estou brincando, muito obrigado Katiane! Disse Rodrigo, que
beijou sua cabeça, com cuidado para não melar a moça de seu suor ainda profuso,
mas ela não se importou e abraçou o pastor, e deu um sorriso cheio de tesão ao
sentir seu peitoral no rosto.
—Ela viu o Rodrigo nu? Indagou Ayla, de braços cruzados e bem irritada. Claro que viu, respondi em pensamento, e JAMAIS vai esquecer o que viu, certamente sua xoxota chora até agora...
—Viu sim, ela acompanhou boa parte da transa antes de você se meter...
opa, melhor dizendo, participar! Alfinetou Vitória. A negra deu um sorriso
jocoso e não deixou barato:
—Tive que me meter né, o homem parecia estar tão entediado, tanto que
só rendeu o que rendeu por minha causa! Igualzinho naquele dia. Não é uma linda
coincidência? Vitória ia retrucar, então...
—Meninas, por favor! Sem rusgas ok? Luciana, você... toma banho comigo?
Interveio Rodrigo, que me convidou em seguida. Enrubesci, rimos, e a negra
protestou:
—Achei que ia tomar banho comigo, como sempre faz!
—É... eu tinha planos de ficar aqui essa noite, mas...! Disse Rodrigo,
atiçando.
—Tinha? Ah não amor, fica, fica por favor! Retrucou Ayla, suplicando.
—Preciso levar a Luciana de volta para a casa dela! Disse o pastor. Stella
alertou:
—Rodrigo! Esqueceu que eu e Vitória vamos levar a Luciana de volta? O combinado foi esse!
—É verdade, bem lembrado! Vamos professorinha! Respondeu e convidou.
—É... só o banho mesmo? Indaguei, e as três caíram na risada. Rodrigo
pôs a mão abaixo do nariz e riu também. —O que foi gente? Só fiz uma pergunta
inocente! Completei, ruborizada.
—Acha mesmo que o Rodrigo vai precisar de ajuda para tomar um banho?
Ele quer é meter a vara em você de novo minha filha! Disse Ayla, com as mãos na
cintura e rindo.
—S-Sim... então vamos! Respondi, mordendo o lábio inferior. Se ele
queria...
—Ayla, separe o vinho que eu quero comemorar! Pediu Rodrigo, me
abraçando.
—Sério? Então você vai passar a noite comigo? Indagou a negra,
radiante.
—Se me perguntar isso de novo, não fico mais! Replicou, piscando para
ela. A negra vibrou, correu até ele e pulou em seus braços. Se eu não tivesse
saído da frente... (risos).
Puta merda, após quase explodir de tanto gozar, a negona ainda teve energia para aquilo, mas não, quando ela desceu, quase não se sustentou em pé, porém, soube disfarçar...
—O encontro de vocês foi longo, o do outro bloco também era uma orgia e
acabou bem antes de anoitecer! Comentou Katiane. Ela estava taradinha por
Rodrigo. Stella retrucou:
—É porque foi... um encontro com o Rodrigo! Não podia ser diferente!
—Tem muita gente querendo te conhecer e te ver! Nunca pensei que você teria tanto respeito assim! Desabafou Katiane, o secando com o olhar, e abaixando o olhar para a picona embrulhada...
—É... sem falsa modéstia... eu fiz história nesse grupo! Foram momentos inesquecíveis, que me trouxeram muitas alegrias, mas tristezas profundas também, como tudo na vida! Desabafou Rodrigo.
—E você queria uma vida sem passar por algumas dores? Sem o saldo de
seus atos? Se desejou isso ou pensou assim, então toda a sua crença em Deus não vale nada...
Abençoado! Retrucou Vitória, sabiamente e alisando seu rosto, o qual, mesmo
tomado de prazer, o dividia com a dor. Rodrigo assentiu sorrindo, e beijou
ternamente a mão da loba, que o abraçou em seguida.
No compacto banheiro do quarto onde Ayla esteve escondida, sob a deliciosa água morninha (quase fria) do luxuoso chuveiro cromado, Rodrigo me pôs contra a parede, me beijando com um desejo ardente, o qual correspondi sem vergonha alguma. Um novo momento, só nosso, dos amantes.
A força da água corrente relaxava nosso corpo, e nos entregamos porque o sangue ainda fervia, por mais que eu tenha gozado feito louca, por mais que minhas pernas ainda estivessem meio bambas, o ar ainda se reajustando em meu corpo para que eu voltasse a respirar normalmente, eu queria mais, mesmo sabendo que dormiria o domingo inteiro e ainda arriscava continuar exausta na segunda, já planejando dar um atestado... eu queria mais, sequer me arrependeria do que fiz...
—P-Por que? Por que eu? indaguei, gemendo com a boca dele em meu
pescoço.
—Porque eu quis... e te desejo muito! Isso não basta? Retrucou Rodrigo,
e então puxei a cabeça dele pelo cangote e dei-lhe um beijo avassalador,
apaixonado, de mulher apaixonada.
—Então... faça o que quiser comigo, mas... me dê a certeza de que... sempre o terei quando quiser! Falei, toda molinha, e com os olhos marejados.
A regra é clara: quando uma mulher encontra um homem que lhe dá uma pirocada de jeito, daquelas bem dadas... ela pira, vicia e NÃO ESQUECE esse homem... ela quer sempre mais...
—Disso você não precisa ter dúvida alguma, esse momento prova isso!
Retrucou.
De joelhos, abocanhei e chupei carinhosamente aquela tora enorme e
grossa, ouvindo seus gemidos. O pauzão suficientemente duro e estufando minha
boca, dava o tom de que aquele homem ainda tinha forças para mais, e o cansaço
em nossos olhos fora derrotado pelo tesão. Rodrigo, ainda trajando sua
calça preta, a qual estava encharcada, me ergueu do chão, elevou uma das minhas
pernas e varou minha buceta deliciosamente, de modo suave, sem pressa, socando até o talo e quase tirando, me fazendo delirar e viajar de novo com a deliciosa sensação de estar bem preenchida.
—AAAHHHH, AAAHHNNN! DELÍCIAAAA! Aahh, aah, aah, hmm, ohh! Urrei e gemi,
alucinada ao sentir seu beijo em meu pescoço e as bombadas gostosas dele dentro
de mim.
Ele me virou de costas, empinou bem minha bunda e seguiu alimentando minha xoxota, a preenchendo muito além da conta com sua grossura deliciosa, ele metia bem fundo e dava leves trancos, segurando minhas ancas e depois ensaboando meu corpo com o sabonete líquido.
Rebolei gostoso com aquela picona
deliciosa e já dura de novo, entrando e saindo de mim, não como Ayla
rebolava, mas do meu jeito, o jeito que o agradou, com minha identidade sexual,
e ele me fodia com a alma. O verdadeiro Rodrigo no sexo me deixou ainda mais
apaixonada...
—Ainda aguenta pica no cuzinho gostosa? Indagou Rodrigo, mordendo minha
orelha.
—Enquanto você tiver tesão por mim... eu aguento tudo! Vai, come meu cu bem gostoso! Respondi. E fui às nuvens ao sentir aquele tronco de carne arregaçar meu rabo mais uma vez, dando um grito e gemendo chorosa. Eu adorava, amava dar o cu para aquele macho, e daria SEMPRE...
CONTINUA
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Olá queridos alunos, peço desculpas pela ausência tão longa, mas minha filha chegou antes do previsto para passar as férias comigo, e isso implicou na suspensão abrupta das postagens, pois eu pretendia postar esta parte e depois anunciar meu hiato, mas tudo bem, eu não tenho do que me queixar, foram férias maravilhosas, me diverti muito com minha bambina, mais até que nas férias anteriores, e só tenho a agradecer a Deus por nossa relação continuar tão sólida e cada vez mais linda.
Bem, aos leitores que começaram a seguir agora e não estão por dentro de como é o esquema aqui, eu explico resumidamente: em julho e janeiro eu paro com as postagens no blog para curtir as férias com minha filha, e volto a postar após seu retorno para a casa dos meus pais, só que esse ano as coisas saíram um pouco do cronograma, o que preocupou alguns leitores, e peço desculpas.
Esse post de hoje é apenas um "oi, estou viva", porque ainda estou doente, o hiato vai continuar e os motivos serão elencados a seguir, mas relaxem, vai valer e muito a pena esperar mais um pouco.
MOTIVO Nº 1
*O blog vai passar por uma reestruturação, e isso implica em várias coisas, como a mudança no layout, implementação do sistema de avaliação de postagens e troca de quase todas as fotos das publicações, com direito a algumas imagens de sexo explícito, onde a curiosidade de muitos, ou uma parte dos leitores sobre o calibre da ferramenta dos machos que me possuíram (e possuem) será saciada.
Meu plano era fazer essas mudanças durante as férias, mas como minha filha resolveu ficar todo seu período de descanso comigo, acabei adiando, só que não vou protelar mais, eu quero e preciso fazer essas alterações, então a inexorável consequência disso é mais um período de ausência, mas não se preocupem, eu NUNCA vou parar de postar, e espero que me entendam e me apoiem, por favor.
MOTIVO Nº 2
*Estou em processo de obtenção da minha CNH, e já fiz a prova de Legislação, só que por conta de ter adoecido e ficado muito derrubada, acabei adiando as aulas práticas de direção; somado a isso, tem o tratamento com os remédios, os quais me deixam lesada e grogue quase o dia todo, e estar doente e afastada do trabalho é um dos principais motivos para que eu continue sem postar, pois sofro com enxaqueca, e a exposição a tela do celular e notebook por muito tempo, me causa dor na vista também, e não só eu fui acometida dessa virose maldita, mas outras pessoas próximas a mim.
Queridos alunos, farei o possível para voltar com tudo em breve, aos poucos estou escolhendo e separando as imagens que vou substituir e a postagem de hoje é o "primeiro final" dessa série, mas não o final definitivo, pois muita coisa ainda vai rolar, muitas surpresas os aguardam na segunda metade, que intercala relatos com e sem sexo, e farei minhas considerações no desfecho definitivo.
Gostaria de agradecer aos leitores que comentaram e me enviaram e-mails durante meu período de ausência, mostrando carinho e empatia, e também agradecer por ter ganho mais dois seguidores no blog, oriundos dos sites onde postei alguns relatos, os quais ficaram encantados com a leitura e ávidos para ler mais. São 53 alunos e espero que continue crescendo, sendo assim, comente, seja elogiando ou criticando (de forma respeitosa), e por fim, agradeço de novo a todos pela paciência e confiança.
A foto da postagem de hoje seria de Stella e Vitória juntas, contudo, Rodrigo demorou para me enviar (o pobre também vive na correria e está em um momento bem delicado de sua vida), e como eu queria deixar essa saga parcialmente concluída antes de me ausentar, e acabou acontecendo tudo o que relatei acima, resolvi presenteá-los com essa imagem, em um momento meu com um pauzudo delicioso. Conseguem adivinhar quem é? Dica: não é Rodrigo...
Beijos, desejo que todos vocês tenham um dia maravilhoso, cheio de paz, vida, trabalho e muita fé em si e em Deus. Aproveitem a vida e curtam com responsabilidade. Em breve estarei de volta...
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Professorinha Fogosa
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Comentários

Que saudades estava se suas postagens! Maravilhosa como sempre. Parabéns por mais um conto maravilho e porfavor! Poste mais fotos de vc com seus pauzudos kkkk. Espero que esteja tudo bem com vc! Tenha um ótimo restante de semana.
ResponderExcluirnovamente...um lindo conto....galera...continuem a prestigiar a professora.para que ela nos brinde com mais relatos bem excitantes
ResponderExcluirProfesslrinha mais que linda que conto incrível.
ResponderExcluirSaudade que estava desta professorinha!
ResponderExcluirComo sempre um conto delicioso! E que foto maravilhosa é essa, é disso que precisamos. Saudades minha professora
ResponderExcluirContinua top e de muita qualidade como sempre... Parabéns por nos proporcionar
ResponderExcluirMais uma leitura. Queremos novas fotos de sexo explícito, essa aí ficou excelente. Esse cara aí deve ser o Ariovaldo né? Kkk
Conto perfeito e foto perfeita! Ansioso pelas novas fotos de sexo explícito. Tenho uma sugestão, professora. Poderia adcionar mais de uma foto dentro dos contos?
ResponderExcluirVc sumiu professora. Que saudades de vc, retorne as aulas o mais rápido possível. Delícia a continuação do conto e que foto maravilhosa, gostei demais e poste mais fotos dos cacetudos pra nós. Parabéns
ResponderExcluirQue bom que está de volta! Mais um conto bem escrito pela nossa professorinha safadinha.
ResponderExcluirQue foto top! Essa é, sem dúvidas, a melhor de todas! Parabéns continue com as fotos e nos mostre mais as sacanagens que faz deliciosamente.
ResponderExcluirConto top a foto é mais top ainda... Pfv poste mais fotos de sexo, são as mais lindas
ResponderExcluirEsta a um tempo sem ler mas vi que voltei no momento certo! É muito voltar a reler os seus contos maravilhosos e cheios de tesão. E essa foto aí é a melhor de todas. Parabéns
ResponderExcluirDelícia de foto. Terá mais fotos sua de sexo??
ResponderExcluirFoto maravilhosa. Continue postando mais fotos assim pra nós. Bjs, professorinha Fogosa
ResponderExcluirLinda imagem. Por mais fotos assim bem hot
ResponderExcluirSempre bom ler seus contos, são ótimos e dá pra mergulhar no texto. E essa foto é incrível, a melhor do site. Agora todas fotos são de sexo igual a essa?
ResponderExcluirDelícia demais. E que "fotaço" é esse!!!❤️
ResponderExcluirSafada demais essa rabuda. Olha o tanto de leite que essa safadona bebeu. Foto top.
ResponderExcluirDelícia de foto. Toda lambuzada do jeito que a safada mereçe.
ResponderExcluirMelhor foto do blog! Maravilhosa
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