111 - FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 4

 

Ayla exalava imponência com seu olhar. A negra estava com seus compridos cabelos negros e cacheados bem arrumados, trajando um robe rendado na cor branca, com tamanho até quase a metade da coxa, aberto e expondo parte do maior par de seios dentre as presentes. Seios grandes e firmes.

Não acreditei no que vi, Stella e Vitória provavelmente estavam mais bestificadas do que eu, pois não consegui me mexer, e só tive alguma atividade cognitiva quando vi Rodrigo indo em direção ao ébano feminino. Se sem Ayla a coisa já estava fervendo, com ela então, iria explodir...

—Ayla...! Disse o pastor, sorrindo e acariciando seu rosto. Ela sorriu para ele, e os dois se beijaram, um beijo avassalador e típico de casal cafajeste, ele puxou a negra contra seu corpo, a fazendo grunhir, uma mão dela segurou sua nuca, e a outra suas costas, e o casal esqueceu-se do mundo, olhei para trás e vi as duas mulheres sacudindo a cabeça lentamente, incrédulas. 

A cara de Vitória... era mais de incômodo do que descrença, ao contrário de Stella, que parecia uma menina abobada, estupefata, semblante chocado, e eu... já imaginava aquilo...

—Boa tarde... e sejam bem-vindas ao meu recanto! Saudou Ayla, exalando a empáfia que lhe é inerente só com seu olhar e gestual. Ela só ficava mansa com Rodrigo...

—Eu só gostaria de saber o que significa isso! Comentou Vitória, com tom de voz rude.

—A dona do espaço não pode participar da festinha de vocês? Que injusto! Indagou Ayla, se aproximando dela. —Luciana... quer dizer que você se tornou membro desse grupinho sem graça! Completou, me fitando, mas seu olhar não me desdenhava ou me julgava.

—Er...é uma... longa história...! Comentei, acanhada.

—Você vai enjoar logo... garanto a você! Retrucou Ayla, acariciando meu rosto.

—Então foi por isso que você mudou o local da nossa transa Rodrigo? Para que Ayla participasse? Por que escondeu isso de nós? Questionou Stella.

—Quando eu soube que Rodrigo faria mais uma orgia com três mulheres, das quais duas eram vocês, fiz questão de quebrar minha promessa e participar, pois eu também não esqueci aquele dia, e não perderia essa chance! Disse Ayla, olhando as duas com desdém.

—Estão chateadas com a presença de Ayla? Não curtiram a surpresa? Indagou Rodrigo.

—Que é isso Rodrigo, absolutamente, só... não entendi porque escondeu esse detalhe de nós. Ayla é sua fixa, então não há objeção alguma na participação dela! Disse Vitória, com um tom de voz manso e preocupado. Ela e a negona se encararam, e notei claramente um ranço mútuo.

—Foi sim uma surpresa, e fico feliz que não haja objeção! Retrucou o pastor, sereno.

—Só eu não fiquei tão surpresa assim? Comentei, e Rodrigo e Ayla deram risada.

—Não temos nada contra Ayla, isso é até absurdo, mas... só queríamos que você tivesse nos comunicado que ela iria participar, só isso... não estou chateada, então, anda... vamos continuar, por favor, estava tão gostoso! Desabafou e suplicou Stella, e então botei pilha:

—Ayla, vai é deixar a transa ainda mais animada! Ela sorriu lindamente para mim.

—Apesar de você ter infringido as regras da transa naquele dia e se comportado de maneira tão presunçosa, não temos rancor algum de você Ayla, só acho que não há motivo para nos tratar com esse desdém por sermos membros do grupo, pois a decisão de largar seus fixos pelo Rodrigo e sair dele foi sua, ninguém pediu isso! Explanou Vitória, serena, ou melhor... parecendo serena...

—Fico muito feliz em ouvir isso Vitória, pois eu também não tenho mágoa alguma do que aconteceu, e não tenho culpa se Rodrigo sentiu mais prazer comigo do que com vocês! Alfinetou a negra. As duas inflaram seus narizes e deram um forte suspiro. Vitória franziu o cenho e bufou...

—Ayla... não comece, eu senti prazer com vocês três, você me aporrinhou para participar, mas não vou tolerar provocações e ironias, lembre-se do que conversamos! Disse o pastor, pondo ordem. Ele não perdeu essa mania, de pôr um penetra nas transas (risos)...

—Desculpe meu amor! Disse Ayla, beijando seu rosto. O tom de voz dela foi jocoso...

—Você tem seu valor com o Rodrigo, assim como eu, a Vitória e a Luciana também temos, então... não precisa ser rude conosco desse jeito, não encaro sua presença como uma provocação, pois acredito que, como Rodrigo bem disse, eu e Vitória demos e continuamos dando o mesmo prazer que você dá a ele! Isso não é uma disputa, é um momento onde apenas queremos e vamos curtir em paz! Argumentou Stella, sempre com uma voz mansa, e surpreendentemente Ayla assentiu.

—Já que você está aqui meu bem, o negócio não pode esfriar! Retrucou a loba, encorajando Ayla a participar, e quebrando o clima desconfortável que a própria tentou criar.

—Vai negona, reage! Disse Rodrigo, dando um tapa na enorme bunda de Ayla.

—Só na bucetinha, igual naquele dia! Disse Ayla, radiante. Casalzinho safado aquele...

—Aquele dia já passou, e você não é a mesma Ayla daquela época, então... se não cumprir a regra hoje, vai ser desmoralizada! Retrucou Rodrigo. Stella e Vitória vibraram...

—Mesmo com toda aquela confusão, a gente até compreendeu seu medo do anal... a primeira vez logo com o pau mais grosso do grupo, realmente dá medo, mas agora não tem desculpa Ayla, você é fixa do Rodrigo! Não vai arregar né? Disse Vitória, devolvendo a alfinetada.

—Se tem uma coisa que eu nunca fiz desde que transei com o Rodrigo pela primeira vez, mesmo dando só a buceta, foi arregar... ele sabe muito bem disso, e não vai ser justo hoje que isso vai acontecer, podem ficar despreocupadas, porque a transa de verdade acabou de começar! Rebateu Ayla. 

A negra realmente não ficava por baixo, tanto que Rodrigo riu, e riu porque não adiantaria, a natureza dela era aquela, e o mais irônico disso tudo: Ayla assinaria embaixo o que disse, porque ela simplesmente... mudaria TUDO naquela suruba... o ritmo agora seria ditado por Ayla.

—O que eu faço com essa sua arrogância hein menina? Indagou Rodrigo, pegando Ayla por trás e envolvendo seus fartos seios com as mãos. Ela se derreteu toda com aquela carícia.

—Ok... me dê o castigo que eu mereço, só isso... um castigo bem gostoso! Respondeu a negra, se entregando ao seu amado. Rodrigo tirou o robe de Ayla, o deixando cair, e aquela obra de arte feita por Deus encheu nossos olhos, principalmente os das duas coroas, que já eram gostosas, mas o corpo voluptuoso da negona se sobressaiu. Que cavala, que quadril, que bundona. O verdadeiro poder de Rodrigo, além do exagerado pênis grande e grosso, era ter aquela negra linda aos seus pés.

Rodrigo afastou os cabelos de Ayla e começou a cheirar e beijar seu pescoço, fazendo ela gemer manhosa e se soltar.  As mãos do macho seguraram seus seios de bicos petrificados, e a mão direita dela já apertava seu pauzão, eu, Stella e Vitória ficamos só olhando, pois aquele era o “cumprimento” deles, e eu percebi o tratamento diferenciado que ele deu a sua amante titular só pelo jeito de tocá-la. 

Acho que Rodrigo tinha um “quê” a mais por Ayla. Ela se virou, e outro beijo ardente se sucedeu diante de nós, o ébano feminino punhetou tarada sua tora duríssima, em movimentos suaves enquanto gemia e respirava como uma fera furiosa, enlaçando seus lábios com o de nosso macho, mas naquele instante... só dela, que grunhia tarada, dando seu pescoço para ser chupado por ele e babando de tesão.

—Todas... aqui! Chamou Rodrigo, com um olhar sedutor que nos fez arrepiar.

Enquanto nos aproximávamos, Rodrigo ajoelhou Ayla, e fizemos o mesmo. Quatro mulheres, um homem; ou ele era louco, ou de fato uma potência, pois não daríamos moleza...

—Nós vamos acabar com você, Rodrigo! Disse Vitória, desafiando. Me arrepiei toda.

—Esse é o tipo de ameaça que eu adoro e me inspira, principalmente vindo de mulheres fantásticas como vocês, então... venham com tudo! Retrucou Rodrigo, devolvendo o desafio.

Eu tinha que relatar isso detalhadamente, foi épico, lindo e devasso de se ver e fazer... 

A primeira que caiu de boca no caralhão de Rodrigo foi Ayla, eu e Stella beijávamos e lambíamos a lateral e Vitória tinha um dos seios chupados por ele. A boca da negra estufou e ela não se intimidou, atolou e deixou o esputo vazar, depois tirou, passou pelo rosto e abocanhou apenas a glande e mais um pouco, estimulando o prepúcio com os lábios, ele gemeu e suspirou enquanto mamava na loba, depois Ayla avançou até travar, e bombou a cabeça, engasgando, mas sem recuar, deixando a saliva cair em seus grandes seios, depois ela tirou e passou o pauzão em cada um, o pôs entre eles e começou a espanhola. Rodrigo a fitou e ela sorriu, mordendo o lábio inferior.

Minha vez. Abocanhei a tora do meu amante com gosto, chupei desesperada, disposta a fazer aquele homem pirar, e consegui, depois foi Stella, que não fez feio, e apesar de ter salientado que aquilo não era uma disputa, na verdade era, pois ela pôs um empenho bem maior naquele boquete, e também fez uma espanhola que atraiu o olhar do comedor, que brincava com a xoxota de Vitória e Ayla, beijando a boca de ambas. Chupei as bolas e revezei o boquete com a loira, deixando o pauzão bem melado a ponto de pingar.

—Daquele jeitinho, Rodrigo... vem...! Chamou Ayla. O comedor sorriu assentindo.

Rodrigo segurou a negra por trás, beijou e chupou seu pescoço, ela arrebitou a bunda, abriu as pernas, em seguida as nádegas, de pé mesmo, as mãos dele seguraram as ancas de sua amante, ele encostou a rolona na entrada do cu dela, e deixou deslizar, em um movimento só, fazendo Ayla morder o lábio inferior, contraí-los, ofegar e gemer; vi o olhar abismado de Stella e Vitória, vendo aquela rola absurdamente grossa entrar todinha de uma vez no ânus de Ayla, suavemente, até o talo e em um movimento só. Ela gemia alto e chorosa, mas rebolou quando sentiu a virilha do macho tocar sua bunda. A negra soltou as nádegas, respirou fundo, nos fitou com seu olhar tomado de tesão e principalmente, uma empáfia absurda, então Rodrigo indagou, após alisar e estapear aquela bunda excrescente:

—Pronta né minha negona?

—Soca com força! Sussurrou Ayla, sorrindo e respirando ruidosamente. Rodrigo assentiu sorrindo e então deu um tranco que fez a negra gritar, em seguida começou a bombar.

Ainda de pé, Ayla apoiou as mãos sobre os joelhos e rebolou, gemendo e grunhindo, já em transe, com boa parte de seus cabelos longos e negros cobrindo parcialmente seu rosto, mas nos possibilitando ver seu semblante possesso de tesão. Stella e Vitória se pegavam, trocando carícias, e olhando para a performance da negra com um pouco de inveja, eu, só me masturbava, torturando minha xoxota ao ver Rodrigo, de olhos fechados, concentrado, fodendo sem piedade alguma o cu de Ayla, que gemia, gritava e sorria, rebolando como uma carioca da gema sabe rebolar.

Ainda de pé, o pastor elevou a perna esquerda de Ayla, mantendo-a suspensa, ela gemeu alto e segurou a nuca dele, e o ferro entrou mais voraz no rabo dela; ambos se encaravam com uma paixão que nos arrepiou, e outro beijo poderoso deles aconteceu, o ritmo frenético das estocadas fazia a xoxota já inchada da negra escorrer e pingar sua seiva de tesão. 

Víamos perfeitamente o cacetão obeso de Rodrigo arregaçando o cu de Ayla sem piedade, e ela gemia alto, se tremia, mas a cada estocada do macho, sorria e o beijava. Rodrigo já suava e arfava.

—Você... não manda recado né Ayla! Comentou Rodrigo, com sua testa encostada na dela, que o fitava sorrindo, hipnotizada de paixão. Eu e as duas coroas estávamos em brasa também, Stella abraçou Rodrigo, eu e Vitória o acariciamos, e a negra apenas respondeu:

—Você... nunca... gostou de recados! Em seguida eles se beijaram de novo.

—Não seja gulosa Ayla, a gente também está com fome! Advertiu Stella.

—Eu sei, mas... o Rodrigo... não quer... me soltar! Respondeu Ayla, cínica. Ri muito.

—Sem-vergonha! Respondeu Rodrigo, caindo na risada. Rimos também.

—Não tenho culpa... você... começa... a me foder... e não para mais! Guloso! Disse a negra, rindo e destilando sua soberba levemente, rebolando ensandecida, e o macho riu sacudindo a cabeça lentamente, trocou a posição e a pôs de costas contra a parede, ela arrebitou sua bunda e urrou de tesão, dando uma risada alta em seguida. —Vai Rodrigo, vai, isso... humm, assim meu amor, vai safado, vai, vai meu macho! Completou Ayla, gingando e sorrindo. Ele segurou suas ancas e começou a chupar seu pescoço por trás, e aí a mulher teve um arrepio violento e gritou chorosa.

Rodrigo me fitou e gesticulou com a cabeça para eu me aproximar, obedeci e ele me pôs na mesma posição que Ayla, socou dois dedos em minha xoxota melada, segurou e apertou meus seios com aquela pegada de macho supremo, chupou meu pescoço e... varou deliciosamente meu rabo, me fazendo gemer alto e gritar chorosa, rebolando em seguida.

—Isso... isso, isso... meu gostoso, me arromba daquele jeito, AAAHHHH! Sussurrei e gritei, sentindo a tora do comedor ser engolida pelo meu cu guloso. Rodrigo abaixou meu dorso, continuei apoiada na parede, empinei a bunda mais um pouco, e o macho apoiou sua mão em meu pescoço enquanto bombava deliciosamente, me causando tremores em todo o corpo.

Rodrigo me empertigou ainda de pé, arrebitando minha bunda, juntando minhas pernas trêmulas, mas teimosas em ficar firmes, virou minha boca para a sua e a beijou ardentemente, arregaçando meu cu com uma fome ainda maior, como se Ayla tivesse sido um catalisador para que seu tesão disparasse ainda mais. Ele respirava ruidosamente enquanto bombava meu ânus num gingado alucinante, e eu grunhia, quase chorando de tesão, ofegando ao sincronizar meu ritmo com o dele. 

O macho estapeou minha nádega, segurou minhas ancas e seguiu me currando, infligindo a mim aquela dor que me deixava aflita, mas sem vontade alguma de parar.

—Vem Stella! Chamou Rodrigo. A loira veio, eu fui para o sofá, e Ayla já se masturbava em transe, abobada, vendo seu amado repetir a mesma posição para enrabá-la. 

O macho rasgou sua roupa, segurou suas ancas e deu o tranco que ela tanto gosta.

AAAIIII... AAAHHHH! ASSIM, AAHH, ISSOOO! Gritou Stella, tarada ao extremo.

—Esfola o cu dessa loirinha meu amor! Pediu Vitória, alisando os seios da amiga.

—O seu vai ser o próximo, e eu quero ouvir você uivar, loba! Disse Rodrigo, com um olhar transfigurado de tesão, sorrindo e bombando o cu da loira sem piedade. Ele puxou os cabelos de Stella para trás, junto com a cabeça, e a vi com uma expressão de prazer assustadora.

—Se não estiver aguentando... pode parar minha querida! Ironizou Ayla, vendo o semblante aflito de Stella, sendo impiedosamente enrabada por Rodrigo, que não parava.

—A-Aqui... para você... Ayla! Respondeu Stella, mostrando o dedo médio para ela.

—A Stella adora sentir dor... não é minha loirinha? Abre essa bunda para o seu macho te foder, abre! Indagou e ordenou Rodrigo. Ela sorriu, ofegante, abriu as nádegas e indagou:

—A-Assim... meu macho? Rodrigo assentiu e deu vários trancos com o pauzão atolado no cu de Stella, que riu alto, possuída de tesão. —DELÍCIAAA! Completou, gritando e rindo.

—Sua vez... lobinha! Disse Rodrigo, tirando Stella do meio e puxando Vitória contra seu corpo. Os dois se beijaram, e reparei o semblante incomodado de Ayla com aquilo, e temi um barraco, mas ela só fez fulminar o casal com seu olhar e bufou, em seguida fechou os olhos, relaxou no sofá e voltou a se masturbar, gemendo gostoso. Fiz o mesmo.

—A loba está com fome... e vai te devorar! Respondeu Vitória, que pulou no colo do comedor, ele foi rápido em segurá-la, em seguida a própria ajeitou a rolona em seu cu e sentou.

Vitória abraçou Rodrigo com ternura, o beijou com tesão, e quando o macho segura a nuca da mulher para beijá-la... é porque o ósculo é gostoso. Rodrigo a pôs contra a parede e seguiu fodendo a loba, que ofereceu seu pescoço para ser chupado por ele e o abraçou, chupando seu ombro e pescoço, e também chorou quando o homem engatou gostoso em seu rabo. 

Qual mulher não chora de prazer quando aquele caralhão encaixa de jeito? Ela cravou suas unhas nas costas de Rodrigo e arranhou enquanto cerrava os dentes e gemia guturalmente.

—Vai loba, pula gostoso... assim, isso! Pediu Rodrigo. Suas costas sangravam... estarreci.

—A negona também está com fome viu! Disse Ayla, com as pernas elevadas e piscando seu cuzinho. Rodrigo fitou sua amante feroz e sorriu assentindo.

—As quatro... de quatro no sofá! Pediu Rodrigo. Ele ainda não demostrava cansaço, e estava um pouquinho suado, tipo “úmido” mesmo. Assentimos e nos posicionamos.

Rodrigo foi para a ponta direita, que era onde Ayla estava, e chupou sua buceta e cu com um tesão que nos fez arrepiar, a negra se derreteu toda, pegou a cabeça de Rodrigo e bombou, rebolando e gemendo manhosa e tremendo todo seu corpo:

—Aaaahhhnn... aaaiii, hmmm, assim MEU, MEU MACHOO... aaahhh, hmmm!

—Chora minha buceta gostosa... pode chorar à vontade! Disse Rodrigo, se referindo a excitação extrema da vagina de Ayla com seu sexo oral. Ela se contorceu e gemeu alto.

—A-Assim... eu vou... gozar... vou gozar, vou... estou gozando... aaahhh, AAHHHH, AAAIIII... meu amor! Anunciou e explodiu Ayla, num orgasmo violento. Ela batia com força no sofá enquanto gemia e urrava, chorosa e devassa enquanto Rodrigo continuava com a boca cobrindo sua xoxota e sorvendo seu gozo, fazendo com que o corpo da negra tremesse mais.

—Abre essa bunda Ayla! Ordenou Rodrigo, estapeando sua nádega. Ela fungava e ofegava, em transe de seu clímax, e obedeceu seu amante e amado. Descanso? Que nada...

—Vai Rodrigo... soca... soca sem pena, me fode, me fode! Ordenou Ayla, ensandecida.

Rodrigo deixou seu pauzão deslizar todinho no cu de Ayla, em um movimento só, até encostar sua virilha na bunda dela. O ébano feminino gemia alto e gritava, então rebolou e sorriu, com os cabelos cobrindo parte de seu rosto, o macho deu o mesmo tranco que costuma dar em Stella e a mulher gritou e rebolou em seguida, dando o sinal para que ele começasse a foder seu cu do jeito que adoramos. 

Ele segurou as ancas da negra e a levou para o céu, em estocadas ferozes, ouvindo as provocações sexuais dela, que gemia e gritava, tarada.

—Assim... é covardia Ayla! Comentou Rodrigo, ao sentir o rebolado feroz da negra. Ali ela mostrava seu poder, e nos fez ficar impressionadas. Um gingado que talvez só negras têm.

—É meu amor? Eu sei... que te deixo... louco... só eu... sei te dar prazer! Respondeu Ayla. Nem quis olhar o semblante de Stella e Vitória ao ouvirem mais uma provocação. Levei na esportiva e ri, mesmo sabendo que só pela cara de Rodrigo, ela não estava sendo falastrona...

—Puta que pariu... rabão gostoso do caralho... obrigado meu Deus! AAAHHH! Sussurrou Rodrigo, quase em transe ao arregaçar o cu de Ayla sem parar e proferindo sua gratidão aos céus. Ela dava trancos com sua bunda enorme na virilha dele, porradas fortes mesmo, que exigiam um equilíbrio e resistência que nem todo homem teria. Ayla estava possessa.

—Isso, isso, isso... fode o cu da sua negona, fode seu cafajeste! AAAHHH! Disse e bradou Ayla. A negra cerrava os dentes, com uma fúria sexual no olhar, suada e sem parar de rebolar. 

Ela parava, rebolava suavemente, Rodrigo bombava e a fêmea recomeçava seu gingado nervoso, subindo e descendo seus glúteos junto com a tora enorme e bem grossa de seu macho, balançando as canelas e contraindo os dedos dos pés e os estendendo. Vi nitidamente a buceta dela pingando sua seiva em gotas espessas. O orgasmo a deixou mais tarada. Que negona feroz, muito mais que naquele dia...

Rodrigo foi para onde Vitória estava, e empinou bem a bunda da loba, depois deu um tapa estralado nela, a alisou e despejou o óleo profusamente sobre seu traseiro. Ele ofegava...

—Me chupa enquanto ele te fode Vitória! Pediu Stella. A loba assentiu e a loira se deitou no enorme sofá. Rodrigo olhou para nós e sacudiu a cabeça lentamente. No final das contas, mesmo sendo o devasso que era, ele tinha seus valores morais, e como religioso, se sentiu desconfortável. Ayla deu de ombros e entortou a boca, como se dissesse, “fazer o que”.

Com a perna apoiada no sofá, Rodrigo penetrou o cu de Vitória, fazendo a loba gemer alto e rebolar, chupando a xoxota de Stella com mais vontade enquanto a tora grossa do macho já percorria livremente seu ânus. Ele fechou os olhos e seguiu no automático de novo, mas como se estivesse fodendo Ayla, fazendo Vitória parar de chupar a buceta de Stella para gritar, e aquela carícia lésbica logo parou, e a loira começou a se masturbar sozinha.

—Bem melhor assim! Sussurrei, comentando com Ayla. A negra piscou sorrindo.

—Inspiradinho... né? Comentou Vitória, quase chorando, balançando as pernas e encolhendo os dedos dos pés, pois as estocadas do macho eram ferozes.

—Você me conhece... há 12 anos! Retrucou o pastor, sem parar de meter.

—Sim... 12 anos, e de você... EU entendo! ME FODE! Disse a loba, sorrindo e berrando ao ser obedecida pelo macho, que acelerou as bombadas. Ayla olhou para o teto, suspirou e sacudiu a cabeça. A troca de farpas era sutil. Os lindos e sedosos cabelos de Vitória cobriam seu rosto e ela rebolava, remexia sua bunda, mas como Ayla... jamais...

Rodrigo debruçou-se sobre Vitória e ambos se beijaram de novo, ela grunhiu e segurou a cabeça do macho, sem parar de gemer e ofegando enquanto suas bocas se entrelaçavam. As mãos do comedor faziam o movimento de vai e vem com o corpo de Vitória, que não segurava seus gemidos chorosos e as lágrimas ante a dor, dor essa que nos deixava ainda mais excitadas, pois eu me masturbava freneticamente, Ayla chupava os próprios seios e Stella castigava seus dois buracos com seus dedos, também gemendo alucinada. Era impossível não se tocar ante a tamanha devassidão.

Rodrigo saiu de Vitória e veio para mim. Fiquei de quatro e arrebitei bem minha bunda, a segunda maior dentre as presentes, mas ele me sentou no sofá e me pôs para chupar sua rolona, e o fiz sem frescura. O fitei e vi o transe em seu olhar. Daquele momento até o final daquela orgia frenética, ele se tornaria o famoso Abençoado. Ayla então disse, preocupada:

—Agora o Rodrigo vai nos esfolar sem piedade! Virei a cabeça para perguntar o porquê, mas o macho não deixou, segurou minha nuca e seguiu fodendo minha boca. O que mudaria? Foda-se, eu queria era ser esfolada mesmo, chupei, atolei e engasguei, ele bombou minha boca e tirei o pauzão, escorrendo saliva, ele socou de novo e mamei ensandecida, o encarando.

Ouvi seus gemidos e vi seu corpo se contorcer enquanto meus lábios estimulavam seu prepúcio e abaixo da glande. Ayla veio e lhe deu um beijo na boca, Stella e Vitória o chupavam, uma os mamilos, a outra, o pescoço, depois a loira e a loba o beijaram enquanto eu e a negona dividíamos o pauzão, chupando famintas. Minutos depois ele me pôs de quatro no sofá, empinei novamente meu rabo e rebolei, ele chupou minha buceta e me fez gemer chorosa, em seguida varou meu cu, fazendo eu balançar as pernas e contrair os dedos dos pés, gritando alucinada ao sentir aquela grossura animal arregaçar meu ânus sem piedade. Pauzão gostoso da PORRAAA...

—Alguém... abre minha bunda! Pedi, já delirando e entrando em transe.

—Humm... vai meu amor... arregaça, esfola essa morena, vai, esfola, isso meu amor! Disse Ayla, surtada, abrindo bem minhas nádegas, e Rodrigo atendeu o nosso pedido, me fez urrar naquele caralhão grosso, o qual não se cansava de me arrombar a cada estocada.

Rodrigo puxou meus cabelos e cabeça para trás, apoiou a perna no sofá e seguiu trucidando meu cu, Stella despejou óleo sobre minha bunda e o pinto do comedor, e aí que o embalo foi gostoso, quase desmaiei com a força das estocadas do macho, que ofegava e pingava seu suor em minhas costas conforme bombava. Senti Ayla apertando e abrindo mais meu rabo, e gostei, mas de rebolado eu também sou boa, então tirei as macias e gostosas mãos de dela da minha bunda e comecei a rebolar.

—É... me esfolar que você quer? Hum? Então esfola meu gostoso! Esfola meu cu bem esfoladinho, esfola, esfola! Indaguei e ordenei, possuída de tesão, gemendo chorosa.

Rodrigo parou de bombar enquanto eu o fazia. O pauzão espesso me arregaçava, passeando livremente no meu cu conforme eu rebolava e berrava de tesão. Depois de um tempo ele saiu e sentou-se no sofá, montei nele de frente, ajeitei a tora na entrada do meu cu e sentei com gosto, acocorada e comecei a cavalgar, ensandecida, Ayla ficou de pé no sofá e meteu a xoxota na cara do comedor, e senti sua bunda enorme encostar em meu rosto, me fazendo recuar, após sentir um pouco sua maciez... 

As bombadas frenéticas do pastor me obrigavam a acompanhar seu ritmo, dor e tesão passeavam de mãos dadas e se beijavam, era uma sensação deliciosa, uma transa violenta, Rodrigo ofegava e grunhia, em transe total e sem parar e sequer oscilar o ritmo, me deixando impressionada. Puta merda, o cara estava fodendo QUATRO mulheres, uma mais braba que a outra, e dava conta com maestria...

Fui posta de lado, e as fêmeas o atacaram. Stella mantinha minha perna erguida e chupava as bolas de seu cacetão, que não parava de foder meu cu, Ayla e Vitória dividiam a boca do macho, e eu só gemia alucinada. Rodrigo suspirava enquanto nosso suor se mesclava, umedecendo mais e mais o sofá, uma das mãos dele começou a estimular minha xoxota, e as estocadas vieram mais fortes, então não me segurei, comecei a gemer alto, meu corpo foi acometido de um arrepio violento, e outro orgasmo brabo desceu sobre mim, tentei até segurar, mas quem me comia era um mestre do sexo, então... explodi.

—Isso, isso, isso... AAAAHHHH, AAAIIII, fo...de... aaaaHHH, estou gozando, AAAHHH!

Rodrigo não parava de meter enquanto eu gozava, e tirou sua rolona do meu cu e enfiou rapidamente na minha buceta, ergueu mais minha perna e socou sem dó.

—Ei Rodrigo, assim não né? É só anal! Comentou Vitória.

—É... sexo... é sexo! Mete, não para, não para, m-mete! Retruquei, ainda gozando.

—Peça para o Rodrigo tirar da xoxota dela que você vai ver! Disse Ayla. Vitória riu.

—E ai dele se ele tirar...! Falei, ofegante, e disparando mais meu tesão ao sentir aquela rolona alargar minha racha enquanto eu ainda gozava. Regras? Estávamos ali para quebra-las...

Fui deitada de bruços, e Rodrigo continuou a me foder na xoxota, depois socou de novo no meu cu, e pirei. Cansaço? O orgasmo potencializou meu tesão, e mesmo sem saber como ficaria após toda essa putaria de proporções inimagináveis... eu queria mais sexo, PRECISAVA de mais sexo. Os gemidos e grunhidos famintos das fêmeas ao meu lado, tiravam qualquer esmorecimento de mim...     

CONTINUA

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Comentários

  1. como sempre, nossa querida e deliciosa professora nos presenteia com mais um conto cheio de desejo...obrigado...

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  2. Professora mais que linda. Que conto sensasional.

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  3. galera que le os contos da professora....comentem, deem feed back...ela está se desanimando de continuar com os contos...por favor..deem um retorno a ela...façamos que ela continue a nos brindar com essas delicias de contos ...

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  4. É uma ótima escritora

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  5. Demora demais para publicar.

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