110 - FÚRIA SEXUAL FEMININA – PARTE 3


 

AAAIIII, AAAIII... AAHHH... DELÍCIA, ISSO! Hmmm... meu amor, isso, mete bem gostoso nesse cuzinho! Gritou, tremeu e sussurrou Stella, já pirando ao ser enrabada pelo nosso macho.

—Isso minha gostosa... deixa esse rabo bem abertinho para o seu macho lhe foder do jeito que você merece! Sussurrou Rodrigo, possesso de tesão. Eu já dedilhava minha buceta.

—C-Come, come meu cu, come bem taradinho meu amor! Replicou Stella, taradíssima.

As estocadas do macho eram suaves, Stella gemia toda manhosa e eu já me masturbava.

—O pós-transa é que vai ser divertido...! O durante também! Comentou o pastor, rindo.

—Como assim Rodrigo? Não entendi! Indagou e comentou Vitória.

—Foco minha consagrada, sua amiga não gosta de perder o foco, né minha loirinha deliciosa? Retrucou e indagou Rodrigo, atolando mais sua rolona e estapeando a bunda de Stella, que deu um gemido choroso, abaixou e elevou a cabeça e grunhiu como uma fera.

AAAIII, aaahhhnn... AAAIII! Rodrigoo... aaai meu TESÃÃOO! Gemeu e gritou Stella, com um tremor voraz nas pernas a cada investida suave que Rodrigo dava em seu cu.

—Posso ser a próxima? Pedi. Me achegando e dando um cheiro no comedor, ao mesmo tempo que ficava bestificada com o espaço que aquela tora ocupava no cu da loira.

—Pode sim delícia! Tudo bem Vitória? Respondeu Rodrigo, pedindo a anuência da loba em seguida. Ela assentiu sorrindo e respondeu, sensata:

—Ela está aqui para fazer o mesmo que eu e Stella, então, a ordem pouco importa!

Rodrigo pegou os cabelos dourados de Stella e os torceu, mas sem machuca-la, puxou levemente sua cabeça para trás, apoiou uma das pernas no sofá e aumentou o ritmo das estocadas, mas sem muita força. A loira gritou chorosa, gemendo alto, cerrando os dentes e com um semblante aflito. É... levar uma rola daquela grossura no cu não é fácil, por mais que estejamos acostumadas. 

O comedor segurou firme suas ancas e seguiu até atolar tudo, suavemente, e a loira deu um gutural gemido de dor, até achei que iria protestar, porém...

—Isso meu macho... agora dá aquele tranco que eu adoro! Pediu Stella. É... se uma relação dura tanto tempo... é porque ela ADORA sentir o que estava sentindo, e claro, eu também amava...

—Assim gostosa? Indagou Rodrigo, que a puxou de uma vez contra ele, com força, cravando ainda mais sua pirocona grossa no cu dela, fazendo um “ploft” que causou um arrepio violento no corpo. Ele parou por uns instantes, Stella deu um grito bem alto e agudo, estridente, em seguida a loira explodiu seu grito de prazer, com os dentes cerrados e rebolou. Rodrigo começou a meter rápido, chocando a bunda de Stella contra seu corpo, dando os trancos que ela queria e extraindo mais gemidos altos e gritos da loira fogosa. A dilatação anal da fêmea levando aquele colosso era deliciosa de se ver...

—Desse jeitinho... meu comedor, AAAHHH, hummm! Bate na minha bunda e puxa meus cabelos meu macho! Respondeu Stella, rebolando e rindo, extasiada, possessa de tesão.

Rodrigo fez o que a coroa pediu, e seguiu bombando. Ele me masturbava, Vitória abria bem a bunda da amiga e o pirocão grosso seguia passeando pelo cu de Stella; gemidos, gritos, palavras lascivas e risos, tudo isso ecoava naquela sala. 

O comedor parou de meter e a loira mostrou seu rebolado, gingando deliciosamente presa àquela tora grossa, mostrando que a domava com maestria, sacudindo seu rabo enorme e fazendo o vai e vem, mordendo o lábio inferior, gemendo e sorrindo, feliz, depois ambos sincronizaram os movimentos. 

Stella tentou se empertigar, mas Rodrigo a rebaixou, segurando seu ombro e seus cabelos, sem parar de meter, ela deu um lindo sorriso e riu, arfando e gemendo, já tomada pelo tesão. Nem eu, que me considero uma razoável domadora daquele dote, me adaptava tão rápido assim a ele. 

O macho parou de novo, Stella rebolou, com as canelas arqueadas e os dedos dos pés encolhidos, respirando ruidosamente, então Rodrigo deu outro solavanco e a mulher gritou e riu, e a metelança recomeçou, mas com o comedor dando trancos rápidos, e eu me impressionava vendo o rombo no ânus dela, que delirava cada vez mais...

—Isso, vai minha loirona, rebola gostoso esse rabo! Ordenou Rodrigo.

—Gosta de foder esse rabo né seu safado? Safado! Safado! Provocou Stella.

—Lembre-se de que tem gente esperando viu sua gulosa! Alertou Vitória, e rimos.

—Eu já estou para arrancar ela daí! Comentei, brincando. Stella me fitou com um olhar tão devasso, que minha buceta tremeu, depois disse, brincando:

—Calma que eu já libero ele, deixa eu matar a saudade mais um pouquinho!

—Menos de uma semana e já deu saudade Stella? Indagou Rodrigo, bombando.

—Por mim você me comia todos os dias se quer saber! Respondeu a loira.

—E você aguentaria minha querida? Indagou Vitória. A loira retrucou:

—Lembra daquela uma semana que passei com ele? Era pica todo dia meu bem!

—A gente precisa repetir, foi delicioso demais Stella! Comentou Rodrigo, com um semblante irradiado de alegria, em seguida ele empertigou a loira, deixando-a de joelhos, sem tirar a rolona de seu cu, segurou a cabeça dela virada para ele, e beijou sua boca.

—Quando você quiser... é só chamar... que eu vou...! Sussurrou Stella, derretida.

—Vem Luciana, senão eu não saio mais dessa loira! Chamou Rodrigo, saindo dela.

—Chupa minha buceta Vitória! Pediu Stella, deitando-se e elevando suas pernas, e a loba obedeceu imediatamente. Fiquei boquiaberta ao ver aquilo.

—Você não fará nada que não quiser fazer, esteja ciente disso! Não é porque elas são bissexuais, que você precisa ser também para me agradar! Sussurrou Rodrigo, atrás de mim.

—T-Tudo bem... somos só nós dois agora! Falei, e fiquei de quatro no sofá.

—Com elas é de um jeito, e com você é do nosso jeito! Disse Rodrigo, que se abaixou e caiu de boca em minha xoxota. Meu corpo tremeu, se arrepiou e gemi manhosa, as duas me fitaram e sorriram. Sim, só eu e meu amante, daquele jeitinho delicioso...

A Pegada de Rodrigo era outra, mais devassa. Ele segurou minhas nádegas abertas e sua boca malvada chupou minha buceta como ela nunca havia sido chupada por ele antes. Não consigo explicar claramente o que senti, só sei que foi uma sensação maravilhosa, como se um poder incomensurável irradiasse de mim e dele e nos levasse a paraísos da luxúria tentadores; os lábios do macho acarinhavam meu clitóris e meus grandes e pequenos lábios de um jeito que me fez ficar com dispneia, sua língua me penetrou fundo e suave, saiu e percorreu toda a minha vagina, a qual não parava de verter seiva, e ele a beijou como se beijasse minha boca, melando-a, depois, só com a pontinha da língua estimulou meu penduricalho, o cobriu com seus lábios e puxou suavemente. Pirei, o arrepio veio mais violento, o tremor parecia que iria me quebrar em pedaços, então o orgasmo chegou...

—P-Posso gozar? V-Vou gozar, vou gozar, vou... aaAAAHHH, AAAAAHH! Pedi, e mal esperei seu sim ou não, urrei chorosa e destrambelhada só naquele oral, sentindo uma falta de ar inenarrável, mas que passou logo. Meu ser inteiro ficou furioso de tesão. —Agora me fode daquele jeito Rodrigo, pelo amor de Deus... me fode, me fode! Completei, suplicando, fitando meu amante delicioso com os dentes cerrados, ofegando como uma leoa irada e os cabelos cobrindo parte do meu rosto, mas ele viu meus olhos, e deu seu lindo sorriso, assentindo.

—Essa eu quero ver... como ele fode a amante novata! Disse Vitória, parando as trocas de carícias com Stella. As duas ficaram ao lado de Rodrigo, o alisando e prestando atenção na forma como ele chupava e preparava meu cu para fodê-lo.

—Uma de vocês, pegue o óleo por favor! Pediu Rodrigo, gentilmente.

—Óleo? Indaguei. Vitória pegou o frasco e entregou a Rodrigo.

—Eu acabei esquecendo que tem óleo lubrificante, mas se preferir, vamos com saliva mesmo, sem problemas! Respondeu e brincou o pastor, e demos risada, mas eu comentei:

—Ah, pode ser o óleo, mas... na hora de chupar fica estranho né?

—É... também acho, mas se tem lubrificante, é bom usar! Opinou Stella. Vitória atiçou:

—Com ou sem óleo, eu caio de boca nessa tora sem frescura! Dito isso, demos risada...

Rodrigo espalhou o óleo, massageando deliciosamente minha bunda e coxas, suas mãos percorriam suavemente e apertavam minhas nádegas e dois de seus dedos punham a substância no meu cu e bombavam devagar, ele despejou mais óleo, e pediu que Stella chupasse o pau que fodera seu cu, e a loira o fez sem firula, mamando faminta, depois foi Vitória, que mamou com tesão, mas ambas não se alongaram, logo o macho me preparou para o abate...

Dois tapas estralados em minha bunda, em seguida ele abriu as nádegas, encostou a glande de seu pauzão na entradinha do meu cu, roçou, meteu um pouquinho na minha xoxota e retornou ao ânus, em seguida deslizou, e pouco mais que aquela linda cabeça passou (poderia ter entrado tudo), me fazendo gemer alto, encolher os dedos dos pés e balançar as pernas. 

Rodrigo parou um pouco e bombou suavemente enquanto eu me recompunha, pois ele percebeu minha ansiedade com tudo aquilo, então acarinhou minhas costas e a massageou com as mãos, depois foi para meu quadril, e seguiu metendo bem devagar, avançando aos poucos. 

Nossa, delirei e fechei os olhos, sorrindo e gemendo manhosa, ele debruçou-se sobre mim, sem fazer peso, afastou meus cabelos e começou a chupar e beijar meu pescoço ao passo que a rolona penetrava mais fundo no meu cu, me fazendo gemer chorosa e rebolar.

—Relaxe minha deliciosa... somos só nós agora! Sussurrou Rodrigo, mordiscando minha orelha. Deitei de bruços e ele me seguiu, abri bem a bunda e o macho meteu um pouco mais forte e fundo, me cobrindo de beijos e cheiros longos. Fui ao delírio...

AAAHHH, aaahhnn... humm, assim meu macho... que delícia, come meu cu, come! Falei, já entrando em transe, Stella e Vitória se masturbavam mutuamente, me encarando, me devorando com seus olhares, mas sem intenção de me convidar para sua bissexualidade.

Rodrigo não tinha pressa, ele gostava de me enrabar suavemente e me deixar bem temperadinha para depois, na hora certa, trucidar meu cu. Aquelas metidas vagarosas sob seu gingado delicioso, aliado às carícias que ele fazia em meus seios, os quais eram envolvidos por suas mãos, simplesmente eram o feitiço que ele lançava sobre mim, para depois me subjugar sem resistência alguma de minha parte, na verdade, eram as preliminares que ainda aconteciam, e nisso ele era um mestre. 

Metade do pauzão já arrombava meu cu, suavemente... e eu o sentia alargar e alargar...

Fui posta de ladinho, com seu pirocão grosso ainda em atividade no meu rabo. Ele ergueu minha perna direita e deu um beijo bem cafajeste em minha boca. Apoiei a mão direita em sua cabeça, a acariciando e ignoramos as duas coroas que estavam ali; aquela enorme sala, aquele enorme sofá era o nosso mundo. Paramos de nos beijar e ficamos nos encarando, eu, com um semblante meio aflito ao sentir as estocadas aumentando de intensidade, com a boca aberta diante do semblante também carregado de desejo do meu amante, sorrindo lindamente.

—Está gostoso minha morena? Sussurrou Rodrigo, indagando. Apenas assenti, sem parar de olhar para ele, visivelmente abobada, quase vesga. Ele sorriu e deitou minha cabeça sobre a almofada, fechei meus olhos, gemendo e grunhindo e o macho seguiu me currando, abocanhando meu seio direito e o chupando com uma destreza de arrepiar. Se aquele era o Rodrigo dos tempos áureos, como diziam...

—Delicioso, perfeito... isso... fode meu cu... me fode meu gostoso! Sussurrei, gemendo manhosa, me contorcendo enquanto seu pau bem grosso arregaçava meu cu deliciosamente.

Mudamos de posição, Rodrigo pôs uma almofada sob minhas costas e caiu de boca em minha buceta de novo, depois, o ritual de adoração aos meus pés não podia ficar de fora; ele os beijou, lambeu, massageou e chupou, em seguida manteve minhas pernas elevadas e mandou brasa no meu cu, ainda comedido, como se quisesse se poupar de esforços intensos. 

Stella e Vitória passaram seus pés pelo corpo dele, a loira pôs o dedão em sua boca e o mesmo foi chupado, a loba fez o mesmo, as duas o cercaram e o beijaram sem parar, ele deu ósculos intensos em ambas, sem sequer oscilar o ritmo das bombadas no meu cu.

Após um tempo, o macho deitou-se no sofá, e eu caí de boca no seu pauzão grosso; de fato o gosto amargo do óleo lubrificante e sua viscosidade incomodaram um pouco, mas mamei faminta. Stella e Vitória se achegaram, a loira chupava as bolas e a loba sentava com a xoxota na cara de Rodrigo, dando um gemido alto ao começar a ser chupada por ele. 

Dei a rolona para Stella, que abocanhou ferozmente e tentou atolar, engasgando, ela se aprumou e seguiu, como se fosse conseguir engolir aquela grossura toda, mas engasgou e tirou, masturbando em seguida, abocanhei de novo e chupei faminta, e o gosto do lubrificante já fora neutralizado, aí torturei a glande com lambidas curtas, depois atolei, engasguei e tirei, deixando cair o esputo.

—Agora é a minha vez! Disse Vitória, mas eu fui mais ligeira, sentei com o cu de costas e deixei o caralhão deslizar até entrar quase todo. Berrei, me ajeitei, ofegante e comecei a quicar. —Ei... deixa um pouquinho para mim! Completou a loba, bem-humorada.

—Relaxe... não vai faltar pica para nenhuma de nós! Retruquei, subindo e descendo, sentindo uma dor lancinante no ânus, mas deliciosa, fundamental para meu deleite.

Stella conseguiu uma vaga e ficou chupando as bolas de Rodrigo enquanto eu cavalgava na tora do pastor. O charme da trepada era aquela calça preta a qual ele não tirou, deixando apenas o espaço para nosso brinquedo delicioso trabalhar. Meu fogo era tão alto que eu ria sozinha, inebriada de prazer conforme gemia alucinada, sentindo aquela grossura animal deflorando meu ânus cada vez mais guloso. Pulei surtada, tarada, louca por aquele macho. Eu não esperei que ele fosse mais incisivo.

—Se meteu numa encrenca hein pastor? A Luciana não manda recado pelo visto! Comentou Stella, mordendo o lábio e observando meu jeito de quicar naquele caralhão.

—A encrenca ainda nem começou minha consagrada! Respondeu Rodrigo, e rimos.

—Venha Vitória, é todo seu! Chamei, e saí do picão. Não podia exagerar.

—Tem razão Rodrigo, a encrenca vai começar agora! Falou a loba, se ajeitando. Ela caiu de boca na rolona, chupando com gosto, de bunda virada para ele, e o macho a estapeou.

A lobinha se posicionou para sentar de frente, Stella despejou o óleo lubrificante na grande bunda dela e espalhou, depois fodeu o cu da amiga com os dedos, ela ria, mordendo o lábio inferior, então a loira subiu rapidamente no sofá e montou em Rodrigo, com a xoxota na cara dele e depois ficando de frente com Vitória, que sentou com o cu no pauzão do comedor e deixou deslizar toda aquela rolona, dando um gemido alto e grunhindo. 

Vitória não estava para brincadeira mesmo, enquanto Stella era chupada por Rodrigo, enfiou a cara entre os enormes seios da amiga, que fechou os olhos e se entregou àquela luxúria avassaladora, quicando e rebolando suavemente, mantendo o pauzão atolado em seu cu, o qual ficou bem arregaçado e alargado conforme o vai e vem se seguia. Uma cena surreal, que me deixou mais tarada...

—Eita lobinha braba viu! Comentou Rodrigo. Ela sorriu e continuou requebrando em seu cacetão largo, gemendo enquanto a loira rebolava na cara dele e chupava os melões da amiga. Subi no sofá, e direcionei os dedos do comedor para a minha xoxota, a qual ele bolinou deliciosamente. Ali eu vi tanto o poder sexual de ambas, quanto de Rodrigo, talvez o real poder, porque era uma sinergia assustadora. Fiquei impressionada em como ele estava diferente...

Vitória tirou Stella de sua frente e de cima de Rodrigo, e se debruçou sobre ele, em seguida cobriu sua boca com a dela, remexendo sua bunda, fungando e grunhindo chorosa, o macho segurou suas nádegas e as apertou, depois as fez subir e descer conforme ela fazia esse movimento, eles se beijavam ardentemente, era impressionante como a veia lésbica da loba não afetava sua heterossexualidade, era como se Stella fosse o atenuante para as sensações proporcionadas pela maneira de Rodrigo fazer sexo, como se só aquele homem não fosse o bastante, o pior é que eu me sentia exatamente assim quando fazia anal com ele, mas a pessoa a qual sempre vinha em minha mente, era Ayla...

—Puta que pariu Rodrigo... puta que pariu... AAAIII, AAAHHH, pauzão gostoso do caralho... vai meu macho... arregaça sua lobinha, AAAHHH! Disse Vitória, ensandecida enquanto cavalgava e chupava a boca do pastor em seguida. A velocidade com que ela rebolava e brincava de gangorra com aquela pirocona atolada no cu era impressionante.

—Cuidado para não cansar viu loba! Advertiu Stella, brincando, pois ela já via e ouvia sua amiga ofegar e gemer chorosa além da conta.

—T-Tudo... sob...controle...! Disse Vitória, gemendo chorosa, arfando, com os cabelos cobrindo o rosto de Rodrigo. Ele ergueu a mulher e inverteu a posição, ficando sobre seu corpo.

O macho deu um beijo na boca de Vitória que fez a coroa se contorcer enquanto continuava socando a rolona em seu cu. Ela enlaçou o comedor com as pernas elevadas e grunhiu aflita. O detalhe é que Rodrigo maneirou nas estocadas, como se estivesse se poupando. 

Stella ficou de quatro e encostou sua buceta no rosto do comedor, que não arregou e começou a chupá-la, fazendo-a gemer alucinada, abracei Rodrigo por trás e beijei suas costas, em seguida comecei a acariciar seu peitoral lindo e robusto, descendo a mão até sua virilha, sentindo o vai e vem incessante de seu pinto grosso no ânus de Vitória, que gemia e gritava, tarada.

—Chupa Vitória! Ordenou Rodrigo, saindo do cu dela, que rapidamente abocanhou o caralhão de seu comedor, fazendo-o gemer enquanto eu continuava mordiscando seu pescoço e lambendo atrás de sua orelha. O corpo dele já estava mais quente que o normal, mas ainda não suava. Incrível. Ele controlava sua respiração e gemia gostoso com nossas carícias.

Eu e Stella dividíamos o pauzão de Rodrigo, revezando um melado boquete. Vitória estava de quatro, com os braços apoiados no encosto do enorme sofá e com o rabão bem empinado, a loira me deixou chupando e despejou mais óleo sobre a bunda da amiga, e atochou dois dedos em seu cu, fazendo a loba gemer, punhetei o caralhão e chupei mais um pouco, então Rodrigo foi para onde a loba estava, continuar a enrabar a coroa...

Rodrigo começou acariciando o pescoço de Vitória, desceu as mãos para o meio de suas costas, alisou e segurou suas ancas, subiu para os seios e encaixou a rolona, deixando a mesma deslizar até entrar toda. A coroa ofegava e gemia manhosa, com as pernas as quais tremiam como as minhas e as de Stella. Os lindos e sedosos cabelos castanho-escuros da loba caíram sobre seu rosto enquanto o macho bombava suavemente e ela grunhia, fungando, ele puxou seus cabelos e inclinou sua cabeça, e deu um leve tranco que fez a coroa berrar, vi nitidamente a seiva de sua buceta pingar e cair sobre o sofá, profusa, Stella a sorveu.

A loira foi para o outro lado do sofá, e trocou carícias com Vitória, amparando a amiga, que gemia aflita. A loba caiu de boca nos seios de Stella, que gemia e acariciava seus cabelos quase negros e sedosos, fechando os olhos e se entregando àquele estímulo. A mim, só restava ficar me masturbando por perto, já que eu não tinha essa mente tão aberta a ponto de deixar outra mulher me tocar, quiçá mamar em meus seios, como Vitória fazia com sua colega.

—Está gostoso lobinha safada? Indagou Stella, sussurrando para a amiga.

—Delicioso... sempre foi uma delícia... sempre! Respondeu Vitória, gemendo. 

Rodrigo apoiou a perna esquerda no sofá, segurou firme as ancas de Vitória e socou mais forte. Eu sempre ficaria bestificada com o rombo que aquela rola enorme e grossa fazia no ânus de qualquer fêmea, além do condicionamento físico deles, especialmente de Rodrigo, que mesmo devastado pelos problemas, conseguia se sintonizar conosco.

—Rebola, ginga lobinha! Pediu Rodrigo, que parou e deu um tapa na bunda de Vitória.

—Assim? É assim que você quer? Provocou Vitória, rebolando com uma sensualidade que me causou fortes arrepios, com o picão de Rodrigo socado em seu cu.

O macho gemia gostoso e eu, tive de conter minha masturbação para não gozar de novo, então fiquei me tocando nos seios e Stella também. Vitória deu trancos contra o corpo de Rodrigo, subiu e desceu sua bunda gulosa, e seguiu o ritmo, gemendo e rindo, poderosa. 

—Puta que pariu Vitória, você está danadinha hoje! Comentou Rodrigo, extasiado.

—Atola, Atola tudo no meu cu e soca daquele jeito! Pediu Vitória, gemendo alto.

—Assim lobinha? Indagou o pastor, e vi Rodrigo atolar tudo no cu dela. Que delícia...

—Aaahhh... isso, isso! Agora me domina e castiga seu safado! Ordenou. Ele então apoiou novamente a perna direita no sofá, torceu os cabelos de Vitória, puxou sua cabeça para trás e abufelou, plaft, plaft nervoso. As nádegas da loba sacolejavam com as curtas estocadas.

—Agora sim... embala bem gostoso! Disse Stella, sorrindo ao ver o semblante tomado de prazer de sua amiga, e talvez amante. Vitória não conseguia mais chupar os seios da loira, ela tentava se segurar no sofá enquanto Rodrigo socava forte. Será que ele... conseguiria ir até o fim?

—Vai Rodrigo... isso... me arromba, me lasca todinha! Sussurrou Vitória, surtada. Ele assentiu sorrindo e não poupou força nas estocadas, estapeou a bunda dela, deixando a marca e vi sua feição, adorando ser currada daquele jeito. —Vai meu macho... assim... humm, aaahhh... puta que pariu, me fode, me fode! Completou Vitória, ensandecida. A fêmea era braba MESMO.

Após um tempo, Rodrigo sentou-se no sofá, e pôs a loba sentada de costas, com o cu em seu pauzão, e a meteção recomeçou, ela apoiou as pernas nas coxas dele e quicou gostoso, rindo e gemendo alucinada, eles se beijaram vorazmente enquanto as mãos do comedor apalpavam e estimulavam seus grandes seios. Ela já suava profusamente, e ele... também...

Após fazer Vitória gozar alucinadamente, foi a vez de Stella. Ela sentou-se de frente, acocorada e enterrou o pauzão do nosso comedor no cu, em seguida a gangorra começou, frenética, a loira também não queria mais gentilezas, socou um beijaço na boca de Rodrigo e se entregou à luxúria e prazer que tomaram o recinto, o macho segurou sua bunda por baixo, se aprumou e mandou ferro na loira, que berrou também, riu alto, disse baixarias e abraçou o comedor, que pôs sua cabeça entre seus seios também grandes. Eu e Vitória o cercamos e revezamos beijos melados e lascivos naquela boca deliciosa, ele masturbava nós duas enquanto Stella se deliciava, rebolando, com a língua entre os dentes e sorrindo, grunhindo manhosa.

AI QUE DELÍCIAAAA! Gritou a loira, que sentou sobre os joelhos, arrebitou a bunda e seguiu rebolando, gemendo, gritando e delirando de prazer, subindo e descendo, tirando quase tudo e enterrando até o talo daquele tronco de carne.

—Isso loirinha, rebola gostoso no pau do teu comedor! Disse Rodrigo, que deixou seus dez dedos marcados nas nádegas de Stella com um tapa bem estralado.

—Isso meu comedor... bate nessa bunda! Disse Stella, taradíssima.

—Nosso comedor, viu loira? Eu cheguei primeiro que vocês duas! Disse Vitória.

—Quantos anos de caso? Indaguei, enquanto era bolinada por Rodrigo e delirava.

—12 anos! Rodrigo e eu transamos no 10º aniversário de meu casamento. Ele era bem mais cafajeste do que é hoje! Respondeu Vitória. Ele sorriu e retrucou, brincando:

—Meu rendimento caiu um pouquinho com a idade!

—Caiu nada... tem nem perigo! Nós somos como vinhos, quanto mais velhos, melhores, mas  naquele tempo, nós... com 30 anos... ah Rodrigo... foi o auge da nossa tara! Revelou Vitória, que beijou a boca dele, exalando uma nostalgia que me deixou muito mexida. Ambos se encararam, sorrindo.

—A vida às vezes nos faz tropeçar, cair... e nos chuta caídos, já você... fez o processo inverso... rejuvenesceu aos 40! Está mais linda e mais disposta! Retrucou o pastor, e vi nitidamente os olhos de Vitória marejarem, ela segurou a cabeça dele com ternura, beijou sua testa e disse:

—Você estava caído, mas minha mão e a de Stella estavam lá... nossos braços estavam lá! Somos suas parceiras meu amor, nós o admiramos! Ele assentiu e ambos se beijaram de novo. Stella o abraçou. Cada mulher na vida daquele homem era parte de sua vida, e também parte de sua dor...

Por pouco não chorei. Rodrigo pôs Stella de quatro, no mesmo lugar onde Vitória estava, despejou mais óleo sobre sua grande bunda, a qual balançou e rebolou, ele deu um tapa estralado de novo, em seguida bateu uma palma forte, sorrindo, e varou o cu da loira, segurando seu quadril e arrancando um grito de prazer da mesma. Uma empolgação impressionante.

—Agora o negócio vai ferver...! Comentou o pastor, olhando para o relógio e socando forte no cu de Stella, e a loira berrou e chorou, cerrando os dentes e ofegando.

—Se não estiver aguentando... pode parar meu amor! Disse Vitória, troçando. Stella mostrou o dedo médio para ela, e rimos alto, em seguida a loira rebolou ensandecida.

O transe tomou conta de todos ali, porém, ouvi uma porta sendo aberta, depois vi que essa era a porta do quarto do meio, o qual pensei estar vazio, e quando a pessoa que saiu de lá surgiu, estarreci. O perfume forte e gostoso tomou o ambiente em segundos, e a transa parou, os demais olharam em direção à alcova, e, exceto Rodrigo, que sorria maliciosamente, nossos olhares eram de total espanto e descrença. Eu me arrepiei até alma, porque diante de nós... estava Ayla...   

CONTINUA

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ATENÇÃO: A série: "A PODEROSA AMANTE DO PASTOR", está temporariamente INDISPONÍVEL para leitura. 

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