106 - SEGUNDAS INTENÇÕES – FINAL


 

—C-Como... s-sabe que sou... fixa do Rodrigo? Indaguei, surpresa. —Claro, com minha entrada no grupo, Suzy deve ter dito a todos, ou até mesmo Fabiana ou Gleice no dia da suruba do carnaval, elas são bem sabidinhas! Completei, deduzindo e Fábio deu um sorriso maroto.

—O que acha de aproveitarmos o encontro, depois... a gente... debate mais sobre esse assunto? Senão vamos acabar perdendo tempo! Replicou o comedor, e dei risada.

—Tem razão... vamos aproveitar bem muito, e bem gostoso! Retruquei, e em seguida desci de seu colo, peguei uma almofada e me ajoelhei sobre ela, entre as pernas dele.

Alisei suas belas coxas grossas, apertei e cheguei até a cueca, a qual abrigava sua rolona grossa e bem dura. Apalpei, apertei, dei um longo cheiro, depois abaixei a peça íntima... e liberei seu brinquedão... grosso e bem duro, que chegou a saltar. Mordi o lábio inferior e ri, sapeca.

Segurei o cacetão que lembrava um pouco o de Ariovaldo e punhetei suavemente, em movimentos circulares, e vi a seiva de tesão melando meus dedos. Aproximei o rosto e dei uma lambida, sorvendo em seguida; beijei a glande, passei a rolona em minha face, já imersa no clima e finalmente abocanhei, estufando a boca e ouvindo o gemido de tesão do macho.

Acarinhei as bolas enquanto minha boca passava um pouco da glande e a mão esquerda masturbava. O esputo já vazava e eu grunhia, avancei mais um pouco e segui chupando, Fábio gemia e fazia um vai e vem suave em minha boca, segurei firme a base e avancei mais, até emperrar quase na metade, tirar, punhetar, bater o picão na minha cara e abocanhar de novo, mamando mais tarada, remexendo os lábios e dando lambidas rápidas na cabeça. Ele pirou.

Chupei e lambi as bolas, deixando-as babadinhas, depois dei uma lambida da base até a cabeça, repeti umas três vezes, depois abocanhei só a glande e torturei. Fábio deu um gemido alto de tesão e continuei, avancei de uma vez até emperrar, tirei e mamei só a cabeça, repetindo isso mais algumas vezes e sentindo o corpo do comedor tremer. Achei até que ele ia gozar...

—Vem... me deixa prontinha para foder, me chupa! Pedi, me levantando e subindo no sofá. Me aprumei de quatro com a bunda bem arrebitada e ouvi a respiração ruidosa dele.

—Rabão lindo da porra! Disse Fábio, que começou a alisar e beijar minhas nádegas.

Me tremi e gemi manhosa ao sentir a boca quente dele beijando e lambendo minha buceta e cuzinho. O macho começou o oral e ali mostrou que não era qualquer um, chupava com vontade, mas sem afobação. Seus lábios sugavam os lábios de minha vagina e o clitóris e eu já tremia toda e soltava o gemido alto, chegando a encolher os dedos dos pés e me contorcer.

Quando a mulher atocha a cabeça do homem em sua buceta, é porque está adorando o oral, e foi o que fiz. Rebolei enquanto segurava a cabeça de Fábio e ele chupava com maestria, me arrepiando toda, depois soltei e sacolejei as nádegas, ele deu aquele tapa de macho safado nelas e seguiu me arrancando gemidos aflitos. O cara se garantia DEMAIS na chupada. Uau...

—Vem, mete, mete, mete essa rola senão eu gozo, quero pica! Pedi, já... prontinha.

—Eita que a mulher tá com fome! Comentou Fábio, e rimos. Que entrosamento...

O macho pincelou malvado a cabeça de seu pauzão na entrada da minha xoxota, me fazendo gemer mais manhosa, ameaçou meter, só torturando, e quando meteu... ah... que delícia de sensação, que arrepio delicioso, humm... preencheu bem gostoso, me arrepiei, contraí os dedos dos pés e soltei aquele gemido tarado, meio trêmula, e totalmente devassa.

Boa parte do cacetão grosso foi sugado pela minha buceta MUITO melada. Fábio foi na maciota, sem pressa, no sapatinho, só reconhecendo o terreno e me fazendo pirar com seu gingado. Vai e vem suave, mãos alisando e apertando minhas nádegas, e eu gemendo doida.

Fábio segurou minhas ancas, recuou sua rolona até quase tirar e meteu quase tudo. Ainda suave, e me deixava cada vez mais tesa nesse processo que se repetiu umas três vezes, e não demorou muito para que ele atolasse tudo deliciosamente... e fizesse uma leve pressão...

AAAAHHHH... CARALHO... delícia... isso... humm, ai que rola gostosa! Isso... soca, soca, assim... aaahhh... macho gostoso duma porra! Gritei e sussurrei, no pico da tara, trêmula, mas rebolei bem safada com aquela tora toda dentro de mim, e Fábio gemeu gostoso.

“Plaft, plaft”. O som já era esse, acompanhado de nossa respiração ruidosa e tarada, seguida de gemidos aflitos, minhas mãos segurando firme o encosto do sofá e o suor começando a escorrer. Rebolei sem parar e dei leves “bundadas” na virilha de Fábio, que já metia sem cerimônia, sabendo a hora perfeita de mostrar que era um macho tesudo e competente no sexo.

—Meu Deus... que gostosa! Comentou Fábio, e notei uma clara devoção na fala dele.

—Senta... senta no sofá que quero ir por cima! Pedi, e Fábio obedeceu rapidamente.

Minha intenção era essa: pular naquele macho e saber se ele dava conta MESMO, pois uma mulher que tem como fixo o Pastor Rodrigo... só admite levar uma canseira DELE.

Antes de subir, vi sua rolona besuntada de nosso creme, e não resisti, caí de boca e ouvi o gemido feliz e até mesmo descrente do comedor, que deu um riso tarado. Mamei faminta, babando o pauzão e grunhindo, atolando até engasgar. Tirei, bati no rosto, lambi a glande e abocanhei de novo, em seguida montei... e beijei a boca dele, que correspondeu.

Encarei Fábio, segurando sua picona e masturbando. Fiquei de cócoras, pincelei e brinquei com a rolona grossa roçando em minha buceta, em seguida enfiei a cabeça, fiz o sobe e desce suave, gemendo imersa, soltei, abracei o macho e fui descendo, gemendo alto, grunhindo e arfando ao sentir a grossura me alargando. Prestes a chegar no talo, quase tirei, e repeti a ação descrita acima, umas três vezes, ouvindo Fábio pirar, aí sentei de vez...

Minhas pernas tremeram. Por mais que eu já estivesse acostumada com dotados, não tinha jeito. Aquela dorzinha deliciosa que eu sentia quando um pau grande toca lá no fundo e me causa arrepios estava lá, mas jamais me incomodava, então comecei a cavalgar, acocorada e logo dominei os tremores, comecei suave, sentindo aquele salame passear na minha racha.

O ritmo foi gradativo. Fábio explorava meu rabo com suas mãos, alisando e apertando, depois subia para as ancas, dava um tapa nas nádegas e deixava eu comandar, e ao estar bem adaptada ao calibre dele de novo, comecei a quicar com tara, “ploft, ploft” brabo, e ali ouvi o macho dar uns gemidinhos de dor, mas seguiu, me acompanhou gostoso sem oscilar.

Imersa, adorando aquela rolona grossa me fodendo, aumentei o ritmo, respirando forte e gemendo mais tarada, sempre atenta ao semblante de Fábio, que já produzia umas caretas. Segurei o riso ao ouvir ele se esforçando para não pedir calma talvez. Botei para lascar MESMO.

—Ca-Caralho... tu é braba hein? Delícia! Comentou Fábio, e o riso escapou.

—Ah sou mesmo... quando eu pego o embalo... o macho... que aguente! Arrega não cabra... que eu não sou fixa do Rodrigo à toa! Retruquei, atiçando, e vi Fábio sorrir lindamente e replicar:

—Não podia... esperar menos... de uma mulher como você! Eu me acostumo logo!

Será que ia acostumar? O homem já arfava, mas senti sua picona grossa ainda bem dura dentro de mim, então arrebitei a bunda e quiquei com mais força, ele gemeu alto e eu quase gritei, porque castigava mesmo bem fundo nas sentadas. Vi suas coxas suadas e vermelhas, aí dei uma diminuída para não cansar, e sentei ajoelhada, e ali a coisa melhorou...

Fábio meteu o dedo médio no meu cu enquanto eu subia e descia meu rabo, gemendo feito louca e respirando como uma fera furiosa, assim como ele, e o estímulo me fez berrar:

AI CARALHOOO... VOU GOZAR, METE, SOCA, SOCA, VOU GOZ... AAAAhhhh, aaahhh!

—Isso, isso... go-goza, goza gos...aaahhh! Disse, ou melhor... tentou dizer Fábio, que gemeu de dor sim, porque conforme eu gozava, gemia e gritava, pulava sem pena.

Conforme o gozo foi passando, fui reduzindo a força da sentada, rebolei suave, arfando, suada, grunhindo e me joguei sobre o corpo dele, relaxando só um pouco para o segundo round. Fábio me abraçou gostoso, alisando minhas costas e afagando meus cabelos, e nos beijamos.

—Você... é maravilhosa, tô adorando esse momento! Depôs Fábio.

—É? Também estou... adorando, e quero MAIS! Repliquei, e ele assentiu sorrindo.

Quando fui descer, senti as pernas bambas e quase caí. Uau... o macho realmente era dos bons, e teve o reflexo de me segurar, depois sugeriu que eu ficasse deitada, na posição de papai e mamãe mesmo, na beira do sofá. Ele apoiou um dos joelhos sobre a almofada no chão e varou suavemente minha buceta, me preenchendo deliciosamente e me fazendo sorrir tarada.

Fábio elevou e segurou minhas pernas, e foi metendo, aumentando aos poucos o ritmo, e eu gemia aflita, alisando meu corpo, levando meus dedos à boca e chupando. Trocamos olhares tarados, a rolona já passeava todinha de novo e arfei, dei um gemido alto e a foda seguiu.

O comedor parou um pouco quando senti o talo de seu pauzão grosso, e deu aquelas bombadinhas suaves, só para me causar aquela dorzinha gostosa, depois parou de novo, fez uma leve pressão, recuou até quase tirar e repetiu o processo algumas vezes, me deixando maluca de tesão. O cara sabia meter muito, sabia usar seu pau grande e bem grosso com maestria, e claro, sabia o principal: relaxar uma mulher, pois me acariciava sempre, mantendo meu tesão constante.

Eu via perfeitamente o nosso queijo sexual abundante conforme Fábio estocava, e também sentia seu suor caindo sobre mim. Nem estava tão abafado, o jardim era bem arejado, mas o calor de nosso tesão estava brutal. Gemidos mútuos, olhares tarados e sedentos de prazer. Quando senti as pernas normais de novo, pedi para trocar a posição...

Fábio sentou-se no sofá, e eu, me acocorei de costas, segurei a tora grossa e pincelei na minha xoxota gulosa, depois enfiei e retomei a gangorra suavemente, mas rebolando, e Fábio pirou, desci mais e controlei a penetração, deliciosamente preenchida além da conta, arrepiada, depois sentei de vez, continuei rebolando, apoiei as mãos no encosto e cavalguei, tarada.

—Vai gostosa... pula, pula nessa pica sua safada, puta que pariu, que delícia! Disse Fábio, ensandecido e acompanhando meus movimentos, mas me deixando livre também.

Apoiei os pés nas coxas de Fábio e continuei o passeio. Era uma posição meio arriscada, pois eu poderia me desequilibrar, além de machucar as pernas dele com meu peso, mas Fábio mostrou o cabra macho que era, segurou minha cintura e comandou as estocadas, me fazendo gemer alto ao dar uma engatada marota. Que sintonia a nossa, que encontro delicioso...

—Mete sem pena, aahh... gostoso! Pedi, ofegando e pirando de tesão, e ele obedeceu.

Se eu iria fazer anal? Mas é LÓGICO QUE SIM, e pressentindo mais um orgasmo naquela posição, me levantei, e vendo a pirocona mais uma vez besuntada de nosso queijo sexual, me ajeitei paralela a ele e caí de boca, mais tarada, e Fábio deu mais um gemido aflito de prazer.

Chupei até quase engasgar, deixando a rolona grossa bem melada, depois passei a saliva no meu cu, Fábio deu aquele sorriso feliz, salivou seus dedos e meteu um, depois o outro no meu rabo e estocou suave, caí de boca novamente no pauzão, atolando até onde dava, depois tirei, deixando o esputo cair e fiquei de quatro, de bunda arrebitada e abri bem meu cu.

—Nossa... nem preciso perguntar né? Indagou Fábio. Ri alto, depois aticei:

—Se perguntar não come... então... só mete meu querido! A confiança você já tem!

—Não se preocupe... eu sei o que você espera... e não vou decepcionar! Disse Fábio.

—Disso... eu tenho ABSOLUTA CERTEZA! Repliquei, encarando Fábio. Ele sorriu e sorri.

O comedor roçou a glande de seu cacetão na entrada do meu cu, e tive aquele arrepio gostoso, aquele medinho misturado com tesão, misturado com aquela perguntinha sapeca? “Ai... será que eu aguento tudo isso?”. Essa inevitabilidade me deixava alucinada, foi toda essa curiosidade de saber até onde meu corpo poderia ir, que me trouxe até esse gostoso momento.

—Isso... que delícia... que mulher maravilhosa! Sussurrou Fábio, me fazendo delirar...

—AAAiiii... hmmm... aaahhh... ai meu cuzinho... aahhh... delícia! Gemi, tarada ao sentir a cabeça invadindo e alargando meu cu guloso. Fábio deu aquela paradinha marota após acomodar toda a glande, e ali mostrou de novo ser o comedor excepcional que era, porque...

Ele bombava só a glande, suavemente, numa cadência e domínio total de seu membro, sem pressa alguma, mesmo com meu cu e seu amigão bem lubrificados. Aos poucos ele foi enfiando o resto, ainda sem afobação, ao mesmo tempo em que sempre me acariciava. Uma hora ele recuou até quase tirar e meteu até onde tinha metido, deu umas três bombadas e seguiu, gemendo tarado, mas comedido, mas eu... gemia alto e grunhia manhosa.

Soltei as nádegas e o caralhão avançou mais. Dei um grito curto seguido de mais um gemido arfante e segui gemendo relaxada e totalmente passiva. Fábio aumentou um pouco o ritmo das estocadas e deu um tapa na minha bunda, depois retomou as carícias, e naquela hora... dei uma rebolada suave, depois subi e desci o rabo... e Fábio deu um gemido aflito...

—Meu Deus... tu é muito deliciosa, caralho! Comentou Fábio, extasiado e ri sapeca.

—Soca tudo, soca tudo bem suave para eu rebolar bem gostoso! Retruquei, atiçando.

Dei outro gemido alto e safado quando senti o talo grosso daquela rolona. Fábio começou a bombar suave, e ali mostrei quem sou no anal: comecei a rebolar, com a tora atolada no cu, depois iniciei um sobe e desce do meu quadril, revezando esses dois movimentos, e dominei a foda, fazendo o comedor pirar alucinado e só apreciar meu gingado, respirando forte.

Depois que eu embalo... o macho que seja macho e me acompanhe... SEMPRE foi assim.

Após um tempo me enrabando deliciosamente, Fábio tirou a rolona e pediu, tarado:

—Vem, senta de ladinho com o cu!

Fábio sentou-se quase na beira do sofá, vim pela lateral direita dele e, abrindo a nádega, sentei com o cu naquele pauzão grosso e fui até o talo e dei uma reboladinha safada.

Depois comecei a quicar tarada, mas o pau escapou, ele enfiou de novo e retomei as quicadas, imersa e adorando aquela posição, e a rola escapou mais uma vez, aí coloquei e sentei encaixada, retomamos de novo, embalei gostoso, passeei tarada, gemendo bem safada, AMANDO aquele anal, só que... pela terceira vez... a pica saiu, aí esbravejei, irritada MESMO:

—Porra macho, pelo amor de Deus, sustenta essa rola no meu cu senão eu paro!

—C-Calma, calma, vai dar certo, relaxa gostosa! Disse Fábio, meio assustado, mas porra, o clima estava delicioso, o sangue quente, eu propensa e o cara não se alinhava? Aí não né?

Culpa do Pastor Rodrigo... que me deixou mal acostumada com sua maestria no sexo...

Fábio se ajeitou, me ajeitou e finalmente senti que o encaixe prestou, então fomos que fomos, e apesar da irritação ter oscilado um pouco meu tesão, consegui me realinhar, mas não me arrependi da reclamação, pois ODEIO quebra de clima. Uma hora Fábio se empertigou um pouco aquilo me deixou bem presa ao seu caralhão, e aí corri para o abraço e dei-lhe uma lição.

Rebolei devassa e sensual, girando sua rolona grossa atolada no meu cu, depois comecei a gangorra, o sobe e desce com o rabo empinado, virei um pouco meu corpo e troquei olhares com Fábio, que magistralmente começou a me acompanhar, depois parou e assumi, quiquei gostoso, ele deitou de novo, me puxou mais para perto e me inclinou um pouco, aí castigou, reassumiu o controle e me fez gemer tarada e devassa. Provoquei:

—Isso, isso... soca, soca gostoso, me arromba seu puto, assim... aaahhh, delícia!

Após um tempo e alinhamento perfeitos de novo, Fábio sentou-se e montei de frente, com o cu e sentei sem frescura até o talo, e potente de tara e energia, imersa, comecei a rebolar de novo, e o macho pirou a ponto de me fazer sentir seu cacetão pulsando forte no meu cu, aí encarei ele, porque se ele gozasse ali... juro por Deus... Ivana corria o risco de ficar viúva...

—Vai delícia... pula gostoso, vai safada, se acaba nesse pau! Atiçou Fábio, e sorri aliviada, porque foi um alarme falso, o pulsar de seu cacetão foi só um temperinho delicioso.

Rebolei sim, pulei sim, fiz vai e vem, tarada e surtada, gemendo, gritando e arfando, mesclando minha sudorese pesada a de Fábio, numa sinfonia de respirações ofegantes, testando os limites de nossos corpos; mas foda-se, quando o sexo é alinhado, quando o casal está sintonizado, queremos que o tempo seja infinito, queremos exagerar e exageramos.

Arrebitei a bunda, Fábio agarrou a mesma com as duas mãos, fez aquele engate maroto que só comedores experientes fazem e socou sem dó. Minha buceta atritava com a virilha dele, então... senti o orgasmo vindo, senti meu corpo se arrepiando, o ar faltando, e não deu outra...

SOCA, SOCAAA... VOU GOZAR, VOU GOZAR, METE, METE SEM PARAAAAAHHHH... caralho... p-porra... estou... gozando, gozando... p-puta... que... AAAHHHHH! Urrei, ensandecida mais um clímax que quase me arrebentou, e digo sem exagero que esse orgasmo foi um dos mais ferozes que senti até agora... porque Fábio não se conteve e gozou logo em seguida...

Enquanto ele socava sem dó no meu cu, enchia o mesmo de porra; a rolona pulsava violenta e eu quase chorava de prazer com essa avalanche de sensações simultâneas. Me debrucei sobre ele e fui abraçada, gemendo manhosa e ofegante como ele, e silenciamos...

—Caralho... meu Deus... isso... você... é... sem palavras! Disse Fábio, esbaforido.

—V-Você também... foi muito... muito massa, adorei! Comentei, sincera sim, então, sentindo o sangue esfriar um pouco, encarei Fábio, meio desolada. Ele percebeu e indagou:

                —Que foi? Alguma dúvida? Ou... algum problema? Gostou mesmo Luciana?

—Claro que sim, mas depois dessa transa... tão gostosa, tão do jeito que eu esperava... não consigo entender... como uma mulher é casada com um homem bonito, inteligente e pauzudo, muito bom de sexo sem dúvidas... e mesmo assim... fica com outros, além de aceitar você ficar com outras, agora... ficou difícil assimilar isso! Desabafei, sincera como sempre fui. Fábio deu risada.

—Não tente entender essas coisas, é o ser humano buscando ser feliz da maneira que acredita ser possível; certo e errado são coisas subjetivas nesse meio sexual que você acabou de entrar, e quem faz de livre e espontânea vontade o que você e as demais meninas fizeram no carnaval... já devia saber que no sexo... só o prazer interessa! Replicou Fábio, e pasmei.

—Eu sei, mas... enfim... posso filtrar certas coisas no fim das contas! Repliquei, e abaixei a cabeça, meio serena, mas Fábio a ergueu pelo queixo e... repetiu a... “profecia” de Rodrigo:

—Pode filtrar, mas não pode evitar, e muitas vezes... você não vai querer recusar o que esse mundo sexual novo vai te oferecer, e quando digo isso... me refiro a todas as possibilidades!

—Chupar uma buceta ou me deixar ser chupada por outra mulher não é algo que vou fazer só para pagar de “mente aberta”. Eu posso sim abrir minha mente a novas experiências, mas deixando bem claro até onde vou! Tudo tem limites! Retruquei, e Fábio deu risada.

—Ok... tudo bem então! Disse Fábio, e seu sorriso me incomodou um pouco, era como se ele tivesse certeza que eu faria espontaneamente... algo que jamais fiz... Foi o que entendi...

—Mudando de assunto... quero que você me tire uma dúvida! Ensejei.

—Se for do meu conhecimento, tiro sim com prazer! Respondeu Fábio, amável. O beijei.

—Quem era o comedor da Foda Cega que transou comigo no carnaval? Indaguei. A cara que Fábio fez... ou era de um perfeito fingimento... ou então ele REALMENTE não fazia ideia...

—Vou ficar te devendo essa... porque eu não sei! Respondeu o macho, e dei risada.

—Ah não... não é possível que você não tenha visto esse cara na casa, ou depois que rolou a brincadeira, não, aí já é demais! Ele veio duas vezes! Rebati, totalmente descrente, e Fábio riu alto.

—Luciana... eu tava em um dos quartos, transando direto, sangue fervendo, acha mesmo que eu quero saber quem tá trepando com quem no quarto vizinho, no deck, na cozinha, seja lá onde for? Quando a putaria começa... o mundo é o lugar onde a gente tá, e digo a você sem motivo pra mentir: eu soube da brincadeira, mas não sei quem era o cara! Rebateu Fábio.

—Eu... desconfio que foi o Miguel! Comentei, e Fábio fez uma cara de espanto curiosa.

—Tem nem perigo, eu só vi ele duas vezes: antes de você, Raimunda e Gleice chegarem, e na hora que ele veio de tardezinha, arrancou a Gleiciane de cima do Amadeu e levou ela pra trepar no carro dele! Rapaz... o bicho é desmantelado viu! Contou Fábio, que riu muito no final.

—S-Sério? Ele... tirou a Gleice... de cima do Amadeu? Indaguei, embasbacada.

—Foi, ele chegou, pegou a Gleice por trás, na cara de pau, deu uma chupada na boca dela, tirou ela de cima do Amadeu e carregou nos braços até o capô do carro dele, o Amadeu ficou muito puto e eu tive que segurar ele pra não dar merda! Contou Fábio, que ria.

—Meu Deus... esse homem parece que gosta de confusão! Comentei, arrepiada, mas não segurei uma risada ao imaginar a cena, o semblante, enfim... e claro... fiquei excitadíssima...

Parece que o Miguel e a Gleice tem um lance bem antigo, mas... se não me engano ela se envolveu com o Rodrigo por um tempinho também! Comentou Fábio.

—É... ela disse isso mesmo! Falei. Fábio Assentiu.

—Mas... você conhece o Miguel? Já... ficou com ele? Questionou Fábio, ressabiado.

—Nunca o vi na vida, só ouço falar das presepadas dele! Respondi, e Fábio pasmou.

—Oxe, então... como você suspeita do Miguel... se nunca viu ele na vida? Doideira é essa? Indagou Fábio, que ria. Fiquei toda sem jeito, arrependida de ter falado isso.

—F-Foi só... um palpite tá? Falei, me defendendo, mas Fábio ria mais. —Oohhh... para de rir de mim, seu besta! Completei, toda manhosa e ele me abraçou gostoso. Que clima bom...

—Você é uma mulher fantástica, adorei muito esse encontro! Depôs Fábio.

—Também adorei, e... como se sente ao... realizar seu “sonho” de transar com uma fixa do Rodrigo? Você... nunca teve essa chance? Questionei, curiosa.

—Não, nunca, as demais fixas do Rodrigo, e não sei se você conhece elas, são mulheres... digamos assim... inacessíveis, eu não faço ideia do que um homem precisa fazer pra ter atenção delas, e... não me considero fora do padrão assim, tenho boa reputação, mas... enfim, eu me sinto muito feliz, você é uma pessoa agradável e humilde, e me deu um momento inesquecível! Disse Fábio, e sorri...

—Uma última pergunta: como você soube que eu era fixa do Rodrigo antes de me conhecer pessoalmente? Indaguei, e a cara que Fábio fez me deixou encucada de novo.

—Como eu disse, o Miguel veio um pouco antes de você, a Gleice e a Raimunda chegar. Ele comunicou a todos ali o seguinte: “entre as meninas que tão vindo, uma delas é a nova fixa do Abençoado, então tratem ela com muito carinho”. Putz... a gente ficou na maior empolgação, aí eu perguntei pro Miguel quem era e ele disse: “Luciana, a morena do cabelo cacheado e com mechas loiras”! Revelou o comedor, e meu queixo deve ter despencado, juro.

—E-Ele... d-disse isso? Foi... o Rodrigo que mandou ele ir lá? Indaguei, trêmula. Pasma.

—Olha, acho pouco provável; até onde sei, o Rodrigo nunca foi de ficar vigiando suas fixas ou mandar alguém vigiar, ele é muito tranquilo sobre isso, e... só pra tirar de vez da sua cabeça que o cara da Foda Cega é o Miguel... ele... não fica com mulher casada nem a pau, aliás, ele fica, mas se a esposa for liberada pelo marido, e não é o seu caso né? Explanou Fábio, e assenti... é... quase convencida.

—Você e o Rodrigo... se conhecem há muito tempo? Indaguei, e Fábio sorriu acanhado.

—Rapaz... não muito tempo, tem uns sete anos, já fui na casa dele quando precisei de um contador bom pra resolver um bucho que deu no meu Imposto de Renda. Ele foi muito profissional e gentil comigo, inclusive... conheci a esposa dele, e... meu Deus, mas enfim... é isso! Respondeu Fábio, que não se estendeu muito no assunto, pois vi o rapaz marejar um pouco os olhos e ruborizar... 

Eu ia perguntar se a esposa de Fábio havia transado com Rodrigo, já que são um casal liberal, mas diante da consternação dele ao falar do pastor e sua mulher, vi que não teria clima.

—Tudo bem... é... quero tomar um banho! Falei e pedi. O comedor assentiu e nos beijamos.

—Fique à vontade, vou te esperar na sala! Disse Fábio. Sorri e o abracei, afetuosa.

Durante a ducha... me arrepiei toda ao relembrar as coisas que ouvi e também da transa em si, permeada por mais uma história bizarra de “relacionamento moderno”. Primeiro Lane e Marcondes, onde o marido é o corno manso, depois Fábio e a esposa. Meu cu e xoxota ardiam, a trepada foi braba sim, mas deliciosa, inesquecível e com mais mistérios... adorei...

Passei a pomada anestésica que havia no pequeno armário do banheiro, depois olhei meu celular e não haviam chamadas ou mensagens no WhatsApp. Bem... pelo menos por enquanto, e eu tinha de arrumar um jeito de não dar boi para o boi. Me vesti, respirei fundo e abri a porta do quarto, em seguida gesticulei para Gabriela vir, e ela veio rapidamente, ansiosa.

—Vamos lá, diga realmente o que você deseja! Falei, e a mulher sorriu sapeca e linda.

—Tu é... fixa do Abençoado né? indagou Gabriela, e mais uma vez me arrepiei.

—É... sim, sou sim! Por que? Respondi, titubeante no começo, mas orgulhosa no final. Vi um olhar tomado de tesão em Gabriela, que mordeu o lábio e inferior e mandou na lata:

—Ajeita um encontro com ele pra mim, por favor!

—Hã? Encontro? Indaguei, bem surpresa.

—Sim, um encontro com ele! Confirmou a mulher, eufórica, não cabia em si.

—Ficou doida menina? Esqueceu da regra? Membros da equipe não podem se envolver com membros do grupo, você quer arrumar um problema para mim e ele? Já não basta seu envolvimento com o Fábio? Retruquei, séria. Gabriela fez uma carinha desolada e explicou:

—Se for com o Abençoado a Suzy abre exceção, mas só com ele! Ela disse que eu podia tentar, mas que era muito difícil ele topar, então... quando soube que tu vinha e... o Fábio falou que tu era fixa dele, aí... resolvi arriscar né? Vai que dá certo!

—C-Como é? A Suzy abre exceção se for ele? Por que? Questionei, duvidosa.

—Ué... porque ele é o top né? Disse Gabriela, e não pareceu estar mentindo...

—Tem noção do calibre do pau daquele homem? Você acha que dá conta? Aticei.

—Dou, pra mim quanto mais grossa a pomba... melhor. A Suzy me mostrou um vídeo dele de um encontro aí... e mulher... aquele homem é tudo, é lindo, gostoso que só a porra e com uma pombona perfeita pra mim... é porque eu não consigo chegar nele! Disse Gabriela, que só faltou gozar ao dizer isso, de tão tarada que estava pelo pastor. Estarreci total, e a achei meio audaciosa, mas entendi...

—Olha Gabi... ok, eu vou falar com ele, mas não garanto nada, e não vou insistir se ele recusar, até porque nosso lance é recente e realmente ele não está afim de novos encontros, mas... prometo que vou tentar, só não garanto que ele vai aceitar! Falei, sincera.

—Ah... já é uma esperança né? Não custa nada se animar! Disse Gabi, BEM empolgada.

—Fora você, tem tanta mulher assim afim do Abençoado? Indaguei, curiosa.

—Não tenha dúvida... e se prepare pra perturbação viu? Quando elas descobrirem que tu é fixa dele... vão te encher o saco no WhatsApp, já alguns caras... podem ficar cabreiros e não te procurarem, é bem assim que funciona! Revelou Gabriela. Era o dia de ficar pasma, aff...

—Cabreiros por que? Perguntei, impactada.

—Tu vai transar com qualquer um? Sendo fixa do melhor? Tem cara que sabe disso, então nem vai tentar, já outros podem ir no “se colar, colou”! Disse Gabi, e ri concordando.

—É... você tem razão, vai ser difícil, mas tudo bem! Falei, e demos risada.

De repente um “toc-toc” na porta cortou nosso papo sacana. Era Fábio, que avisou:

—Luciana, o motorista já chegou, tá esperando lá fora!

—Certo, já estou indo! Respondi. —É... Gabi, eu... juro a você que não tenho ciúmes do Abençoado, (aham, sei) e prometo falar muito bem de você para ele, mas... se ele recusar... não quero que você pense que interferi, tudo bem? Completei, avisando bem sincera, e Gabriela me abraçou.

—Tá certo, obrigada, você é bem legal! Disse a mulata, sinceramente simpática.

Me despedi de Fábio, deixando sim em aberto um possível terceiro encontro. Por que não? Ele foi muito bacana comigo e entregou o sexo delicioso que sempre esperei, já Gabriela... tinha poucas chances com Rodrigo, mesmo sendo lindinha. Entrei no carro e parti... torcendo pelo contrário... 

FIM

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Olá queridos alunos, chega ao fim mais uma aventura, curtinha, mas que tem muito a revelar lá na frente, espero que tenham curtido mais esse revival, o qual foi maravilhoso para mim. O mundo sexual restrito a poucos e muito sacana, ainda reserva muitas surpresas. Atentem-se às entrelinhas...

A postagem de quarta será uma história fechada bem interessante e devassa, que serviu como um aquecimento delicioso para a minissérie que vem em seguida, a qual vai deixá-los sem fôlego.

Obrigada aos leitores que comentaram e enviaram e-mails. 

Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz, vida e trabalho.

lucycontistasexy@gmail.com



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