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—Você... pode me deixar na casa de Suzy por gentileza? Pedi ao
motorista, que era outro. Claro, mudei o itinerário após me certificar de que a
cafetina estaria em casa.
—Sim senhora! Respondeu o homem, chamado Elano, um senhor bem simpático.
Outro que trabalhava como taxista e Uber. Batalhador, sustentava a esposa, um
filho doente e mais três netos, os quais eram de uma filha que... nas palavras desoladas dele... só lhe dava desgosto.
Pelo visto os únicos motoristas membros do grupo eram Juarez e Robério.
Elano era bem discreto e em nenhum momento abordou assuntos sexuais em nossa
descontraída conversa. Mas o que eu ia fazer na casa da poderosa loiraça
gostosona? É... tirar uma história a limpo...
—Obrigada Seu Elano, bom trabalho e... confie em Deus, vai dar tudo
certo! Falei, ao chegar na casa de Suzy. O bom homem agradeceu e partiu.
Toquei a campainha da casa dela, e após cerca de um minuto, Katiane me
atendeu. Trajava uma camisetinha preta com babados na gola e uma calça branca
boca de sino. Lindinha.
—Oi Lulu, tudo bem? Cumprimentou a novinha, sorridente e amável.
—Tudo ótimo meu amorzinho e você? Respondi e trocamos beijos formais no
rosto.
—Muito trabalho, o negócio tá fervendo! Respondeu a jovem. Rimos e
entrei.
—Oi minha moreninha linda, tudo bem meu amor? Cumprimentou Suzy,
chegando na sala. Uma deusa. Ela trajava um vestido sem alças, estampado e de
comprimento até o joelho, frouxo e com babados na barra. A mulher me abraçou e
me encheu de beijos. Dei risada.
—Ai Suzy... você é uma figura sabia? Comentei, e rimos, mas de repente
avistei Juliette, no cantinho, com as mãos postas sobre a virilha... me fitando
ressabiada. —O-Oi Juliette, tudo bem? Cumprimentei, e ela assentiu sorrindo
simpática, ou... pareceu simpática. Suzy a fitou.
—Minha linda, daqui a três horas tenho que me arrumar para atender um
cliente, então... temos que ser rápidas! Avisou a loira, então, como o assunto
era sério...
—Tudo bem... só... preciso... de um lugar reservado, é particular!
Falei. Suzy assentiu, pegou na minha mão e me conduziu até seu escritório. Lá
nos acomodamos e ela indagou:
—Pode falar meu amor, e pela sua carinha... deve ser algo cabeludo!
Disse Suzy.
—Ai Suzy... fico até sem jeito de falar, mas... preciso, sabe?
Repliquei.
—Aconteceu algo desagradável em seu encontro? Indagou a meretriz,
séria.
—Não, não, imagina, foi... muito bom, mas é que... tinha uma moça
cobrindo o encontro, sendo que combinei com o parceiro... que não tivesse
ninguém da equipe! Revelei.
—Bem, quando é um segundo ou terceiro encontro entre os mesmos
parceiros e já se estabeleceu uma confiança, como foi o seu caso e o de Fábio, eu
permito esse procedimento, porém... por que tinha alguém da equipe lá? E quem
era? Disse e indagou Suzy. Uau, ela sabia...
—Gabriela... e... ela me pediu... um encontro com o Rodrigo! Falei, e
Suzy deu risada.
—Ah meu Deus, é... essa menina está doida para trepar com ele, é
bonita, gostosinha, mas... a pobrezinha não tem a mínima chance. Tem coisa BEM
melhor na fila! Disse Suzy e ri.
—É... imagino que tenha sim! Respondi, então a loira gritou um nome e
disse:
—SUYANEEEE, vem cá meu amor! Deixa eu te mostrar uma coisa!
—Oi tia Suzy! Disse a jovem, e arregalei os olhos ao ver a mulher. Era
lindíssima.
Da minha altura, pele branquinha e perfeita, cabelos castanho-escuros
lisos e bem compridos, olhos verdes, nariz afilado, lábios médios e boca média
em um rosto redondo, seios médios e firmes, quadril largo, pernas grossas e uma
bunda empinadinha e grande. Uma princesa. Trajava uma blusa estampada com manga
só no lado direito e um legging preto.
Suzy gesticulou e ela foi até a cafetina, que a abraçou de lado,
sentada mesmo. Suyane abriu um lindo sorriso simpático ao me ver e retribuí.
Porra... a novinha era uma deusinha, mas muito simpática, porque me cumprimentou
com uma amabilidade sincera e cativante.
—Entre uma “catiroba” do “Alto do Bode” (favela da capital), e essa bonequinha
de 23 aninhos, com pele macia, bem cuidada, pezinhos lindinhos e delicados,
toda meiga e SOLTEIRA... quem você acha que tem mais chance com o Rodrigão?
Indagou Suzy. Estarreci, depois opinei:
—É... a realidade é implacável, mas... a Gabriela também não é feia,
porém eu entendo!
—Abaixa sua calça meu amor! Pediu Suzy. A jovem sorriu sapeca e obedeceu. Arregalei
os olhos, vi uma bucetinha toda lisinha, fechadinha e bem rosada. Suzy virou Suyane
de costas e abriu bem a bunda dela, e pelo aspecto daquele cuzinho também
rosado... era... praticamente virgem.
—Uau, linda mesmo! Comentei, ruborizada e desconcertada. A jovem
se vestiu e sorriu.
—Tesuda né? Além disso: Suyane está no terceiro ano de medicina na
Universidade Federal, fala dois idiomas e já tem seu próprio empreendimento.
Luciana... não se trata de status social, mas eu fiz do Rodrigo um HOMEM
REFINADO, que admira uma mulher não só pela beleza, mas principalmente... pelo
intelecto e visão de mundo que ela tem! Explicou Suzy, e pasmei.
—Ai tia... fiquei com medo de ele me rejeitar! Disse Suyane, sorrindo
lindamente.
—Não minha princesinha... você se garantiu, agora pode ir! Replicou
Suzy. Estarreci.
Suyane se despediu educadamente de mim e se foi. Eu estava arrepiada e
indaguei:
—Ela e o Rodrigo... vão transar?
—Sim, está marcado para... amanhã. Ai, ai... tomara que ela dê conta,
mas enfim... foi só sobre a Gabi que você veio falar comigo? Respondeu e
indagou a meretriz.
—Tem outra coisa: é... ela disse que... você deixa as meninas da
equipe... tentarem encontros com o Rodrigo, e isso é verdade? Perguntei,
cabreira e com medo de entregar a pobre.
—No caso do Rodrigo e Miguel... sim, eles são as únicas exceções porque
são homens de confiança, mas com outros membros, jamais, e sua atitude em me
comunicar isso foi acertadíssima, porque... eu tenho uma leve desconfiança da
Gabriela! Disse a loira. Me tremi.
—Sério? Como assim? Questionei, tentando não dar bandeira, porque Suzy
era astuta.
—Eu tenho para mim... que a Gabriela está tendo encontros com um dos
membros, eu só não posso provar e não sei quem é... AINDA, então você... como
mulher... viu alguma atitude suspeita da Gabi com o Fábio na hora em que chegou
e foi embora? Comentou Suzy, e tremi mais ainda, porque ela olhou BEM dentro
dos meus olhos ao fazer essa pergunta.
—Não Suzy, eu garanto a você... que a Gabriela foi extremamente
profissional em relação ao encontro, só depois que ela me abordou e... pediu
para que eu “ajeitasse” o Rodrigo para ela, mas fora isso, nada, e olha que como professora sou
bem atenta hein? Respondi, mentindo. Ah... Deus...
—Ai Lulu... eu fico tão triste
com mentiras, porque... ah, espere um momento! Disse e comentou a loira, que se
levantou e fechou a porta do escritório, depois voltou e se sentou.
—É, isso é horrível mesmo, muito chato! Respondi, arrependida de ter
ido em sua casa.
—Eu acho... que o Rodrigo está mentindo para mim! Comentou Suzy,
desolada. Pasmei.
—C-Como assim? P-Por que pensa isso? Questionei, e ali não escondi meu
espanto.
—Essa menina, a Juliette, ele disse que ela é filha de um amigo da
igreja, mas eu não acredito nisso, não mesmo! Comentou Suzy, que marejou os
olhos e fungou. Tadinha...
—Nossa, Suzy... mas... por que você desconfia disso? Por que ele
mentiria? Questionei, dissimulando, e realmente eu também não entendia porque
Rodrigo mentiu sobre Juliette.
—Luciana... a Juliette... é A CARA da falecida esposa do Rodrigo, o
corpo é mais ou menos, Juliette é mais cheinha. Não pode ser coincidência e eu vou provar
minha teoria! Replicou Suzy, que abriu uma das gavetas em seguida, tirou uma
foto e me mostrou. Se eu não estivesse sentada...
A fotografia mostrava Rodrigo e a esposa. Ambos sorrindo felizes, e de
fato, Juliette parecia um clone dela, como o pastor disse naquele dia, em um
desabafo angustiado. A sutil diferença estava na boca; a da finada era mais
carnuda e o rosto levemente mais redondo. Linda, com um sorriso que mesmo em
uma captura, expressava sim felicidade de estar com aquele homem.
Pus a mão na boca, estupefata, porque até o estilo do cabelo de ambas eram
semelhantes.
—O Rodrigo... te deu essa foto? Creio que não! Indaguei e deduzi,
depois devolvi.
—Eu roubei essa foto, ele nem sonha que a tenho. E aí? Concorda comigo?
Não acha que essa menina... é na verdade... a cunhada dele? Revelou e
questionou a mulher. Me tremi.
—É... tudo indica que sim, mas... por que roubou essa foto? Falei e
perguntei. Ela riu.
—Certa feita... fui passar um dia inteiro com o Rodrigo. Teve muito
sexo, é claro, mas também fiz almoço, lavei suas roupas, arrumei mais ou menos a casa, e no
meio da arrumação achei essa foto... jogada e empoeirada. Pensei em avisar a
ele, mas... acreditei que essa foto estava jogada... porque Rodrigo tentava
aceitar a realidade, então a guardei comigo... porque também sou parte de tudo
que aconteceu, e sou culpada como ele! Desabafou Suzy, que conseguiu frear o
choro.
—Não acho que Rodrigo faria isso, talvez tenha caído e ele não
percebeu! Comentei.
—Pode ser também, e até faz sentido porque o Rodrigo preserva TUDO que era
da esposa, e o quarto onde eles dormiam... NUNCA foi usado para encontros. Ele
não transa com outra mulher na cama onde dormia com a esposa! Revelou Suzy,
arrepiada como eu.
—Puxa, mas isso... só aumenta o remorso e a dor dele né? Mas eu entendo
como uma forma de respeitar a memória da esposa e... acho lindo, mas... ah...!
Opinei, consternada.
—Olha Lulu, eu só me abri com você dessa forma, porque o Rodrigo NUNCA
escolheu mulher imbecil para ser sua fixa, então... é nosso segredo ok?
Comentou e pediu Suzy, desolada.
—Claro Suzy, e agradeço demais pela confiança! Repliquei, e demos as
mãos, sorrindo.
—Então ok, preciso me aprontar porque já está ficando tarde, e...
cuidado com as idiotas que vão te encher o saco pedindo encontros com o
Rodrigo, a Gabriela é só o começo, então sugiro que bloqueie logo no “zap”
quando o papo começar com: “ei, tu é fixa do Abençoado né?”, aff! Avisou e
aconselhou Suzy, que me fez rir com sua voz engraçada no final.
—Boa ideia, é isso mesmo que eu vou fazer! Respondi, e demos risada...
Assim que saí do escritório de Suzy, não vi Juliette e nem Katiane,
porém, vindo da cozinha, reconheci Rubens, o primeiro dotado cujo dote consegui
engolir, e não sei porque... senti um puta tesão nele, mesmo sabendo que era
feio. Ele teve um impacto ao me reconhecer.
—Oi menina, e aí? Como vai? Cumprimentou
Rubens, bem simpático.
—Tudo ótimo e você? Surpresa vê-lo aqui! Respondi e comentei, em
seguida trocamos beijos formais no rosto, e recebi um rápido e gostoso abraço
dele. Foi sincero e gostei muito.
—Tem teste hoje Rubão? Indagou Suzy, ressabiada.
—Tem não, é que eu tava vindo lá do Garrote e resolvi passar aqui pra
dar uma merendada; pô, tava “brocado” de fome! Respondeu Rubens, e demos risada
do jeito dele.
—Ah sim, tomei um susto porque pensei que tinha teste marcado, e não me
lembro de ter marcado nada, mas enfim, fiquem à vontade que vou me produzir
para sentir umas cócegas, mas engordar ainda mais meu porquinho! Anunciou Suzy,
se retirando e rimos.
—Ei, mas não é a gente que vai pagar o programa não né? Indagou Rubens.
—Não seu besta, é um empresário! Respondeu a meretriz, que deu uma
gargalhada.
—Por que perguntou isso? Indaguei, sem entender a piada, e Rubens riu
mais com Suzy.
—Esse fuleiro pergunta isso quando vou fazer programa com político!
Sacou? A gente paga... dinheiro público, enfim! Explicou Suzy, e ri alto, e
rimos em coro. Bem-humorado ele...
—Você... tem muitos testes pelos próximos dias? Perguntei, já fitando a
virilha dele.
—Sexta-feira tô livre, sábado tem um evento, domingo a mulher tá em
casa, e próxima semana viajo pra trabalhar no interior! Respondeu Rubens,
sacando minha pergunta e sorri.
—Nossa, bem ocupado você hein? Então... sexta dá certo? Comentei e
indaguei.
—Preciso que leve seu exame, o meu eu fiz anteontem, não tive relação e
faço toda quinzena! Disse o macho, em tom vocal baixo, e o fitei surpresa.
—Ah... tudo bem, vou fazer porque tive um encontro hoje! Repliquei.
Rubens assentiu.
—Ah... já estão combinando uma brincadeirinha é? Indagou Suzy, enrolada
na toalha.
—É... mais ou menos! Respondi, acanhada. Ela se achegou e agarrou a
tora de Rubens.
—Deixa eu te mostrar como se engole uma pica grande em segundos! Vai
Rubens, bota a bichona para fora aí! Atiçou e pediu Suzy, e arregalei os olhos,
mas fiquei excitadíssima.
—Peraí que eu vou lavar rapidão, tinha acabado de mijar! Disse o homem,
que saiu.
Rubens voltou rapidamente, já com seus 23 centímetros para fora, Suzy
se abaixou e punhetou suave, em seguida abocanhou a cabeça, depois lambeu,
chupou e engoliu de uma vez.
Impressionante, eu sorria, mas de descrença, a loira sequer engasgou,
mamava com a rolona atolada, fazendo o vai e vem suave, depois acelerou, isso
sem engulhar e por um bom tempo. Ela tirou, com saliva caindo, punhetou e
abocanhou até engolir num movimento só e deu solavancos com a cabeça, mostrando
absoluta destreza na garganta profunda.
—Eita rola gostosa de engolir viu? Vai Luciana, sua vez! Elogiou e
mandou Suzy. Pasmei.
—E-Eu? A-Agora? Indaguei, surpresa e meio tímida. O casal riu e
ruborizei mais.
—É mulher... ou... vocês trapacearam no teste? Atiçou Suzy, e rimos
alto.
—Deixe de conversa besta que eu nunca fiz isso viu? Retrucou Rubens,
rindo.
—É Suzy, foi limpo! Endossei e eles riram alto. Suzy riu e replicou, me
fazendo rir mais.
—Eu sei mulher, só estou “frescando” com vocês! Vai, vai, engole essa
cobra aí!
Me abaixei, segurei a tora de Rubens e punhetei, comecei lambendo a
cabeça comprida, masturbando, depois abocanhei, fitei Suzy e ela me encarava
com olhos ávidos, aí não aguentei e ri, com a rolona na boca, mas retomei,
cheguei à metade e engasguei um pouco, recuei uma coisinha e segui mamando,
depois avancei, passei do meio, arfando e já babando bastante, tossi e avancei
mais, até que finalmente engoli tudo, fiz um vai e vem rápido e tirei,
ofegante.
—É... se fosse outro teste, tinha passado já! Comentou Rubens e rimos.
Eu arfava.
—Precisa de um pouco mais de prática, mas está ótimo, se estivesse
valendo, teria passado sim e de primeira! Elogiou Suzy e dei risada, limpei a
boca e levantei...
—Combinado então? Sexta que horas está bom? Questionei, e Rubens
respondeu:
—14h tá de boa, manda um “zap” que eu aviso o motorista pra ir te
buscar! Assenti...
SEXTA-FEIRA, 26 DE ABRIL DE 2019, 14H.
Descanso? Para que? O corno tinha voltado de viagem no mesmo dia em que
tive o encontro com Fábio, o que foi uma desagradável surpresa, e ainda quis
sexo, o que claro, me recusei a fazer inventando uma desculpinha. Ele quis
discutir e discutimos, mas não rolou e pronto, eu sentia nojo não só daquele
palito que ele chamava de pau, mas dele todo...
Cheguei à casa de Rubens ás 14h,
em uma rua a qual tinha poucas casas, mato alto e nenhuma pavimentação. Normal
para o bairro onde moro. A casa dele era simples e sem reboco por fora, com um
enorme portão de grade, e na garagem, vi uma Saveiro cor vinho, anos 80 talvez,
bem calejada, então bati palmas, apesar de ver o portão sem cadeado algum.
Peguei o celular e liguei para o examinador, e quase um minuto depois,
a porta de sua casa se abriu, e só vi a cabeça dele atrás da porta. Certamente
estava nu ou de cueca. O macho gesticulou para eu entrar, cruzei o portão e fui
até lá rapidamente, em seguida entrei.
A casa de Rubens era simples por dentro, nada de móveis bonitões, mas
também não estavam deteriorados. Um lar humilde e bem arrumado, exceto o piso
branco de cerâmica, o qual estava com boa parte rachada e manchada. Normal, o
meu também tem alguns trincos...
Vestidos facilitam bastante tudo, e o meu era um de comprimento médio,
de mangas curtas, decote discreto e babados na barra, o comedor me fitou com
tara e trocamos olhares, ele trajava uma camiseta estampada média e uma cueca
box branca, a qual avolumava tentadoramente seu cacetão, e não me fiz de
rogada, apalpei gostoso e sorrimos bem safados.
—Boa tarde Luciana, seja bem-vinda! Cumprimentou Rubens, sereno e
simpático.
—Boa tarde Rubens, obrigada! Respondi, e ele meteu a mão no meu rabo.
Gemi.
Meu exame foi feito no dia seguinte ao do encontro com Fábio. Tudo
certíssimo, apesar do leve medo por seguir transando sem proteção; ah... mas eu
sempre detestei camisinha, aquela coisa borrachuda que logo seca e resseca
minha buceta e tira mais da metade do tesão na foda me irritava. Eu sei, as
doenças estão aí, é perigoso, mas... pele com pele é bom demais.
Dessa vez não havia ninguém da equipe, porque Rubens... era da equipe.
Mostramos nossos exames um ao outro, e após nos certificarmos de que tudo
estava nos eixos, um belo amasso aconteceu, mas não beijei a boca dele, apenas
ofereci meu pescoço para ser beijado.
O avaliador me levou até seu quarto, o qual era bem arrumado, com uma
cama box de casal grande, daquelas King Size, bem forrada e com travesseiros
grandes. Tirei minha roupa e ele delirou ao ver meu corpo nu, e já me atentou
ao pôr sua jeba morena para fora. Pirei...
Rubens deitou-se na cama, nu e com o pauzão em riste, fiquei ajoelhada
entre suas pernas e punhetei, com as duas mãos e deixando só a glande comprida
à mostra, depois, abocanhei a glande, e ele gemeu enquanto eu dava chupadas
rápidas; tirei a boca e fiquei lambendo a cabeça, como se fosse um sorvete,
abocanhei e comecei o boquete para valer.
Passei da glande e cheguei quase à metade, abrindo bem a boca, recuei e
mamei, avancei de novo e tentei atolar, engasguei, deixei o esputo cair e
recuei, tirando ofegante, em seguida punhetei de novo, lambi e abocanhei, indo
de uma vez até a metade, impulsionei a cabeça para a frente e avancei, mas um
mal jeito me fez engasgar e quase vomitar, então tirei.
—Uma já foi, faltam duas! Boa sorte! Disse Rubens, brincando. Ri e
abocanhei de novo, mostrando meu dedo médio para ele, que deu risada, pisquei,
inclinando a cabeça e sorri, alisando sua coxa e movimentando meus lábios,
estimulando o prepúcio e gemendo.
—Cuidado para não gozar antes dos 15 minutos hein! Comentei, devolvendo
a brincadeira, e olhando para um relógio digital que havia sobre um criado
mudo, ao lado da cama.
—Ah, pode deixar, você chupa muito gostoso, mas eu sei me segurar!
Disse Rubens.
—Espero que saiba mesmo! Respondi, e mordisquei a glande, depois
abocanhei, ajeitei a cabeça e desci de uma vez, atolando tudo, e dando
narigadas em sua virilha, depois tirei.
—Humm, pegou a manha mesmo hein! Comentou Rubens. Assenti sorrindo,
lambi sua tora da base até a glande, onde dei chupadas lentas, como se
estivesse beijando uma boca, passando a língua bem na pontinha e fazendo o
macho se arrepiar e expelir sua seiva profusamente. Apertei com força abaixo da
cabeça comprida e ela verteu mais, passei a língua e abocanhei, chupando e
desci até o prepúcio, onde meus lábios remexiam sem parar.
—Chupa minha buceta bem gostoso enquanto eu te mamo, anda! Ordenei,
montando nele, preparando um 69. Atochei minha xoxota na cara dele, que abraçou
minhas nádegas e as abriu, alisando-as deliciosamente, e o avaliador caiu de
boca em minha xana, me fazendo tremer gostoso e gemer alto com sua investida
oral. Sacudi seu pauzão com força e abocanhei.
Rebolando em cima da cabeça de
Rubens, que chupava deliciosamente minha xoxota, atolei metade de sua rola
enorme de uma vez, e mamei, gemendo manhosa e deixando a saliva vazar. Espalhei
a mesma com a mão, massageando as bolas e desci mais, tendo um pouco de
dificuldade naquela posição e engasgando, então tirei e punhetei, dei outro
gemido e tremi de novo sentindo a língua dele lambendo meu cu e o penetrando em
seguida.
Ele abriu bem minhas nádegas e chupou gostoso meu anelzinho, caí de
boca novamente em sua tora, lambendo e chupando a cabeça rapidamente,
torturando-a com meus lábios, e ele gemeu alto, atolei até mais da metade e
bombei a cabeça, recuei, quase tirando e desci de novo, meneando a cabeça e os
lábios, e engoli, tossi o esputo e prendi a rolona, engasgando um pouco e
ouvindo Rubens gemer alto de novo, bombando o pauzão em minha boca. Tirei,
ofegante e besuntei o caralhão com minha saliva, em seguida me levantei. Era
hora de meter...
—Mais que aprovada! Eita
mulherão gostoso! Comentou Rubens, extasiado.
—Humm, obrigada, depois eu chupo mais um pouco, agora quero fazer o
teste dos 40 minutos de sexo anal; será que eu passo hein? Respondi e indaguei,
fazendo charme.
—Tenho certeza que passa, esse teu rabão delicioso foi feito pra pica
grande! Disse Rubens, alisando minha bunda e a estapeando. Rebolei, de costas e
então sentei, acocorada.
—AAAhhnn! Isso mesmo, bunda grande, rola grande, comigo é assim!
Respondi, gemendo alto e manhosa, ao sentir boa parte daquele pauzão delicioso
deslizando no meu cu.
Controlei os movimentos, quicando suavemente enquanto Rubens gemia e
alisava minha bundona sem parar. Em comparativos de grossura, o pintão do meu
comedor era mais grosso que o de Juarez pouca coisa, mas ambos não eram finos
de jeito nenhum, quer dizer, o do taxista era. Desci até mais da metade da
rolona e segui cavalgando, gemendo alto e com as pernas tremendo um pouco, mas
sem esmorecer. Abri minhas nádegas e o cacetão deslizou mais, arregaçando
gostoso meu cu e me fazendo grunhir, então acelerei e meu rabo o engoliu.
Tempo depois, sentei de frente, acocorada de novo, atolei todo aquele
caralhão no meu cu guloso e quiquei, tirando quase tudo e socando até o talo
quando sentava.
—Isso, rebola, rebola gostoso nessa pica! Disse Rubens, tarado e
apertando minha bunda. Sorri e rebolei mais, gemendo e rindo, amando aquele
movimento de nossos corpos.
Sentei sobre os meus joelhos, apoiei as canelas nas coxas de Rubens,
arrebitei a bunda e continuei a cavalgada anal, subindo até quase tirar e
descendo até atolar, rápido, gemendo ensandecida enquanto ele chupava meu seio
direito e apalpava o esquerdo, segurando e estapeando minhas nádegas, do jeito
que eu adoro. O cara sabia meter bem gostoso.
Rubens me pôs de quatro na beira da cama, chupou minha buceta
deliciosamente, melou mais o meu cu e o varou com sua piroca enorme, me fazendo
gemer chorosa.
—Isso, isso CARALHO! Soca essa pica com força no meu cu, vai, vai!
Falei, tão tarada quanto ele. O macho segurou minhas ancas e obedeceu meu
pedido, me fazendo gritar e encolher os dedos dos pés, balançando as pernas em
seguida. Doía sim, afinal, descansei pouco.
—É rola no cu que tu gosta, né safada? Então toma, toma rola nesse
cuzão gostoso! Disse Rubens, provocando e metendo forte. Dei risada e rebolei,
empinando mais meu rabo.
Deitei meu tronco sobre um travesseiro e abri bem minhas nádegas para o
comedor continuar alimentando meu cu com sua rolona deliciosa. Eu já suava
profusamente, e sentia os pingos de suor do macho em minhas costas, a gente
ofegava e respirava ruidosamente.
Após um bom tempo, ainda na beira da cama, fui deitada de ladinho, e
Rubens, de pé, varou meu cu de novo, maravilhado com minha bundona faminta,
pois ele não parava de alisar, apertar e estapear a mesma. Abri a nádega
direita e comecei a fitar o macho, com os dentes cerrados e grunhindo como uma
fera furiosa enquanto ele me encarava e não parava de socar sua rola todinha no
meu rabo, o deixando cada vez mais arrombado com sua grossura gostosa.
Quem ficou à beira do dormitório após um bom tempo foi Rubens. Ele me
mandou sentar de costas com o cu e obedeci, é claro. Subi na cama e após
posicionar o caralhão na entrada do meu rabo, desci gostoso, atolei tudo,
rebolei e recomecei a cavalgada, o avaliador segurou minha cintura e bombou,
atolando mais forte seu caralhão, parei para levar ferro, depois apoiei as
pernas nas coxas dele e o macho continuou me arregaçando deliciosamente,
metendo freneticamente e dando solavancos quando atolava, me fazendo gritar
mais.
Depois de um tempo, ele ergueu minhas pernas e seguiu arregaçando meu
ânus, queria me enrabar em todas as posições possíveis, e eu adorava aquilo,
estava num cio violento, gemendo manhosa e gritando conforme aquele pintão
gostoso me arregaçava, pedindo mais, e me surpreendendo comigo mesma por estar
tão tarada. Toma seu corno de merda...
Mudamos de posição novamente, Rubens me pôs deitada de frente, com as
pernas elevadas e meteu brasa no meu cu de novo, me fitando com um olhar
ensandecido de desejo, e sendo correspondido por mim. Nossa respiração cada vez
mais ruidosa denunciava a libido extrema que de nós exalava, ele flexionou mais
minhas pernas e as segurou enquanto socava sem pena alguma sua tora no meu
rabo, me fazendo gritar com o livre passeio daquele caralhão.
—Vai, vai, vou gozar, vou gozar, mete, soca, soca... mexe gostoso na
minha buceta, me mastrubraaaAAAAAHHH, AAAAHHHNNN! O macho obedeceu e friccionou
com os dedos o meu clitóris enquanto socava forte e eu gozava alucinadamente,
me contorcendo e tendo leves cãibras nas pernas, ofegante e chorosa. Que
orgasmo delicioso.
—Isso, goza gostoso no pau do teu macho! Disse Rubens, diminuindo o ritmo das estocadas enquanto meu corpo relaxava, profusamente suado. Meu macho ele não era, não mesmo... meu macho era só um: Rodrigo, meu amante fixo... meu melhor amante, mas Rubens não fez feio, me fodeu gostoso, do jeitinho que eu adoro... mas... o Rodrigo é o Rodrigo... o pastor... é um mestre do sexo...
—Lava essa rolona para me dar leitinho, vai! Pedi, toda manhosa, pois
não fiz a chuca, e mesmo vendo aquele cacetão sem sujeira alguma sair do meu cu
várias vezes, não quis chupar.
—Bora pro banheiro! Completou o avaliador, me convidando. Ele queria
uma saideira de sexo anal, e eu daria sim, ainda tinha uma reserva de
energia...
Mas... para minha surpresa, Rubens apenas lavou sua rolona e me pôs
para mamar, e não me chateei, ele me fodeu com maestria e vontade, me deu
prazer, então chupei louca, faminta, engoli aqueles 23 centímetros deliciosos
sem muita dificuldade, já pegando o jeito.
—Vai, goza gostoso na minha boca! Pedi, abrindo a mesma. Rubens começou a punhetar sua picona e não demorou para que urrasse ensandecido, despejando um esperma não muito denso, na verdade era quase transparente, mas gostoso e razoavelmente abundante. Sorvi tudo e chupei mais, até deixar aquela pica de jegue bem limpinha. Que delícia ouvir os gemidos guturais dele...
Rubens terminou seu banho primeiro que eu e saiu para me deixar à vontade. A água da casa dele estava tão gostosa, que aproveitei bastante, e tomei uma ducha como se estivesse na minha, usando o xampu e sabonete de sua esposa, que eram quase os mesmos que eu usava. Apesar de relaxar bem no banho, não me alonguei muito, terminei razoavelmente em tempo hábil e me enxuguei, depois voltei ao quarto e vesti minhas roupas. Foi delicioso e de novo, me senti poderosa ao engolir aquele pauzão...
Fui para a sala, e Rubens, já vestido, levantou-se do sofá e disse, bem
humilde:
—Puxa vida... adorei mesmo! Obrigado pelo encontro, jamais vou esquecer!
—Também adorei repetir meu teste! Repliquei, e nos abraçamos. Conversamos um pouco, depois o mototáxi chegou e fui para casa, e também deixei em aberto mais um bis.
FIM
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Olá queridos alunos, espero que esteja tudo bem com vocês e que tenham gostado da história.
Digamos que esse foi um "update" do meu teste, achei necessário ter uma avaliação total, rsrsrs, e foi delicioso. Mais à frente, um terceiro encontro com Rubens e outros dois caras vai rolar, e até reli antes de postar esse relato, porque foi maravilhoso; eu, no auge do tesão e safadeza, dei conta de três.
Próxima semana, ou daqui a 15 dias, o início de uma minissérie que foi um dos marcos não só do Terceiro Ato, mas de toda minha vida sexual, é putaria e devassidão braba, mas com passagens surpreendentes e tocantes, o mergulho no mundo sexual secreto e despudorado atinge níveis mais profundos, e não vou me estender muito sobre isso, apenas aguardem e leiam.
Estou muito triste com a falta de comentários nas postagens, se vocês soubessem como me desdobro para fazer uma simples postagem e como fico feliz quando alguém comenta. Poxa, já deixei a opção "anônimo" para preservar leitores que não querem se expor, mas enfim...
Beijos, tenham todos um resto de semana maravilhoso, cheio de paz, vida, trabalho e muito prazer, mas prazer com responsabilidade, pois a vida é uma só e é nosso maior tesouro.
Em breve o blog será reformulado, o que acarretará em mais um hiato...
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Comentários

Maravilhosa professora.
ResponderExcluirBelíssima professora
ResponderExcluirLindíssima professora.
ResponderExcluirola deliciosa professoressa....que maravilha de conto, como sempre....estamos sempre aguardando mais.....e, para variar um pouco...se cuide ta...!!! beijo....de nós. kkkkkk
ResponderExcluirMaravilhosa professorinha, esta cada vez melhor!
ResponderExcluirE ai o Rô pegou a novinha mesmo?
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