102 - A DESPEDIDA – PARTE 3

             

Desci da mesa e abri a bunda grande de Raimunda, segurando aquelas nádegas macias e durinhas da fêmea quase cinquentona, e que jogava muitas alunas novinhas que tínhamos no lixo. Sem brincadeira, a mulher também envelhecia muito bem, e quando vi Ariovaldo a penetrando, socando sua rolona grossa de uma vez na buceta ensopada dela e de forma suave, me admirei com seu fogo, pois normalmente na idade dela, 45 anos, as mulheres já entram no climatério e vivem a principal fase dele: a menopausa, a qual reduz e até inibe a libido.

—Vai Valdo... me domina... e castiga! Pediu Raimunda, e soltei suas nádegas.

O vigia segurou as ancas de minha amiga e começou seu gingado sexual, e na hora Raimunda deu uma mãozada estridente na mesa, gemendo alto e se tremendo toda, arrepiada e ofegando, então o “plaft, plaft” veio sem firulas, a mulher quase perdeu a voz tentando gemer, de tão imersa na transa que estava, e começou a rebolar, devorando a tora de Valdo.

—Eita reposição hormonal da boa hein? Trocei, e Valdo deu risada.

—Vai te lascar Luciana... isso aqui é tesão natural minha filha... eu... sei me cuidar, não preciso dessas merdas para ser mulher! BORA VALDO... METE ROLA, QUERO ROLA CARALHO! Retrucou Raimunda, mostrando o dedo médio e demos risada.

—Isso Mundica... rebola na pica do teu macho! Disse Ariovaldo, que deu um tabefe bem estralado na bunda de Raimunda, e ela gemeu safada, rebolando mais em seguida.

A mulher passeava alucinada no picão, rebolava e dava trancos, chocando seu corpo contra o do vigia. Ele segurou os cabelos dela e ali a vi berrar e dar outro tapão na mesa, chegando a babar conforme ofegava, fazendo uma careta de dor e tesão, pois as estocadas do macho eram fortes e ferozes.

 Meus dedos castigavam minha buceta, então o vigia os tirou e meteu os dele, Raimunda abriu as nádegas e a meteção seguiu alucinada, cada solavanco que o comedor dava, chacoalhava a bundona da fêmea, que gritava e gemia seu tesão apaixonado.

—AAAiiii... caralhoooo... caralho, caralho... pau gostoso... gostoso... AAAHHHH... puta que pariu Ariovaldo... puta que pariu meu amor... me fode, fode, fode! Despejou Raimunda, surtada e rebolando mais, arfando e suada, cada vez mais tarada, e me arrepiei.

Ariovaldo parou uma hora, e só nossas respirações ecoavam naquele recinto. Raimunda rebolava suavemente, o comedor ainda mantinha seus cabelos puxados e presos à mão esquerda, então deu um tranco feroz, que fez a mulher gritar quase chorando, parou, deu outro, e ela berrou de novo, soltou a mão dele de seus cabelos e o fitou com uma fúria sexual que me deixou ainda mais arrepiada e impressionada; seus dentes cerrados e os olhos flamejantes, davam o tom de que o vigia corria risco sim, de pela primeira vez, não sei... arregar para ela...

—É assim que tu gosta? É assim né Raimunda? Questionou Valdo. Arregar? Perdão...

—É assim que um macho tem que me foder... e SÓ VOCÊ me fode assim, só você meu amor! Desabafou Raimunda e quase chorei ao ver uma lágrima despencar de seu olho direito.

—Então vou te dar pica do jeito que você gosta... do jeito que você merece... sua safada, tesuda do caralho! Retrucou Ariovaldo... com os olhos também marejados. Raimunda assentiu.

Ariovaldo socou com gosto seus dedos em minha buceta, dominou Raimunda pelos cabelos novamente e meteu com a alma, com aquela força gostosa que nos deixa mais loucas. O macho gemia, Raimunda gemia e eu gemia. Uma sinfonia de gemidos ecoava pelo Laboratório de Ciências, nos convencendo de que aquela suruba seria tão antológica quanto foi a primeira.

—Ai Valdo... para senão vou gozar... e eu gosto de gozar levando pica! Falei, pirada com a siririca do macho e sentindo o clímax querendo se aproximar, e o coroa parou.

—Anda... chupa, mama morena tesuda! Pediu o vigia, respirando ruidosamente e saindo da buceta de Raimunda. Vi seu pauzão quase coberto do requeijão sexual dela e pirei.

Me acocorei, agarrei aquela tora bem grossa e melada, em seguida punhetei, roçando a cabeçorra em meus lábios, abocanhei e chupei tarada, e quando involuntariamente contraí e relaxei meu cuzinho, entendi que ele já sentia uma fome violenta daquele pauzão, então meneei a cabeça e fui até emperrar, bombei devagar e o esputo vazou até cair, recuei até tirar, dei uma cuspida pesada no caralhão, lambi, beijei e caí de boca de novo, mamando surtada.

—Vai vigia... sobe na mesa que agora eu vou cavalgar! Avisei, e Valdo obedeceu.

Sei lá quantos metros tinha aquela mesa, só sei que era muito comprida e razoavelmente larga, com espaço suficiente e folga para nós três. O móvel era resistente, de madeira maciça, e isso me deixou segura para realizar meu desejo. Ariovaldo deitou-se, a coroa e eu dividimos um boquete bem devasso, paralelas ao macho, depois me acocorei, pincelei o cacetão na entrada da minha racha e sentei, gemendo alto e trêmula, mas conseguindo me equilibrar. 

O cu esperaria mais um pouquinho, pois a xoxota ainda estava faminta...

Apoiei as mãos sobre os joelhos, arrebitei a bunda e comecei a passear, gemendo aflita, descendo até atolar, rebolando suavemente quando atolei tudo e subindo até quase tirar, fazendo um vai e vem suave, sentindo aquele calibre grosso tão delicioso me alargando e sentando até o talo novamente, dando uma paradinha e gemendo ofegante.

—Abre a bunda safadona, abre... deixa eu ver o pauzão do nosso macho arrombando você, abre o rabão, abre! Sussurrou Raimunda, pedindo. Abri bem minhas nádegas. —Humm... delícia... pau gostoso é aquele que nos deixa bem preenchidas! Completou a coroa.

Segui a gangorra, mantendo meu rabo guloso aberto e apertando bem minhas nádegas, pirando com as carícias de Ariovaldo em meus seios e seu gingado sintonizado com o meu. Senti a mão de Raimunda acarinhando as bolas do comedor, sentei ajoelhada e então intensifiquei a cavalgada, gemendo escandalosa ao sentir o caralhão espesso do vigia lá no fundo e me deixando mais alargada, ele segurou minha bunda e acompanhou, engatou de jeito e...

AAAHHH... AAAHHH... ESTOU GOZANDO, ESTOU GOZANDOOO! Ca-Caralhooo... puta que... pariuuu... AAAHHHH, SOCA, SOCA, NÃO PARA VALDO! Urrei meu clímax, surtada.

O vigia me trouxe para junto de seu corpo, me abraçou e mandou ferro em mim, aproveitando o efeito alucinante do orgasmo delicioso que ele sempre me dera, e continuava muito competente em me fazer gozar como louca, Raimunda pirou com aquilo e instigou:

—Vai Valdo, vai... mata a Luciana de rola, arregaça essa safadona! Dito isso ela deu uma mãozada cheia em meu rabo, o apertou e dei aquele gemido de dor, porque doeu mesmo.

Saí de cima do caralhão e quando dei por mim, a coroa já mamava, sentindo o gosto de meu orgasmo e pouco ligando para isso, reforçando e blindando ainda mais nossa parceria e cumplicidade no sexo. A gente só não se agarrava e se beijava, mas tínhamos muito carinho uma com a outra, principalmente porque quem nos comia... era o homem que nos inspirava a isso.

Raimunda não chupou muito, montou de frente, alocou a tora na entrada de sua buceta gulosa, pincelou o cabeção no clitóris e sentou de uma vez, em seguida cavalgou alucinada. Fiquei ao lado, me restabelecendo um pouco para a próxima rodada, que seria de anal, e ali eu faria um anal bem inspirado, para deixar na memória de Valdo e na minha para sempre...

Vendo a bunda grande de Raimunda subindo e descendo naquele pau grande e grosso, tive vontade de socar o dedo no cu dela e fodê-lo, mas aí seria passar dos limites de nossa cumplicidade, ela certamente não iria curtir, pois se não fez comigo, é porque não queria que fizesse com ela; no máximo abríamos a bunda uma da outra e alisávamos, e era gostoso, e mais gostoso ainda era vê-la quicando na tora bem grossa do vigia, e meu tesão voltou com tudo quando meus olhos viram o creme sexual escorrendo da xoxota dela sem parar...

Raimunda mudou de posição, ficou de costas para Valdo, mas antes de ela sentar de novo, caí de boca naquele caralhão grosso e o deixei limpinho, sorvi todo aquele requeijão, porque eu ficava doida ao ver um pauzão melecado daquela quase porra, pauzão esse que já estava sim avermelhado de tanto nos foder. A xoxota de Raimunda estava perto, então conduzi o picão até ela, esfreguei e ela ajudou na penetração, sentou até o talo e pulou surtada.

O semblante quase choroso de Raimunda, somado a sua respiração ruidosa e furiosa, davam o tom brutal daquela trepada, pois as estocadas de Valdo não eram brincadeira, ele segurava as ancas dela e mandava rola sem piedade, pondo à prova o corpo da mulher ao receber um pênis com o calibre do dele. Uma hora ele a sustentou pelas pernas, elevando-a um pouco e continuou trucidando a vagina da coroa, que sequer reclamava, pedia mais. 

—Puta que pariu Raimunda... você tá demais hoje! Comentou Valdo. Ih... será?

—Soca rola, soca rola, SOCA ROLAAAA! CARALHOO! Isso, isso, isso... assim meu macho, meu macho tesudo do caralho, me dá bem muita pica! Ordenou a fêmea e gritou. Gente do céu.

Se aquilo não foi uma demonstração de Raimunda cruzando a fronteira entre o tesão e uma paixão voraz... então eu não sei mais como saber a hora em que essa transição ocorre. Raimunda sussurrou “meu amor” “N” vezes enquanto era currada pelo vigia, e tive pena de Djair...

O sexo apaixona sim, e se o sexo e tudo que o permeia (antes) preencher lacunas e sarar dores... a paixão pode sim virar amor, e eu já previa os efeitos desastrosos que a ausência de Ariovaldo causaria em Raimunda, efeitos esses que nem seus filhos bons de foda seriam capazes de atenuar. Roguei aos céus para que minha amiga não mergulhasse em uma tristeza inescapável...

Raimunda também urrou seu orgasmo, um lindo clímax, com lágrimas de um júbilo indescritível. Valdo continuava currando sua amante e mais palavras profundamente afetuosas da parte dela foram proferidas, enquanto o caralhão seguia alimentando sua buceta. Pensam que a fêmea quase cinquentona parou após gozar? Ela ficou de quatro na mesa e abriu seu rabo.

—Pisca esse cuzinho pro seu comedor! Ordenou Valdo, que estapeou a bunda dela.

—Quer comer meu cuzinho? Hum meu tesudo? Ó como ele te chama! Atiçou a coroa.

Um forte trovão irrompeu lá fora, e um rápido clarão invadiu o Laboratório de Ciências.

—Ói... lá vem água! Comentou o vigia. Trepar embalada pela chuva... amo. Pensei.

—O “inverno”* está tão fraco esse ano! Comentei. Os demais concordaram.

Onde nasci, no Nordeste, chamamos o período chuvoso de inverno, e eu sei que é incorreto porque inverno remete a frio, e era mais fácil o mar secar do que haver frio no estado onde sou nativa, mas era um vício de linguagem que não dava para tirar de toda a população, era algo... cultural vamos dizer assim e difícil de explicar, porque no período chuvoso fazia um pouquinho de frio...

—Abre meu rabo safadona! Pediu Raimunda. Me posicionei paralela a mulher e o abri. Valdo veio e me pôs para mamar sua tora afim de deixa-la bem besuntada, e o fiz.

Após um boquete bem melado, cuspi no cu de Raimunda e Valdo espalhou com o cabeção de sua tora, em seguida pincelou e meteu. A mulher gemeu alto, mantive as nádegas dela abertas e sem piscar, olhando o cacetão gordo do vigia invadir aquele ânus aos poucos, sem pressa, saboreando e destruindo cada preguinha, em um vai e vem que me deixava doida.

A mesma sensação que eu tinha ao ser penetrada no cu pelo trabuco de Valdo ou Rodrigo, eu via com Raimunda, via a dilatação absurda daquele orifício e a pouca contração conforme o pênis fazia seu movimento. Ofeguei, louca de tesão, e mais tesuda fiquei ao ver minha amiga prestes a perder o controle de seu corpo devido aos tremores nas pernas. As canelas balançavam, os pés inclinavam tentavam se encontrar, com os dedinhos contraídos.

Logo o cu de Raimunda devorou a tora de Valdo, e a coroa berrou seu tesão, toda arrepiada. Eu já tinha soltado suas nádegas, mas via cada movimento do macho a enrabando e pirava de tesão, ansiando pela minha vez; o comedor parou, com sua tora toda enterrada no rabo dela e fez um vai e vem quase imperceptível, e a mulher surtou, rebolou e gemeu alto.

—Isso Raimunda... rebola na rola do teu macho! Come esse pau! Disse Valdo.

—Ah... mas eu não espero a saudade dessa rola me torturar nem a pau... vou atrás de você até no inferno, mas não vou ficar sem sua pica Ariovaldo, NÃO VOU! Disse e gritou Raimunda, com uma brutal convicção em sua fala. Fitei o vigia, boquiaberta e arrepiada.

—Ela sempre vai tá te esperando... minha delícia, e eu sempre vou vir aqui pra te dar ela também! Retrucou o macho, e ela olhou para trás, encarando o comedor. Me arrepiei de novo.

Quando o macho fode gostoso uma mulher... sim, ela vai até o inferno se preciso, passa horas na estrada, porque quer mais... quer de novo, e eu entendia perfeitamente isso.

Aquele diálogo carregado de safadeza e paixão do casal, foi a gasolina jogada no fogaréu, e ele tomou proporções incalculáveis. Valdo segurou os cabelos de Raimunda com firmeza e empregou as estocadas ferozes de outrora, arrancando gritos agudos e chorosos da fêmea, que não se intimidava com as metidas incisivas de seu amante, rebolava e gemia guturalmente, ofegando e babando de tanto desejo. A verdadeira Raimunda no sexo me deixou bestificada...

Outro trovão chicoteou os céus, e mais um clarão encandeou o Laboratório de Ciências, segundos depois veio a chuva, começando com pingos medianos e se tornando um temporal violento em seguida. Pela brecha onde o ar condicionado seria instalado futuramente, um vento forte e frio entrou serpeando, nos causando um arrepio, mas aquilo sequer refrescou o calor de nossos corpos, foi como uma suave brisa, porém lá fora, o assobio da ventania era fortíssimo.

O comedor fez Raimunda empertigar-se, a puxando pelos cabelos, depois os soltou e envolveu os seios dela com as mãos, os estimulando e seguiu a foda anal, ela virou seu rosto, e os dois se beijaram ardentemente, depois apartaram suas bocas, e a fêmea rebolava, com os dentes cerrados e parte de seus cabelos loiros falsificados cobrindo seu rosto. Meus dedos já ensopavam, de tanto que eu castigava minha xoxota e cu, então, sem aguentar mais, pedi:

—Ei... é a minha vez, também quero a picona do Valdo no cu, viu?

Acreditam que uma mulher pede anal assim, como pedi? Sim... ela pede quando o comedor é competente e SABE fazer. Mulher viciada em anal existe meus amores, eu sou uma...

—Nossa... eu esqueci que a safadona estava conosco! Disse Raimunda. Pasmei total.

—Não acredito Raimunda, só pode ser putaria sua! Retruquei, e o casal gargalhou, depois gargalhei também, mas logo entendi... ela esteve realmente imersa na transa...

—Juro Luciana... eu fiquei tão concentrada que esqueci até que estava aqui no Laboratório de Ciências! Replicou Raimunda, saindo da picona de Valdo, e rimos de novo.

—Foi mal Lulu, mas eu também esqueci um pouco do mundo. Anda... vem minha gostosa, vou compensar essa mancada agora! Revelou o vigia, e me arrepiei.

—Imagina meu querido... mancada nenhuma, o tempo é nosso amigo hoje! Repliquei, em seguida fiquei de quatro sobre a mesa. Raimunda veio e abriu minhas nádegas para o macho.

Olhei para trás, e vi a coroa fazer o mesmo ritual de preparação que fiz. Ela chupava faminta e sem frescuras o pauzão que acabara de foder seu cu, o qual estava arregaçado. Raimunda engasgava e o esputo caía sobre meu cu, então ela tirou e deu uma cuspida pesada no mesmo, o vigia espalhou, pisquei o ânus e ele só posicionou o cabeção na entrada e roçou.

—Abre bem Raimunda, abre bem o meu cu! Pedi, taradíssima.

—Vai Valdo... a safadona quer sair daqui rebocada hoje! Instigou a coroa.

—Como se você também não quisesse sair do mesmo jeito né? Rebati, e rimos alto.

Calafrios, arrepios, falta de ar e tremores nas pernas. Essas sensações me fulminaram quando senti a cabeçorra da tora bem grossa do vigia invadir meu cu após muito tempo sem visita-lo. Nossa... quase chorei, e é porque aquele caralhão largo era amigo íntimo do meu rabo, mas mesmo assim... aquela dorzinha e ardência gostosa vieram como se fosse a primeira vez, contudo, não reclamei, é claro, porque o dono do cacetão sabia me enrabar com maestria.

Minhas pernas bambearam também, os dedos dos meus pés contraíam e esticavam, assumindo uma forma estranha. Ofeguei e suei, gemi alto. Valdo ia em uma cadência deliciosa, degustando meu cu, do mesmo jeito que fez com sua amante. A chuva continuava, e o pauzão continuava me invadindo, a glande larga já estava toda dentro, ele tirou e meteu de novo, passando pouca coisa dela e seguindo suavemente, avançando aos poucos. Delirei...

—Puta que pariu Luciana... que cuzinho delicioso! Disse Valdo, extasiado.

—Vai Valdo... soca tudo devagar... e depois castiga! Pedi, inebriada de tesão.

—Vocês é que mandam nessa chibata aqui! Disse o vigia, e rimos alto.

E mais uma vez eu “quebro a quarta parede” e me dirijo a leitores que nem sei se terei, pois ainda estou indecisa sobre publicar esses relatos na internet. Na minha terra, essa réplica de Ariovaldo tem uma conotação dúbia, mas na maioria das vezes é levada para o lado sacana.

—E que chibata hein? Humm... adoro essa chibatona bem grossa! Repliquei, tarada.

—Aonde safadona? Atiçou a coroa, sacolejando minha bunda e a estapeando depois.

—Se for desse tamanho e grossura... é no cu né minha querida? Rebati, e gargalhamos. Não teve jeito... grossura me lembrou Rodrigo... e a saudade daquele pauzão absurdamente grosso fez meu tesão atingir a enésima potência, e dali em diante... Valdo que desse conta...

Ao sentir o talo do caralhão do vigia no meu cu, gritei e me tremi mais. Grunhi aflita, rebolei e o macho seguiu na maciota, ainda sem brabeza, estava se deliciando, recuava até quase tirar, dava algumas bombadas suaves e ia até encostar sua virilha em meu rabo, onde estocadas prolongadas e ainda sem pressa me faziam gemer chorosa e toda arrepiada.

Quando Valdo segurou meus cabelos e os puxou junto com minha cabeça, me preparei.

O macho começou as bombadas incisivas, e rebolei ensandecida, gemendo alto e proferindo palavrões de ordem. “Plaft, plaft” anal, daquele jeito, nervoso, infligindo dor na medida certinha, suportável e coadjuvante indispensável do tesão extremo de levar um pau grande e grosso como aquele no cu, e ainda pedir mais e mais, até gozar feito louca.

Ariovaldo arqueou-se, quase de pé, e a angulação de seu pauzão largo em meu cu me fez berrar e balançar as canelas, mas o comedor sabia que meu berro era de tesão, e castigou meu anel sem cerimônia, disposto a me esfolar deliciosamente.

—Isso... berra que aqui só a gente ouve teu berro... safadona! Vai Valdo, pica no cu dessa safadona, soca sem pena que ela adora! Atiçou Raimunda, e nosso macho obedeceu, é claro.

—E ele é doido de não socar esse pauzão com força no meu cu? BORA MACHO, ROLA, SOCA ESSA ROLA COM TUDO! Rebati e ordenei, gritando de tesão.

Senti o suor do vigia caindo sobre minhas costas, ouvi a respiração ruidosa e carregada de tesão do macho, seu grunhido gutural de provedor de prazer, e dei outro berro ao sentir a violência deliciosa das metidas dele. Valdo segurou firme minhas ancas e fez minhas nádegas sacolejarem com suas estocadas ferozes, deitei com a cabeça apoiada nos antebraços e deixei meu rabão empinado para o teto, bem arrebitado, e o caralhão gordo foi fundo.

—Vem... senta bem gostoso no meu pau... com esse cu! Pediu Valdo, esbaforido.

O comedor deitou-se na mesa já ensopada de nosso suor e flexionou as pernas. A mudança de posição veio na hora certa, pois meus joelhos doíam por estar de quatro naquele móvel bem duro, mas nada que oscilasse meu tesão. Me acocorei, segurei o pauzão bem vermelho de tanto sexo, aloquei na entrada do meu cu arregaçado e sentei até o talo.

—Acho que quem vai sair daqui rebocado é o Ariovaldo! Troçou Raimunda, e rimos.

—É... vocês tão brabas hoje, mas o véio aqui dá conta viu? Rebateu o vigia. Rimos mais.

—Que mal há... em sair rebocado? A gente veio... para sair assim mesmo... só não ouse... arregar viu Ariovaldo? Isso... eu não admito! Repliquei, dando um ultimato ao comedor, esbaforida também, mas quicando sem parar naquele picão delicioso atolado no meu cu.

—Arrego é porra... enquanto vocês quiserem pica, vão ter pica! Retrucou o macho, e vibramos. Sim, eu não podia esquecer que estava trepando com um dos amigos do pastor...

Porém Raimunda... sentou ajoelhada, com a xoxota na cara dele e ficou de frente para mim, piscou e deu aquele sorriso malicioso, e na hora saquei... que ela queria pôr o vigia à prova.

—Me chupa bem gostoso meu véio safado, vai safadona... pula com vontade nesse caralhudo! Pediu a coroa, me fitando e sorrindo. Mordi o lábio inferior e...

Quiquei gemendo surtada, sentando com força, ouvindo os gemidos do macho. Eu sabia que aquele exagero traria consequências para o meu corpo, afinal, o picão do macho era bem grosso e aquela voracidade empregada por mim arregaçaria mais ainda meu cu, mas com o sangue fervendo do jeito que eu estava, como Raimunda, nem liguei, eu só queria FODER...

—Vem Raimunda, me abraça! Pedi, e minha parceira de putaria me abraçou, então...

Apoiada na coroa devassa, o sobe desce do meu quadril naquele pauzão fez seu dono soltar um “AI” aflito e gemer ofegante, quase sufocado. Não pude ver, mas o macho arfou mais do que o normal, Raimunda rebolava feito louca e gemia surtada de tesão...                    

CONTINUA

Comentários

  1. ahhhhhhh...que maravlha...voce e Raimunda são uma delicia

    ResponderExcluir
  2. Professora linda que história sensasional.

    ResponderExcluir
  3. História simplesmente maravilhosa…duas amigas…duas amantes a serviço do amante fudião…BOTO

    ResponderExcluir
  4. História simplesmente maravilhosa…duas amigas…duas amantes a serviço do amante fudião…BOTO

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Por favor, mantenha o respeito com os coleguinhas de sala e a professora. Comentários com ofensas serão excluídos.