101 - A DESPEDIDA – PARTE 2

         

            Pisos revestidos de cerâmica branca, uma mesa enorme e meio estreita no centro, parte das paredes rebocadas e pintadas de branco, entrada do ar condicionado pronta, uma pia grande de inox no canto esquerdo, perto da janela onde espiei a transa do vigia e Raimunda, janela essa que estava fechada e tapada com sacos pretos. Um armário estreito no canto direito, coberto com uma lona, cadeiras de plástico e uma instalação elétrica parcialmente concluída.

Aquele era o Laboratório de Ciências, totalmente diferente do que era ano passado, o qual não passava de um grande compartimento em construção, sem aqueles móveis, sem reboco e apenas com contrapiso, fora o forte cheiro de concreto; era mais uma sala de aula da escola ganhando forma, uma promessa de campanha política cumprida, e pelo visual ali, estava sendo cumprida de forma célere, pois desde aquele dia até hoje, as obras evoluíram bastante, o que me surpreendeu.

Desde aquele dia, eu e Raimunda sequer pisamos mais no Laboratório de Ciências, e o motivo eu explico: queríamos preservar a estética daquele cenário tão inusitado da orgia que abriu as portas desse mundo sexual desvairado e gostoso para nós, intacta em nossa memória.

—Caramba... está ficando muito bonito! Comentei, impressionada. Raimunda disse:

—É mesmo Lulu, ainda não tinha vindo aqui depois daquele dia!

—Prepare-se para dar muitas aulas aqui em breve! Comentei, e a coroa riu.

—Ei Raimunda, você lembra quando a gente dava uma escapadinha depois da aula e vinha curtir aqui? Revelou Ariovaldo, agarrando a coroa por trás e beijando seu pescoço.

—S-Sério? Então... vocês sempre se encontravam aqui? Questionei, admirada.

—Não era sempre, mas às vezes a gente ficava aqui no período do almoço... e dava uns amassos, mas sem transar! Respondeu Raimunda, apalpando a tora do vigia, a qual estufou a calça.

—É, e naquele dia eu propus a Raimunda que a gente transasse aqui! Relatou Ariovaldo, erguendo o vestido dela, e me admirei ao vir Raimunda sem calcinha, com a xoxota depilada.

—Aí uma certa safadona me seguiu e veio espiar nossa trepada, pode uma coisa dessa? Sem brincadeira Luciana, eu fiquei puta da vida com a sua atitude, mas... depois entendi que você buscava o mesmo que eu: prazer e ser feliz! Desabafou Raimunda, e gargalhamos.

—Ah Raimunda... fala a verdade... você me perdoou e topou a surubinha porque ficou de olho grelado na piroca do Claudionor, aí amoleceu! Trocei, e a coroa enrubesceu.

—Diabo é isso Raimunda? Você ficou mais afim daquele faxineiro magrelo e dos dentes tortos do que de mim? “Égua mermão”, tô derrubado mesmo! Endossou Valdo, e rimos mais.

Que momento sublime. Não é querendo poetizar ou romantizar um pequeno bacanal entre três pessoas, mas o que eu quero expor neste relato, é o poder que nossa amizade tinha, a cumplicidade, a confiança, e tudo aquilo iria deixar uma saudade violenta em mim, e mais ainda em Raimunda... tadinha... eu via seu sorriso descontraído, mas também sua alma em lágrimas... 

—Esperem aí... não é bem assim seus frescos, eu fiquei impressionada com o negócio do magrelo porque a pica tinha mais carne que o resto do corpo dele! Rebateu a coroa, e quase caímos de tanto rir, e ri mais porque Claudionor parecia mesmo um esqueleto, mas o pau...

—Bora que a gente já conversou até demais, deixa aquele "sibite" fuleragem de mão e vamos curtir esse momento, suas gostosas! Disse o vigia, que baixou o zíper da calça e liberou sua tora bem grossa de 20 centímetros. Piramos, é claro, mas não perdi a piada:

—Homem é bicho besta mesmo né? Pode ter a idade que for, quando tem a chance de trepar com duas, já põe logo a rola para fora e quer meter!

—Ué... então eu vim pra cá com duas mulheres fazer o quê? Falar da novela das oito? Rebateu Ariovaldo, e tanto eu, quanto Raimunda, gargalhamos e ouvimos nossa gargalhada ecoar ali.

—Nem de novela eu gosto meu querido, aquilo é atração de gentalha! Repliquei, e então levantei o vestido, tirei a calcinha, o chinelo rasteiro que eu usava, me abaixei para venerar aquele caralhão grosso e o agarrei, mas a coroa, ousada, tirou minha mão e disse:

—Calma aí sua gaiata, eu vou mamar primeiro, esse pauzão é meu!

—Mas olha só... ouviu isso Valdo? Rebati, e rimos alto depois.

—Relaxa que não vai faltar rola pra você Lulu! Disse o vigia, alisando meu queixo. Sorri.

—Eu fiz a chuca viu? Quero chupar esse pauzão quando ele sair do meu cu! Revelou Raimunda, já abaixada, também com o vestido levantado e punhetando a picona do vigia.

—Humm... fez a chuca, depois eu é que sou a safadona! Trocei, e rimos alto de novo.

—Vai me dizer que você também não fez? Rebateu a coroa, e assenti. Claro que fiz...

—Ah, mas vocês duas vão frescar mesmo né? Comentou o coroa, e rimos mais.

—Calma Valdinho... tem algum compromisso por acaso? Porque se tiver... lamento, mas hoje você vai sair daqui com o pau inchado e ardendo! Replicou Raimunda, e vibramos.

—Deu até medo agora... quem fala assim... não gagueja hein! Disse o vigia, e rimos.

Peço perdão a todos pela enrolação, aliás, nem sei porque estou pedindo perdão aos leitores, (risos) quando não sei se um dia vou postar esses relatos na internet. O medo de ser taxada como mentirosa me assusta, embora eu me imagine sim expondo toda essa minha intimidade surreal e inacreditável e observando a repercussão dessa exposição, mas deixarei esse parágrafo registrado, para se um dia eu resolver publicar tudo, vocês saibam e entendam o contexto.

Mas... independentemente de revelar ou não minha intimidade ao público, eu seguiria escrevendo minhas aventuras sexuais, porque tudo isso que acontecia comigo era impactante demais, era forte e brutal demais para ser resumido a meras lembranças guardadas em uma memória que poderia falhar com o passar dos anos, e de certa forma, eu estava fazendo uma espécie de “diário eletrônico” de minha sexualidade ao escrever todos esses acontecimentos.

Raimunda abocanhou a tora cabeçuda de Valdo, alargando bem sua boca menor que a minha, mas esse detalhe não a impedia de chupar tarada aquele pauzão bem grosso, o qual seria o mais grosso que provei em minha vida se não tivesse conhecido o Pastor Rodrigo. A mão da mulher, a qual segurava a base do cacetão, mal fechava, sua boca passara da cabeçorra e ela seguia mamando, já salivando, e eu dedilhava minha xoxota melada vendo aquilo.

Ariovaldo me ergueu do chão, em seguida me virou de costas e socou seu dedo médio da mão esquerda minha buceta, me masturbando com a maestria de um comedor gabaritado, com uma experiência sexual indubitável. Rebolei safada, gemendo sapeca e me tremendo ao sentir o dedo dele atoladinho em minha racha, a fodendo em seguida. Abaixei a parte de cima do vestido e brinquei com os bicos rijos como aço de meus seios, e me arrepiei toda.

Virei de frente, e Valdo continuou me masturbando gostoso, melando mais seus dedos com minha seiva. Observei Raimunda e ela engasgava tarada, chupando faminta o pauzão.

O vigia arqueou-se e caiu de boca em meu seio direito, mamando tarado. Gemi alto e segurei seu pauzão pela base, iniciando uma punheta suave, mas que logo se intensificou conforme o macho me bolinava e mamava. O coroa estava inspirado, notei claramente o tesão brutal que Ariovaldo sentia por estar com nós duas, e isso foi captado pela sua respiração.

Fitei Raimunda ao ouvir o ruído das batidas da glande do pintão de Valdo em sua língua. Minha amiga já estava nua, com o rosto e parte dos seios babados, depois abocanhou novamente e atolou até onde pôde, engasgou, recuou um pouco e seguiu o boquete.

—Ai que delícia, que delícia de rola, humm... pauzão gostoso do caralho! Disse Raimunda, ensandecida de tesão e respirando como uma leoa furiosa, depois voltou a chupar.

Ver aquilo me deixou tão tarada quanto Raimunda, então atochei a cabeça do vigia em meu seio e gemi alto de novo, toda trêmula, pois ele não parava de fazer minha xoxota chorar; apertei seu pauzão com força, grunhi e punhetei, o macho pausou a transa para tirar seu uniforme e ficar totalmente nu, e seu corpo de quase 60 anos era atraente, bem mais que o de Moésio; o peitoral cheio, a barriga média e inevitável por conta da idade, os braços fortes e as pernas bem grossas, enfim... Ariovaldo de fato... envelheceu muito bem sim, soube se cuidar, mas Rodrigo com 42... envelheceria bem melhor.

Aninhei minha cabeça no peito robusto do comedor e mordisquei o mamilo, e Valdo gemeu gostoso, se arrepiou todo, segurou a cabeça de Raimunda e empurrou seu caralhão largo, fazendo a mulher engasgar e verter mais saliva, depois ela tirou, bem ofegante e nos fitou, e o olhar da coroa estava transfigurado de um tesão avassalador, uma fome de sexo que jamais vi nela antes...

—Agora sou eu, dá licença Raimunda, porque esse pauzão também faz parte da minha história e eu vou chupar ele bem gostoso agora! Avisei e me abaixei em seguida, literalmente tomando aquele picão grosso de Raimunda, que sorriu e se levantou.

—Está vendo aí o que você vai perder se for embora? Duvido que você encontre duas fêmeas tão loucas pela sua rola como nós... pensa direito seu abestado! Atiçou Raimunda e o que Valdo fez?

Apenas beijou a boca dela com paixão, uma boca bem babada, cuja saliva caiu do queixo sobre seu seio. Minha tara aumentou ao ver a entrega daquele casal, e quando suas bocas se desvencilharam, o olhar deles me arrepiou a alma, e então percebi que Valdo também sofria com a decisão que tomou.

—Eu não perdi vocês duas... porque não dei motivos pra perder vocês... mas se eu continuar vivendo desse jeito... nesse lugar... talvez a gente se perca! Rebateu Valdo, alisando o rosto de Raimunda, que fechou os olhos, e para minha surpresa, não chorou, beijou seu amante.

Abri bem minha boca e avancei suavemente, sentindo-a ser preenchida pelo cabeção da rolona do vigia, e me arrepiei com aquele calibre, depois fechei os lábios e prendi a glande, o comedor gemeu gostoso, então comecei a mamar, só a cabeçorra a princípio, masturbando suavemente em movimentos circulares da base até o meio, pirando com aquela grossura deliciosa; inclinei a cabeça e cutuquei a bochecha esquerda, remexendo os lábios sobre o prepúcio, e Valdo gemeu alto, segurou minha nuca e empurrou, acompanhei e mamei mais.

Engolir um pau grosso como o de Ariovaldo? Nem pensar, mas aquilo não era problema, estar com a boca bem cheia e a mão sem conseguir fechar aquele salame era mais gostoso, me dava mais tesão, e como minha boca era grande, pude ir mais fundo que a coroa, babando gostoso em cima e principalmente embaixo, já imaginando aquela largura que me deu tanto prazer, me dando prazer de novo e naquele lugar tão especial para nós. Chupei tarada, gemendo e consegui chegar quase à metade, onde emperrei e engasguei, depois recuei e tirei, ofegante.

—Vamos mamar juntas safadona! Disse Raimunda, que se abaixou ao meu lado. Assenti.

Nossas bocas beijavam e davam chupadas curtas no cabeção da rolona, nossas mãos seguravam e punhetavam, depois lambemos as laterais e seguimos beijando, totalmente submissas àquele dotado delicioso. Raimunda, quase em transe, lambia o falo como se ele fosse um sorvete, eu também me deliciava, fazendo o mesmo, revezando o boquete com ela, levando nosso comedor ao delírio. Segurei a rolona, fitei Raimunda e aticei, fazendo Valdo pirar:

—Abre a boca Mundoca, e deixa aberta!

—Humm... vai me dar de mamar agora é? Rebateu a mulher, que obedeceu e abriu a boca. Que sintonia sexual maravilhosa a gente tinha, e aquele revival estava atestando isso.

—Vai Raimunda, mama, mama bem gostoso esse pauzão! Mama... isso, mama, mama! Falei, surtada, pondo o cacetão na boca dela e masturbando, aí Valdo bombou suavemente.

Raimunda grunhia, enquanto eu conduzia a rolona e Valdo para foder a boca dela. A coroa fungava e vazava esputo ao emperrar e tentar avançar. Segurei a nuca dela e tentei empurrar mais, queria vê-la engasgar, e ela engasgou, soltei e a fêmea recuou sem tirar, seguiu chupando e gemendo, torturando sua buceta e ofegando de um tesão violento, tirei o picão de sua boca e ela a deixou aberta, então fiz Valdo pôr e tirar, e cada vez que ele enfiava, empurrava.

—Aaahhh... vai safadona... agora é a sua vez! Disse Raimunda, arfando e sorrindo, toda lambuzada, com esputo escorrendo, ofegante e sem desfazer seu olhar tarado.

—Mete, me dá de mamar, quero mamar! Pedi e abri a boca em seguida.

Raimunda pôs o caralhão e foi metendo até ele emperrar em minha boca. A mantive aberta e o vigia fez o vai e vem suave, recuando até quase tirar e enfiando até travar, dando uma paradinha e sentindo minha boca fazê-lo se contorcer de tesão.

—Puta que pariu... vocês tão inspiradas hoje! Comentou Ariovaldo, e sorrimos.

Raimunda segurou minha nuca e pressionou para o cacetão grosso entrar mais, e entrou. Meneei os lábios e ela fez o vai e vem, conduzindo seu amante, ou melhor, nosso amante, porque Ariovaldo também era meu macho, também fazia parte de minha história sexual, mesmo o envolvimento dele com minha amiga sendo nitidamente mais profundo.

—Toma umas pirocadas na cara para você aprender a não espiar mais a trepada dos outros, sua rapariga safada! Vai Valdo, bate nela! Disse Raimunda, ao tirar o pauzão de minha boca e bater no meu rosto com o mesmo, e o contexto daquela “agressão” me deixou mais tarada.

—Isso... bate, bate na minha cara, na minha língua e soca na minha boca! Pedi, surtada.

Valdo obedeceu, respirando taradíssimo, segurou minha nuca e deu batidas leves com seu cacetão largo em minha face, roçou gostoso, esfregou nos meus lábios e me fez abocanhar e chupar, meteu suavemente até onde pude aguentar, tossi, expulsando bastante saliva e ele recuou, bombou devagar, Raimunda segurou a tora pela base e empurrou mais.

O comedor juntou nossas cabeças, tirou o pauzão de minha boca e também deu batidas no rosto de Raimunda, em seguida a fez chupar. O membro estava extremamente besuntado de nossas salivas, as quais já melavam bastante nossos corpos. Após um tempinho, o coroa fez o mesmo ritual comigo, me pôs para chupar e quase vomitei ao ir de uma vez e passar do meio.

—Vai Raimunda... deita nessa mesa que eu vou te foder daquele jeito! Ordenou Valdo.

—Humm... então vem, vem meu gostoso, me fode com tudo! Disse Raimunda, tarada.

—Antes eu vou sugar seu melzinho! Disse o vigia, vendo a buceta ensopada da coroa.

Raimunda subiu na mesa e abriu bem suas pernas. Fiz o mesmo, e comecei a brincar suavemente com minha xoxota ao ver o vigia caindo de boca na de minha amiga, causando tremores em seu corpo e extraindo gemidos aflitos dela, que ofegava e se arrepiava toda.

—AAaiii... caralhooo, caralho... que boca gostosa! Isso, chupa, come minha buceta seu velho safado... AAAIIII, porra, assim, assim, vai meu amor! Disse Raimunda, chorosa de tesão.

—Mulher tarada do caralho... você tem um fogo brabo viu? Comentou Valdo, e arregalei os olhos. Ok, que Raimunda era braba no sexo eu já sabia, mas ouvir aquilo de um comedor experiente como Ariovaldo, me deixou curiosa para ver o real poder sexual dela.

A coroa começou a ratificar a fala de nosso amante ao atochar a cabeça dele em sua xoxota e rebolar como uma louca, gemendo e arfando, quase chorando de tanto tesão com o oral do vigia. Aquilo foi uma injeção a mais de safadeza em minha libido, pois castiguei gostoso minha buceta também e gemi alto, me tremendo toda, atraindo o olhar de Valdo, que estava com a face toda melada do melzinho vaginal de minha amiga. Impressionante.

—Aaahhh... aaahhnn... hmmm... Ai ValdoOOO! Vai meu macho, meu macho gostoso, gostoso... me deixa doida seu “fela da puta” safado! Gemeu e sussurrou Raimunda.

Gente... eu nunca vi minha amiga tão surtada de tesão daquele jeito, ela mal tinha começado a levar rola e já suava e buscava o ar desesperada, e o ambiente não estava tão abafado, mesmo com a janela lacrada, pois a lacuna onde ficaria o ar condicionado tinha vento. Ariovaldo deu tapinhas na xoxota de Raimunda e vi nitidamente seus dedos bem melados.

—Agora eu vou chupar você Lulu! Disse o vigia, e pirei ao ver seu rosto melecado. Raimunda ofegava, mordia o lábio inferior quase a ponto de sangrá-lo, depois disse:

—Vem logo... que eu quero rola, quero sua rolona me arregaçando... meu macho!

—Deixe de ser afobada... eu também quero o mesmo tratamento! Retruquei, e rimos.

Jamais imaginei que minha história sexual tivesse tamanha profundidade, sério. Achei que ela tinha ficado mais profunda com a entrada de Rodrigo em minha vida e meu ingresso no clube secreto do sexo, e realmente ficou, mas a dimensionalidade de tudo isso, a visão panorâmica dessa minha sexualidade tão surreal e inacreditável, se deu com Ariovaldo, porque ele foi uma espécie de “catequista” erótico meu e de Raimunda, então essa evolução, esse desbravamento sexual o qual me propus a trilhar... teve uma forte influência do vigia.

Óbvio que não freei as lágrimas ao contemplar o interior do Laboratório de Ciências enquanto gemia como doida sendo chupada por Valdo, porque ali foi o desabrochar total, foi o primeiro país que visitei desse planeta tão imprevisível e surpreendente chamado sexo, e estar ali mais uma vez, sabendo que seria a última... me tomou de uma melancolia brutal.

—Que foi Lulu? Por que está chorando? Indagou Raimunda. Valdo parou o oral na hora.

—M-Machuquei você? T-Tudo bem? Questionou Valdo, de pé e aflito.

—N-Nada porra... é tesão, TESÃO... continua Valdo... não pare, se você parar... te dou uma mãozada, vai, ME CHUPA! Respondi e ordenei, surtada e mais inspirada, e o casal sorriu...

Contraí e estiquei os dedos dos pés ao sentir a língua cálida do coroa me penetrar, toda arrepiada, em seguida ele deu lambidas suaves pelo exterior de minha xoxota e lambidas rápidas em meu clitóris, e dei um grito de aflição, quase sem ar. Aquele ali sabia como poucos, dar um trato em uma mulher e deixa-la no ponto para levar seu caralhão com força e pedindo mais...

—Vai Valdo... mete rola na Luciana que ela estava chorando com fome de pica! A safadona é uma gulosa que tem de ser alimentada com ROLA! Disse Raimunda, e demos risada.

—A Raimunda está certa... quero gozar levando seu pauzão grosso e gostoso! Endossei.

—Do que vocês gostam hein safadonas? Indagou Valdo, igualzinho a Cássio.

PAU GRANDEEE E GROSOOOO! Respondemos, em coro, depois gargalhamos.

Ariovaldo pincelou minha xoxota com o cabeção de sua tora, esfregou gostoso, me fazendo gemer manhosa e ofegar, já entrando em transe, depois deu batidas e ao ouvir o ruído do choque entre o pênis e minha vagina ensopada, pirei, então o macho alocou o pauzão e só deixou deslizar, me causando uma deliciosa dispneia e o encarando com aflição no olhar ao sentir ser deliciosamente alargada e bem preenchida. Boa parte do picão grosso entrou, e imediatamente o comedor começou a estimular meu clitóris e virilha, me relaxando. Eita coroa para saber meter gostoso... hummm...

—AAhhh... aaahhh... aaaiiii... hmmm... que saudade, saudade dessa rolona grossa dentro de mim Ariovaldo... vai, vai, assim... aaaahhhh... delícia, delícia de pau meu DEEEEUSS! Gemi, ensandecida, de olhos fechados e cabeça erguida, arfando de um tesão violento.

O gingado do vigia era suave e sem pressa. Puta que pariu... que macho, ele fazia o vai e vem vagaroso, quase tirando e metendo até onde meteu, fazendo questão de me fazer sentir sua tora bem grossa me alargando e torturando minhas carnes, e eu pirava, me arrepiava todinha e gemia alto, quase chorando de tanto tesão. Ele segurou minha nuca e fitou seu membro espesso me currando, e ele foi entrando mais e mais, e eu gemendo mais e mais.

Quando senti o talo do caralhão de Valdo em minha xoxota, gemi alto, gritei e achei que gozaria, pois senti uma arrepio brutal no corpo e me tremi, mas não, foi só o pico extremo de meu tesão. O comedor parou, ainda sustentando meu corpo pela nuca e nos encaramos, então ele começou a bombar bem devagar, dando leves trancos e paradinhas, depois só gingava seu quadril, e meus amores... berrei de prazer e berrei palavrões, cada vez mais arrepiada, e o experiente comedor entendeu... que era hora de me trucidar, me arregaçar todinha...

Ariovaldo me puxou um pouco mais para fora da enorme mesa e então socou sem piedade, “plaft, plaft” nervoso e delicioso. Mordi o lábio inferior, de olhos fechados e sentindo aquela dorzinha deliciosa e inevitável que dotados nos infligem, e que era o combustível para a trepada ser ainda melhor, e gemi a plenos pulmões. Fitei Raimunda e ela transbordava tesão, torturando sua buceta e de olhos fixos no cacetão de seu amante me fodendo, baixei meu olhar e vi, a cada vai e vem, o membro sendo revestido de meu creme sexual, e pirei mais...

Raimunda desceu da mesa e deu um beijo apaixonado na boca de Valdo, depois se abaixou, ficando pertinho de seu caralhão, o qual me fodia sem parar e acarinhou as bolas, e pela carinha dela, pelas incessantes lambidas e contraídas nos lábios que ela dava e sua boca entreaberta e salivante... a mesma queria mamar, e Valdo, conhecendo cada nuance do sexo como conhecia, tirou o pauzão de minha xoxota e socou na boca dela, que mamou tarada.

Vejam o nível de cumplicidade que tínhamos. A seiva era minha, aquele creme que quase cobria o pauzão do vigia era meu, mas Raimunda tocou o foda-se e chupou sem frescura.

—Agora sou eu que quero rola, anda... me fode seu safado! Ordenou Raimunda, se levantando, depois virou de costas e empinou seu rabo grande, de pé mesmo.

—Daquele jeitinho? Indagou Valdo, atiçando.

—Daquele jeitinho! Respondeu a coroa, sorrindo maliciosamente...            

CONTINUA

Comentários

  1. ah...bella professoressa...que delicia de conto...adoro o laborátorio de ciências...voce e a Raimunda são uma delicia!!!!

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  2. Que maravilha de conto, a continuação vai ser ainda melhor…Luciana e Raimunda juntas,são dois vulcões em erupção…BOTO

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  3. galera...voces que leem e acompanham os contos da professora, comentem , ela precisa de nosso feed back para que ela produza mais conteudo...vamos lá!!!!

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