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Tive um leve engasgo, mas não arredei. Faltavam dois dedos para fazer aquele caralhão ser totalmente engolido por mim, mas me faltou o ar e tirei, com bastante saliva e ofegante. Sim, eu precisava praticar mais um pouco, e como a pirocona do gringo era um pouquinho mais grossa que a de Rubens, mas com um centímetro a mais, eu conseguiria.
—Mon Dieu... que boca deliciosa, você é demais! Disse Guillaume,
extasiado.
—Me ensina um pouco de francês depois? Adoro essa mistura que você faz!
Pedi e comentei, porque era algo charmoso, eu adorava vê-lo misturando os dois
idiomas.
—Oui ma cherié, ensino sim, agora engole bem gostoso meu pau! Disse o
gringo.
Punhetei gostoso o pauzão babado, deslizando deliciosamente minha mão enquanto
roçava a glande em minha língua e encarava o macho. A expressão dele era de
prazer e paixão, e aquilo me arrepiou, porque não era um olhar tarado. Dei
lambidas rápidas na pontinha da glande e a seiva do macho verteu gostoso,
segurei firme abaixo da cabeça e sorvi, abocanhei e chupei com movimentos de
sucção, e o gringo pirou, se contorceu e gemeu.
Mamei até um pouco depois da glande, empurrando o prepúcio com meus
lábios e masturbando suavemente, depois abri bem a boca e desci, senti o toque
em minha goela, tive aquele engasgo e cerrei meus lábios, apertando o membro
enorme com os mesmos, tossi um pouco e o esputo escorreu, então desci mais e
bombei, mais da metade tinha sido engolida, desci mais, dei outro engulho, abri
a boca e tossi a saliva, que banhou mais o caralhão, então fui de uma vez e
bati o nariz na virilha de Guillaume, em seguida tirei de uma vez, quase sem
ar.
O segundo caralhão que consegui engolir quase me fez asfixiar, mas
sorri, ofegante, toda babada e mais babada ainda lá embaixo, na buceta, então
encarei o macho e indaguei:
—Está... gostando? Dito isso, arfei mais, funguei e punhetei o cacetão
bem melado.
—Você... maravilhosa, perfeita, vamos fazer 69! Disse o gringo, teso,
surtado de tesão.
Montei e atochei minha buceta ensopada na cara de Guillaume, e gemi
alto ao receber o beijo lascivo do macho na xoxota, me tremi e sacudi aquele
caralhão europeu, rebolei, esfregando minha racha na cara dele, o lambuzando e
sendo deliciosamente chupada, sentindo a língua dele me torturar e penetrar,
uma língua bem cálida e suave, que sabia pirar uma mulher, tanto que mal
consegui abocanhar a rolona, só a masturbava perto de meu rosto, e dei outro
gemido alto ao sentir uma lambida no cuzinho, o qual eu daria sem frescura para
ele.
—AAAHHH, hmm, isso meu francesão tesudo! Gemi alto e falei, sentindo o
dedo do safado adentrar meu cu enquanto sua língua castigava deliciosamente
minha xoxota.
Abocanhei faminta o caralhão até a metade e fiz o vai e vem rápido, com
a boca meio aberta e deixando a saliva escorrer, grunhi e mamei com mais tara
ao sentir os deliciosos estímulos do macho, que socava gostoso dois dedos no
meu cu e fodia minha buceta com a língua, o tipo de covardia deliciosa e que é
perigosa para chamar o orgasmo, mas me controlei.
Virei a cabeça para o lado direito e cutuquei minha bochecha com o
pauzão, remexendo meus lábios e torturando o comedor enquanto era torturada, e
nossos gemidos e sussurros de tesão ecoaram naquela alcova, rebolei gostoso,
grunhi alto com os dedos de Guillaume no meu cu, em seguida ele o lambeu, e
avancei mais, quase engolindo tudo, quando de repente...
A porta se abriu bem devagarinho, e vi Katiane, gesticulando silêncio.
Arregalei os olhos.
Então a novinha ficou excitada com nossa trepada que mal tinha começado
direito e veio nos brechar, atraída pelos nossos gemidos. Só uma fresta média
da porta estava aberta, e aqueles olhinhos amendoados da fêmea fitavam meu
olhar espantado, mas que depois captou bem a mensagem; aí resolvi instigar e
tirei o pauzão da boca, mostrando a ela o tamanhão do meu brinquedo, balançando
e beijando, a encarando e ali vi a jovem contrair os lábios.
Vi cristalinamente os bicos dos seios de Katiane enrijecerem e
estufarem o tecido da blusa, punhetei o caralhão e arregacei bem o prepúcio,
balancei e ofereci, ela riu e em seguida se retirou, fechando a porta na mesma
vagarosidade com que abriu, mas fez barulho...
—Quem estar aí? Indagou Guillaume. Achei que ele não tinha notado...
—Ninguém meu amorzinho, só a gente! Respondi, acobertando Katiane.
—Ouvi barulho no porta! Replicou o gringo.
—Deve ter sido o vento meu querido. Anda, vem me foder bem gostoso
agora! Retruquei, já querendo seguir adiante com o clima que tinha ficado
melhor ainda.
—Agora mesmo meu gostosa, senta no meu pau! Respondeu o gringo. Ufa...
Suspeitei que Katiane viria espiar nossa transa novamente, então me
acocorei, de costas para Guillaume afim de que ele não percebesse caso ela
viesse, depois pincelei a tora em meu clitóris, gemi tarada, então sentei,
suave, gemendo aflita com o calibre da picona ao me invadir e fui devagar,
controlando a penetração, deixando deslizar aos poucos, matando a saudade
daquele caralhão europeu, arfando de um tesão louco e rebolando, sentando mais
e mais...
Tateei e senti metade do picão dentro de mim e subi até quase tirar, deixando só a cabeça dentro, e ali castiguei o macho, só no gingado que pelo visto, somente as brasileiras tinham.
Guillaume gemia em desespero e estapeou
minhas nádegas, depois esmurrou a cama, desci mais um pouco, e finalmente
sentei, gemendo aflita e arfando, com aquele exagero peniano delicioso
atoladinho em minha buceta, me tremendo toda.
Muita calma naquela hora, e o sexo gostoso precisa de uma degustação gradativa,
então não pode ser feito às pressas, aí fui devagar, rebolando gostoso, ainda
acocorada, gemendo e segurando meus cabelos, com minha bundona bem arrebitada,
a qual era alisada com veneração pelo francês, depois ele deu aquele tapão
estralado de macho comedor gostoso.
—Aaiii... que malvadinho... doeu viu? Falei, toda manhosa e ele sabia
que eu tinha gostado, pois rebolei ainda mais tarada após o tapa. Guillaume
desabafou, extasiado:
—Gostosa, gostosa demais, eu ser muito sortudo de ter te conhecido!
—Ah... você é um sortudo sim, porque eu não dou esse corpo a qualquer
um! Retruquei. Por que respondi assim? Porque ao me tornar membro de um clube
sexual... nem todo pauzudo iria me ganhar só por ser pauzudo, eu me tornaria
MUITO seletiva...
—Mon Dieu... que bunda, que bunda! Replicou Guillaume, louco de tesão.
Arrebitei ainda mais meu rabo, subi até quase tirar e desci até o talo,
dando aquela rebolada gostosa, depois sentei sobre os joelhos e comecei a
gangorra, só subindo e descendo meu quadril e rebolando, e o gringo gritou de
prazer, gritou algo em francês que não entendi, dei risada e segui mostrando a
ele o poder de uma fêmea quando tem tesão.
—Pauzão delicioso do caralho, ai que delícia! Sussurrei, surtada,
imersa no sobe e desce.
De repente, mais uma vez a porta do quarto se abriu, e lá estava
Katiane, espiando pela brecha e novamente pedindo silêncio. Ah novinha
safadinha, e é porque disse que não ia assistir, imagine se tivesse sido
convidada para tal. Fitei a mulher e sorri, quicando com mais vontade ao ser
observada, e ela sorriu, sacudindo a cabeça lentamente, depois direcionou seu
olhar para o pauzão de Guillaume, o qual fiz questão de mostrar quase saindo e
entrando todinho, e ela abriu a boca suavemente, assim como seus olhinhos,
admirada ao me ver domar aquele pinto enorme.
Fiz aquele gesto com o indicador, chamando, convidando Katiane para
entrar, pois certamente Guillaume iria adorar foder com duas, mas faltava
coragem na jovem, ela negou com a cabeça, mordendo o lábio inferior e depois
contraindo os lábios, instigada; insisti, mas a mulher não quis, então fechou a
porta de novo, e dessa vez quase sem ruído, e diminuí o ritmo, esperando a
percepção do comedor, mas ele estava imerso, compenetrado, e segui...
—Quero você de quatro meu tesuda, gostosona! Pediu Guillaume, tarado.
Saí de cima e quando vi o caralhão do gringo literalmente besuntado de
nosso creme, não resisti e caí de boca antes de atender seu pedido, puxei de
baixo para cima o queijinho com o indicador e sorvi, sentindo aquele gostinho
salgado e gostoso, então mamei tarada, ele veio com seu dedo médio e socou na
minha buceta chorosa, depois no meu cu, e ali atolei e mais uma vez, engoli a
jeba, ousando bombar minha cabeça, mas foi muito rápido, pois quase vomitei, em
seguida tirei, arfando e punhetando, e o francês me deu um beijo matador na
boca.
—Anda, soca bem gostoso essa rolona em mim! Pedi, já de quatro, com o
rabo bem arrebitado, Guillaume posicionou-se, deu três batidinhas com a glande
na minha buceta e pincelou, depois esfregou malvadamente no meu clitóris, e me
arrepiei, então ele meteu...
Acho que viajei para Paris, pois a metida do gringo me fez viajar de
tesão, ele soube perfeitamente que era a hora de meter até o talo, mas com
suavidade, e tive aquele calafrio delicioso ao sentir os 24 centímetros abrigados
em minha xoxota. Ele deu bombadas suaves, sem pressa e alisou minha bunda,
apertou e debruçou-se sobre mim, envolvendo meus seios com as mãos e beijando
meu cangote, dando aquela fungada de tesão no cume extremo, afastei os cabelos,
de olhos bem fechados e sorrindo, e meu pescoço foi deliciosamente beijado.
Incrível, a pegada do francês, o estilo de meter e as carícias, eram
similares as de Rodrigo e Cássio, e aquilo me deixava ainda mais tesa e louca
para foder e foder até morrer de gozar. Guillaume recuou até quase tirar e foi
até o talo, deu um leve tranco e bombou, isso de forma suave, sabendo que seu
dote exacerbado poderia me machucar por conta da posição. Uma hora ele recuou,
deixando pouco mais que a glande dentro, e ali socou mais incisivo, mas sem ir
até o final, e pirei, e meu gemido de tara extrema foi o sinal verde para a
gentileza cessar...
—Isso, rebola gostoso, rebola! Disse Guillaume, já socando com vontade.
—AAAHHHH, CARALHOOO! Isso, soca, soca com força bem gostoso! Gritei e
ordenei, surtada de tesão só de ouvir o “plaft, plaft” das metidas do macho.
Que delícia.
Guillaume segurou firme minhas ancas e ali me dominou do jeito que eu
gosto, puxando e chocando meu corpo contra o dele, e meus gemidos subiam de
tom, meu corpo tremia e arrepiava, minha boca babava e a bunda gingava,
rebolando, subindo e descendo, fazendo o cacetão girar e o comedor pirar, e uma
hora ele gemeu quase chorando.
O comedor puxou meus cabelos e os segurou. Claro, todo macho que tem
ciência da hora em que domina sua fêmea faz isso, e eu amo ser dominada, mas
dominada... sentindo tesão, dando esse direito ao macho por mérito, como prêmio
por ter me tratado bem, e aquele homem me tratou muito bem, principalmente fora
das quatro paredes.
—Ah... mon amour... como eu te quero! Disse o macho, que gemeu aflito,
então ele embalou, deu aquele jeitinho maroto nas metidas, e meu corpo se
preparou para...
—AAAHHH, VOU GOZAR, VOU GOZAR, NÃO PARA, NÃO PARAAAAAHHHH! Caralho,
caralho... ai que delícia, delícia, delíciaaAAAAA! Urrei, gritei, sussurrei e
gritei de novo, gozando loucamente, quase chorando de prazer, trêmula e toda
arrepiada.
Guillaume seguiu socando como ordenei, e cada estocada me fazia arfar e
berrar, já suada, puxando a colcha da cama e batendo as canelas sobre o colchão,
sentindo o pauzão me cutucar lá no fundo, ouvindo a respiração furiosa de
desejo do macho. O momento à sós tão desejado por ele foi mais que pura
afinidade e desejo, ele queria me mostrar que sabia foder com maestria, sabia
dar um prazer diferenciado e principalmente: sabia usar seu dote.
—Isso... goza bem gostoso, é assim que eu gosto! Sussurrou o gringo.
Apenas tateei e tirei a rolona de minha buceta, depois a conduzi para o
meu cu, sem perda de tempo, sem deixar o tesão esmorecer, mesmo após ter gozado,
então rocei e girei a glande do pauzão na entradinha, ele deu uma cuspida
pesada e espalhei com a glande, ameaçando meter, então forcei a entrada e o
cacetão deslizou parcialmente, gemi e me tremi mais, e quando a fêmea toma essa
atitude... é porque o macho passou TOTAL confiança a ela.
Delimitei o quanto entraria de rola a princípio, segurando abaixo da
metade e fazendo o vai vem por mim mesma, e claro que o macho foi ao delírio.
Eu queria que ele voltasse para sua Cidade Luz totalmente alucinado e troncho
de saudades, com cada segundo dessa trepada não só na memória, mas em todo o
seu ser, assim como seria comigo, então soltei e avancei mais, fazendo o
caralhão invadir mais meu cu faminto, gemi chorosa, fui recuando, recuando,
cada vez mais tarada, e quando ele segurou minhas ancas, senti o talo... e
rebolei.
Soltei as mãos do macho e comandei a foda suavemente, no meu ritmo,
ritmo esse que deixava o comedor perdido em seus sentidos, olhei para trás e vi
Guillaume com quase toda sua cabeleira negra cobrindo o rosto, arfando e
acompanhando suavemente meus movimentos.
—Abre meu rabo e soca, soca com força mon amour! Pedi, sussurrando
taradíssima.
Guillaume abriu bem minhas nádegas e castigou. Berrei tarada, bati no
colchão e balancei as pernas, contraí os dedos dos pés e os estiquei, trêmula,
mas amando, gemendo quase sem ar, mas pedindo mais, mais e mais, e ele
obedeceu, me currou como eu merecia, estapeou minhas nádegas, puxou meus
cabelos e mostrou o macho tesudo e de categoria que era na cama, dando tapões
em minha bunda, me fazendo rebolar.
A sinergia entre nós era plena, absurda e deliciosa. O macho sentou-se
à beira da cama, e me fez sentar de ladinho em seu caralhão, com meu rabão
guloso bem arrebitado e o cu bem preenchido, no colinho, daquele jeitinho bem
safadinho, então quiquei surtada, gemendo, profusamente suada, mesclando meu
suor ao do comedor; passeei com gosto, devota daquele pauzudo, devota de
pauzudos, só sentindo o verdadeiro prazer... com pauzudos. Tamanho IMPORTA SIM, e fim de papo...
Três “plaft, plafts”, uma paradinha, uma reboladinha, quicadas suaves e
a repetição do processo. Assim era meu estilo, era assim que eu me esbaldava
naquela tora gringa deliciosa, Guillaume deu aquele tapa de respeito na minha
bunda e rebolei mais, ele gemeu surtado e alisou meu rabo, subi até quase tirar
e sentei, e ali castiguei, em seguida ele me fez sentar com as pernas elevadas
e os pés apoiados em suas coxas, então a gangorra anal começou feroz.
—Isso, cavalga, cavalga gostoso... tesuda, mon amour! Disse Guillaume,
surtado e acompanhando meus movimentos, e ali pirei, quiquei com devoção, louca
de tesão.
Após um tempo, desci e me ajoelhei entre as pernas do macho, em seguida
caí de boca no caralhão, sentindo o calor extremo e o gosto de nosso sexo
brutal e sem frescura. A tora estava avermelhada, meu cu, inchado, nossos
corpos suados, mas suplicávamos por mais sexo, mais prazer, então mamei com
tara, engasgando e deixando o esputo escorrer e cair no chão, depois montei no
macho, de frente para ele, aloquei a rolona na entrada do meu cu e sentei.
Abracei Guillaume e nos beijamos enquanto eu cavalgava, ouvindo nossos
grunhidos e respiração acelerada, imersos, sintonizados. O comedor abocanhou
meu seio esquerdo e gemi aflita, gaguejei palavras enquanto quicava sem parar
arregaçando meu cu cada vez mais, em seguida sentei sobre meus joelhos e
comandei o sobe e desce brutal, acariciando os cabelos longos e suados do macho
enquanto ele mamava bem gostoso e segurava minha bundona.
Achei que Katiane viria nos espiar novamente, mas não, ela não queria
arriscar, não queria confundir seu trabalho com o tesão. Era uma jovem
equilibrada, bem focada naquilo que se propôs a fazer, mesmo tendo esses
acessos de curiosidade sexual bem aflorados. Talvez o voyeurismo fosse o
fetiche dela, a deixasse excitada, e realmente, ver uma trepada assim, como vi
a de Raimunda com Valdo no Laboratório de Ciências, era muito excitante.
O desfecho daquele memorável encontro se aproximava, meu vai e vem era
vertical e horizontal, gemendo aflita e claro, sentindo aquela dorzinha
deliciosa que só roludos causam ao irem bem fundo. O macho avançou no meu
pescoço e o chupou gostoso, me abraçou ternamente, acariciando minhas costas de
cima para baixo, finalizando na bunda, então minha xoxota começou a roçar na
virilha dele, e aí não deu outra...
—AAAIIII, AAAHHH... SOCA, SOCA, ESTOU GOZANDOOO! CARALHOO! METE, METE,
NÃO PARAAAAIIII! Berrei, quase ficando rouca ao gozar e em seguida surtei de
prazer, gemendo alto e quicando com fúria no comedor, ouvindo seus gemidos de
dor com minhas investidas.
Minhas pernas tremiam e eu grunhia, ainda sendo fodida. O francês me
abraçou e mostrou seu romantismo, me encheu de dengos e carícias enquanto eu
ofegava e gemia chorosa, buscando restabelecer minha alma após aquele clímax
arrebatador.
Nosso suor profuso escorria como se fôssemos derreter, então fomos
parando, aí nos encaramos, já inertes, ouvindo apenas nossa respiração, afastei
os cabelos do gringo e vi seu semblante pleno de alegria; sorri, nos beijamos e
aninhei minha cabeça no ombro dele, em seguida fui acariciada, ainda com sua
tora enorme e deliciosa atochada no meu cu.
—Maravilhosa, você é fantástica mon amour! Sussurrou Guillaume, extasiado...
No banheiro, sob a água do chuveiro e ajoelhada, chupei aquela rolona,
mas não tentei garganta profunda de novo, pois a ardência na mesma exigia
parcimônia, porém, mamei com esmero, sempre babando bem gostoso e deixando a
saliva cair, indo até quase a metade, então segurei a base da picona com uma
mão, e com a outra punhetei, roçando minha língua na glande, e o macho gemeu
aflito, gozou gostoso, profuso, mas não muito denso.
Engoli toda a porra, lambi os lábios e mamei de novo até deixar aquela
tora de jumento bem limpinha, depois fitei o gringo, mordi o lábio inferior e
sorri, ele me ergueu do chão, e sem frescura, beijou minha boca, depois me
abraçou com ternura. Que transa sensacional...
—Você se saiu melhor que na suruba do carnaval! Adorei! Comentei, o
beijando.
—Não fiquei até o fim de suruba, fui embora! Revelou o gringo.
Arregalei os olhos.
—P-Por que? Perguntei, estupefata. Guillaume abaixou a cabeça e depois
a sacudiu, me fitou com um olhar triste, alisou meu queixo e respondeu, me
deixando arrepiada:
—Eu disse que suruba perdeu graça quando você foi embora, então fui
também!
—Você... gosta de mim? Sente algo mais que tesão? Questionei, mexida e
o gringo abaixou a cabeça. Só ouvíamos o som do chuveiro ligado, banhando
nossos corpos.
—Vou sentir muito saudade de você, e... vou voltar ano que vem...
então... você... fica comigo de novo? Desabafou e pediu o francês, com aquele olhar de homem malandro, mas que adoramos...
—Fico sim meu querido... estarei lhe esperando! Respondi, alisando seu
rosto.
—Eu vi seu tristeza naquele dia... por isso não...! Começou a dizer o
gringo, mas o freei.
—Hoje nosso dia foi muito especial, então... vamos guardar apenas as
lembranças do prazer que demos um ao outro! Retruquei. Guillaume assentiu e nos
beijamos.
Eram 16h45 quando terminei de me vestir. Foi um momento inesquecível e
inesperado. Guillaume buscava algo mais que sexo, buscava construir um
relacionamento, e esse era um desejo normal de todo gringo que vem ao Brasil e
se encanta com as brasileiras; no estado onde nasci isso acontece demais, lembrei
de duas amigas de faculdade que se casaram com estrangeiros e hoje vivem bem,
vivem felizes, porém... eu jamais tive esse desejo e jamais teria essa coragem.
O gringo vestiu outra camiseta, de mangas curtas, com o nome da capital
do estado onde nasci estampada, e me fitou com felicidade no olhar. Retribuí o
flerte e nos abraçamos.
—Gostou de encontro? Indagou Guillaume, alisando meu rosto.
—Adorei, foi fantástico! Respondi com a cabeça aninhada em seu peito.
—Antes de você ir, vou te dar um presente! Disse o gringo. O fitei admirada.
—Não precisava se incomodar! Falei, ruborizada. Ele sorriu e ao se
desvencilhar de mim, foi até uma mochila e pegou uma caixa média,
caprichosamente embalada e me entregou.
—Pode abrir aqui ou em seu casa! Disse o macho. Minha face tremeu e
repliquei:
—Sou curiosa, então vou abrir logo aqui! Guillaume assentiu, sorrindo
empolgado.
Desembrulhei cuidadosamente, vi uma caixa com uma miniatura da Torre
Eiffel estampada, e sorri, em seguida abri a mesma e segurei a réplica, a qual
tinha várias lâmpadas de LED miudinhas; notei um botão pequeno e apertei, em
seguida as luzes acenderam, e achei lindo.
—Você é como luzes de Torre Eiffel, nunca apagam, e ela... é linda e
iluminada... como você! Disse o francês, com um olhar pleno de ternura e
alisando meu queixo...
Não segurei as lágrimas e abracei o macho, emocionada, e ele também me
abraçou emocionado. Eu entendia cada vez mais porque eu, Guillaume, Rodrigo e talvez
muitas pessoas mergulharam de cabeça nesse mundo sexual louco, é porque ali era
o refúgio não só para nossas taras, mas para nossas angústias também, e eu me
sentia feliz por momentos como esse...
—Obrigada Guillaume, você é uma pessoa iluminada também! Depus,
comovida.
—Vamos, Katiane nos espera! Disse o gringo. Assenti e fomos, e sorri ao
me lembrar daquela safadinha vindo nos espiar transando. O fogo dela logo seria
incontrolável...
Pedi que o francês escrevesse em um papel, as expressões em sua língua nativa que foram proferidas durante a transa, pois eu iria transcrevê-las quando fosse escrever e ele o fez com boa vontade. Depois chegamos à sala, e vimos a safadinha voyeur sentada no sofá, e ao sermos
avistados, ela levantou rapidamente e me fitou discretamente com seu olharzinho
sapeca, e dei risada.
—Nem preciso perguntar a cada um se o encontro foi bom, pois a cara de
vocês já respondeu tudo! Comentou Katiane, que fitou a virilha do francês em
seguida. Demos risada.
—Foi maravilhoso, o ruim é que uma hora acaba né! Repliquei, e troquei
olhares com Guillaume, em seguida sorrimos e nos abraçamos. Ele ficou todo
coradinho. Lindo.
—Nota 10 para Professorinha Fogosa! Disse o gringo, e rimos de novo.
—Quando você volta pra França, Guillaume? Indagou Katiane.
—Sexta de noite! Respondeu o gringo, que me fitou e abaixou a cabeça,
tristonho.
—Tenha uma boa viagem meu querido, e... venha no próximo ano para matarmos
a saudade! Desejei, alisando o rosto daquele homem tão especial e carinhoso.
—Obrigado Luciana, eu venho sim, e... agora vou chamar motorista para
levar você! Disse o macho, com um lindo sorriso, mas seus olhos marejaram e ele
fungou, então o abracei.
—Não precisa Guillaume, eu levo a Luciana! Interveio Katiane.
—Sério? Obrigada então! Falei, surpresa. Katiane sorriu e o gringo
assentiu, sereno.
Já do lado de fora, eu me preparava para entrar no carro de Katiane
após me despedir de Guillaume, com aquela saudade que me maltrataria, pois ele
foi sim especial, depois saímos da pousada, eu segurava aquela linda miniatura
da Torre Eiffel, com as luzes acesas e sorria.
—Desculpe ter espiado vocês, não comenta nada com a Suzy, por favor!
Disse Katiane.
—Não se preocupe, mas... você sentiu vontade de participar? Repliquei e
indaguei.
—Não, só... gosto de ver às vezes, mas... tenho sim vontade de transar
com um desses pauzudos pra saber se aguento! Revelou a jovem, toda eriçada,
então aticei:
—E... quem seriam esses pauzudos? Imagino que tenha alguns preferidos!
—Um é o Miguel, e o outro... o Rodrigo! Disse Katiane, rindo serelepe. Vejam
só...
Durante o percurso, conversamos sobre o grupo e sobre Katiane. Ela tinha
uma filha pequena, fruto de uma relação com um homem casado, mas só descobriu
esse detalhe depois. O safado se fez de besta e largou ambas, mas graças a Miguel, ele hoje
paga pensão à filha que tiveram, e quando ela mencionou isso, marejou os
olhos, com profunda gratidão ao advogado. Katiane morava na capital com a filha e a
mãe, que era divorciada e tinha um casal de irmãos mais velhos e já casados.
—E o namorado, Katiane? Tem algum? Indaguei, ao chegarmos em minha casa.
—Quero lá saber de namorado mulher... só fico com um menino aí, mas
penso na minha filha, não quero botar homem dentro de casa pra ele querer
mandar nela! Disse Katiane. Uau...
—Nossa, você não está sendo meio radical pensando assim? Comentei. Ela riu sapeca.
—Talvez, mas... sei lá sabe? Eu não penso em padrasto pra minha filha tão cedo, eu... penso mais em crescer na vida, mas também quero aproveitar a juventude! Disse a jovem, e apenas assenti...
Me despedi de Katiane e adentrei meu lar, e o corno ainda não havia chegado do trabalho. Tomei um banho e revivi as cenas daquele evento tão gostoso e cheio de sentimentos sinceros e positivos. Depois, nua e deitada na cama, segurando aquela miniatura da Torre Eiffel, acendi as luzes, lembrei das doces e amáveis palavras de Guillaume, e me emocionei.
FIM
============================================================
Olá queridos alunos. Espero que tenham gostado desse início, que mesmo com um personagem já conhecido, foi muito significativo para mim. O novo mundo sexual que se abriu ainda tem muito a mostrar e muito a ensinar. Experiências únicas e tocantes, além de surpreendentes, são o carro chefe dessa fase, a mais intensa, surreal e inacreditável sim, mas real e que definiu de vez o que hoje considero como válido para o prazer, válido para que eu entregue meu tempo e corpo ao ato sexual.
Sendo assim, leiam e se deliciem sim com a narrativa, mas retenham com muita atenção as entrelinhas, porque mesmo na época eu achando que estava sexualmente resolvida e só precisaria filtrar algumas possibilidades, as surpresas vieram, umas deliciosas e maravilhosas, outras nem tanto.
Particularmente eu detesto postar no final de semana porque os acessos ao blog caem bastante, e eu entendo, o final de semana é de lazer, descanso, reunião com aqueles que amamos ou curtir um bom filme, série, enfim, então essa semana teremos três postagens; a de hoje, a de quarta e a de quinta.
E isso se dá porque semana passada choveu muito e minha internet é meio que... alérgica a chuva, e a crise foi tão grande, que ela caiu na quarta e só voltou realmente na SEXTA à noite.
Beijos, tenham um início de semana maravilhoso, cheio e paz, vida e muito trabalho.
lucycontistasexy@gmail.com
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Comentários

que transa maravilhosa, fiquei com aquela inveja do Gringo mas ele fez por merecer...
ResponderExcluirFrancês sortudo. Professorinha belíssima.
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