098 - ADMIRÁVEL MUNDO (SEXUAL) NOVO – PARTE 2

         



        —Olha só... gente do céu! Será que eu aguento? Comentei, provocando, tesa e impressionada, porque aquele pauzão destoava do corpo nada charmoso de Moésio.

—Não se preocupe minha gostosa... eu sou muito carinhoso, só vou te dar prazer! replicou o macho, trocando olhares lascivos comigo. Ele era muito bom de flerte.

—Humm... a mão nem fecha na grossura! Comentei, masturbando-o levemente.

—Gosta de pau grosso? Provocou Moésio. Rebati, instigando:

—Grande e grosso... tem que ser os dois, mas se for bem grosso assim... eu adoro!

—Então vai... põe ele bem gostoso nessa sua boca safada e mama! Disse o macho.

Pelo que percebi, aquela trepada seria diferente das que eu costumava ter. Claro, seria carinhosa da parte de Moésio, ele deixou claro só pelo porte e atitude, que não iria com afobação, me trataria bem, entretanto, o encontro seria regido pelo instinto de macho e fêmea somente, sem aquelas doses de romantismo barato, mas que funcionam sempre, as quais eu tinha com Cássio e o Pastor Rodrigo. Não quero dizer que vivenciaria uma experiência ruim pela ausência dessas coisas, pelo contrário... essa variação na proposta era excitante por demais e necessária pelo que eu havia me tornado.

Abocanhei a pequena glande e mamei rapidamente, sentindo o gosto salgadinho da seiva vertente, lambi, beijei e abocanhei de novo, mamando só ela, e descobri que adorava rolonas com a cabeça menor que o resto, porque o contraste do pênis nesse formato me excitava muito mais, pois como a grossura aumentava gradativamente, eu poderia ir mais fundo.

Passei um pouco da glande, já sentindo aquela grossura deliciosa começar a preencher e alargar minha boca. Meu cio aumentava e minha xoxota chorava mais ao sentir minha mão padecer em fechar aquele diâmetro de pauzão, o qual era mais escuro que o resto da pele morena do comedor. 

Tirei e dei lambidas nas laterais, já babando a tora, beijei a ponta da cabecinha, lambi e abocanhei de novo, mamei rápido enquanto punhetava, em seguida tirei de novo e rocei entre meus lábios, imersa, totalmente sintonizada naquele caralhão.

—Humm... você come muito a Fabiana com esse pauzão? Indaguei, instigando.

—Às vezes ela me liga com saudade! Respondeu Moésio, e rimos.

—Ah... se meu marido tivesse um pau grande e grosso assim! Comentei, e rimos mais.

—Fica triste não, você pode curar a carência com meu pauzão quando quiser! Vai esposinha safada, engole bem gostoso! Replicou Moésio, bombando o picão em meus lábios.

—Humm... vou tentar, não sei se consigo! Falei, e abocanhei em seguida, mas no meu ritmo, lambendo e chupando a glande, depois avançando um pouco. O macho alisou meus seios.

Abri bem a boca, e de uma vez só quase cheguei à metade. Senti um leve engasgo, mas segui mamando, avancei mais, e passei do meio, aí sim engasguei, pois a tora era mais grossa, Moésio gemeu aflito e tarado, apalpando mais meus seios com uma mão e fazendo o vai e vem para atolar mais, segurando minha cabeça, e não arredei, mas também não avancei mais, e tirei.

—Isso... que boca malvada e gostosa! Mama, mama mais! Pediu o macho, tarado.

Segurei o cacetão largo e abocanhei, Moésio tirou minha mão e segui chupando sem apoio, fazendo o vai e vem com pouco mais que a glande na boca, babando e pirando.

Cheguei ao meio de novo e parei, meneando meus lábios, depois abri a boca mais ou menos e o macho começou a bombar gostoso e suave. Segurei o picão pela base e avancei mais, emperrei e fiz o vai e vem rápido, deixando o esputo escorrer e cair sobre minhas coxas, depois recuei até quase tirar, deixando mais saliva cair e mamei, depois tirei e bati o picão no meu rosto, lambi todo aquele comprimento, abocanhei de novo e chupei tarada, então tirei.

—Deita, quero chupar mais! Mandei, e Moésio obedeceu.

Debruçada entre as pernas abertas do comedor, segurei o pauzão grosso e retomei o boquete de forma suave, aproveitando cada centímetro de comprimento e espessura daquele membro que tinha me deixado doidinha de tesão, porque o macho era feio, mas a pica era linda.

—Isso safada... lambe, chupa teu sorvetão de carne! Disse Moésio, taradíssimo.

Segui mamando sem pressa, lambendo e abocanhando aquela glande rosadinha e pequena, empurrando o prepúcio com meus lábios e deixando o esputo vazar, com um cio brabo, cada vez mais excitada em chupar e segurar aquele pauzão gostoso.

—Vem, agora me chupa bem gostoso seu safado! Pedi, parando o boquete, pois meu maxilar precisava de uma pausa. O macho assentiu e empertigou-se rapidamente.

Dei um gemido alto ao sentir a língua cálida de Moésio torturando meu clitóris; suas lambidas eram gostosas, embora rápidas, em seguida ele abocanhou minha buceta e me contorci, a penetrou gostoso com seu órgão do paladar e pirei, ofegante e me excitando ainda mais ao receber beijos, lambidas e chupadas rápidas e um pouco prolongadas.

—Pronta pra levar pomba grande e grossa nessa bucetinha gostosa? Indagou Moésio.

—Na hora meu querido... mete bem gostoso, mas bem gostoso MESMO! Repliquei.

Moésio pôs um travesseiro sob minhas costas e ergueu bem minhas pernas abertas, em seguida aplicou mais um oral delicioso em mim, me chupou dos seios até a xoxota, dando uma visitada no cuzinho, o qual ele comeria sim, se fosse bom de metida, então ele pincelou a glande de sua tora em meu clitóris, bem malvado, e a seiva verteu mais, depois meteu só a cabeça e bombou suave, reconhecendo o terreno, tirou, deu batidinhas na buceta e por fim, meteu.

Nossa, gemi alto e tive tremores nas pernas ao sentir aquela grossura toda me penetrar e preencher além da conta, assim como o pauzão de Ariovaldo fazia. Moésio parou um pouco e bombou suavemente o pouco que meteu, segurando minha cintura e seguindo em uma cadência gostosa, me deixando relaxada e destemida de seu calibre. Olha, o cabra só era feio e desengonçado, mas mostrava que sabia sim trepar, me currava sem pressa, com movimentos suaves, os quais cessavam para carícias pontuais e gostosas, e assim ele foi socando o resto.

Moésio debruçou-se sobre meus seios e os chupou com maestria enquanto sua tora grossona entrava mais e mais, e logo senti o talo da mesma e um leve tranco que me fez gemer alto. Humm... os 20 centímetros gordos do feioso já estavam escondidos dentro de mim, e só rebolei safada ao sentir todo aquele calibre de pau fazendo um vai e vem suave.

—Ahh... que bucetinha apertada e gostosa você tem Luciana! Disse Moésio, tarado.

Eu gemia manhosa e chorosa com as estocadas de Moésio, que já eram mais incisivas. Senti um pouco de desconforto uma hora em que ele foi mais incisivo do que o suportável, mas isso não se repetiu e o embalo foi gostoso, estávamos bem alinhados, mas em determinado momento, ele debruçou-se sobre mim novamente e tentou me beijar na boca, fui ligeira e o fiz beijar meu pescoço. Beijar na boca de homem feio? Ah não né gente...

Ele estava indo bem no trato com minha xoxota, pois ela se mostrava bem faminta, então fiquei de quatro à beira da cama após um tempo, o macho deu um tapa estralado em meu rabão faminto e rebolei, em seguida ele pincelou de novo sua picona bem grossa na entrada de minha buceta e só deixou deslizar, mas foi cauteloso, e ganhou mais pontos comigo. 

Contraí os dedos dos pés e balancei um pouco as pernas, sentindo o calibre grosso me invadir, ele segurou minhas nádegas com devoção e seguiu as bombadas gostosas.

Não demorou muito e o caralhão largo do moreno já estava bem atoladinho em minha buceta naquela posição. Me tremi de novo, encolhi e estiquei os dedos dos pés mais uma vez e gemi ofegante, Moésio segurou meus cabelos e os puxou para trás, bombando medianamente, então deu um tranco gostoso e gemi alto, rebolei e ginguei safada, domando seu cacetão, em seguida ele apoiou a perna direita sobre a cama e mandou brasa.

AAAHHHH... ISSO, ISSO... FODE, FODE GOSTOSO SEU PUTO! Berrei, surtada de tesão.

O “ploft, ploft” das estocadas de Moésio em minha buceta davam o tom de quão deliciosa estava aquela trepada. O pintão grosso ia fundo, quase saía, e entrava todinho, eu sentia a seiva de tesão mútua vertendo, uma hora rebolei ensandecida, levei tapas no rabo e a foda seguiu gostosa, regida pelos meus grunhidos e gemidos altos. O suor já escorria e eu ofegava, o macho também, ele debruçou-se sobre mim e envolveu meus seios com as mãos, e o pauzão grosso me fodia sem parar, sem oscilar, sem gentileza, do jeito que eu gosto.

—Toma... sente uma pica de verdade te arregaçando sua gostosa! Disse Moésio, tarado e já empertigado, segurando minhas ancas e socando com gosto, me fazendo gritar de tesão.

Após um tempo, Moésio saiu de minha buceta, vi seu cacetão melado de nosso queijo erótico, e foi automático, me virei, ainda de quatro e caí de boca, mamando faminta e punhetando a rolona grossa e gostosa, depois fiz o macho subir na cama e deitar, então me acocorei, de costas e sentei devagar com a buceta, gemendo manhosa e arfando ao ser alargada; apoiei as mãos no colchão, o comedor me sustentou e recomeçamos a foder.

Minha cavalgada era feroz, cheia de tesão e gemidos altos misturados com grunhidos.

AAAHHH... PAUZÃO GROSSO... gostoso! Fode, fode caralho! Gritei e ordenei, rebolando com aquela jeba larga bem atoladinha na minha xoxota.

—Gosta dum pau grosso, gosta safada? Replicou Moésio, indagando tarado e socando.

—G-Gosto... tem que ser grande... e grosso! VAI, FODE, SOCA! Respondi, instigando e gritei minha ordem para saciar a fome da xoxota, que pulsava e devorava aquele cacetão.

Mudei a posição após um tempo. Me acocorei de frente, aloquei a tora na entrada de minha buceta gulosa e sentei até o talo, dei uma reboladinha, me apoiei no tórax do coroa e então comecei a gangorra, braba, frenética, “plaft, plaft” nervoso, rebolando e requebrando, e Moésio, que suava profusamente, gemeu aflito com minhas quicadas. Como eu me sentia poderosa domando aquele caralhão grosso, aliás, domando caralhões.

Após alguns minutos, sentei sobre os joelhos para não cansar minhas pernas e segui cavalgando, quase debruçada; Moésio abocanhou meu seio direito e gemi aflita, quicando e rebolando, mas de forma suave, querendo sentir aquele comprimento e grossura deliciosa me invadindo aos poucos, saboreando, gemendo e grunhindo cada vez mais tarada.

O macho envolveu minha cintura com as mãos e a acariciou. Foi uma carícia deliciosa, em seguida desceu para minha bunda, a qual foi apertada e estapeada, e rebolei, então, senti seu indicador visitando meu cuzinho. E aí? O feioso merecia me enrabar? Claro que sim...

—Porra, você é gostosa demais, delícia! Desabafou Moésio, extasiado e com o dedo médio em meu cu, sem parar de socar, socando gostoso e me fazendo sequer conseguir replicar.

—Me faz gozar... que eu te dou o cu! Falei, tarada e afim de testar o comedor. Moésio apenas deu um sorriso bem maroto, e então alisou meu rabo de cima para baixo, segurou firme minhas ancas, engatou gostoso e bombou com força, em seguida... fez por merecer meu cu:

—Mesmo que você não quisesse dar esse cuzinho que eu tô doido pra comer... eu vou te fazer gozar bem gostoso de qualquer jeito, porque tô mais que feliz em tá com você aqui hoje!

Ao ouvir aquilo, me sensibilizei, foi uma prova de humildade da parte dele. Ok, claro que teve uma malandragem implícita naquela réplica afim de me comover, mas funcionou, contudo, só funcionou porque Moésio, além de ser bem dotado, foi muito homem comigo ANTES de treparmos, e no ato em si; o feioso até então... transava com a alma, com seu tesão no pico, e aquelas palavras ditas por ele carregavam uma sinceridade absurda, pois vi isso em seu olhar.

O abracei e intensifiquei a cavalgada, quiquei ensandecida, pulando com mais tesão ainda e ouvindo o macho grunhir e tentar me acompanhar, ele segurou minha bunda por baixo e alinhou-se, metendo fundo e me fazendo gritar e gemer feito louca, depois me abraçou forte e assumiu o comando das estocadas, engatou daquele jeitinho e não deu outra...

AAHHH, AAAAIIII... HMMM... CARALHOOO! ISSO, ESTOU GOZANDO, ESTOU GOZANDO, ESTOU... gozando, gozando! Soca, soca, mete, não para! Urrei, gritei e explodi em um clímax arrebatador. Sou escandalosa mesmo quando estou gozando, porque a carga de sensações que invade meu ser durante o orgasmo é gostosa demais para ser reprimida.

Enquanto eu seguia gozando, pulava feito uma destrambelhada, ouvindo o gemido de dor do macho com meus pulos e rebolado ensandecido, que claro, o descompassou naquela hora, pois suas bombadas se desalinharam com meu ritmo, mas tudo bem, isso não o desabonava, e como eu previ, aquela transa estava sendo puramente instintiva, onde os olhos é que despejavam em nossas mentes, as doses de tesão necessárias para que a mesma fluísse.

Estava sendo uma experiência inusitada, mais uma dentre tantas de minha sexualidade. Um homem feio, desengonçado, mas com um belo e delicioso dote de macho, o qual era usado com maestria por ele, e que no final das contas, era a única razão de ele ter sua vida sexual ativa.

É preciso sermos puramente pornográficos de vez em quando; sacanas, devassos, safados e despudorados, sem nos preocuparmos com erudição sexual; pois faz bem para nós, e eu entendi isso ao me entregar nessa vida sexual tão avassaladora, porque foi assim que ela começou, lá atrás, com o fedelho Ismael, foi o visual, a visão daquele pênis grande em um garoto, que fez minha fantasia ganhar vida e querer viver o máximo possível.

—Isso... goza gostoso sua safada! Goza nessa rola! Disse Moésio, estapeando meu rabo.

—Deixa meu cu bem preparadinho para levar esse pauzão gostoso! Pedi, sussurrando.

Ficamos em 69. Abocanhei o cacetão grosso de Moésio e mamei faminta. O orgasmo não tinha diminuído minha tara, minha gana de aproveitar a vida e gozar gostoso. Senti o gosto de nosso requeijão erótico ao atolar o que pude e salivar aquela rolona larga, grunhindo e rebolando ao sentir a boca e língua do comedor besuntarem meu cu e o temperarem. Foda com pauzudo sem anal? Não pode, até mesmo o infame do Diogo mereceu meu anelzinho guloso...

Minha fome era tanta, que saí de cima do macho, me acocorei e aloquei a tora grossa na entrada do meu cu, esfreguei e punhetei, ameaçando meter, meti um pouco e gemi, deslizou boa parte e arfei, então comecei a cavalgar suave, sentindo aquela grossura gostosa me alargar.

O pauzão e meu cu estavam bem besuntados, então tive de segurar o falo e controlar a penetração para não descer de uma vez e acabar me machucando. Humm... que delícia sentir aquela grossura de pica alargando mais meu cu conforme eu sentava e gingava, e na hora percebi que o aproveitamento melhor daquela trepada seria no anal.

—Nossa... que cuzinho delicioso, isso, cavalga! Disse Moésio, arfando de tesão.

Sentindo que a penetração estava sob meu controle, soltei o picão e segui cavalgando suavemente, mesmo com as pernas meio bambas devido ao calibre do macho, e isso era algo que sempre aconteceria na vida de uma mulher que optou por encarar os grandões dentro de si, principalmente na vida de uma mulher que domou o dote de Rodrigo, e foi inevitável não pensar no meu pastorzinho devasso; pensar... e triplicar meu tesão... de tanta saudade...

Apoiei as mãos nas canelas de Moésio, arrebitei mais minha bundona e continuei a gangorra anal, gemendo e dando gritos curtos conforme a rolona grossa me invadia mais. Eu subia até quase tirar e sentava até onde havia entrado, rebolando em seguida, dando paradinhas curtas e repetindo todo esse ritual. O comedor gemia e batia no colchão, perturbado de tesão com meu gingado matador, mas é claro que eu também arfava de tesão e um pouco de dor.

Optei por não fazer a chuca para esse encontro. Sei lá, não me deu vontade de chupar o pauzão de Moésio quando ele saísse do meu cu, e embora a estética daquele pênis grande, grosso e lindo tivesse despertado essa vontade em mim, o macho era feio e não me deixou com aquele tesão brabo, aquela vontade louca, mesmo sendo uma transa deliciosa sim.

Saí de cima e fiquei de quatro à beira da cama, e quase mudei de ideia ao vir o caralhão sem sujeira alguma, mas me mantive firme, rebolei e abri meu cu, seduzindo o macho, que se empertigou de uma vez e caiu de boca no meu rabo, me fazendo gemer um pouco de dor; Moésio dava tapas, fungadas e beijos no meu cu, me causando arrepios, em seguida se preparou, deu uma cuspida pesada no pauzão, pincelou meu ânus com a glande e meteu.

AAAHHH... CARALHOOO! Isso... isso... mete bem gostoso no meu cu! Gritei e sussurrei, inebriada com a metida do macho, que segurou minhas ancas e foi socando.

Movimentos bem cadenciados, alternando entre o mediamente intenso e o suave; assim era o estilo de Moésio foder, e estava delicioso. Eu grunhia chorosa, encolhia e esticava os dedos dos pés, ofegando conforme a rolona grossa entrava mais e mais, me arregaçando gostoso. Uma hora ele parou, abriu bem meu cu e tirou a picona, deu batidas e enfiou de novo, me fazendo gemer alto e ofegar, arrepiada; rebolei e logo senti o talo do cacetão largo, e gritei.

—Isso casadinha safada, grita gostoso! Disse Moésio, que estapeou minha bunda.

Rebolei e ginguei, subindo e descendo meu quadril, torturando aquele pauzão espesso atolado no meu cu. Gemi alto, tarada e Moésio acompanhou, com bombadas incisivas, me arrombando bem gostoso cada vez mais, sabendo a hora certa de me dominar, e ele o fez puxando meus cabelos, extraindo mais gritos tarados de mim, minhas pernas tremiam, a buceta ensopava, latejava de fome, e por um instante desejei outra rolona a ocupando.

Senti pingos de suor sobre minha bunda, olhei para trás e vi Moésio profusamente suado, arquejando, mas socando sem oscilar seu ritmo gostoso. Ih... será que ele ia arregar para mim? Não, eu sentia o pauzão bem duro no meu cu, fazendo aquele vai e vem seguro e alinhado com nosso momento, apesar de ele gemer meio aflito e grunhir.

—V-Vamos... para a hidro, quero dar o cu na hidro! Pedi, pois realmente o calor estava brabo naquela suíte, mesmo com o ar condicionado ligado. Eu estava suada, mas ele, coitado...

Dentro da hidro, enquanto ela enchia, apoiei a perna esquerda na borda da mesma e arrebitei bem meu rabo, Moésio veio e retomou a foda anal, mas meteu e bombou de mal jeito, me causando uma dor lancinante, e encolhi a bunda, gritei e quase chorei.

—Empina esse rabo safada, eu gosto de bunda bem empinadinha! Disse Moésio.

—Vai com calma aí amigo... meu cu aguenta rola grande, mas tem que meter sem afobação! Retruquei, e Moésio se desculpou, então arrebitei meu rabo e a foda seguiu.

Com água quase morna em mais da metade da banheira, joguei os sais, os espalhei e uma quantidade boa de espuma se formou, o macho adentrou a mesma na hora, lavando sua tora grossa e equilibrando a temperatura de seu corpo, depois ele sentou-se na beirada e eu, parcialmente submersa, me ajoelhei e mamei gostoso aquele cacetão.

Segurar e sentir aquele calibre delicioso de rola fodendo minha boca; aquilo me fez perdoar o deslize do comedor e restabelecer minha tara. Fitei Moésio e o vi fazendo uma estranha careta de tesão. O cara já era feio, e ainda me fazia careta? Abaixei a cabeça na hora e foquei no boquete, na visão daquilo que me fez adentrar esse admirável mundo sexual novo: um pau grande e grosso como o do coroa e tantos outros que já tive o prazer de experimentar.

Levantei, virei de costas, apoiei a perna direita à beira da hidro, aloquei o caralhão largo e bem babado na entrada do meu cu e sentei, gemendo alto e ofegando, mais uma vez delirando com aquela grossura gostosa de pica alargando mais ainda meu rabo faminto.

Sentei até o talo e rebolei suavemente, gemendo mais, então assumi o comando da foda, subindo e descendo com vontade, Moésio envolveu meu seio esquerdo com uma mão, e com a outra dedilhou minha xoxota, aí quiquei com mais tara ainda, “plaft, plaft” surtado.

—Eita... que o cuzinho... tá com fome! Comentou Moésio, ofegante e grunhindo depois.

Após um tempo, saí de cima, ofegante e apoiei as mãos na beira da hidro, com as pernas submersas. Arrebitei bem a bunda e rebolei safada, Moésio veio por trás e penetrou meu cu com parcimônia, mas meteu sua tora grossa até o talo, e minhas pernas tremeram, gemi alto e dei um grito curto, ele segurou minhas ancas e retomou as metidas, indo do suave ao intenso.

O suor profuso do comedor caía sobre minhas costas, ele me abraçou por trás, envolvendo mais uma vez meu seio com a mão esquerda e com a direita, bolinava minha buceta, e de masturbação o feioso era bom hein? Delirei, então atinei... sim, o coroa estava nas últimas, não duraria muito mais tempo, queria me fazer gozar e aquilo me frustrou. Porra, eu estava em um embalo delicioso, ainda disposta a aguentar aquele colosso moreno e o macho já arquejava, mas nem Ariovaldo, com os dois pés nos 60 anos ofegava daquele jeito tão sofrido...

—Tudo bem Moésio? Indaguei, preocupada e infelizmente... desconectada da transa...

—S-Sim... é que tá... um calorão né, mas tô de boa! Respondeu o macho. Ele derretia e fungava no meu cangote, mas mantinha o ritmo das bombadas no meu cu e me masturbava.

É meus amores, nem tudo é perfeito na vida, nem toda trepada é épica, e nem todo comedor, por mais estrada sexual que tenha, consegue deixar sua parceira plena de prazer, e no sexo descompromissado que eu vivia, o “foi bom, porém...” era inadmissível, e ali constatei que não era porque eu estava em um grupo sexual, que todos os comedores eram Rodrigos ou Guillaumes da vida, os quais sabiam deixar uma mulher esbaforida e esgotada de prazer.

O comedor competente, é aquele que faz a mulher cansar, mas cansar satisfeita, relembrando a transa gostosa enquanto o corpo relaxa e ela sorri toda boba, feliz e realizada...

AAHHH, AAAHHH... ESTOU GOZANDOOOO! SOCA, SOCA, NÃO PARAAAAHHHH! Urrei, ensandecida com as bombadas e a siririca que Moésio batia em minha buceta... é... meladinha... mas não ensopada como costumava ficar.

—Isso... goza gostoso sua safada, tesuda! Disse Moésio, ainda bombando em meu cu.

—Vai... lava o pau e goza gostoso em mim! Pedi, tirando sua mão de minha buceta.

Moésio lavou seu cacetão na água da banheira, em seguida me pôs para mamar, e mamei gostoso sim, babando e engasgando com aquela grossura de rola grande, cujo dono, mesmo cansando e arquejando perto do fim, estava no saldo positivo por ter me feito gozar uma vez e me foder gostoso, mas... nada de bis, foi bom, mas não deixaria saudades...

—Abre a boquinha casadinha safada... toma teu leitinho! Disse Moésio, punhetando sua tora. Abri a boca e pus a língua para fora, fitando sua expressão feia de tesão. Uma gota de suor caiu sobre seu olho direito e ele o fechou, sentindo a ardência e fez uma careta. Quase ri...

O macho urrou seu orgasmo, ofegou ainda mais e deu uma esporrada não muito profusa, mas densa, certeira em minha boca. A porra era saborosa, meio adocicada, e engoli tudo, depois agarrei a rolona grossa e punhetei com força, roçando a glande dentro de minha boca e mais leite saiu, depois mamei e Moésio se tremeu todo, gemendo aflito, e então a pirocona se rendeu, e rápido por sinal. Era o fim de um encontro bacana, com mais altos que baixos. De forma alguma foi ruim, Moésio se garantiu, mas seu limite não coincidiu com o meu...

Tomamos banho juntos, mas nada de chamegos. Claro, o macho se deslumbrava com meu corpo e me alisava o tempo todo, queria me banhar e deixei, pois sua admiração e entusiasmo comigo me deixaram mexida, era sincera. Depois nos vestimos, e mesmo após o banho refrescante no chuveiro, Moésio se abanava. Estava abafado sim, mas nem tanto...

Sentada à beira da confortável cama, saquei meu celular da bolsa e avisei a Moésio:

—Er... vou chamar o motorista para vir me buscar!

—Não precisa, eu chamo, é tudo por minha conta! Replicou Moésio, sorridente.

—É que... eu queria voltar com o mesmo motorista que me trouxe! Retruquei, acanhada. Moésio apenas assentiu e veio até mim, depois segurou minha mão e indagou:

—Você gostou do encontro? Seja sincera!

—Sim, foi muito gostoso, adorei! Respondi, alisando seu rosto. Foi bom sim.

—Gostaria muito que rolasse outra vez, você é uma mulher maravilhosa! Desabafou Moésio. Tadinho, tive pena dele, pois seus olhos ratificavam a sinceridade de suas palavras.

—Er... a gente vê sim um outro encontro, agora... vou ligar para o motorista! Rebati, e em seguida beijei a face direita do comedor, que retribuiu com um abraço cheio de ternura.

Liguei para Robério e chamou até desligar. Tentei mais duas vezes e nada, mas poucos minutos depois, o macho retornou a ligação, mal esperei, atendi logo e avisei, toda eriçada:

—Estou prontinha, pode vir me buscar!

—Minha linda, infelizmente não vou poder te pegar porque bateram no meu carro e tô resolvendo o bucho aqui, mas relaxa que eu tenho um amigo livre e mando ele te buscar agora mesmo! Contou o macho, e não acreditei no que ouvi, então só me restou assentir, desejar boa sorte a ele e nos despedirmos. Dei um longo suspiro e fitei Moésio, frustrada...               

CONTINUA

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Olá queridos alunos. Muita chuva, falta de energia e ausência de Internet, por isso atrasei a postagem, mas, para honrar o compromisso, essa semana (se não chover tanto quanto choveu semana passada) farei três postagens, (hoje, quarta e quinta) e a de quinta é MUITO especial.

Amanhã, o desfecho, surpreendente, ousado e muito doido, rsrsrs...

lucycontistasexy@gmail.com

Comentários

  1. Oi Luciana, mais um conto tesudo…BOTO

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  2. Sempre com as melhores histórias professora mais que linda.

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