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—O que aconteceu? O motorista não vai poder vir? Questionou Moésio, vendo meu semblante frustrado. Dei um longo suspiro, neguei com a cabeça e respondi:
—Ele disse que bateram no carro dele! Moésio se ofereceu, meio
ressabiado:
—Eu... posso chamar outro ou... te levar até perto da sua casa!
—Er... não precisa, eu tenho um taxista amigo de minha família, vou ver
se ele está disponível, mas mesmo assim, obrigada pela gentileza e empatia!
Respondi, radiante e lembrando do coringa que eu tinha na xoxota ao invés da
manga: Juarez. Lembram dele?
—Ah sim, então veja com ele quanto sai a corrida que eu pago, sem
problema! Disse Moésio, com um sorriso sincero e aliviado. Assenti, e meu
celular tocou logo em seguida.
Ao olhar para a tela e arregalei os olhos ao vir quem me ligava...
era... Juarez. Uma coincidência surreal e inacreditável, e meu coração
disparou... Juarez... era um membro do grupo? Só podia ser, pois ele era
dotado. Tratei logo de atender, mas dissimulei:
—O-Oi... Juarez, há quanto tempo, diga lá meu amigo!
—Oi Lulu, tudo bem meu amor? É... me espera do lado de fora da suíte
por favor, que eu tô chegando em 10 minutos, tô pertinho daí! Respondeu o
taxista, naturalíssimo...
—Ah... er... é... t-tudo bem, espero sim! Respondi, desnorteada, porque
meu plano era sair do motel e esperar Juarez meio distante do mesmo, pois não
queria ser vista com Moésio. Encerrei a ligação, dei um longo suspiro de
tensão, e Moésio indagou, me fazendo enrubescer:
—Nossa, você conhece o Juarez?
—J-Juarez? Indaguei, e não estava me fazendo de besta, fiquei
atarantada de verdade.
—Sim, você falou o nome dele quando atendeu, é Juarez o taxista? Se
for, ele faz parte do grupo também! Revelou Moésio, e me arrepiei, mas depois me
asserenei. Bingo...
—Nossa... não sabia disso! Então o Juarez... é membro do grupo?
Comentei e indaguei.
—Faz tempo viu? Já participamos de vários eventos juntos, o Juarez é
gente fina demais! Comentou Moésio, e assenti, muito impactada com aquilo. Robério
não indicou Juarez à toa...
Juarez era amigo de Rodrigo, pois o pastor esteve no
velório de seu Anastácio, confortando a família enlutada do taxista e o próprio
taxista, e como ambos eram roludos, claro que eram parceiros de putaria e se conheciam
muitíssimo bem, agora as peças se encaixavam... assustadoramente.
—Uau... a gente nunca conhece as pessoas de verdade, mas... vamos,
Juarez disse que o esperássemos do lado de fora da suíte! Repliquei e
convoquei, querendo desconversar.
—Eu tô percebendo seu constrangimento com isso, e eu entendo, então...
vou embora antes do Juarez chegar, mas se acostume... você vai trombar com
gente conhecida no grupo, e... como você é professora, até um dos seus alunos
ou alunas pode fazer parte dele, não sei, talvez até não, mas não fique
surpresa se acontecer! Disse Moésio, sereno, e fiquei mais tensa.
—Estou rezando para não ter nenhum aluno no grupo! Respondi, temerosa.
—Relaxa... todo mundo sabe que deve guardar segredo! Retrucou Moésio.
Assenti...
—Mas será que um aluno ou aluna saberia guardar segredo? Retruquei, e ele riu, sereno.
—Garanto pra você que saberia! Respondeu Moésio, com uma certeza arrepiante no olhar.
—Ainda estou me acostumando com essa ideia sabe? Isso de... marcar um
encontro só para fazer sexo; tudo bem, o grupo tem essa finalidade, mas... não
sei, é muito novo! Desabafei, meio confusa.
—Não tem nada de diferente do que se tivéssemos nos conhecendo pra
namorar; afinidade, segurança, carinho e respeito, isso não muda porque é um
encontro só pra fazer sexo! De uma transa sem compromisso como essa, pode
nascer uma amizade legal, e isso é só o caminho inverso do que a gente tá
acostumado, mas é a mesma finalidade: estreitar relações! Replicou Moésio, alisando meu queixo. Sim, ele
tinha razão, então sorri e nos abraçamos fraternalmente.
—É eu sei, e você é uma pessoa muito bacana mesmo, gostei de te
conhecer! Falei, bem sincera e olhando nos olhos do coroa, que sorriu. Quem
sabe um dia transássemos de novo?
O que me deixava meio assustada era a abordagem, a forma como as
propostas aconteciam. Mesmo sendo um grupo secreto onde a discrição era o
principal mandamento, ser propagandeada assim por Fabiana e Ariovaldo era algo
impactante, meu subconsciente entendia que ao ser apresentada a Moésio, o bairro
todo sabia de minha vida sexual excêntrica, e não apenas um punhado de pessoas
as quais viviam do mesmo estilo que o meu. O costume demora, mas vem...
Foi a mesma sensação que tive ao aceitar fazer minha primeira DP com
Breno e Ismael, e depois ter de encarar meu ex-aluno no dia seguinte, na
escola. Assimilar isso seria um processo longo, ou melhor, eu teria de
assimilar isso de novo, mas com uma visão mais madura, então eu iria trabalhar
minha mente para compreender de vez, que o fato de uma amiga me apresentar um
macho só para fazermos sexo, exatamente como Ismael fez ao me apresentar Breno,
não tinha um cunho desrespeitoso, pois eu era livre para aceitar ou não, sob
nenhuma pena.
Saímos da suíte do motel, nos despedimos com um abraço caloroso, e o
comedor feioso se foi. Cerca de três minutos depois, o carro de Juarez adentrou
o motel e veio até mim, estacionando perfeitamente. Sorri e entrei no carro de
pelo banco da frente, o do carona. O taxista trajava uma camiseta cinza e uma
calça jeans preta. Instantaneamente vi o pauzão do taxista se avolumar, e ele
me fitou com um olhar bem safado.
—Há quanto tempo hein Lulu! Tudo bem com você? Comentou e indagou
Juarez.
—Sim, tudo ótimo e cada vez mais surpreendente! Respondi, e demos
risada.
—Bota surpreendente nisso! Você entrou no grupo, nunca pensei numa
coisa dessas Luciana, sem putaria! Comentou Juarez, bestificado e manobrando
para sairmos do motel.
—Ué... mas por que? Indaguei, muito surpresa ao ouvir aquilo.
—Ah Luciana, sei lá, o grupo é secreto né, pra mulher entrar nele, tem
que curtir muita sacanagem mesmo, e... não é todo dia que se acham mulheres que
topam uma putaria como as que tem lá, então... é uma surpresa pra mim! Desabafou
o taxista roludo.
—Se eu te disser que estou surpresa até agora também! repliquei, e
gargalhamos.
—Ah, mas relaxa, tu vai estranhar só no começo, e vai dar de cara com
gente conhecida, daquelas que tu olha assim e diz: porra, esse fulano também
curte uma sacanagem pesada? Não acredito, não tem quem diga! Comentou Juarez, endossando o que Moésio dissera, e demos risada...
—Eu já encontrei uma amiga nesse grupo, e estou pasma até agora, depois
você, então não tem outra saída a não ser se acostumar mesmo! Repliquei,
sincera e rimos mais.
—Será que eu conheço essa amiga? Indagou Juarez, sorrindo
maliciosamente. Toquei sua coxa, e notei claramente seu cacetão estufar a
calça, e se eu já queria mais sexo, então...
—Talvez conheça sim, é a Fabiana, da banquinha de lanches! Respondi.
—Ah sim, a Fabi! Gente fina, já tive alguns encontros com ela!
Respondeu Juarez.
—Mudando de assunto um pouco... e... sua mãezinha, como está sendo para
ela viver sem o Seu Anastácio? Indaguei, e Juarez deu um longo suspiro, desolou
seu semblante e disse:
—Difícil viu Lulu? Muito difícil, ela amava muito o pai, sabe aquele
casamento que quanto mais os anos passam, mais forte o amor fica? Comentou e
indagou Juarez, e assenti, penalizada. —Então... a mãe ainda tá num luto
pesado, come pouco, fica sentada ali, no canto da parede vendo TV, ou então
deitada na rede, e a gente sabe como dói, como tá difícil pra ela tocar a vida sem o pai,
por mais que a gente tente animar ela! A bichinha tá sofrendo muito! Completou o taxista, triste.
—Sua mãe precisa de compreensão e de todo amor e paciência possível,
ela tem que se sentir acolhida pela família, porque mesmo sem aceitar a perda,
vai saber que não está desamparada e que a história de seu casamento rendeu bons
resultados, que são você e seus irmãos! Repliquei.
—Eu sei, a gente não desgruda, quando não tenho tempo, meus irmãos ou
os netos dela ficam com ela, e tem um amigo meu que é pastor, e ele vem TODO
DIA visitar a mãe, desde que o pai internou e até hoje depois da morte dele, e
ela é católica, daquelas fanáticas que odeia evangélicos, mas dele ela gosta,
fica menos triste quando ele vem! Relatou Juarez, e me arrepiei.
Fiquei mexida com a discrição do taxista ao falar de Rodrigo. Ele sequer citou o
nome do pastor, sequer sabia que eu e ele éramos amantes, só o mencionou,
dissociando-o de nosso mundo sexual. Afirmo que não sabia, porque se soubesse,
entraria imediatamente no assunto.
—Deus é um só... e fico feliz com a atitude do seu amigo e a de sua
mãe, que reconheceu a nobreza do gesto dele! Repliquei, tocada e admirando
ainda mais meu amante. Que homem...
—Mas... e aí? Foi bom? Tá curtindo o grupo? Indagou o taxista, voltando
ao assunto inicial, e achei boa a iniciativa dele. Tristezas sempre existirão
em nossas vidas, mas temos de seguir em frente, nos agarrando ao amor e empatia
que recebemos daqueles que nos amam.
—Foi sim, está sendo bem legal essa experiência! Respondi, tocando sua
coxa.
—Essa corrida fica pela nossa amizade gostosa! Disse Juarez, alisando
minha coxa.
—Ah... mas eu faço questão de pagar, ou... você não quer receber?
Retruquei e indaguei, apalpando sua rolona dura sob a calça. Juarez suspirou e
tocou meu seio esquerdo.
—Opa... se o pagamento for esse eu cobro até bandeira dois! Respondeu
Juarez, e não contive um riso alto, ele riu também, e então respondi, atiçando
e apertando o volume duro:
—Ah, assim é justo, pago com prazer! Ele sorriu e bolinou minha xoxota
por baixo do meu vestido, depois paramos a brincadeira, pois ficamos com medo
de sermos flagrados.
Chegamos rapidamente ao cafofo de Juarez (o mesmo lugar para onde ele
me levou quando trepamos pela primeira vez), e após o macho guardar o carro na
garagem, subimos e fomos direto para o quarto, e sem firulas, pois eu ainda
estava com tesão, o joguei na cama e subi em seguida, erguendo meu vestido. Ele
indagou, atiçando:
—O Moésio não deu conta de você foi? Ergui as sobrancelhas. Ele
sabia...
—É... não foi bem isso, mas... ainda estou com um pouco de fome, ficou
aquele gostinho de quero mais! Respondi, e abaixei a calça do macho, ele a
tirou, jogando-a longe e vi o cacetão embrulhado em uma cueca box preta, então
apalpei e abaixei a peça íntima, liberando a rolona.
Comparando o pau de Juarez com o dos machos com quem transei até o
momento, o dele era o menos grosso de todos (torto para a esquerda e meio
curvado para baixo, com uma veia saliente saindo da base, indo pelo meio até
abaixo de da glande rosada). Fechei a mão sem problemas, porém... o comprimento compensava, bem
grande e gostoso, então caí de boca, chupando a cabecinha e punhetando
suavemente, ficando mais excitada com aquele cheiro abafado.
—Humm, que saudade dessa boca deliciosa! Assim, chupa bem gostoso!
Disse Juarez.
—Eu aprendi uma mágica bem gostosa! Falei, lambendo e chupando a
glande.
—É? E qual é? Indagou o moreno, curioso. Sorri e então abocanhei sua
tora de uma vez, passando da metade e logo encostei o nariz em sua virilha,
engolindo ela todinha. O pauzão de Juarez foi fácil de engolir, pois como
mencionei, era fino, mas o do corno era mais fino...
—Gostou? É o truque de fazer um pau grande desaparecer! Falei e
continuei chupando.
—Adorei, faz de novo que foi muito gostoso! Pediu o macho, cheio de
tesão, então obedeci e continuei o boquete, chupando até a metade, depois
recuei até quase tirar e desci de uma vez, meneando a cabeça e atolando,
engasgando um pouco e deixando a saliva vazar, até dar uns solavancos, com o
pauzão todo enterrado na boca, depois tirei, ofegante e punhetei.
—Humm, pauzão gostoso de chupar! Falei, beijando e batendo a picona em
minha língua, depois abocanhei de novo, mas não engoli, fiquei só chupando
depois da cabeça.
Prestes a consumarmos o ato, Juarez propôs que usássemos preservativo, mas... sinceramente... por mais que seja o correto se proteger, especialmente após terminar uma transa com outro cara, recusei, e eu sei do risco, sei que brinco muito com a sorte, porém... AMO meter no pêlo, pele com pele, e como estou tomando anticoncepcionais, o que provei ao tirar os mesmos da bolsa e mostrar, ele topou.
Com o vestido erguido, virei de costas e sentei com a xoxota no pauzão
do taxista, ajoelhada, e gemi alto ao sentir a tora entrar todinha, então
comecei a rebolar e cavalgar, gemendo manhosa enquanto o macho alisava minhas
nádegas, e quando ele as abriu, senti uma ardência no cu, seguida de uma
dorzinha, mas isso não minou meu tesão, ou vocês acham mesmo que eu dispensaria
mais um roludo? Eu queria foder e ser mais fodida ainda.
—Que fogo hein! Rebola mais, gostosa! Comentou e pediu Juarez.
—Hoje eu estou no cio, quero muita pica! Mete, mete gostoso! Falei,
ficando de cócoras e quicando com força, gemendo ao sentir aquela tora todinha
na minha racha.
Após um tempo, virei de frente e continuei o passeio, ainda acocorada, pois eu queria sentir aquela rolona bem fundo dentro de mim, arrebitei a bunda e mordi o lábio inferior, depois o contraí e segui sendo fodida, Juarez segurou minhas nádegas e acompanhou meu ritmo, aquele pauzão torto doía um pouco, mas eu não estava nem aí, qual pauzão não dói um pouquinho quando vai lá no fundo?
Sorri e fitei
o olhar alucinado do taxista, que abriu minha bunda e atolou seu dedo médio no
meu cu, me fazendo gemer com uma dorzinha, apoiei as mãos em seu tórax, relaxei
os joelhos e rebolei mais, subindo e descendo freneticamente.
—Isso gostosa, se acaba nessa rola, sua safada! Disse Juarez,
estapeando minha bunda.
—Quero mamar, me dá sua picona para eu mamar! Pedi. O macho assentiu e
então saí de cima, e fiz o famoso 69, esfregando minha buceta em sua cara, e
ele a chupou deliciosamente, e ainda meteu o dedo no meu cu arregaçado, me
fazendo gemer alto e abocanhar sua pica enorme, indo até a metade de uma vez e
mamando, depois atolei mais e engasguei, tossindo esputo, mas cheguei até as
bolas, onde dei outra tossida de saliva, e bombei a cabeça.
Após quase gozar na boca de Juarez, saí de cima dele e fiquei de
quatro, ele me posicionou na beira da cama, deitou meu tronco na mesma,
arrebitou bem minha bunda e abriu minhas pernas, em seguida varou minha buceta
com sua rolona, me fazendo gemer alto.
Fechei as mãos puxando a colcha do dormitório, o comedor segurou minhas
ancas e seguiu alimentando minha racha, socando toda a sua pirocona morena
enquanto fodia meu cu com seu dedo médio, sem se importar com o estrago feito
por Stenio, tanto que ele comentou:
—O Moésio te deixou no ponto hein! Fodeu legal teu cuzinho gostoso!
—É que o meu cu não resiste a um pau grande! Respondi, rebolando, e em
seguida passei a empurrar o macho, bombando eu mesma, ele parou e deixou que eu
conduzisse, e após um tempo, tirou a rolona da minha xoxota, e esfregou a
glande melada no meu cu.
—Ah é? Então ainda cabe mais um nesse cuzinho delicioso, vou terminar
de arrombar ele! Respondeu Juarez, que sem cerimônia, deixou sua pica enorme
deslizar quase toda no meu ânus, me fazendo gritar com a dor e a ardência,
balançar as pernas e encolher os dedos dos pés. Quem está na chuva é para se
molhar meus queridos, e não protestei, eu queria mais sexo, e é melhor gritar de dor levando uma ROLA DE VERDADE no cu, do que gritar de dor e ódio dando o cu para meu corno.
—AAAAIIII! CARALHOO! FODE MEU CU, FILHO DA PUTAAA! Berrei, sentindo e
ouvindo o tesão extremo do taxista roludo castigando meu cu.
Meu celular estava no silencioso, mas pude ouvir nitidamente ele
vibrando, e pelas horas que eram, só podia ser o chifrudo de pau pequeno, o que pela primeira
vez, não me causou medo algum ou sequer diminuiu meu tesão, pelo contrário, eu
faria questão de atender enquanto um homem de verdade fodia sua esposinha,
tanto que pedi a Juarez que pegasse o telefone em minha bolsa.
—Ih, Lulu, é teu marido! Tá escrito amor aqui na tela! Disse Juarez,
meio ressabiado e trazendo meu telefone até mim. Bingo, era ele mesmo. Aff...
esqueci de mudar o nome...
—Não pare de foder o meu cu enquanto eu falo com ele, não pare!
Ordenei, ficando deitada e de frente, ainda na beira da cama, depois abri as
pernas e as elevei, o comedor riu de forma bem safada, e socou seu pauzão no
meu rabo de novo, contraí os lábios e atendi.
—Porra, até que enfim hein Luciana? Onde você tá? Tô te ligando há um
tempão e você não atende! Comentou o chifrudo, todo cheio de moral. Juarez
seguia me enrabando e rindo.
—Oi meu amor, desculpe não ter te atendido, mas é porque estou na casa
de uma amiga, hoje é aniversário dela e fui convidada para a festa! Respondi,
na maior calma, vermelha de tanto segurar a dor de levar aquele trabuco moreno
sem parar no meu cu cada vez mais sendo arrombado.
—E você não ouviu o celular tocando? Perguntou o galhudo.
—Oh amor da minha vida, não estou falando com você agora? Que foi? Está
desconfiado de sua mulher? É sério isso meu amor? Você não confia em mim? Quer
que eu chame minha amiga aqui e a ponha para falar com você? Indaguei, exalando
uma ironia e um cinismo impressionante, além de brincar com a sorte de novo, e Juarez teve que parar de me enrabar e
sair de perto para rir. Detalhe: pus a ligação no viva voz para que nos
divertíssemos.
—N-Não...não é isso Luciana... não tô desconfiado, só fiquei
preocupado, você não atendia minhas ligações! Claro que eu confio em você meu
amor! Disse o corno, bem mansinho. Aham, sei...
Abafei a ligação, para que meu marido não ouvisse nada, então ordenei, sussurrando:
—Vem Juarez, come meu cu porra, faz o que eu mandei!
Ele assentiu e após se controlar, meteu o pauzão no meu rabo de novo, me fazendo rir enquanto eu ouvia novamente o chifrudo fazia média com a minha cara, dando uma de marido preocupado. Ah, se ele soubesse que eu também estava com um amante, o qual tinha um pênis, e não um palito como ele...
—E... a festa tá boa? Quem vai te deixar em casa? Perguntou o galhudo.
Dissimulado do caralho, queria ter certeza de que eu estava toda bobinha né? Ah...
coitado...
—Maravilhosa querido! Já combinei com o Juarez, daqui a pouco vou ligar
para ele vir me buscar! Não se preocupe viu meu amor, já já eu chego em casa!
Respondi, e o taxista continuou me fodendo e rindo. Me despedi dele ouvindo e
dizendo “eu te amo”, depois desliguei, e caímos na gargalhada, o taxista se
debruçou sobre mim, rindo e me enrabando.
—Você é muito safada hein Luciana! Comentou Juarez, fodendo meu cu.
—Aquele filho da puta de pau pequeno está com a quenga dele e vem
querer cobrar satisfações da minha vida, é um corno de merda mesmo! Vai, fode
meu cu, fode bem gostoso, agora endoidei para dar o cu! Respondi, desabafando. Juarez assentiu e continuou
trucidando meu cu, bem obediente.
—Ah ele tem o pau pequeno? Então tem que ser corno mesmo! Um mulherão
da bundona gostosa como a sua merece é rola grande! Disse Juarez, provocando.
A trepada com Juarez não ia durar muito, porque meu cu ardia demais e a
xoxota queimava em brasa por conta do caralhão largo de Moésio, mas a ligação
do galhudo me inspirou a dar, dar com mais vontade, mais tesão e mais gana de
trair, então rebolei, bem devassa, o macho estapeou minha bunda, segurou minhas
nádegas e mandou rola no meu cu...
—Isso, isso, ISSOOO! FODE, SOCA SEM PENA CARALHOOO! Falei e gritei,
surtada.
Após um tempo, Juarez me deitou quase à beira da cama, elevou e abriu
minhas pernas, deu uma chupada deliciosa em minha xoxota quente e varou meu cu
de novo, me fazendo gritar de tesão, e as estocadas foram daquele jeitinho,
precisas e deliciosas, mas bem vorazes, seu caralhão passeava pelo meu rabo e
era devorado por ele, eu gemia e arfava, suada, Juarez também ofegava e gemia
ensandecido, estimulando meus seios deliciosamente.
—Caralho Luciana, que saudade de você! Gostosa! Disse Juarez, surtado
de tesão.
Ali sim a pegada foi do jeito que eu gosto. Mesmo sabendo que eu iria
ficar mais estropiada ainda, não quis nem saber, meu fogo queimava cada vez mais. Gemi e mandei o macho me
arregaçar mais, e ele assim o fez. O comedor debruçou-se sobre mim e caiu de
boca em meu seio esquerdo, mamando faminto e gostoso, me deixando toda
arrepiada, em seguida seu dedo médio achou minha xoxota ensopada, a qual
denunciava que minha libido ainda estava à todo vapor, então...
—AAAIII, AAAHHH, VAI JUAREZ, SOCA, ESTOU GOZANDO, ESTOU GOZAA...
AAAHHHH, CARALHOOO, ISSO, METEEEE, não para, não para! Urrei, a plenos pulmões
meu orgasmo. Eu grito mesmo, sou escandalosa mesmo quando estou gozando, adoro isso...
Juarez me abraçou e seguiu metendo gostoso, e que gozo maravilhoso eu
tive com o taxista, depois pedi a ele que lavasse sua rolona para me dar leitinho.
O macho foi rapidamente, em seguida deitou-se na cama e mamei bem gostoso,
engolindo e deixando seu pintão bem salivado, fui chupando só a glande e
punhetando, e não demorou muito para que eu ouvisse seu gemido ensandecido e
sentisse o pulsar de seu caralhão dentro da minha boca, jogando jatos quentes
dentro dela; abri a mesma e deixei o leite vazar enquanto ele gozava mais e eu
melava o picão. Lambi e sorvi todo aquele leite, não desperdicei nadinha,
depois beijei a cabeça da pica.
Pensam que o picão do taxista se rendeu logo após a gozada?
—Quero meter mais um pouquinho no seu cu delicioso Lulu! Pediu Juarez.
—Você quer é me matar seu safado! Retruquei, e mamei o pauzão, que
ainda resistia. Fitei Juarez, sorri e ele sorriu de volta, então resolvi ceder
e fiquei de quatro de novo.
Juarez me posicionou à beira da cama, ainda de quatro e varou meu cu, me fazendo gemer alto. Admirável mundo sexual novo. Pelo menos para mim, era novo... e delicioso.
FIM
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Olá queridos alunos, "cês tão bão?". Espero que estejam...
Chega ao fim mais uma microssérie que ainda inicia o ato mais devasso de minha sexualidade, com um desfecho surpreendente, surreal e inacreditável. O mundo sabe se apequenar quando lhe convém, e isso vai ficar muito, mas muito evidente nessa nova fase, apenas aguardem.
Amanhã, postarei o relato de número 100. Isso mesmo queridos alunos, o centésimo texto da Professorinha Fogosa será publicado, e isso é motivo de orgulho, pois eu sequer imaginei na minha vida que vivenciaria tantas coisas malucas a ponto de chegar a produzir uma centena de registros, mas chegou, e é um momento muito especial, mais uma microssérie a qual não vou dar nenhuma palhinha até que todos leiam a primeira parte e se surpreendam, então não percam.
Reiterando um conselho a todos: estejam atentos as entrelinhas dos textos.
Obrigada aos leitores que comentaram e interagiram comigo por e-mail.
Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz, vida e muito trabalho.
lucycontistasexy@gmail.com
Anal
Boquete
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Fetiches
Heterossexual
Oral
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Terceiro Ato
Traição
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Comentários

Excelente seus relatos, muito excitante,pena eu não ser um dotado,para tentar uma transa com você gostosa.
ResponderExcluirCada relato é um tesão diferente professora mais que linda.
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