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Respirei fundo, lambi a glande e lembrei que não poderia acumular saliva afim de não engasgar, então abocanhei e segui descendo, abrindo a boca, e quando senti a cabeça tocar minha goela, engasguei, mas não recuei, avancei mais e cheguei à metade, remexendo os lábios e engasguei de novo, sentindo uma trava na garganta, as lágrimas verteram um pouco, meneei a cabeça e senti a glote fechando, então tirei para não asfixiar e busquei o ar, mas pelo menos não senti ânsia de vômito, então comentei, após restabelecer o fôlego:
—Uma já foi!
—Ainda tem mais duas! Vai na calma que dá certo! Aconselhou o macho.
Abocanhei e fui em um movimento só, e estava indo bem, até sentir a pontada na goela de novo e engasgar, mas segui, o pauzão entrou mais, e a ânsia de vômito veio, me fazendo recuar, mas sem tirar; avancei e outra ânsia, e com ela, sem que eu tivesse tempo de outro recuo, o vômito veio, queimando minha garganta, violento, e caiu sobre toda a virilha do macho, fazendo com que eu me desesperasse e tirasse de novo, ofegante e tossindo muito, fungando e limpando a boca.
Péssima escolha a minha, dar o cu seria mais fácil, porém... falta de aviso não foi... e fui muito burra de não ter feito ao menos uma pesquisa sobre um "tutorial" de garganta profunda, ou então treinado com uma cenoura ou pepino, sei lá, mas depois me perdoei, pois minha mente estava dividida entre a turbulência cruel em meu matrimônio e a ansiedade desse momento, contudo... se eu me desafiei, não iria desistir, jamais... eu ainda tinha mais uma chance... e iria vencer...
—Puta que pariu, caralho! Desabafei, dando um soco na cama e tossindo depois.
—Só tem mais uma, se errar, já era! Avisou o avaliador. Não me diigaaa,
dããã (risos).
—Agora vai! Falei, com sangue nos olhos. Eu tinha mais uma chance, e
não podia perder a esperança e nem deixar meu psicológico se abalar com aqueles
dois fracassos.
Lambi a cabeça, beijei, respirei fundo, abri bem a boca e desci de uma vez, mas suavemente, e toda a sensação que precedia mais uma falha veio; minha garganta ardia muito e queimava, o odor do vômito também me deixava mais nauseante, engasguei, engulhei, senti vontade de vomitar, mas segui, passei da metade, descendo e mais um vômito veio por causa de uma tosse e melecou tudo, até pelas minhas narinas saiu, as lágrimas despencaram, então recuei um pouco, me controlei.
De repente me lembrei da mensagem que comprovava mais uma traição de meu
marido e me enchi de fúria, desci de uma vez e bati meu nariz na virilha dele,
e instantaneamente, remexi os lábios rapidamente e recuei até tirar, despejando mais vômito e um rio de saliva,
com a garganta ardendo mais ainda e ofegante, tossindo e cuspindo no chão, mas com a vitória nas
mãos. Ele estava bem melecado...
—Passou, passou! Parabéns dona, a senhora tá no grupo! Disse o macho,
radiante.
—P-Passei? É... passei! Indaguei, incrédula. Eu engoli 23 centímetros
de pica...
—Faz de novo, precisa treinar! Mulher que sabe engolir pauzão tem moral
no grupo! Pediu e explicou o homem, mas eu não tinha condições de tentar de
novo, vomitei duas vezes.
—H-Hoje não... só se for outro dia, minha garganta está ardendo muito,
e você foi todo vomitado por mim! Respondi, cansada e com o peito doendo, mas
louca para trepar, porque ver aquela rola razoavelmente grossa, pulsando diante
de mim, deixou meu cu faminto. Tossi bastante, agoniada.
—Me chamo Rubens, muito prazer, e seja bem-vinda! Apresentou-se o
homem, tirando sua máscara e estendendo sua mão para me cumprimentar.
Era feiosinho, tinha olhos médios e castanhos, nariz largo, boca média
e lábios carnudos, o rosto era meio encovado, e os cabelos eram bem cortados,
cheios em cima e bem reduzidos embaixo. Tirei minha máscara, toquei a mão dele,
cumprimentei e retribuí a cortesia:
—Luciana, o prazer é meu, e... obrigada! Dito isso, tossi bastante, minha
garganta doía e ardia.
—Vou chamar a Katiane pra avisar que a senhora passou! Avisou Rubens,
se levantando.
—S-Sim...! Concordei, e tossi de novo. Eu tentava reorganizar minha
respiração.
Ele pegou um telefone, o qual eu mal tinha reparado que existia, discou
dois números e aguardou, quando foi atendido, comunicou minha façanha:
—Katiane, a Luciana passou no teste! Segundos depois, desligou, se
levantou da cama, pediu licença e entrou no banheiro. Pouco tempo depois o
chuveiro foi ligado.
Ainda estava incrédula do que tinha acabado de fazer. Sentei-me à beira
da cama e fui recuperando o fôlego, de repente a porta do quarto se abriu, e vi
Katiane e Suzy, radiantes:
—AEEEE! Parabéns Luciana, eu sabia que você ia passar! Disse Suzy,
literalmente avançando sobre mim e me abraçando. A bobona aqui ficou tão
emocionada que chorou.
—O-Obrigada... obrigada... Suzy! Falei, chorando. Pode uma coisa dessa?
—Oh, minha moreninha, não chore, você passou! Vem, vamos tomar um banho
e depois vou formalizar seu ingresso no grupo e explicar mais umas coisinhas!
Disse Suzy, que me deu um beijo na testa, afagou meus cabelos e me conduziu
para fora do quarto.
—Parabéns Luciana! Disse Katiane, sorrindo. Sorri de volta e a abracei,
e fui abraçada pelas duas mulheres. Puxa, me senti acolhida, aquilo foi sincero
sim, então fomos, Katiane me deu uma toalha, xampu e sabonete, entrei no
banheiro e após fechar a porta, sorri, feliz...
Fiz um gargarejo, depois tomei um banho rápido, e como não sujei os cabelos, dispensei a lavagem
dos mesmos. Eu ainda não acreditava no meu feito; conseguir engolir uma rola de
23 centímetros. Eu precisava praticar mais daqui para a frente,
porque mesmo engasgando, tossindo, vomitando e ficando com a garganta ardida e
doendo muito, eu adorei e me senti muito poderosa.
Felizmente não havia nenhum filete de sangue nas cuspidas e escarradas que dei, mas mesmo assim fiquei preocupada. Me enxuguei rapidamente e saí do banheiro, e do lado de fora, vi Katiane com minha bolsa e vestido, e recebi os mesmos de suas mãos, e como não havia homem algum por perto, tirei a toalha e me vesti ali mesmo, depois Suzy apareceu e me convidou:
—Vamos até o escritório, a gente precisa conversar umas coisas; mas não
se preocupe, deu tudo certo e ninguém vai tirar de você sua conquista!
—Tudo bem, então vamos! Respondi, após ajeitar o vestido e meus
cabelos.
Acompanhei Suzy até o escritório, e lá fui convidada a me sentar, ela pegou
seu celular e mexeu rapidamente no mesmo, depois deu um longo suspiro, sorriu e
me comunicou:
—Meus parabéns, você é um membro do nosso clubinho da sacanagem! Seja
muito bem-vinda e espero que curta bastante essa nova etapa de sua sexualidade;
o foco de nosso grupo, além do prazer e satisfação sexual, é cultivar amizades
e estreitar laços, sendo assim, vou incluir você no nosso grupo do WhatsApp, e
é nele que todos os encontros serão marcados!
—Entendi! Muito obrigada Suzy! Repliquei, sensibilizada.
—Não há de que meu amor! Bem... como eu disse antes, alguns membros têm
apelidos, outros usam seus nomes reais, então... gostaria de preservar seu nome
real ou usar um apelido?
—Er... sim... prefiro usar um apelido! Respondi.
—Qual meu amor? Indagou Suzy, atenta e com o celular de prontidão.
—Professorinha Fogosa! Respondi, e Suzy me fitou admirada, depois riu e
rimos juntas.
—Uau, que apelido criativo! Pensou agora ou... pensou bem antes?
Comentou a loira.
—Foi o Rodrigo que me deu esse apelido, e eu adorei! Revelei.
—Humm... o pastorzinho gamou mesmo em você hein? Safadona! Replicou
Suzy. Ri alto.
—Será, Suzy? Ele perguntou se era isso o que eu queria antes de fazer o
teste, então será que... o Rodrigo não ficou desapontado, uma vez que ele não
tem mais interesse em ser o famoso Abençoado do grupo? Retruquei, indagando e
meio confusa. Suzy rebateu:
—Olha Luciana, na minha opinião, e eu conheço o Rodrigo melhor que
qualquer uma de suas amantes, ele perguntou isso para saber se você estava
segura do que havia decidido, e antes de você chegar, pois ele veio cerca de
meia hora antes, sequer falou sobre você ou seu teste, e ele sabia de tudo,
então... desencana, ele continua gostando de você sim!
—Ok, e... tudo é resolvido pelo WhatsApp? Indaguei, curiosa. Suzy
explicou:
—Sim, e optei por não criar site ou usar redes sociais eróticas para
não chamar a atenção, pelos motivos que você já sabe, porém, Miguel sugeriu
criar um aplicativo para que esse processo de interação e marcação dos
encontros seja mais objetivo!
—E você não acha boa a ideia dele? Eu achei! Perguntei e opinei.
—Acho, mas... tem dado certo pelo WhatsApp, os membros estão usando de
boa esse canal, porque tem a opção de chamar no privado e lá se desenrola tudo,
então... não vejo necessidade de alterar uma coisa que está funcionando sem
problemas! Retrucou a loira.
—Ah... se é assim, tudo bem então, só... me preocupo com o volume de
mensagens que são postadas em grupos de WhatsApp, às vezes é tanta gente
enviando, que se torna inconveniente! Comentei, realmente preocupada sobre como
seria essa interação.
—Ah meu amor, foi justamente pensando nisso, que proibi os membros de
mandarem mensagens desnecessárias e compartilharem besteiras, pois existem
muitos infiéis assim como você, que não querem ter transtornos, então só o
essencial é postado, como avisos ou propostas de encontro. Todos os dias eu
posto as regras, e quem as infringe, é expulso do grupo do WhatsApp e do grupo
também, então fique tranquila! Retrucou Suzy, e assenti feliz.
—E a segurança Suzy? Se por exemplo eu me encontrar com alguém e
tipo... topar tirar fotos ou gravar um vídeo e essa pessoa vazar? Tenho tanto
medo! Indaguei e comentei.
—É para isso que temos o jurídico, minha linda; o Miguel AMA quando um “desavisado”
comete esse tipo de absurdo, mas é raríssimo ocorrer essas coisas porque
os membros sabem as regras e sabem que se as infringirem, dá merda, então fique tranquila! Respondeu Suzy.
—E em todos os encontros a equipe está? Perguntei.
—Sim, porque é preciso fazer a conferência dos documentos e exames
médicos, e também eles são responsáveis pela avaliação dos parceiros sexuais
após o encontro, e esse feedback é importantíssimo, pois cada avaliação
positiva te promove e atrai mais interessados; é muito legal Lulu, você vai
adorar esse aconchego, porque acaba sendo mais que só o sexo em si, e relações
sólidas começaram após encontros, como grandes amizades, alguns membros chegaram a se casar, então é
muito bacana! Respondeu e relatou Suzy. A fitei admirada.
—Nossa, casamentos? Que legal! Comentei, empolgada. Suzy assentiu
sorrindo.
—Bem Luciana, já lhe inseri no nosso grupo do zap, e é uma regra do
grupo, que todos os membros novos façam um evento de apresentação para os
demais, e tenho aqui três opções de eventos para você escolher! Escolha
principalmente aquele que for legal e você ver que vai poder realizar sem
problemas, tudo bem? Avisou e explicou a loira, que me deu um impresso.
Observei bem o cartaz tamanho A4, com uma arte erótica
bem-feita, e fiquei surpresa com os temas dos eventos descritos, os quais
destaco resumidamente abaixo:
FESTA DO LEITE NO GLORYHOLE – Evento de bukkake. Consegue engolir a
porra de 10 dotados deliciosos? Prove seus limites nesse evento cheio de
sacanagem e muita diversão.
FESTA DO LEITE ANAL – Evento de bukkake anal. Seu cuzinho aguenta
abrigar os pauzões e a porra de cinco dotados? Esperma na taça direto do seu cu
para você se deliciar no final.
DOIS LUGARES OCUPAM O MESMO LUGAR NO ESPAÇO – Dupla Penetração Anal. O
teste de fogo para as mais safadas e devassas. Dá conta de dois caralhudos em
seu cuzinho?
—Uau, literalmente... só pauleira hein! Comentei, e Suzy riu, e rimos.
—Escolha aquele que você sabe que vai aguentar, e não precisa ser
agora, porém, não demore muito, pois os demais membros ficarão curiosos para
lhe conhecer! Disse Suzy.
—O que é gloryhole e bukkake? Indaguei, curiosa com aqueles termos.
—Gloryhole é um fetiche onde a mulher entra em uma cabine ou quartinho,
e uma das paredes tem um buraco, ou vários buracos, e por eles passam os pênis
do parceiros para serem chupados ou, trepar mesmo, e você só vê o pau e faz o
que quiser. Bukkake é deixar um ou vários homens banharem seu corpo de porra,
ou só gozar na boca! Respondeu e explicou a loira.
—Nossa, achei esse bem interessante, provavelmente eu escolherei este!
Comentei, instigada com o tal Glory Hole. Suzy sorriu lindamente e assentiu.
—Bem, meu amorzinho, vou lhe enviar esse panfleto em formato digital
para que você analise e pense com calma antes de escolher, no mais... reitero
minhas boas-vindas, espero que sua experiência no grupo seja agradável e acima
de tudo: muito prazerosa! Replicou Suzy, que tocou minha mão em seguida. Toquei
as mãos dela e sorrimos uma para a outra.
—Obrigada Suzy, você é uma pessoa muito linda e amável! Comentei.
—Luciana, tome cuidado, as abordagens dos membros masculinos
interessados em encontros podem ocorrer a qualquer hora do dia ou da noite,
então... recomendo que não use o WhatsApp perto do seu marido; é só uma
precaução, pois sei que você saberá conduzir, mas nunca é demais dar algumas
dicas para evitar problemas! Aconselhou Suzy, preocupada.
—Obrigada e... acho que vou procurar o Rubens para treinar garganta
profunda, mas antes vou passar na casa do Rodrigo, ele pediu para eu ir lá!
Respondi e avisei.
—Pratica garganta profunda com o pinto dele! Disse Suzy, brincando. Ri
alto e disse:
—Ali eu só consigo fazer o anal profundo!
—É mesmo? Deixa ele meter tudinho no seu cu? Indagou a loira,
provocando.
—Todinho! É o tipo de pênis que seu cu implora para acolher! Nunca vi
isso! Respondi.
—Você entendeu perfeitamente como é ser amante do Rodrigo! Disse Suzy,
e rimos.
—E aquela novinha, a Juliette? Menina esquisita, né? Indaguei e
comentei.
—Filha de um fiel da igreja? O Rodrigo não sabe nem mentir! Comentou
Suzy.
—C-Como assim? Por que ele mentiria? Questionei, dissimulando, mas atônita.
—Quando estávamos falando sobre o emprego dela, a ninfeta não parava de
olhar para ele e sua rolona embrulhada; mordia os lábios, ajeitava os cabelos e
uma hora não se segurou, pegou na mão dele e apertou com afeto, e ele se
desmanchou de vergonha! Disse Suzy. Pasmei.
—N-Nossa, é mesmo? Comentei, pasma.
—Foi engraçado, o Rodrigo ficou todo vermelho, e como não destrata
ninguém, tentava acalmar os impulsos dela, só que isso deixou ainda mais claro
o esquema deles, mas sobre isso tudo bem, o Rodrigo é livre, porém... esse
lance esconde algo mais... intenso digamos assim, e que me deixou bastante
encucada, então ele mentiu por outro motivo! Explicou Suzy.
—S-Será? Do que você desconfia? Indaguei, surpresa com a astúcia da loira.
—Prefiro não especular nada agora, mas... é nítido que essa moça deixa
o Rodrigo... acuado, eu percebia uma certa angústia nele, se mantendo meio
distante dela, é como se... ele tivesse se tornado aquele Rodrigo retraído e inseguro que conheci há 20 anos! Revelou Suzy, e fiquei abismada.
—A-Angústia? Por que? Ah... desculpe, estou sendo indiscreta, percebi
que você não quer se aprofundar nessa conversa! Estou sendo enxerida! Indaguei
e comentei, envergonhada.
—Tudo bem, eu entendo sua preocupação, contudo... eu não gosto de tirar
conclusões precipitadas sobre nada; mas enfim, ele ficou mais aliviado com sua
chegada, isso também notei! O Rodrigo gosta muito de você, de mim e eu... ah... sou
doidinha por aquele safado, e não sei porque ele agiu assim! Relatou Suzy, e
sorri, mas por dentro... também fiquei meio angustiada.
—Eu também sou doidinha por ele, Suzy! Repliquei, e suspirei de paixão.
—Sabe Luciana, o Rodrigo nunca destratou ou depreciou mulher alguma,
nem mesmo as garotas que trabalham para mim. Eu já convivi com ele fora da
cama, e aquele cara sempre me tratou com respeito e carinho, me vendo como um
ser humano, e não... uma prostituta! Ele é muito humano e bondoso, mas está
sofrendo! Desabafou Suzy, que começou a chorar.
—Não chore, eu entendo muito bem seus sentimentos, e também sei como o
Rodrigo ainda sofre, mas... ele tem a nós como apoio, tanto eu, quanto você,
queremos muito bem a ele e não vamos deixa-lo só! Falei, alisando sua mão, e
ela sorriu, ainda chorando.
—Eu sei, você também é uma pessoa linda e humana, não me olhou torto
por eu ser uma prostituta, e... conte logo ao Rodrigo seu feito, ele torceu por
você, e durante o tempo em que esteve aqui, mostrou-se preocupado, deve estar
bem ansioso sobre o resultado de seu teste! Disse a loira, recomposta e
sorrindo. Tadinha, fiquei com dó dela.
—Tudo bem... então... até a próxima, vou esperar algum cara
interessante me procurar e... ver se rola meu primeiro encontro! Falei, me
despedindo de Suzy.
—Calma, aonde você vai? Mandei preparar um lanche especial para o novo
membro, não vai embora agora não! Indagou e revelou Suzy, me deixando surpresa
e emocionada.
—Um lanche? Nossa... que legal! Falei, com olhos marejados. Sou uma
besta mesmo. Suzy me levou até a cozinha de sua casa, e quando ela abriu a porta,
tomei um susto: quem estavam lá? Rodrigo, Fabiana, Katiane, Rubens, Lane e o
marido, Sandra e Ariovaldo. Quase desmaiei ao ver tanta gente reunida. Eles
sorriram e me recepcionaram:
—SEJA MUITO BEM-VINDA LUCIANA! Dito isso, todos me aplaudiram, e eu,
como sou meio braba, mas também emotiva, chorei de emoção com aquele gesto, e
eles vieram até mim e me abraçaram, um abraço fraterno, de amizade e respeito, de
uma alegria sincera.
—Ai gente... eu não sei se aguento isso não! Comentei, bem emocionada.
—Nunca pensei que isso ia acontecer, eu e o Cássio nunca
falamos sobre o grupo, porque era tudo sigiloso e... não sabíamos se você ia
aceitar, embora... eu tenha sim sentido vontade de te indicar, mas enfim, espero que curta muito esse momento!
Parabéns! Disse Ariovaldo, acanhado.
—E cadê o Cássio? Por que ele não veio? Questionei, sentindo falta
dele.
—Tá com a Tatiana né? A menina tá marcando colado no pobre! Disse o vigia, e rimos.
—Agora vamos fazer altas surubas juntas! Comentou Sandra, radiante.
Assenti.
—Vou te apresentar meus amantes viu Lulu? Atiçou Fabiana, e nos
abraçamos.
—Você se garantiu, espero ter a honra de um encontro com você! Você é
uma mulher linda e muito charmosa, com todo o respeito! Disse Rubens, bem
educado. Eu ia falar sobre repetir o teste da garganta profunda com ele, mas...
Rodrigo me deixou envergonhada...
—Obrigada Rubens, você é muito amável! Respondi, e nos abraçamos
também.
—Minha consagrada... está realmente feliz com sua escolha? Está em paz?
Questionou Rodrigo, com aquele olhar sedutor e cheio de empatia, que me deixou
toda molinha.
—S-Sim... e-estou! Falei, titubeando. Aquele homem sabia ler minha
alma.
—Mas que mulherão arretado você é visse? Linda! Elogiou Lane, que me
deu um abraço. Marcondes também me cumprimentou. Valdo atiçou, propondo com
simpatia:
—Seria um encontro arretado: Luciana e Lane contra Rodrigo! Que tal?
Lane endossou:
—Oxe, na hora meu cabra, e aí Luluzinha? Vamos dar uma pisa de cu nesse
macho?
—Vamos sim, e ele vai sentir o chicote estralar! Repliquei, e
gargalhamos, quer dizer, eu não conseguia gargalhar, pois minha garganta ainda ardia muito. A sensação era horrível...
—Ah meus amores, falou em pisa de cu eu estou dentro! Provocou Suzy.
—Não se esqueçam de mim viu? Ofereceu-se Fabiana, e a abraçamos.
—Será que eu dou conta? Indagou o pastor, e rimos, mas tossi um pouco. Claro que ele
daria...
—Olha só a falsa modéstia do cara! Esse menino aqui já botou SETE
mulheres na lona uma vez! Retrucou o vigia, que abraçou Rodrigo, e ali me comovi
ao ver a linda amizade deles.
—Menino? Poxa Valdo, nem tanto hein! Brincou o pastor, todo ruborizado.
Rimos.
—Ah Rodrigão... 42 anos é um menino! Tu tem muita vida, e eu quero que viva
e seja muito feliz, meu filho! Retrucou o vigia, segurando o rosto do pastor
com afeto. Aquele gesto emocionou Rodrigo, pois Valdo também sabia sobre a
dolorosa perda de seu amigo. Ambos se abraçaram forte.
—Vamos para minha casa depois da festinha! Propôs Rodrigo, a mim. Olhei para ele admirada e apenas assenti, então fomos comer o enorme bolo confeitado de chocolate, delicioso, e foi um momento inesquecível, rimos, nos divertimos como pessoas comuns, mas daquele momento em diante... seríamos também parceiros de putarias ainda mais inesquecíveis, e o mistério enorme em torno do que eu veria e também faria desse dia em diante, me deixava bem assustada, mas também muitíssimo excitada...
FIM
===========================================================
Olá queridos alunos, peço desculpas pelos constantes atrasos nas postagens, mas realmente estou muito assoberbada e cansada, tão cansada a ponto de chorar às vezes, juro por Deus.
Aos troncos e barrancos, finalmente a série que abre o Terceiro Ato terminou. Com momentos de tesão fervente, drama e pouca "ação", foi uma mistura de acontecimentos e sensações, já avisados lá na introdução, e que serão bem frequentes nos textos vindouros, pois é nessa nova fase que os nós são desfeitos, os caminhos vislumbram seu destino final e personalidades sexuais são definidas de vez.
Como eu gostaria de tê-la concluído seguindo o cronograma, porém, a peteca não pode cair, essa reta final de ano letivo está fogo na roupa, mas enfim, a próxima postagem é um relato S.S., importante para que os leitores mais atentos entendam ainda mais a profundidade dos acontecimentos em minha vida e na vida dos que me rodeiam, e também serve como um epílogo indireto para esse relato e essa série, e como também já mencionei, os textos S.S., não poderão ser omitidos.
Como uma maneira de compensar minha ausência, essa semana, a qual será a ÚLTIMA de postagens no blog esse ano, vou publicar até SEXTA, ou seja, até quinta, relatos, e na sexta, a tradicional postagem de Natal, totalizando cinco publicações, e a razão é simples e creio que quase todos meus seguidores veteranos já sabem, mas não custa nada avisar aos novatos: minha filha virá passar o Natal, Réveillon e as férias escolares comigo a partir de sábado.
Obrigada aos que comentaram e me enviaram e-mails, adoro vocês meus queridos.
Beijos, tenham um dia vitorioso e cheio de bênçãos.
lucycontistasexy@gmail.com
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Comentários

E que comece 2024.
ResponderExcluirConto excelente. Começou com uma boa putaria e finalizou com bastante emoção! Vc sabe usar bem as palavras, Luciana. Conto muito bem escrito! Parabéns.
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