089 - O CLUBE SEXUAL PARTE 7 – CUCKOLD – PARTE 3

             




             Impressionada e com a buceta convulsionando, toda arrepiada e ofegante. Esse era o meu estado ao ver Rodrigo estraçalhando o ânus de Lane a cada estocada. A morena não arregava, seguia gritando e gemendo alto, toda trêmula, domando o caralhão obeso do pastor, que já estava com sua calça preta encharcada do suor de ambos, então eles pararam.

 O cu de Lane estava deformado, esfolado mesmo, mas a pernambucana queria mais, piscava o rabão chamando o comedor. Rodrigo a pôs de quatro e chamou Marcondes para ver o estado em que estava sua esposa, e ali vi o homem coçar a cabeça, mas sorriu, satisfeito.

—Arregace mais cabra bom, é pra esfolar o cu de minha mulher! Disse o corno.

—E aí Lane? Aguenta mais? O maridão quer ver você bem esfoladinha! Replicou Rodrigo, que deu dois fortes tapas nas nádegas da fêmea arretada.

—Bora meu cabra... quero rola no cu, foi pra isso que eu vim, meta, meta sem pena visse? Eu te quero como amante fixo rapaz! Retrucou Lane, obstinada. Rodrigo apenas sorriu.

De repente uma sequência enorme de sons de notificações pipocou no celular do corno, ele olhou e abriu aquele sorrisão, em seguida comentou:

—Olhe minha nega, o pessoal do grupo tá doido com o vídeo que mandei! Tá cheio de áudio aqui! Rodrigo e Lane fitaram o homem, eu também, então ele deu play.

“O ABENÇOADO VOLTOU, IEEHUUU!” Dizia um, radiante. Voz de mulher.

“Lane pelo amor de Deus, me diz onde tu tá que eu vou praí agora, quero o Abençoado, eu quero, por favor, tô doida pra conhecer esse macho, responde aí Marcondes”! Disse outro áudio feminino, uma linda voz quase pueril, mas carregada de uma lascívia impressionante.

—A Pequena Notável não desiste! Comentou Marcondes. Arregalei os olhos.

—Essa voz é da Stefhany? Indagou Rodrigo, curioso.

—Homem, essa baixinha tá perturbada por ti visse? Já postou vídeo se masturbando em tua homenagem! Por que tu não come essa mulher logo? Replicou Lane, e rimos.

“Consagradinhooo, não come a salva-vidas de aquário não, senão você vai pegar uma escoliose ou ficar corcunda para sempre!”. Estarrecemos ao ouvir aquilo. A voz era familiar...

—Miguel! Disse Rodrigo, que deu risada em seguida. O casal também riu. Pasmei.

“Cala a boca aí filho de uma puta arrombada; vai tomar no teu cu Miguel, sai daqui seu arrombado do caralho, vagabundo, vagabundo safado, tomara que tu leve umas 20 facadas no bucho e morra, MORRAAA, DESGRAÇADO!”. Retrucou Stefhany, furiosa mesmo.

—Chega, já virou baixaria! Pediu Rodrigo, que passou a mão no rosto em seguida, mas Lane e Marcondes deram risada do acesso de fúria que a Pequena Notável teve.

—Gente do céu... a baixinha é invocada mesmo! Comentei, e demos risada.

—O que Miguelzinho fez com Clécio é verdade, Rodrigo? Indagou Lane, que gemeu.

—Sim, é verdade! Confirmou o pastor, alisando a bundona de Lane com a rolona.

—Aquilo ali foi pesado hein? Não precisava chegar a esse ponto! Comentou Marcondes.

—Esse é um rolo deles, não tenho nada a ver com isso! Disse Rodrigo, cortando o papo.

—Ande meu bom, soque no meu cu essa pombona grossa todinha! Pediu Lane, debruçando-se sobre um travesseiro e arreganhando seu cu esfacelado por Rodrigo.

O macho apoiou a perna direita sobre a cama, pincelou malvadamente a glande de sua rolona no cu da mulher, que gemeu alto, em seguida enfiou só ela e bombou suavemente, deu uma cuspida pesada e espalhou no membro já besuntado, então enfiou o resto de uma vez, mas devagar, e a fêmea balançou as pernas e contraiu e esticou os dedos dos pés, trêmula, gemendo chorosa. Rodrigo juntou as pernas dela, segurou seus pés... e deu aquele tranco que a fez berrar.

—Isso Lane... berra, berra e chora na rola do seu comedor! Disse Rodrigo, e Lane se tremia toda, grunhindo e chorando baixinho; Rodrigo deu outra pancada forte.

AAAIIIII, AAAAHHHH, M-M-MEU... C-CUUU! Aaaaiii... ca-ca-caralho... vai... soque... AAAIIIHHAAAAA... ai Marcondes... ele tá me arrombando amor! Gritou Lane, ensandecida.

Três estocadas fortes, uma paradinha, duas bombadas bem leves com o talo do caralhão, e um tranco que fazia a morena gritar chorosa. Esse era o ritmo que Rodrigo ditava na trepada, e Lane se tremia cada vez mais, só faltava pedir socorro, porque seu desespero era gritante através de seus gritos agudos, mas todos nós sabíamos que a pernambucana estava alucinada de tesão, pois eu via perfeitamente sua vagina inchada e meladíssima.

—Olha só maridão, agora sim o cuzinho da sua mulher ficou bonito! Gostou? Provocou Rodrigo, e me arrepiei toda. Nem sei que tipo de metáfora usar ao ver aquele ânus, estava disforme e todo alargado, sem retorno ao estado normal, parecia uma flor aberta.

As pregas expostas, me dando uma visão do diâmetro do alargamento anal era uma cena que me produzia caretas no rosto, fitei o corno e o vi de sobrancelhas erguidas, e ouvi os risos de Lane, vi seu corpo bambo, principalmente as pernas, que batiam no colchão sem parar, então ele assentiu. 

Rodrigo meteu de novo até o talo e a mulher gritou, puxando a colcha da cama com força e a enrolando na mão, arfando como se fosse morrer sufocada, o pastor tirou e meteu de novo, deu três bombadas rápidas, tirou e socou mais uma vez até  o talo e deu mais um tranco feroz, e Lane gritou seu pranto de dor e prazer. Uma cena lindamente perturbadora...

—Vai... com calma aí amigão! Disse Marcondes, porque o pastor foi com uma fúria sexual realmente impressionante e não parava, e Lane olhou para trás na hora.

CALA A BOCA MARCONDES! EU GOSTO É ASSIM! Retrucou a fêmea, surtada. 

—Que foi maridão? Arrependido? A gente para se você quiser, sem problemas! Questionou Rodrigo, parando de meter e arregalei os olhos. Sim, Rodrigo disse aquilo, porque a fila sempre andaria para um macho excepcional como ele. Quantas o desejavam? Me arrepiei...

—N-Não... vai fundo, se ela quer, então vai! Disse o marido, resignado. Tadinho...

—Miguelzinho fez do mesmo jeito, e amei! Bora Rodrigo, quero pomba! Disse Lane.

—Na bucetinha agora? Propôs o pastor, dedilhando a mesma.

—Onde você quiser meu tesudo, sou todinha sua visse? Replicou Lane, devota.

—Parabéns pela esposa meu amigo, é uma mulher fantástica! Elogiou Rodrigo.

—Obrigado, que bom que você gostou dela! Disse Marcondes, todo sem jeito. Rodrigo deu dois tapinhas no ombro do manso e posicionou sua tora na xoxota ensopada de Lane.

Vi a morena gemer alto e tremer mais suas canelas ao ser penetrada por Rodrigo. O caralhão deslizou gostoso em sua buceta e Lane deu aquele gemido aflito, foi até o talo, e o macho começou a bombar suavemente, debruçando-se sobre ela e acarinhando seus seios. 

O comedor recuou até quase tirar, e vi sua tora besuntada do requeijão sexual produzido pela fêmea, em seguida ele seguiu com investidas carinhosas, beijando o pescoço dela e a deixando ainda mais relaxada do que já estava quando deu o cu, e a mulher pirava, delirava de prazer.

—Aaahhh... que delícia de pomba meu Deus, me preencheu além da conta! Que pombão grosso da mulesta é esse? Comentou Lane, inebriada, e ao fitar Rodrigo, lembrei das palavras de Suzy, relatando a triste história da vida sexual dele com a falecida esposa...

Rodrigo tirou o pauzão da buceta de Lane e mostrou ao marido dela o rombo, ele assentiu sorrindo, depois deu umas pinceladas no clitóris da morena e socou de novo, e vi perfeitamente a seiva da mulher espirrando e escorrendo. Eu estava em erupção, doida para estar ali também. Que malvados...

Ela estava em um pico extremo de tesão, ela gemia e grunhia, então o comedor parou, alisou as ancas dela, debruçou-se e beijou suas costas e pescoço, em seguida apoiou a perna esquerda sobre a cama, pegou os cabelos dela e puxou para trás junto com sua cabeça e avisou:

—Se segura Lane... agora vou com tudo! Dito isso, o pastor deu um tranco feroz...

AAAAAIIIIII, AAAAHHHH... m-meu Deus... aaaahhh... aaaiiii, g-gos-t-toso, hmmm! Berrou a mulher, que se tremeu mais ainda, quase caindo, mal sustentando seus braços apoiados sobre a cama, então Rodrigo deu mais uma pancada, e ela soltou mais um grito. Com certeza ela viu estrelas...

Dali em diante, Rodrigo investiu com estocadas fortes, mantendo os cabelos da mulher presos, e a vi surtando mais. O pastor ligou o foda-se e castigou, e os tremores incessantes naquele corpo voluptuoso da pernambucana eram a resposta assertiva ao estilo sexual empregado ali, pois ela estava totalmente imersa e adorando a pegada do comedor supremo; fitei Marcondes e ele estava de olhos arregalados, parecia querer acudir sua companheira, que seguia gemendo alto e chorosa, segurando a colcha da cama com força e ofegando. Os gemidos dela eram uma música inebriante para mim...

—E aí maridão? Já viu um macho pegar sua mulher assim? Provocou o pastor.

—S-Só... o Miguel mesmo, mas você tá sendo diferente! Disse Marcondes. Estarreci.

—Miguelzinho... é malvadinho, mas tu meu consagrado... é perverso demais não sabe? E eu amo isso! Vai... soca essa pombona grossa e me lasca todinha meu gostosão! Soque, soque, soque pomba, AAAHHHH, vai, vai... assim... isso... ai que gostoso! Desabafou Lane, mais surtada de tesão.

—Do que é que você gosta? Indagou Rodrigo, que deu outro tranco forte.

AAAAIIII... AAAiii... p-pomba grande e grossa! Disse Lane, após dar outro berro.

—Isso... grita na rola do seu comedor, pode berrar à vontade Lane! Replicou Rodrigo, que soltou os cabelos da pernambucana, segurou suas ancas e castigou, e ela berrou mais...

Arregalei os olhos ao perceber e deduzir uma coisa: Rodrigo estava se excedendo no trato sexual com Lane de forma a forçar alguma reclamação por parte dela e assim findar a transa, pois a pegada dele mudou claramente de teor, era diferente da usada comigo e Ayla, onde ele, mesmo com investidas incisivas, mantinha uma prudência e carinho afim de nos relaxar, mas com a fêmea casada, o macho não tinha piedade alguma, socava com fúria, só que...

VAI MEU MACHO, É ASSIM QUE EU GOSTO DE LEVAR POMBA! META, META COM FORÇA, ME DÊ UMA PISA DE POMBA! Esse foi o desabafo de Lane, e constatei minha suspeita, tanto que Rodrigo me fitou com um olhar admirado, depois assentiu e foi em frente...

—Vem, senta bem gostoso e cavalga! Ordenou Rodrigo, saindo da xoxota de Lane.

—Com a buceta ou com o cu meu amor? É tu que manda meu consagrado, meu Abençoado tesudo, diga, diga onde tu quer meter esse pombão! Retrucou Lane, taradíssima.

—Mama bem gostoso antes, chupa que vou foder seus dois buracos! Disse o pastor.

A morena posicionou-se entre as pernas de Rodrigo, jogou seus longos cabelos para o lado e caiu de boca na tora, o manso tirou seu palitinho para fora e começou a punheta. Lane segurou o caralhão obeso de Rodrigo com veneração e o fez gemer aflito conforme o torturava com sua boca carnuda, atolando e engasgando, depois tirou e humilhou o marido:

—Olhe aqui Marcondes... isso aqui é pomba de macho, a tua dá é vergonha visse? Olhe aí que coisinha miúda da peste, coitada de mim! Ao ouvir aquilo, estarreci novamente.

Rodrigo virou o rosto e passou a mão no mesmo e não disse nada, achei que iria rir, mas não riu, deu um longo suspiro e vi seus olhos marejarem e a face tremer. Sim... a lembrança da humilhação reversa, a esposa que o humilhou por ser pauzudo, então ele disse, em tom sério:

—Foco na transa... não pare de chupar!

Prazer, insatisfação e vingança. As três razões que nos levam a ser infiéis. Rodrigo, mesmo consternado pela viuvez, usou as três razões para buscar fora da fé, um sentido em sua vida, e entendi seu motivo de querer sepultar o Abençoado. Ao mesmo tempo em que ele de fato foi feliz com seu dote e redescobriu sua sexualidade, trazendo esses impactos para sua vida sexual até hoje, também teve sua maior ruína, porém... o Abençoado não queria morrer... se dependesse de Lane e sua boca feroz e cada vez mais faminta, salivante, seus lábios tarados chupando aquela tora... e os sons de seus grunhidos de mulher surtada de tesão... o Abençoado seria imortal, e claro... eu também faria dele imortal...

O comedor tentava empurrar a cabeça de Lane afim de atolar mais sua tora, e a mulher vertia lágrimas, com o rosto avermelhado, ofegante e escorrendo saliva como uma torneira aberta, depois ele a soltou, e ela tirou a tora, com duas pontes bem espessas de esputo, arfando, ele alisou o rosto dela com ternura, depois encarou Marcondes com um olhar piedoso, e tentava entender porque ele se sentia tão feliz ao ouvir as palavras tão aviltantes de sua esposa.

—T-Tudo bem amigo? Indagou o corno, percebendo o peso do olhar daquele homem.

—Vocês... realmente são felizes vivendo assim? Indagou Rodrigo. Me arrepiei.

—Quando cada um sabe seu lugar no casamento... ele é feliz de verdade visse? Eu amo minha mulher e ela me ama, a gente se respeita e tem sinceridade um com o outro, ela não precisa mentir pra mim! Respondeu Marcondes, e o pastor arregalou os olhos, assim como eu.

—É... eu havia me esquecido que tenho duas amantes nesse esquema! Replicou o pastor, que deu um sorriso sincero. —Vem Lane... monta e cavalga bem gostoso! Completou.

A morena montou em Rodrigo de cócoras, ajeitou a tora do macho na entrada de seu cu e sentou apaixonada, dando um grito e caindo sobre os joelhos, mas Rodrigo a pôs acocorada de novo, a abraçou e socou sem piedade, e ela berrou, beijou a boca do pastor com mais paixão ainda, ele a abraçou em cruz, alisou suas costas de baixo para cima e a fez gemer desesperada de tesão enfiando sua cara entre os seios dela. Uma cena impressionante, pela carga sentimental empregada por ambos, Lane chorava quicando e afagava os cabelos ensopados de suor de seu macho, que mamava e levava a mulher ao delírio, assim como seu marido... que sequer disfarçava sua excitação em ver aquilo. Jesus do céu...

A cavalgada anal da pernambucana foi feroz, sobe até quase tirar, desce até atolar tudo, e fez isso com uma fúria sexual que quase me fez gozar só de ver, pois minha xoxota convulsionou, mas tive vergonha de alisá-la na frente do corno manso, que via tudo extasiado...

Lane trocou o cu pela xoxota e cavalgou, suada, esbaforida e gemendo como uma louca, abraçada a Rodrigo e grunhindo. Nossa, como aquele colosso a preenchia além da conta, e quase tirei minha roupa para me masturbar ao vir a seiva de tesão dela escorrer e escorrer sem parar, revestindo o cacetão e caindo sobre as bolas, depois a calça preta do comedor, ela não parava de escorrer, e conforme ela cavalgava, o creme ia adquirindo mais densidade.

—Aaaiii... essa pombona me deixa doida... meu Deus, como é grossa, grossa... muito grossa... ai meu amor, ai Rodrigo... tô arriada por ti visse? Arriadinha, doidinha, vai meu gostoso, come meu priquitinho come, come bem gostosinho, come, come! Depôs Lane, surtada.

—É minha arretadinha? Pois se acaba nela minha querida, se acaba no pau do seu macho! Retrucou Rodrigo, tão tarado quanto ela, que quicava e gemia alto, alucinada.

Rodrigo fez a pernambucana sentar-se sobre os joelhos, com os pezinhos apoiados em suas coxas, em seguida começou a acaricia-los e a fêmea intensificou a gangorra vaginal, com seu rabo excrescente bem empinado, quicou com força, com fúria, subindo até quase tirar e sentando até o talo, gemendo e grunhindo, trêmula e toda arrepiada, fazendo o requeijão sexual de ambos aumentar ainda mais e me deixar embasbacada. Uma sintonia impressionante.

—Ai Rodrigo, vou gozar, vou gozar, AAAHHHH... AAAAIIIHHAAAHHH, TÔ GOZANDO, TÔ GOZAAAAHHHH... mete, mete, mete, não para pelo amor de Deus cabra... isso, AAAAHHHH! Anunciou Lane, que urrou ensandecida, urrou seu orgasmo avassalador enquanto quicava na tora de Rodrigo, o qual passou a acompanhar seu ritmo frenético. Marcondes estarreceu...

Lane se contorcia toda, gritando seu orgasmo e chorando de prazer, o macho socava com força. Ela parecia que ia explodir de tanto que se tremia, e logo reconheci que ela estava tendo um orgasmo múltiplo, pois mal conseguia se controlar ou sequer falar, apenas grunhia chorosa e arfava como se fosse morrer, então ela relaxou sob o abraço de Rodrigo, ainda tremendo seu corpo, e fez exatamente como eu, aninhou sua cabeça no ombro dele...

—Minha nega gozou gostoso, tá feliz! Comentou Marcondes, após ir até Lane e afagar seus cabelos. A mulher saiu de cima de Rodrigo e foi abraçada pelo marido, e ali me arrepiei, pois após o abraço, o casal se beijou com um amor... é... pareceu bem genuíno e cativante. O pastor apenas sorriu.

—Te amo Marcondes, você também me faz gozar gostoso com seu amor! Desabafou Lane, tentando se manter equilibrada. Rodrigo levantou-se, pingando suor, e assentiu, cativado.

—Fico feliz em saber que estão felizes e satisfeitos! Comentou Rodrigo.

—Cadê meu leitinho? Eu quero visse? Retrucou Lane, que beijou a boca do pastor.

—Ok esposinha... mas peça direito, ajoelhada! Disse o comedor, e me arrepiei.

—Me dê leitinho, me dê, hum? Quero leitinho! Pediu Lane, ajoelhada, mas ainda trêmula. Rodrigo a pôs para mamar, e ela ainda tinha forças para isso. Que mulher... eu apaguei após ter o mesmo orgasmo, mas ela estava sã, cansada sim, mas plenamente consciente. Braba, muito braba... 

O macho segurou a nuca de Lane e bombou gostoso em sua boca, que recebia com paixão a tora do comedor. O esputo vertia e vazava, ele parou e empurrou, ela engulhou um pouco, lacrimejou, mas aguentou, depois ele recuou até quase tirar, socou mais, bombou e tirou, bateu o cacetão no rosto dela, o corno, ou melhor, manso, marido, sei lá meu Deus... filmava tudo com o celular, sorrindo extasiado.

—Vai tomar tudo amor? Indagou o corno, ou melhor, marido, esposo, corno manso. Ela assentiu com a boca cheia do caralhão e continuou chupando, atolando e engasgando, depois tirou e disse:

—Tudinho, não vou deixar nenhuma gota! Rodrigo sorriu e a fez chupar de novo.

—Isso, assim, vou gozar, não tire a boca, aaahhhh! Avisou Rodrigo, que começou a se contorcer, gemer alto, aflito e pulsar seu pauzão, gozando na boca da mulher, que se manteve firme, engasgou duas vezes e até ameaçou vomitar, mas não arredou, gemeu, grunhiu e continuou, até engolir tudo, e após engolir, fez o macho gemer alto com seu boquete.

Nossa, eu e o corno ficamos impressionados com o volume de porra expelida na boca dela, o pintão grosso pulsava, e a fêmea não deixou nenhuma gota escorrer, e após a rolona se render, ela tirou e mostrou a boca limpa, mas depois notei que havia esperma no cantinho da mesma.

—Gente do céu... quantos litros de gala você goza? Indagou a mulher, limpando os cantos da boca, rindo e nos fazendo rir. —É sério, foi a maior gozada que já vi, além de gozar muito, sua gala parece um mingau! Completou a mulher, que chupou a picona rapidamente.

—É... você sabe preparar um mingau, é uma mulher fantástica! Elogiou Rodrigo.

—Tem quantas fixas? Indagou a morena.

—Contando com minha grande amiga aqui, cinco! Respondeu o pastor, me abraçando e dando um beijo na minha cabeça. Ué... não era para serem SEIS com Suzy?

—Sério? Seis comigo né? Perguntou a esposa, com a cabeça inclinada.

—Mais alguns encontros e a gente conversa sobre isso! Pode ser? Retrucou Rodrigo.

—Quais suas condições? Diga, a gente conversa direitinho, porque adoramos muito te conhecer, desde a conversa pelo zap, o jantar e agora nossa transa, tu foste muito bacana visse? Adorei muito você, é um sujeito homem, direito e decente igual Miguelzinho! Replicou Lane, quase implorando.

—Quer que eu deixe a Lane aqui e vocês tipo... passam a noite à sós? Propôs Marcondes. Arregalei os olhos, e percebi como Rodrigo realmente cativava as pessoas FORA da cama.

—Eu ainda aguento pomba viu? Se quiser... eu fico, a gente emenda a noite todinha, te dou só meu cu se tu quiser, porque fiquei arriadinha por ti, cabra lindo e gostoso da mulesta! Provocou Lane, alisando a tora do pastor, e ele gemeu gostoso. Acreditei piamente nas palavras dela...

Lane ratificou sua promessa e fez mais um rápido boquete em Rodrigo, chupando devota, depois tirou, beijou e passou a rolona em seu rosto, mostrando total submissão e adoração ao macho e seu instrumento de prazer, sorrindo em transe, com uma satisfação indizível, depois se recompôs.

—Agradeço demais a confiança de vocês, realmente fico lisonjeado, mas... acredito que teremos mais encontros, eu adorei você Lane, e seu esposo também, contudo... preciso organizar um pouco minha vida fora das quatro paredes, e eu... ainda estou no baque pela morte de minha esposa, só aceitei esse encontro, mais para mostrar a minha estimada amiga aqui como é o nosso grupo e fazê-la tomar sua decisão de forma honesta, racional e sem dúvidas! Explicou Rodrigo.

—A gente entende... desculpa, não queremos te aborrecer ou fazer pressão, mas... pensa com carinho, a gente começou uma amizade legal, e queremos manter isso por muito tempo! Disse Marcondes, com a mão apoiada no ombro de Rodrigo, que assentiu sorrindo.

—Não, tudo bem, relaxem... as coisas vão se ajustar novamente, mas... por enquanto, preciso cuidar de outras prioridades em minha vida! Disse o pastor, bem enfático.

—Não me deixa muito tempo sem esse pombão não visse? Adorei a pisa de pomba que tu me deu hoje! Disse Lane, que já estava revivendo o cacetão do pastor com seu toque.

—Não se preocupe... já que seu marido permitiu... a gente vai ter um bis à sós, um dia inteiro só de sexo, eu... quero muito você de novo! Disse Rodrigo, que beijou Lane na boca.

De repente o celular de Marcondes explodiu em bipes de notificações, ele fitou o pastor e deu um sorriso malicioso, Rodrigo sacudiu a cabeça, e sorriu maliciosamente...       

CONTINUA

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Olá queridos alunos. Dias bem, mas bem atribulados mesmo nesse último semestre letivo, estou elaborando as provas finais e aproveitei para renovar o estoque de canetas vermelhas, as quais, no meu tempo causavam pânico nos alunos, e hoje causam orgulho, mas enfim... 

Além do mais, estou com SETE alunos de reforço, isso significa que meu 14º salário está bem garantido, e não, não está rolando sacanagem com nenhum deles. São sete... é... mulheres (seis mulheres e um "quase mulher") que vão tentar o concurso público para Técnico em Enfermagem do município onde moro no início do ano que vem, cujo salário é tentador, mas o conteúdo de matemática exigido na prova me deixou impressionada, ao passo que causou pânico neles.

Mas enfim, o trabalho é árduo, e esses pobrezinhos praticamente não se lembram do básico da matemática, porém, esse é o tipo de desafio que eu amo, sou muito paciente e graças a Deus eles estão sim evoluindo bastante, mostrando um interesse genuíno, aprendendo o que precisam aprender para passarem na prova e só, e como eu gostaria que meus alunos da sala de aula fossem aguerridos assim.

Espero que curtam a foto de Lane, a pernambucana braba.

Beijos, tenham uma terça maravilhosa, com muita paz, vida e trabalho.

PS: Atualizei a foto do relato anterior, que também foi tirada no dia do meu aniversário.

lucycontistasexy@gmail.com



Comentários

  1. O conto é incrível…a foto da Lane está maravilhosa…gostosa e sexy…BOTO

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  2. Lane uma mulher sensasional

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