092 - O CLUBE SEXUAL PARTE 10 – A VIRADA DE CHAVE – PARTE 2

             


            Então como quer a garganta profunda se nunca conseguiu engolir um pau grande? Ficou doida? Questionou Suzy, impressionada e rindo depois. Dei risada e a fitei.

O pau do cara é muito grosso? Perguntei. Suzy respondeu:

—É como eu disse: não é muito grosso, mas também não é fino! É uma rola gostosa de se chupar, mas engolir sem ter a manha... sei não hein! Respondeu e comentou a loira.

—Eu sempre tive vontade de conseguir engolir um pau grande, e se você diz que dá, então quero a garganta profunda! Respondi, decidida, mesmo ainda insegura.

—Tem certeza Lulu? Olha lá hein, não tem ensaio não, o negócio é para valer; três chances, se não conseguir, já era! Eu optaria pelo anal, mas você é quem decide! Advertiu.

—Garganta profunda, eu vou conseguir, se tem mulher que consegue, por que eu não conseguiria? Retruquei, reiterando meu desejo, mesmo TOTALMENTE temerosa por dentro.

—Adorei sua obstinação e ousadia, me senti segura com seu olhar, mas não é porque você é amante do Rodrigo, que terá atenuantes, sendo assim... passou no teste, seja bem-vinda, falhou... nunca mais haverá outra indicação, então pense bem, reflita, e se quiser mudar para o teste anal no dia, tudo bem, porque o cara vai ser o mesmo! Advertiu Suzy, novamente.

—Entendi, mas... não vou mudar! Vai ser o teste da garganta profunda e pronto! Rebati, me sentindo muito desafiada, tanto por Suzy, quanto pelo teste em si. Eu iria conseguir.

—Ok, tenho certeza de que você vai passar, eu desejo sinceramente que passe, então... vou marcar seu teste para o sábado, dia 30 de março, às 14h! Venha com uma roupa discreta, e... procure chegar com uns 10 minutos de antecedência, para se preparar! Disse a meretriz.

—Está certo, combinado então: dia 30, 14h! Respondi, sorridente.

—Mandarei um motoqueiro lhe apanhar naquele local que você marcou da outra vez, e caso seja aprovada, daremos continuidade as explicações de como são os procedimentos do grupo como um todo, as regras, criação de seu perfil, interação com os demais membros e eventos; é coisa rápida e objetiva, sendo assim... boa sorte! Replicou a loira. Assenti...

—E-Eu... vou conhecer o Miguel? Indaguei, com tesão nele.

—Isso eu não posso lhe garantir, porque o Miguel não se interessa por mulheres casadas, a não ser, é claro, que seu marido seja um Marcondes da vida, que sabe e permite o envolvimento de Lane com outros homens, mas como eu sei que não é o seu caso... então... considere isso praticamente impossível! Disse Suzy, bem sincera.

—E-Eu sei, mas... como ele é advogado, talvez... pudesse me dar uma orientação, meu interesse em conhece-lo é mais nesse sentido, porque quero me divorciar! Expliquei, com meias verdades, porque além do apoio jurídico, eu também queria sim trepar gostoso com ele.

—Entendi, mas... não precisa se preocupar em ser descoberta ou deixar rastros, você já viu a competência da Katiane em engabelar cornos! Replicou Suzy.

—É? Mas meu marido desconfiou do perfume de Rodrigo impregnado em minha roupa, e Katiane já tinha ido embora, então tive de me virar nos 30! Retruquei, e Suzy riu lindamente.

—Sim... mas você é astuta e soube se safar que eu sei, mesmo... dando um vacilo bobo como o de abraçar seu amante prestes a ir para casa, então... cuidado! Disse a loira, e gargalhamos.

—Eu sei Suzy, admito que vacilei, mas é sério... meu casamento está insustentável, e eu não quero curtir a vida me preocupando com qual mentira vou contar ao corno, isso é estressante, e... mesmo antes de descobrir esse grupo, eu já estava decidida a me separar, sendo assim... meu interesse em Miguel é para um norte jurídico sobre como proceder! Repliquei, explicando.

—Entendo muito bem seu lado meu amor, você está corretíssima, e bem... nesse caso o Miguel pode lhe prestar esse suporte sem problemas, mas caso não possa, porque ele vive muito ocupado, tem o Genilson, que também é um advogado muito bom e gente fina demais! Disse Suzy, serena.

—Humm... e ele... é pirocudo que nem o Miguel? Indaguei, eriçada.

—Coitado mulher... aquele ali tem um pau vergonhoso, mas como me presta favores de vez em quando, cedo umas meninas para ele brincar e se sentir macho! Disse a meretriz, ri alto.

—Nossa, que situação, mas está certo, nada é de graça na vida! Comentei, e ri mais.

—O Genilson ODEIA o Miguel, se pudesse, o teria matado! Atiçou Suzy.

—Ué... mas por que? Não, não me diga que o Genilson também devia dinheiro ao Miguel e este cobrou a dívida com a esposa? Questionei, estarrecida. Suzy deu uma risada alta.

—Não meu amor... pior! O Genilson não devia nada ao Miguel, apenas o flagrou junto com o Cássio, comendo a filha dele, que fazia uma DP anal, e o choque do coroa foi tão grande com a cena, que o pobre acabou desmaiando! Isso rolou em junho do ano passado! Revelou Suzy, e estarreci.

—M-Meu Deus... ele enfartou? Teve um AVC? Indaguei, atônita.

—Não, nada disso, só apagou devido ao choque de ver sua filha, uma nerdzinha com jeitinho sonso, toda tímida, desacreditada de que poderia ser ao menos beijada um dia, sendo ensaduichada por dois caralhudos na cama onde ele dormia com sua esposa! Explicou Suzy.

—Nossa... e... ela era feia? Normalmente nerds são feios! Perguntei e comentei, rindo.

—Não, lindíssima, uma boneca, e ela é um membro do grupo, só que o Genilson JAMAIS suspeitou disso, e é aí que entra o primeiro exemplo que lhe dei, da possibilidade de conhecidos se encontrarem no grupo, mas enfim, Nayara, que é o nome da filha dele, é bissexual, tinha uma amiga, que na verdade era sua namorada, e Miguel frequentava a casa dela para tirar umas dúvidas de Direito com Genilson por ele ser mais experiente, e claro que ele comeu e ainda come a novinha, e o pai, após acordar do choque, descobriu tudo isso quando o Rodrigo e a Vitória chegaram e contaram, pois o Miguel tinha chamado ambos! Replicou Suzy, e demos risada, porém, eu estava gelada por dentro.

—Meu Deus do céu, e ele chamou o Rodrigo por que? Comentei.

—Quem é o especialista em apagar os incêndios que o Miguel causa? Claro, o Rodrigo só conseguiu evitar que uma tragédia acontecesse, e o Miguel, que é um malandro refinado, chamou a amante advogada como testemunha, porque se o Genilson triscasse nele, seria processado e até preso por agressão, uma vez que Vitória gravou todo o depoimento de Nayara, e a novinha confessou na cara do pai, ter feito o que fez espontaneamente e sem arrependimento! Disse Suzy. Rimos.

—Meu Deus... que baixaria! Esse Miguel é louco! Comentei, dando risada.

—Discordo Lulu... a Nayara já era maior de idade e quis, então... tudo ok, problema do Genilson que não teve cabeça para lidar com isso, porque era um pai ausente, não ligava para a filha, vivia a desmerecendo por causa de seu estilo de vida, se envergonhando dela, não a incentivava a ser o que ELA quisesse, e sim o que ELE queria que ela fosse; Nayara queria ser nutricionista, e ele queria que ela fosse advogada e aí meu amor... isso bate bem errado na cabeça de uma jovem né? Retrucou Suzy.

—Entendo... a Nayara viu na sexualidade excêntrica, uma forma de externar suas angústias e procurar ser feliz com quem a entendia! Tadinha! Comentei, sensibilizada.

—Exatamente Luciana! Meu Deus, você é muito perspicaz, porque o Miguel chegou a essa mesma conclusão! Replicou a loira, empolgada. Arregalei os olhos, admirada, é claro.

—Sério? Uau... ele é bem sensível! Comentei, balançada. Suzy replicou, serena:

—Sensível? É... talvez, mas enfim... espero você no sábado, na hora marcada, sem ansiedade, relaxada e muito segura da decisão que tomou! Adorarei tê-la como membro do nosso clubinho da sacanagem! Assenti sorrindo, Suzy me levou até o portão, e nos despedimos...

SÁBADO, 30 DE MARÇO DE 2019 – O DIA DO TESTE.

Meu desjejum foi apenas o café da manhã; meu amado suco de abacaxi com hortelã. Sim, um perigoso diurético, mas eu já tinha feito xixi a perder as contas, de tão ansiosa que estava. Liguei para minha manicure e solicitei um atendimento, e por sorte havia vaga em sua agenda, então ela veio e fez as unhas dos pés e das mãos, pintando-as de branco cintilante, a cor preferida do meu pastor roludo delicioso, depois tomei um banho caprichado.

Pus um vestido com manga curta apenas no lado esquerdo, de tamanho até quase os joelhos, um pouco frouxo, cor de rosa em cima e branco com estampas floridas embaixo e um babado na barra. Elegante e discreto, conforme Suzy pediu, depois pus uma gargantilha dourada, com um coração pequeno, calcei uma sandália Anabela, um par de brincos médios, fiz uma maquiagem sóbria, mas elegante, tranquei a casa e parti para a casa de Suzy, ansiosa e excitada para o teste. O corno viajava a trabalho, e pela irritação dele... não era mentira...

Às 13h50, após a partida do mototaxista, respirei fundo diante do portão daquele prostíbulo, ou melhor, lar da poderosa meretriz. Procurei acalmar meus nervos, pensar positivo e dar o melhor de mim, mas também me programei para não sofrer caso fracassasse, pois eu ainda tinha meus amantes roludos deliciosos, e eu sabia que poderia curar a fossa com qualquer um deles, inclusive eu já tinha o meu eleito: claro, o Pastor Rodrigo, meu fixo tesudo.

Entretanto, algo me dizia que eu lograria êxito naquele teste, eu estava com uma gana tão grande em me vingar, raivosa por ter descoberto finalmente o canalha que meu marido é, que eu engoliria até o pauzão bem grosso do Pastor, caso fosse ele a pessoa a me avaliar, então toquei a campainha, e quase 30 segundos depois, o portão se abriu, e vi Katiane, linda.

—Boa tarde Lulu, tudo bem? Cumprimentou Katiane, que trajava uma blusinha de mangas médias na cor azul bebê, seguida de uma calça jeans coladinha ao seu corpo lindinho.

—Tudo ótimo meu amorzinho! Respondi, e trocamos beijos formais no rosto. Ela abriu passagem e entrei, depois o portão foi trancado e a jovem me escoltou até o interior da casa.

Já na sala, tive aquele impacto ao vir uma linda jovem. Bem branquinha, de cabelos pretos, longos e ondulados, mais alta que eu, olhos amendoados e estreitos, nariz curvado para baixo, lábios carnudinhos e boca média, com seios médios, quadril maior que o meu, pernas grossas e uma bunda redondinha, mas menor que a minha, trajando uma camiseta cinza com um versículo bíblico e uma saia jeans de comprimento até o joelho, meio justa. Ao lado dela? O pastor Rodrigo e sua veterana amante, Suzy. O trio se virou ao me vir, e o pastor sorriu.

—Linda como sempre! Elogiou Rodrigo, vindo e me abraçando. Retribuí o gesto, claro.

—Que surpresa deliciosa te ver aqui, meu gostoso! Respondi, e sem me importar com os presentes, dei-lhe um beijo caprichado na boca. Suzy e Katiane vibraram. Paramos e rimos.

—Humm, gamou mesmo nele, hein? Brincou Suzy. Percebi a jovem toda ruborizada e desconcertada com minha atitude e a do pastor, mas o que ela estava fazendo ali?

—Veio torcer por mim no meu teste? Indaguei, alisando o rosto de Rodrigo.

—Também, mas minha visita é mais para ver se consigo um emprego para a Juliette, filha de um fiel de minha igreja! Disse o pastor, que ergueu rapidamente as sobrancelhas e deu uma leve arregalada nos olhos, e entendi que ele estava mentindo... para Suzy. Juliette?

Porém eu... arregalei meus olhos de verdade e fitei a jovem, que abaixou a cabeça ao me notar a fitando e ficou retraída, com as mãos cruzadas sobre a virilha, acanhada... então era ela... a mulher a quem Ayla odiava tanto, mas por que? Qual a razão para tanto ódio?

—Um emprego? Aqui? Indaguei, surpresa. Rodrigo riu e respondeu:

—Não tire conclusões equivocadas, Suzy possui uma empresa de eventos, e como todo negócio precisa de alguém que cuide da parte administrativa e financeira, estou tentando encaixar a Juliette na função! Ela não vai ser uma das “meninas” da Suzy, tampouco ter contato com membros do grupo; é um trabalho ético e honesto, totalmente dissociado do ramo sexual!

—A Katiane também cuida dos contatos com os fornecedores de insumos, recebe os representantes comerciais, enfim, a Juliette vai auxiliá-la nesse serviço, que está bem puxado ultimamente, e por ser uma indicação do Rodrigo e também o primeiro emprego dela, quero dar uma oportunidade! Explicou Suzy. Fitei Katiane, que sorriu para mim e assentiu.

—Suzy, a Juliette está sob a minha proteção e a do Miguel; eu não quero saber de nenhum membro ou cliente seu se engraçando para o lado dela, pois ela não está aqui para servir a nenhum macho, fui claro? Advertiu Rodrigo, bem sério. Fiquei abismada...

—Eu sei, eu sei Rodrigo, não precisa falar assim comigo, eu jamais faria uma sujeira dessas com você, Deus me defenda, aliás, os membros e os clientes mal vão ver a Juliette, ela vai ficar lá no outro escritório com a Katiane, o expediente delas praticamente não vai coincidir com os eventos do grupo, eu prometo! Fique sossegado meu amor! Disse Suzy, alisando o rosto dele e o beijando em seguida, totalmente submissa. Rodrigo assentiu sorrindo. Olha a moral do homem...

—E então Juliette? Está interessada? Indagou Rodrigo, com voz amável.

—Posso ficar na sua casa hoje? Indagou a jovem, e nos entreolhamos, confusos.

—Querida, perguntei se você quer o emprego! Disse Rodrigo, alisando seu rosto.

—S-Sim... mas... quero ir pra sua casa também! Deixa! Disse a jovem, acabrunhada. O pastor passou a mão no rosto e suspirou, depois a fitou. Putz... que bandeira ela deu...

—Er... vamos conversar lá no escritório! Katiane, por favor, oriente a Luciana sobre o teste dela, você sabe explicar direitinho! Lulu, te desejo boa sorte, que você saia daquele quartinho ali, um membro do nosso grupo! Disse Suzy, meio desconcertada, o comedor então...

—É isso mesmo o que você quer? Indagou Rodrigo, me deixando ressabiada.

—Como assim? Você... não concorda? Não acha uma boa ideia eu ser um membro? Indaguei. Se ele me pedisse para desistir, eu desistiria. Juliette permanecia cabisbaixa.

—Você é quem decide se é ou não uma boa ideia! Só perguntei isso para saber se você pensou bem, se analisou tudo antes de sua decisão, mas a segurança e a determinação que vejo em seus olhos, já responderam minha pergunta, então... boa sorte! Retrucou o pastor.

—Obrigada Rodrigo... vou dar o meu melhor! Respondi, e nos abraçamos.

—Seu marido está em casa? Indagou o pastor.

—Aquele traste viajou a trabalho! Respondi, com ódio no olhar.

—Então passa lá em casa depois do teste, me conta como foi, ok? Convidou Rodrigo. Assenti, e reparei em Juliette, que me fitava, mas depois abaixou a cabeça. O pastor a fez andar e ele, ela e Suzy foram para o escritório, Katiane me abordou e começou as instruções:

—Muito bem, Luciana, o seu teste já vai começar, mas antes, me acompanhe até aquele quarto que fica ao lado, por favor! Assenti e fomos.

O quarto onde entrei com Katiane era simples, mas bem limpo e arrumado. Um cômodo para atendimento dos clientes de Suzy, com um frigobar no canto, um ar condicionado e uma cama quadrada bem grande e com lençóis brancos. Sobre o dormitório havia uma camiseta amarela e o nome TESTE escrito em letras pretas enormes. Em cima da roupa, uma máscara preta, delicada, com detalhes em lantejoulas roxas nas bordas. Minha barriga gelou mais...

—Tenho que tirar minha roupa, vestir essa camiseta e pôr a máscara? Indaguei. Que pergunta imbecil, pensei, depois, mas meu nível de ansiedade estava altíssimo, porém, eu tinha de me acalmar...

—Isso mesmo, o avaliador também estará de máscara, e se você passar no teste, podem tirar e se apresentar! Não se preocupe, ele não sabe o seu nome! Explicou Katiane.

—Tudo bem! Er... você vai esperar que eu me troque aqui? Respondi e indaguei. A moreninha assentiu sorrindo. Sorri de volta e então tirei meu vestido, sem constrangimento, depois o dobrei cuidadosamente para que não amarrotasse muito e pus sobre a cama, vesti a camiseta, a qual serviu perfeitamente em mim e por fim, pus a máscara. Katiane ajustou a mesma no meu rosto e alinhou a camiseta, sem relar um dedo no meu corpo.  

—Ficou ótimo Luciana, agora vou lhe explicar como funciona o teste, tudo bem? Anunciou e indagou a jovem. Assenti com sinal de positivo e fiquei atenta. —Certo, vamos lá: o seu teste de garganta profunda consiste em engolir totalmente o pênis de 23 centímetros do avaliador, e a prova não tem tempo determinado, fez, conseguiu, passou e pronto, já é membro! Você tem três tentativas, se falhar nas três, está reprovada e nunca mais será indicada! Tudo bem até aqui? Completou Katiane, indagando, respirei fundo e respondi:

—Sim, entendi! Ela sorriu e continuou:

—O avaliador vai considerar uma falha, quando você tirar o pênis da sua boca sem tê-lo introduzido inteiro, seja por engasgo, ou em caso de vômito, por isso é importante que sua alimentação tenha sido bem leve, ou, você tenha vindo em jejum, porque após a prova haverá um lanche, então, caso tenha ânsia de vômito ao senti-lo tocar sua goela, vomite, e não tire o pênis da boca, mas se asfixiar, aí pode tirar, é claro, mas... vai perder um ponto! Entendido?

—Entendi, mas... se tipo... eu passar mal? Indaguei. Katiane explicou:

—O teste será interrompido e você vai receber o atendimento, depois, caso esteja tudo bem, remarcamos o teste sem problemas, mas... que eu saiba...  isso nunca aconteceu! Mais alguma dúvida?

—N-Não, nenhuma, pode seguir! Respondi, já ficando nervosa. A novinha seguiu:

—Ok, como não há limite de tempo, se quiser fazer um boquete antes de tentar a garganta profunda, tipo... aquecer um pouco e testar o calibre da pomba, precisa avisar ao avaliador sobre o procedimento antes, porque pica fora da boca sem ter sido engolida é chance perdida, e o último e mais importante: você só será aprovada, se seu nariz encostar na virilha do avaliador!

—T-Tudo bem! Respondi, com um frio imenso na barriga. Dar o cu seria mais fácil...

—Alguma dúvida Luciana? Pode perguntar à vontade! Prontificou-se Katiane.

—N-Não, nenhuma, vamos! Respondi. A jovem percebeu meu nervosismo e indagou:

—Nunca conseguiu fazer uma garganta profunda, né?

—N-Não... nunca consegui! Respondi. Katiane deu risada e gesticulou para sairmos, assenti e fomos ao quarto do teste, e antes de ela abrir a porta para eu entrar, disse, baixinho:

—Corajosa hein, ou seria doida mesmo? Mas enfim... boa sorte! Dei risada, de nervosa.

—O-Obrigada! Respondi e sorri, meio tensa. Katiane assentiu e piscou o olho para mim, depois abriu a porta e me pôs para dentro com um tapinha na bunda, em seguida a fechou.

Quando vi o macho deitado na cama, mascarado e só de cueca box preta, suspirei. Era um moreno, já maduro, parecia estar na casa dos 40 anos e de corpo magro. Conservado até...

—Boa tarde senhora, pode vir por gentileza! Cumprimentou o homem, cordial. A máscara era estilo bala clava, e deixava apenas os olhos, parte do nariz e boca expostos. Ele apoiou as mãos sob sua nuca e abriu as pernas. Vi nitidamente o pauzão avolumar sua cueca, endurecendo e crescendo, ele o ajustou e delineou bem, devorando meu corpo com seu olhar.

—B-Boa tarde! Respondi, depois respirei fundo e fui até a cama, a qual era idêntica à do quarto onde me troquei, subi e engatinhei até ficar entre as pernas do homem.

Alisei suas coxas e ele suspirou, depois toquei o pauzão avolumado, sentindo sua dureza extrema aumentar, então abaixei a cueca, e liberei um cacetão depilado, meio curvado para baixo, uma veia saliente saindo da base, indo pelo meio, formando várias curvas até chegar abaixo de um prepúcio que cobria parcialmente uma glande comprida, rosada e proporcional a uma grossura razoável, a qual caberia tranquilamente em minha boca.

—Quer dar uma aquecida antes de começar pra valer? Propôs o macho, sereno.

—Sim, gostaria! Respondi e ele assentiu com a cabeça.

—Vira esse rabão gostoso pra cá, quero ver ele! Pediu o homem. Obedeci, ficando quase na posição de 69, e comecei a massagear sua rolona, puxando a pele para baixo e expondo a glande, a qual já chorava de tesão. Passei a língua e sorvi sua seiva, depois beijei. Ele gemeu.

Segurei a picona com as duas mãos, fechando-a, mas sentindo a grossura gostosa, e sobrava piroca, então comecei a lamber a cabeça, de baixo para cima como se fosse um sorvete, depois rocei suavemente, produzindo uma fricção deliciosa entre língua e glande, em seguida abocanhei e chupei só ela, como sempre faço, e ouvi os gemidos tesudos do homem.

Soltei uma das mãos e avancei um pouco, sentindo a grossura percorrer minha boca sem problemas, até abri a mesma sem dificuldades enquanto chupava, e recuei sem tirar, voltando a roçar minha língua na cabecinha. Realmente um pau gostoso de se chupar, e já era tarde demais para se arrepender de minha escolha, porque senti uma vontade enorme de socar ele todinho no meu cu, mas tudo bem, segui o boquete, ouvindo os gemidos do macho, que começou a bombar minha boca deliciosamente, e chupei com mais tesão. Eita pauzão suculento, hummm...

Tirei a rolona da boca, me sentindo... é, pronta, mas ainda ansiosa, e anunciei a ele:

—Vou tentar engolir tudo agora! O roludo respondeu:

—Beleza, deliciosa! Boa sorte, a senhora tem três tentativas!

—Pode deixar, eu vou conseguir! Repliquei. Será que conseguiria mesmo? 

CONTINUA

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Olá queridos alunos. 

A correria não para, meu tempo está cada vez mais curto nessa reta final do ano, e por isso as postagens atrasaram. Essa semana farei o possível para cumprir o cronograma, mas não garanto, uma vez que o baixíssimo engajamento aqui me deixa muito desmotivada, e com isso, dar atenção ao blog passou a ser uma das mínimas preocupações que preciso ter em meio a uma vida tão agitada.

Contudo, farei um esforço para seguir adiante.

A série que abre o terceiro ato está em seu penúltimo capítulo, e amanhã, o desfecho, surpreendente e inesquecível até hoje. Sem dúvida reler esse momento me deixou bem mexida.

Beijos, tenham um início de semana vitorioso, cheio de paz, vida e muito trabalho.

Comentários

  1. Delicioso conto minha querida Luciana…vc realmente é incrível…seus fiéis alunos jamais te abandonarão…BOTO

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  2. Capaz que o avaliador não iria querer mais que só avaliar, delicia de professora!

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  3. Continua.....kkkk.....teste mais do que interessante....... continua......

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