087 - O CLUBE SEXUAL PARTE 5 – CUCKOLD – PARTE 1

             


                —Infelizmente, o casal só permitiu sua presença como espectadora. Eu até tentei, argumentei, mas eles foram irredutíveis, e eu disse que acataria a decisão deles, sendo assim, lamento, mas não se frustre, será uma experiência inesquecível e muito honesta, que vai embasar bem sua decisão de aceitar ou não ser um membro do grupo! Respondeu o comedor.

—Você... quer que eu seja membro? Perguntei.

—Isso só você vai decidir, e eu já falei... não vou impor minhas vontades a ninguém, mas sou sincero em dizer que jamais a indicaria, tanto que neguei ser o Abençoado em nosso primeiro encontro, porque já tinha me dissociado dessa vida sexual secreta! Retrucou Rodrigo.

—Então recuso desde já, não quero! Rebati. Rodrigo arregalou os olhos.

—Por que? Indagou o macho, com o cenho franzido.

—Porque se eu topar e isso chatear você, vai fazer seu interesse por mim diminuir ou até acabar, então prefiro que as coisas fiquem como estão, não quero... não quero te perder, não quero decepcionar você! Desabafei, cabisbaixa e com um aperto no peito. Rodrigo rebateu:

—Não seja tão radical assim, eu jamais terminaria nosso caso por conta disso, e outra, eu faço questão que você tenha essa experiência, pois já mostrou que é uma mulher ávida por descobrir novas possibilidades, então... se recusar agora, aí sim... vou ficar decepcionado!

—D-Desculpe... fui imatura, perdão! Repliquei, gesticulando ir abraça-lo, mas me detive, pois estávamos no meio da rua e a padaria já havia fechado.

—Eu sei como sua cabecinha está meio turva diante dessas informações, contudo... também posso sentir sua excitação com tudo isso, com essa novidade em sua vida íntima, apesar das dúvidas pungentes, então... recomendo que testifique esse evento antes de decidir, para que não paire nenhuma incerteza em seu íntimo, e outra... aceitando ou recusando... não muda nada entre nós! Opinou e aconselhou Rodrigo, alisando discretamente meus cabelos.

—Tudo bem, e... que dia e hora está marcada essa transa? Anuí e indaguei.

—Será numa sexta-feira, dia 22, às 19h! Disse Rodrigo. Arregalei os olhos.

—19h? Vixe... meu marido vai estar em casa nesse horário! Por que não marcou para as 14h? Questionei e comentei, aflita, porque dar um balão no corno seria difícil...

—Acalme-se, não se preocupe com seu marido, nossa especialista em contar história para boi dormir já tem uma fábula bem legal para ele! Disse Rodrigo, sorrindo serenamente.

—Ah é? E quem é essa especialista em fábulas para cornos? Indaguei, bem curiosa.

—Katiane! Respondeu o pastor, e esbugalhei os olhos. Ele deu uma gostosa risada.

—Hã? Katiane? E como vai ser isso? Indaguei, estupefata. Rodrigo explicou:

—Ela será sua aluna de reforço, irá até a sua casa para lhe buscar e vocês terem sua primeira lição, mas... só precisa de seu endereço, então... me passe por WhatsApp por favor!

—Bem pensado... genial, e faz muito sentido, pois a Katiane tem todos os trejeitos de uma jovem estudante, sendo assim, vou lhe passar agora meu logradouro! Repliquei e comentei, em seguida enviei por mensagem ao pastor, ele visualizou na hora e assentiu, sereno. 

—Muito bem, então está tudo acertado, eu lhe avisarei por mensagem o horário em que Katiane virá lhe buscar e leva-la até minha casa; agora preciso ir, pois uma pilha de serviço me espera, além dos preparativos para esse evento! Avisou Rodrigo. Assenti e nos despedimos...

SEXTA-FEIRA, 22 DE MARÇO DE 2019, 18h25.

—Aluna de reforço? Indagou o corno, vendo eu me arrumar. Eu estava pondo um vestido de mangas curtas na cor azul-piscina, com um discreto decote, estampado de flores e de comprimento até o joelho, com barra godê e frouxo. Indumentária bem elegante e sóbria.

—Sim, ela vai prestar concurso público e tem muita dificuldade em matemática! Algum problema? Quando você me conheceu, eu dava aula de reforço a quatro alunos! Retruquei, escolhendo aquele perfume gostoso para ocasiões especiais e borrifando em meu pescoço.

—Não... nenhum, só... que faz tempo que não te vejo aceitar reforço, você dizia que era o mesmo estresse de um aluno da escola! Comentou o galhudo, bem sereno e indiferente...

—Essa garota sabe o que quer, é diferente desses moleques vagais, e vai me pagar bem! Repliquei, pegando uma sandália Anabela e a calçando em seguida.

De repente ouvi duas buzinadas lá fora, e mesmo segura de que o corno não suspeitou e não suspeitaria de nada, senti aquele gelo na espinha, mas logo me acalmei.

—Será sua aluna? Indagou o galhudo. Passei por ele e respondi:

—Sim, ela disse que chegaria nesse horário! Dito isso, olhei no relógio do celular, e eram 18h40, o exato horário em que a jovem ficou de vir me buscar, conforme dito por Rodrigo.

Abri o portão, e percebi o chifrudo atrás de mim, e como a mentira tinha de ser bem contada, Katiane saiu do carro, trajando uma blusinha de mangas médias com babados na barra e uma calça jeans quase justa, na cor preta. Ela era uma gatona, lindinha mesmo.

—Boa noite professora, tudo bem? Podemos ir? Simulou Katiane, com maestria.

—Sim meu amorzinho! Er... este é meu marido! Respondi e fiz as formalidades.

—Muito prazer, e... boa sorte nas aulas, tenho certeza de que você vai passar tendo aulas com a Luciana, ela se garante muito, é a melhor! Disse o galhudo, simpático e cumprimentando Katiane, e por alguns milésimos de segundo... senti pena dele, mas logo passou.

—Ah, sobre isso não tenho dúvida, ela foi muito bem recomendada! E então? Tá pronta? Podemos ir professora? Replicou Katiane, já desconversando, pois não podíamos nos atrasar...

Gargalhadas descontroladas, mão na barriga e lágrimas. Essa foi nossa reação no percurso para a casa de Rodrigo. A atuação de Katiane chegou a me convencer de que ela teria mesmo aulas de reforço comigo. Assustadora a forma como esse grupo era organizado...

—Menina do céu... você já pensou em trabalhar como atriz? Incrível, você sustentou a mentira perfeitamente, sequer gaguejou! Comentei, após me controlar do riso. Katiane riu.

—Ah... a gente é treinada pra isso né? Replicou a jovem. Demos risada e chegamos...

Katiane tocou a campainha e me fitou, então rimos de novo. Em menos de um minuto o portão se abriu, e vimos aquele que sempre nos faria suspirar de tesão... trajando uma camisa branca, com mangas dobradas até os ombros e claro... seu uniforme sexual, a calça social preta. Fitei Katiane discretamente, e ela mordeu o lábio inferior, depois os contraiu e suspirou...

—Boa noite minhas consagradas! Vamos, entrem por gentileza! Disse Rodrigo. O perfume dele já fez meus sentidos desatinarem de tesão. Assentimos e entramos.

—O casal já chegou? Indaguei, ansiosa.

—Sim, estão naquele quarto onde sempre transamos! Respondeu o pastor. Não resisti e beijei sua boca deliciosa; estava louca de saudades, e ele correspondeu deliciosamente.

—Ih, a Luciana vai furar o olho da Lane! Comentou a novinha, e paramos para rir.

—Quer um beijo também Katiane? Provocou Rodrigo, e a jovem arregalou os olhos.

—O-Olha o respeito... seu gaiato! Eu já vou, mas quando acabar, venho pegar a Luciana! Retrucou Katiane, que no fundo queria sim beijar o comedor, mas faltou-lhe coragem...

—Tudo bem, tome cuidado e... diga a Suzy que está tudo pronto! Replicou Rodrigo. Katiane assentiu, mas foi bem atiradinha ao trocar beijos no rosto com o macho, depois se foi...

—Essa quer dar para você viu? Comentei, após Katiane partir.

—Que novidade né? Replicou o pastor, rindo. Dei dois tapinhas em seu ombro, depois sorrimos um para o outro, e nos beijamos novamente, e que beijo o daquele comedor safado.

—Nem um pouquinho? Nadinha desse pauzão delicioso para mim? Estou com tanta saudade dele, de você... de nós! Comentei, arfando ao sentir suas mãos em minha bunda.

—Eu já disse... com você... o pouquinho é uma ofensa, um descalabro! Você é uma mulher para ser apreciada e degustada sem pressa, e o casal nos espera... ansiosos! Rebateu o comedor, cheirando, beijando e lambendo meu pescoço, e gemi aflita, quase sem ar...

—Malvado... você é malvado demais comigo! Comentei, desolada e o abraçando.

—Não... eu jamais seria malvado com você, eu te adoro muito; você é uma mulher que me inspira bem mais do que simplesmente tesão! Retrucou Rodrigo, que me deu aquele beijo, aquele ósculo matador que me desmontou toda e me fez grunhir alucinada.

—Então pare... porque se você continuar me tocando desse jeito... eu faço você me foder na frente do casal, e eles é que serão os espectadores! Repliquei, advertindo. Rodrigo riu.

—Prometo que lhe recompensarei bem gostoso pela paciência, agora vamos! Disse o macho. Assenti e então adentramos a casa, porém, ele fez uma parada na sala e pegou uma sacola preta que havia sobre sua estante, e dela tirou uma máscara, em seguida me entregou.

—Eu vou ter de usar essa máscara? Por que? Indaguei. Era um apetrecho exótico, como as que eram usadas em bailes de carnaval, com penas nas extremidades e na cor roxa, cheia de purpurina e lantejoulas ao redor. Bonita e bem feita, e cobriria quase todo o meu rosto, deixando apenas os olhos, um pouco do nariz e boca expostos. Rodrigo então explicou:

—Anonimato! Lembre-se: o sigilo é a regra fundamental do grupo, e como você ainda não é um membro e não sabemos se deseja ser, precisa preservar sua identidade!

—Mas o casal... também vai usar? Perguntei, fitando a máscara. Era linda.

—Sim, a regra vale para os dois lados! Respondeu o pastor. Assenti, então pus a máscara, Rodrigo a ajustou no meu rosto e sorriu. —Você ficou mais linda, adorei! Completou, elogiando e nos beijamos rapidamente, em seguida fomos para seu quarto da luxúria.

—E... os exames? Tudo certo? Perguntei. Rodrigo assentiu, sereno.

Rodrigo abriu a porta da alcova, e vi o casal, que se surpreendeu com nossa chegada. Lane parecia ter uns 40 anos, morena-clara, mais alta que eu pouca coisa, cabelos pretos, longos e cacheados, usava máscara como o esposo e só pude ver um pouco de seu nariz meio largo, a boca grande e lábios carnudos. Seios médios, um quadril maior que o meu, pernas bem grossas e uma bundona redonda e empinada. Notei uma tornozeleira em seu calcanhar direito.

Ela trajava um robe rendado, na cor preta, quase transparente. O homem, era um coroa, parecia estar na casa dos 50 anos, cabelos grisalhos cheios e ondulados, pele branca, mas devido a máscara, não captei muito suas feições, porém, notei lábios finos. Era alto, até charmoso, trajava uma camisa preta com listras brancas e uma bermuda cáqui. Elegante. A mulher estava sentada no colo dele, ambos me fitaram e sorriram, mas foi um sorriso claramente acanhado.

—Prezados, nossa espectadora chegou! Esta distinta dama, é minha amante fixa, e foi indicada para fazer parte do nosso grupo. A convidei para nosso evento de hoje, para que ela tenha uma pequena noção de como procedemos, e também possa decidir se aceita ou não fazer parte de nosso clube! Ela usa uma máscara para preservar sua identidade! Anunciou Rodrigo.

A mulher levantou-se do colo do esposo, e junto com ele, vieram até mim, demonstrando uma grande simpatia através de um sorriso lindo e sincero, então se apresentou:

—Sou Lane, e esse é o Marcondes, meu marido! Somos um casal liberal, adeptos de um fetiche onde ele adora me ver transar com outro homem, e é uma honra conhecer uma das amantes fixas de Rodrigo; ele tem muito bom gosto visse? Tu é linda! Disse a fêmea, com um carregadíssimo e marcante sotaque pernambucano. Nordestina porretona mesmo.

—Er... obrigada, fico lisonjeada e... admirada com essa cumplicidade tão cristalina de vocês! São um casal lindo e muito corajoso em assumir essa filosofia! Agradeci e comentei.

—A gente é feliz assim visse? Mas não foi fácil, realmente é preciso muita maturidade e diálogo sincero pra aceitar algo assim, mas não consigo viver de outro jeito com minha nega, e isso aumentou nosso amor, nossa confiança, porque somos sinceros um com o outro visse?  Explanou Marcondes, que deu um beijo apaixonado em sua esposa, depois se abraçaram.

—Er... vocês vieram de Pernambuco só para se encontrar com ele? Comentei e indaguei.

—Não, nós vivemos aqui há 12 anos, mas não paramos de viajar pra nossa terrinha visse? Respondeu Marcondes, abraçado a esposa. Ah... que sotaque... Deus me perdoe viu...

—Muito bem, sente-se ali, querida Luciana, e... você só não pode, em hipótese alguma, filmar ou fotografar! Disse Rodrigo, apontando para uma poltrona que havia próxima a cama.

—Nem precisa me pedir isso, eu não me interesso em filmar a transa dos outros, e não gosto que filmem ou fotografem a minha! Retruquei, realmente desinteressada.

—No caso eu vou filmar e tirar fotos, porque esse encontro é um sonho realizado, né minha nega? Explicou e comentou o... chifrudo? Era corno nesse caso? Assenti e me sentei.

—Muito bem, já conversamos demais, está na hora de ação! Disse a morena, que prendeu seu cabelo num coque e abraçou Rodrigo. Senti um arrepio violento.

O pastor encheu suas mãos na bunda grande e redonda dela, em seguida se beijaram. O negócio começou bem quente, o corno, ou melhor, manso, marido, sei lá, só observava sua mulher apalpando o volume estufado do pastor enquanto ele chupava seus seios por cima da roupa e já alocava um dos dedos de sua mão entre as nádegas dela, caçando seu cuzinho. A fêmea grunhiu, gemeu e rebolou, já entregue, então o comedor socou o dedo no rabo dela.

Rodrigo se abaixou e tomou o pé direito da morena, o qual as unhas estavam pintadas de um tom de vinho. Um ritual que não podia faltar em suas trepadas.

—Humm... a tornozeleira!  Liberadinha mesmo maridão? Instigou Rodrigo.

—Toda sua amigo, espero que goste! Disse Marcondes. Arregalei os olhos.

—Qual o significado dessa tornozeleira? Indaguei, curiosa com a menção do pastor.

—Quando a esposa usa uma tornozeleira no calcanhar direito e com esse pingente de pimenta malagueta, significa que é uma casadinha liberada pelo marido pra transar com outros homens, uma “hotwife” visse? Explicou Lane, e assenti, pasma... eu só podia estar sonhando...

—É, mas isso não é uma regra, pois minhas outras duas fixas, Stella e Vitória, não usam esse adereço e são liberadas por seus esposos! Retrucou Rodrigo, e o fitei admirada.

Lane riu e então o pastor beijou o pé direito dela, todinho, depois chupou cada dedo, fazendo-a morder o lábio inferior, em seguida ele repetiu com o esquerdo. Eu só observava a reação do galhudo, que já esfregava sua mão no pinto, por cima da calça, e alisava a bunda de sua esposa. Eles se beijaram enquanto Rodrigo continuava beijando e chupando os pés dela, um por um, e eram pés lindos e bem cuidados. Depois de um tempo, o pastor se levantou.

—Humm... tu adora pezinhos né? Comentou Lane, inebriada. O comedor assentiu.

—Está pronta? Indagou Rodrigo, apertando sua tora muito bem avolumada.

—Olha só amor! Nossa... vamos ver se eu aguento! Comentou a morena, delineando o caralhão de Rodrigo sobre a calça. O marido dela estava com os olhos brilhando, sério.

—Vai nega, desembrulha teu presente! Pediu o marido, radiante. Deus do céu...

Eles riram, então a mulher desabotoou a calça, baixou o zíper, e viu pela braguilha aberta, sob uma cueca box branca, o cacetão de Rodrigo bem estufado, pôs a mão na boca, com olhos arregalados e o fitou, depois riu, em seguida ela apalpou e apertou, se abaixou e começou a lamber, chupar, mordiscar e beijar por cima do tecido, depois passou o rosto, e em seguida abaixou a cueca, tirou a rolona absurdamente grossa para fora... e arregalou os olhos de novo...

—Minha Nossa Senhora do Carmo, valei-me por caridade! Olha a grossura da pomba do homem! Comentou a morena, rindo e olhando para Rodrigo, que ria enrubescido. Me segurei para não rir da cara de espanto do marido dela, era tipo: “vai rasgar minha mulher no meio”.

—V-Você gostou, amor? Indagou o corno, com tom de voz preocupado. Ele olhava para a rolona de Rodrigo, impressionado, mas seu olhar misturava além da preocupação... excitação.

—Deus do céu, por isso teu apelido é Abençoado, é porque é mesmo! Tira umas fotos, amor! Comentou e pediu a mulher, fazendo pose e cara de assustada com a rolona do pastor. O corno obedeceu e sacou o celular do bolso, em seguida fez várias capturas. Rodrigo enrubescia.

—Faça como combinamos... me chame de Rodrigo, por favor! Pediu o macho, já tirando sua camisa. Aquele apelido realmente o deixou constrangido, mas não sem tesão.

—Vai aguentar, amor? É só anal! Indagou e ressaltou o chifrudo. Ele estava se cagando.

—Só de olhar esse pauzão eu já sinto meu cu piscar de saudade! Comentei, atiçando.

—Ah, eu me acostumo rapidinho! Disse a morena, que abocanhou a tora de Rodrigo.

A boca dela, mesmo sendo maior que a minha, foi bem estufada pela grossura da rolona do pastor, mas ela chupava com vontade. Ele segurou sua cabeça e bombou suavemente, alargando mais a boca da morena, que não se intimidou e seguiu chupando, depois tirou, já com bastante saliva formada, bateu em seu rosto e língua, e abocanhou de novo, chupando só a glande, fazendo como eu faço, lambendo rapidamente e extraindo a seiva de tesão do macho.

—Ajoelha, isso, agora abre essa boca deliciosa! Ordenou Rodrigo. Ela obedeceu e, já em transe, deixou o pastor atolar boa parte da pirocona gorda em sua boca.

—Tá vendo isso aqui corno? Isso é que é uma rola de verdade, pombão de macho, mulher gosta de pomba assim! Disse a mulher para o marido, que só sorria, sem dizer nada.

Fiquei impressionada, e me contive para não rir, Rodrigo também deu um sorriso meio sem graça. Ela atolava e engasgava, meneando a cabeça, tentando chegar ao menos à metade, mas era inútil, a mulher tirava a rolona da boca, ofegante e com um rio de saliva.

—Gostou do pau do pastor minha safadinha? Indagou o corno, acarinhando os cabelos dela, que não parava o boquete, chupando ensandecida, taradíssima e assentindo de boca cheia.

—Amei, amor, ó o tamanho e a grossura! Põe o seu pra fora aí pra tu passar vergonha! Respondeu e ordenou a morena, que abocanhou o pintão de novo, o chifrudo assentiu e pôs o pinto dele para fora e começou a se masturbar. Rodrigo virou o rosto... e eu... estarreci.

A mulher viu aquilo e tirou a rolona de Rodrigo da boca para rir, e até eu senti vontade de dar risada, mas me segurei. Credo, era pequeno, mas maiorzinho e um pouquinho mais grosso que o do meu corno. O pastor evitava olhar para o marido dela, mas não riu, ficou sério.

—Vai Lane... mama bem gostoso! Pediu o esposo, se masturbando ofegante.

—É corninho, fica aí na punhetinha enquanto eu me acabo nessa pombona de macho! Completou a mulher, humilhando o corno, que ria, exalando um orgulho no olhar. Meu Deus.

—Primeiro você vai me masturbar com seus pezinhos, mas antes, mama mais, adorei sua boca, isso, chupa! Pediu o pastor, recebendo os beijos melados de Lane em seu pauzão.

Ela assentiu e obedeceu, continuou chupando, o macho segurou sua cabeça e foi atolando, Lane engasgou, tossiu e a saliva despencou, mas não recuou, continuou meneando a cabeça e remexendo os lábios, já vertendo lágrimas, depois tirou, arfou bastante e bateu o pauzão em seu rosto, melando-o de esputo, ofegante, mas com olhos sedentos de tesão.

—Que mais você quer que eu faça? Hum? Indagou a mulher, lambendo o pauzão.

—Ah, você é uma esposinha obediente? Perguntou Rodrigo. Ela não parava de chupar.

—Sou sim, obedeço direitinho, e tu é que eu obedeço mesmo! Vai, continua na punheta seu corno, precisa de uma pinça pra masturbar isso aí! Respondeu a mulher. Rodrigo seguiu com semblante neutro e não disse nada. É... ele havia dito que não responderia pelos atos dela...

—Então suba naquela cama ali, e masturbe meu pau com seus pezinhos, vamos ver se você é boa, depois eu vou foder o seu cuzinho bem gostoso! Ordenou o pastor.

—Sim... você que manda, meu comedor tesudo! Quero sair daqui com o cu bem esfoladinho visse? Respondeu a fêmea, se levantando e dando um baita beijo na boca de Rodrigo. 

Foi um beijo de mulher possessa de tesão e luxúria mesmo, com direito a gemidos e amassos, o pastor subiu seu robe rendado e encheu suas mãos em sua grande bunda faminta...                     

CONTINUA

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Olá queridos alunos, como mencionei na postagem de segunda, tentaria postar até quinta, mas infelizmente não será possível, contudo, na semana que vem voltaremos à programação normal, com DUAS postagens semanais. Provas bimestrais à todo vapor e meu juízo já está prestes a derreter, então preciso focar nesse período, além, é claro, de finalizar o processo de escrita das aventuras sexuais que vivenciei no sete de setembro e em meu aniversário.

Gostaria de saber como está sendo a experiência de vocês ao acessarem o blog, se as postagens carregam rápido, se as fotos abrem rápido, se a leitura está boa, enfim. Peço encarecidamente aos leitores, que comentem, ou, enviem uma mensagem para o e-mail lucycontistasexy@gmail.com, relatando possíveis problemas, ou ausência dos mesmos, e estou pedindo isso porque a Google está me notificando sobre falta de indexação de páginas do blog, e como sou leiga nessas coisas, não sei o que fazer, então preciso do feedback de vocês, pois talvez eu mude o layout do blog.

É isso, desejo a todos um resto de semana maravilhoso, cheio de paz, vida e trabalho. 

Beijos e até segunda.

Comentários

  1. Quanto ao blog tudo justo e perfeito, minha Dama! Quanto ao conto, apenas uma palavra: ELETRIZANTE!

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  2. Sempre com as melhores histórias professora linda.

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  3. Qto ao blog, eu que estou lendo agora, qdo vc clica em voltar, volta pra página inicial, ai tem que vir voltando ate achar onde parei.

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