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Olá queridos alunos. Hoje trago a você a volta da seção "RELATOS DOS LEITORES", com uma deliciosa e sacana história, a qual me foi enviada por um leitor e seguidor a quem, como disse na postagem anterior, tenho muito respeito, carinho e admiração, e para mim é uma honra postar seus contos aqui no blog. Trata-se de Antônio Trovão, ou "bemamado", como era conhecido no contoerotico.
Talvez alguns de vocês o conheça, outros talvez não, mas a partir de hoje vão conhecer, e para mim, bemamado é um escritor muito talentoso, com um vocabulário e domínio gramatical riquíssimos, e qualquer texto dele dispensa revisões, pelo contrário, eu aprendi e enriqueci muito minha narrativa lendo os textos desse queridíssimo amigo. Esse em especial eu li três vezes, de tão bom que é, tanto que perturbei o juízo de Antônio pela continuação, pois a história deixou um gancho muito interessante.
ajesustrovao@gmail.com, é o enail dele, para quem quiser interagir, e digo a vocês que é uma pessoa maravilhosa, com uma sensibilidade ímpar. Sempre que possível trocamos mensagens, mas, sem mais delongas, espero que curtam esse conto real e muito gostoso, e se alguém aqui tiver boas histórias eróticas para contar e quiser publicá-las, mande um email para: lucycontistasexy@gmail.com.
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Cursávamos o último ano do que hoje é conhecido como segundo grau e também já nos preparávamos para enfrentar as agruras e insucessos do vestibular; nessa época um dos meus melhores amigos, que vou chamar de Luciano, era nossa fonte de relaxamento sempre com suas piadas ácidas, seus comentários de duplo sentido e suas brincadeiras com cunho pornográfico que aliviavam todas as tensões pelas quais passávamos diariamente.
O que eu não sabia naquela época e que vim a saber depois, durante um reencontro que havíamos programado com muita antecedência, é que o desejo que nutria pela professora Rosário acabou concretizando-se de uma maneira incrivelmente inesperada. E o que ele acabou me confidenciando tornou-se tema para uma narrativa na qual prometi a troca dos nomes dos envolvidos.
Para
início de prosa, Rosário, nossa professora de matemática e geometria, era uma
morena de parar o trânsito capaz de inflar todas as virilhas dos jovens e
velhos que a admiravam e também cobiçavam às escondidas; nascida no seio de uma
família de origem espanhola que tinha vínculos históricos com ciganos, Rosário
era lindíssima com seus longos cabelos negros encaracolados, pele bronzeada,
olhos grandes e instigantes, lábios carnudos sempre cobertos por um batom
vermelho paixão e rosto sem maquiagem, ela transcendia o ideal feminino da
época, inclusive por conta de seu corpo de formas generosas e angulosas que
chamavam a atenção pelas roupas justíssimas e de cores berrantes que lhe
concediam um ar de sofisticação pouco discreta.
Rosário era casada com um sujeito bem sucedido de nome Márcio, proprietário de algumas revendas de automóveis multimarcas, uma loja de peças para caminhões e uma academia de ginástica que por ser um tipo de empreendimento pouco conhecido da maioria sobrevivia com muita dificuldade; ele mesmo era o digamos garoto-propaganda da academia com eu corpo marombado metido em roupas escandalosas que sempre pareciam ser de um número menor realçando bíceps, tríceps e os demais atributos masculinos.
Por fim, eles tinham uma única filha
chamada Amália que também seguia os passos da mãe no quesito exibição popular
sendo considerada por alguns uma ninfeta que adorava se usar dos rapazes que
viviam ao seu redor.
Já Luciano, assim como eu mesmo, era o típico gordinho boa-praça, amigão de todos, despojado e sem grandes aspirações estéticas, exceto no que se referia a cuidar dos cabelos que eram seu xodó sempre a caça de uma oportunidade que lhe possibilitasse perder a virgindade o mais rápido possível; aliás, esse era o objetivo de todos nós naquela época que integrávamos uma geração sedenta por sexo, carros velozes, cerveja e cigarros.
Entretanto nossa sorte mostrava-se pífia com o sucesso repousando em várias sessões de prazer manual solitário, fosse no banheiro de casa ou vestiário da escola.
Certo dia, Luciano veio com a
ideia de seduzir a professora Rosário, o que representaria uma conquista digna
de ser celebrada pelo resto da vida.
Em seu plano mirabolante ele precisava apenas conseguir uma oportunidade de ficar sozinho com ela e usar de toda a sua lábia para convencê-la a transar com ele; pensei que parecia um bom plano, porém tinha dúvidas quanto a sua executabilidade; infelizmente todas as tentativas dele de chamar a atenção de Rosário redundavam em fragoroso fracasso causando em Luciano uma enorme frustração que ele afogava trocando confidências comigo.
Nessa ocasião, Amália
percebendo o estado amuado de Luciano veio ter comigo querendo saber a razão de
tanto infortúnio; eu até hoje não sei bem onde estava com a cabeça que
inadvertidamente acabei contando a ela sobre o desejo que ele alimentava a
respeito de sua mãe; a garota mirou meu rosto com uma expressão de pura
estupefação; alarmado com a besteira que acabara de fazer pedi a ela que
guardasse segredo, pois não queria meter meu amigo em uma encrenca com
consequências desastrosas para todos.
Amália me tranquilizou prometendo guardar segredo, mas ao mesmo tempo exigiu saber detalhes sobre esse desejo de um adolescente por uma mulher mais velha que tinha idade para ser sua mãe; é claro que contei a ela apenas o que sabia, sem revelar o plano maluco dele para seduzir Rosário e nem notei o olhar intenso que Amália exibia enquanto ouvia minha narrativa.
Depois de algum tempo o
assunto esfriou e eu dei graças aos céus por conta disso, torcendo para que
tudo fosse sepultado bem fundo longe da curiosidade maledicente. Em uma das
provas bimestrais fomos orientados pela professora a trazer para a sala de
aulas, régua, esquadro e compasso além dos materiais de uso diário que seriam
utilizados durante a aplicação da prova.
Distribuídas as folhas de questões Rosário fixou o horário de início e término da prova no quadro-negro e instruiu que começássemos a executá-la. Ao longo do primeiro quarto de hora de prova ela circulou entre as carteiras observando o que cada um de nós executava na resolução dos exercícios aplicados, até estancar seus passos ao lado de onde Luciano estava sentado.
“Lu, desse jeito você não vai
conseguir resolver esse problema! Cadê o seu compasso?”, perguntou ela em
tom elevado pousando a mão sobre o ombro de Luciano que quase pulou na carteira
sentindo um arrepio percorrer sua pele. Passado o susto inicial ele respondeu
que se esquecera de trazer o instrumento fazendo cara de parvo.
Rosário coçou a orelha e foi até a sua mesa onde cuidou de enrolar os cabelos elevando-os em um coque que foi aprisionado por meio de um lápis que ela retirou de dentro de sua bolsa acompanhado de um compasso; em seguida ela retornou até a carteira de Luciano pedindo que ele se encolhesse a fim de permitir que ela se sentasse ao seu lado.
O rapaz quase desfaleceu não apenas
com a proximidade corporal de Rosário, mas também pelo doce aroma de seu
perfume inebriante. Segurando as mãos dele a professora orientou na execução do
exercício ante uma plateia embasbacada que não entendia as razões que levaram
Rosário a ajudar Luciano de uma maneira tão descarada.
Na semana seguinte, ela trouxe as provas corrigidas e as distribuiu chamando os alunos em voz alta; Luciano foi o último a receber sua prova e ao examiná-la ele ficou sem palavras, pois havia um bilhete escrito na borda inferior com caneta vermelha; nele estava escrito que Rosário lhe daria algumas aulas particulares sem custo desde que ele fosse até a sua casa guardando segredo sobre aquela proposta; Luciano leu mais de uma vez o bilhete e em seguida olhou para o rosto da professora que exibiu um sorrisinho discreto acenando com a cabeça.
Ele não contou nada para ninguém e ao término das aulas daquele dia ele
foi embora sozinho sem esperar por mais ninguém.
Dias
depois, em uma tarde morna de quarta-feira Luciano municiou-se de sua mochila
escolar rumando para a casa de Rosário que se situava em um bairro próximo
conhecido por abrigar novos-ricos, ou melhor, novos classe média, onde se viam
sobrados construídos em terrenos amplos em ruas largas com alguma arborização;
a casa de Rosário não fugia ao padrão com uma rampa de acesso à garagem que se
projetava para dentro do imóvel de fronte a uma grande janela de vidro caramelado;
Luciano procurou pelo botão da campainha e assim que o encontro apertou
nervosamente.
A porta lateral se abriu e ele ouviu Rosário chamá-lo a entrar; ele avançou até encontrar-se no interior da sala de estar distribuída em dois ambientes sendo a parte posterior uma espécie de sala de jantar; ele vasculhou o ambiente não encontrando pela professora que logo surgiu vindo dos fundos da casa; ao vê-la Luciano engoliu em seco diante do que seus olhos apreciavam.
Rosário vestia um
minúsculo e justíssimo shorts de tecido colante e um top de malha estufado
pelas mamas fartas e firmes da professora.
-Que
bom que você veio! Fiquei feliz! – comentou ela com tom esfuziante enquanto
caminhava em sua direção – trouxe seu material escolar?
Ainda embasbacado com a visão inquietante descortinada diante de seus olhos, Luciano limitou-se a acenar com a cabeça, enquanto Rosário pegava em sua mão conduzindo-o na direção da sala de jantar onde havia uma enorme mesa com tampo de vidro rodeada por cadeiras de assento e encosto acolchoados. Ela puxou uma das cadeiras indicando que ele se sentasse nela enquanto ela puxava uma outra para próximo dele; mais uma vez o contato corporal foi tão próximo que Luciano não conseguiu conter uma ereção fortuita avolumando sua calça deixando-o encabulado.
Rosário pareceu perceber mas fez-se de desentendida pedindo que ele
abrisse o caderno e o livro em páginas por ela indicada; começaram os trabalhos
e para mais surpresa do rapaz a professora enlaçou-o por cima do ombro
apertando-o contra si com alguma firmeza.
Tomado
por um enorme arrepio, Luciano viu-se impedido de prestar atenção nas
explicações de Rosário cujos gestos insinuavam que ela estava se divertindo com
aquela situação. “Nossa, Lu! Você tá de pau duro?”, perguntou ela de
chofre pousando a mão sobre a virilha estufada do rapaz que sentiu seu corpo
tremelicar por inteiro olhando para o rosto de Rosário com uma expressão
aturdida; a professora não hesitou em apertar o volume examinando sua dureza e
dimensão.
-Me
conta uma coisinha, Lu – perguntou ela sentindo-se no controle da situação –
alguma vez você já viu uma mulher pelada?
Ainda
mais aturdido Luciano limitou-se a responder uma negativa engasgada com voz
entrecortada; Rosário apertou um pouco mais o volume aproximando-se com
intimidade do seu aluno e preparando-se para dizer algo mais.
-Olha,
vou te fazer uma proposta …, mas tem que ficar apenas entre nós dois, entendeu?
– disse ela com tom macio e aveludado com Luciano acenando em afirmação – vamos
pro meu quarto e eu fico peladinha pra você …, em troca você também fica!
Aceita?
Antes mesmo que o rapaz respondesse Rosário ficou em pé, tomou-o pela mão rumando para o corredor que dava para os quartos. Entraram no que parecia ser o quarto do casal dotado de uma enorme cama redonda encimada por um espelho fixado no teto que ele jamais vira antes em sua vida.
Rosário fez com que ele se sentasse
na beirada da cama e com movimentos minuciosamente estudados começou a se
despir até pôr-se nua diante do olhar embasbacado do rapaz; de fato a professora
era um mulherão com peitos fartos e firmes dotados de mamilos levemente
achatados coroados por aureolas de um tom róseo mais escuro quase combinando
com a pele bronzeada, uma barriga discreta limitada por um ventre amplo e liso
que terminava em uma vulva polpuda ladeada por um par de coxas grossas e firmes
e pernas bem torneadas formando um conjunto de beleza insinuante.
-Gostou, né? Agora é sua vez! – disse ela com tom suave firmando as mãos sobre a cintura esperando pela retribuição do rapaz.
Com
gestos descontinuados e mãos trêmulas, Luciano a muito custo pôs-se nu ante o
olhar guloso de sua professora que fixara-se no seu instrumento rijo e
pulsante; Rosário caminhou lentamente até a cama afastando as pernas do rapaz
antes de colocar-se de joelhos entre elas. “Uau! Ele é grande e bem
grossinho, hein?”, comentou ela com tom maroto já tomando a vara entre suas
mãos; e antes que Luciano desse por si, Rosário caiu de boca em sua piroca
fazendo-a desaparecer passando a sugá-la com desmedida voracidade. O rapaz não
conseguia conter os gemidos que saíam de sua boca assim como os arrepios que
percorriam sua pele.
Rosário atulhou-se de tanto lamber e sugar a pistola de Luciano cuja excitação fora elevada a um patamar que ele sequer sabia existir; em dado momento, a professora interrompeu a diversão oral empurrando o rapaz para que ele se deitasse sobre a cama permitindo que ela o cobrisse com seu corpo. “Toma, Lu! Chupa minhas tetas, chupa! Olha como os biquinhos estão duros!”, pediu ela com tom impaciente esfregando as tetas no rosto do rapaz que não perdeu tempo em tomar as rédeas da situação, segurando as mamas em suas mãos saboreando alternadamente os mamilos em sua boca sedenta.
A professora deixou
que o rapaz saciasse sua fome de mamilos enquanto aproveitava para esfregar sua
gruta quente e úmida sobre a espada rija de seu aluno; e com gestos estudados,
Rosário conseguiu encaixar a glande na entrada de sua vulva provocando reações
açodadas em Luciano cuja experiência sensorial era absolutamente indescritível.
No
momento seguinte, Rosário colocou-se de cócoras sobre Luciano e gingando o
corpo operou a penetração da pistola dentro de sua gruta fazendo-a encaixar-se
por inteiro em seu interior; sentada sobre o membro a professora esfregava suas
nádegas roliças sobre o ventre do parceiro chegando a esmagar as bolas com elas
antes de dar início a movimentos bate-estacas subindo e descendo energicamente
sobre Luciano que se via dominado pela destreza e também pelos arroubos de
Rosário cujo olhar incendiário comprovava seu estado de crescente excitação.
-Ahnnn!
Lu! Ahhh! Como isso é bom – balbuciava Rosário sem perder de vista a cadência
de seus movimentos – AHHH! PORRA! EU …, TÔ …, ARGH! TÔ GOZANDO!!!! AHHH!
Luciano pôde comprovar a afirmação proferida aos berros alucinados de sua parceira sentindo seu gozo escorrendo sobre seu membro deixando-o inteiramente lambuzado tomado por incontrolável delírio. Rosário não arrefecia com seus movimentos que ganhavam uma cadência intensa e frenética no mesmo ritmo dos orgasmos que sacudiam seu corpo turvando seus sentidos dominados pelo prazer.
Não havia
limite para aquela cópula já que ambos se encontravam em um estado de luxúria
que se encarregava de envolvê-los de tal maneira que pareciam escravizados a
ele.
A
certa altura, Rosário saltou para o lado deitando-se ao lado do rapaz e
chamando para que viesse sobre ela. "Vem, Lu! Cobre a tua puta, meu
machinho", suplicou ela com tom impaciente; um tanto açodado o rapaz
cumpriu com seu mister e se pôs sobre a fêmea que incumbiu-se de conduzir sua
pistola de volta para dentro da vagina quente e alagada; coube então a Luciano
fazer os movimentos pélvicos necessários procurando meter o mais fundo possível
o que logo resultou em uma nova onda orgásmica sacudindo o corpo da professora
que desfrutava alucinada do desempenho de seu aluno.
Suando em bicas Luciano viu seu ímpeto dar claros sinais de arrefecimento e cuidou de avisar Rosário de que seu gozo sobrevinha de forma eloquente. "Goza! Goza dentro de mim, meu machinho! Pode encher minha buceta de porra! Eu adoro!", murmurou ela no ouvido do rapaz que recebeu como um convite ao êxtase intensificando seus movimentos corporais até contrações e espasmos tomarem as rédeas da situação conduzindo Luciano à plenitude de um gozo farto com jatos de esperma quente e viscoso encharcando a vulva de Rosário.
Por fim,
exaurido por ter lutado o bom combate o rapaz desabou sobre o corpo de Rosário
com respiração arfante; ambos estavam suados e exaustos, mas o prazer usufruído
compensara todo o esforço.
Alguns
minutos depois a professora pediu a Luciano que se levantasse e sugeriu que ele
tomasse um banho lhe oferecendo uma toalha felpuda; já recomposto e trajado ele
foi conduzido por Rosário que insistia em permanecer nua com o braço pousado
sobre seus ombros; o rapaz quase teve uma síncope chegando na sala e se
deparando com Márcio, o marido de Rosário esparramado no sofá segurando um copo
de uísque.
-Querido,
esse aqui é o Luciano …, meu novo aluninho! – anunciou a esposa olhando para o
esposo com enorme sorriso nos lábios.
Márcio fitou o rapaz de cima a baixo e depois sorveu o último gole de uísque restante no copo antes de se levantar. “Se você ficar de boca calada sobre o que acontece aqui, vai aproveitar ainda mais, entendeu?”, perguntou o esposo encarando o rosto livido de Luciano que limitou-se a acenar timidamente com a cabeça. Rosário incumbiu-se de conduzir o rapaz até a saída pedindo apenas que ele fechasse o portão antes de sair. Aturdido com a experiência insólita, Luciano voltou para casa ainda saboreando as memórias com Rosário e também atentando com as palavras de Márcio.
Por conta disso manteve tudo em sigilo não contando a ninguém para manter a confiança que fora nele depositada. “Sábado pela manhã te esperamos em casa”, dizia o bilhete encartado em um trabalho escolar de Luciano que Rosário lhe entregou deixando o rapaz esfuziante e ansioso.
Driblando sua mãe com a desculpa de jogar bola no campinho próximo com os amigos, ele saiu de casa rumando ao encontro de sua professora e das surpresas e novidades que o aguardavam. Logo após o toque de campainha, Luciano viu Márcio abrir a porta da sala acenando para que entrasse mantendo um olhar desconfiado; notou que o esposo vestia apenas uma sunga justíssima exibindo seu corpo malhado e bronzeado. “Vai, moleque tira logo a roupa! Minha puta hoje tá sedenta para receber duas pirocas em seus buracos!”, ordenou o marido com tom enérgico.
Luciano não titubeou em pôr-se nu sem esconder a ereção que já se apresentava
cheia de pujança. Márcio arrancou a sunga também exibindo sua ferramenta de
dimensões inferiores ao de seu novo parceiro e tomou-o pelo braço caminhando em
direção ao quarto.
Sobre
a cama, Rosário jazia nua com uma expressão facial repleta de ansiedade e ao
ver os dois machos pelados se apresentarem diante de si levou a mão até sua
vulva massageando-a com indômita voracidade, obtendo êxito em gozar de pronto
gemendo e suspirando tomada por indescritível excitação.
-Olha,
amor! Olha! Já é a terceira vez que eu gozo sozinha! – anunciou ela com voz
embargada e tom açodado – preciso dessas pirocas me fodendo agora!
Imediatamente,
Márcio avançou sobre a cama caindo de boca na gruta da esposa valendo-se de sua
larga experiência oral para dar a ela uma sequência de orgasmos que faziam seu
corpo tremelicar sem controle. “Ahhh! Uhhh! Lu, vem! Quero encher minha boca
com tua pica dura!”, gritou ela para Luciano com tom impaciente estendendo
uma das mãos na direção do rapaz que não hesitou em correr para a cama pondo-se
de joelhos permitindo que sua vara estivesse ao alcance da boca sedenta da
fêmea; Rosário acariciou a pistola do rapaz e após algumas lambidas tomou-a em
sua boca passando a mamá-la com a voracidade de uma esfomeada.
Luciano observou a cena que se descortinava diante de seus olhos esforçando-se em gravá-la na memória para jamais esquecê-la; Márcio também de joelhos entre as pernas de Rosário mantinha-as erguidas segurando-as por baixo dos joelhos projetando sua pélvis entre elas enfiando e sacando seu membro com movimentos veementes que resultavam em tantos orgasmos que impunham a Rosário uma reação imediata ora gritando, ora gemendo, ora balbuciando palavras carregadas de sôfrega e estimulante vulgaridade que eram abafadas por entre as sugadas que ela destinava ao membro de Luciano que por sua vez continha o ímpeto de gemer sempre observando as expressões do marido temendo que seu comportamento pudesse ser considerado reprovável ou inadequado.
A orgia seguiu seu curso por um certo
tempo, com a fêmea exaurindo-se em ondas orgásmicas e os machos valendo-se de
toda a sua energia para o deleite da parceira.
A soma de esforços dos machos viu-se submetida à sua própria fisiologia e suas respirações aceleradas sinalizavam o início do fim que culminou com Márcio acelerando seus movimentos pélvicos até retesar todos os músculos enquanto ejaculava em abundância inundando as estranhas de sua esposa que por sua vez recebia o gozo profuso de Luciano em sua boca incapaz de retê-lo por inteiro deixando sêmen quente e viscoso escorrer por seu rosto.
Nos minutos seguintes o
trio estava prostrado lado a lado sobre a cama buscando com ansiedade
recuperar-se de todo o esforço a que se haviam entregado usufruindo de merecido
prazer; e essa recuperação acabou por pô-los fora de combate dormitando
pesadamente.
Algum tempo depois, Luciano foi acordado com Rosário aninhada entre suas pernas tornando a saborear seu membro obtendo êxito em torná-lo rijo novamente enquanto cuidava de manipular a pistola do marido com uma voluntariosa masturbação visando o mesmo objetivo. “Amor, agora eu quero o Lu fudendo meu cuzinho! …, você deixa?”, perguntou ela ao marido com tom exasperado entre lambidas no membro do rapaz; Márcio olhou para ela e depois para o rosto de Luciano notando o açodamento de ambos acabando por aquiescer com o pedido.
Sem
rodeios, Rosário se pôs de quatro sobre a cama pedindo ao marido que preparasse
o caminho para Luciano; Márcio por sua vez separou as nádegas roliças da esposa
mergulhando seu rosto no rego entre elas cuidando de lamber toda a região com
especial atenção ao botãozinho piscante.
-Vai,
moleque! Faz tua parte! – ordenou Márcio com tom ríspido afastando-se para
deixar o caminho livre para Luciano.
O rapaz posicionou-se atrás de Rosário que afundando o rosto sobre o travesseiro usou as próprias mãos para manter suas nádegas separadas escancarando o rego e oferecendo seu selinho para ser sacrificado pelo parceiro; mesmo sendo sua primeira vez, Luciano deixou-se levar pelo instinto pincelando a região antes de cutucar com veemência até conseguir romper a resistência inicial do botãozinho que foi laceado para receber a glande do intruso em seu interior.
Rosário não conteve soltar um gritinho histérico deixando Luciano alarmado que
imediatamente interrompeu o empalamento.“NÃO! NÃO PARA, LU! METE! METE COM
FORÇA! ARROMBA MEU CU!”, gritou Rosário com tom impaciente e irritadiço.
Luciano retomou o avanço observando Márcio tomando posição na frente da esposa
golpeando seu rosto com o membro enrijecido. “Chupa meu pau, cadela! Chupa,
enquanto toma pica no cu!”, exigiu ele com tom enérgico ao que foi
prontamente obedecido.
Luciano socava com força e rapidez alucinantes chacoalhando o corpo de Rosário que já desfrutava de um esplêndido gozo anal incapaz de gemer ou gritar já que tinha a sua boca dedicada a saborear o membro de seu marido seguindo o curso alucinante daquele novo momento. E o delírio chegou a seu fim com os machos atingindo um clímax delirante envolto em gritos, gemidos, sussurros e respirações arfantes. O que se seguiu foi a exaustão tomando conta de corpos suados e mentes turvadas impondo uma capitulação sonífera encerrando o embate corporal daquela manhã.
Mais
tarde, já vestido, Luciano foi conduzido por Márcio até a porta onde recebeu
algum dinheiro. “Isso aqui é para garantir que você fique de boca bem
fechada, entendeu?”, asseverou o marido com tom entre o enérgico e o
ameaçador; o rapaz acenou com a cabeça indo embora sem olhar para trás; mal
sabia ele que aquela fora a última vez que tornaria a comungar de um encontro
com a professora de seus sonhos; não se soube ao certo se as aventuras
conjugais de Rosário foram denunciadas tornando-se públicas em uma época em que
a sociedade ainda era provinciana e preconceituosa obrigando o casal a fugir na
calada da noite para jamais serem vistos novamente; eu guardei a desconfiança
que toda a aventura do meu amigo fora oportunizada por Amália.
CONTINUA
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Espero que tenham gostado dessa história meus queridos alunos, e peço encarecidamente que comentem, prestigiem esse autor, incentivem ele a continuar nos trazendo suas histórias. Bemamado tem um conteúdo erótico literário muito vasto, bem maior que o meu inclusive; contos muito bem escritos e instigantes, e que com certeza vão enriquecer demais o blog, mas para isso é preciso que ele também tenha apoio e engajamento, assim como eu preciso, e todos saem ganhando.
Relembrando que na segunda, o Terceiro Ato de minhas aventuras continua, é o conto número 84, então, quem quiser o texto na íntegra, peça nos comentários de QUALQUER UMA das minhas postagens, pode ser nessa também, basta comentar "84", ou subir a hashtag #84completo.
Por hoje é só, fico muito feliz em ter conseguido cumprir o cronograma, mesmo com um leve atraso, e na próxima quinta, a continuação dessa deliciosa história, então não percam.
Beijos, tenham um final de semana maravilhoso e cheio de positividade.
Aluno
Anal
Boquete
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Fetiches
Heterossexual
Oral
Orgia
Professora
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Suruba
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Comentários





Esse blog esta cada vez melhor!
ResponderExcluirMuito agradecido Professorinha linda! Adorei demais
ResponderExcluirBemamado sempre com os textos incríveis.
ResponderExcluirQue pena que o casal foi embora. Acho que fiquei com inveja do aluno. hehehe. Delícia de conto!
ResponderExcluir84
ResponderExcluirOlha só maís uma professora fogosa, que pena que o casal sumiu! Ótimo relato!
ResponderExcluir