077 - A SURREAL E INACREDITÁVEL SURUBA DO CARNAVAL – PARTE 2

             


                —E aí Luciana? Pequenininho né? ironizou Gleice, segurando a tora enorme de Guillaume pela base e a balançando. Nossa, me arrepiei toda, Fábio riu e seguiu estocando na mulata, que ria e gemia tarada, punhetando o francês pauzudão. Uau, sexo sob a piscina...

—Vem Lulu, quero sentir esse boca linda no meu pau! Pediu o gringo, me fitando com uma tara avassaladora. Contraí os lábios e os lambi, seduzindo o macho, que sorriu lindamente.

—Só a boca? indaguei, instigando e segurando aquela jeba colossal. Minha mão quase não fechou. Grossura gostosa, daria sim para aproveitar bem e até tentar ir até a metade.

Pus a outra mão, e tive aquele friozinho gostoso na barriga ao ver o quanto sobrava de pica, Gleiciane gemeu gostoso recebendo as bombadas de Fábio e sorriu, faltava ver a pirocona dele; ouvi os gemidos altos de Fabiana e Raimunda, então soltei uma das mãos e beijei a glande, lambi e abocanhei, massageando em movimentos circulares e suaves, Guillaume gemeu gostoso, fiz o vai e vem empurrando o prepúcio e remexendo meus lábios, prendendo e soltando a rolona, desci mais um pouco e mantive o ritmo, avancei e engasguei, recuei até tirar, arfando.

Oui... isso, isso ma chérie! Disse o gringo, e rimos.

—Calma, não expresse seu tesão em francês senão eu não vou entender! Adverti, brincando. Gleice e Fábio riram concordando. O gringo enrubesceu. Lindo.

—Não se preocupe meu tesuda, chupa gostoso essa pauzão! Respondeu Guillaume, teso. Claro que chupei aquela rola enorme. Mamei devota, porque eu era devota assumida de caralhudos, e estar com quatro era de fato... surreal e inacreditável, mas delicioso.

—Nossa, a morena mama com paixão hein! Comentou Fábio. Ri, com o picão na boca.

—Ai que esse sol tá queimando meus coros! Bora pra sombra Fábio, quero trepar com conforto! Disse e chamou Gleiciane, se desvencilhando do macho, que riu.

—Oui, ardendo muito mesmo! Disse Guillaume, então saímos da piscina, e quando Fábio emergiu, pude conferir seu brinquedo, e suspirei de tesão, parando para fitar o calibre.

Seria o mais gato dos comedores um irmão perdido de Ariovaldo? A diferença na estética daquele picão de 20 centímetros era só o fato de ele ser circuncidado, mas de resto era idêntico, bem grosso como o do vigia, e ali estava a medalha de ouro dos quatro caralhudos. O gringo ficou na lanterna, mas o do francês não era fino, que fique bem claro...

—Gostou morena tesuda? Ele também adorou essa sua boca linda. Galanteou Fábio.

—Fica à vontade viu Luciana, eu dou um trato no gringo aqui! Disse Gleice.

—Vamos para a varanda, ou para a sala! Convidei, então fomos.

—Podemos ficar um pouco sozinhos? Propôs Guillaume, cochichando no meu ouvido enquanto íamos para a sala. Lembra do sofazão? Pois é, a intenção era treparmos nele, porém...

—E os outros meu amorzinho? Eu também quero transar com os seus colegas! Retruquei, alisando o rosto romantizado do francesinho, que deu um lindo sorriso.

—Só um pouquinho, querida gostosa! Rebateu o gringo, sussurrando e em seguida me deu um tesudo beijo na boca, e me entreguei, e que beijo gostoso. Fábio e Gleice viram o clima entre nós e seguiram adiante. O sexo não podia parar, pois viemos para fazer MUITO sexo.

Dei uma última olhada em Fabiana e Raimunda. A coroa já se esbaldava na picona de Amadeu, e a ambulante na de Alisson. Isso aí, devassidão total, então fui para um dos quartos com Guillaume, mas antes de entrar, Gleice que estava de quatro, com seu rabão bem empinado e chupando Fábio, sentado à vontade no sofá, advertiu, bem tarada:

—Não amarra o gringo não que a gente quer ele também viu, tô morrendo de saudade desse meu jumentão francês! Aquilo acendeu a tara de Guillaume, que rebateu:

—A gente mata esse saudade agora! Dito isso o gringo foi para onde Gleice estava.

Me aproximei e fiquei de joelhos ao lado de Gleiciane, então aticei indagando:

—Aguenta esse pirocão no cu Gleice?

—É nele mesmo que eu vai meter! Deixa bem melado, chupa morena! Respondeu e ordenou Guillaume. Obedeci e caí de boca bem gostoso, mamando tarada.

—Abre bem meu rabo Luciana! Pediu a mulata, que abocanhou a tora de Fábio.

Abri ao máximo as nádegas da fêmea, após deixar o caralhão de Guillaume bem salivado, em seguida cuspi no cu dela e o gringo espalhou com a glande de sua tora, deu uma pincelada marota, ameaçou meter, esfregou e finalmente deixou deslizar, e ouvi o grunhido aflito da mulata. 

O francês socou quase tudo de uma vez, parou e deu três bombadas suaves, cuspi de novo na picona do macho, e então ele começou a castigar, recuando até quase tirar e metendo até onde meteu, Gleice tirou a rolona de Fábio da boca para gritar seu tesão anal.

—Vai Gleice, não para de chupar! Disse Fábio, que a fez mamar de novo.

Uau, a mulata banhou o cacetão de Fábio e parte do sofá de saliva. As lágrimas escorriam, ela fungava e engasgava, mas não se rendia, grunhindo e gemendo tarada, Guillaume socava sem piedade, fazendo seus 24 centímetros grossos passearem lindamente no cu de Gleice, que não parava de chupar o brasileiro tesudo, com sua boca bem estufada pela grossura.

AAAIIII, GRINGO TESUDO DO CARALHOO! Berrou Gleice, surtada de tesão. Arregalei os olhos, ela estava toda babada e o cacetão de Fábio também, então não perdi tempo...

Soltei as nádegas da mulher e rapidamente abocanhei aquela tora grossa, e que delícia de grossura, só pensei no meu pastorzinho ao estufar a boca bem gostoso e mal fechar com a mão no diâmetro, e minha mão escorregou até a base, de tão babado que o pauzão estava, então subi no sofá e me aprumei, de quatro e paralela ao macho, e caí de boca de novo.

—Essa é desenrolada, não perde tempo! Comentou Fábio.

Fitei Gleiciane e ela estava totalmente imersa, de olhos fechados, gemendo gostoso, com um semblante aflito de tesão, tendo seus cabelos puxados por Guillaume enquanto era enrabada sem parar, e aquilo me inspirou, mamei com mais tesão a tora de Fábio, engasgando e vertendo esputo, recuei até quase tirar e mamei um pouco mais que a cabeçorra, depois desci até onde pude, e cheguei ao meio do caralhão, e lá dei bombadinhas curtas, depois tirei, arfando e punhetando, fitando o macho, que me fitava também, então nos beijamos gostoso.

—Matou saudade Glece? Indagou Guillaume. Ele não soube falar o nome dela direito.

—Safadinho, vai... vai comer a Luciana que eu sei que você tá doido por ela, depois a gente continua! Replicou Gleiciane, saindo da pirocona do gringo, que sorriu acanhado.

—Ainda não acabamos viu meu gostoso! Sussurrei a Fábio, depois desci do sofá. Ele riu.

Aceitei porque o francesinho tarou por mim, e eu adorava ver um macho bem tarado por mim. Os olhinhos do gringo brilhavam ao me vir, e aquilo era genuíno, ele fitava meu corpo com uma espécie de veneração, e essas coisas não se explicam, então segurei a mão dele e fomos para o quarto, se ele me queria à sós, é porque tinha algo diferente a me oferecer...

Ao fecharmos a porta, Guillaume me agarrou com uma pegada suave, mas matadora, sem qualquer afobação. Mão esquerda em minha cintura, direita em meu cangote, e beijou minha boca com aquele romantismo francês, que me deixou toda desmontada. 

Caralho, que macho era aquele? Minha cintura era deliciosamente massageada e meu pescoço também, sua boca macia degustava a minha com uma suavidade impressionante. Sim, ali estava outro comedor com a pegada no nível de Cássio ou Rodrigo.

Ele foi descendo com seus lábios e beijando meu pescoço, depois me virou de costas e continuou, massageando meus ombros, em seguida desceu com as mãos e envolveu meus seios, estimulou meus mamilos, e pirei, gemi aflita, e pedi mais, porque estava muito delicioso, os arrepios pelo meu corpo eram intensos e minha buceta tremia e vertia suas lágrimas de tesão.

Morena gostosa, seu corpo é uma estrada de prazer! Eu... quero você! Elogiou Guillaume, que me virou de frente de novo e tascou mais um beijão delicioso em minha boca.

—G-Gostou... tanto assim de mim? Indaguei, meio lesa com as carícias do francês. Guillaume apenas deu seu lindo sorriso, em seguida me deitou na cama, e caiu de boca em meus seios de bicos petrificados, ao mesmo tempo que acarinhava minha xoxota bem melada.

Dos seios até a xoxota, assim foram os beijos de Guillaume; beijos, carícias e lambidas carinhosas, um tesão refinado. Ele parou em meu ventre e o beijou, massageando meu quadril, e gemi tarada, em seguida sua boca abarcou minha vagina e gemi alto, trêmula e arrepiada, e o mesmo ósculo que recebi na boca de cima, recebi na boca de baixo. 

Sua língua foi suave, percorrendo toda a minha genitália e lambendo rapidamente meu clitóris, depois ele fez uma leve pressão só com a pontinha, e me contorci, pirando, atochei a cabeça do macho e rebolei, e ele seguiu no oral, chupando deliciosamente, me penetrando com seu órgão do paladar e sorvendo meu suco, uma hora olhei para ele, e seus lábios formavam finas pontes de seiva, e a cada passada de língua, ela espalhava. Puta que pariu, tive de impedir o macho de continuar...

—Não quer gozar no oral? Indagou Guillaume, atento.

—Vem... mete esse pauzão bem gostoso na minha buceta! Pedi, tarada. Ele assentiu.

Guillaume pôs um travesseiro sob minhas costas, me deixando mais elevada, abri e elevei mais minhas pernas, deixando meu rabão bem evidente, ele deu três batidinhas leves com sua tora sobre minha racha, esfregou e ameaçou meter, só instigando, depois deu mais umas roçadas no clitóris, espalhando sua seiva sobre ele, então me penetrou um pouco, e na mesma hora começou a estimular meu grelo com a mão esquerda e meu seio direito com a direita, conforme bombava devagar e avançava aos pouquinhos, e pirei, relaxei e dei aquele gemido de confiança ao comedor, que mostrou... ser um comedor de verdade.

—Aaahh... que buceta gostosa cher! Disse Guillaume, socando devagar e avançando.

—Brasileiras são mais gostosas? Indaguei, curiosa enquanto ele bombava suave, apresentando seu colosso a minha xoxota, e ela estava adorando seu novo amigão.

—Você é mais gostosa! Replicou, então o enlacei com as pernas e fiz entrar o restinho...

Me arrepiei toda, gemi aflita e um tremor delicioso me sobreveio ao sentir aquela tora grossa de 24 centímetros todinha dentro de mim, lá no fundinho, beijando gostoso meu útero.

O francês debruçou-se sobre mim e beijou minha boca, então o abracei e ele seguiu na cautela, só no gingadinho maroto, gostoso, sabendo que eu ainda estava me adaptando ao seu tamanhão de pica, recuando pouco e metendo até o talo, dando um suave tranco que me fazia arfar e gemer manhosa, seguido de três estocadas curtinhas, mas maravilhosas, com a tora meio inclinada e estimulando meu clitóris enquanto metia.

Quando a mulher rebola gostoso com a tora do macho atoladinha, é porque ela quer um pouco de rudeza no sexo, e Guillaume percebeu isso, então se aprumou e começou a dar bombadas mais incisivas, e ali gritei de tesão, ele segurou e estimulou meu seio direito, mantive e segurei minhas pernas abertas, e o macho meteu brasa deliciosamente, “plaft, plaft” delicioso.

—AAAHHH, aaahhh... delícia, isso, isso meu pauzudão gostoso, soca, soca na sua moreninha, soca francesinho tesudo do caralho, assim! Falei, louca e braba de tesão.

Enquanto socava, Guillaume alisava todo o meu corpo, me deixando mais relaxada ainda, ele me virou de ladinho, sem tirar a rolona de dentro, segurou minha perna direita por baixo, e ainda em sua posição de joelhos, não parou de me alimentar, já socava rápido, me fazendo segurar e puxar a colcha da cama, fechando bem a mão e gemendo surtada.

Quando dei por mim, já estava de quatro, com o rabão bem empinado e sendo deliciosamente castigada pela rolona do gringo, que gemia cada vez mais tarado e me deixava cada vez mais tarada ao socar com maestria seu caralhão delicioso, segurando minhas ancas e depois acarinhando minhas costas em movimentos circulares, como uma massagem relaxante.

O comedor saiu de minha xoxota, me virei imediatamente, e vendo sua rola enorme besuntada de nosso creme, me adiantei e caí de boca, mamando tarada e fazendo o macho gemer em francês. Fui até quase a metade de uma vez, prendi e puxei o “queijinho” com o indicador, depois tirei a tora da boca e o chupei, sensualizando e o gringo pirou num sorriso, em seguida abocanhei de novo, atolei o que pude, engasguei, recuei um pouco e segui o boquete, deixando a saliva escorrer e salivando o caralhão, o temperando para foder meu cu.

—Isso morena... oui, oui... món chérie! Disse Guillaume, quase em transe.

Món chéri era querida, então sorri e fui mais fundo, engasgando e vertendo mais saliva, lacrimejando e tossindo. Recuei um pouco e mamei gostoso, e como a pirocona não era tão grossa, ousei, e sim, consegui chegar à metade e tranquei minha boca, só torturando com os lábios, e o gringo gemeu alto, provavelmente vendo estrelas no céu da cidade luz. 

Avancei mais um pouco e tive de recuar para não vomitar, mas segui chupando, até tirar, com duas pontes bem densas de esputo, ofegante, em seguida besuntei o pauzão, virei de costas e besuntei meu cu, metendo dois dedos bem fundo e o deixando no ponto para ser bem alimentado...

—Deixa que eu meto! Falei, segurando o pauzão e esfregando a glande na entrada do meu cu, pincelando gostoso e gemendo, sem medo algum daquele comprimento todo.

Rocei e rebolei, ameaçando meter, então me aprumei e meti, gemendo alto e me arrepiando toda conforme a glande comprida avançava; fui recuando, deixando mais entrar, até sentir que estava bem penetrada, aí soltei e rebolei, Guillaume segurou minhas ancas e meteu mais um pouco, gemi e grunhi, ele me soltou e finalmente comecei a passear suave e gostoso.

Meu gingado era bem safado, sobe e desce, uma reboladinha, vai e vem, e o gringo deu aquela arfada, aquela gemida aflita, então recuei gostoso, até quase atolar tudo, e avancei, quase tirando, suave, em seguida castiguei, já imersa, retribuindo o tesão que recebi, tarada, Guillaume deu aquele bofete que todo macho gostoso dá e rebolei mais, rindo sapequinha.

Mon Dieu, que femme fantástica! Disse Guillaume, inebriado de tesão e prazer com meu gingado, misturando francês e português em seu elogio tarado por mim.

—Vem...me pega bem gostoso agora, món chérie! Pedi, parando e rebolando suave.

O francês segurou meus cabelos, puxou minha cabeça para trás, apoiou a perna sobre a cama e socou com vontade, me fez berrar de tesão, deitei meu tronco sobre o travesseiro e abri bem meu rabo para servir àquele macho delicioso, que me fodia com a alma. 

Ele recuou até quase tirar e foi até o talo, dando um leve tranco e arrancando mais um grito e um gemido de mim, abri mais as pernas e empinei mais a bunda, e a tora enorme foi bem fundo, malvadinha, 24 centímetros bem atoladinhos no meu cu, e eu pirei, Guillaume fez o vai e vem suave, quase sem se mexer, me maltratando deliciosamente, depois deu outro tranco suave e só gingou.

—Chupa, chupa bem gostoso! Pediu o macho, saindo do meu cu. Ele sabia que tinha de me poupar, pois haviam outros machos para eu servir bem gostoso, entre eles... Amadeu.

Me virei e abocanhei a rolona, mamando e rebolando, quando de repente, nos assustamos ao ouvirmos uma gritaria, mas não era uma gritaria de pânico, e sim de safadeza, em seguida risadas altas, mais femininas e algumas masculinas. Fitei Guillaume e indaguei:

—O que aconteceu?

—Deve ser algum dos meninas fazendo DP anal! Disse Guillaume, sereno.

—Quer... ficar só comigo? Ou... tem alguma outra que você queira? Questionei, porque estávamos em uma sintonia sexual deliciosa, e eu sentia o interesse de Guillaume por mim.

—Queria você... depois do suruba, queria... curtir só nós dois! Aceita? Propôs o gringo.

—Você... está hospedado por aqui? Perguntei, ainda o punhetando gostoso.

—Sim... estou em pousada perto do Vila dos Pescadores, e... volto para o França depois de carnaval, já curti minhas férias aqui no Brasil! Respondeu e explicou Guillaume.

—Pode ser então... a gente marca, eu... adorei te conhecer! Respondi, e beijei aquela piroca enorme, que mesmo sem ser tão grossa como as que me curraram até hoje, era deliciosa.

Abarquei boa parte daquele pauzão gostoso, remexi meus lábios e fiz o vai e vem, massageando em movimentos circulares, puxando o prepúcio para baixo, avancei mais um pouco e acelerei os movimentos, mas ainda com suavidade, ouvindo os gemidos tesudos do gringo, que alisava meus cabelos e rosto, bem carinhoso. Recuei e fiquei mamando até pouco depois da glande, empurrando o prepúcio, quando ouvi batidas na porta do quarto, e parei.

—Luciana, posso entrar bem rapidinho? Pediu Gleiciane.

—Tudo bem? Indaguei, pedindo permissão a Guillaume. Ele assentiu, sorrindo. —Pode entrar Gleice! Completei, autorizando, então a mulata entrou, sorrindo maliciosamente.

—Ei Luciana, quer brincar de “Foda Cega”? Propôs a mulher, que segurava uma espécie de venda em sua mão direita. Olhei aquilo com semblante ressabiado, mas o gringo riu.

—Foda Cega? Que diabo de brincadeira é essa? Questionei, rindo curiosa.

—É o seguinte: você bota essa venda, depois entra um comedor que não tá relacionado na nossa suruba, e vocês vão transar por cinco minutos, só que nós não vamos dizer quem é, e também não adianta tentar adivinhar! Explicou Gleiciane. Como é? Que bizarrice, pensei...

—E qual a graça de transar com um cara por cinco minutos e sequer poder saber quem é? Não entendi o objetivo dessa brincadeira! Retruquei, realmente “areada”.

—Ah Luciana, é brincadeira, pra descontrair, deixar nosso carnaval mais animado ainda, sair do comum um pouquinho, mas se você não quiser, tudo bem, sem problema! Replicou Gleice, que deu as costas e já ia sair do quarto, porém, ela me deixou MUITO instigada...

—E-Espere Gleice! Falei, meio aflita, e claro, curiosíssima.

—Quer brincar? O cara se garante e muito viu? Em cinco minutos ele vai te deixar mais tarada ainda! Propôs e instigou Gleice, que se aproximou de mim, sorrindo sapeca.

—Você não vai dizer quem é o cara depois? Indaguei, consumida de curiosidade.

—Não e nem adianta perguntar pros outros, ninguém vai dizer, porque o objetivo da brincadeira é esse, por isso se chama “Foda Cega”! E aí? Topa? Explicou e indagou a mulata.

—Eu já fui comedor misterioso de Foda Cega, e foi legal! Comentou Guillaume.

—Você propôs essa brincadeira a Raimunda? Indaguei.

—Ela tá com o Fábio e o Amadeu, e como eu e a Fabi já brincamos antes, não tem mais graça repetir porque sabemos quem é o cara, então vim saber se você topa! Relatou Gleiciane.

—Ah... é... ok, tudo bem! Falei, aceitando mais pela curiosidade.

—Aceita? Indagou a mulata. Assenti. —Beleza, então põe a venda nela Guillaume, e posiciona ela sentada na cama, de frente pra porta, depois me avisa que aí ele vai entrar! Completou Gleiciane, orientando o gringo, então joguei uma verde e indaguei, sussurrando:

—Quem é o cara?

—Eu não vai falar! Respondeu o gringo, e inflei as bochechas, fazendo cara de triste.

—Malvado! Repliquei, manhosa e o francês sorriu, depois me deu um selinho.

Me sentei à beira da cama e Guillaume vendou meus olhos, conforme orientado por Gleiciane, em seguida ele deu o sinal, chamando o misterioso comedor. Fiquei ansiosa, com frio na barriga, mas também com muito tesão, e achei a brincadeira realmente bacana pelo mistério.

—Pronta? Indagou Guillaume, e fiz sinal de positivo, então ele deu um assobio alto.

Ouvi passos firmes, mas serenos, de quem usava um sapato tipo social, e me ericei. Senti o perfume assim que o macho entrou, e a fragrância mexeu com meus sentidos, era diferente e me deixou arrepiada conforme ele se aproximava; suspirei, então ele chegou e parou perto de mim, já tateei logo e senti uma calça, mas notei pela textura do tecido que era jeans, então Rodrigo estava descartado; ele tocou minha mão e ouvi um ruído de relógio de pulso, foi quando senti ele se arqueando e aproximando sua boca da minha, e ali ofeguei e pirei, seu hálito era delicioso. Que sedutor...

Tateei, achei e apalpei sua tora, e senti sim algo bem duro e volumoso sob a calça, ele acariciou meu rosto com sutileza e segurei sua mão, alisei seus dedos, percorri o antebraço até o cotovelo e senti uma camisa com mangas dobradas, ele achegou sua boca a minha e deu um beijo curto, então segurei sua cabeça e nos beijamos, e meus amores... 

O beijo do macho me despedaçou, ele me levantou da cama, recostou meu corpo ao seu, com uma mão em minha cintura, a acarinhando de uma forma que... só Rodrigo acarinhou, e gemi dengosa, sua outra mão segurou meu pescoço, cacei, segurei sua cabeça e senti cabelos lisos e curtos.     

CONTINUA

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Comentários

  1. Meuuu!!! que rabo é esse? Por favor, poste mais

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  2. Que visão maravilhosa essa... um orgasmo alucinante apenas em vislumbrar, professora!!!

    Aaron

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  3. Sempre maravilhoso ver suas fotos e ler sua história. Maravilhosa.

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