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—E aí Luciana? Pequenininho né? ironizou Gleice, segurando a tora enorme de Guillaume pela base e a balançando. Nossa, me arrepiei toda, Fábio riu e seguiu estocando na mulata, que ria e gemia tarada, punhetando o francês pauzudão. Uau, sexo sob a piscina...
—Vem Lulu, quero sentir esse boca linda no meu pau! Pediu o gringo, me
fitando com uma tara avassaladora. Contraí os lábios e os lambi, seduzindo o
macho, que sorriu lindamente.
—Só a boca? indaguei, instigando e segurando aquela jeba colossal.
Minha mão quase não fechou. Grossura gostosa, daria sim para aproveitar bem e
até tentar ir até a metade.
Pus a outra mão, e tive aquele friozinho gostoso na barriga ao ver o
quanto sobrava de pica, Gleiciane gemeu gostoso recebendo as bombadas de Fábio
e sorriu, faltava ver a pirocona dele; ouvi os gemidos altos de Fabiana e
Raimunda, então soltei uma das mãos e beijei a glande, lambi e abocanhei,
massageando em movimentos circulares e suaves, Guillaume gemeu gostoso, fiz o
vai e vem empurrando o prepúcio e remexendo meus lábios, prendendo e soltando a
rolona, desci mais um pouco e mantive o ritmo, avancei e engasguei, recuei até
tirar, arfando.
—Oui... isso,
isso ma chérie! Disse o gringo, e rimos.
—Calma, não expresse seu tesão em francês senão eu não vou entender! Adverti,
brincando. Gleice e Fábio riram concordando. O gringo enrubesceu. Lindo.
—Não se preocupe meu tesuda, chupa gostoso essa pauzão! Respondeu
Guillaume, teso. Claro que chupei aquela rola enorme. Mamei devota, porque eu
era devota assumida de caralhudos, e estar com quatro era de fato... surreal e
inacreditável, mas delicioso.
—Nossa, a morena mama com paixão hein! Comentou Fábio. Ri, com o picão
na boca.
—Ai que esse sol tá queimando meus coros! Bora pra sombra Fábio, quero
trepar com conforto! Disse e chamou Gleiciane, se desvencilhando do macho, que
riu.
—Oui, ardendo muito mesmo! Disse Guillaume, então saímos da piscina, e
quando Fábio emergiu, pude conferir seu brinquedo, e suspirei de tesão, parando
para fitar o calibre.
Seria o mais gato dos comedores um irmão perdido de Ariovaldo? A
diferença na estética daquele picão de 20 centímetros era só o fato de ele ser
circuncidado, mas de resto era idêntico, bem grosso como o do vigia, e ali
estava a medalha de ouro dos quatro caralhudos. O gringo ficou na lanterna, mas
o do francês não era fino, que fique bem claro...
—Gostou morena tesuda? Ele também adorou essa sua boca linda. Galanteou
Fábio.
—Fica à vontade viu Luciana, eu dou um trato no gringo aqui! Disse
Gleice.
—Vamos para a varanda, ou para a sala! Convidei, então fomos.
—Podemos ficar um pouco sozinhos? Propôs Guillaume, cochichando no meu
ouvido enquanto íamos para a sala. Lembra do sofazão? Pois é, a intenção era
treparmos nele, porém...
—E os outros meu amorzinho? Eu também quero transar com os seus
colegas! Retruquei, alisando o rosto romantizado do francesinho, que deu um
lindo sorriso.
—Só um pouquinho, querida gostosa! Rebateu o gringo, sussurrando e em
seguida me deu um tesudo beijo na boca, e me entreguei, e que beijo gostoso.
Fábio e Gleice viram o clima entre nós e seguiram adiante. O sexo não podia
parar, pois viemos para fazer MUITO sexo.
Dei uma última olhada em Fabiana e Raimunda. A coroa já se esbaldava na
picona de Amadeu, e a ambulante na de Alisson. Isso aí, devassidão total, então
fui para um dos quartos com Guillaume, mas antes de entrar, Gleice que estava
de quatro, com seu rabão bem empinado e chupando Fábio, sentado à vontade no
sofá, advertiu, bem tarada:
—Não amarra o gringo não que a gente quer ele também viu, tô morrendo
de saudade desse meu jumentão francês! Aquilo acendeu a tara de Guillaume, que
rebateu:
—A gente mata esse saudade agora! Dito isso o gringo foi para onde
Gleice estava.
Me aproximei e fiquei de joelhos ao lado de Gleiciane, então aticei
indagando:
—Aguenta esse pirocão no cu Gleice?
—É nele mesmo que eu vai meter! Deixa bem melado, chupa morena!
Respondeu e ordenou Guillaume. Obedeci e caí de boca bem gostoso, mamando
tarada.
—Abre bem meu rabo Luciana! Pediu a mulata, que abocanhou a tora de
Fábio.
Abri ao máximo as nádegas da fêmea, após deixar o caralhão de Guillaume bem salivado, em seguida cuspi no cu dela e o gringo espalhou com a glande de sua tora, deu uma pincelada marota, ameaçou meter, esfregou e finalmente deixou deslizar, e ouvi o grunhido aflito da mulata.
O francês socou quase tudo de uma
vez, parou e deu três bombadas suaves, cuspi de novo na picona do macho, e então
ele começou a castigar, recuando até quase tirar e metendo até onde meteu,
Gleice tirou a rolona de Fábio da boca para gritar seu tesão anal.
—Vai Gleice, não para de chupar! Disse Fábio, que a fez mamar de novo.
Uau, a mulata banhou o cacetão de Fábio e parte do sofá de saliva. As
lágrimas escorriam, ela fungava e engasgava, mas não se rendia, grunhindo e
gemendo tarada, Guillaume socava sem piedade, fazendo seus 24 centímetros
grossos passearem lindamente no cu de Gleice, que não parava de chupar o brasileiro
tesudo, com sua boca bem estufada pela grossura.
—AAAIIII, GRINGO TESUDO DO CARALHOO! Berrou Gleice, surtada de tesão.
Arregalei os olhos, ela estava toda babada e o cacetão de Fábio também, então
não perdi tempo...
Soltei as nádegas da mulher e rapidamente abocanhei aquela tora grossa,
e que delícia de grossura, só pensei no meu pastorzinho ao estufar a boca bem
gostoso e mal fechar com a mão no diâmetro, e minha mão escorregou até a base,
de tão babado que o pauzão estava, então subi no sofá e me aprumei, de quatro e
paralela ao macho, e caí de boca de novo.
—Essa é desenrolada, não perde tempo! Comentou Fábio.
Fitei Gleiciane e ela estava totalmente imersa, de olhos fechados,
gemendo gostoso, com um semblante aflito de tesão, tendo seus cabelos puxados
por Guillaume enquanto era enrabada sem parar, e aquilo me inspirou, mamei com
mais tesão a tora de Fábio, engasgando e vertendo esputo, recuei até quase
tirar e mamei um pouco mais que a cabeçorra, depois desci até onde pude, e
cheguei ao meio do caralhão, e lá dei bombadinhas curtas, depois tirei, arfando
e punhetando, fitando o macho, que me fitava também, então nos beijamos
gostoso.
—Matou saudade Glece? Indagou Guillaume. Ele não soube falar o nome
dela direito.
—Safadinho, vai... vai comer a Luciana que eu sei que você tá doido por
ela, depois a gente continua! Replicou Gleiciane, saindo da pirocona do gringo,
que sorriu acanhado.
—Ainda não acabamos viu meu gostoso! Sussurrei a Fábio, depois desci do
sofá. Ele riu.
Aceitei porque o francesinho tarou por mim, e eu adorava ver um macho
bem tarado por mim. Os olhinhos do gringo brilhavam ao me vir, e aquilo era
genuíno, ele fitava meu corpo com uma espécie de veneração, e essas coisas não
se explicam, então segurei a mão dele e fomos para o quarto, se ele me queria à
sós, é porque tinha algo diferente a me oferecer...
Ao fecharmos a porta, Guillaume me agarrou com uma pegada suave, mas matadora, sem qualquer afobação. Mão esquerda em minha cintura, direita em meu cangote, e beijou minha boca com aquele romantismo francês, que me deixou toda desmontada.
Caralho, que macho era aquele? Minha cintura era deliciosamente
massageada e meu pescoço também, sua boca macia degustava a minha com uma
suavidade impressionante. Sim, ali estava outro comedor com a pegada no nível
de Cássio ou Rodrigo.
Ele foi descendo com seus lábios e beijando meu pescoço, depois me
virou de costas e continuou, massageando meus ombros, em seguida desceu com as
mãos e envolveu meus seios, estimulou meus mamilos, e pirei, gemi aflita, e
pedi mais, porque estava muito delicioso, os arrepios pelo meu corpo eram
intensos e minha buceta tremia e vertia suas lágrimas de tesão.
—Morena
gostosa, seu corpo é uma estrada de prazer! Eu... quero você! Elogiou Guillaume,
que me virou de frente de novo e tascou mais um beijão delicioso em minha boca.
—G-Gostou... tanto assim de mim? Indaguei, meio lesa com as carícias do
francês. Guillaume apenas deu seu lindo sorriso, em seguida me deitou na cama,
e caiu de boca em meus seios de bicos petrificados, ao mesmo tempo que
acarinhava minha xoxota bem melada.
Dos seios até a xoxota, assim foram os beijos de Guillaume; beijos, carícias e lambidas carinhosas, um tesão refinado. Ele parou em meu ventre e o beijou, massageando meu quadril, e gemi tarada, em seguida sua boca abarcou minha vagina e gemi alto, trêmula e arrepiada, e o mesmo ósculo que recebi na boca de cima, recebi na boca de baixo.
Sua língua foi suave, percorrendo toda a
minha genitália e lambendo rapidamente meu clitóris, depois ele fez uma leve
pressão só com a pontinha, e me contorci, pirando, atochei a cabeça do macho e
rebolei, e ele seguiu no oral, chupando deliciosamente, me penetrando com seu
órgão do paladar e sorvendo meu suco, uma hora olhei para ele, e seus lábios
formavam finas pontes de seiva, e a cada passada de língua, ela espalhava. Puta
que pariu, tive de impedir o macho de continuar...
—Não quer gozar no oral? Indagou Guillaume, atento.
—Vem... mete esse pauzão bem gostoso na minha buceta! Pedi, tarada. Ele
assentiu.
Guillaume pôs um travesseiro sob minhas costas, me deixando mais
elevada, abri e elevei mais minhas pernas, deixando meu rabão bem evidente, ele
deu três batidinhas leves com sua tora sobre minha racha, esfregou e ameaçou
meter, só instigando, depois deu mais umas roçadas no clitóris, espalhando sua
seiva sobre ele, então me penetrou um pouco, e na mesma hora começou a
estimular meu grelo com a mão esquerda e meu seio direito com a direita,
conforme bombava devagar e avançava aos pouquinhos, e pirei, relaxei e dei
aquele gemido de confiança ao comedor, que mostrou... ser um comedor de
verdade.
—Aaahh... que buceta gostosa cher! Disse Guillaume, socando devagar e
avançando.
—Brasileiras são mais gostosas? Indaguei, curiosa enquanto ele bombava
suave, apresentando seu colosso a minha xoxota, e ela estava adorando seu novo
amigão.
—Você é mais gostosa! Replicou, então o enlacei com as pernas e fiz
entrar o restinho...
Me arrepiei toda, gemi aflita e um tremor delicioso me sobreveio ao
sentir aquela tora grossa de 24 centímetros todinha dentro de mim, lá no
fundinho, beijando gostoso meu útero.
O francês debruçou-se sobre mim e beijou minha boca, então o abracei e
ele seguiu na cautela, só no gingadinho maroto, gostoso, sabendo que eu ainda
estava me adaptando ao seu tamanhão de pica, recuando pouco e metendo até o
talo, dando um suave tranco que me fazia arfar e gemer manhosa, seguido de três
estocadas curtinhas, mas maravilhosas, com a tora meio inclinada e estimulando
meu clitóris enquanto metia.
Quando a mulher rebola gostoso com a tora do macho atoladinha, é porque
ela quer um pouco de rudeza no sexo, e Guillaume percebeu isso, então se
aprumou e começou a dar bombadas mais incisivas, e ali gritei de tesão, ele
segurou e estimulou meu seio direito, mantive e segurei minhas pernas abertas,
e o macho meteu brasa deliciosamente, “plaft, plaft” delicioso.
—AAAHHH, aaahhh... delícia, isso, isso meu pauzudão gostoso, soca, soca
na sua moreninha, soca francesinho tesudo do caralho, assim! Falei, louca e
braba de tesão.
Enquanto socava, Guillaume alisava todo o meu corpo, me deixando mais
relaxada ainda, ele me virou de ladinho, sem tirar a rolona de dentro, segurou
minha perna direita por baixo, e ainda em sua posição de joelhos, não parou de
me alimentar, já socava rápido, me fazendo segurar e puxar a colcha da cama,
fechando bem a mão e gemendo surtada.
Quando dei por mim, já estava de quatro, com o rabão bem empinado e
sendo deliciosamente castigada pela rolona do gringo, que gemia cada vez mais
tarado e me deixava cada vez mais tarada ao socar com maestria seu caralhão
delicioso, segurando minhas ancas e depois acarinhando minhas costas em
movimentos circulares, como uma massagem relaxante.
O comedor saiu de minha xoxota, me virei imediatamente, e vendo sua
rola enorme besuntada de nosso creme, me adiantei e caí de boca, mamando tarada
e fazendo o macho gemer em francês. Fui até quase a metade de uma vez, prendi e
puxei o “queijinho” com o indicador, depois tirei a tora da boca e o chupei,
sensualizando e o gringo pirou num sorriso, em seguida abocanhei de novo,
atolei o que pude, engasguei, recuei um pouco e segui o boquete, deixando a
saliva escorrer e salivando o caralhão, o temperando para foder meu cu.
—Isso morena... oui, oui... món chérie! Disse Guillaume, quase em
transe.
Món chéri era querida, então sorri e fui mais fundo, engasgando e vertendo mais saliva, lacrimejando e tossindo. Recuei um pouco e mamei gostoso, e como a pirocona não era tão grossa, ousei, e sim, consegui chegar à metade e tranquei minha boca, só torturando com os lábios, e o gringo gemeu alto, provavelmente vendo estrelas no céu da cidade luz.
Avancei mais um pouco e tive
de recuar para não vomitar, mas segui chupando, até tirar, com duas pontes bem
densas de esputo, ofegante, em seguida besuntei o pauzão, virei de costas e
besuntei meu cu, metendo dois dedos bem fundo e o deixando no ponto para ser
bem alimentado...
—Deixa que eu meto! Falei, segurando o pauzão e esfregando a glande na
entrada do meu cu, pincelando gostoso e gemendo, sem medo algum daquele
comprimento todo.
Rocei e rebolei, ameaçando meter, então me aprumei e meti, gemendo alto
e me arrepiando toda conforme a glande comprida avançava; fui recuando,
deixando mais entrar, até sentir que estava bem penetrada, aí soltei e rebolei,
Guillaume segurou minhas ancas e meteu mais um pouco, gemi e grunhi, ele me soltou
e finalmente comecei a passear suave e gostoso.
Meu gingado era bem safado, sobe e desce, uma reboladinha, vai e vem, e
o gringo deu aquela arfada, aquela gemida aflita, então recuei gostoso, até
quase atolar tudo, e avancei, quase tirando, suave, em seguida castiguei, já
imersa, retribuindo o tesão que recebi, tarada, Guillaume deu aquele bofete que
todo macho gostoso dá e rebolei mais, rindo sapequinha.
—Mon
Dieu, que femme fantástica! Disse Guillaume, inebriado de tesão e
prazer com meu gingado, misturando francês e português em seu elogio tarado por
mim.
—Vem...me pega bem gostoso agora, món chérie! Pedi, parando e rebolando
suave.
O francês segurou meus cabelos, puxou minha cabeça para trás, apoiou a perna sobre a cama e socou com vontade, me fez berrar de tesão, deitei meu tronco sobre o travesseiro e abri bem meu rabo para servir àquele macho delicioso, que me fodia com a alma.
Ele recuou até quase tirar e foi até o
talo, dando um leve tranco e arrancando mais um grito e um gemido de mim, abri
mais as pernas e empinei mais a bunda, e a tora enorme foi bem fundo, malvadinha,
24 centímetros bem atoladinhos no meu cu, e eu pirei, Guillaume fez o vai e vem
suave, quase sem se mexer, me maltratando deliciosamente, depois deu outro
tranco suave e só gingou.
—Chupa, chupa bem gostoso! Pediu o macho, saindo do meu cu. Ele sabia
que tinha de me poupar, pois haviam outros machos para eu servir bem gostoso,
entre eles... Amadeu.
Me virei e abocanhei a rolona, mamando e rebolando, quando de repente,
nos assustamos ao ouvirmos uma gritaria, mas não era uma gritaria de pânico, e
sim de safadeza, em seguida risadas altas, mais femininas e algumas masculinas.
Fitei Guillaume e indaguei:
—O que aconteceu?
—Deve ser algum dos meninas fazendo DP anal! Disse Guillaume, sereno.
—Quer... ficar só comigo? Ou... tem alguma outra que você queira?
Questionei, porque estávamos em uma sintonia sexual deliciosa, e eu sentia o
interesse de Guillaume por mim.
—Queria você... depois do suruba, queria... curtir só nós dois! Aceita?
Propôs o gringo.
—Você... está hospedado por aqui? Perguntei, ainda o punhetando
gostoso.
—Sim... estou em pousada perto do Vila dos Pescadores, e... volto para o
França depois de carnaval, já curti minhas férias aqui no Brasil! Respondeu e
explicou Guillaume.
—Pode ser então... a gente marca, eu... adorei te conhecer! Respondi, e
beijei aquela piroca enorme, que mesmo sem ser tão grossa como as que me
curraram até hoje, era deliciosa.
Abarquei boa parte daquele pauzão gostoso, remexi meus lábios e fiz o
vai e vem, massageando em movimentos circulares, puxando o prepúcio para baixo,
avancei mais um pouco e acelerei os movimentos, mas ainda com suavidade,
ouvindo os gemidos tesudos do gringo, que alisava meus cabelos e rosto, bem
carinhoso. Recuei e fiquei mamando até pouco depois da glande, empurrando o
prepúcio, quando ouvi batidas na porta do quarto, e parei.
—Luciana, posso entrar bem rapidinho? Pediu Gleiciane.
—Tudo bem? Indaguei, pedindo permissão a Guillaume. Ele assentiu,
sorrindo. —Pode entrar Gleice! Completei, autorizando, então a mulata entrou,
sorrindo maliciosamente.
—Ei Luciana, quer brincar de “Foda Cega”? Propôs a mulher, que segurava
uma espécie de venda em sua mão direita. Olhei aquilo com semblante ressabiado,
mas o gringo riu.
—Foda Cega? Que diabo de brincadeira é essa? Questionei, rindo curiosa.
—É o seguinte: você bota essa venda, depois entra um comedor que não tá
relacionado na nossa suruba, e vocês vão transar por cinco minutos, só que nós
não vamos dizer quem é, e também não adianta tentar adivinhar! Explicou
Gleiciane. Como é? Que bizarrice, pensei...
—E qual a graça de transar com um cara por cinco minutos e sequer poder
saber quem é? Não entendi o objetivo dessa brincadeira! Retruquei, realmente
“areada”.
—Ah Luciana, é brincadeira, pra descontrair, deixar nosso carnaval mais
animado ainda, sair do comum um pouquinho, mas se você não quiser, tudo bem,
sem problema! Replicou Gleice, que deu as costas e já ia sair do quarto, porém,
ela me deixou MUITO instigada...
—E-Espere Gleice! Falei, meio aflita, e claro, curiosíssima.
—Quer brincar? O cara se garante e muito viu? Em cinco minutos ele vai
te deixar mais tarada ainda! Propôs e instigou Gleice, que se aproximou de mim,
sorrindo sapeca.
—Você não vai dizer quem é o cara depois? Indaguei, consumida de
curiosidade.
—Não e nem adianta perguntar pros outros, ninguém vai dizer, porque o
objetivo da brincadeira é esse, por isso se chama “Foda Cega”! E aí? Topa?
Explicou e indagou a mulata.
—Eu já fui comedor misterioso de Foda Cega, e foi legal! Comentou
Guillaume.
—Você propôs essa brincadeira a Raimunda? Indaguei.
—Ela tá com o Fábio e o Amadeu, e como eu e a Fabi já brincamos antes,
não tem mais graça repetir porque sabemos quem é o cara, então vim saber se
você topa! Relatou Gleiciane.
—Ah... é... ok, tudo bem! Falei, aceitando mais pela curiosidade.
—Aceita? Indagou a mulata. Assenti. —Beleza, então põe a venda nela
Guillaume, e posiciona ela sentada na cama, de frente pra porta, depois me
avisa que aí ele vai entrar! Completou Gleiciane, orientando o gringo, então
joguei uma verde e indaguei, sussurrando:
—Quem é o cara?
—Eu não vai falar! Respondeu o gringo, e inflei as bochechas, fazendo
cara de triste.
—Malvado! Repliquei, manhosa e o francês sorriu, depois me deu um
selinho.
Me sentei à beira da cama e Guillaume vendou meus olhos, conforme
orientado por Gleiciane, em seguida ele deu o sinal, chamando o misterioso
comedor. Fiquei ansiosa, com frio na barriga, mas também com muito tesão, e
achei a brincadeira realmente bacana pelo mistério.
—Pronta? Indagou Guillaume, e fiz sinal de positivo, então ele deu um
assobio alto.
Ouvi passos firmes, mas serenos, de quem usava um sapato tipo social, e
me ericei. Senti o perfume assim que o macho entrou, e a fragrância mexeu com
meus sentidos, era diferente e me deixou arrepiada conforme ele se aproximava;
suspirei, então ele chegou e parou perto de mim, já tateei logo e senti uma
calça, mas notei pela textura do tecido que era jeans, então Rodrigo estava descartado; ele tocou minha mão e
ouvi um ruído de relógio de pulso, foi quando senti ele se arqueando e
aproximando sua boca da minha, e ali ofeguei e pirei, seu hálito era delicioso.
Que sedutor...
Tateei, achei e apalpei sua tora, e senti sim algo bem duro e volumoso sob a calça, ele acariciou meu rosto com sutileza e segurei sua mão, alisei seus dedos, percorri o antebraço até o cotovelo e senti uma camisa com mangas dobradas, ele achegou sua boca a minha e deu um beijo curto, então segurei sua cabeça e nos beijamos, e meus amores...
O beijo do macho me despedaçou, ele me levantou da cama, recostou meu corpo ao seu, com uma mão em minha cintura, a acarinhando de uma forma que... só Rodrigo acarinhou, e gemi dengosa, sua outra mão segurou meu pescoço, cacei, segurei sua cabeça e senti cabelos lisos e curtos.
CONTINUA
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Comentários

Meuuu!!! que rabo é esse? Por favor, poste mais
ResponderExcluirQue visão maravilhosa essa... um orgasmo alucinante apenas em vislumbrar, professora!!!
ResponderExcluirAaron
Sempre maravilhoso ver suas fotos e ler sua história. Maravilhosa.
ResponderExcluir