078 - A SURREAL E INACREDITÁVEL SURUBA DO CARNAVAL – PARTE 3

             


            —Eu só vai contar o tempo quando o transa começar! Avisou Guillaume.

—H-Hã? N-Não enten...! Indaguei, aturdida, desnorteada com a pegada daquele macho tão tesudo, mas mal pude concluir a pergunta, porque ele me calou com outro beijo delicioso.

A pegada era IGUAL a de Rodrigo, mas com uma pitadinha a mais de safadeza; não que meu amante supremo não fosse safado, mas o macho que me tomava em seus braços e me fazia gemer e arfar sem sequer tocar minha bunda e seios, só acariciando minhas costas e ancas, enquanto me beijava com uma sensualidade avassaladora... era um autêntico cafajeste, daqueles de alta periculosidade MESMO, que matam uma mulher de prazer e a deixam louca.

—Cinco minutos só conta quando transa começar! Disse Guillaume, explicando.

—Q-Quem... é v-você? P-Por fa...! Tentei saber de novo, louca, surtada, mas o macho me calou com seu beijo delicioso mais uma vez e em mais uma carícia matadora, me desarmou.

Segurei sua cabeça e correspondi ao ósculo, senti seus cabelos lisos e curtos, provavelmente besuntados de gel, tateei seu rosto e notei a juventude em sua cútis, uma barba ralinha, desabotoei sua camisa, sem soltar aquela boca maravilhosa e sedutora, gemendo, ofegando e toda arrepiada, alisei seu peitoral, senti uma robustez razoável e um cordão de prata ou ouro, ouvi ele tirando a camisa e toquei seus braços, eram fortes, mas não tão fortes como os de Rodrigo, porém, mais alto que eu o comedor era, um pouco, talvez uns 10 centímetros a mais.

Quando ele segurou meu rabo com as duas mãos e me puxou mais para junto de seu corpo enquanto chupava e beijava meu pescoço, delirei e gemi alto. Puta que pariu, que pegada segura, de macho dominador, ele apertou minhas nádegas com uma propriedade assustadora, desceu sua cabeça, segurou gentilmente e abocanhou meu seio esquerdo, mamou deliciosamente, sem deixar de acarinhar minha bunda, e com a mesma mão que estava em meu rabo, ele foi até minha buceta e sentiu o quão ensopada ela estava, e eu... fiquei toda bamba.

Abracei aquele homem, trêmula enquanto era suavemente masturbada por ele, seu dedo médio penetrava minha xoxotinha e eu gemia, ofegando desesperada e então rebolei gostoso, beijando seu pescoço e a ponto de mordê-lo de tanto desejo, ele tirou o dedo de minha xoxota e o passou em meus lábios, os melando, me fazendo pirar ainda mais, e uma hora abocanhei e chupei gostoso, sentindo meu gosto, o gosto do meu tesão, sem frescura.

O detalhe é que, ciente de que eu estava vendada, nenhum de seus toques em meu corpo eram abruptos; as transições entre as carícias eram suaves, a respiração dele era calma e segura, ao contrário da minha, que eu tentava estabilizar devido a ansiedade, a excentricidade daquele instante. 

Sem pressa e sem afobação, assim eram seus toques, e eu correspondia alisando seu corpo e gemendo baixinho, inebriada e cada vez mais propensa a mergulhar naquela brincadeira gostosa.

Abri a boca e pus parte da língua para fora, e o cafajeste gostoso a melou com meu suco, passando o dedo suavemente e lambeu minha língua. Aquele macho era a definição perfeita de erotismo, sequer respirava com euforia, tinha autocontrole, experiência, então apalpei gostoso sua tora, e sentindo um cinto, desafivelei, desabotoei e abri o zíper de sua calça, a abaixei um pouco e agarrei o volume sob a cueca, gemendo e suspirando ao sentir aquele picão de respeito.

Abaixei a cueca dele e dei aquele suspiro ainda mais teso ao sentir o calibre do falo. Bem grosso, com veias salientes, minha mão mal fechou, tateei a base e a glande, então senti o tamanho da delícia, só não soube precisar quanto media, chutei uns 22 ou 23 centímetros, com uma glande um pouco menor que o resto e profusamente chorosa, tanto que melei meus dedos.

O macho me fez sentar à beira da cama, e não soltei seu caralhão grosso e delicioso, masturbei, e ele me bolinava, sempre me fazendo sorver minha seiva, então aproximei meu rosto, e por estar vendada, bati meu nariz na glande melada, mas improvisei e dei um beijo esquimó nela, depois uma lambida suave, sorvi, dei outra, um beijo molhado, uma chupada rápida, outra lambida e abocanhei, então o comedor pediu, com uma linda voz viril e firme:

—Comece a contar o tempo agora, por favor! Tirei a rolona da boca e indaguei, surpresa:

—M-Mas... n-não seria quando... estivéssemos transando?

—Boquete é ato sexual, já começou e o tempo está correndo! Retrucou o comedor.

—Assim não vale, não tem gra...! Repliquei, mas ele me calou com sua rolona. Mamei.

—Você perder tempo, já passa 20 segundos! Alertou Guillaume.

Nem quis mais saber de boquete, subi e me aprumei de quatro na cama, mas o comedor preferiu outra posição, me ajeitou gentilmente em decúbito dorsal sobre um travesseiro, elevou minhas pernas e as abriu. O toque dele era suave, mas deliciosamente seguro e me deixei conduzir, embora aquela transa relâmpago, e ainda por cima vendada estivesse me deixando um pouco tensa, porque era uma prova de fogo cruel para uma mulher cujos maiores defeitos eram a ansiedade e a curiosidade. 

O macho deu uma pincelada matadora de baixo para cima em minha xoxota com dois dedos, os levou à minha boca, e os chupei gostoso, grunhindo tarada.

Ele deu batidas com a glande de sua picona na entrada de minha buceta e meteu, mas meteu suave, e dei aquele gemido alto e aflito, de quem já extravasava sua libido extremamente aflorada, então ele fez EXATAMENTE como Rodrigo, alisou meu ventre, meu quadril e dedilhou meu clitóris com o indicador, e o pauzão deslizou deliciosamente, me preenchendo todinha e causando um choque delicioso e tremores nas pernas, então ele parou um pouco e bombou devagarinho, debruçou-se sobre mim e tascou aquele beijo arrebatador em minha boca, em seguida começou a me foder, e gritei abraçada ao macho, gemendo cada vez mais tesuda.

AAAHHH, aaahhh... delícia, delícia, isso, mete, mete, fode gostoso, assim, ai meu DEEEEUS, delícia... AAAHHH, hmm, gostoso! Gritei e falei, imersa na foda com o gingado daquele comedor, que me currava com uma maestria absurda enquanto chupava meu seio direito.

Seria possível atingir o orgasmo em cinco minutos? Provavelmente não, porque aquela transa, mais uma tão inusitada em minha vida, tão surreal e inacreditável, me deixava um pouco tensa pela condição, que era estar vendada, além do curto tempo e não ter o direito de saber quem era o maravilhoso homem que me possuía. 

Parte de meu rosto suava devido ao calor da venda, mas claro, aquilo não minava totalmente meu tesão, até porque o comedor não deixava a peteca cair, me acarinhava, beijava e bombava deliciosamente, me levando ao delírio, me comia deliciosamente, me deixava doida, então...

UAU... segura essa bezerrinha, aahhh... isso... Deus do céu... que mulher fantástica! Disse o macho, surtado de tesão, gemendo aflito ao receber uma bela mordida de minha xoxota.

—Por que chama ela de bezerrinha? Indagou o gringo. Eu e o comedor demos risada.

—A..A...AAHHH... aaaahhhh... de-delícia... isso, gostoso, assim, hmmmaaahhh... ca-ca-caralho... vai, vai, so-soca! Gemi e falei, gaga, quase chorando de tanto tesão por aquele macho, pois após receber minha mordidinha... ele fez aquele engate de mestre e me desatinou ainda mais. Delícia...

—Tempo acabou! Disse Guillaume. Não acreditei no que ouvi, mas já?

—N-Não... não, não... mentira! Repliquei, me recusando a crer, e quando ia tirar a venda, um dos machos me impediu. —S-Solta, não, não vai, quero você! Completei, surtada.

—A brincadeira tem regra, são cinco minutos e o tempo acabou!  Retrucou o macho, irredutível e saindo de cima de mim, ainda tentei segurá-lo, mas o cafajeste me cobriu com um lençol, e me prendeu com o mesmo. —Au revoir chérie, bom carnaval para vocês, tchau gostosa, quem sabe um dia a gente se esbarra de novo! Completou o comedor cruel, que rapidamente saiu do quarto e deu um grito agudo do lado de fora, e risadas femininas altas irromperam.

Fiquei tão nervosa, que mal consegui tirar o lençol que estava sobre mim, foi preciso Guillaume me ajudar, depois ele tirou a venda dos meus olhos, e senti uma irritação ocular por conta da claridade. Filho da puta safado... cafajeste, malvado... tesudo, gostoso... te quero.

—C-Cadê? Cadê o homem? Indaguei, recuperando a visão aos poucos, aturdida.

—Já foi, só cinco minutos! Respondeu o gringo, e quase chorei de ódio.

—E aí Luciana? Gostou da brincadeira? Indagou Gleice, adentrando o quarto, acompanhada de Raimunda e Fabiana. As três riam da minha cara inconformada.

—Quando estava no embalo gostoso, acabou o tempo! Respondi, cabisbaixa.

—Olha, ainda dei um minuto de brinde! Comecei contar tempo depois que ele penetrou você! Disse Guillaume, me mostrando o cronômetro em seu celular e comprovando sua afirmação; foram 60 segundos extras e alguns milésimos. Ooohh... grande coisa...

—Trapaceou hein gringo safado! Avisou Gleiciane, e as três riram, ele também, mas eu...

—Ai eu te entendo Luciana, quando eu fiz essa brincadeira fiquei arrasada, porque o macho me deixou bem doidinha e na hora boa acabou, mas foi delicioso! Comentou Fabiana.

—Gente do céu, que foi isso? Só o perfume dele quando entrou aqui já me deixou lesa de tesão, quando ele me tocou então... Jesus! Comentei, porque o macho me descompassou.

—Minha filha, não deixa o sangue esfriar não, vamos curtir. Vai, chama outro para a gente fazer aquela festinha gostosa; eu com esse gringo da pirocona linda e você com o Amadeu! Replicou Raimunda, toda animada e segurando a rola enorme de Guillaume. Eles se beijaram.

—Quero o Fábio, podem chama-lo? Repliquei e pedi, tesa. Gleice assentiu e o chamou:

FÁBIOOO, COMPAREÇA AO QUARTO AGORA! Demos risada ao ouvir isso.

—Eita que a Raimunda tá inspirada hoje! Comentou Fabiana, e quando reparei, ela já mamava a tora do gringo com uma fome sexual que me deixou mais tesa ainda. Uau.

—Opa... três fêmeas contra mim? Bora que eu amo esse tipo de covardia! Disse Fábio, surpreso, todo animado e brincalhão ao chegar à alcova. Demos risada.

Fitei aquele pauzão grosso e bem duro, depois fitei o macho e apenas o chamei com o indicador. A trepada com aquele comedor supremo e misterioso me deixou mais que acesa, me deixou incandescente, então ele se aproximou com seu sorriso sedutor, olhei para Raimunda e ela já vertia muita saliva, mamando tarada e engasgando na tora do gringo.

—Não podemos deixar o Alisson e o Amadeu sozinhos, então... divirtam-se, mas depois a gente vai querer vocês dois hein! Bora Gleice! Respondeu e advertiu Fabiana, que chamou a mulata. Rimos, e então ambas saíram do quarto e fecharam a porta. Eu e Fábio flertamos e...

—Ei Raimunda, o Fábio é bom de foda? Indaguei, instigando. Ele deu uma risada gostosa.

—E muito, você vai adorar! Afirmou a coroa, que subiu na cama e ficou de quatro, em seguida rebolou bem safada, Guillaume veio por trás e bateu com seu cacetão na bunda dela.

—Pode deixar... que eu sei da responsa que é transar com você morena linda! Sussurrou Fábio, ao se abaixar e proferir essas palavras no meu ouvido. Não entendi muito bem o que ele quis dizer com aquilo, porém, percebi algo muito profundo e respeitoso naquela declaração...

O sangue estava quente, e a putaria não parava, então segurei a rolona grossa de Fábio e caí de boca, e senti a grossura me preencher bem, só que aquele picão era um pouco menos grosso que o do comedor misterioso da brincadeira, comedor esse que me deixou instigada e inspirada a curtir mais tarada aquela suruba, porém eu sabia... que nenhum dos quatro machos ali o bateria, porque a transa de cinco minutos com ele, foi como se tivesse sido com Rodrigo...

Mas eu não poderia me prender ao que passou, pois os gemidos altos de Raimunda, que se esbaldava na tora francesa bem ao meu lado, eram a ordem para eu imergir ainda mais naquela lascívia, sem tempo para divagações. Mamei faminta, masturbando o pauzão grosso e vertendo esputo, grunhindo enquanto tinha meus seios acarinhados por Fábio, que tinha um toque gostoso de macho, tirei a picona da boca, punhetei gostoso com as duas mãos e recebi um delicioso beijo na boca, depois chupei as bolas e abocanhei novamente, mantendo a cabeçorra e mais um pouco sob meus lábios malvados enquanto seguia punhetando.

Após deixar aquele caralhão quase gêmeo do de Ariovaldo bem melado, subi na cama e fiquei de quatro à beira da mesma, empinei bem meu rabão guloso, pensei no comedor misterioso, o qual eu já tinha um forte e contundente palpite de quem seria, e pedi:

—Vem... soca esse pauzão grosso e gostoso todinho em mim! Fábio sorriu lindamente.

Fábio segurou minhas ancas e as acarinhou, roçando a glande de sua rolona melada na entrada de minha xoxota, só instigando e rebolei, atiçando o macho, completamente no cio, aliás, em um cio maior ainda após os cinco minutos com aquele homem tão foda, tão supremo... tão... Rodrigo na cama, então meu parceiro meteu a glande, e dei aquele gemido alto, aflito e lascivo, senti tremores e ri, rebolando mais, recuei meu corpo e mais daquela jeba entrou, fitei Raimunda, que gemia ensandecida levando as lapadas de Guillaume, ela me fitou e sorrimos.

Tateei, segurei a picona de Fábio e assumi o comando, fiz o vai e vem fazendo aquele pênis grosso e delicioso me invadir mais e mais, até que senti o talo e rebolei, então o macho deu aquele bofete de comedor gostoso em meu rabo, segurou minhas nádegas e meteu brasa, me fez gritar de tesão junto com Raimunda, que delirava cada vez mais na “neca” do gringo.

—Gostosa, morena gostosa! Vai, rebola safada! Disse Fábio, apertando minhas nádegas.

Claro que rebolei gostoso, e rebolei malvada, fazendo o sobe e desce com meu quadril e levando o macho ao delírio, Raimunda se aprumou de frente para mim, face a face comigo, pertinho, ainda de quatro e Guillaume subiu na cama e se posicionou atrás dela de novo.

—Isso, mete gostoso no meu cu agora francesão! Pediu a coroa, rebolando.

—Vai aguentar Mundoca? 24 centímetros hein? Provoquei, indagando.

—Estaria aqui se não aguentasse? Rebateu a safada, e rimos alto. —AAAHHH... DELÍCIAAAA, ISSOOO, SOCA, METE GOSTOSO! Completou Raimunda, gritando seu tesão ao sentir a tora enorme do francês invadir seu cu, então ela me abraçou, gemendo e toda trêmula.

Os sacolejos de nossos corpos levando aqueles pauzões deliciosos nos deixavam mais taradas; gemíamos alto, gritávamos com as estocadas ferozes e inspiradas dos comedores, Raimunda não me soltava, suava, grunhia e quase chorava de prazer levando o caralhão grosso do francês todinho no cu, aninhei minha cabeça em seu ombro e ofegamos juntas.

—Vai Fábio... mete gostoso no meu cu! Pedi, após um tempo. Raimunda já me soltara.

—Deixa eu melar bem o cacetão dele! Pediu Raimunda, e vibramos. Fábio foi até ela e a pôs para mamar, e a coroa mamou sem frescura, sentindo meu gosto. Pirei com aquilo...

Pus dois dedos em minha buceta ensopada e me masturbei gostoso ao vir a boca de Raimunda bem preenchida pela rolona de Val... ou melhor, Fábio. O esputo escorria e ela grunhia tarada, chupando até onde podia, recebendo bombadas gostosas e suaves. 

O comedor tirou, com duas densas pontes formadas, ela abriu a boca e levou umas batidas na língua, ele passou o membro em seus lábios e enfiou de novo, Guillaume engatou malvado e a coroa quase chorou, mas rebolou e mostrou sua brabeza de fêmea no cio, e quase gozei.

Fábio tirou a picona bem melada da boca de Raimunda, que sorriu flertando com ele, em seguida nos encaramos, rindo bem safadas e taradas, ele posicionou-se atrás de mim e chupou meu cu com maestria, me causando arrepios deliciosos com sua língua, depois meteu um, dois dedos e gemi gostoso sentindo a ardência, em seguida roçou o cabeção rosado de sua tora e só deslizou gostoso, e dei aquele gritinho de safada, me arrepiando toda, encolhendo os dedos dos pés e rebolando, sentindo aquela dor gostosa e inevitável ante um dotado.

—Cuzinho gostoso da porra! caralho, que delícia de mulher! Disse Fábio, extasiado.

AAAHH, AAAAIIII, ISSOOO! Soca suave, bem gostoso seu puto! Gritei e pedi, tarada.

O comedor segurou firme meu rabão e atendeu meu pedido, fez aquele vai e vem suave e malvadinho, me fazendo sentir o cu arregaçar com sua grossura de pica cada movimento, recuando até quase tirar e socando quase tudo, maltratando meu cuzinho guloso a cada investida de seu cabeção rosado. Humm... rebolei mais, e mais do cacetão largo entrou, então ele foi suave até o talo e dei outro gritinho manhoso, ri com Raimunda e soltei as mãos de Fábio, assumindo o comando da foda, requebrando bem devassa, aumentando o volume da trepada.

Fiz o vai e vem com meu corpo, gemendo surtada, fazendo aquele pauzão largo percorrer meu cu por inteiro, recuei até quase tirar, deixando só a cabeçorra dentro e quiquei gostoso, rebolando e Fábio soltou um “puta que pariu” incrédulo, depois estapeou minhas nádegas, parei, rebolei mais e recuei até sentir o talo da rolona, parei de novo, o macho segurou minhas ancas e retomou o comando, com socadas ferozes e deliciosas.

Guillaume saiu do cu de Raimunda e a fez mamar sua tora enorme e grossa. A coroa mamou tarada, engasgando ao chegar perto da metade, ele elevou os cabelos dela e seguiu bombando, tarado e ela não arredava, abria a boca e o esputo caía, meu rabo era arregaçado deliciosamente cada vez mais, gemidos, gritos e grunhidos tarados de nós produziam uma sinfonia sexual avassaladora naquele quarto, somado aos outros gemidos e gritos fora dele.

—Bora trocar safadona? Propôs Raimunda, com a cara melada de saliva, ofegante.

—Bora encarar os dois juntos? Contrapropus, e a coroa riu alto.

—Era o que eu estava fazendo com o Alisson e o Amadeu! Disse Raimunda, e rimos.

—Ué, agora são outros comedores minha querida! Retruquei, provocando.

—Começa com você safadona! Rebateu Raimunda, e dei risada. Fábio seguia socando.

Ok, em uma suruba como aquela, DP era o de praxe. Não que fôssemos obrigadas a fazer, mas a cada rodada de anal com Fábio e Guillaume, a xoxota pedia para ser ocupada, porque tremia sem parar e chorava por estar de fora da festinha, então deitei o gringo na cama e montei em sua tora comprida, de frente e sentei até o talo, rebolando em seguida, e comecei a cavalgar gostoso, Fábio socou sua picona grossa na minha boca, Raimunda abriu meu rabo e deu uma cuspida certeira no meu cu, preparando-o para ser invadido.

—Aguenta mesmo fazer DP? Indagou Fábio, meio duvidoso. Apenas pisquei e ele sorriu.

A..AAA...AAAHHH, AAAIIIIEEE... CARALHOOO! Berrei, sentindo o picão grosso de Fábio adentrando meu cu, deslizando gostoso e parando, em seguida bombando devagar.

Fiquei meio zonza, com a vista turva e dispneica. Grunhi chorosa, sentindo as bombadas suaves dos machos em sincronia dentro de mim, ergui a cabeça, gemendo e dando gritos curtos, duplamente preenchida, Guillaume me abraçou e então a DP começou de fato quando ele iniciou as estocadas, e berrei de novo, pois Fábio o acompanhou. Fitei Raimunda e ela estava de olhos vidrados nos dois caralhões passeando em meus buracos, com um semblante teso.

Raimunda abriu e manteve minhas nádegas abertas enquanto Fábio metia gostoso e o gringo também. Que delícia, só quem já experimentou duas picas ao mesmo tempo sabe o frisson que é, imergi e dei uma gingada marota, sentindo as pontadas do francês bem no fundo e o talo do trabuco do brasileiro também; minhas pernas tremiam e eu dava gemidos guturais, já suada e ofegante.

Fábio tirou o pauzão do meu cu e a coroa caiu de boca, mamando ensandecida e sem se importar, com o sangue fervendo de tesão, depois conduziu de volta a tora para meu rabo e o macho socou deliciosamente sem piedade, e berrei pedindo mais.

Revezamos, sentei com a xoxota na tora grossa de Fábio, de frente para ele e Guillaume veio por trás e varou gostoso meu cu. Berrei e ri, imersa, dizendo palavrões e gemendo tarada, o gringo socou gostoso, segurando meus cabelos e os puxando para trás, então comecei a quicar na picona de Fábio, que me acompanhou e o francês parou de meter, só deixando que eu comandasse tudo, fazendo boa parte de seus 24 centímetros deliciosos passearem no meu ânus guloso, depois parei e os machos reassumiram o comando, e com maestria.

Após um tempo, Fábio saiu do meu cu e eu saí de cima de Guillaume, então agarrei os dois cacetões e mamei gostoso, só as glandes, depois revezei o boquete em ambos, Raimunda se achegou e tomou o do francês de mim, mamando alucinada em seguida, e segui chupando Fábio. Estávamos taradíssimas, a coroa montou no gringo e sentou com o cu em sua rolona, e iniciou uma cavalgada feroz, mostrando que realmente... dava um pau em muita novinha...

Deitei Fábio na cama e caí de boca em sua tora novamente, mamei faminta, cada vez mais inspirada pelos gemidos altos e berros de Raimunda, que parecia estar sobre um daqueles touros de rodeios, de tanto que pulava na jeba enorme de Guillaume, então montei naquele comedor gostoso, dei aquela sentada cruel com meu cu, gemi alto, rebolei e entrei na arena, pulando e rindo com minha amiga, ouvindo os machos gemerem e arfarem aflitos.

Raimunda saiu de cima de Guillaume e abocanhou seu caralhão novamente, em seguida sentou-se de costas, ainda com o cu e pulou ensandecida, gemendo como uma leoa furiosa, quicando com vontade, e me arrepiei ao vir sua xoxota brilhando, de tão melada que estava, inchada, faminta por outra piroca com urgência, então saí de cima de Fábio e instiguei:

—Não deixe uma mulher com fome, vai! O comedor sorriu e Raimunda gargalhou.

Fábio posicionou-se, pincelou a xoxota da coroa e o picão grosso deslizou, fazendo-a berrar, e a DP teve início novamente; o macho segurou as pernas de Raimunda, mantendo-as abertas e junto com Guillaume, surraram a mulher, que gritava seu tesão e pedia mais.

—Querem trocar o gringo pelo Alisson? Indagou a voz de Fabiana, fora do quarto.

—Ué, enjoaram do pobre? Indagou Fábio, troçando. Rimos alto.

—Ah, a gente quer brincar com ele também né! retrucou Fabiana, e rimos mais.

—Só se você entrar junto! Aticei. Rimos e ouvi o riso da ambulante safada, em seguida ela entrou junto com Alisson. Ambos rindo sapecas. O negócio ia ferver ainda mais.       

CONTINUA

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Olá queridos alunos. Fim da postagem tripla de hoje, e amanhã, mais uma postagem tripla, com direito ao desfecho dessa minissérie e do segundo ato. Espero que curtam essa saga, que para uns, é releitura, mas para grande parte, é inédita, sendo assim, importante.

Aos novos leitores, sugiro que leiam meus relatos desde o primeiro, pois minha narrativa segue uma sequência cronológica de eventos, e se algum conto for salteado, vai dar bagunça no entendimento.

E para finalizar, a capa da postagem é dela, a coroa que está fazendo muitos leitores pirarem de tesão e gozarem bem gostoso: Raimunda. Bem, nem preciso perguntar o que acham dela né?

Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz, vida e muito trabalho.

lucycontistasexy@gmail.com

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