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—Ih... será que essa cama cabe seis? Indagou Alisson, duvidoso. Rimos.
—Depois a gente vai para outro
lugar. Venham logo! Repliquei, chamando ambos.
Alisson e Fabiana subiram na
cama, e ela coube sim nós seis. Apertado, mas coube.
—Eita que a Raimunda tá com fome hoje! Comentou a ambulante. A coroa
seguia na DP, e riu meio descompassada, mas não esmoreceu, era um furacão
sexual.
—Não é só ela que está com fome não minha querida! Retruquei, e em seguida
caí de boca na tora de Alisson, posicionada paralela a ele. Fabiana ficou na
mesma posição.
—Vai Luciana, vai Luciana, engole, faz a cobra sumir! Atiçou Fabiana,
me vendo com quase metade da rolona de Alisson na boca, mamando tarada. Ri,
tirei e repliquei, rebatendo:
—Como se desse né? Olha o tamanho e a grossura!
—Mostra pra ela Fabi! Disse Alisson, e arregalei os olhos. A morena riu
alto.
—Engolir tudo eu não engulo, mas quase! A do francês eu consigo! Disse
Fabiana.
—C-Como é? Você... engole a rola d-do gringo? Indagou Raimunda, ainda
na DP.
—Ah, essa eu quero ver, bora Guillaume, vem aqui! Aticei, brincando e
todos rimos alto.
—Deixa mulher, ele tá ocupado, bora nesse aqui mesmo! Disse Fabiana,
que em seguida começou a lamber a glande arredondada da tora de Alisson. Apenas
observei, excitadíssima.
—Vai Fabiana, tenta engolir enquanto eu fodo seu cu! Disse Fábio, já
fora de Raimunda, que também saiu do caralhão de Guillaume, esbaforida e
risonha.
—Humm... assim o boquete fica mais gostoso! Replicou a devassa. Rimos,
e quando Fabiana ia abocanhar o caralhão de Alisson de novo, o gringo veio com
sua rolona.
—Quero ver engolir meu pau! Disse Guillaume, roçando a tora na boca de
Fabiana.
A mulher deu um sorriso bem safado, abriu a boca e o francês socou
suavemente, e foi metendo e bombando na mesma suavidade, ela gemeu e gritou de
boca cheia ao sentir a tora grossa de Fábio no cu, a jeba francesa foi entrando
mais, o macho segurou a cabeça dela e forçou mais, metade passou, ela tossiu,
engasgou e grunhiu, Fábio socava sem piedade, arfando como um leão faminto, as
lágrimas verteram, uma fungada forte foi captada, Fabi tirou a mão do gringo de
sua cabeça, segurou a base da pirocona, meneou os lábios e então fez um impulso
com sua cabeça, e nos embasbacamos, ela engoliu 24 centímetros de pica.
I-na-cre-di-tá-vel.
—Porra... só acreditei nisso... porque estou vendo e tem testemunhas!
Comentou Raimunda, embasbacada como eu. Fabi ainda ficou um tempinho com a tora
atolada na boca.
—AAAHHHH... GRRRR! AAHHH... é por isso que eu gosto de rola grande!
Gritou e disse Fabiana, deixando cair um rio de saliva sobre as coxas de
Alisson. Era uma densa ponte de esputo que parecia porra. Ela fungou e riu,
levando pica no cu, ofegando e gemendo tarada.
—Essa gosta mesmo! Replicou Alisson, que fez a morena abocanhar a
picona dele.
—Tenta Luciana! Sugeriu Guillaume, roçando sua jeba melada em meus
lábios, então abocanhei e mamei gostoso, mas com certeza não conseguiria,
porém... tentei...
Eu já vazava esputo antes mesmo de chegar ao meio da rolona de
Guillaume, mas por não ser tão grossa, ela facilitava uma ousadia maior, então
fui no meu ritmo, Fábio gesticulou pedindo permissão para me enrabar enquanto
eu mamava o gringo, assim como fez com Fabiana e fiz sinal de positivo, e o fiz
de olhos arregalados, vendo a ambulante passar da metade do caralhão de
Alisson, o qual era mais grosso que o do francês, sem sequer engasgar como eu
já engasgava, mas babando bastante. Raimunda segurou minha cabeça e tentou
atolar mais.
—Vai safadona... faz essa jiboia europeia sumir! Instigou a coroa, e
mais da metade da rolona francesa adentrou, e um violento engulho quase me fez
vomitar, então tirei ligeiro.
—AAAHHHH... sua... doidaaahhhh, isso... bem gostoso no meu cu seu puto!
Gritei e sussurrei, delirando com as bombadas de Fábio no meu rabo. Abri a boca
e Guillaume socou gostoso novamente, e mamei mais tarada, grunhindo e o pauzão
francês foi até a metade.
—Vem gringo safado, vem foder meu cu de jeito! Pediu Fabiana, ficando
de quatro na cama. Guillaume foi, Alisson desceu e abasteceu minha boca com sua
rolona. Putaria braba...
—Deixa eu abrir bem para ele meter! Disse Raimunda, que sentou-se ao
lado de Fabiana e abriu as enormes nádegas da ambulante, mas o francês socou
sua tora na boca da coroa e ela mamou tarada, besuntando mais ainda o pauzão e
engasgou, mas seguiu.
Guillaume segurou a cabeça de minha amiga e tentou enfiar mais, e foi,
mas ela não pôde acomodar a metade, pois sua boca era menor, porém, não
arredou, meneou os lábios e fez o gringo arfar e gemer aflito. Eu tinha que me
beliscar para crer no que estava acontecendo, no que eu estava fazendo, porque
simplesmente jamais imaginei um dia estar transando com homens desconhecidos,
só pelo prazer de transar, movida pelo tesão de ver aqueles falos enormes e
grossos e que mal cabiam em nossas bocas, mas era real, surreal e
inacreditável, mas sim, puramente real, e nunca é tarde para redescobrirmos
nossa sexualidade... e vivê-la...
—Mete até o talo e soca com força meu francesinho delicioso! Pediu
Fabiana. Raimunda escancarou o cu já bem fodido de Fabiana e o gringo meteu,
meteu e meteu tudo de uma vez.
—Pronto Fabiana? Indagou Guillaume, bombando bem devagarinho.
—Vai meu amorzinho... daquele jeito! Autorizou a morena. Parei de
chupar e vibramos quando o macho deu aquele tranco violento, que fez a mulher
berrar e rir, tremendo as pernas.
Chegou minha vez de encarar o cacetão de Alisson. Fábio cedeu a vez ao
amigo, que deitou na cama, em seguida montei de frente, pincelei a tora na
entrada de minha buceta e sentei gostoso, sentindo a grossura me preencher
deliciosa, então comecei a cavalgar suavemente, sentindo o calibre delicioso, depois
desci até o talo e rebolei, Raimunda ficou de quatro e teve seu cu guloso
varado por Fábio. Pronto, três mulheres sendo bem alimentadas...
—Caralho... que morena gostosa! Isso, cavalga gostoso! Disse Alisson,
tarado. Apenas sorri e segui meu passeio, quicando com gosto naquele caralhão
delicioso.
—AAAIIII... FILHO DA PUTA GOSTOSOOO! ISSO, ISSO, VAI CARALHO! Berrou
Gleiciane, lá fora, e demos risada. Ouvimos mais gemidos taradíssimos da
mulata.
Me posicionei de cócoras, apoiei as mãos no tórax de Alisson e recomecei a quicar gostoso, subindo até quase tirar e descendo até o talo, com força, “ploft, ploft” safado e brutal, com meu rabo arregaçado empinado, gemendo surtada e ouvindo o comedor gemer surtado.
Alisson segurou minha bunda
por baixo e metralhou, parei e gritei meu tesão ao sentir aqueles 23
centímetros em estocadas ferozes, depois ele parou e deu um tranco delicioso, e
de tão delicioso que foi, me debrucei sobre ele e dei aquele beijo safado em
sua boca morena.
A posição de Fabiana já era outra; ela sentou-se de costas, com o cu na
tora de Guillaume e quicou tão nervosa e tarada como eu, e a fitei
impressionada, a mulher mordia seu lábio inferior e suas subidas e descidas
ferozes quase tiravam a rolona francesa de seu ânus.
—Cabe mais uma nesse cuzinho Fabi? Indagou Fábio, e arregalei os olhos.
Será?
—Ah, eu não vim preparada pra fazer DP anal, se a gente tivesse
combinado antes, conversado direitinho, aí sim rolava de boa! Explicou Fabiana.
—Então... eu já tô começando a conversar antes! Rebateu Fábio, sapeca e
rimos alto.
—NÃO seu gaiato, eu quis dizer... antes da suruba começar, você sabe!
Disse Fabiana, e demos mais risadas. É... DP anal é outra coisa, outro nível sexual.
Não sei se teria coragem...
—Ai... essa conversa de DP me deixou mais tarada! Comentei, e Fábio se
eriçou.
—Vai tentar DP anal? Indagou Alisson, com um baita sorrisão, e
gargalhei. Todos riram.
—Não seu doido, a comum mesmo! Quem vem? Repliquei e convoquei.
—O francesinho já tá ocupado! Disse Fabiana, e rimos. Que putaria
deliciosa aquela.
—Vai que a safadona está com fome! Disse Raimunda, liberando Fábio.
—Vamos lá pra sala, aqui já tá bem abafado! Sugeriu Fábio, se abanando.
Assentimos.
—É mesmo... aquele sofazão cabe nós todos! Concordou Fabiana, e
concordamos.
Quando chegamos à sala, nem sinal de Amadeu ou Gleiciane, então
indaguei:
—Ué... o Amadeu e a Gleice estão aonde?
—Devem tá trepando lá fora, perto da piscina dos fundos! Disse Alisson,
que se sentou no sofá em seguida. É... todos estávamos aproveitando bem.
—O francesão tá livre? Indagou Gleiciane, adentrando a casa com Amadeu.
Olhamos para eles, que se aproximavam de nós, a mulata ria toda sapeca, com o
corpo todo molhado, inclusive os cabelos, já Amadeu, me fitou novamente com um
semblante cabreiro.
—Amadeu... quero você! Pedi, porque queria saber o que estava pegando.
—Opa... então bora! Tava morrendo de saudade! Aceitou o morenão, mas
aquela frase, aquela entonação vocal, não soaram nada convincentes e tampouco
entusiasmadas.
—Volto já viu pessoal? Avisei, piscando, e todos riram assentindo.
—Vai safadona, mata a saudade do seu morenão! Troçou Raimunda, e rimos
alto, mas Amadeu... parecia não estar à vontade com aquilo, e fiquei meio
apreensiva.
Fiz um rápido asseio enquanto o macho me aguardava no outro quarto, o qual era semelhante ao que eu estive com os demais, só que a cama era maior e mais alta, e além do dormitório, havia uma grande e confortável poltrona, bem sugestiva para outras posições.
Entrei na alcova e vi Amadeu alisando seu
caralhão duro, me fitando, e então fui até ele, sorrindo e subi na cama, flertando
com aquele macho tesudo, e ele sorriu menos acanhado.
Optei por não perguntar nada, apenas queria observar seu comportamento
sexual comigo, então segurei seus 23 centímetros grossos e que me deram tanto
prazer, e abocanhei...
—Humm... que saudade desse caralhão gostoso! Falei, masturbando
suavemente com a mão direita e fazendo o vai e vem com a cabeça, roçando lábios
e língua na glande.
Desci gostoso minha boca, bem alargada pela grossura. Parei e remexi
minha língua e lábios, e o comedor gemeu gostoso, começando a bombar em
seguida, e deixei, depois acompanhei e reassumi o comando da mamada, descendo
gostoso até emperrar e verter esputo, recuei, abri a boca e a saliva caiu
conforme minha língua roçava e lambia a cabeça comprida, em seguida abocanhei e
desci até onde pude, mamei e engasguei, depois tirei.
Montei em Amadeu, de frente e caí de boca em sua boca tesuda, mas...
seu beijo não era como antes, não era tão gostoso como nas duas primeiras vezes
que trepamos. Ele me abraçou, só que não senti suas mãos me apertando, não
senti aquela pegada de macho comedor irradiando tesão, todavia, o pauzão seguia
bem duro. Talvez ele estivesse cansado de tanto transar, ou não estivesse
acostumado a uma suruba, mas... por que ele estava ali? Talvez esse choque em
nos vermos... tenha afetado mais a ele... do que a mim, mas procurei seguir
adiante.
—Gostosa como sempre... aliás, mais gostosa! Disse Amadeu, TENTANDO
galantear.
—Tudo bem? Você... quer mesmo transar comigo? Indaguei, comendo pelas
beiradas.
—E por que não ia querer? A gente tá transando! Replicou o comedor,
sorrindo.
—Sei lá... estou te achando... meio distante! Comentei, sincera.
—Sente o pauzão bem duro... e você vai ver como eu te quero! Replicou
Amadeu, e ali sim, o Amadeu que conheci e com quem transei duas maravilhosas
vezes, apareceu...
Atochei minha xoxota na cara dele, e o macho a chupou deliciosamente, me fazendo pirar. Eu ainda aguentava pica, mesmo tendo feito as extravagâncias que fiz até o momento, foi quando descobri que o que me impulsionava a trepar mais tarada... tinha sido a trepada de cinco minutos... com Miguel.
Isso... não
me saía da cabeça que quem havia me currado tão gostoso, foi o advogado
cafajeste, pois a pegada, o estilo, tudo remetia à Rodrigo, exceto o pauzão, é
claro, mas esse pauzão, mesmo não sendo absurdamente grosso... era
deliciosamente grosso.
Fiquei acocorada, e torturei Amadeu, esfregando a glande de sua rolona
também deliciosamente grossa em meu grelo, e minha xoxota chorava. Ameacei
meter, meti um pouquinho, e ainda segurando, quiquei suavemente. O macho pirou
e gemeu aflito, de olhos fechados, imerso em minha “malvadeza”, então sentei
gostoso até o talo e rebolei, em seguida comecei a quicar, sem pressa, com as
mãos apoiadas naquele tórax moreno e robusto.
Ouvi gritos e gemidos altos das demais mulheres na sala, e aquilo me inspirou a seguir mais tarada, então quiquei com gosto. Amadeu segurou minhas nádegas e conduziu minha cavalgada feroz; abri os olhos para flertar com ele enquanto nos deliciávamos, mas... os dele estavam fechados, seu rosto denotava uma leve apatia, mas eu sentia a tora bem rija dentro de mim.
Estaria ele pensando em
outra mulher para se manter excitado? Isso acontece, cansei de pensar nos
pirocudos que me curraram enquanto transava com o corno.
Procurei desencanar; se a rolona estava dura, então estava tudo bem,
até porque Amadeu não era mais o comedor que me fazia suspirar de um tesão
real, pleno e brutal, e sim... Rodrigo, mas eu sentia sim tesão e desejo forte
pelo morenão, minha xoxota era prova disso, estava bem melada, bem lubrificada
e lubrificava ainda mais conforme eu passeava.
—Aperta bem gostoso meu rabão, vai! Pedi, e pedir isso... foi um dos
cúmulos. Ele então agarrou firme, mas não percorreu minhas nádegas com suas
mãos, como fez anteriormente, de forma magistral; apenas... apertou e pronto.
Procurei não pensar besteira e segui adiante.
Após um tempo, Amadeu me pôs de quatro, com a cabeça virada para a porta, e ali mostrou um breve resquício do macho que era quando transamos. Ele caiu de boca em minha xoxota e pirei, gemi gostoso, em seguida fui penetrada e dei outro gemido tesudo, toda arrepiada, e ao sentir o talo de sua tora grossa, rebolei e ele segurou minhas ancas, estocando forte na sequência, mas calado, sem proferir aquelas safadezas gostosas que adoramos ouvir, então...
Aquilo
começou a me incomodar, porque os outros três machos piravam de desejo por mim,
me elogiavam, estapeavam minha bundona, diziam putarias gostosas, externavam
seu tesão só pelo ritmo respiratório, e Amadeu... seguia guiado apenas pelo
instinto de macho.
Olhei para trás afim de encarar o comedor, mas ele estava de cabeça baixa, porém, sua tora seguia bem dura me fodendo, e mesmo fora de sintonia, eu delirava de tesão, as metidas eram seguras e na medida certinha para manter minha libido bem aflorada.
Ok, se ele estava pensando em outra mais gostosa que
eu para se manter de pau duro e me foder, eu pensaria em outro para me manter
excitada e ser fodida, sendo assim, rebolei bem gostoso, depois rebolei bem mais
tarada, pensando no meu pastor comedor supremo, e deslanchei...
—Isso... rebola bem gostoso! Disse Amadeu, que deu um tapinha na minha
bunda. Odeio tapinhas, foi um tapinha igual ao que Diogo deu, e aquilo me
irritou, mas fui adiante.
O comedor gemeu aflito com meu requebrado. Maltratei gostoso aquele
picão com o sobe e desce frenético de meu quadril, depois dei “bundadas” nele,
bundadas fortes, e uma hora quase o derrubei. Vai porra, reage, me domina como
Rodrigo e Cássio dominavam. Mulher gosta disso, de ter seus cabelos puxados e
ser castigada com socadas ferozes, e o que me deixava mais cabreira, é que
Amadeu foi assim, ele me conquistou por ter essa pegada de macho dominador.
Decidi que não faria anal. Amadeu não estava me comendo do jeito que eu
gosto, mesmo me comendo gostoso; estava apenas dentro do básico que se espera
no sexo: de pauzão duro e sem oscilar, metendo bem sim e me mantendo excitada,
propensa, receptiva às suas investidas e disposta a ir até o final. Uma
trepada... “ok, beleza, foi boazinha”, e que faria uma incauta no sexo se
apaixonar e querer mais, porém... quem passou pela cama do pastor pauzudo
supremo e gozou horrores como eu gozei... não iria se conformar com trepada
meia boca...
Em determinado momento, Amadeu
flexionou uma de suas pernas, segurou com gosto minhas ancas e ali sim,
reviveu, voltou a ser o que era, o que foi nas duas deliciosas transas que
tivemos, me pegou com vontade, com tara, segurou meus cabelos e os puxou para
trás junto com minha cabeça e berrei de tesão com a engatada feroz e deliciosa
que ele deu, foi quando senti... que ele queria me fazer gozar e pôr fim a
nossa transa, e como era experiente...
—AAAHHH... ISSO, ISSOOO, VOU GOZAR, vou gozar, estou gozaaaAAHHHH,
CARALHOOO, METE, SOCA, NÃO PARAAAAAHHHH! Estou gozando, estou gozando...
gozandooo, puta que pa... hmmm, delícia! Gritei e urrei meu orgasmo, louco,
ensandecido e delicioso, mesmo em uma foda sem qualquer interesse de meu parceiro,
mas gozei sim gostoso demais.
Amadeu foi me debruçando sobre a cama, debruçando-se sobre mim e me
dando beijos curtos e gostosos no pescoço, sem tirar seu pauzão de dentro,
metendo suave.
—Gozou gostoso minha gostosa? Sussurrou Amadeu, lambendo e chupando meu
pescoço. Porra, só no final você me pegou do jeito que eu queria? Pensei, meio
frustrada.
—S-Sim... g-gozei! Falei, delirando de prazer, porque ele seguia
metendo gostoso.
—Por que você tá aqui Luciana? Indagou Amadeu.
—Foi isso que deixou você meio travado? Rebati, indagando. Amadeu
abaixou a cabeça.
—Não... nada a ver, só... realmente não esperava te ver numa suruba!
Disse o macho, que se empertigou e deu um longo suspiro, depois passou a mão no
rosto.
—Então o que foi? Você parecia tão sem vontade! Retruquei, me
empertigando.
—Impressão sua, eu... só tô um pouco cansado. Me chamaram de última
hora pra esse bacanal, mas... fiquei sim surpreso ao saber que você conhece a
Fabiana e a Gleice! Respondeu e comentou Amadeu, dando um sorriso. Seu
semblante aparentava mesmo cansaço.
—É... uma longa história, mas a Fabiana trabalha em frente à escola em
que trabalho, já a Gleice, foi minha aluna do EJA no ano passado, enfim... no
caso dela... é uma coincidência, mas também não deixou de ser uma surpresa para
mim vê-lo aqui! Expliquei e comentei.
—Vou dar uma descansada... tem mais três dias de putaria pela frente,
e... você e a Raimunda não vão ficar conosco né? Avisou e indagou Amadeu.
Quando eu ia responder...
—Lulu? Amadeu? Já terminaram? Indagou a voz de Gleiciane. Eu e o
comedor nos entreolhamos, e o olhar de Amadeu... deu a resposta que eu não
queria, e aquilo me deixou sim triste, eu gostava daquele morenão, e não
entendia porque ele tinha agido daquela forma...
—S-Sim, terminamos! Falei, e senti minha face tremer. Em que desagradei
Amadeu?
Gleice entrou, então desencanei, Amadeu tinha sim feito um sexo
gostoso, mesmo podendo ter aproveitado mais a transa, porque eu queria algo
mais completo, mas enfim...
—Posso falar com a Luciana um instante? Pediu Gleice, me fitando e
sorrindo marota.
—Opa, claro! Disse Amadeu, sereno, mas antes de sair, ele me deu um
delicioso beijo na boca. Relutei um pouco, mas cedi, e nos beijamos bem
gostoso, depois ele sorriu e saiu.
—Diga lá Gleiciane! Falei, após Amadeu sair e fechar a porta do quarto.
—Quer... brincar de Foda Cega de novo? Propôs a mulata, e arregalei os
olhos.
—Hã? De novo? Indaguei, incrédula. O comedor misterioso... gostou de
mim...
—Sim... o cara ficou afim de você e perguntou se você topa! Disse a
mulata.
—Não! Cinco minutos sem ver a cara do comedor não tem a menor graça.
Foi sim gostoso, mas não quero! Retruquei, desinteressada, mesmo muito mexida
com a transa.
—Aí é que tá o pulo do gato... não seriam cinco minutos e sim tempo
aberto, mas... você continuaria vendada, porque senão a brincadeira perde o
sentido! Disse Gleice e a fitei surpresa.
—Quem é o cara? É o Miguel né? Questionei. Gleiciane ergueu as
sobrancelhas e riu.
—Miguel? Minha filha, se o Miguel aparecesse aqui hoje... eu não
largaria ele nunca mais, deixaria os outros de lado... porque aquele cara... é
insuperável! Disse a mulata. Uau...
—Não sei... tempo aberto né? Repliquei, titubeante, mas novamente
instigada.
—Se você quiser... tome um banho, ele só pediu isso, e abriu mão do
anal, pois sabe que você tá em uma suruba! Disse e explicou Gleiciane, e aquilo
soou estranho para mim.
—E se eu quiser anal? Rebati, instigando. Gleiciane deu um sorriso
malicioso e disse:
—Ele só quer vaginal! Arregalei os olhos e me arrepiei toda...
CONTINUA
=============================================================
Olá queridos alunos. Mais uma vez falhei no cronograma, mas estou postando hoje, excepcionalmente para finalizar antes de mais um hiato. A minissérie se aproxima de seu clímax no momento mais delicioso, e claro, nas demais postagens, seu desfecho, assim como finalmente, o desfecho desse segundo ato, o qual demorou, mas chegou.
Ilustrando e abrindo a postagem tripla de hoje, Gleiciane, uma mulata estonteante, braba no sexo, que chora de paixão e tesão por um cafajeste chamado Miguel, rsrsrs, e minhas aventuras com ela não ficaram só nessa suruba, aguardem que ela vai reaparecer em breve...
Deixarei minhas considerações e avisos na parte final, e gostaria de agradecer aos leitores que comentaram e me enviaram emails carinhosos e empáticos. Adoro vocês.
Beijos a todos.
Anal
Boquete
Corno
Dotado
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Orgia
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Segundo Ato
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