071 - UM DOTADO PARA MINHA IRMÃ FICAR FELIZ - FINAL

                 


                Luciene fez menção de soltar o pauzão de Cássio, mas impedi, então ela entrou na farra sexual e seguiu masturbando enquanto eu enchia minha boca, mamando tarada.

                —Consegue engolir um pau desse tamanho Luluca? Indagou Luciene. Neguei com a cabeça e ela riu e seguiu massageando perto da base; eu subia e descia, chupando e babando.

                Luciene se aprumou, ergueu sua camiseta e pôs Cássio para mamar em seu seios, e me admirei ao vê-la já tão soltinha. O comedor fez a mulher gemer gostoso com sua boca, e ela apertou a rolona do macho, que seguia sendo chupada por mim, em movimentos suaves, que faziam o novinho se contorcer e respirar ruidosamente; tirei e quatro pontes finas de saliva já estavam formadas, arregacei o prepúcio e passei a língua ao redor da glande arredondada e larga, fitei minha irmã e ela estava de olhos fixos na cena, mas logo se rendeu de vez, e tascou um beijo na boca dele. 

                    Observei aquele ósculo cheio de tesão enquanto mamava.

                —Vai Luciene, sinta uma rola de macho na sua boca! Olha, olha o tamanho, olha a grossura, isso sim é uma rola de verdade, rola de homem, de macho! Falei, surtada de tesão.

—M-Mas... a-aqui? Na sua frente? Questionou minha irmã, abismada e meio tensa.

—Qual o problema mulher? Somos irmãs, mas tudo bem, se quiserem eu saio, vou ali dar uma volta, só quero que você se divirta! Retruquei, curiosa para ver, mas logo a entendi.

—Ah, vamos lá pra casa, a essa hora o Celso já deve ter chegado, aí... eu fico com a Luciene e você fica com meu irmão; um em cada quarto, privacidade total! Sugeriu Cássio.

—E aí Luciene? De acordo? Questionei, porque a ideia de Cássio foi justa.

—Er... ligue pro seu irmão e... pergunte se ele já chegou... por favor! Pediu minha irmã.

—Tranquilo, ligo sim! Disse Cássio, que sacou seu celular do bolso e ligou para Celso. Ficamos um pouco distantes para não parecermos indiscretas. —E aí Celso? Tô aqui na Luciana e... ah, tá bom, beleza, falô! O Celso já chegou, e aí? Vamos? Completou Cássio, indagando.

—E aí Lulu? Vamos? Indaguei.

—Você... vai ficar com o Celso... e eu... com o Cássio? Indagou Luciene, titubeante.

—Tanto faz minha querida, você escolhe seu preferido, ou se também não preferir nenhum, sem problemas! Retruquei, bem tranquila, porque se ela não quisesse, eu queria...

—Se você vir meu irmão e gostar mais dele, ó... de boa viu? Não se preocupe, não tem grilo comigo não, a gente só quer curtir legal, com respeito e à vontade! Disse Cássio, com uma segurança deliciosa na voz, e minha mana se sentiu segura, porque mordeu o lábio inferior...

—Tudo bem então, mas eu gostei de você Cássio, te achei muito bacana e maduro; é raro ver homens com a sua idade e uma cabeça tão centrada assim! Replicou e opinou Luciene.

—Fala logo que você gostou dele por causa do pauzão! Rebati, e caímos na risada, e claro, o filho de Ariovaldo virou um tomate. Tão lindinho, eu amava vê-lo enrubescido.

—Ele ficou todo vermelho, oh, que fofo! Comentou Luciene, rindo. Cássio corou mais.

—Er... vamos meninas? Convocou Cássio, e demos risada. Aquele jeitinho ameninado dele era o que me fascinava, como se fosse um resquício de inocência. Assentimos e fomos...

Chegamos rapidamente à casa de Cássio, e de longe vi o carro de Celso estacionado, e o mesmo sentado em uma cadeira, absorto mexendo no celular. Estava um gato também, trajando uma camisa xadrez azul, com mangas dobradas até os cotovelos e uma calça jeans preta, finalizando com um tênis. Percebi discretamente Luciene bem concentrada o fitando.

Cássio estacionou onde seu pai estacionava, sob um enorme cajueiro, então descemos e como sempre, acessamos a casa pela cozinha, e minha irmã teceu elogios ao lar do novinho; passamos pelos três quartos existentes e já vimos Celso adentrando a sala para nos recepcionar, com um lindo sorriso cheio de amabilidade, e ali vi minha irmã escolher qual seria seu comedor, pois ela simplesmente acendeu seus olhos na direção do irmão de Cássio e sorriu, eriçada...

—Boa tarde meninas, tudo bem com vocês? Cumprimentou Celso, se achegando.

—Boa tarde! Respondemos, em coro. —Celso, essa é Luciene, minha irmã caçula, Luciene, este é o Celso, irmão mais velho de Cássio! Completei, fazendo logo a ponte entre ambos, pois era nítido que minha irmã tinha escolhido Celso, seus olhinhos brilhavam por ele.

—Muito prazer, Luciene! Nossa, mas você é linda como a Luciana! Disse Celso, amável e tocando a mão de minha irmã, que sorriu toda bobona, em seguida ambos trocaram beijos formais no rosto, e claro, flertaram. Fitei Cássio e ele piscou para mim discretamente.

—Obrigada, o prazer é meu Celso, você também é bem charmoso, adorei seu estilo! Desabafou Luciene, com a cabeça inclinada e mordendo o lábio inferior, CAIDINHA por ele.

—Pode dizer que ela é mais linda do que eu, porque ela é sim! Falei, sincera. Rimos.

—Que é isso... temos um empate; vocês são duas mulheres lindas, inteligentes e muito adoráveis, mas... vamos ali pra varanda bater um papo. Querem beber alguma coisa? Retrucou e galanteou Celso, ofertando uma biritinha. Ah... aquilo merecia sim uma comemoração.

—Se tiver cerveja eu quero! Falei, já me animando.

—Eu também adoro cerveja, mas prefiro Campari, se tiver! Endossou Luciene, sem parar de fitar Celso, que correspondia o flerte e sorria lindamente, assentindo.

—O Cássio toma Nescauzinho tá? Troçou Celso, e demos uma gargalhada. Cássio corou.

—Aí dentro Celso, só porque não bebo você quer “frescar” comigo! Retrucou o irmão caçula. Na minha terra, “Aí dentro” é uma forma “educada” de mandar o outro tomar no cu.

—Não “fresque” com a cara do Cássio que eu fico com raiva hein! Falei, abraçando meu comedor tesudinho e tão fofo, beijando seu rosto em seguida e já o garantindo para mim.

—Tá certo, bem... Campari pra Luciene, cerveja pra Luciana, e eu não bebo nada porque estou de carro, então... é isso, vou lá pegar! Replicou Celso, rindo e abraçando seu irmão. Rimos.

Celso foi para a cozinha preparar as bebidas e nós fomos para a agradável varanda da casa do vigia, e nos acomodamos nas cadeiras. Deixei a vaga de Celso ao lado de Luciene.

—Gamou no Celso né Lulu? Indaguei, alisando a coxa de minha irmã. Sem maldade tá?

—Ah... eu... gostei dele sim, mas também gostei do Cássio viu! Replicou minha irmã.

—Relaxe, tá tranquilo, o importante é todos ficarmos bem e numa boa; se rolou afinidade entre vocês, vão em frente, meu irmão é um cara direito, respeitador, tem educação e você vai gostar muito dele sim! Retrucou Cássio, fazendo a ponte também.

—Prontinho! Luciana deu sorte, essa é a última cerveja que tem, o pai deve ter bebido o resto. Aqui seu Campari Luciene, espero que esteja bom! Anunciou Celso, trazendo as bebidas.

—Uma cerveja está ótimo para mim, é só para dar uma animadinha! Falei, pegando a latinha da bebida e lembrando da grossura do caralhão de Rodrigo... minha xotinha tremeu.

—Você acertou direitinho a quantidade que tomo! Obrigada! Disse Luciene, recebendo sua dose de Campari da mão de Celso e a tocando, flertando com ele, toda eriçadinha...

Uma gostosa e descontraída conversa se seguiu entre nós quatro. Os irmãos, sempre educados e cordiais, teciam elogios sedutores e nada vulgares, mostrando que eram homens e não bostas como meu corno e o ex-marido de Luciene, e quando percebi, ela já segurava discretamente a mão de Celso, ou falava tocando a coxa dele, e sempre ficava atenta quando este falava. Fiquei feliz em ver minha irmã aproveitando mesmo a vida, ela merecia ser feliz.

—Er... Luciana, bora ali ver as Calopsitas que o papai cria! Elas cantam bastante! Convidou Cássio, após um bom tempo de papo e afinidade total entre Luciene e Celso.

—Vamos sim, adoro o canto das Calopsitas! Respondi, sacando qual era a do novinho.

—Podem ficar à vontade aí hein, a gente vem já! Disse Cássio, avisando ao casal. Eles apenas assentiram sorrindo, e aquilo só confirmou que a foda deles estava sacramentada...

Não havia criação de Calopsitas na casa de Ariovaldo, e sim, galinhas, periquitos, graúnas, agapornis (popularmente chamado aqui de “Agapô”), um viveiro de preás (porquinhos da Índia) além de dois gatos preguiçosos e bem gordinhos, dormindo sobre o capô do carro de Cássio. 

Aquela atitude esperta do novinho, foi em razão de ele ter notado, assim como eu, a química gostosa entre Luciene e Celso, então adentramos a casa pela cozinha de novo e fomos para o quarto de Valdo, trancamos a porta e em seguida o jovem me “atacou” gostoso.

—Calma meu amorzinho, não é melhor esperar se vai rolar mesmo entre os dois? Indaguei, arfando com os beijos de Cássio. Eu tinha bebido quase a cerveja toda, então...

—Se vai rolar? A dúvida mesmo é se vai rolar aqui em casa, no motel ou na casa do Celso! Retrucou Cássio, metendo mãos em meu rabo por baixo do vestido. Gemi gostoso e dei risada.

—É... eles decidem né? Indaguei e tirei meu vestido em seguida. Cássio deu risada.

—Pois é... eles são adultos, assim como nós! Replicou o novinho, que me beijou gostoso.

—Tem kit da chuca aí? Indaguei. Cássio parou o amasso e me fitou surpreso.

—Você... tá fazendo chuca agora? Indagou Cássio, admirado.

—Tem ou não tem? Retruquei indagando, sorrindo sapeca e evitando encompridar assunto, pois não queria contar a Cássio que transei com Rodrigo, não havia necessidade disso.

—Tenho sim, tenho, vou pegar! Disse o novinho, todo empolgado e indo até uma das gavetas de seu guarda-roupa, e tirando o MESMO kit de chuca que Rodrigo me deu. —Aqui, vou te dar três só pra garantir! Completou Cássio, me entregando. Sorri, então falei, dissimulando:

—Nossa, é diferente do kit que usei! Esse parece mais prático! Onde você comprou?

—É... foi o Miguel que me deu! Disse Cássio, acanhado. Ergui as sobrancelhas e assenti. Miguel era carta fora do baralho, então apenas sorri, peguei os três kits de chuca e fui ao banheiro que havia no quarto do vigia. Só precisei fazer uma vez, eu já estava pegando a manha.

Saí do banheiro, nua e vi Cássio deitado na cama de seu pai, só de cueca, a qual era preta, e contemplei aquela jeba grossa e deliciosa despertando, estufando o tecido e me fazendo suspirar de tesão, com a buceta trêmula, então trocamos olhares lascivos e tarados, subi no dormitório e me deitei sobre o macho, já beijando-lhe a boca, e o comedor novinho me abraçou, alisou gostoso minhas costas e desceu para meu rabão guloso, e gemi manhosa. Se eu beber um pouquinho, já sabem né... é tara no nível mais alto, saindo pelo ladrão.

—Isso meu menininho... soca esse dedinho safado no meu cuzinho, humm... ai Cássio, que delícia, assim, fode meu cuzinho com seu dedo, fode, fode! Sussurrei, rebolando e sentindo o dedo médio do macho torturando meu cu deliciosamente, gemendo bem sapequinha.

—Deixa meu pau bem prontinho pra foder esse teu rabão guloso! Pediu o comedor.

—Só se você deixar meu rabão guloso bem prontinho para ser fodido pelo seu pauzão gostoso! Retruquei, parafraseando o macho, que assentiu, então nos posicionamos num 69.

Dei um gemido alto, grunhi e me tremi ao sentir a boca deliciosa de Cássio encaixar bem gostoso em minha buceta. Encostei aquela tora grossa em minha face esquerda com a mão de mesmo lado e a acarinhei, acarinhando as bolas com a direita, depois subi e segurei a base do pauzão, e, gemi de devoção ao sentir, com as duas mãos, aquele falo de 22 centímetros grosso entre meus dedos e rosto, pirando de tesão com aquele novinho que me deu e continuaria me dando tanto prazer. Lambi e beijei a lateral da rolona, e gemi alto ao sentir meu cu sendo penetrado pela língua do macho, depois bem salivado; depois meteu gostoso seu dedo médio.

—Saudade desse cuzinho delicioso! Disse Cássio, me enrabando com um dedo e estapeando minhas nádegas com a outra mão. Rebolei e lambi sua picona deliciosa.

Abocanhei até depois da glande, grunhindo e gemendo manhosa, e mamei suavemente, remexendo os lábios e sentindo Cássio se contorcer e gemer, estapeando minha bunda. Subi, e com a boca aberta, rocei a cabeça larga daquela tora em minha língua e lábios, rocei gostoso, segurando abaixo do prepúcio e massageando em movimentos circulares, depois dei uma lambida malvada na pontinha da  cabeça, e o picão chorou, e parecia que estava gozando, porque a lágrima veio profusa, encostei os lábios na seiva e afastei devagar, vendo as finas pontes formadas, uma se desfez, as outras continuaram, então dei outra lambida e sorvi, beijei, chupei, beijei de novo e abocanhei, retomando o boquete só ali. Cássio pirou.

—Meu cuzinho está com fome Cássio! Vem dar de comer a ele, vem! Pedi, surtada de tesão, saindo de cima do comedor e ficando de quatro, com a cabeça para fora da cama.

AAAHHH, AAaahhh... DELÍCIAAA! Vai, assim, assim, estou GOZANDOOO! AAAIIII, GOSTOSOOO! Gritou uma voz feminina, que nos assustou. Eu e Cássio nos entreolhamos, bestificados. Sim, era Luciene, ela já experimentava seu primeiro orgasmo com um dotado...

—Minha maninha... gozou gostoso! Comentei, emocionada.

—O Celso se garante, e eles tão transando no meu quarto! Replicou Cássio, sorrindo. Continuamos a ouvir os gemidos de Luciene, gemidos de tesão extremo, e paixão talvez...

—Quero que seu irmão trate a Luciene com respeito, que seja homem com ela, mesmo... eles transando no primeiro encontro! Minha irmã não é uma vadia, entendeu? Retruquei, e nem sei porque disse aquilo, sabendo que Ariovaldo tinha criado bem seus filhos. Efeito da cerveja...

—Claro Luciana, nem precisa dizer isso, o Celso sabe, eu sei, a gente tem o maior carinho e respeito por vocês, somos amigos fora desse quarto, e jamais pensaremos esse absurdo de sua irmã; eu, o Celso e o papai te adoramos! Retrucou Cássio, desabafando e alisando meu rosto.

—Ok meu amorzinho, agora vem... vem bem gostoso no meu cu meu molequinho safadinho que eu tanto adoro! Repliquei, tarada, e nos beijamos. Ah... bendita cervejinha...

—Então abre bem esse cu pro seu comedor, sua safada gostosa! Disse Cássio, pondo um travesseiro sob meu ventre. Me debrucei sobre ele e abri bem meu rabo faminto.

Senti só a cuspida pesada do comedor sobre a glande de sua rolona, a qual já cutucava gostoso meu ânus bem meladinho. Gemi e grunhi, Cássio roçou, instigando, ouvimos outra leva de gemidos altos e tesudos de Luciene, e aquilo disparou mais meu tesão, então ordenei:

—Mete devagar até o talo, depois segura minhas ancas e castiga meu amorzinho!

Senti aquela falta de ar gostosa, me arrepiei tive um tremor nas pernas ao sentir a rolona de Cássio invadindo e alargando meu cu deliciosamente e sem pressa. O novinho foi em um movimento só e enterrou seus 22 centímetros largos, dando um leve tranco em seguida, e dei um grito curto, ofegante, soltei as nádegas e dei um tapa no colchão, grunhindo com as bombadas suaves do comedor, que socou tudo, bem fundo e gostoso, então ele segurou minhas ancas, as massageou, e ali me arrepiei mais ainda, porque era como se Rodrigo estivesse me tocando. 

Não havia dúvidas, Cássio aprendeu a fazer sexo, orientado pelo pastor, mas... se ensina um homem a transar? A resposta seria não... se eu não tivesse conhecido Diogo...

Ainda massageando minhas ancas e sentindo meu rabão em sua virilha, Cássio bombava bem devagar, dava aquela bombadinha marota, aquele vai e vem que quase não vai e tampouco vem, onde o macho só quer sentir a bunda da fêmea a princípio, o contato. 

Ele deu dois tapas estralados em minhas nádegas, e aí sim, segurou minhas ancas de novo e castigou gostoso, e quase chorei, porque o macho socou com vontade, com sede, com desejo, e gemi alto, rebolei e segui rebolando, devorando aquele pauzão grosso e delicioso de apenas 20 aninhos.

Cássio deu mais dois tapas em meu rabo e parou. Rebolei e assumi o comando, mostrando ao comedor que sua rolona grossa já era amiga íntima do meu cu, e rebolei bem safada, fazendo o vai e vem e rindo, tesa, tarada, gemendo gostoso e quase tirando e indo até o talo, sentindo meu ânus ser deliciosamente arregaçado, depois parei um pouco e comecei a rebolar só na maciota, fazendo o caralhão do novinho se movimentar circularmente, depois requebrei, subindo e descendo, em seguida rebolando mais.

Saí da tora e me virei, em seguida agarrei aquele pauzão petrificado e caí de boca, mamando faminta, e Cássio gemeu gostoso, ouvi mais gemidos e um grito de Luciene.

—Vai dar romance! Comentou Cássio, rindo e o fitei, ainda mamando e pisquei.

Avancei até quase a metade e engasguei, recuei um pouco e segui mamando, vazando esputo, delirando ao chupar a rolona que fodeu o meu cu, cada vez mais tesa. Recuei até quase tirar e avancei, meneando a cabeça até emperrar e fiz o vai e vem devagar, com a boca estufada, deixando mais saliva cair sobre o colchão, depois tirei, com várias pontes da mesma formadas, fitei Cássio, que me devorava com seu olhar, sorri, punhetando o caralhão e abocanhei de novo, mas apenas mantendo a glande e mais um pouco sob a boca, remexendo meus lábios.

Deitei Cássio na cama e montei por cima, acocorada, aloquei a tora grossa na entrada do meu cu, mas provoquei, masturbei um pouco antes de sentar, e trocamos olhares. Eu, babando de tesão do boquete, Cássio, cada vez mais tarado, então sentei um pouco, deixando só aquela glande larga e mais um pouco entrar no meu cu, abri bem as nádegas e comecei a cavalgar suavemente, só sentindo aquele tantinho, gemendo tarada, com um tesão cada vez mais brutal, tanto pela cerveja, quanto pelos gemidos e gritos de minha irmã, que se deliciava com Celso. 

O quarto vizinho nos permitia ouvir aquela sinfonia sexual maravilhosa...

Recuei um pouco, arrebitando mais minha bunda, ainda com as nádegas abertas e segui a cavalgada anal, suave, descendo até o talo, rebolando um pouco, e retomando as bombadas, Cássio delirava e grunhia, respirando como uma fera indomável, me deixando cada vez mais tesa por ele, pois aquele moleque aprendeu com Rodrigo como se fode uma mulher bem gostoso.

—Ai que delícia, isso... pauzão gostoso do caralho! Sussurrei, quicando surtada, já suada e inebriada de tesão, “plaft, plaft” com força nas coxas do comedor.

—Saudade dessa pica né safada? Indagou o comedor, estapeando minha bunda.

—Demais meu amorzinho, meu novinho safadinho que eu adoro! Repliquei, sorrindo.

—Então pula nessa rola sua safada, quica gostoso! Pediu Cássio.

Sentei sobre meus joelhos, quase cruzei os pés sobre as coxas de Cássio, depois flexionei a perna direita, arrebitei mais a bunda, ficando meio inclinada, em seguida apoiei as mãos sobre o peitoral do macho, e então comecei a quicar ferozmente, e ali o novinho gemeu aflito, ali eu pus à prova o cacife do comedor, porque simplesmente dei um passeio brabo naqueles deliciosos 22 centímetros grossos de pica com meu cu, subindo e descendo, rebolando, possessa de tesão. Sentei até o talo e esfreguei com gosto, rebolei com a tora toda enterrada no meu rabo, subi e desci um pouco e continuei a gangorra anal, e Cássio arfava e gemia aflito.

Segurei com força minhas nádegas abertas e segui cavalgando, gemendo tarada, sentindo o álcool evaporar com meu suor. Cervejinha malvadinha, me deixou com um tesão anal fodido. Subi e desci três vezes, quase tirando e sentando até o talo, e na última sentada, rebolei perversa, girando o caralhão todinho dentro do meu cu, depois quiquei com mais força, queria ir para casa toda arregaçada mesmo, mas quem me inspirava estar tão tarada? Rodrigo...

Saí de cima e fiquei quase em um 69 com Cássio, em seguida abocanhei seu pauzão, mamei mais tarada, e quase vomitei ao ir de uma vez até a metade; recuei um pouco e segui mamando e punhetando, ouvindo os gemidos de Cássio e Luciene, que seguia totalmente imersa na foda com Celso, agora, totalmente adaptada a um dotado, e certamente feliz da vida.

Cássio me fez deitar em posição dorsal e com as pernas bem elevadas. As mantive seguras, ele se posicionou de ladinho e varou meu cu, me fazendo gemer alto e sentir tremores pelo corpo, segurou na parte posterior do meu joelho e mandou brasa, socando gostoso, alimentando meu ânus faminto com maestria, eu só grunhia e gritava, quase chorando de prazer e tesão transbordante, minha buceta escorria a seiva, estava inchada de tanta volúpia.

—M-Me faz gozar na... xo-xoxota! Pedi, gaga enquanto Cássio esfolava meu cu.

O macho saiu, e vi seus longos cabelos molhados cobrindo seu rosto, ele os afastou para detrás das orelhas, pegou um travesseiro e pôs sob minhas costas, elevou minhas pernas, as abri e logo fui deliciosamente penetrada na vagina, a tora deslizou toda, o comedor deu um leve tranco e gemi alto, então as bombadas suaves começaram, ele alisou meu ventre, minhas ancas, igualzinho Rodrigo fez, debruçou-se sobre mim e beijou deliciosamente minha boca.

—Gostosa, só você me dá prazer de verdade! Sussurrou Cássio, no meu ouvido. Meu Deus, se aquele rapaz tivesse pelo menos 10 anos a mais... seria meu fixo número dois...

O novinho se inspirou, deu aquela engatada marota, bombou gostoso e abocanhou um dos meus seios, acarinhando meu cangote, e gritei, abraçando o comedor e o prendendo com minhas pernas. Encaixe perfeito, então ele socou com paixão, com tesão à enésima potência.

—Isso, isso, isso Cássio, puta que pariu, caralho, que delícia! Falei, ofegante e surtada.

Cássio me pegou pelas axilas, e me fez ficar por cima, me adaptei rapidamente a nova posição, sentando sobre os joelhos e enterrando gostoso seu pauzão em minha racha, então ele bombou gostoso, segurando minhas nádegas e mamando meus seios, mamando bem gostoso, depois suas mãos subiram pelas minhas costas e me arrepiei todinha, sério, ele engatou mais uma vez de jeito, e rebolei cavalgando, atritando minha virilha com a dele, e ofeguei.

—Agora vai, cavalga gostoso Luciana, cavalga tesuda, te adoro, te adoro demais, demais! Desabafou Cássio, surtado de tesão e ofegante, acompanhando meu ritmo, e então...

AAAHHH, AAAHHHH, ISSO, ESTOU GOZANDO, ESTOU GOZANDO, AI CÁSSIOOOO! CARALHO, MEU DEUS... QUE DELÍCIA PORRA, SOCA, SOCAAAA! Urrei, gozando surtada, e não sei porque não fiz a bezerra na tora do filho do vigia. Queria ter feito...

Cássio ficou bombando ali, suave enquanto eu gemia e beijava seu pescoço, com boa parte de sua cabeleira ensopada sobre mim, então ele saiu, e me deixou ainda deitada, curtindo meu restinho de orgasmo, ficou paralelo a minha cabeça, masturbando com tara sua rolona grossa e vermelha de tanto me foder, ouvi os gemidos ainda intensos de Luciene, que também pirava de prazer na tora deliciosa de Celso, e o novinho pediu, ofegante e ensopado de suor:

—Abre a boquinha pra tomar leitinho! Apenas... abri minha boca e pedi, esbaforida:

—Põe a cabeça da pica dentro... e só despeja... meu amorzinho! Cássio sorriu.

O novinho punhetou gostoso, e deu aquela leitada maravilhosa, despejando deliciosamente seu manjar juvenil, denso, razoavelmente farto, gemendo aflito e ofegante, trêmulo, com parte de seus cabelões cobrindo o rosto, mas pude ver sua expressão de prazer pleno, fazendo sua tora grossa pulsar como se fosse explodir. Golfadas certeiras na minha garganta, e tive de tomar cuidado para não engasgar, pois estava deitada.

Engoli tudo e ainda mamei mais um pouco, só recebendo as estocadas suaves e deliciosas do comedor arfante, que com seus olhos fechados, viajava pelo resto de seu orgasmo, e a tora finalmente se rendeu. Nos encaramos, mordi o lábio inferior e sorri, em seguida abri os braços, e Cássio derramou-se sobre mim, aninhando-se entre meus seios, e ficamos ali, quietos.

—Acho que a Luciene e o Celso terminaram junto com a gente! Comentou Cássio.

—Será? Não sei! Repliquei, afagando seus cabelos molhados de suor, como os meus.

Tomamos banho juntos, mas apenas trocamos dengos e carícias. Notei Cássio mais carinhoso que o normal, sempre me pegando por trás e dando beijos em meu pescoço, me fitando com ternura e dizendo coisas lindas e amáveis. Sim... ele sentia falta não só de sexo, mas de uma presença feminina em sua vida. Não era exagerado dizer, que ele projetava um pouco de sua mãe em mim, ou até mesmo em Raimunda, por sermos mais maduras.

Após a ducha e nos vestirmos, combinamos de sair do quarto de Ariovaldo na surdina, para tentar espiar Luciene e Celso, afim de ver se a química entre ambos tinha mesmo rolado, e deu certo, fomos pé ante pé e flagramos o casal na sala, no maior chamego, trocando beijos ardentes, depois se encarando como dois namoradinhos. Luciene estava plena de alegria.

—E aí? É namoro ou amizade? Questionou Cássio, troçando. O casal se assustou e riu.

Luciene e Celso se entreolharam. Ela, com a cabeça inclinada, fitando com paixão seu comedor e novo amante, e ele, alisando seu rosto, segurando sua mão, então ela disse:

—Uma amizade... bem colorida! Rimos, e eles se abraçaram, depois se beijaram... 

FIM

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Finalizando mais uma aventura maravilhosa e, a postagem dupla de hoje. Espero que tenham gostado, e para aqueles que acompanham bem atentos meus relatos e debatem comigo por e-mail, quarta-feira tem o verdadeiro desfecho da minissérie "MOTIVAÇÕES", com toda carga emocional que ela imprimiu e a mesma comoção que ela provocou nos leitores.

Agora faltam apenas 10 relatos para o final do segundo ato, e com a repostagem do final de Motivações na segunda, nove, sendo assim, os ansiosos pelo terceiro ato já podem aquecer as turbinas, e não vou garantir, porque meu cotidiano é imprevisível, mas farei o possível para terminar tudo em duas semanas, sendo a segunda com postagens diárias, afim de adiantar ao máximo essa conclusão.

Beijos, tenham uma terça maravilhosa, cheia de paz, vida e trabalho. Até quarta.

PS.: Parece que o relato de minha aventura com o taxista Juarez é o recordista absoluto de leituras do blog, e isso me deixou muito surpresa. Será que a maioria aqui é taxista e já transou com alguma passageira? Bem, em todo caso, adianto logo um spoiler aqui, de que postarei no terceiro ato, meu segundo encontro com ele, e com uma foto bem legal, e se vocês comentarem na própria postagem, eu altero a foto, para que vocês vejam o tamanho da marcha dele, rsrs.

Comentários

  1. excelente releitura gata,ja tinha ate´ me esquecido da sequencia das tuas aventuras,espero que a tua irma volte a participar dos teus contos,espero ansioso pelo proximo conto,beijao gata se cuida

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  2. Adorei reler este conto…agora sua irmã também faz parte deste mundo maravilhoso que vc vive Lu…bjs…BOTO

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