073 - DESAFIO ERÓTICO 3 - NOTA 10 = ANAL - PARTE 1

               



 
—Vou sentir tanta saudade dele Luluca! Disse Luciene, chorando... por Celso, abraçada a mim. Ih, ela tinha se apaixonado mesmo pelo irmão pirocudo de Cássio.

                Estávamos no quarto, Luciene já estava arrumada e aguardava a chegada do meu corno, que fez questão de deixa-la na casa de nossos pais, mesmo à noite, porém, ele disse que dormiria lá com nossa filha e no dia seguinte iria trabalhar, e acreditei, pois eu já sabia identificar muito bem suas mentiras só pelo gestual dele, mas isso nem me importava, eu só sentia muita dó da minha irmãzinha, que soluçava, em prantos por ter encontrado alguém que a fez feliz, e sabia que seria cruelmente maltratada não só pela saudade do pauzão, mas também pelos momentos felizes que teve ao lado de Celso, momentos que estiveram ausentes em seu casamento...

                —Calma meu amor, não chore assim, não fique triste, vocês tiveram momentos únicos não só de prazer sexual, mas de companheirismo e carinho, e são essas lembranças boas que devem ser visitadas, mas visitadas com alegria! Falei, a consolando.

                —S-Será... que ele... vai se lembrar... de mim? Indagou Luciene, soluçando e chorando.

                —Claro que vai mulher, o Celso é um homem bom, foi honesto e gostou muito de você também, não fique insegura! Repliquei. Tadinha, fiquei com tanta dó.

                Eu não iria criticar minha irmã, pois sentia o mesmo por Rodrigo... paixão... e entendia toda aquela atitude como uma carência dolorosa que minha irmã sentiu por anos, e me vi no lugar dela, sabendo perfeitamente cada sensação que ela sentia porque passei pela mesma coisa... e ainda passo...

—Mas ele tem outras Luluca, será que vai me dar atenção? Indagou Luciene, insegura.

—Vai sim Luciene, deixe de besteira mulher! Não confia no seu taco não? E outra, o Celso não é o único no mundo, se não der com ele, vai dar com outro, a gente não pode idealizar a felicidade nas pessoas, e sim em nós mesmos! Aconselhei, e gargalhei de mim mesma por dentro, porque eu não seguiria aquele conselho, Rodrigo me deixava exatamente como ela...

—Mas eu gostei muito dele, queria que desse certo, mesmo... a gente estando longe um do outro. Eu sei que não exigimos fidelidade, ele foi transparente comigo, assim como eu fui com ele, mas... eu queria algo sólido, mesmo sendo um caso! Replicou e desabafou Luciene.

—Então chore apenas de saudade, não por medo de perder seu “crush”, porque se foi tudo resolvido, está tudo bem! Retruquei e comentei, e finalmente, Luciene se acalmou.

Ouvimos as buzinadas do carro do corno, e encerramos o assunto, Luciene pegou sua mala e mochila, e como sabíamos que o galhudo mal entraria em casa, nos abraçamos.

—Já vou Luluca! Olha... resolva a situação do seu casamento, seja livre pra poder curtir seu caso com o pastor e o Cássio sem preocupações, sem medo, seja livre... pra ser feliz, pois você merece! Liberte-se como eu me libertei! Avisou e aconselhou Luciene.

—Obrigada mana, eu vou me libertar sim! Prometo! Respondi, ratificando meu compromisso, decidida, convicta de uma vez. Luciene assentiu e nos abraçamos de novo.

—Se cuida Luciana, por favor! Te amo minha irmã! Disse Luciene, alisando meu rosto.

—Também te amo, e... mande um beijo para minha filhota! Respondi, já chorando. Luciene assentiu e também chorou, em seguida demos nosso abraço de despedida. O corno buzinou de novo, apressado, então fui com ela até o portão, e depois, eles partiram...

Peguei meu celular, e sem contar pipocas, liguei para Rodrigo, ainda chorosa, queria ouvir a voz dele, saber se ainda era desejada por ele. Senti saudades. Três toques e ele atendeu:

—Boa noite minha linda e adorável Luciana! Tudo bem com você minha consagrada?

—Ouvir sua voz... era tudo o que eu... precisava hoje! Respondi, chorando.

—O que houve minha querida? Por que está chorando? Indagou Rodrigo, preocupado.

—É... a minha irmã... ela... já foi embora e... vou sentir muita saudade dela! Respondi, chorando, mas aquele choro também era de saudade do meu amante número um.

—Acalme-se, não chore, a saudade dói, mas as boas lembranças nos confortam; vocês tiveram momentos felizes juntas, aproveitaram, reforçaram seus laços de sangue e de uma amizade indissolúvel, e essa união tem de ser celebrada com mais alegria, e não com lágrimas, tudo bem minha consagrada? Anime-se! Aconselhou o comedor, com a voz serena e paciente.

—Está bem... obrigada, me sinto melhor só de ouvir suas palavras, e... estou com saudades de você... apareça na padaria amanhã... para a gente se ver um pouquinho! Respondi e pedi, com a voz manhosa e ainda meio chorosa, com a xoxota pulsando e chorando de tesão.

—Oh minha linda, lamento muito, mas estou na casa dos meus sogros com meu filho mais novo, e só estarei de volta amanhã à tarde! Disse Rodrigo, penalizado.

—Posso ir na sua casa amanhã à tarde? Pedi, porque não aguentava de saudade.

—Não seria melhor... no sábado? Eu estaria mais relaxado! Propôs Rodrigo, sapeca.

—P-Pode ser... mas que horas? O dia todo, igual da outra vez? O que você quer fazer? Fala, fala para mim! indaguei e aticei, já no sofá, de shortinho arriado e alisando minha xoxota.

—Basicamente... é surpresa, e não posso dar mais detalhes aqui. Ah... e também preciso lhe dar uns presentes que trouxe dos Estados Unidos e não tive oportunidade de entregar, então... podemos nos ver sábado à tarde! Respondeu.

—Surpresa? Humm, só para me deixar curiosa... mas tudo bem, então está combinado: sábado que horas? Indaguei e comentei, mais excitada ainda com o que ele planejava.

—14h! Pontualmente! Respondeu o comedor. Assenti, nos despedimos e desligamos...

Na sexta-feira, marquei para o sábado de manhã uma manicure com Priscila. Iria retocar as unhas das mãos e dos pés, com a cor que meu tesudo roludo supremo gostava: o branco cintilante. Nos cabelos, só um leve relaxamento. Sim, eu queria ficar cada vez mais linda, graciosa e gostosa para aquele homem, até pensei em voltar a malhar para ficar com tudo mais em cima ainda e durinho, para me esbaldar naquele caralhão obeso com mais fome e tesão...

Ainda na sexta, mas já à noite, sequer precisei contar a mentirinha que elaborei para poder me encontrar com meu macho, o corno já estava arrumando sua mochila e avisou que passaria o final de semana na casa de seus pais, e claro que senti o gostinho da mentira em seu aviso. Bobinho, enquanto você faria cócegas na sua piranha com seu palito, eu levaria um trabuco mais grosso que o meu pulso todinho no cu e ainda riria de felicidade.

Lembram que decorei a senha de desbloqueio da tela do celular do galhudo? Então, por enquanto eu não investigaria seu telefone, estava mais ansiosa pelo meu encontro com Rodrigo, mas cheguei a pegar o aparelho apenas para me certificar de que ele não havia mudado o padrão, e felizmente não mudou. Claro, fiz isso enquanto ele dormia como um boizinho...

Como o cornão trabalha no sábado, então iria curtir com a puta depois do expediente, e cheguei a cogitar dormir na casa de Rodrigo, porém, achei muito cedo para essa atitude...

No dia seguinte levantei às 9h. Tomei um café da manhã leve, mas bem nutritivo, depois pus o almoço no fogo e recebi a ligação de Luciene, que estava com minha filha e foi aquela alegria, conversamos, rimos e aliviei um pouco a saudade que sentia de ambas, depois, por volta das 11h30, almocei algo também leve, e tirei uma preguiça na rede até 12h30, e antes de dormir, senti aquele tesão maravilhoso ao me lembrar da deliciosa trepada que tive com Rodrigo nela...

Diante do espelho, precisamente às 13h48, eu conferia se estava linda e sedutora, com uma blusa preta, de mangas médias e duas fendas nos ombros, e um short médio, branco com estampas floridas, uma gargantilha e uma sandália Anabela. Passei meu melhor perfume, retoquei a maquiagem, ajeitei meus cabelos e constatei: estava sim linda e sedutora. Indumentária básica e discreta para me encontrar com meu caralhudo supremo...

13h55. O sol estava forte, mas não mais forte que meu tesão. Toquei a campainha, ansiosa, com o coração disparado de saudade e desejo pelo meu macho, mordendo o lábio inferior e sentindo minha xoxota chorar. Demorou viu, talvez uns 90 segundos; toquei de novo, então, após mais alguns longos segundos, ouvi seus passos, pareciam descalços, o portão se abriu com espaço suficiente para eu passar, porém, não vi Rodrigo, então entrei e o vi... só de toalha, todo ensopado atrás do portão, dando um lindo sorriso sapeca ao me vir entrar.

Eu mesma fechei e tranquei o portão, encarando meu amante, e não contei nem até um, avancei no macho e tasquei-lhe um beijo na boca, ele me abraçou e correspondeu deliciosamente, eu ofegava e grunhia, molhando um pouco minha roupa, mas sem me importar.

—Saudade, saudade, muita saudade de você meu gostoso! Sussurrei, e tirei a toalha dele, em seguida apalpei e segurei sua rolona grossa, e ela despertou em segundos.

—Com saudade é bem mais gostoso! Replicou Rodrigo, que mordiscou meu lábio inferior, o chupou, beijou minha boca e alisou minhas costas por baixo de minha blusa. Pirei...

—Sentiu saudade de mim, sentiu? Sentiu meu tesudo? Perguntei, sussurrando, respirando como uma leoa faminta, faminta por prazer, faminta por aquele macho delicioso.

—Ah... você não imagina como! Disse Rodrigo, apertando minha bunda.

—Qual é a surpresa que você tem para mim? indaguei, massageando seu caralhão bem grosso e petrificado, o qual seu choro de tesão já melava meus dedos.

—Lá no quarto... vem! Disse o macho, me soltando e pegando sua toalha.

—Não quer... brincar um pouquinho? Retruquei, e tirei minha blusa.

—Começar aqui e termos que parar? Assim não tem graça! Retrucou o comedor.

—Malvado! O que custa voc...! Comecei a retrucar, mas Rodrigo veio e calou minha boca com um beijo matador, um ósculo que me deixou mais arrepiada ao sentir seu tesão por mim.

—Para que a pressa minha consagrada? Um corpo maravilhoso como o seu... não merece ser saboreado com afobação, é até grosseiro e você não vai gostar! Rebateu o comedor, com seu indicador sobre meus lábios. Beijei, o segurei e chupei, o encarando.

Rodrigo foi se enxugando até o quarto onde sempre transamos, e ao entrarmos, sua tradicional calça preta já estava sobre a cama, com uma camisa gola polo branca. Ao lado, havia uma espécie de caixa embrulhada em papel presente, com um lindo laço vermelho.

—Esse... é o meu presente? Indaguei, curiosa e excitada. Talvez fosse uma fantasia.

—Um dos. Pode desembrulhar, e se gostar, por favor vista! Respondeu o macho, que pegou sua calça preta e vestiu rapidamente, em seguida a camisa, e por fim, penteou os cabelos.

Desfiz o laço e desembrulhei cuidadosamente o pacote, e de fato vi uma caixa, linda, com detalhes dourados e o nome de uma loja americana. Rompi o lacre cuidadosamente e tirei a tampa, em seguida vi uma indumentária bem formal, mas carregada de erotismo: um óculos meio retangular e sem graus nas lentes, uma camisa branca de mangas compridas, tamanho médio e uma saia curta, com um vinco na barra traseira, na cor preta. Uma roupa linda.

—Você... quer fazer sexo comigo... vestida de evangélica? Indaguei, curiosa.

—Essa é uma fantasia de professora, e... caso não se sinta ofendida ou pense que estou aviltando sua profissão ao pedir que vista essa roupa para termos uma brincadeira sexual gostosa, gostaria de vê-la vestida com ela! Respondeu e explicou meu macho, prudente.

—Aviltando? Jamais! Só... nunca imaginei que... o fato de eu ser uma professora... o deixaria tão excitado assim a ponto de... me fantasiar atuando como uma! Repliquei.

—Você me inspira muitos fetiches, e... esse é um deles, eu adoraria ser seu aluno! Atiçou Rodrigo, alisando minha coxa e a apertando bem gostoso. Olhei para ele, quase vesga e sorri...

—E aluna? Não... tem vontade de me foder vestida de aluna? Instiguei, apalpando seu pauzão já duríssimo e estufando o tecido da calça preta, fomentando um novo fetiche.

—Adoraria, tanto que comprei uma fantasia de estudante! Replicou Rodrigo. Sorri.

A roupa caiu perfeitamente bem em mim, ficou muito sensual, valorizou minhas curvas e realmente me deixou uma professora mais tesuda. Não pus calcinha. Fiz um coque nos cabelos e pus o óculos sem grau e de armações vermelhas, retoquei a maquiagem e calcei uma sandália preta de salto médio, que também acomodou sem problemas meus pezinhos e expunha meus dedos pintados da cor preferida de meu amante. Rodrigo era um homem refinado e muito atencioso, conseguiu minhas numerações de roupas e sapatos sem sequer me perguntar.

Saí do banheiro, onde fiz a chuca e me troquei, e fiquei espantada com o cenário: havia uma lousa branca e média pendurada na parede, com o apelido “Professorinha Fogosa” escrito em letras enormes, um bureau, ou birô, como queiram chamar, que é a mesa onde o professor se senta, com um papel virado, e meu amante sentado numa cadeira comum. Sorri ruborizada.

—Vamos... encenar a situação antes de transar? Indaguei, meio trêmula e rindo.

—Exatamente, serei seu aluno de recuperação! Respondeu Rodrigo, sorrindo sapeca.

—T-Tudo bem... aluno de recuperação! Repliquei, entrando no clima e indo até a mesa, onde vi o papel virado, e quando fiz menção de desvirar, Rodrigo me advertiu e explicou:

—Não desvire o papel agora por favor! Por gentileza, saia do quarto e entre de novo, então, comece nosso teatrinho erótico, anunciando a prova de recuperação que está aí!

—Isso... é uma prova? Uma prova de verdade? Questionei, bestificada.

—Sim, comece, por favor! Respondeu, sorrindo. Assenti, sorrindo e saí do quarto...

—Boa tarde senhor... Rodrigo! Hoje vamos fazer sua prova de recuperação, suas notas estão vergonhosas viu? Anunciei, adentrando a “sala de aula” e indo até a mesa.

—É difícil passar né, e a culpa é sua por eu estar de recuperação! Disse o “aluno”.

—Como é que é? Minha por que? Questionei, fingindo estar ofendida.

—É... com uma professora gostosa assim, é difícil aprender, é... impossível se concentrar na aula! Replicou o macho, que alisou seu pauzão avolumado, e pirei vendo aquilo.

—Não acredito... do que você me chamou? Pensa que sou o que? Me respeite rapaz! Retruquei, fingindo rispidez, mas não consegui conter o riso no final. Rodrigo riu também.

—Eu penso que você é uma delícia de professora e me deixa de pau bem duro com esse rabão delicioso! Olha só como ele está, olha! Rebateu o macho, rindo ao falar. Rimos juntos...

—V-Você... devia me respeitar... vou lhe denunciar por... assédio sexual, seu safado, e... humm... isso tudo... é o seu pau mesmo? É grandão assim? Retruquei e indaguei, toda manhosa e fitando aquele colosso embrulhado sob a calça preta, não aguentamos e rimos alto...

—Pega nele professorinha, sente o tamanho! Disse Rodrigo, e rimos ainda mais...

—Q-Que absurdo é esse? Eu vou te dar um tapa na cara seu devasso! Me respeite, agora faça sua prova, e... tomara que você... tire 10 viu? Tomara! Retruquei, desafiando o comedor, dengosa.

—O que você vai me dar se eu tirar 10? Pediu o macho, sorrindo maliciosamente.

—Duvido você tirar 10, mas se tirar... eu transo com você! Arrematei, instigando.

—Vai ser 10... e você vai me dar esse cuzinho bem gostoso! Disse Rodrigo, e me arrepiei, porque vi o semblante sério dele na resposta. Que macho inacreditável...

—Quero só ver! Desafiei, entregando a mesma. Rodrigo assentiu maliciosamente.

20 minutos contados no relógio, esse foi o tempo gasto pelo comedor para fazer TODA a prova, em seguida ele se levantou, foi até a mesa onde eu estava, me entregou a folha e disse:

—Dentro dessa gaveta tem o gabarito e uma caneta, pode conferir e corrigir!

—É... eu iria perder um tempo calculando para conferir né! Respondi, em seguida abri a gaveta e tirei o gabarito e a caneta azul, depois comecei a conferência, e arregalei os olhos... Rodrigo havia tirado... 10, e TODOS os cálculos estavam no verso da folha.

—E então... prontinha para me dar esse cuzinho delicioso? Indagou o macho, que pôs sua tora obesa para fora, pela braguilha da calça e deu um lindo sorriso vitorioso.

—Prontíssima... meu aluno safado e gostoso! Respondi, e caí de boca no pauzão.

Eu realmente não estava lidando com um homem qualquer. Rodrigo era surpreendente em tudo o que fazia, quis MERECER transar comigo por meio de uma brincadeira aparentemente banal, mas que foi levada à sério por ele. Meu Deus, eu só conseguia ficar mais tesa e louca por aquele macho, que tinha uma inteligência fora do comum no trato comigo...

—Tire a sandália... e me mostre seus pezinhos! Sussurrou o comedor, bombando suave na minha boca, que salivava, bem preenchida por aquela grossura animal.

                Rodrigo segurou minha cabeça e seguiu o vai e vem sutil enquanto eu tirava as sandálias, sem arredar minha boca, o esputo escorria e caía sobre minhas coxas, e após tirar os calçados, exibi meus pés, remexi os dedinhos e ouvi o suspiro de tesão do macho, que seguiu fodendo gostoso minha boca, sem pressa, recuando devagar e empurrando até emperrar, depois tirou, com três pontes espessas de saliva, eu ofegava e o fitava, ele sorriu e me fez mamar de novo.

                —T-Tira... e põe... na minha boca, aaaa! Pedi, doida de tesão, após Rodrigo tirar, com uma densa ponte de saliva, densa mesmo, que melou a blusa e parte do meu queixo e pescoço.

                O comedor tirou sua camisa e a jogou longe, segurou minha cabeça e atendeu meu pedido, meteu suavemente sua tora e eu mantinha a boca aberta, recebendo as estocadas e vertendo mais saliva, uma hora ele meteu até emperrar e forçou, engasguei e o macho recuou até quase tirar e segui mamando, remexendo os lábios e fazendo pressão com os mesmos.

                —Isso... que delícia de boca malvada! Disse Rodrigo, extasiado.

                —Que delícia de pau! Comentei, sorrindo e com o rosto todo babado, chupei mais.

                Subi na mesa e Rodrigo me pôs com as pernas para fora da mesma, as ergueu e apoiou meus pés em seu caralhão, ajustei, ele despejou um lubrificante contido em um frasco médio e besuntou sua tora, então comecei a masturbação com meus pés, já pegando a prática, e ele gemia gostoso, me deixava ainda mais tarada com sua expressão de prazer.

                —Está gostoso meu amor? Gosta dos meus pezinhos no seu pauzão? Instiguei, esfregando os dedinhos na glande e prepúcio, prendendo a tora com as solas e apertando.

                —Você é TODA gostosa... te adoro! Disse Rodrigo, maravilhado.

               —É meu amor? Agradei mesmo você? Indaguei, incrédula, porque aquele macho era diferente, era inigualável, ele sabia me surpreender e aquilo me encantava cada vez mais.

                —É como eu disse: não perco meu tempo com mulher ruim de cama! Retrucou, e sorri.

                Brinquei com a glande do pauzão remexendo os dedos dos meus pés, depois apoiei a sola direita sobre a cabeça, e com a esquerda prendi o membro, então esfreguei, e o macho gemia aflito, segurou meus pés e fez o vai e vem conforme eu remexia os dedinhos, estimulando prepúcio e glande ao mesmo tempo, e o caralhão chorava e chorava deliciosamente.

               Rodrigo arqueou-se e caiu de boca em minha xoxota chorosa, me tremi toda e me empertiguei, vi seus lábios beijando minha vagina lisinha, e a cada movimento deles, pontes finas da minha seiva se formavam, e isso também em sua língua quente, cuja pontinha castigava meu clitóris e arrancava gemidos altos de mim, em seguida ele o puxou com os lábios e chupou.

                AAAAIIII, AAHHHH! Puta que pariu... MACHO GOSTOSO DO CARALHO! Gritei e disse, surtada com o oral dele, dei outro gemido alto e me tremi ao ser penetrada por sua língua.

                O dedo médio e melado do macho penetrou meu cu enquanto ele ainda me chupava, e quase chorei de tesão, toda arrepiada, porque foi covardia ser estimulada em dois lugares daquele jeito. Rodrigo beijava, lambia e dava lambidas em minha xoxota toda enquanto fodia meu rabo com o dedo, repetindo esse ritual várias vezes, então pus meus pezinhos sobre seus ombros e os acarinhei, sua mão esquerda acessou meu seio direito, o apalpou e estimulou o mamilo enquanto eu ainda era chupada e penetrada, e minha libido explodiu.

—Pronta para me dar o prêmio pelo 10 na prova? Indagou Rodrigo, já se preparando.

                —Só vem meu tesudo, sou toda sua, com ou sem 10! Aticei, abrindo minhas pernas e em seguida, meu cu guloso para receber aquele trabuco obeso.

                —O que você vai me dar? Indagou Rodrigo, atiçando.

                —Meu cu! Respondi, tarada e mordi o lábio inferior, e ele deu seu lindo sorriso safado.

                —Repete... o que você vai me dar! Seguiu o macho, instigando.

                —Meu cu, o prêmio pela sua nota 10... é foder meu cu! Respondi, alisando meu cuzinho.

                Ele despejou o lubrificante sobre sua tora e meu cu, e o penetrou com dois dedos, em seguida posicionou a glande menor que o resto, e só deixou deslizar bem gostoso... 

CONTINUA

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             Olá queridos alunos. Finalizando a postagem dupla de hoje, deixo mais uma aventura com meu amante favorito, e preparem-se, pois a postagem de amanhã, trará, além do desfecho dessa aventura, o início do fim do segundo ato. Finalmente, aleluia, até que enfim, então não percam.

            Agradeço de coração aos comentários e emails que recebi de alguns de vocês. Desejo a todos um final de semana maravilhoso, cheio de paz, vida e muita diversão, mas sejam responsáveis e tomem cuidado ao saírem, curtam de maneira consciente. Beijos e gozem litros meus amores.   

Comentários

  1. A melhor professora do mundo.

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  2. Como sempre, maravilhosa…minha professorinha e escritora predileta…BOTO

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