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—Vou sentir tanta saudade dele Luluca! Disse Luciene, chorando... por Celso, abraçada a mim. Ih, ela tinha se apaixonado mesmo pelo irmão pirocudo de Cássio.
Estávamos no quarto, Luciene já
estava arrumada e aguardava a chegada do meu corno, que fez questão de deixa-la
na casa de nossos pais, mesmo à noite, porém, ele disse que dormiria lá com
nossa filha e no dia seguinte iria trabalhar, e acreditei, pois eu já sabia
identificar muito bem suas mentiras só pelo gestual dele, mas isso nem me
importava, eu só sentia muita dó da minha irmãzinha, que soluçava, em prantos
por ter encontrado alguém que a fez feliz, e sabia que seria cruelmente
maltratada não só pela saudade do pauzão, mas também pelos momentos felizes que
teve ao lado de Celso, momentos que estiveram ausentes em seu casamento...
—Calma meu amor, não chore
assim, não fique triste, vocês tiveram momentos únicos não só de prazer sexual,
mas de companheirismo e carinho, e são essas lembranças boas que devem ser
visitadas, mas visitadas com alegria! Falei, a consolando.
—S-Será... que ele... vai se
lembrar... de mim? Indagou Luciene, soluçando e chorando.
—Claro que vai mulher, o Celso é
um homem bom, foi honesto e gostou muito de você também, não fique insegura!
Repliquei. Tadinha, fiquei com tanta dó.
Eu não iria criticar minha irmã,
pois sentia o mesmo por Rodrigo... paixão... e entendia toda aquela atitude como uma carência dolorosa que minha irmã sentiu por anos, e me vi no lugar dela, sabendo perfeitamente cada sensação que ela sentia porque passei pela mesma coisa... e ainda passo...
—Mas ele tem outras Luluca, será que vai me dar atenção? Indagou
Luciene, insegura.
—Vai sim Luciene, deixe de besteira mulher! Não confia no seu taco não?
E outra, o Celso não é o único no mundo, se não der com ele, vai dar com outro,
a gente não pode idealizar a felicidade nas pessoas, e sim em nós mesmos!
Aconselhei, e gargalhei de mim mesma por dentro, porque eu não seguiria aquele
conselho, Rodrigo me deixava exatamente como ela...
—Mas eu gostei muito dele, queria que desse certo, mesmo... a gente
estando longe um do outro. Eu sei que não exigimos fidelidade, ele foi transparente
comigo, assim como eu fui com ele, mas... eu queria algo sólido, mesmo sendo um
caso! Replicou e desabafou Luciene.
—Então chore apenas de saudade, não por medo de perder seu “crush”,
porque se foi tudo resolvido, está tudo bem! Retruquei e comentei, e
finalmente, Luciene se acalmou.
Ouvimos as buzinadas do carro do corno, e encerramos o assunto, Luciene
pegou sua mala e mochila, e como sabíamos que o galhudo mal entraria em casa,
nos abraçamos.
—Já vou Luluca! Olha... resolva a situação do seu casamento, seja livre
pra poder curtir seu caso com o pastor e o Cássio sem preocupações, sem medo,
seja livre... pra ser feliz, pois você merece! Liberte-se como eu me libertei! Avisou
e aconselhou Luciene.
—Obrigada mana, eu vou me libertar sim! Prometo! Respondi, ratificando
meu compromisso, decidida, convicta de uma vez. Luciene assentiu e nos
abraçamos de novo.
—Se cuida Luciana, por favor! Te amo minha irmã! Disse Luciene,
alisando meu rosto.
—Também te amo, e... mande um beijo para minha filhota! Respondi, já
chorando. Luciene assentiu e também chorou, em seguida demos nosso abraço de
despedida. O corno buzinou de novo, apressado, então fui com ela até o portão,
e depois, eles partiram...
Peguei meu celular, e sem contar pipocas, liguei para Rodrigo, ainda chorosa,
queria ouvir a voz dele, saber se ainda era desejada por ele. Senti saudades. Três
toques e ele atendeu:
—Boa noite minha linda e adorável Luciana! Tudo bem com você minha
consagrada?
—Ouvir sua voz... era tudo o que eu... precisava hoje! Respondi,
chorando.
—O que houve minha querida? Por que está chorando? Indagou Rodrigo,
preocupado.
—É... a minha irmã... ela... já foi embora e... vou sentir muita saudade
dela! Respondi, chorando, mas aquele choro também era de saudade do meu amante
número um.
—Acalme-se, não chore, a saudade dói, mas as boas lembranças nos
confortam; vocês tiveram momentos felizes juntas, aproveitaram, reforçaram seus
laços de sangue e de uma amizade indissolúvel, e essa união tem de ser
celebrada com mais alegria, e não com lágrimas, tudo bem minha consagrada? Anime-se!
Aconselhou o comedor, com a voz serena e paciente.
—Está bem... obrigada, me sinto melhor só de ouvir suas palavras, e...
estou com saudades de você... apareça na padaria amanhã... para a gente se ver
um pouquinho! Respondi e pedi, com a voz manhosa e ainda meio chorosa, com a
xoxota pulsando e chorando de tesão.
—Oh minha linda, lamento muito, mas estou na casa dos meus sogros com
meu filho mais novo, e só estarei de volta amanhã à tarde! Disse Rodrigo,
penalizado.
—Posso ir na sua casa amanhã à tarde? Pedi, porque não aguentava de saudade.
—Não seria melhor... no sábado? Eu estaria mais relaxado! Propôs
Rodrigo, sapeca.
—P-Pode ser... mas que horas? O dia todo, igual da outra vez? O que
você quer fazer? Fala, fala para mim! indaguei e aticei, já no sofá, de
shortinho arriado e alisando minha xoxota.
—Basicamente... é surpresa, e não posso dar mais detalhes aqui. Ah... e
também preciso lhe dar uns presentes que trouxe dos Estados Unidos e não tive
oportunidade de entregar, então... podemos nos ver sábado à tarde! Respondeu.
—Surpresa? Humm, só para me deixar curiosa... mas tudo bem, então está
combinado: sábado que horas? Indaguei e comentei, mais excitada ainda com o que
ele planejava.
—14h! Pontualmente! Respondeu o comedor. Assenti, nos despedimos e
desligamos...
Na sexta-feira, marquei para o sábado de manhã uma manicure com
Priscila. Iria retocar as unhas das mãos e dos pés, com a cor que meu tesudo
roludo supremo gostava: o branco cintilante. Nos cabelos, só um leve
relaxamento. Sim, eu queria ficar cada vez mais linda, graciosa e gostosa para
aquele homem, até pensei em voltar a malhar para ficar com tudo mais em cima
ainda e durinho, para me esbaldar naquele caralhão obeso com mais fome e tesão...
Ainda na sexta, mas já à noite, sequer precisei contar a mentirinha que
elaborei para poder me encontrar com meu macho, o corno já estava arrumando sua
mochila e avisou que passaria o final de semana na casa de seus pais, e claro
que senti o gostinho da mentira em seu aviso. Bobinho, enquanto você faria
cócegas na sua piranha com seu palito, eu levaria um trabuco mais grosso que o
meu pulso todinho no cu e ainda riria de felicidade.
Lembram que decorei a senha de desbloqueio da tela do celular do
galhudo? Então, por enquanto eu não investigaria seu telefone, estava mais
ansiosa pelo meu encontro com Rodrigo, mas cheguei a pegar o aparelho apenas
para me certificar de que ele não havia mudado o padrão, e felizmente não
mudou. Claro, fiz isso enquanto ele dormia como um boizinho...
Como o cornão trabalha no sábado, então iria curtir com a puta depois
do expediente, e cheguei a cogitar dormir na casa de Rodrigo, porém, achei
muito cedo para essa atitude...
No dia seguinte levantei às 9h. Tomei um café da manhã leve, mas bem
nutritivo, depois pus o almoço no fogo e recebi a ligação de Luciene, que
estava com minha filha e foi aquela alegria, conversamos, rimos e aliviei um
pouco a saudade que sentia de ambas, depois, por volta das 11h30, almocei algo
também leve, e tirei uma preguiça na rede até 12h30, e antes de dormir, senti
aquele tesão maravilhoso ao me lembrar da deliciosa trepada que tive com
Rodrigo nela...
Diante do espelho, precisamente às 13h48, eu conferia se estava linda e
sedutora, com uma blusa preta, de mangas médias e duas fendas nos ombros, e um
short médio, branco com estampas floridas, uma gargantilha e uma sandália
Anabela. Passei meu melhor perfume, retoquei a maquiagem, ajeitei meus cabelos
e constatei: estava sim linda e sedutora. Indumentária básica e discreta para
me encontrar com meu caralhudo supremo...
13h55. O sol estava forte, mas não mais forte que meu tesão. Toquei a
campainha, ansiosa, com o coração disparado de saudade e desejo pelo meu macho,
mordendo o lábio inferior e sentindo minha xoxota chorar. Demorou viu, talvez uns
90 segundos; toquei de novo, então, após mais alguns longos segundos, ouvi seus
passos, pareciam descalços, o portão se abriu com espaço suficiente para eu
passar, porém, não vi Rodrigo, então entrei e o vi... só de toalha, todo
ensopado atrás do portão, dando um lindo sorriso sapeca ao me vir entrar.
Eu mesma fechei e tranquei o portão, encarando meu amante, e não contei
nem até um, avancei no macho e tasquei-lhe um beijo na boca, ele me abraçou e
correspondeu deliciosamente, eu ofegava e grunhia, molhando um pouco minha
roupa, mas sem me importar.
—Saudade, saudade, muita saudade de você meu gostoso! Sussurrei, e
tirei a toalha dele, em seguida apalpei e segurei sua rolona grossa, e ela
despertou em segundos.
—Com saudade é bem mais gostoso! Replicou Rodrigo, que mordiscou meu
lábio inferior, o chupou, beijou minha boca e alisou minhas costas por baixo de
minha blusa. Pirei...
—Sentiu saudade de mim, sentiu? Sentiu meu tesudo? Perguntei,
sussurrando, respirando como uma leoa faminta, faminta por prazer, faminta por
aquele macho delicioso.
—Ah... você não imagina como! Disse Rodrigo, apertando minha bunda.
—Qual é a surpresa que você tem para mim? indaguei, massageando seu
caralhão bem grosso e petrificado, o qual seu choro de tesão já melava meus
dedos.
—Lá no quarto... vem! Disse o macho, me soltando e pegando sua toalha.
—Não quer... brincar um pouquinho? Retruquei, e tirei minha blusa.
—Começar aqui e termos que parar? Assim não tem graça! Retrucou o
comedor.
—Malvado! O que custa voc...! Comecei a retrucar, mas Rodrigo veio e calou
minha boca com um beijo matador, um ósculo que me deixou mais arrepiada ao
sentir seu tesão por mim.
—Para que a pressa minha consagrada? Um corpo maravilhoso como o seu...
não merece ser saboreado com afobação, é até grosseiro e você não vai gostar!
Rebateu o comedor, com seu indicador sobre meus lábios. Beijei, o segurei e
chupei, o encarando.
Rodrigo foi se enxugando até o quarto onde sempre transamos, e ao
entrarmos, sua tradicional calça preta já estava sobre a cama, com uma camisa
gola polo branca. Ao lado, havia uma espécie de caixa embrulhada em papel
presente, com um lindo laço vermelho.
—Esse... é o meu presente? Indaguei, curiosa e excitada. Talvez fosse
uma fantasia.
—Um dos. Pode desembrulhar, e se gostar, por favor vista! Respondeu o
macho, que pegou sua calça preta e vestiu rapidamente, em seguida a camisa, e
por fim, penteou os cabelos.
Desfiz o laço e desembrulhei cuidadosamente o pacote, e de fato vi uma
caixa, linda, com detalhes dourados e o nome de uma loja americana. Rompi o
lacre cuidadosamente e tirei a tampa, em seguida vi uma indumentária bem
formal, mas carregada de erotismo: um óculos meio retangular e sem graus nas
lentes, uma camisa branca de mangas compridas, tamanho médio e uma saia curta,
com um vinco na barra traseira, na cor preta. Uma roupa linda.
—Você... quer fazer sexo comigo... vestida de evangélica? Indaguei,
curiosa.
—Essa é uma fantasia de professora, e... caso não se sinta ofendida ou pense
que estou aviltando sua profissão ao pedir que vista essa roupa para termos uma
brincadeira sexual gostosa, gostaria de vê-la vestida com ela! Respondeu e
explicou meu macho, prudente.
—Aviltando? Jamais! Só... nunca imaginei que... o fato de eu ser uma
professora... o deixaria tão excitado assim a ponto de... me fantasiar atuando como
uma! Repliquei.
—Você me inspira muitos fetiches, e... esse é um deles, eu adoraria ser
seu aluno! Atiçou Rodrigo, alisando minha coxa e a apertando bem gostoso. Olhei
para ele, quase vesga e sorri...
—E aluna? Não... tem vontade de me foder vestida de aluna? Instiguei,
apalpando seu pauzão já duríssimo e estufando o tecido da calça preta, fomentando
um novo fetiche.
—Adoraria, tanto que comprei uma fantasia de estudante! Replicou
Rodrigo. Sorri.
A roupa caiu perfeitamente bem em mim, ficou muito sensual, valorizou
minhas curvas e realmente me deixou uma professora mais tesuda. Não pus
calcinha. Fiz um coque nos cabelos e pus o óculos sem grau e de armações
vermelhas, retoquei a maquiagem e calcei uma sandália preta de salto médio, que
também acomodou sem problemas meus pezinhos e expunha meus dedos pintados da
cor preferida de meu amante. Rodrigo era um homem refinado e muito atencioso,
conseguiu minhas numerações de roupas e sapatos sem sequer me perguntar.
Saí do banheiro, onde fiz a chuca e me troquei, e fiquei espantada com
o cenário: havia uma lousa branca e média pendurada na parede, com o apelido
“Professorinha Fogosa” escrito em letras enormes, um bureau, ou birô, como
queiram chamar, que é a mesa onde o professor se senta, com um papel virado, e
meu amante sentado numa cadeira comum. Sorri ruborizada.
—Vamos... encenar a situação antes de transar? Indaguei, meio trêmula e
rindo.
—Exatamente, serei seu aluno de recuperação! Respondeu Rodrigo,
sorrindo sapeca.
—T-Tudo bem... aluno de recuperação! Repliquei, entrando no clima e
indo até a mesa, onde vi o papel virado, e quando fiz menção de desvirar,
Rodrigo me advertiu e explicou:
—Não desvire o papel agora por favor! Por gentileza, saia do quarto e
entre de novo, então, comece nosso teatrinho erótico, anunciando a prova de
recuperação que está aí!
—Isso... é uma prova? Uma prova de verdade? Questionei, bestificada.
—Sim, comece, por favor! Respondeu, sorrindo. Assenti, sorrindo e saí
do quarto...
—Boa tarde senhor... Rodrigo! Hoje vamos fazer sua prova de
recuperação, suas notas estão vergonhosas viu? Anunciei, adentrando a “sala de
aula” e indo até a mesa.
—É difícil passar né, e a culpa é sua por eu estar de recuperação!
Disse o “aluno”.
—Como é que é? Minha por que? Questionei, fingindo estar ofendida.
—É... com uma professora gostosa assim, é difícil aprender, é...
impossível se concentrar na aula! Replicou o macho, que alisou seu pauzão
avolumado, e pirei vendo aquilo.
—Não acredito... do que você me chamou? Pensa que sou o que? Me
respeite rapaz! Retruquei, fingindo rispidez, mas não consegui conter o riso no
final. Rodrigo riu também.
—Eu penso que você é uma delícia de professora e me deixa de pau bem
duro com esse rabão delicioso! Olha só como ele está, olha! Rebateu o macho, rindo
ao falar. Rimos juntos...
—V-Você... devia me respeitar... vou lhe denunciar por... assédio sexual,
seu safado, e... humm... isso tudo... é o seu pau mesmo? É grandão assim?
Retruquei e indaguei, toda manhosa e fitando aquele colosso embrulhado sob a
calça preta, não aguentamos e rimos alto...
—Pega nele professorinha, sente o tamanho! Disse Rodrigo, e rimos ainda
mais...
—Q-Que absurdo é esse? Eu vou te dar um tapa na cara seu devasso! Me
respeite, agora faça sua prova, e... tomara que você... tire 10 viu? Tomara! Retruquei,
desafiando o comedor, dengosa.
—O que você vai me dar se eu tirar 10? Pediu o macho, sorrindo
maliciosamente.
—Duvido você tirar 10, mas se tirar... eu transo com você! Arrematei,
instigando.
—Vai ser 10... e você vai me dar esse cuzinho bem gostoso! Disse
Rodrigo, e me arrepiei, porque vi o semblante sério dele na resposta. Que macho
inacreditável...
—Quero só ver! Desafiei, entregando a mesma. Rodrigo assentiu
maliciosamente.
20 minutos contados no relógio, esse foi o tempo gasto pelo comedor
para fazer TODA a prova, em seguida ele se levantou, foi até a mesa onde eu
estava, me entregou a folha e disse:
—Dentro dessa gaveta tem o gabarito e uma caneta, pode conferir e
corrigir!
—É... eu iria perder um tempo calculando para conferir né! Respondi, em
seguida abri a gaveta e tirei o gabarito e a caneta azul, depois comecei a
conferência, e arregalei os olhos... Rodrigo havia tirado... 10, e TODOS os
cálculos estavam no verso da folha.
—E então... prontinha para me dar esse cuzinho delicioso? Indagou o
macho, que pôs sua tora obesa para fora, pela braguilha da calça e deu um lindo
sorriso vitorioso.
—Prontíssima... meu aluno safado e gostoso! Respondi, e caí de boca no
pauzão.
Eu realmente não estava lidando com um homem qualquer. Rodrigo era
surpreendente em tudo o que fazia, quis MERECER transar comigo por meio de uma
brincadeira aparentemente banal, mas que foi levada à sério por ele. Meu Deus,
eu só conseguia ficar mais tesa e louca por aquele macho, que tinha uma
inteligência fora do comum no trato comigo...
—Tire a sandália... e me mostre seus pezinhos! Sussurrou o comedor,
bombando suave na minha boca, que salivava, bem preenchida por aquela grossura
animal.
Rodrigo segurou minha cabeça e
seguiu o vai e vem sutil enquanto eu tirava as sandálias, sem arredar minha
boca, o esputo escorria e caía sobre minhas coxas, e após tirar os calçados,
exibi meus pés, remexi os dedinhos e ouvi o suspiro de tesão do macho, que
seguiu fodendo gostoso minha boca, sem pressa, recuando devagar e empurrando
até emperrar, depois tirou, com três pontes espessas de saliva, eu ofegava e o
fitava, ele sorriu e me fez mamar de novo.
—T-Tira... e põe... na minha
boca, aaaa! Pedi, doida de tesão, após Rodrigo tirar, com uma densa ponte de
saliva, densa mesmo, que melou a blusa e parte do meu queixo e pescoço.
O comedor tirou sua camisa e a
jogou longe, segurou minha cabeça e atendeu meu pedido, meteu suavemente sua
tora e eu mantinha a boca aberta, recebendo as estocadas e vertendo mais
saliva, uma hora ele meteu até emperrar e forçou, engasguei e o macho recuou
até quase tirar e segui mamando, remexendo os lábios e fazendo pressão com os
mesmos.
—Isso... que delícia de boca
malvada! Disse Rodrigo, extasiado.
—Que delícia de pau! Comentei, sorrindo e com o rosto todo babado, chupei mais.
Subi na mesa e Rodrigo me pôs
com as pernas para fora da mesma, as ergueu e apoiou meus pés em seu caralhão,
ajustei, ele despejou um lubrificante contido em um frasco médio e besuntou sua
tora, então comecei a masturbação com meus pés, já pegando a prática, e ele
gemia gostoso, me deixava ainda mais tarada com sua expressão de prazer.
—Está gostoso meu amor? Gosta
dos meus pezinhos no seu pauzão? Instiguei, esfregando os dedinhos na glande e
prepúcio, prendendo a tora com as solas e apertando.
—Você é TODA gostosa... te
adoro! Disse Rodrigo, maravilhado.
—É meu amor? Agradei mesmo você?
Indaguei, incrédula, porque aquele macho era diferente, era inigualável, ele
sabia me surpreender e aquilo me encantava cada vez mais.
—É como eu disse: não perco meu
tempo com mulher ruim de cama! Retrucou, e sorri.
Brinquei com a glande do pauzão
remexendo os dedos dos meus pés, depois apoiei a sola direita sobre a cabeça, e
com a esquerda prendi o membro, então esfreguei, e o macho gemia aflito,
segurou meus pés e fez o vai e vem conforme eu remexia os dedinhos, estimulando
prepúcio e glande ao mesmo tempo, e o caralhão chorava e chorava
deliciosamente.
Rodrigo arqueou-se e caiu de
boca em minha xoxota chorosa, me tremi toda e me empertiguei, vi seus lábios
beijando minha vagina lisinha, e a cada movimento deles, pontes finas da minha
seiva se formavam, e isso também em sua língua quente, cuja pontinha castigava
meu clitóris e arrancava gemidos altos de mim, em seguida ele o puxou com os
lábios e chupou.
—AAAAIIII, AAHHHH! Puta que
pariu... MACHO GOSTOSO DO CARALHO! Gritei e disse, surtada com o oral dele, dei
outro gemido alto e me tremi ao ser penetrada por sua língua.
O dedo médio e melado do macho
penetrou meu cu enquanto ele ainda me chupava, e quase chorei de tesão, toda
arrepiada, porque foi covardia ser estimulada em dois lugares daquele jeito.
Rodrigo beijava, lambia e dava lambidas em minha xoxota toda enquanto fodia meu
rabo com o dedo, repetindo esse ritual várias vezes, então pus meus pezinhos
sobre seus ombros e os acarinhei, sua mão esquerda acessou meu seio direito, o
apalpou e estimulou o mamilo enquanto eu ainda era chupada e penetrada, e minha
libido explodiu.
—Pronta para me dar o prêmio pelo 10 na prova? Indagou Rodrigo, já se
preparando.
—Só vem meu tesudo, sou toda
sua, com ou sem 10! Aticei, abrindo minhas pernas e em seguida, meu cu guloso
para receber aquele trabuco obeso.
—O que você vai me dar? Indagou
Rodrigo, atiçando.
—Meu cu! Respondi, tarada e
mordi o lábio inferior, e ele deu seu lindo sorriso safado.
—Repete... o que você vai me dar! Seguiu o macho, instigando.
—Meu cu, o prêmio pela sua nota 10... é foder meu cu! Respondi, alisando meu cuzinho.
Ele despejou o lubrificante sobre sua tora e meu cu, e o penetrou com dois dedos, em seguida posicionou a glande menor que o resto, e só deixou deslizar bem gostoso...
CONTINUA
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Olá queridos alunos. Finalizando a postagem dupla de hoje, deixo mais uma aventura com meu amante favorito, e preparem-se, pois a postagem de amanhã, trará, além do desfecho dessa aventura, o início do fim do segundo ato. Finalmente, aleluia, até que enfim, então não percam.
Agradeço de coração aos comentários e emails que recebi de alguns de vocês. Desejo a todos um final de semana maravilhoso, cheio de paz, vida e muita diversão, mas sejam responsáveis e tomem cuidado ao saírem, curtam de maneira consciente. Beijos e gozem litros meus amores.
Anal
Corno
Dotado
Drama
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Heterossexual
Oral
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Segundo Ato
Traição
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Comentários

A melhor professora do mundo.
ResponderExcluirComo sempre, maravilhosa…minha professorinha e escritora predileta…BOTO
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