074 - DESAFIO ERÓTICO 3 - NOTA 10 = ANAL - FINAL (.P.E.)

                 


                —Aaahh... humm... delícia, ai meu cuzinho... aahhh, aaahhh, assim meu amor, suave... suave... isso! Gemi e sussurrei, sentindo tremores nas pernas ao ter meu cu invadido suavemente pelo caralhão bem grosso de Rodrigo, que dedilhava gostoso minha xoxota melada.

                —Cuzinho delicioso, isso professorinha... abre mais esse cu para o seu macho te foder do jeito que você merece! Replicou Rodrigo com absoluta propriedade sobre mim. Pirei.

                —Gosta de foder o meu cu? Gosta meu macho? Indaguei, atiçando e com os dedos dos pés encolhidos, toda arrepiada, vendo metade daquela tora bem larga me deflorar gostoso.

                —Adoro... adoro meter nesse cuzinho guloso! Disse Rodrigo, segurando e massageando minhas ancas, recuando até quase tirar e metendo até onde meteu, sem pressa, contemplando seu membro absurdamente grosso arrombar deliciosamente meu cu, do jeito que eu mereço.

                Rodrigo puxou meu corpo mais para fora da mesa, ergueu e abriu mais minhas pernas, arqueou-se um pouco para a frente e envolveu meus seios com suas mãos e começou uma deliciosa e matadora carícia, então seguiu me currando, ouvindo meus gemidos altos de tesão e paixão, socando ainda suave, segurei minhas pernas abertas e elevadas, e imergi, o meu macho socou mais, deu uma paradinha e depois bombou devagarinho, alisando e estimulando meus seios de mamilos mais rijos que o aço, recuou até quase tirar e foi de novo até onde meteu, repetindo isso várias vezes, e minhas pernas tremiam sem parar, a buceta pulsava e vertia seiva.

                Vi estrelas coloridas e um céu com nuvens de algodão quando senti o talo do colosso de Rodrigo no meu cu. Mordi o lábio inferior com força e ofeguei, arrepiada e trêmula, ele deu estocadas mais suaves, recuando quase nada e indo, depois parou e alisou meu clitóris com a cabeça do polegar, bem sutil, desceu e passou indicador e médio na minha xoxota, a qual parecia uma ferida aberta, de tanto mel que expelia, olhei para ele gemi aflita de tesão ainda ao vê-lo sorver minha seiva, tirar mais e seguir sorvendo, me encarando de forma sedutora.

                Rodrigo deu três bombadas incisivas, parou, deu mais três suaves e seguiu num ritmo mais intenso, mas ainda assim, carinhoso, sempre alisando meu corpo, meus seios e xoxota, afim de me deixar bem relaxada e propensa a suas investidas, depois segurou meus tornozelos, ergueu mais minhas pernas, tirou, pincelou em minha buceta, meteu só a glande e pirei, em seguida trocou, deu batidinhas no meu cu já arregaçado, meteu e tirou a cabeça, depois socou de uma vez até o talo, e dei aquele berro choroso, arfando e me arrepiando toda de tesão.

                A mesa era grande, de madeira maciça, mas não muito larga, porém nos cabia, então Rodrigo subiu na mesma e deitou-se, e me orientou a fazermos um 69. Atochei minha xoxota na cara do comedor e caí de boca em sua tora grossa, e realmente Ayla tinha razão quando disse que A.T.M. viciava, porque eu amava chupar aquele pauzão assim que saía do meu cu.

                Tive de tirar o cacetão da boca para gemer alto e grunhir, porque a chupada do macho era avassaladora. Apertei o caralhão, grunhindo e rebolando ao sentir a língua e os lábios do comedor em minha xoxota cada vez mais melada, e fiz o vai e vem, masturbei a tora encostada ao meu rosto, a beijando e lambendo, acarinhando as bolas e em seguida abocanhei, tentando controlar a vontade de gozar na boca do meu amante supremo.

                —Aaahhh... assim eu vou gozar...  malvado! Falei, manhosa e toda arrepiada.

                —Então goza bem gostoso na minha boca! Retrucou Rodrigo, que deu aquela caprichada matadora no oral, um beijo de língua devasso em minha vagina, a penetrou com seu órgão do paladar e massageou minhas nádegas, depois estimulou o clitóris... e aí não deu outra...

                Prendi o caralhão de Rodrigo com a boca e quase o mordi, grunhindo e me tremendo toda, sentindo arrepios pelo corpo, e mamei até engasgar, rebolando e arfando como uma fera furiosa, depois tirei o pauzão, com espessas pontes de saliva e berrei meu prazer, me contorcendo e ainda sendo chupada pelo macho, que sorvia o néctar vertente de minha vagina.

                —Aaaaiiii... caralho, caralho, caralho... que delícia, gostoso! Sussurrei, surtada sob o efeito do clímax.  Masturbei a tora e abocanhei de novo, indo até onde pude e engasgando.

                Tossi saliva, com a boca emperrada no caralhão, mas não arredei, tentei ir mais, chegar ao menos à metade, então desci, já escorrendo lágrimas, e quase alcancei o meio, mas asfixiei, então recuei e tirei, ofegante, com duas pontes bem densas de esputo que caíram sobre a calça do comedor, bestuntei o caralhão, masturbei e abocanhei de novo, mamando faminta e retribuindo o delicioso prazer que recebi daquele homem, meneei a cabeça e atolei o que pude de novo, grunhindo e gemendo, respirando ruidosamente, depois tirei e cuspi na tora.

                Me acocorei de frente para Rodrigo, segurei carinhosamente aquele trabuco bem grosso e rocei a cabeça menor que o resto na entrada do meu cu, só instigando e trocando olhares tarados com meu macho, mordendo o lábio inferior, quicando devagarinho, ameaçando meter, então meti, só a cabeça, e gemi gostoso, ainda segurando a rolona, e cavalguei só na maciota, tirando e pondo gostoso no meu cu, depois sentei, metendo pouco mais que a glande, e tirei.

                —Humm... professorinha malvada! Comentou Rodrigo, atiçando.

              —Sou, sou bem malvadinha, e você adora minha malvadeza né? Rebati, instigando, esfregando a glande na entrada do meu cu e rebolando gostoso, fazendo o macho pirar.

                —Você entendeu direitinho... o que é ser minha amante! Rebateu Rodrigo, me fitando com um sorriso malicioso e sedutor. Mordi o lábio inferior e devolvi:

                —Ah... e como entendi, e amei entender! Dito isso, sentei devagar, sentindo a grossura animal daquele pênis alargar e alargar meu cu. Gemi alto, minhas pernas tremeram, soltei a picona e a deixei deslizar todinha... até o talo, apoiei as mãos no tórax do comedor e...

                Quiquei com vontade, mas não com voracidade, apenas subindo até quase tirar e descendo até o talo, onde rebolava e dava três quicadas rápidas, gemendo ofegante e tentando controlar o tremor nas pernas com aquele calibre absurdo atochado no cu, então retomei a gangorra, repetindo todo o processo, uma hora sentei com a tora atolada e parei, gemendo ofegante, sentindo meu cu cada vez mais alargado, rebolei suavemente, subi um pouquinho só e desci forte, o comedor gemeu gostoso, o fitei e o mesmo assentiu. Nossos olhares tarados nos arrepiavam, e nossas respirações fortes se abraçavam...

                —Maltrata... pula com vontade! Sussurrou Rodrigo, e abri aquele sorriso feliz.

                Subi até quase tirar, e quiquei com a glande e mais um pouco no meu cu, mas suave, estimulando o prepúcio e rebolando safada, ouvindo os gemidos do macho. Eu estava amando aquele anal sem pressa, amando desfrutar cada centímetro de comprimento e circunferência me arregaçando, amando... transar com aquele homem. Nunca me senti tão tarada assim, tão absurdamente tarada por um macho, sequer sabia... que tinha essa tara toda...

                Quiquei forte, “plaft, plaft” anal nervoso, destroçando meu cuzinho faminto a cada sobe e desce, gemendo aflita e ofegando de tesão, Rodrigo estapeou minhas nádegas, as segurei e abri bem, pulando com a vontade desejada pelo comedor, em seguida soltei, arrebitei bem meu rabão faminto e continuei a gangorra, sempre subindo até quase tirar e descendo até o talo.

                —Isso, isso, isso... que pauzão delicioso, hmmm... arromba meu cu bem gostoso, meu pauzudo supremo! Sussurrei, em transe, rebolando conforme quicava na tora do macho.

                Após um tempo, descemos da mesa. Rodrigo me ajoelhou e socou sua tora grossa na minha boca, e mamei devota, com a cabeça bem recuada, só recebendo as bombadas suaves, que quase me faziam engasgar. Ele tirou, mantive a boca aberta, vertendo saliva, depois enfiou de novo e bombou gostoso até onde pôde, ofegante, respirando furioso de tesão e um desejo cada vez mais crescente, assim como o meu, depois me levantou e virou-me de costas, com a bunda bem empinada, as pernas juntas e as mãos apoiadas na mesa.

                —Onde você quer levar rola agora? Fala sua safada! Indagou e instigou Rodrigo, que deu um bofete de mão cheia no meu rabão. Aquele bofete que o macho dá e dói bem gostoso.

                —Aaahhh... malvadinho! Quero no cu, é claro! Respondi, sorrindo sapeca.

                Rodrigo segurou minhas ancas e empurrou sua rolona espessa, invadindo deliciosamente meu cu, e gemi aflita, com as pernas trêmulas. Aquilo sempre iria acontecer, era inevitável, e eu amava padecer diante de um pauzudo daquela forma, eu me sentia muito poderosa ao sentir o tesão daquele macho me possuindo. Quanto mais ardia e doía, mas tesão de dar o cu para ele eu tinha, então rebolei gostoso, e ele foi gostoso, socando quase tudo, dando um leve tranco, recuando e retomando, delirando junto comigo.

                O talo do cacetão foi sentido por mim de novo, e dei aquele gemido choroso, em seguida um tapão na mesa e ofeguei, grunhindo e encolhendo a bunda, mas o comedor sabia me dominar, segurou minhas nádegas, as apertou com uma posse inquestionável e arrebitou meu rabo de novo, então castigou, cessou as sutilezas e me fez berrar desesperada de dor e tesão.

                —Isso minha tesuda... grita bem gostoso, chora na rola do seu macho! Disse Rodrigo, que soltou minhas nádegas, deu outro bofete, segurou minhas ancas meio por baixo e embalou.

                Eu mal conseguia falar direito, só gemia alto e gritava, chorosa e manhosa. As estocadas de Rodrigo agora eram ferozes, e eu me apoiava na mesa para não cair, de tanto que minhas pernas bambeavam. Fui pega de jeito pelo comedor, a respiração ruidosa dele e seu toque seguro, davam o tom de que meu cu não seria perdoado, mas quem disse que eu queria perdão? 

                Aquele macho me completava no sexo, me fodia do jeito que eu merecia, me dominava do jeito que eu queria, e a constatação veio quando ele desfez o coque de meu cabelo, pegou uma boa quantidade do mesmo e os puxou junto com minha cabeça para trás, aí eu pirei...

                VAI RODRIGO! ACABA COMIGO MEU MACHO, ME FODE! Berrei, surtada de tesão, babando e respirando como uma fera descontrolada, mas sob o controle do meu amante.

                —Abre... abre esse rabo, abre esse rabo para o seu macho! Safada, safada! Onde você gosta de levar rola hein? Fala, fala, onde você merece pica? Ordenou e instigou Rodrigo, tão surtado de tesão quanto eu, metendo com vontade, “plaft, plaft” anal furioso.

                —N-No... c-cu, no cu! No cu meu gostoso! Vai... mete, mete, mete, mata tua fome meu macho! Respondi, gaga e abrindo o rabo para meu comedor supremo.

                Quase desmaiei ao sentir o tranco violento de Rodrigo. A voz faltou por uns segundos, mas o grito saiu depois, já meio rouco; ele parou, com sua respiração controlada, e eu, buscava o ar, me tremia toda, me arrepiava e grunhia chorosa, então rebolei suavemente, o comedor poderoso da calça preta foi com suavidade de novo, vai e vem gentil, dando um leve solavanco e pressionando meu cu, como se quisesse me invadir por inteiro, e gemi alto.

                Fui abraçada por trás, e suas mãos envolveram meus seios, sua boca começou a beijar meu pescoço, e delirei, gemi mais, grunhi mais e segui rebolando, na mesma suavidade de suas investidas, o vai, quase tirava, o vem, atolava, meu cu... arrombava, e eu... só delirava...

                Rodrigo saiu do meu cu, me abaixei e caí de boca em sua tora vermelha de tanto me foder, mas acabei me ajoelhando, pois as pernas tremiam, porém, não esmoreci, mamei com vontade, ele tirou minha mão de sua tora, ergueu e segurou minha cabeça e bombou gostoso em minha boca, como se ela fosse uma xoxota, dando suaves trancos que me faziam verter saliva e engasgar, depois manteve só um pouco depois da glande e ali torturei gostoso, remexendo meus lábios e língua, estimulando o prepúcio, depois tirei, apertei bem abaixo da cabeça e a lágrima de tesão do macho veio profusa, lambi, sorvi e abocanhei até engasgar.

                —Tudo bem? Indagou Rodrigo, alisando meu rosto e percebendo minha respiração bem ruidosa, mas não cansada. O macho mal suou. Apenas assenti com a cabeça e sorri, feliz, com a saliva escorrendo, fui erguida do chão recebi aquele beijo de língua delicioso.

                —S-Sim... t-tudo, tudo... bem! Respondi, gaga, o abracei e ele me abraçou.

                —Se não aguentar a gente para! Comentou o macho, beijando minha cabeça molhada.

                —Não me subestime... meu comedor tesudo! Retruquei, em seguida o empurrei de leve, subi na cama e fiquei de quatro, com meu rabão arregaçado bem empinado. —Vem... seu prêmio ainda está valendo... meu aluno safado, gostoso! Completei, instigando. Rodrigo sorriu.

                —Quer mais rola no cu, quer? Indagou Rodrigo, despejando mais lubrificante sobre minha bunda, sua rolona grossa e o espalhando. Rebolei bem sapeca e respondi, atiçando:

                —Quero sim... meu cuzinho ainda tem fome!

                —O que a professorinha merece? Retrucou o macho, estapeando meu rabão. Pirei...

                —Levar seu pauzão no cu... todinho no cu! Respondi, cacei e peguei a tora do macho.

                —Isso, põe no seu cuzinho, Professorinha Fogosa! Replicou Rodrigo, tarado.

                —Amei esse apelido sabia? Repliquei, esfregando a glande daquele colosso na entrada do meu cu, rebolando e fazendo o vai e vem, ameaçando meter, então meti e gemi gostoso.

                Quem segura uma mulher com tesão anal? Só um comedor supremo como Rodrigo. E quem segura um comedor supremo com ele? Euzinha é claro... e eu fazia isso com muito prazer e devoção.

                Fiz o vai e vem suave com minha bunda, controlando o deslizamento do caralhão do pastor devasso, e ele gemia gostoso, pois eu bombava e punhetava suavemente, amando, simplesmente amando aquela grossura descomunal de pica entre meus dedos, e quanto mais eu sentia a espessura do cacetão dele, mais pirada ficava, então fui recuando e fazendo a rolona entrar mais, mais, até que soltei ao sentir o talo, dei aquele gemido gostoso e rebolei.

                O controle da foda era meu, o comedor ficou parado, gemendo gostoso ao sentir seu caralhão ser devorado pelo meu cu guloso, e eu rebolava com vontade mesmo, imersa, cada vez mais tarada por ele. Para frente e para trás, para baixo e para cima, esses eram meus movimentos de quadril, totalmente tesa, gemendo e ofegando, sentindo minha buceta pingar sua seiva e escapar para entre minhas coxas. Rodrigo deu outro bofete forte no meu rabo.

                Rodrigo abriu mais minhas pernas, segurou minhas ancas e reassumiu o comando do linchamento anal, socava com um tesão maior, “plaft, plaft” apaixonado, nervoso e furioso, que me fazia gritar, berrar e gemer a plenos pulmões, quase rouca, balançando minhas pernas trêmulas, encolhendo os dedos dos pés e os esticando conforme recebia os solavancos.

                —Morena gostosa do caralho, vai, REBOLA! Disse e ordenou Rodrigo, surtado, embalado de tesão, e obedeci, ele segurou meus pés e começou a acaricia-los deliciosamente.

                Rodrigo deu um tranco forte e parou, gritei e gemi manhosa, e mais uma vez as bombadas foram suaves, ele tirou, bateu com o cacetão em minha bunda e meteu de novo até o talo, tirou, deu outras batidas e repetiu isso várias vezes, em seguida embalou gostoso de novo, com uma das pernas apoiada sobre a cama, deu aquela engatada marota, segurou meus seios e estimulou meus mamilos, me fazendo dar outro gemido alto, quase rouca, a xoxota chorava desesperada, tremia e pulsava sem parar, inchada, a seiva vazava a ponto de pingar, estávamos imersos, em transe, sintonizados, então... o surreal e inacreditável ocorreu:

                —AAAIII, AAAHHH, VOU GOZAR, VOU GOZAR, VOU GOZAR, NÃO PARA, NÃO PARA, NÃO PARAAAAAAHHHH! Estou gozando, estou gozando, soca, soca, soca com força, aaaAAAHHHH, meu Deus... aaahhh, aaaiiii, p-puta... que... p-p-pariuuu! Sim meus amores... um avassalador orgasmo anal aconteceu. Para ser sincera, nem sei se existe orgasmo anal, classifiquei assim porque atingi o clímax DURANTE o sexo anal, e foi um clímax diferente...

                Minhas pernas tremiam mais do que o normal, o coração parecia querer explodir e levar a caixa torácica junto, arrepios e calafrios vieram brutais, e a falta de ar era tremenda, eu já nem conseguia falar direito, só “aaaaaa”, com intervalos entre um “a” e outro. Que delícia...

                —Gozou gostoso? Hein minha querida tesuda? Indagou Rodrigo, dando beijos curtos em meu pescoço, ainda bombando, mas bem devagarinho, acompanhando cada passo do meu corpo, que desfrutava de mais um orgasmo delicioso. Meu comedor supremo...

                —S-Sim... m-muito... muito... muito gostoso... aahhh... que delícia meu amor! Respondi, troncha de paixão e gemendo manhosa ao sentir um leve tranco do comedor.

                —Vem... vem tomar seu leitinho, professorinha! Disse Rodrigo, que ia saindo, mas...

                —NÃÃÕOO! Não... não tira, não tira! Retruquei, pedindo quase desesperada. —Vem... deita comigo um pouquinho, sem tirar... e mete bem devagarinho! Completei, me deitando de bruços, trazendo meu amante comigo, querendo sentir seu calor, sua respiração, seu tesão.

                Rodrigo seguia me enrabando bem suave, fazendo um vai e vem vagaroso e carinhoso no meu cu deflorado, recuava e avançava milímetros, só me fazendo grunhir manhosa, abri bem meu rabo e o comedor seguiu, me beijando, dando cheiros, lambidas que faziam cócegas gostosas, e rimos juntos, cada vez mais cúmplices de um relacionamento informal, um caso, e eu... me sentia cada vez mais tentada a tomar aquele banho gostoso de mar...

                —Vamos terminar isso no banheiro? Propôs Rodrigo, alisando minha bunda e me dando beijos curtos, já ao meu lado, após longos minutos extras de um sexo anal antológico.

                —Terminar não... continuar, porque não quero terminar nada com você! Retruquei, o fitando com tesão. Rodrigo deu um lindo sorriso, e então nos beijamos ardentemente.

                Encostada à parede, com as pernas erguidas e enlaçando a cintura do meu amante, abraçada a ele e beijando sua boca deliciosa, nossos corpos recebiam a água fria do chuveiro, e minha xoxota recebia sua tora bem grossa e quente. Sim... eu tinha forças para mais, porque eu queria mais, o olhar daquele homem desejava mais. Ah... que cavalgada deliciosa, e o safado não tirou sua calça preta, mas tudo bem, eu adorava essa irredutibilidade dele.

                —AAhhhh... meu Deus... isso, morde, morde, aaahhh... Senhor, bendita seja a mulher... vossa criação mais perfeita! Gemeu e disse Rodrigo, aflito e grato... ao receber uma bezerra.

                —Eu vou aprender... e vou morder bem gostoso seu cacetão meu amor... adoro ver você gemendo assim, adoro... te dar prazer! Repliquei, sussurrando. Rodrigo sorriu e nos beijamos, então ele embalou, me tomou com mais tesão ainda, e deu aquela engatada...

                —Isso Luciana... cavalga, assim, gostoso... AAAHHH... puta... que pariu, meu Deus do céu... caralho, aaahhh, isso, isso! Disse Rodrigo, gemendo aflito, com sua tora toda enterrada em minha xoxota, engatada daquele jeitinho, e... ao receber mais uma bezerra causada por...

                AAAHHHH, AAAIII, ESTOU GOZAAAAHHH, caralho, caralho... e-estou gozando, gozando, aaahhh... delícia, delícia... AAhhh... assim, gostosoooo! Gritei e sussurrei, em mais um clímax arrebatador. Ao calibre do macho eu já estava acostumada, mas ao seu ritmo sexual...

                Rodrigo me desceu de seu colo e me pôs ajoelhada. Eu estava com as pernas mais trêmulas ainda, mas plena de prazer e alegria, então o macho tirou sua calça ensopada e a jogou no canto da parede, depois segurou minha cabeça pela nuca, meteu parte de sua tora em minha boca e masturbou gostoso, gemeu aflito e despejou seu manjar pela minha garganta, em jatos longos e profusos, pulsando seu caralhão violentamente, e engoli todo aquele mingau delicioso, depois mamei, mamei gostoso, mamei apaixonada... até seu pauzão se render...

                —Foi uma prova maravilhosa... professora! Comentou Rodrigo, extasiado.

                —É? Não sei... acho que... ela vai ser anulada e... você vai precisar fazer de novo! Retruquei, em seguida pisquei para ele, e meu amante tesudo deu uma gostosa risada...

                Tomamos nosso banho, namoramos um pouquinho, dissemos coisas gostosas um ao outro, trocamos dengos, carícias, beijocas, beijos e chupões, enfim... a cumplicidade de dois amantes. Depois, passei uma generosa dose de pomada anestésica no cu, porque ele foi deliciosamente maltratado. 

            Rodrigo foi se vestir em seu quarto e me pediu que o aguardasse na sala, então me vesti rapidamente e fui, ainda com o corpo meio descompassados dos orgasmos brutais que tive, e me sentei no sofá, observando a decoração harmônica daquele cômodo.

                Meu comedor safado e delicioso saiu do quarto trajando uma camisa gola polo amarela com detalhes pretos e uma calça social cinza-escura. Estava terminando de pentear seus cabelos com a mão direita e segurando uma sacola média com a esquerda. Só o perfume dele me deixou toda arrepiada de tesão, e o fitei, mordendo o lábio inferior, e o macho sorriu lindamente.

                —Estas são umas lembrancinhas que eu trouxe para você, espero que goste! Disse o pastor, me entregando a sacola e pondo seu pente no bolso. Dei um sorrisão e recebi, feliz.

                —Nossa, muito obrigada pela lembrança! São... roupas eróticas? Agradeci e indaguei, vendo o capricho daqueles embrulhos de tamanhos médios dentro da sacola.

                —Não, não é nada disso, abra e você vai ver! Replicou Rodrigo, empolgado. Assenti.

                Tirei os dois embrulhos da sacola, e comecei a desembalar o maior, com cuidado para não rasgar o lindo papel de presente americano e guarda-lo com muito carinho, e quando vi do que se tratava, meus olhos arregalaram e tive aquela emoção gostosa: era uma linda coruja de porcelana, usando capelo e segurando um diploma, simbolizando a Pedagogia.

                —Oh... que lindo! E-Eu... tinha um pingente em forma de coruja! Obrigada meu amor, amei esse presente, amei mesmo! Comentei, emocionada, e então nos beijamos rapidamente.

                —Assim que vi na lojinha, lembrei de você! Replicou Rodrigo, e o abracei, feliz.

                O embrulho menor também me deixou surpresa quando se revelou: era uma caixa de bombons em forma de números, e pareciam caseiros, pois não havia uma marca dos mesmos.

            —Você é tão atencioso, amei! Comentei, toda derretida. Rodrigo então revelou:

            — Esses chocolates foram feitos pela minha filha, ela... faz doces caseiros e os vende para ganhar uma grana extra e ajudar o noivo, e os faz com muito esmero, tem uma mão boa para cozinhar!

            —Vou provar um! Avisei, e Rodrigo assentiu. Dei a primeira mordida, e sem brincadeira, não é porque eu era apaixonada por Rodrigo, mas... —Meu Deus... é... delicioso, é... muito gostoso, desmancha na boca e a doçura é na medida certa, amei, amei! Completei, empolgada, e de repente...

            A face de Rodrigo ruborizou, vi seus olhos marejando, ele deu um longo e pesado suspiro, assoprou o nada e me encarou com um sorriso lindo, mas... carregado de angústia... e dor.

            —Fico... muito feliz que tenha gostado, a Rute... é caprichosa em tudo o que faz! Disse o Pastor, que mesmo com vontade de chorar... freou as lágrimas. Segurei sua mão e a beijei, depois alisei seu rosto, ele segurou minha mão e a beijou. Eu não precisava perguntar nada... a resposta estava nítida...

            Diante de mim estava um homem, que por mais supremo e avassalador que fosse na cama, por mais mestre na arte da sedução que fosse... estava quebrado, lutando para aceitar a perda, lutando para aceitar o aparte de sua família, machucado pela a saudade da filha e do filho, vivendo em uma solidão indesejada e uma solitude dolorosa. Aquilo doeu em mim... e quase chorei também...

                —Você... sabe mesmo surpreender! Obrigada! Comentei, o fitando, e nos beijamos. Abracei aquele homem com toda a ternura que eu tinha e sempre teria, e dei meu carinho e empatia a ele...

                Como seria minha vida daqui para a frente? Como eu administraria aquele caso que começara de forma tão intensa? Teria eu, capacidade de controlar essa avalanche de sentimentos?  Se Rodrigo não tinha vontade de molhar seus pés na água da praia... os meus dois já estavam bem molhados...     

FIM

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             Olá queridos alunos, espero que esteja tudo em paz com vocês. 

            No post de quarta, começa o final da segunda etapa dos meus relatos; uma minissérie dividida em sete partes, sendo a primeira S.S., mas nem por isso desimportante para os que leem atentamente e buscam mais que imaginar as cenas de sexo que descrevo, buscam compreender e vislumbrar o que vem por aí no inédito e antológico terceiro ato.

            Acabei falhando em seguir o cronograma de novo porque minha filha e meus pais vieram para passar o resto de semana até o dia das mães comigo, e foi maravilhoso, além disso, na semana seguinte, tive prova da minha Pós e provas dos alunos para elaborar, aplicar, corrigir, enfim... correria sem fim.

             Gostaria de agradecer imensamente aos dois novos alunos que fazem parte da nossa sala de aula da sacanagem. Quando me refiro a alunos, quero dizer seguidores. Agora são 46 aluninhos safadinhos.

             O primeiro é um grande amigo que fiz no finado contoerotico, uma pessoa maravilhosa, com a qual converso por email de vez em quando, e é alguém a quem admiro e respeito muito, meu leitor fiel e um dos maiores e melhores admiradores de minha escrita. Ele sempre deixa comentários lindos em cada postagem que faço, e eu me sinto muito feliz. Muito obrigada meu amorzinho.

                O segundo veio do contoseroticoscnn, mais um que descobriu minha narrativa e viciou, e, ávido por saber como minha história continua, descobriu o blog e agora o segue. Muito obrigada a você também, espero que continue curtindo meus relatos, e seja muito bem-vindo.

                Quem ainda não segue o blog, peço que por favor siga, é de graça, vamos aumentar esse engajamento e atrair mais leitores, pois nessa sala de aula da luxúria... as vagas são ILIMITADAS.

                Beijos, tenham um dia maravilhoso, cheio de paz, vida e muito trabalho.

Comentários

  1. excelente releitura professora guerreira,este conto e´ um dos melhores,este conto e´top,e parabens pela foto,ate´ agora essa e´uma das melhores,se cuida gata

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