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Rodrigo saiu do banheiro e veio,
e achei que viria nu, mas não... estava trajando sua calça preta. Ah meu
Deus... aquilo era uma superstição? Evangélicos têm superstições? Creio que
não. A princípio pensei que ele tivesse algum problema na perna, tipo uma
prótese e por isso se sentisse envergonhado de ficar nu, mas não, era só uma
mania dele, porque quando tomamos banho juntos ele ficou pelado, e nenhuma
cicatriz ou marca havia em suas pernas.
Ao vê-lo subindo na cama, tive
vontade de perguntar se ele transava com a falecida esposa usando aquela calça,
mas depois vi que seria uma pergunta ofensiva e desrespeitosa, a qual
certamente deixaria o pastor furioso... e nosso lindo caso que mal tinha
começado, findaria.
—Tudo bem minha consagrada?
Indagou Rodrigo, se aprumando na cama, com sua rolona absurdamente grossa em
riste, me seduzindo. Me pus paralela a ele e me ajeitei.
—Ainda tenho forças para receber
meu manjar, não se preocupe! Repliquei, e sorrimos.
—Todo seu, à vontade... mas
deixe bem limpinho hein! Disse o macho, instigando.
—E eu sou doida de desperdiçar
essa porra deliciosa? Vou engolir tudinho sim! Rebati, e o macho piscou para
mim, então lambi aquele colosso de baixo para cima, e beijei a glande.
Abocanhei a cabeça e desci até
pouco depois do prepúcio. Meu maxilar doía, então, resolvi descer até engasgar
uma única vez, e assim fiz, fui e emperrei antes da metade, bombei gostoso e
verti o esputo, depois recuei abrindo a boca, e rocei a glande da tora em minha
língua, abocanhei de novo, retomando o ritmo inicial proposto, e senti Rodrigo
se contorcer e gemer gostoso, segurei pelo meio e subi a pele do pauzão,
apertei firme e a lágrima verteu, em seguida a sorvi e lambi a cabeça,
abocanhei novamente e segui mamando.
Tirei a tora da boca, com finas
pontes de saliva formadas e punhetei entre meus lábios e língua, dando lambidas
rápidas na ponta da cabeça menor que o resto, e o caralhão avermelhado de tanto
me foder chorou de novo, e chorou profuso, quase pingando, apertei com força e
mais seiva verteu. Pirocona chorona, sorvi e mamei rapidamente, e retomei o
boquete, sem avançar, só torturando glande e prepúcio com meus lábios e língua.
Tirei e punhetei bem
devagarinho, subindo a mão e apertando com força abaixo da glande, e mais uma
gota de seiva se formou, desci a mão e subi de novo, dei outro aperto, mais
forte, e a gota aumentou, então passei a língua e suguei, caí de boca de novo e
continuei mamando, rápido, sem tentar atolar, só ali, na maciota, ouvindo os
grunhidos do macho.
—Que delícia de boca meu Deus...
continua, não para! Sussurrou Rodrigo, extasiado.
Dei lambidas na cabeça, depois sacudi minha cabeça lentamente, mas passando a língua no caralhão, e vi a seiva vertendo de novo. Sorvi e repeti esse gesto, lambendo em movimentos circulares, e de novo, a rolona chorou. Ah... então era assim que eu faria aquele caralhão chorar bem gostoso.
Sorri sapeca e comecei a torturar o macho,
lambendo sem parar a ponta da glande e aquele ligamento que segura o prepúcio,
e Rodrigo se contorceu gostoso na cama, a rolona chorou lindamente, e a seiva
já estava esbranquiçada, abundante, abocanhei e sorvi.
—Isso, chora, chora, chora que
eu te consolo meu amor... pode chorar na minha boquinha que eu enxugo sua
lágrima bem gostoso! Aticei, em seguida continuei dando lambidas rápidas na
pontinha da glande, sacudindo minha cabeça, e fazendo o cacetão chorar
profusamente. Dúvidas de que o comedor estava pirando de tesão? Acho que não
né...
—Puta que pariu Luciana... vou
gozar, mama, vai, chupa! Anunciou Rodrigo, se contorcendo, ofegando aflito, e
abocanhei o caralhão, mamando rapidamente e o punhetando.
Uaaauuu... que gozada deliciosa
o macho deu, o caralhão pulsava e golfava porra como se fosse explodir, e
acomodei aquele mingau em minha boca, engolindo conforme os jatos fortes eram
expelidos, nossa... mas aquela tora pulsou braba mesmo, bem nervosa, Rodrigo
gemia e dava socos na cama conforme eu chupava sem parar um segundo, ofegando
desesperado, um pouco do esperma escorreu pela minha boca e melou minha mão, e
foi descendo.
—Gente do céu... você guardou
essa porra todinha para hoje foi? Indaguei, troçando, em seguida sorvi o resto
que havia em minha mão e mamei o cacetão novamente, o deixando limpinho depois.
O gosto adocicado e forte daquele esperma era mesmo um manjar dos deuses.
—Claro né... eu... disse que esse
momento era nosso! Replicou Rodrigo, sorrindo.
A rolona ainda resistia, então continuei
chupando mais, mas Rodrigo era um ser humano e não uma máquina, embora fodesse
como uma, e o pauzão logo se rendeu, mas não amoleceu totalmente não... ficou
meia vida, mais para lá do que para cá, porém... impossibilitado de me penetrar
de forma satisfatória até o descanso necessário se cumprir.
—Que delícia meu amor... amei
esse dia, amei demais, vou sentir muita saudade durante a semana... e talvez
queira de novo no próximo sábado! Desabafei, indo até ele e me aninhando em seu
peito, sendo abraçada depois e recebendo um terno beijo na cabeça.
—Então... é aí que vem a parte
chata do seu plano! Replicou Rodrigo, desolado.
—C-Como assim? V-Você... não
quer? O que foi? Questionei, aflita e nervosa, já empertigada e fitando o olhar
penoso do meu amante, que deu um longo suspiro e revelou:
—Amanhã... estarei viajando para
passar as festas de final de ano com minha filha que mora nos Estados Unidos, e
vou levar meu filho caçula comigo! Arregalei os olhos...
—E... só agora você me diz isso?
Retruquei, bestificada e tensa, confusa e incrédula.
—E eu diria isso ANTES do nosso
momento por que? Para estragar seu entusiasmo e o meu? Isso não é uma despedida
definitiva porque não vou morar lá, apenas vou passar uns dias com minha filha,
e eu faço isso todo ano, é praticamente uma tradição! Retrucou Rodrigo.
—Puxa... tudo bem... eu... planejei dar uma fugida no natal e ano
novo... para a gente curtir bem gostoso, mas tudo bem, é a sua família!
Comentei, desolada e com a face tremendo.
—Você é mãe... e vai me entender, porque também vai querer passar o
natal e o ano novo ao lado de sua filha! Replicou o macho, me conscientizando.
—Eu sei, eu sei... eu entendo você... jamais deixaria minha bambina de
lado, eu... só viria para ficar um pouco contigo... para que... você soubesse
que não estaria tão sozinho nessas datas, para que você soubesse... que eu me
importo com você! Desabafei, beijando seu rosto.
—Estou lhe dando essa satisfação porque você é importante para mim, e há
mais que sexo envolvido nisso, então... precisava lhe comunicar! Explicou
Rodrigo, e o abracei.
—Vou sentir tanta saudade, mas tudo bem... eu tenho orgulho de estar
com um homem que preza pela família, pelos filhos, isso faz com que eu te
admire mais! Repliquei, o beijando.
—Exatamente... a família é aquilo que embasa nosso caráter! Eu errei
com minha esposa, fui infiel sim, mas JAMAIS a destratei, jamais negligenciei
meus filhos, jamais engravidei outra mulher e jamais assumi outra família... a
minha família é única, meus filhos são únicos, são minha razão de viver, o
alento para as dores que sinto, e é por eles que ainda luto... em meio ao luto!
Desabafou Rodrigo, com os olhos marejados, e quase chorei, mas me segurei.
—E... sua filha mora sozinha? Qual a idade dela? Questionei.
—Minha filha tem 20 anos, trabalha, faz faculdade e mora com um casal
de idosos presbiterianos, pessoas lindas, que a amam como uma filha... e ela é
noiva de um rapaz, um jovem probo, honesto e trabalhador, com planos sólidos para
ambos, e por isso me inspira confiança, porque seus interesses convergem!
Explicou Rodrigo, com orgulho.
—E... por que seu filho caçula não está morando com você? Indaguei.
—Ainda não está... mas em breve voltará, é porque... ele mal... tinha
desmamado quando minha esposa, enfim... quem cuida dele, como já lhe disse...
são meus sogros, mas eu não deixo de dar atenção a ele, sempre o visito, às
vezes o trago para passar o final de semana aqui, parte das férias escolares...
ou seja, não me ausentei, mas... ainda estou com a rotina atribulada, preciso
trabalhar muito, então quero que ele cresça mais um pouco... e tenha uma certa
autonomia básica, e aí sim... o trarei de volta! Relatou Rodrigo, e assenti,
atenta.
—Vai dar tudo certo, vai sim, e se precisar de alguma ajuda... conte
comigo, eu farei o que estiver ao meu alcance, mas... não demore a trazê-lo...
ele precisa do papaizinho dele, precisa se sentir seguro e você precisa vê-lo crescer, porque essa fase passa
rápido! Repliquei, beijando sua boca.
—Fico muito feliz com sua compreensão, e... me perdoe por não ter lhe
dito isso antes, mas é porque... para mim esse momento... também foi especial,
eu... queria aproveitar esse dia com você... para me certificar de que posso
sim ser feliz, mesmo tendo errado, e que a vida é um fluxo contínuo, que não pode
parar, e nem mesmo uma perda... pode pará-lo! Disse o pastor.
—Viver de luto... é diferente de viver o luto! Agora eu entendo.
Você... jamais vai dar uma madrasta aos seus filhos! Comentei e vi Rodrigo
assentir, sorrindo lindamente.
—Exatamente... minha esposa... a mãe dos meus filhos... é
insubstituível... porém... eu NUNCA vou me privar do carinho que vocês me dão,
para viver me lamentando pelo que não tem mais volta! Replicou Rodrigo, e ergui
as sobrancelhas. Hein? Sem mais... o cara era foda...
—E... como vai ficar sua casa? Sozinha? Aqui é perigoso hein! Indaguei
e comentei.
—Sobre isso eu não me preocupo... minha cunhada vem para cá enquanto eu
estiver fora, tenho um vizinho policial, e outra... os traficantes que mandam
aqui não toleram roubo a moradores! A polícia é que não devia tolerar né,
mas... enfim! Disse Rodrigo, desapontado.
—Nossa, sua cunhada... sozinha nessa casa grande... coitada! Comentei.
—A Sandra e algumas fiéis virão fazer companhia a ela, o Miguel vai
ficar usando meu carro para não descarregar a bateria, e também virá de vez em
quando para ver como estão as coisas, além do mais, minha casa é bem segura,
então posso ir sossegado! Explicou o pastor.
—O Miguel? Hum... ele não vai aprontar com essa mulherada toda não
hein? Questionei, ressabiada, e Rodrigo riu alto, sacudindo a cabeça, depois me
deu um selinho.
—Não minha consagrada, o Miguel não é esse tipo de homem, ele me
respeita muito e respeita as pessoas do meu convívio, até mesmo a Sandra, que é
da putaria, se ele a vir aqui com as demais fiéis e minha cunhada... vai fingir
que não a conhece e vice-versa; sobre isso eu nem me preocupo, o Miguel é como
um irmão para mim, meu melhor amigo e tenho total confiança nele; o cara
frequenta minha casa desde os 24 anos, conhece minha família e sempre soube
conciliar perfeitamente nossa vida social e sexual, nunca deu brecha alguma! Explicou Rodrigo, bem
sereno, mas levemente consternado.
Entendi aquele olhar como uma informação implícita: Miguel acobertava as traições do pastor...
—Entendo. Vou sentir tanta saudade de você! Falei, o abraçando. Miguel
não me interessava, e como eu disse antes... meu futuro assunto com ele era
apenas profissional.
—Eu também minha consagrada... sentirei sua falta! Disse Rodrigo, me
beijando.
—Quando você volta? Indaguei, e depois me arrependi de ter indagado.
—Ah, não vou demorar, as aulas do meu filho mais novo iniciam já no
finalzinho de janeiro né, então precisamos estar aqui a tempo, e eu não quero
que ele perca nenhum dia de suas aulinhas, quero incutir nele desde cedo, a
responsabilidade com os estudos! Respondeu.
—E no meio de tantas preocupações... você traz uma professora de escola
pública chamada Luciana para sua vida! Brinquei, alisando seu rosto.
—Deve ter sido porque... talvez o maior fetiche sexual de um homem...
seja transar com uma professora! Replicou Rodrigo, sorrindo maliciosamente.
Arregalei os olhos admirada.
—Ah é? Então seu interesse por mim foi só por eu ser professora e poder
realizar seu maior fetiche de adolescente? Indaguei e comentei, brincando. O
macho riu e respondeu:
—Não só isso, mas também porque você é linda, inteligente e muito
gostosa!
—É? Sou gostosa sou? Sou sua professorinha gostosa? Instiguei, o
beijando.
—Prefiro lhe chamar de... Professorinha Fogosa! É... Professorinha
Fogosa! Replicou Rodrigo, e arregalei os olhos de novo, depois semicerrei os
mesmos e o encarei, sorrindo.
—Me achou fogosa foi? Perguntei, alisando seu picão, o qual deu sinal
ao meu toque.
—Demais... muito fogosa, e eu adoro mulheres fogosas! Respondeu o
macho.
—É... gostei... então serei... a sua Professorinha Fogosa! Respondi,
aceitando o apelido, e em seguida sorrimos mutuamente... e nos beijamos bem
gostoso.
—Quer passar essa noite comigo? Propôs Rodrigo, me dando beijos curtos
na boca.
—Oh meu amor... adoraria muito, mas... não posso dormir fora de casa,
nunca tive esse costume, e se de repente meu marido chegar e não me
encontrar... terei de responder um interrogatório bem estressante, e eu odeio
interrogatórios! Respondi, penalizada de meu amante, mas também... querendo
evitar uma despedida na hora em que ele partisse.
Rodrigo fez a mesma carinha desolada daquele dia em que eu, ele e Ayla transamos e ele fez essa mesma proposta a ela. Tadinho... talvez ele quisesse reviver o que era dormir com uma companheira, por mais que não fosse sua esposa. Me arrepiei ao sentir a intensidade da dor dele...
—Tudo bem, eu entendo. De qualquer forma... eu adorei nosso dia, foi...
um presente de final de ano muito especial, e digo isso não só me referindo ao
sexo, mas... tudo, cada momento! Desabafou o comedor, e meus olhos marejaram, minha
face tremeu, mas não chorei.
—Para mim também... foi algo diferente, e muito, muito gostoso, foi...
do jeito que eu quis um dia, e estou mais feliz... porque sei que não ficará
apenas nesse dia! Repliquei, sorrindo.
—Fico feliz em ouvir isso minha consagrada! Disse Rodrigo, e nos
abraçamos.
—Que horas você vai embarcar? Indaguei, abraçada a ele.
—Vou acordar às 5h, o Miguel vai chegar com meu filho e minha cunhada
às 6h, então ela vai ficar aqui e eu vou com ele no meu carro para o aeroporto
às 6h30 e finalmente... embarco com meu garotão às 9h30! Respondeu meu amante,
e funguei. Uma lágrima caiu... não deu para segurar.
—Mande uma mensagem para mim... quando chegar lá! Promete que manda?
Pelo menos um oi! Pedi, lutando para não chorar, porque eu sabia que iria
chorar de saudades... e tristeza.
—Claro que sim, manteremos contato, mas você precisa puxar o assunto...
e não preciso lhe dizer porque né? Retrucou Rodrigo, e já estávamos fitando um
ao outro.
—Sim... entendi! Não sei... a diferença de fuso horário, mas... você
pode me enviar mensagens ou ligar durante todo o período da tarde, é mais
sossegado para conversarmos, porém... eu mando um sinal sim! Expliquei, e
Rodrigo assentiu.
—Eu me preocupo com você, então... seja cuidadosa, não se arrisque e
não aja impulsivamente... pois você me tem, e terá sempre que quiser!
Aconselhou Rodrigo. Assenti.
Após tomar um banho e besuntar meu cu de pomada anestésica, me vesti com a mesma roupa que saí de casa. Eram quase 20h. Realmente, foi um dia inteiro com meu amante, um dia inesquecível, uma loucura sexual que fiz, mas também uma loucura sentimental, e tudo isso só atestou a carência de afeto e carinho sincero pela qual eu passava, e que minguou em meu casamento.
Rodrigo
sabia ser um amante, e o conceito de caso abordado por ele fazia um sentido
brutal, um caso era diferente dos encontros esporádicos que eu tinha com
Cássio, Celso ou Valdo...
Cheguei à sala e vi Rodrigo arrumado, terminando de ajeitar a sacola
onde eu trouxe a rede, rede essa que tinha sua marca, tinha seu cheiro, tinha
ele impregnado. O macho deu um lindo sorriso para mim, e consegui conter o
choro, apesar dos tremores faciais, então corri para ele e me joguei em seus
braços fortes, para sentir seu calor e sua proteção... porque eu senti muito medo...
—Feliz Natal, e um Réveillon cheio de paz meu amor, que Deus abençoe
sua família! Desejei, com a cabeça aninhada em seu peito, trazendo seu perfume
para o meu corpo.
—Igualmente minha consagrada! Que o Senhor te cubra com suas bênçãos, abençoe
esse final de ano seu e de sua filha, que vocês possam compartilhar amor,
empatia e muita alegria, e lembre-se: não odiar é o primeiro passo para termos
uma vida de paz, então... não rejeite aquilo que seu marido, e pai de sua
filha... tem para lhe oferecer nessas datas, porque mesmo as palavras positivas
ditas ao léu... surtem efeito, e que o seu 2019 seja um ano de vida, graças,
gratidão... e decisões tomadas com serenidade na alma! Desejou o pastor, e
assenti.
—Obrigada meu amor, te adoro... não se esqueça disso, e quando voltar,
vou te dar uma surra de sexo como castigo por me deixar com tanta saudade, eu prometo!
Falei, brincando e tentando quebrar o clima de tristeza e saudade que me
chicoteava ferozmente por dentro...
—Esse é o tipo de ameaça que eu adoro! Disse Rodrigo. Rimos e nos
beijamos...
Em casa, sucumbi às lágrimas. Deitada em minha cama, cheirando a rede
com o cheiro do nosso sexo tão gostoso, com o cheiro do homem que sempre
desejei, chorei de saudade, mas também de alegria, porque aquelas lágrimas não
eram só uma lamentação, eram também o júbilo pelo sentimento nobre e sincero que pensei
jamais sentir novamente, um sentimento que pensei ter sido assassinado quando
meu corno arruinou nossa história com sua ingratidão e me traiu.
Acordei no domingo às 9h. Olhei no celular e vi uma mensagem de Rodrigo, enviada minutos antes de seu embarque, que dizia: “te adoro... Professorinha Fogosa”. Sorri...
FIM
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Olá queridos alunos, demorou, mas finalmente concluí mais um mini-arco de história. Final triste e indesejado por mim, mas aconteceu exatamente assim, porque a REALIDADE é assim, ás vezes as coisas saem ao contrário do que esperamos, mas foi um momento inesquecível.
Postagens às:
SEGUNDAS
QUARTAS
QUINTAS
Beijos e até amanhã, com mais uma deliciosa e surpreendente aventura.
Boquete
Corno
Dotado
Drama
Fetiches
Heterossexual
Pau Grande
Professorinha Fogosa
Relatos Reais
Segundo Ato
Traição
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Comentários

Cadê as postagens novas?
ResponderExcluirexcelente releitura gata,e muito estimulante,deixo aqui meus parabens ao rodrigo por ter essa perfomance excelente,e de tao bom gosto,fico aqui ansioso pelo proximo conto,e por novas fotos tua,se cuida gata,beijao
ResponderExcluirOtima quinta professora linda.
ResponderExcluirRelembrando mais um conto recheado de tara e tesão…vc é incrível Luciana…BOTO
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