067 - A ÚLTIMA TRANSA DE 2018: UM SÁBADO INTEIRO DE SEXO COM MEU AMANTE – PARTE 2

            


—Isso Luciana, isso... morde, morde gostoso... meu Deus do céu! Disse Rodrigo, pirando e apertando meus seios, beijando e chupando meu pescoço. Soltei a rolona e ele seguiu.

         —Chupa, chupa meu pescoço... deixa marcado, deixa marcado meu macho! Pedi, surtada enquanto ele metia sem parar, respirando com uma fúria sexual deliciosa.

                Rodrigo deu aquele chupão malvado, engatou sua tora de jeito e me deixou com as pernas mais bambas do que já estavam. Gritei chorosa, ele não parava de socar e dar trancos, dava três, parava, bombava devagarinho só o talo e retomava as estocadas. 

                Ele estava muito diferente, com o tesão em um pico extremo, alisando minhas ancas e me levando ao nirvana ao passo que castigava minha buceta. Aquele calibre já estava domado por mim.

                —Vem, deita na rede comigo! Disse o macho, me trazendo para deitarmos.

                Outro trovão forte irrompeu, e ouvi os pingos da chuva caindo lá fora. Fracos.

                —Me come na chuva, hum? Quero trepar na chuva! Pedi, já deitada com ele. O macho nos deixou bem confortáveis, quase de ladinho, e varou minha xoxota suavemente.

                —Se chover forte... a gente transa na chuva, e onde você quiser! Disse o comedor, que deu outro chupão forte no meu pescoço e alimentou minha buceta faminta.

                Quando percebi, já estava em outra posição. O macho sentado na rede e eu, sentada de costas, cavalgando naquela tora enorme e obesa subindo até quase tirar e sentando até o talo, rebolando em seguida, uma hora subi e a bezerra aconteceu novamente, prendendo o pênis um pouco depois da glande, e Rodrigo pirou num gemido alto. Curioso... transei com Cássio e nem fiz a bezerra, mas tudo bem, foi por alguns segundos, soltei o cacetão e continuei cavalgando.

                —Quero no cu... na buceta você me faz gozar rápido! Comentei, saindo de cima.

                —Ué... por que? Indagou Rodrigo, meio confuso, então expliquei:

                —A grossura do seu pau... ela me estimula de uma forma diferenciada, potencializa meu tesão e eu acabo não aguentando e gozo logo, é delicioso demais, só você consegue isso!

—Mas a ideia é essa minha consagrada... fazer você gozar bastante! Replicou Rodrigo.

—É? Mas se levar em conta que cada orgasmo com você me deixa toda molinha, então eu quero me poupar, não quero arregar, quero muito sexo hoje, vim disposta a isso! Rebati.

—Não se preocupe, goze, não se prive... temos o dia todo, podemos descansar, não faça assim, não contenha sua vontade, porque não somos máquinas, e sim humanos, e não vou te desmerecer caso queira dar uma pausa, isso jamais! Retrucou o macho, sereno.

—E-Então... podemos parar um pouquinho? Só para eu adiantar nosso almoço? Você já me fez gozar tão gostoso! Pedi, meio ressabiada. Rodrigo assentiu tranquilamente, sorrindo.

—Claro minha querida, à vontade... hoje o tempo é nosso amigo! Disse o comedor.

Me deitei na rede, aninhei-me ao peito de Rodrigo e fiquei deitada, ele me abraçou e ficamos ali, um tempinho agarrados, como se fôssemos namorados. Eu estava tão feliz...

—Nem acredito que isso está acontecendo, eu quis tanto um momento assim com você, e não sinto vergonha alguma de dizer isso! Desabafei, beijando seu peito robusto.

—Puxa... fico muito feliz em ouvir isso, obrigado! Eu percebi que você está um pouco diferente, mais serena, mas também mais segura! Disse o macho, me apertando.

—Foram as palavras lindas que você me disse, seus conselhos amáveis, tudo isso me fez refletir muito, eu vi que estava agindo de uma forma autodestrutiva ao nutrir ódio e rancor pelo meu marido, mas... quero ser livre, eu vou me separar sim! Repliquei, o abraçando mais forte...

—Você já está livre, pois não vejo medo e nem receio em seus olhos, eu só vejo um desejo de ser feliz, um amor próprio intenso e aflorado! Replicou o pastor. Assenti, e então nos beijamos ardentemente. Jamais imaginei algo com essa profundidade, jamais...

Outro trovão estridente irrompeu lá fora, mas a chuva relutava em cair de fato.

Fiz um rápido asseio, e pus meu plano em prática, que era o de ser currada na cozinha enquanto preparava o almoço, e eu sabia que Rodrigo me atacaria bem gostoso. 

Pus uma camiseta curtinha, com um decote em forma de coração, estampada de flores e um short justo, amarelo e florido bem curtinho, o qual mostrava metade de minhas nádegas, então saí do banheiro e fui preparar nossa comida, só preparar. Eram 10h34, ainda tínhamos bastante tempo, tempo para transar, recuperarmos um pouco as forças, e transar mais, mas se a chuva caísse durante o preparo de nossa refeição, eu chamaria o comedor para o quintal...

Cheguei à cozinha e vi Rodrigo pondo os ingredientes do almoço sobre sua enorme pia de aço, e quando o comedor me viu nos trajes que descrevi, largou tudo e me olhou com uma tara ainda maior, aí me fiz de besta, fingi que não era comigo, agi com indiferença, e ele sabia que eu estava adorando aquele flerte, aquela brincadeirinha gostosa de casal safadinho; virei o rosto e sorri, mordendo o lábio inferior, e de soslaio, o vi me fitando com ternura.

—A carne está boa, o feijão também! Parabéns, você sabe comprar! Comentei.

—Tive ajuda dos funcionários do mercadinho! Replicou Rodrigo, me abraçando por trás, e dando aquela encoxada que me fez soltar o pacote de feijão maduro sobre a pia.

—Controle-se... preciso adiantar nossa comida... você já quer a sobremesa adiantado? É meu tesudo? Ah...que delícia, não aguentou né? Não aguentou minha gostosura foi? Provoquei, rebolando na tora avolumada do macho, depois pus a mão para trás e a apalpei.

—Quem aguenta? Qual homem aguentaria você propositalmente vestida assim? Retrucou o macho, já abaixando meu short. Isso... exploda de tesão e me arregace bem gostoso.

—D-Deixe... só eu preparar o almoço... é rapidinho meu amor... aí... você me pega aqui na pia bem gostoso... só abaixa meu shortinho... e manda esse pauzão para dentro de mim! Rebati, taradíssima com o toque do comedor. Rodrigo assentiu e subiu meu shortinho.

As panelas do pastor eram excelentes, mais novas que as minhas. Pus o feijão no fogo e temperei a carne, e Rodrigo me ajudou, sem frescura, mostrando que era um cavalheiro, depois deixei o risoto temperado, assim como o assado de panela, e ambos estariam prontos rapidamente, estavam só “curtindo” o tempero, mas o feijão merecia muita atenção, pois a panela de pressão do comedor era muito boa, e rapidamente cozinharia, então... nada de sexo...

—Eu diria que mulheres são mais rápidas que os homens em afazeres domésticos, mas nem todas são; Sandra começa o almoço às 9h e acaba quase 13h, e você deixou tudo adiantado em... sei lá quanto tempo, mas foi muito rápido! Comentou Rodrigo, abismado.

—Quantos anos Sandra tem? Indaguei, lavando bem minhas mãos para tirar o odor dos temperos, depois parei, empinei a bunda e fiquei, de lábios contraídos, só esperando...

—20 anos! Respondeu Rodrigo, e o fitei admirada. Ele deu um sorriso embotado.

—É... tudo é a forma como fomos criados. Com metade da idade dela eu já sabia cozinhar o básico e arrumar uma casa, mas certamente ela deve fazer o melhor que pode para lhe ajudar! Repliquei, e cheirei minhas mãos em seguida. Ainda estavam com odor de verduras, aff...

—Eu sei... não estou sendo ingrato, é... só uma diferença entre habilidades, a Sandrinha é uma pessoa esforçada, porém, avoada demais às vezes, não consegue controlar seu tesão, me vê dando bobeira e já quer transar, mas... tem uma empatia sincera por mim! Replicou o macho.

—Ela está certa... tem mais é que aproveitar mesmo! Retruquei, empinando a bunda.

O assunto Sandra foi encerrado quando senti o cacetão de Rodrigo me encoxando novamente, de baixo para cima, já fora da calça, e pirei. O arroz e a carne já estavam no ponto para ir ao fogo, o feijão estava pronto, então acarinhei aquele tronco delicioso, que sempre me faria padecer em fechá-lo no diâmetro e rocei em minha bunda gulosa, rebolando tarada.

—Assim como você... também tem que aproveitar! Replicou o macho, me puxando contra seu corpo, dando um tranco delicioso e me fazendo gemer manhosa.

A experiência sexual daquele homem me deixava cada vez mais admirada, pois ele apenas afastou a perna do meu shortinho para o lado, sem tirá-lo e expôs minha buceta, pincelou sua rolona na entrada da xoxota, e meteu gostoso, me fazendo ficar novamente com as pernas bambas e causar um arrepio violento no meu corpo. Dei um tapa na pia e rebolei, tamanho meu tesão ao sentir aquele colosso me invadindo, gemi alto e manhosa.

AAAIII... AAAHHH... PAUZÃO GROSSO DO CARALHOO! Isso, isso... soca bem suave, mete tudo bem devagarinho meu comedor safado, mete, mete! Gritei e ordenei, rebolando.

Outro trovão violento sacolejou os céus, e ouvi pingos fracos da chuva caindo sobre o telhado. Rodrigo enterrou sua tora obesa em minha racha ensopada num movimento só, segurou minhas ancas e me fez berrar trêmula ao dar um tranco delicioso, então o “plaft, plaft” começou, e rebolei ensandecida, apenas com as mãos apoiadas na pia, me segurando para não cair, pois o comedor me deixava totalmente louca e descompassada conforme metia gostoso.

—Isso, rebola, rebola na rola do seu macho! Disse Rodrigo, socando sem piedade e dando um tabefe delicioso em minhas nádegas. Rebolei quase dando saltinhos e o empurrei, assumindo o comando, o macho parou e arrebitei mais a bunda, gemendo tarada.

—P-Puta que pariu... esse pau... me deixa louca... caralho... que delícia... vai meu amor... castiga, soca com força, sou toda sua! Falei, ofegante e o macho obedeceu, e delirei.

Rodrigo tirou seu pauzão de minha buceta, abaixou rapidamente meu short e o chutei para longe, ele apoiou minha perna esquerda sobre a pia, arrebitei minha bunda, o macho melou meu cu com sua saliva e o varou suavemente, dei um soco na pia e gritei meu tesão e dor deliciosos, encolhendo um pouco a bunda, mas ele a empinou de novo, e seguiu metendo devagar, avançando pouco e recuando até quase tirar, abri a nádega esquerda e gemi alto, a rolona foi entrando mais, e meu amante meteu o resto, dando um leve tranco depois, me fazendo sentir o talo e quase chorar com aquela grossura animal, depois ele recuou e quase tirou, bombou a glande um pouco e foi num movimento só, suave, até o talo de novo.

—É para te foder do jeito que fodo minhas amantes? Indagou Rodrigo, provocando.

—S-Se eu sou... sua amante, então... me foda como... sua amante! Repliquei, trôpega, e o macho deu um sorriso malvado, segurou meus cabelos e castigou, me fazendo gritar chorosa.

—Abre, abre esse rabo para eu foder do jeito que você merece! Ordenou Rodrigo.

Abri bem a nádega, e o comedor seguiu sem misericórdia, me deixando meio zonza por uns instantes, porque socava com força, mas sem me machucar, infligindo a dor inevitável de uma rola do tamanho e grossura absurda como a dele, e foi na hora exata de cessar as gentilezas, as amabilidades, e se deixar dominar pelo instinto de macho sedento por sexo, porque eu grunhia chorosa e pedia mais, também dominada pelo instinto de fêmea sedenta por sexo.

Após um tempo, Rodrigo saiu do meu cu, me virei e fiquei acocorada, agarrei sua tora melada e caí no boquete, sentindo o delicioso gosto do meu rabo e de nosso queijinho, estufei a boca com a grossura e tossi, tentando avançar, escorrendo esputo e lacrimejando, tirei e punhetei roçando a glande na minha língua, abocanhei e mamei a mesma, empurrando o prepúcio e ouvindo o macho gemer aflito, respirando como uma fera furiosa, assim como eu.

Chupei as bolas, masturbando o caralhão freneticamente, Rodrigo gemia gostoso, depois dei uma lambida da base até a glande, beijei dei chupadas curtas, abocanhei e mamei só ali, rápido, ensandecida, arregacei o prepúcio e avancei, tentando atolar o que pudesse, engasgando e alargando minha boca, tossindo e engulhando, tirei, ofeguei e passei o membro pelo meu rosto, apertei abaixo da cabeça e a lágrima verteu profusa, sorvi, beijei e abocanhei de novo, mamando como uma bezerrinha, grunhindo e gemendo, depois o macho me levantou.

Fui posta com as mãos apoiadas na pia de novo, o macho abriu minhas pernas, empinei meu rabão faminto, abri as nádegas e o comedor me chupou deliciosamente a buceta e o cu. Estávamos possuídos de tara, respirávamos alucinados, eu gemia alto, gritava e grunhia com a boca daquele pastor safado me chupando, me arrepiava, dizia obscenidades rebolava, louca.

—Vai meu amor... olha aqui o cuzinho que implora pelo seu pauzão grosso e delicioso... fode ele vai, soca bem gostoso meu macho, olha como ele te chama! Provoquei, mantendo as nádegas abertas e piscando meu ânus, chamando aquele colosso espesso para deflorá-lo mais.

Rodrigo encostou a cabeça de seu tronco no meu cu, sem segurar o pauzão, e deixou deslizar. Fiz uma careta de dor, ofegante, mas o tremor brutal e lubrificação de minha vagina diziam que estava tudo em perfeita harmonia. Era para doer mesmo, arder, eu queria aquele macho, eu prometi que não o deixaria escapar, e estava cumprindo minha promessa. 

Meu ânus só alargava e alargava, e ao sentir o talo, ofeguei, chorosa e trêmula, o macho alisou minhas costas e cintura, e então começou a estocar suavemente, quase tirando e socando tudo, bem malvadinho, fazendo questão de me fazer sentir seu caralhão obeso me arregaçar sem pena.

—Assim minha tesuda, desse jeitinho... deixa esse rabão bem aberto, que eu vou matar a fome do seu cuzinho guloso! Disse o comedor, com a propriedade de quem sabia foder...

Rodrigo segurou minhas ancas, as massageando enquanto me enrabava. Meu Deus... ele sabia como ninguém a forma de relaxar uma mulher, e eu só gemia e grunhia, delirando com aquela pegada. Como não se apaixonar por um homem daqueles? Eu transava com um mestre do sexo, porque nem mesmo Ariovaldo, com quase 60 anos, tinha a experiência de Rodrigo.

—Isso... assim meu macho, suave... desse jeitinho meu amor! Falei, inebriada naquele sexo anal carinhoso. Rodrigo sabia que transaríamos o dia todo, então foi com calma.

Não tão suave assim, mas em um ritmo delicioso, perfeito. As bombadas eram seguras, soltei minhas nádegas e comecei a rebolar bem sapeca, amando ser arregaçada daquela forma, Rodrigo envolveu meus seios com as mãos e me empertiguei para receber mais um chupão do comedor no pescoço, seguido de um beijo e uma lambida. Senti o talo do caralhão e rebolei, rebolei mais e assumi comando, fazendo aquele tronco delicioso do macho passear no meu cu.

Rodrigo deu uma paradinha e ficou me beijando, em seguida retomou as bombadas, mas bem devagarinho, só bombando o talo do caralhão, e gemi sorrindo, meus mamilos eram acarinhados pelos seus dedos e eu me arrepiava toda, depois as mãos dele iam até meu ventre e findavam o passeio em minha cintura, e o pauzão lá, enterradinho no meu cu, passeando devagarinho. 

Ele parou de novo, rebolei suavemente e parei. Ficamos ali, imóveis por uns segundos, respirando, ofegando e grunhindo de tesão, o macho extraiu seu cacetão do meu rabo suavemente, deu batidinhas em minha bunda, abri mais as pernas, e ele socou na buceta.

—Ah... como eu gostaria de levar outra mordida daquela! Sugeriu o comedor, me beijando deliciosamente. Mordi o lábio inferior, gemendo e grunhindo.

—M-Mas... s-sai... s-s-sem querer! Falei, gaga, porque não tinha como não gaguejar...

Outro trovão, e esse nos assustou, mas não oscilou o ritmo de nossa trepada. Por que a chuva fazia tanta cera para cair? Que saco, só pingos mirrados. Olhei pela janela e as nuvens estavam bem carregadas, então de repente o vento forte e ruidoso anunciou a chegada do temporal. Observei o relógio fixado na parede da cozinha, e faltavam cinco para o meio-dia.

—A chuva vai começar, quer ir para o quintal? Indagou Rodrigo. Só consegui assentir com a cabeça, porque aquele pauzão grosso e gostoso me deixava muda...

A chuva demorou a vir, mas quando veio, foi com uma violência tão absurda, que parecia querer demolir a casa de Rodrigo. Fomos em passos apressados para o quintal, rindo como dois meninos sapecas, que aguardavam o toró para brincarmos sob o mesmo. 

Rodrigo abriu o portão do quintal e tomei um susto. Em instantes o chão estava alagado, vi uma grande mesa de madeira ao centro e uma lavanderia em desuso, coberta de telhas. Corri para o meio do quintal, abri os braços, ergui a cabeça e fiquei instantaneamente ensopada pela água pluvial.

—Vem meu amor... quero você, quero você meu tesudo! Chamei, tesa de paixão.

O macho correu e me abraçou, em seguida nos beijamos ardentemente, dois clarões se sucederam e em seguida os trovões chicotearam o céu. A chuva que abençoava os amantes...

—Este dia está sendo mais especial do que previ. Você é maravilhosa! Disse Rodrigo, com seus cabelos lisos e encharcados cobrindo os olhos, mas eu vi o tesão que eles irradiavam...

Me abaixei para chupar e nossa, por mais que eu tentasse, engasgasse e até quase vomitasse, não conseguia chegar à metade daquela rola tão espessa, e era isso que me fascinava nela e elevava meu tesão à enésima potência; ver minha mão sequer fechar e o que sobrava de pica tão grossa. 

Rodrigo segurou minha cabeça e empurrou, engulhei, tossi e recuei um pouco, depois tirei, com uma densa e profusa ponte de saliva, espalhei no pauzão e lambi, depois abocanhei, meneando a cabeça e engasgando, recuei, tirei e abocanhei só a glande e empurrei o prepúcio, fazendo o vai e vem e ouvindo o gemido gutural do meu macho.

—Pauzão delicioso, pauzão delicioso, tesão... hmm! Falei, masturbando a tora do macho e a esfregando em meu rosto, depois entre meus lábios.

—Vem Luciana, senta, aqui! Mandou Rodrigo, sentando-se no banco da mesa. Assenti e fui até ele, que alisou e estapeou minhas nádegas. A chuva aumentou de intensidade.

Fiquei entre as pernas abertas de Rodrigo, e arrebitei a bunda, peguei sua tora espessa e conduzi até o meu cu, e então encostei a glande na entrada, gemi alto, extremamente ensopada da água fria da chuva, e em seguida apoiei as mãos nos joelhos dele e sentei, deixando aquele caralhão grosso deslizar entre minhas nádegas e entrar quase todo, me roubando outro grito. Aquela pirocona gorda sempre entrava arregaçando mais ainda o meu cu.

—AAaaaiii, aaahhh! Oh meu Deus, aaaiiii, DELÍCIAAAA... humm! AAAhhh! Gemi e gritei, chorosa e manhosa sentindo a rolona entrar mais. Minhas pernas sempre tremiam...

—Rebola, minha gostosa, atola esse pau todinho nesse seu cu delicioso! Disse Rodrigo, dando um tapa forte em minha bunda. Rebolei e ri, então comecei a gangorra, suave.

—AAAIII, ESSE PAUZÃO ME PÕE DOIDA!!! Gritei, alucinada, surtada.

A chuva não parava, a água que empoçava no chão daquele quintal já cobria meus pés, o pintão grosso de Rodrigo parecia feito de aço, de tão duro que estava, e o sobe e desce do meu quadril enterrava mais e mais a picona, mordi o lábio inferior e continuei rebolando enquanto subia e descia, dizendo palavrões e delirando com aquele arrombamento anal, até finalmente atolar e sentar bem sentada, sentindo minhas pernas tremerem mais.

Respirei fundo e rebolei suavemente, Rodrigo segurou minhas ancas e comandou a gangorra, acompanhei seus movimentos, gemendo chorosa e gritando, sendo banhada por aquela chuva carregada de lascívia e desejo enquanto meu cu era cada vez mais destroçado por aquela picona deliciosa. 

Abri as nádegas e segui quicando, depois recuei meu tronco, apoiei uma, depois a outra perna sobre o banco e subi, saindo do pauzão, o macho segurou meu quadril e então desci, atolando seu caralhão grosso todinho no meu rabo, até sentir as bolas e continuei, gemendo e gritando, disposta ficar o mais arregaçada possível.

—Quer ficar bem arrombadinha, quer? Hum, minha gostosa? Indagou Rodrigo, socando sem misericórdia no meu cu, o qual ficava mais arrombado... e faminto, nervoso...

—S-Sim... quero... me arromba, soca, mete, mete, mete, mete... aaaahhh, hmmm, gostoso... pauzão gostoso, isso, assim... AAAHHHH, pauzão gostoso do caralho! Respondi, sussurrando e gemendo, bem manhosa e chorosa. O macho meteu mais forte, e delirei.

—Humm, esse cuzinho é bem guloso... ele parece estressadinho... precisa de muita rola para se acalmar! Disse o macho, me provocando. Adoro ouvir essas coisas.

—Queria o que? Você deixou ele uma semana carente, então o coitadinho ficou revoltado, e não vai se acalmar tão fácil! Pode meter, soca, soca forte! Respondi, e ri.

Com as minhas mãos apoiadas sobre a mesa, continuei cavalgando, subindo até quase tirar tudo e descendo de uma vez, atolando tudo, rebolando e gemendo ensandecida conforme meus movimentos iam alargando mais meu cu. Após um tempo, desci, e lavei o pauzão com a água da chuva (que não diminuía de intensidade) de novo, me ajoelhei entre as pernas do meu comedor e abocanhei sua rolona grossa até engasgar, mas sem recuar.

Parei, com boa parte do pauzão atolado na boca e bombei devagar, deixando a saliva escorrer, depois tirei, bati o membro em minha língua e mamei de novo, torturando a glande e fazendo Rodrigo se contorcer de tesão, em seguida abocanhei mais uma vez, meneando a cabeça e engasgando, tirei e montei de frente, ajustando aquele colosso na entrada do meu cu e sentando de uma vez, dando um grito alucinado e já recebendo uma mamada gostosa de Rodrigo nos seios, então o abracei e recomecei a cavalgar, beijando a boca do meu macho.

Os raios e trovões não paravam, era uma chicotada atrás da outra, a água continuava despencando sem misericórdia. Rodrigo me pôs deitada de ladinho, na beira da mesa, aplicou um oral delicioso em mim, cobrindo toda minha xoxota com sua boca quente e gostosa, depois lambeu e chupou meu cu, o qual certamente estava bem arregaçado; pisquei e abri a nádega, o macho veio e enfiou todo seu caralhão gordo de uma vez, em um movimento suave, e não tinha como não gemer alto e gritar, o pintão sempre entrava alargando tudo.

Ele segurou minha anca e retomou as estocadas, dei um tapa forte na mesa, sentindo a dor deliciosa e encolhi os dedos dos pés, berrando de tesão e gemendo, num cio incessante.

—Caralho! Oh, Senhor, que rabo delicioso! Comentou Rodrigo, socando sem parar.

AAAAIIII, aaaaiii... iaaaahhh! Isso, isso, assim..., aaaahhh, me fode, me fode, me fode, fode... arromba meu cuzinho, arromba meu amor, hmmm, AAAAHHHH! Respondi, sussurrando, gemendo e dando um grito agudo, com os olhos cerrados e a respiração disparada.

A água daquela chuva violenta não me deixava mais molhada que minha xoxota, sério. Ela estava tão inchada e trêmula, que parecia ter sido espancada com uma palmatória. Quanto mais Rodrigo bombava no meu cu, mais ela se encharcava e escorria seiva. 

O macho foi diminuindo os movimentos, em seguida me pôs deitada de frente, abriu minhas pernas e as elevou, então retomou as estocadas, com a mesma suavidade do início, tirando quase tudo e fazendo uma leve pressão quando enterrava sua picona obesa, parando por uns instantes e bombando bem devagar, me deixando surtada de tesão, gritando e gemendo alto.

Nem me importei se os vizinhos ouviriam meus gritos, e não tinha como não berrar levando 20 centímetros de um pênis da grossura animal como aquela no cu durante tanto tempo e da forma voraz como Rodrigo metia; claro, eu não gritava a cada milésimo de segundo, mas também não poupava minha garganta quando o macho me acertava de jeito... daquele jeitinho... que eu adoro, e só ele estava sabendo fazer... tesão anal meus amores...

—Abre o cuzinho, abre! Mandou Rodrigo, tirando seu pauzão dele. Abri bem as nádegas e pisquei o rabo, sentindo uma profusa gota da seiva dele escorrer. —Isso, está ficando lindo, bem arregaçadinho, mas pode ficar mais defloradinho ainda! Completou o pastor devasso, me comunicando oficialmente que meu ânus já estava bem dilacerado.

Rodrigo tirou a rolona e meteu, deu três bombadas, tirou e meteu de novo, repetindo isso várias vezes, e eu ofegava, depois ele pegou meu pé esquerdo e começou a lamber e chupar, beijou a sola, lambeu, depois chupou dedo por dedo enquanto socava suavemente no meu rabo, então ele saiu, me fez descer da mesa, me posicionou de costas, apoiei a perna direita em um dos bancos e arrebitei a bunda, abri a nádega direita e o macho varou meu cu suavemente, de uma vez num movimento só, deu um leve tranco e gemi alto, depois mais três estocadinhas e tirou, mas tirou na hora errada, e reclamei, surtada, porque queria só anal:

NÃÃÃOOO, não tira... não tira, não tira seu malvado! Mete no cu, mete no cu!

—Opa, perdão minha consagrada, calma! Pronto! Bem gostoso no cuzinho! Retrucou Rodrigo, rindo e voltando a alimentar meu ânus. Sorri sapeca e rebolei gostoso.

—Isso... se tirar de novo te dou uma pisa! Provoquei, rebolando bem gostoso. Tesão anal ninguém segura meus amores, principalmente quando o comedor é um Rodrigo da vida...

Nunca rebolei tanto em minha vida. O caralhão espesso do pastor passeava deliciosamente pelo meu cu e me levava ao delírio, sempre me fazendo tremer as pernas e ensopar mais a xoxota. 

A chuva continuava, eu nem sabia precisar quanto tempo de trepada havia transcorrido, e também não me importei, eu só queria aproveitar ao máximo meu comedor fixo, que segurava meus seios e os estimulava enquanto trucidava meu ânus sem qualquer piedade com seu caralhão delicioso.

 Eu gemia e grunhia, manhosa, sentindo espasmos vaginais, quando de repente todo o meu corpo tremeu e se arrepiou violentamente, e o ar começou a faltar. O orgasmo estava vindo... e com violência, então no exato instante em que mais um trovão irrompeu, urrei meu clímax...      

CONTINUA

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              Olá queridos alunos. Perdão pelo sumiço, mas esses 30 dias foram de muito estresse e correria. Estou com cinco alunos de reforço, os quais estão se preparando para processos seletivos e concursos, mas aviso de antemão que não está rolando NENHUMA sacanagem com eles; são jovens focados na vida, que querem crescer e se estabilizar profissionalmente.

                Mas enfim... além disso, minha mãe veio para minha casa afim de se consultar na capital e fazer exames médicos, e tudo isso tomou muito meu tempo e juízo, mas graças a Deus não há nada de errado, apesar de minha mãezinha ser hipertensa. Aqui onde moro choveu e continua chovendo demais, e por conta disso minha internet caiu por diversas vezes e por longas horas, e isso me impediu de postar.

              Peço paciência, confiança e compreensão; eu sei que vocês estão ansiosos por novidades, entendo perfeitamente essas coisas, mas... BEM antes de enveredar nesse caminho da literatura erótica online, onde revelei e pretendo revelar mais dos meus segredos sexuais a todos, meu cotidiano SEMPRE foi assim, agitado, estressante e tendo que me virar em 10 para fazer meu dia render.

           Quero agradecer de coração aos leitores que me enviaram e-mails demonstrando empatia e preocupação com minha ausência no blog. Eu passei dias preocupada com o hiato fora de época que fui obrigada a dar, senti falta de postar, e isso foi refletido nas mensagens que recebi de alguns de vocês, mensagens carinhosas que são o combustível para que eu siga em frente. Obrigada pelo carinho.

                Na sexta, dia em que essa microssérie se encerra, farei mais uma postagem, abordando um assunto sério, e que deixou não só eu, mas todos os meus colegas abalados, e isso também foi uma das razões que atrasaram ainda mais meu retorno ao blog (era para eu ter voltado segunda). Aguardem.

                  Beijos, tenham uma quarta maravilhosa, cheia de saúde, paz, VIDA e trabalho. 

Comentários

  1. Eita professora fogosa!Arregaçada e pedindo mais!Delicia!Um beijo, Beto!!

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  2. Professora mais que linda. Você é incrível.

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